Friday, February 25, 2005

Behind Blue Eyes (na verdade castanhos, mas a dor é a mesma...)

No one knows what it’s like
to be the bad man
to be the sad man
behind blue eyes
and no one knows
what it’s like to be hated
to be faded to telling only lies

chorus
but my dreams they aren’t as empty
as my conscious seems to be
i have hours, only lonely
my love is vengeance
that’s never free

no one knows what its like
to feel these feelings
like i do, and i blame you!
no one bites back as hard
on their anger
none of my pain woe
can show through

chorus

discover l.i.m.p. say it (x4)

no one knows what its like
to be mistreated, to be defeated
behind blue eyes
no one know how to say
that they’re sorry and don’t worry
i’m not telling lies
chorus
no one knows what its like
to be the bad man, to be the sad man
behind blue eyes.

39 Comments:

Anonymous Anonymous said...

Julieta e seus vários Romeus


Eu me chamo Helena e tenho hoje 41 anos, apesar disso, tenho uma figura enxuta e bem malhada. Talvez por eu gostar tanto de sexo, consegui me manter desejável e atraente em todos esses anos. Resolvi contar um pouco de minhas experiências para encontrar talvez alguém que tenha afinidade com este meu temperamento e que talvez possa compartilhar junto conosco alguns momentos sensuais.

Na minha juventude eu estudava no Mackenzie, próximo a Avenida Higienopolis onde eu morava. Como não podia deixar de ser, devido esta escola ser para um nível elevado, eu encontrava freqüentemente muitos gatinhos que compartilhavam das mesmas intenções que eu. Eu participava de uma peça de teatro na escola e após as aulas, na parte da tarde, dizia a minha mãe que iria ensaiar e me encontrava com o grupo de teatro novamente. Com toda a nossa criatividade de adolescentes, representávamos peças deliciosas, como Nero, Romeu e Julieta, etc. A peça que mais me agradou foi a de Romeu e Julieta, pois eu entrava vestida com toda aquela roupa da época, vendada e ficava à frente do meu castelo para a escolha do meu Romeu. A minha entrada começava com uma música de fundo e eu dançava, e lentamente, ia tirando toda a minha roupa. Eu sentia a tensão crescendo a medida que ia me despindo, e quando a música terminava a única coisa que eu ainda trazia no corpo era a minha venda nos olhos. Eu tinha que me ajoelhar e lentamente todos os pretendentes a Romeu, paravam à minha frente, e eu lhes massageava as "Espadas" com a minha boca. Aquele que mais me agradasse (claro que no sabor e tamanho) era o meu escolhido. Representávamos esta peça, pelo menos uma vez por semana durante seis meses. O meu escolhido me levantava e virando-me colocava-me de bruços sobre uma mesa para o banquete dos convidados (os não escolhidos). O meu escolhido tinha o "previlégio" de ficar olhando enquanto os outros todos me fodiam e chupavam ou eram chupados por mim e finalmente era a vez dele. Neste momento (claro que não da pra aguentar) o Romeu ja estava em ponto de bala, mas para provar o meu "amor" eu dava a ele o melhor tratamento. Essa era a segunda parte da peça: Eu era retirada do Palco por alguns instantes para lavar a porra toda que já escorria pelas pernas e ainda vendada, voltava e era colocada inclinada sobre uma mesa curta, com a bunda arrebitada. O Romeu se aproximava e eu mamava novamente sem usar as mãos, até sentir o seu pau duríssimo dentro de minha boca. Ele se aproximava por trás e devagar ia penetrando o meu cuzinho. A deliciosa parte disso era não saber quem está entrando em voce, mas somente sentir o calor e a pressão avançando dentro do seu rabo ate parecer que ele vai explodir. A minha buceta ficava derramando líquidos sem parar, e normalmente eu sentia o meu gozo simultâneo com o do Romeu que enchia todas as minhas entranhas de líquido e prazer. Todos os outros ficavam olhando calados estes momentos de tesão, e no final, depois de ter saciado o meu Romeu, todos também podiam se satisfazer com o banquete. Eu sentia a enxurrada de paus e gozo em todos os buracos do meu corpo e isso era maravilhoso.

1:21 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Minha história aconteceu no princípio do ano. Meu nome é Claudia, sou casada com João Carlos, temos 42 e 48 anos, sou aloirada, tenho um corpo bonito pois sempre fiz ginástica e meu marido é moreno e bem forte pois sempre praticou natação.
Somos casados há 18 anos e sempre nos demos muito bem e somos muito liberais na cama. Ge-ralmente assistimos filmes eróticos e demoramos bastante nas preliminares antes de gozarmos o que nos dá muito prazer.
Apesar desse tempo todo em que estamos casados sempre inovamos, mais ele, em termos de sexo.
Certa vez ele comentou que vira um vibrador em uma revista e perguntou o que eu achava e fiquei superexcitada com a idéia e resolvemos comprar um. Fomos a uma sexyshop e escolhemos um modelo e fiquei logo com vontade de usá-lo. Assim que chegamos em casa tomamos banho e fomos para a cama pois estávamos excitadíssimos e começamos as carícias e logo começamos a usar o vibrador.
Assim que João Carlos começou a massagear minha xoxota senti que não demoraria a gozar e logo estava gozando com vibrador todo enterrado na xoxota.
A partir desta trepada passei a usá-lo com freqüência e praticamente só gozava com o auxílio do vibrador.
Um dia João Carlos me mostrou um anúncio de um show de nus masculinos e me perguntou se eu gostaria de ver e eu disse que sim, até por curiosidade. Nesta noite quando fazíamos as prelimina-res eu fazia um boquete nele e de repente tive a idéia de passar o vibrador pelo saco dele e o fiz bem devagar e notei que ele gostou e continuei a passá-lo agora bem perto do cu e me detinha nele colocando a cabecinha do vibrador na portinha do cu dele e notei que seu pau ficou teso e ele gozou intensamente.
Alguns dias depois voltamos a trepar e eu resolvi tomar a iniciativa e comecei a chupar seus mami-los que ficaram durinhos e alisar seu pau que logo endureceu, então apanhei o vibrador e deixei-o do meu lado e pedi a João Carlos que deitasse de costas e comecei um boquete e fui descendo até chegar no seu cu que lambi bastante e deixei-o todo melado e bem disfarçadamente liguei o vibrador e comecei a passá-lo no seu saco e fui descendo até encontrar a entrada do cu e fiquei passando o vibrador um pouco em torno dele e de vez em quando bem devagar empurrava um pouquinho e fiquei nessa brincadeira até que empurrei mais um pouquinho e a cabeça entrou e deixei nesta posição para sentir a reação dele e fui empurrando mais um pouco até quase a meta-de e então ele retesou o corpo e fui lentamente retirando o vibrador e ele gozou muito na minha boca.
Alguns dias depois, João Carlos me disse que ia comprar entradas para o tal show e fiquei logo excitada.
À noite ele chegou em casa com os ingressos que seria para sexta feira, dois dias depois.
Nos tickets apareciam as fotos de uns rapazes todos fortes de tanga e que no show tinham várias surpresas e fiquei curiosa.
Finalmente o dia chegou e as 8:30hs estávamos na fila do show que seria as 9:00hs.
Ao entrarmos sentamos em uma espécie de platéia e ficamos logo na primeira fila no horário mar-cado as luzes se apagaram. Começou uma música e apareceu um foco de luz em um homem pre-to que usava um terno branco e quando ele se aproximou vimos que seu pau estava de fora e era enorme o que causou logo uns comentários, e quando ele ficou parado bem a nossa frente com o pau dando uns pulos e ele virou de lado e constatei que seu pau era imenso. Então ele virou-se de costas e se afastou e todos bateram palmas.
Logo apareceram focos de luz em vários homens que estavam de calça e camisa e dançavam se rebolando e os focos se apagaram e novas palmas se ouviram e assim o show prosseguiu e sem-pre que os focos se acendiam os homens tinham menos uma peça de roupa até ficarem de sunga.
Então entrou um homem no palco e anunciou o show de nus e que era para as mulheres se prepa-rarem que veriam belos modelos e belos e enormes membros e as luzes se apagaram de repente um foco se acendeu e apareceu um loiro forte de sunga e calmamente ele começou a retirá-la e surgiu uma piroca grande que balançava e outro foco e desta vez um moreno forte já nu de costas e quando se virou apareceu uma piroca enorme e grossa que arrancou suspiros e comentários e outro foco e desta vez um crioulo também de costas e ele ficou de lado e a piroca além de grande e grossa estava virada para cima o que vez com que algumas mulheres e homem fizessem excla-mações e a cada foco surgia um homem com um pau enorme. eu estava superexcitada e anuncia-ram que começariam as surpresas e de repente um homem apontou para a platéia e chamou uma mulher que subiu ao palco e ele deu adeus para todos e a levou para dentro, outro homem e outra mulher escolhida e saíram do palco e novamente um homem apontou uma mulher e desta vez ficaram no palco e assim foi até que um moreno alto bem forte me apontou e olhei para meu mari-do que disse: Vá! e subi no palco.
Meu coração pulsava e quando cheguei ele segurou minhas mãos e me levou para trás do palco e disse: Seu show é individual e me levou para um cômodo onde existiam uma bela cama e uma cadeira e ele ao entrar fechou a porta e chegou bem perto de mim e perguntou: Gostou? E apon-tou para o seu pau que era enorme e grosso e estava duríssimo e eu meio tímida disse que sim e ele começou a dançar bem sensualmente e ia se aproximando de mim até que segurou minha mão e colocou no pau dele.
Eu delicadamente a retirei e ele desta vez a segurou com força e disse :Segure! E fiquei segurando aquele pau duro e quente e então ele segurou minha mão e a movimentou me fazendo tocar uma punheta nele e segurando minha blusa começou a tirá-la. Eu estava excitada mas com muito medo e não esbocei nenhuma reação e ele a tirou e ficou olhando meus seios e segurou-me pela cintura e começou a chupar um deles e logo chupava os dois freneticamente e eu nada fiz ,então ele me mandou tirar a saia, relutei e ele com uma força estúpida me segurou e disse que o quarto era a prova de som e que eu devia obedecê-lo e vagarosamente comecei a tia à saia e fiquei de calcinha e ele logo disse: Tira! e ali estava eu nua com um homem enorme com um pau também enorme me alisando e então ele disse: Quer o show somente comigo? Você tem direito a três modelos e eu como estava bloqueada nada respondi e quando olhei a minha frente vi o crioulo com o pau enorme e outro moreno, e todos estavam nus.
Começaram a dançar e depois de uns dez minutos se aproximaram de mim e o moreno disse: Vamos fazer uma coisa: Se sua xoxota não estiver molhada você está liberada, e se estiver mo-lhada vamos brincar um pouco e segurou minhas mãos e começou a alisar minhas coxas e logo começou a procurar com o dedo minha xoxota e disse: Nossa, está tão molhada que acho que está escorrendo e o pior que era verdade, pois sentia minhas coxas meladas e ele disse: Amor, senta aqui e sentou-se na cadeira ficando com o pau em pé e me puxou. Eu fui em sua direção e relutei mas ele me puxou e disse: Abra as pernas e sente nele, eu sei que você quer, afinal foi para isso que seu marido a trouxe aqui e me puxou de novo e de repente me pegou no colo e me encai-xou na sua piroca que senti deslizar por minha xoxota adentro até que senti seu pau todo enterra-do e pude constatar que era muito grosso pois apesar de estar com a xoxota bem molhada eu sentia ela sendo alargada e ele me segurou pela cintura e começou a fazer com que eu o caval-gasse e seu pau esfregava meu grelo que estava bem inchado.
Então ele se virou para mim e disse: Já fez dupla penetração? E eu disse que não e ele disse: Então vai fazer pela primeira vez hoje, e eu pedi que não pois não agüentaria e ele disse: Agüenta sim e comecei a sentir um dedo alisando meu cu e ao olhar para trás vi o crioulo atrás de mim e senti um calafrio de medo e disse que não queria mas senti sua pica esfregando a portinha do meu cu e tentei recuar o corpo porem o moreno me empurrou para trás e senti uma pressão enorme e logo sentia a pica do crioulo me invadindo e me senti sendo arrombada e novamente fui empurrada contra o crioulo que empurrou a pica e a senti entrando pelo meu cu e imaginei que devia estar muito lubrificada pois para minha surpresa ela deslizou direto .
Fui segura pela cintura pelo crioulo e pelos ombros pelo moreno que passaram a meter em mim no mesmo ritmo e enquanto o moreno metia na minha xoxota chupava meus seios e então o crioulo me fez deitar sobre o outro de forma que minha bunda ficou toda aberta e a pica do moreno ficou esfregando em meu grelo.
Eu nunca imaginei que pudesse agüentar uma pica daquele tamanho e muito menos duas, e sentia que meu grelo estava bem inchado e rezava que eles gozassem logo, mas não pareciam dispostos a isso não pois estavam metendo agora devagar e começou a me dar vontade de gozar e apesar de não querer senti a sensação do gozo chegando e não teve jeito comecei a gozar e com isso contraí minha xoxota e meu cu e ouvi o moreno dizer : Isso princesa, goze bastante que também vou gozar e eu estava gozando muito e senti sua pica latejando e sabia que ele também estava e me segurou com força e então o crioulo também me segurou com força e enterrou o pau até o fim e se manteve assim e senti sua pica latejando e despejando esperma em meu cu.
Ainda meteram bastante e começaram a tirar as picas e a primeira a sair foi a do crioulo e senti um alívio enorme e o moreno me segurou pela cintura e disse: Fique tranqüila princesa que todos nós fazemos exames semanalmente e nós fizemos ontem e estamos ok.
Eu fiquei aliviada mas nada falei. e ele disse ainda, Ah outra coisa, quem vem ao nosso show re-cebe as explicações sobre tudo que acontecerá quando compram os ingressos e aquilo me intri-gou.
Eles finalmente saíram de dentro de mim e o moreno segurou minha mão e a beijou e disse: Espe-ro que você volte, pois você é show de mulher, seu marido é um sortudo.
Comecei a me vestir e me levaram de volta a platéia por uma porta lateral e me sentei ao lado do meu marido.
Ele me olhou e perguntou se o show tinha sido bom e respondi que tinha sido meio forte mas que foi, e assistimos o resto do show e fomos embora.
Durante o percurso de volta para casa, ele disse que queria saber mais detalhes e eu disse que às vezes passavam a mão na gente e tal mas que não aconteceu nada demais e chegamos em casa.
Fui direto tomar banho e demorei bastante e me sentia ainda dilatada pois afinal os dois tinham paus enormes.
Alguns dias depois quando estávamos na cama nas preliminares João Carlos sentindo que eu estava muito excitada apanhou o vibrador e me perguntou se eu gostaria de experimentar uma dupla penetração e eu disse que sim e ele lubrificou-o com saliva e colocou em minha xoxota e ficou colocando e tirando e segurou em minha cintura e me virou de bruços e começou a passar a pau no meu rego depois lubrificou o dedo e o introduziu no meu cu e colocou a cabeça da pica e foi forçando e começou a entrar bem devagar e logo a alojou toda em meu cu e com a outra mão colocava e tirava o vibrador me proporcionando uma sensação muito gostosa.
Senti que não demoraria a gozar pois ele encontrou uma posição ideal tanto para frente como por trás e comecei a gozar e segurei em sua cintura por trás e o puxei fazendo com que me enrabasse até o fim e tive um gozo maravilhoso e logo ele também começou a gozar bem enterrado em mim. Foi uma trepada muito gostosa.
Alguns dias depois ele disse que comprara uns presentes para mim e eram dois pênis sendo um menor sem vibrador e outro de silicone azul que parecia muito macio.
Lógico que resolvemos experimentar naquela noite e enquanto estávamos nas sacanagens resolvi bem disfarçadamente pegar o pênis menor e fui lubrificando-o e comecei a chupar seu pau e fui passando ele no rego de João Carlos que estava com o pau enorme de duro e lentamente comecei a introduzi-lo no cu dele e como não houve resistência fui empurrando até colocá-lo todo e fiquei movimentando como se estivesse metendo. Eu já tinha lido que às vezes os homens sentem tesão dessa forma pois massageia um órgão deles chamado próstata e devia ser o que estava aconte-cendo pois meu marido parecia que estava com tesão e continuei e com a outra mão comecei a punhetá-lo e fiquei assim até que vi seu pau brilhando e ficando mais duro e ele começou a gozar e logo jatos de esperma melaram todo o seu saco e pernas. Também gozei muito com ele me chu-pando.
Agora de vez em quando uso o pênis nele e quando lubrifico bem até ponho o maior e ligo o vibra-dor e o enrabo também.
Eu nunca contei o que acontecera no show e algumas vezes gozo pensando na trepada que dei, mas tenho certeza que meu marido sabia o que aconteceria naquela noite.

1:21 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Como contei anteriormente já transei com a Fátima, a Telma e a Tati, por quem tenho uma forte atração. Falei também da Thais, que espero transar com ela, brevemente. Mas hoje vou falar um pouco de como começou tudo entre eu e a Tati.
Ela tem um corpinho maravilhoso, uma boca suculenta, uns seios durinhos e muito saborosos. Ela estava fazendo um curso de informática e quase sempre eu a levava para o curso em meu carro.
Falávamos de tudo, mas eu sentia que ela se amarrava quando o papo referia-se a sexo. Eu ficava excitadíssimo, mas me controlava, pois se tratava da filha de Fátima, minha amante. Tati ia sempre de calça jeans e blusa e nunca usava sutiãs.
No outro dia, ao encontrar-se comigo, para levá-la para o curso, ela me surgiu com uma mini-saia jeans e um top bastante provocante.
Ao sentar-se no meu carro, ao meu lado, sua saia subiu um pouco mostrando mais ainda suas coxas maravilhosas, bem torneadas e muito tenrinhas. Instintivamente coloquei minha mão sobre suas coxas e comecei a alisá-las ao mesmo tempo em que dei um leve beijo em sua boca. Percebi que ela cerrou seus olhos, num consentimento ao que eu lhe fazia.
Liguei o carro e quando começamos a andar ela disse que não tinha aula naquele dia e poderíamos passear e aproveitar o dia todo que tínhamos.
Mudei, imediatamente o meu rumo e levei-a para um Motel, claro receoso que ela não aceitasse.
Mas, ao chegarmos na entrada do Motel ela se manteve calada e imóvel. Recebi a chave e a indicação do apartamento e, pra lá nos dirigimos. Coloquei o carro na garagem e entramos no apto.
Assim que ela entrou, ficou admirando tudo, os espelhos, a cama, o banheiro, um sofá que tinha no canto, a TV e o som. Deixei a vontade, pois assim ela se livraria de algum bloqueio. Aproximei-me dela e agarrei-a, por trás e comecei a beijar a sua nuca.
Ela se mostrou um pouco nervosa. Então, a virei de frente para mim e beijei a sua boca freneticamente, tendo ela correspondido totalmente, Ficamos nos beijando com muita volúpia.
Minhas mãos, abraçando-a, passou por suas nádegas e meus lábios desceram até seus seios, pois eu levantava seu top. Deitei-a na cama e tirei sua mini-saia, deixando-a só de calcinha, que era preta de rendinha. Comecei a percorrer todo seu corpo com minha língua.
Ela gemia baixinho e se tremia toda, se arrepiando por cada ponto que eu sugava de seu corpo, até que alcancei a sua xaninha, cheirosa e já toda molhadinha.
Quando passei a língua em seu grelinho, ela se estremeceu toda e soltou um gritinho de puro prazer. Agarrou minha cabeça com suas mãos, apertando-a contra sua xana e dizendo que estava adorando e que ela estava louca de fazer aquilo comigo. Naquele momento eu enfiava, bem devagarzinho, um dedo meu em seu cuzinho.
Ela gemia e dizia que estava adorando aquilo. Levantei-me e coloquei meu pau em sua boca. De princípio ela não sabia o que fazer, mas rapidamente começou a sugá-lo de forma deliciosa. Virei-a de bruços e coloquei a cabeça de meu pau na entrada de seu cuzinho. Ela relutou um pouco, alegando que iria doer, mas disse-lhe que eu teria todo o cuidado para não machucá-la. Aos poucos fui colocando, primeiro a cabeça. Parei um pouco e depois fui empurrando com muita calma. Ela gemia e se mostrava feliz e cheia de vontade em receber meu pau em seu cuzinho, até que senti ele todo dentro dela. Segurei-a pelas suas ancas e com um dedo alisava seu grelinho.
Não demorou muito e ela começou a gozar alucinadamente o que fez com que eu gozasse também, abundantemente eu seu cu.
Ficamos assim, ainda por algum tempo. Depois nos viramos e ficamos nos beijando loucamente. Não parou aí não. Mas isto vai ser assunto para outra vez. Quem quiser mandar e-mail para mim é: palves8@aol.com

1:22 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Como já disse antes, tenho um amo e senhor, e faço tudo que ele me ordena, adoro quando ele me manda fazer coisas... e esta história começa em 02 de Fevereiro agora passado. Desde Outubro de 2002, meu amo e senhor vinha acertando com um italiano amigo seu, o meu aluguel durante o período de férias do mesmo aqui na cidade do Rio de Janeiro, ele já era amigo de meu amo há muitos anos e sempre que vinha de férias pedia ajuda, queria uma companhia e sempre que precisava pedia ao meu dono. Desta vez, ele pediu uma coisa que fosse especial, e como tinha visto algumas fotos minhas, queria que fosse eu a sua acompanhante durante suas ferias, meu dono passou-lhe o valor do aluguel e imediatamente ele enviou um e-mail concordando e pedindo o numero de conta corrente para já fazer o deposito de cinquenta porcento, mais ele me queria de uma forma total, ou seja, queria me fotografar, me filmar, Ter fotos minhas com a boca cheia de porra, Ter fotos de minha bundinha sendo invadido por uma caceta (que poderia ser a dele ou não), me queria Ter como acompanhante em termas, onde ele escolheria mulheres para ficar com a gente, queria Ter o prazer de sair caçando travestis, pois ele tinha vontade de me ver transando intensamente com um travesti, e em todas estas coisas meu amo e senhor concordou e eu mais ainda, tinha certeza que eu iria adorar muito todas as travessuras que o italiano estava querendo me proporcionar. Só posso dizer que antes da chegada do italiano eu havia gozado muito com meu amo, sozinha, com amigas e amigos nossos, tudo tendo como motivação as vontades do italiano... O tempo passava e o dia de sua chegada estava próxima, passei uma semana inteirinha bebendo só leitinho diretamente da fonte, para ver como eu ficava com a boca cheinha, minha xotinha estava já preparada para invasões de qualquer tamanho e formato, meu cuzinho já piscava sozinho só de pensar que seria arrombado de muitas formas e jeitos... eu era gozo ambulante, pensava nas coisas que faríamos e já gozava. Finalmente o dia 02 de Fevereiro chegou e meu amo e senhor foi levar-me ao apartamento onde seu amigo estava hospedado, fui entregue a domicilio, ao chegarmos e ser apresentada ao mesmo, observei-o e fiquei cheia de tesão, o italiano tinha uma caceta monumental, e fazia questão de deixar o short frouxo para que o detalhe aparecesse, também no apartamento estava uma menina que havia vindo com ele da Itália, cabelos negros até a cintura, branca como a neve, pernas perfeitas, seios com bicos durinhos que pareciam que iriam furar a camisolinha que ela estava, mais o que mais me chamou a atenção foi sua xotinha, pois ela estava somente com a parte de cima da camisola, ou seja, estava sem calcinhas, e sua xotinha me chamou a atenção, labios gorduchos, sem um único pelinho, totalmente lisinha e também amiga de meu amo e senhor e que ao vê-lo veio dar-lhe as boas vindas com beijos na boca onde as línguas se entrelaçaram e as mãos de meu amo e senhor passearam por seu corpo, ato continuo meu amo me chama, manda que eu me ajoelhe perante a ela e de as boas vindas a sua xotinha que a partir daquele momento também deveria receber carinhos super especiais vindos de minha parte... ato continuo abri aqueles lábios vaginais que tanto haviam me dado tesão e mamei-os delicadamente, peguei seu grelhinho em minha língua e avidamente coloquei-o em estado de tesão que logo foi correspondido com um forte jorro de seu gozo em minha boca, que gosto bom, e como ela ficava linda quando gozava... parecia que tudo iria correr as mil maravilhas, mais notei tambem que em toda a minha brincadeira com a italianinha, onde meu amo e senhor foi devidamente mamado pela boquinha atrevida da italiana que sorveu todo seu gozo, a caceta do italiano não se mexeu, continuou ali inerte, adormecida... achei estranho, mais não preocupante, afinal eles haviam acabado de chegar na noite anterior e de repente o cansaço estava ocasionando aquele estado, mais eu queria era poder gozar com a italianinha e ela parece que queria mais, pois pegou-me pela mão e levou-me para o quarto do apartamento. Só saímos do quarto lá pelas 16.00 horas, e ambas estávamos extasiadas de tanto gozo, de tanta brincadeira entre nos duas, eu estava totalmente arrombada em todos os sentidos e ela tambem, pois tudo que ela fazia em mim, pedia que eu fizesse nela, e eu a obedecia em todas as suas vontades, e nem assim contamos com a presença dele. Mais como eu estava ali para servir, não fiz perguntas que talvez não tivessem respostas, preferi continuar servindo por enquanto a italianinha.
Descemos para almoçarmos alguma coisa, e aproveitamos fomos passear em um shopping próximo onde almoçamos, seria uma forma de fazermos nossa digestão mais rápida. Em breve voltamos ao apartamento, deitamos os três na imensa cama de casal e adormecemos, sendo que a italianinha colocou as pernas compridas por cima de meu corpo, de forma que ele não encostou em mim, tirei um soninho rápido e ao abrir os olhos vi que ela ressonava, estava bem adormecida, retirei vagarosamente suas pernas de cima de mim, levantei-me e pude deslumbrar aquela caceta enorme, ajoelhei-me ao lado da cama e comecei a mama-la, de inicio vagarosamente, depois fui aumentando o movimento de minha língua e minha boca já engolia um bom tamanho da mesma, e sem nenhum sinal de que havia chegado o momento, ele descarregou em minha boca uma grande quantidade de porra que bebi todinha, sem deixar cair uma gotinha no lençol, mais sua caceta continuava inerte, achei estranho, e continuei a mamar aquela caceta monstruosa de grande, tinha ali naquele estado inerte bem uns trinta centímetros, era uma piroca de jumento, e com certeza aquilo não daria todinha dentro de mim, nem na xota, muito menos em meu cuzinho, a menos que eu quisesse morrer empalada e mais uma vez após uns quinze minutos mamando-a, volto a receber em minha boca uma nova descarga de porra que novamente bebi sem derramar uma gotinha... afinal eu adorava tomar leitinho diretamente da fonte. A noite vinha chegando e estávamos nos arrumando para sairmos em busca de aventuras, a italianinha mostrava-se quente, suas genitálias queimavam e eu pude sentir em meus dedos, pois ela pediu que eu visse como ela estava, adorei aquilo, havia encontrado uma fêmea que também adorava se sentir puta vadia, e aquela noite prometia, fiz um comentário com ela que eu ainda não havia visto a piroca do italiano dura, e que parecia ser uma bela piroca, mais eu queria vê-la dura, ela sorriu e disse-me que tivesse calma, e que enquanto ela não estivesse dura, que eu fosse tirando o leitinho dela, como eu havia feito a tarde, pois ela havia visto tudo e só não entrou na brincadeira, para não atrapalhar o que eu estava fazendo. Saímos para a noite, e fomos para uma boate de travestis, lá chegando a italianinha me dizia no ouvido que o que ela mais gostava era de fuder com travestis, pois tinha a sensação de estar com uma mulher e ao mesmo tempo podia sentir a caceta da traveca em sua xota, ou em sua boca e as vezes até em seu cuzinho, e ela me disse que adorava também ver o italiano comer o cuzinho do traveco que estivessem com eles, e sempre faziam um trenzinho de sexo, e que naquele dia o trenzinho ganharia mais uma composição, eu... ela só não sabia ainda onde iria me colocar, se como locomotiva puxando o restante dos vagões, ou se me deixaria como vagão intermediária, ela ainda estava pensando. Só sei que saímos dali acompanhadas de dois travestis lindos e bem pintudos, uma era loira e a outra era uma negra, ambas lindas, belas e bem femininas. Já no carro, enquanto o italiano dirigia, nós duas no banco traseiro nos divertíamos mamando aquelas coisas lindas que os mesmos traziam entre as pernas, enquanto elas se beijavam e acariciavam nossas xotinhas com as pontas dos dedos, sei que ao chegarmos ao apartamento, eu estava com dois dedos do traveco dentro de meu cuzinho e a promessa de que eu teria meu cuzinho comido por um deles, ou se eu deixasse pelos dois ao mesmo tempo... vibrei com aquela promessa e me desfiz em um gozo gostoso e suave. Chegamos ao apartamento e continuamos a brincar da forma como vínhamos fazendo, só que desta vez estávamos todos nus, e podíamos deslumbrar os belos corpos dos travecos, suas belas cacetas em riste, e de repente sou colocada sentada encima de uma das travecas, o encaixe foi perfeito, pois estava com minha xotinha totalmente lubrificada e senti sua caceta entrar centimetro por centimetro dentro de mim, comecei a cavalgar até a ponta da mesma, adorava sentir ela entrando todinha dentro de mim, quando a italianinha com as duas maõzinhas abre meu cuzinho e ordena que o outro traveco invada meu cuzinho, que loucura, como era gostoso ser duplamente preenchida, que belas cacetas tinha dentro de mim, duras iguais a ferro, e que sabiam fuder uma fêmea, sem pressa, sem machucar, buscando os limites do prazer que a fêmea preenchida poderia lhes proporcionar. E ai comecei a notar que a caceta do italiano começou a dar sinais de vida, começou a ficar dura, a italianinha estava de boca nela, babando-a, preparando-a, e quando totalmente dura, ele penetrou o traveco que estava comendo meu cuzinho, e cada vez que ele empurrava, eu sentia a caceta do travesti vir em minha goela, comecei a Ter orgasmos múltiplos, comecei a pedir que me fudessem com mais força, que me dessem suas cacetas para que eu pudesse beber seus leitinhos, no que fui atendida e tive meu rosto, boca, seios, barriga, totalmente cheias de leitinho e que foi devidamente lambidos pela boquinha gostosa da minha italianinha, sei que sua boca foi parar em meu cuzinho, chupando, beijando-o, molhando-o e dizendo que agora eu teria uma caceta de um macho gigantesco dentro de mim, enquanto ela seria dos dois nossos amiguinhos, e senti o italiano ir rasgando meu cuzinho, com sofreguidão o mesmo conseguiu colocar um pouco mais do que a metade, o restante não entrou e eu me senti aliviada por ele não tentar colocar tudo, mais que eu queria muito, isso eu queria com certeza. Divertimo-nos até as 06.00 da manhã, quando nossos amiguinhos tiveram que ir embora, mais ficou a promessa de novas brincadeiras.
Naquele dia, fomos a praia, namorei bastante minha italianinha, que tinha uma boca super gostosa de ser beijada, e como adorava beijar, sua língua invadia minha boca e brincávamos com nossas línguas e somente com aqueles gestos chegavamos a alguns orgasmos, calmos, tranqüilos, mais cheios de sensualidade, fazíamos questão de nos exibirmos como se fossemos um casalsinho de namorados, e as pessoas olhavam, o nosso contraste era gostoso de ser olhado e as vezes sentíamos nos olhos dos outros a vontade que tinham de estarem ali com a gente. Voltamos a tardinha, nosso italiano precisava sair para resolver alguns problemas particulares, e ficamos nós duas dentro do apartamento, deitadas naquela cama enorme e devagarinho fomos nos tocando, fomos nos apalpando e em pouco tempo estávamos as duas invadindo nossas xotinhas, usamos os dedos, as mãos, a boca, tudo que estava ao nosso alcance, até que apareceu um consolo duplo, medindo quase sessenta centímetros de cumprimento, por uns oito de espessura, e resolvemos as duas dar nosso cuzinho para aquele consolo, ficamos de quatro na cama, bunda com bunda, e devagarinho fomos enfiando nosso novo amiguinho que se acomodou gostosamente em nossos cuzinhos, chegamos ao gozo aos berros, gemidos e muito palavrão, pois minha italianinha adorava também ser chamada de puta, vadia, cadela, vagabunda, e ai como nós duas éramos muito iguais, chegamos diversas vezes ao gozo, e cada vez enfiando mais e mais em nossos cuzinhos o bendito consolo... com certeza aquela noite, não teríamos como levar cacetas de verdade em nossos rabinhos, pois os mesmos ficaram completamente inchados com a nossa brincadeira, mais que valeu a pena, isso com certeza valeu.
Quando a noite esta chegando, nosso italiano chega da rua, vimos que ele estava meio triste, dando sinais de cansaço e resolvemos ficar quietinhas e tentar ver o que estava acontecendo com ele, a minha italianinha riu, e disse que com certeza sabia o que estava acontecendo, é que ele havia se apaixonado por um mulher, e ela tinha muitos segredos que não compartilhava com ele, e isso o agoniava, ela também me falou que já havia conversado com ele, que talvez ela tivesse uma vida dupla, ou até mesmo tripla, e isso com certeza o martirizava e talvez ele estivesse assim por Ter tido alguma briguinha com ela, e estávamos naquela fofoquinha quando a campanhia da porta toca, e quando a italianinha vai abrir se surpreende, pois é a paixão do italiano, chama-o, deixa ela com ele, me faz sinal para nos retirarmos e vamos para o quarto, e como com certeza não sairíamos naquela noite, tiramos nossas roupas e nos deitamos nuazinhas, e começamos a nos dedilhar, a nos beijar e nem percebemos que na porta do quarto estavam parados o italiano e sua paixão, a mesma nos olhava e seus olhos transmitiam tesão, fogo, vontade de estar ali, e com eles nos olhando, continuamos a nos envolver cada vez mais, sei que quando estava mamando a xotinha da minha italianinha, fui afastada pelo italiano que ofereceu para sua amada, que não se fazendo de rogada caiu de boca, de uma forma que engolia toda a xotinha da minha italianinha, que se debatia de prazer, soltava barulhos de dentro de sua xotinha como se fossem gazes, e em cada explosão dessa, a amada do nosso italiano ficava com o rosto todo molhado de respingos de gozo, eu nunca havia visto aquilo, e de imediato me posicionei mamando aquela piroca que sem fazer nada estava dura como pedra, comecei a prepara-la para que sua amada entrasse na brincadeira junto com a gente, mamava-o um pouco e forçava as pernas da amada para que se flexionassem e ficassem abertas as minhas mãos, e qual não foi a surpresa que tive quando ao conseguir penetrar minha mão por dentro da calça, tive em minhas mãos uma outra caceta, não grande, mais uma caceta com certeza e para que a certeza fosse maior, virei-me em sua direção e comecei a mama-la com força e tesão, engolia ela todinha em minha boca, e ainda enfiava uma de suas bolas em minha boca, em poucos minutos estávamos os quatro fudendo como animais, tentando de todas as formas arrancar o máximo possível de gozo do outro, o lençol da cama estava melado de porra por todos os lados, e sugávamos a porra que estava presa no lençol como se tivesse acabado de sair de uma caceta.
E nos próximos cinco dias, ficamos os quatro juntinhos, a tristeza acabou na face do meu italiano, ele estava feliz e Marinete (este era o nome do travesti – da amada do nosso italiano) estaria viajando para a Itália com ele e com a minha italianinha, que com o passar dos dias vim descobrir que era sua irmã caçula, e que desde quando ela tinha dez anos de idade eles eram amantes, ele havia sido seu primeiro homem, e hoje ela era a peça mais importante no jogo sexual que era a vida dele, e ela jogava muito bem.
No dia seguinte eles voltariam para a Itália, eu voltaria para meu amo e senhor, pois já estava com saudades dele, eles voltariam em breve ao Brasil e mais uma vez com certeza eu seria chamada para ser sua cadelinha, naquela noite amei de todas as formas a minha italianinha, me dei de todas as formas para os três, deixei que me amassem juntos, fui duplamente penetrada por aquelas duas cacetas a nossa disposição e tive o prazer de sugar a xotinha da minha italianinha, da mesma forma que Marinete havia feito e consegui arrancar o mesmo gozo antes nunca visto, e mais ainda, ela pediu-me que enfiasse minha mão em sua xotinha, pois queria viajar sentindo como se minha mão estivesse dentro dela.
Ainda não se passou tanto tempo e já estamos morrendo de saudades uma da outra, diariamente nos contatamos através de e-mail e desta forma vamos matando a saudade e sabendo cada vez mais que ela passou a me amar... e quer que eu seja somente sua... mais já falei para ela, que ser de uma só pessoa, eu sou de meu amo e senhor, e que eu quero ser dividida com outras pessoas, quero atender a cada desejo de meu macho, quero atender as suas ordens sem discutir, quero continuar a ser sua puta, sua vadia, sua vagabunda, sua do jeito que ele quiser, mais sempre sua... beijos em todos... babinha... ninfadininfa@ig.com.br

1:23 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Sou negra, não sou linda, mas, “dou pro gasto” tenho 20 anos, 1.70cm de altura, um corpo perfeito, lindo e desejado, minha constituição física é do tipo “galinha caipira” (carne dura e enxuta)! Bumbum redondo e arrebitado, pernas grossas, enfim, sou gostosa pra cacete!!!
Sempre fui uma garota sapeca, nunca desisti de uma coisa mesmo que quebrasse a cara, procurava repetir de outro modo!
Aos dez anos, meus pais mudaram-se para outra cidade e tive que fazer novos amigos.
Próximo da minha casa moravam um casal e dois filhos, um menino e uma menina. A menina, dois anos mais velha que Eu, toda a família são de cor branca, quase loiros!
Em pouco tempo, Eu e “Nina” a filha única do casal, éramos como irmãs! Seus pais tinham na época 40 anos e eram sempre alegres e joviais.
Passaram-se 6 anos e nossa amizade continuava de vento em popa, comecei a namorar um rapaz e em menos de um mês de namoro, ao voltarmos para casa depois de participar de uma festinha de aniversário, ele notando que Eu estava “alta”, me seduziu e tivemos relações sexuais!
Foi um horror! Doeu pra cacete, não tive prazer nenhum e o maior prejuízo; perdi minha virgindade!
Dias depois, o sacana acabou o namoro e fiquei a ver navios!
Tentei voltar à normalidade, visitando minha amiga e voltar a velha amizade, pois tinha me afastado desde que comecei a namorar!
Uma tarde, ao jogar com ela no computador, contei-lhe o que me tinha acontecido e ela como uma boa amiga, me consolou!
– Esqueça esse vagabundo! Com o tempo você vai encontrar outro rapaz e dessa vez veja se escolhe um cara legal!
– Quem dera! Preta do jeito que sou, e a fama de descabaçada, só vou encontrar quem queira se aproveitar de mim! – respondi.
– Nem pense nisso, você não é linda, mas, é uma garota legal e tem um corpo invejável! Se dê o valor e não ligue pro azar!
Estávamos nesse bate papo distraídas quando notei que “seu Paulo”, o pai da minha amiga, estava escutando toda a conversa! Disfarçamos e continuamos a jogar.
Ao me despedir, notei seu olhar penetrante! Fiquei encabulada e fui pra casa pensando naquele olhar!
À noite, não consegui dormir direito! Aquele olhar me perseguia durante o sono!
Sempre notei que às vezes ele olhava pra mim diferente, principalmente quando estava de saia curta e sentava de “mau jeito” deixando à mostra minha calcinha! Mas, como era uma garotinha, não via maldade nenhuma nisso! E, agora depois de “mal descabaçada”, desconfiava de tudo!
No sábado seguinte, fui à casa de minha amiga. Como de costume, abri a porta sem bater, e fui direto ao seu quarto. Não tinha ninguém! Procurei nos cômodos e nada! Escutei barulho de chuveiro e tranqüilamente, abri a porta do banheiro e fiquei petrificada! Seu Paulo estava tomando banho! De toda sua nudez, só olhava pra seu cacete! Era enorme!
Ele olhou pra mim, sorriu e disse:
– Espere na sala garota, quero ter uma conversinha com você!
Saí e me sentei no sofá extasiada com o que vi!
Após dez minutos, ele chegou enrolado na toalha ainda penteando os cabelos. Ficou em pé à minha frente e começou a falar:
– Já que todos foram passar o fim de semana na casa da avó pra onde Eu vou também daqui a pouco, queria ter uma conversa com você antes de viajar!
Eu ouvia tudo, mas a imagem do seu cacete enorme não me saía da cabeça!
– Ouvi sem querer sua conversa com “Nina” mas não entendi completamente, queria que você me contasse em todos os detalhes como aconteceu o estupro, não me esconda nada!
Ao ouvir a palavra estupro, arregalei os olhos e disse:
– Foi quase isso seu Paulo! Estávamos vindo do aniversário de uma colega, quando meu namorado parou num canto escuro e começou a me beijar, fiquei logo de pernas bambas, ele aproveitou para pegar nos meus seios, desceu a mão para minha... “coisa”, fechei os olhos sentindo uma coisa boa e nem notei quando ele tirou minha calcinha e em pé mesmo enfiou o pinto nela! Demorou pouco ele tirou, ajudou-me a vestir e fomos pra casa! Só no dia seguinte, foi que vi minha calcinha melada de sangue e uma “coisa branca!” Uma semana depois, o sacana acabou o namoro e foi pra casa de parentes em São Paulo!
Ele me escutava com atenção! Balançou a cabeça e disse:
– Se fosse com minha filha, o filho da puta já estava sendo comido pelos urubus!
Instintivamente, me levantei e abracei-o fraternalmente como se fosse meu pai! Ele beijou-me no rosto e começou a falar carinhosamente as mesmas palavras de conforto de sua filha!
Mas, senti um volume entre suas pernas aumentando! Soltei-o discretamente e sentei-me novamente com as pernas entreabertas naturalmente, ele sentou-se à minha frente e continuou a dizer palavras de conforto e esperança no futuro!
Eu nem ouvia direito, só pensava no volume entre suas pernas, duro, encostada na minha xana!
Seu Paulo é um homem bonito, mas é gordo, totalmente fora dos padrões de beleza corporal como esses babacas “bombados” que vemos desfilando por aí e acima de tudo, pai de minha melhor amiga e sua esposa me adora! Demonstra um carinho por mim o mesmo que tem por seus filhos.
Tudo isso se misturava com a imagem do cacete dele, girando dentro de minha cabeça!
Sem pensar nas conseqüências, falei de repente:
– Seu Paulo, o senhor me acha feia?
– Não, cada um tem uma beleza particular. – respondeu.
– Não, seu Paulo, quero saber se o senhor me acha gostosa, tesuda, rabuda, etc. etc!
Disse isso e dei mais abertura nas minhas pernas, deixando a mostra minha calcinha branca de rendas, provocando-o!
Ele parou de falar, olhou para meus olhos e finalmente disse:
– Sempre achei você gostosinha desde menina! Tem as carnes duras, pernas roliças, seios apontando pro céu!
Dito isso, ele levantou-se, foi até a porta, passou a chave e voltou, Eu fiquei eufórica e nervosa ao mesmo tempo!
Ele sentou-se e disse:
– Levante-se, tire toda a roupa e desfile pra mim. Não tenha vergonha nenhuma, vou analisar direito e te digo depois se você é gostosa ou não!
Naturalmente, despi-me toda e fui até a porta da cozinha e voltei desfilando! Parecia uma modelo na passarela! Passei várias vezes à sua frente e finalmente parei e disse:
– E agora o que acha! Sou ou não sou gostosa?
Ele sem dizer nada, levantou-se e a toalha caiu. O que vi me assustou. Nunca tinha visto um homem nu e muito mais de cacete duro! Achei que aquela “coisa” não entraria em mim sem me rasgar toda!
Ele calmamente me abraçou e procurou meus lábios para um beijo que nunca tinha experimentado antes! Quente, com língua, saliva, e demorado.
Seu cacete quente entre minhas pernas me deu uma sensação de prazer! Seu corpo colado ao meu, sua língua enroscada na minha, tudo aquilo me fez sentir a chegada do meu primeiro orgasmo!
Tudo rodou em minha volta e tive um ligeiro desmaio em seus braços fortes!
Ele me sentou no sofá e desceu os lábios para meus seios, cada toque de sua língua, me arrepiava! Sugou os biquinhos, lambeu em volta, desceu a língua para meu umbigo, automaticamente abri as pernas mesmo sem saber o que ele faria em seguida, achei que ele ia enfiar o cacete em mim como fez meu ex-namorado!
Foi uma sensação indescritível quando senti sua língua tocar meu grelinho! A única coisa que fiz foi abrir as pernas o máximo que pude! Ele calmamente colocou-as nos ombros e enfiou a cara na minha xoxotinha!
Gozei novamente! Ele lambia minha xota e o cu alternadamente! Cada toque da língua Eu estremecia, quando já estava exausta, ele levantou-se e seu cacete ficou na altura do meu rosto. Imediatamente, coloquei a cabeçorra na boca para sentir o sabor! Ele chiou e se contorceu todo colocando um pouco mais pra dentro quase me sufocando!
Em segundos, senti minha garganta inundada de esperma!
Engoli, gostei e suguei tudo, deixando seu cacete limpo!
Seu Paulo ainda tremendo, sentou-se no sofá à minha frente. Notei que seu cacete estava amolecendo e perguntei:
– Não vai me comer?
– Quer me matar antes do tempo garota? Dê um tempo porque não sou mais um garotão! – respondeu, aproximei-me dele e beijei-lhe gostoso! Desci para seus peitos e mamei naquelas tetas gordas, como ele havia mamado em mim, desci para sua barriga enorme, e finalmente coloquei novamente, aquele cacete que agora já estava endurecendo, na boca.
Mamei bastante! Quando ele refez as forças, mandou-me parar e sentar no sofá. Ficou de joelhos entre minhas pernas, levantou-as e colocou-as nos ombros, como havia feito antes para me chupar.
Senti a cabeça daquele cacete quente e enorme encostar-se à minha xana, e eu disse:
– Será que vai me rasgar?
– Relaxe! Você vai sentir o verdadeiro orgasmo com um cacete de verdade dentro de você!
Empurrou mais um pouco e senti uma pressão invadindo minha xana, doeu e ele notando, parou, debruçou-se e começou a lamber e mordiscar os bicos dos meus peitinhos. Que sensação gostosa! Comecei a rebolar e aos poucos, ele enfiou tudinho dentro de mim! Naquele momento só tinha prazer! Eu estava solta pra rebolar como uma cobra e ia as alturas em cada estocada dele! Demoramos bastante nessa posição. Ele suava em bicas e não agüentando mais a posição desconfortável, ele saiu de dentro de mim e deitou-se no chão, para descansar!
Levantei-me e fiquei acocorada com ele entre minhas pernas, cavalgando, esfregando todo seu cacete na minha xana, de repente ploft! Entrou de uma só vez! Gozei como uma louca!!!!!
Ele sentindo as contrações da minha xana gozou gostoso novamente!
Ficamos abraçados por um tempão. Senti quando seu cacete saiu de dentro de mim, mole e melado!
Tomamos um banho sem que Eu molhasse meus cabelos é claro! Notei a espuma com a cor de sangue escorrendo pelas minhas pernas e perguntei:
– Será que tinha continuado virgem mesmo após o “estupro” do meu namorado?
– Talvez ele não tenha colocado tudo e gozou logo, porque uma xoxota apertada e quente é gostosa de mais, qualquer um goza logo e como ele deve ter só colocado a cabeça, rompeu só um pouco o hímen, já que é só uma membrana! Agora que você fodeu de verdade, o bichinho se lascou todo!- respondeu sorrindo!
Sorrimos bastante com a “traquinagem”
Nos vestimos e ele disse:
– Dependendo de você, posso te mostrar todo o prazer que uma relação sexual pode te dar e o quanto você pode ser feliz!
– Como?
– Se você me prometer silenciar nossos momentos de prazer, vamos voltar a ter momentos mais prazerosos que esses que passamos, quer?
– Claro que quero e pode ficar tranqüilo que sei viver seu Paulo! Quero sentir o máximo de prazer que posso ter nessa vida!

1:24 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

O relato que vou fazer aconteceu depois de vários anos de relacionamento com a minha mulher, mas ainda me lembro da primeira vez.
Meu nome é Marcos, tenho 52 anos e sou casado com Mônica de 50.
Sempre nos relacionamos muito bem na cama e sentimos muito tesão um pelo outro e já transamos de todas as formas e sempre satisfazendo as nossas fantasias e desejos como sexo anal, e com o uso de vibradores que sempre passo no grelinho dela e a levo a gozos intensos.
Um dia comprei um lubrificante e quando fomos trepar depois de alisar bastante as coxas e a bunda dela que adoro, comecei a passar um pouco do lubrificante na xoxota dela e depois passei também no cuzinho e como estávamos vendo um filme erótico no qual a mulher transava com dois caras, ela estava bem excitada e abriu bem as pernas e sempre que tocava no cuzinho ela gemia e isso foi me incentivando e aos poucos comecei a introduzir o dedo até que o enfiei todo e fiquei metendo com o dedo e ela gemia demonstrando muito tesão, depois comecei a alisar a xoxota dela e preparei o vibrador que aos poucos fui introduzindo na xoxota e depois de algum tempo ela começou a se contorcer e tremer e gozou gemendo alto.
Para meu deleite depois ela se virou de bruços e comecei a lamber a bunda dela e meu pau ficou duro a ponto de doer e passei bastante gel nele e comecei a penetrar aquele cuzinho maravilhoso.
Meu pau foi deslizando aos poucos até que fiquei todo dentro dela e comecei a meter bem devagar.
Mônica empinava a bunda a cada metida e com isso meu pau entrava até o fim me fazendo sentir uma sensação maravilhosa. Fui enlouquecendo de tesão e meu pau ficando mais duro ainda até que não resisti e comecei a gozar e à medida que gozava ela empinava ainda mais a bunda. Ela foi perfeita e me levou a um gozo enorme, pois sentia minha porra esguichar dentro dela a cada metida.
Gozei tanto que quando ela se levantou escorreu um monte de porra pelas pernas dela que ela teve que tomar outro banho.
Um dia comprei uma revista masculina que aparecia uns anúncios de produtos eróticos e ela ficou olhando um tempão e eu perguntei se ela gostaria de visitar uma sexshop e ela disse que achava que iria ficar inibida, mas depois aceitou e alguns dias depois, fomos a uma, e por sorte nossa estava vazia e a vendedora era bem simpática e deixei Mônica conversando com ela e fiquei olhando os produtos.
Ficamos um bom tempo na loja até que Mônica me chamou dizendo que tinha escolhido umas coisinhas e que era para eu para pagar e perguntei o que ela tinha comprado e ela disse que em casa me mostraria e fez uma cara de sacana.
Na volta para casa ela passou a mão no meu pau e disse que era para eu me preparar, pois estava bem acesa e meu pau ficou duro na hora.
Assim que chegamos fui preparar uns drinques e ela disse que tomaria um banho.
Quando cheguei no quarto ela já havia colocado um filme erótico e estava deitada somente de calcinha preta.
Meu pau já estufava minha calça e tomei um banho rápido e voltei para perto dela.
Não imaginei o que aconteceria naquele dia e depois de tomarmos o drinque, ela puxou minha toalha começou a alisar meu pau que latejava de tesão e começou a chupá-lo bem devagar.
Depois de chupar ela falou bem baixinho ao meu ouvido para eu deitar de bruços e assim que o fiz ela veio por cima de mim e começou a lamber minhas costas e logo passou para minha bunda e ficou me lambendo bem devagar até que começou a lamber entre minhas nádegas é senti a língua dela rodeando meu cu e depois tentando enfiar. O tesão que eu senti era enorme e fiquei aproveitando aquele momento até que senti um dedo entre minhas nádegas e logo ele começou a abrir caminho no meu cu e ela foi enfiando o dedo bem devagar a exemplo de como faço com ela e ela cochichou ao meu ouvido:
- Vou comer você!
E começou a enfiar o dedo enquanto com a outra mão me punhetava devagar.
Depois de um tempo segurei a mão dela fazendo parar de me punhetar, pois iria acabar gozando e ela pediu continuou metendo o dedo no meu cu até que foi retirando devagar e vi quando ela mexia em algo e comecei a sentir uma pressão maior no meu cu. Ela estava colocando um pequeno pênis que aos poucos foi entrando até que senti ele todo dentro de mim.
Mônica estava com tanto tesão que eu podia sentir a respiração ofegante dela à medida que metia o pênis em mim.
Deixei ela aproveitar bastante até que falei que precisava meter e ela retirou o pênis e ficou de quatro e não perdi tempo e comecei a esfregar a cabeça do pau no rabo dela e para minha surpresa assim que comecei a enfiar notei que já estava lubrificado e engoliu o meu pau sem muita dificuldade e enfiei até ficar somente o saco de fora.
Comecei a meter com força e segurei ela por baixo dos ombros e a medida que metia ela rebolava e não demorou comecei a gozar e senti perfeitamente o cuzinho dela apertando meu pau a cada metida.
Foi uma gozada memorável dessas que a gente fica curtindo um tempão.
Depois que meti Mônica foi ao banheiro e quando voltou deitou-se e costas então perdi tempo e comecei a lamber e chupar a xoxota dela que estava bem depiladinha ao redor deixando apenas os grandes lábios aparecendo e logo começou a ficar molhada e em pouco tempo ela começou a gemer e eu apanhei o vibrador e coloquei nela e a medida que ele vibrava ela gemia e respirava ofegante até que começou a rebolar e segurou minha mão e começou a gozar num grande frenesi.
Ficamos deitados olhando um para o outro e ela me perguntou se eu tinha gostado, pois ela disse que tinha essa fantasia há um tempão desde que viu num desses filmes a mulher meter num homem fortão um pênis e ele gozou com o pau no rabo e com ela chupando ele. Eu disse que tudo havia sido perfeito e ainda nos beijamos antes de tomarmos um drinque.
Um dia voltei a sexshop e depois de examinar vários vibradores comprei um que era idêntico a um pênis porém maior e mais grosso do que o que tínhamos e vibrava muito.
Quando cheguei em casa tratei de escondê-lo para uma ocasião especial.
No sábado ficamos na piscina e Mônica me pediu para preparar uma caipirinha e a atendi e ficamos bebericando e jogando conversa fora. Depois de algum tempo a bebida começou a fazer efeito e ela se aproximou e me deu um longo beijo o que fez com que meu pau logo começasse a endurecer.
Depois ela se deitou de costas e puxou o biquíni para o rego e ficou com a bunda toda exposta na minha frente.
Sentei-me perto dela e comecei a alisar suas coxas e bunda e não demorou ela disse que seria melhor irmos para o quarto e subimos.
Ela tomou um banho e foi a minha vez e fiquei o tempo todo de pau duro.
Quando saí ela estava deitada e com uma cara de sacana e assim que fiquei ao seu lado ela me puxou e disse que tinha colocado um filme e que eu podia ver um pouco e começou a me alisar.
Logo vi que ela estava muito excitada e depois de algumas chupadas ela parou e me pediu par deitar de bruços.
Meu coração disparou, pois imaginei que ela fosse repetir o que fizera na vez anterior e que me dera muito tesão, mas ela se aproximou do meu ouvido e disse que tinha outra surpresa e começou a lamber minha bunda e logo sua língua procurava meu cu. Ela ficou passando a língua ao redor dele e depois olhei com o canto dos olhos e vi que ela se preparava para passar um lubrificante no meu rabo e depois começou a enfiar o dedo devagar e logo enfiava até o fim enquanto lambia minha bunda.
Meu pau pulava de tesão e de repente ela pediu para eu ficar deitado e que fechasse os olhos e obedeci.
Notei que ela se movimentava atrás de mim e de repente senti algo forçando a entrada do meu cu e imaginei que seria o pênis que ela usara outro dia, mas a medida que ela empurrava senti que desta vez algo forçava mais o meu cu e ela empurrou mais um pouco senti que estava começando a entrar e para minha surpresa ela se deitou sobre mim e me segurou por baixo dos braços como eu faço quando a enrabo e empurrou mais um pouco e senti meu cu se abrindo a medida que ela empurrava e ela falou bem baixinho:
- Agora eu também tenho um pau para enrabar o meu querido.
E dizendo isso empurrou mais e se afastou para olhar e depois me falou:
- Pronto, ele está todinho dentro!
E começou a fazer os movimentos de vai e vem.
Eu estava entregue. O tesão que eu estava sentindo fazia com que meu pau doesse cada vez que roçava na cama e ela começou a dizer que estava adorando me enrabar e se afastou e me segurou pelos ombros e eu sentia o pau quase sair e depois entrar de novo bem fundo e comecei a gozar.
Ela notou e ficou me beijando no pescoço até eu terminar eu gozo.
Quando terminei soltei meu corpo e ela foi retirando lentamente o pau do meu rabo e eu fiz um gesto para ela vir para minha frente e ela ficou em pé e pude ver que ela usava uma cinta com um pau menor do que o meu acoplado.
Ela me jogou um beijo e entrou no banheiro.
Quando ela voltou foi a minha vez e quando voltei ela estava deitada de costas com as pernas abertas e fui até o armário e apanhei o vibrador que tinha comprado e o trouxe escondido para a cama e comecei a alisar a xoxota dela que mesmo depois de lavada estava toda melada e comecei a brincar com o grelinho que estava durinho e inchado.
Depois de excitá-la bastante foi a minha vez de dizer que também tinha uma surpresa para ela e peguei o vibrador e comecei a passar na xoxota dela bem de leve.
Ela perguntou:
- O que é a surpresa?
E respondi:
- Você logo vai ver.
E comecei a enfiar um pouco mais o vibrador e pude ver como era bem mais grosso que o outro, pois a xoxota dela começou a se abrir deixando o grelo todo exposto e ela disse:
- Nossa!
E abriu mais as pernas e falei:
- Isso abre bem essas coxas gostosas que esse é um pouquinho mais grosso e maior.
E ela obedeceu e o vibrador começou a entrar lentamente e a medida que entrava ela gemia e eu perguntei:
- Está bom?
E ela quase sem voz balançou a cabeça afirmativamente.
Continuei a enfiar devagar, mas ela segurou minha mão e segurou o vibrador e disse:
- É bem grosso!
E foi enfiando até que para meu espanto sumiu todo dentro dela.
Mônica começou a rebolar como nunca tinha feito antes e começou também a gemer e pediu:
- Liga!
Quando o vibrador começou a funcionar dava para escutar o motor de tanto que vibrava e ela começou a tirar até quase sair e depois enfiava até o fim.
Senti meu pau começando a endurecer de novo e fiquei admirando ela metendo aquele pirocão na xoxota e se deliciando.
Cada vez que ela o tirava vinha todo melado com a porra dela e dava para ver a xoxota bem aberta até que numa dessas vezes ela enfiou e ficou rebolando e começou a gemer dizendo que estava gozando.
Ela tremia e rebolava até que tirou o vibrador e o jogou ainda ligado na cama e cobriu o rosto com as mãos.
Desliguei o vibrador e fui ao banheiro lavá-lo.
Quando voltei meu pau estava duro de novo e ela me olhou e disse:
- Quer comer o cuzinho?
Fiz que sim e ela ficou de quatro passei a pica na xoxota para lubrificar e coloquei na entrada do cuzinho dela comecei a empurrar.
Quando meu pau começou a entrar o senti sendo envolvido e a medida que ia entrando ele ficava ainda mais duro. Quando enfiei tudo segurei Mônica pela cintura e comecei a meter e para minha surpresa a cada metida meu pau ficava mais sensível e não demorou senti que estava no limite e comecei a gozar e não parava mais. Gozei com o pau todo enfiado e quase sem me mexer. Minhas pernas tremiam. Gozara como nunca, pois raramente em minha vida gozava duas vezes e me deixei cair na cama e agradeci a Mônica pelo imenso prazer que havia me proporcionado.
Depois de descansarmos um pouco perguntei a ela se havia gostado da surpresa e ela disse que adorou, mas que como era muito grosso ela sentia que a xoxota tinha ficado um pouco aberta depois mas que tinha sido delicioso e diferente.
Nossas trepadas continuavam maravilhosas e cada vez arrumávamos um jeito de inovar e um dia apanhei um dvd do tipo sado e o casal foi visitar um local onde havia uns shows e acabaram aceitando o convite de um stripper que os levou a um ambiente onde haviam mulheres e homens transando e duas delas estavam sentadas amarradas e uma usava uma venda nos olhos.
Dois homens, um negro e um moreno altos e fortes balançavam seus paus grandes e grossos na frente delas e de vez em quando batiam em seus rostos com os paus.
Mônica assistia a tudo com atenção até que um dos homens apanhou um vibrador parecido com o que eu tinha comprado, porém este tinha um outro pênis menor acoplado a ele que era regulável e ficava preso no pau maior por uma espécie de garra que o cara podia movimentar para frente e para trás e Mônica comentou que devia ser gostoso, pois ele ficava acoplado e roçava o grelo e como ficava acoplado ao pau maior vibrava também.
As mulheres foram fodidas de todas as maneiras possíveis e às vezes por dois homens e também com um metendo e com o vibrador enfiado nelas.
Mônica começou a se masturbar lentamente até que me mandou olhar para a xoxota para ver como o grelinho estava duro e de fato estava parecendo bem inchado e ela disse que estava bom para usar aquele maior que deixa o grelo bem de fora e logo me preparei para apanhar, mas ela disse que antes queria me fazer um carinho para aumentar ainda mais o tesão dela e começou a me beijar e depois foi descendo e começou a chupar e punhetar meu pau e começou suavemente a empurrar meu corpo e entendi que era para eu virar de bruços e ela logo começou a lamber minha bunda e em pouco tempo enfiava a língua no meu cu.
Ela parou um pouco e cochichou no meu ouvido:
- Vou comer você todinho!
Meu pau começou a inchar ainda mais e a latejar e quase não acreditei no que ouvi:
- Fica de quatro!
E bem devagar me coloquei como ela pediu e ela começou a lamber meu cu e depois começou a passar um gel e enfiou um dedo e depois senti dois dedos me penetrando e olhei para trás a vi em pé atrás de mim ajeitando algo e logo entendi que ia ser enrabado.
Mônica pediu para eu me abaixar um pouco e logo senti o pênis roçando meu cu até que ela se posicionou e senti meu cu sendo invadido e aos poucos ela foi me penetrando até que senti que o pênis estava todo dentro de mim.
Mônica veio por cima de mim e me segurou por baixo dos ombros e ficou literalmente montada em mim e começou a meter.
Ela começou a falar umas coisas como a dizer que eu era o tesão dela e que estava adorando meu cu e que agora ela era meu macho e que iria gozar no meu rabo e me comeu bastante e disse que agora era a minha vez e tirou pau do meu rabo e tirou a cinta e ficou de quatro.
Eu sentia meu cu aberto e ardendo, mas meu pau latejava de tão duro e depois de esfregar na xoxota dela passei um pouco de gel nele e o posicionei no cu dela e logo comecei a empurrar.
Não demorou meu pau começou a deslizar para dentro do cu dela e assim que senti que estava todo dentro comecei a meter com força. No filme os caras a medida que metiam davam tapas nas mulheres, nos rostos, nos peitos e nas nádegas e para minha surpresa Mônica pediu que eu fizesse como o cara e dei um tapa em cada nádega dela que gemeu e pediu para eu bater forte e assim o fiz.
A bunda dela ficou vermelha e senti um tesão enorme com isso e ela continuava pedindo que batesse e metesse forte meti com força enquanto dava tapas na bunda dela que agora apareciam traços de sangue e gozei profundamente.
Mônica se deitou quase imediatamente de costas e pediu que a fodesse com o vibrador maior e passei bastante gel nele e comecei a penetrá-la e aos poucos fui enterrando o vibrador nela que se rebolava para facilitar a penetração.
Ela segurou o pau e começou a meter com ele e fiquei assistindo ela rebolar com o pau todo enterrado na xoxota.
Dali a pouco tempo ela começou a gemer alto e começou a tirar o pau e a meter de novo enquanto se rebolava até que gemeu alto e disse que estava gozando.
Ela ainda ficou com o pau enfiado um tempão até começar a tirar.
Ela cobriu o rosto com o travesseiro e ficou ainda gemendo dizendo que o grelo dela ainda se mexia e de fato a xoxota dela fazia umas contrações.
A partir daí, ficamos adeptos dessa nova forma de transar e der vez em quando ela quando está no auge da excitação começa a alisar minha bunda e diz que ela é dela e começa a me lubrificar e diz que quer ser meu homem e comer meu cuzinho e me penetra com o pênis. Uma vez ela colocou a cinta e me pediu para chupar o pênis dela que ela queria ficar me olhando enquanto chupava e atendi o desejo dela.
Eu a como de todas as formas e de todos os jeitos também e ela atende a todos os meus caprichos.
Um dia enquanto assistíamos a um dvd em que a mulher era duplamente fodida, tomei coragem e perguntei a ela se ela não achava que devia ser gostoso ser fodida assim e ela pensou um pouco e disse que talvez fosse e senti tesão em pensar nisso.
Um dia comprei uma revista masculina e li um anuncio de uma boate onde acontecem shows variados com strippers e até com sexo ao vivo e mostrei a ela e perguntei se não gostaria de ir e ela disse que se eu quisesse tudo bem e comprei entradas para uma sexta feira.
Quando nos aprontávamos para sair, Mônica disse que tinha passado o dia pensando nisso e que estava muito acesa e logo entendi.
Chegamos na boate as 21:00 hs. O ambiente era bonito com um palco e mesas dispostas ao redor com uns bancos laterais largos e acolchoados próximos as mesas.
Tomamos uns drinques e ficamos mais a vontade. O show começou as 22:00hs e restavam poucas mesas vazias.
Os strippers eram fortes e tinham o corpo bem definido as custas de muita ginástica e usavam minúsculas sungas.
Depois de dançarem por uns 15min, começaram a tirar as sungas e revelaram enormes picas que balançavam ao som das musicas. Mônica puxou meu braço e disse:
- O pau daquele cara é enorme!
De fato o pau do cara era bem grande e igualmente grosso e quando terminou a música eles passaram ao nosso lado e deu para ver bem de perto todos eles e de fato tinham paus enormes e duros.
Estávamos conversando quando vimos um movimento ao nosso lado. Era um casal que se sentou em um dos bancos e começava a se alisar e aos poucos foram tirando a roupa até que ela ficou de calcinhas e ele de sunga e dava para ver o enorme volume do pau do cara.
Ficaram se alisando até que ele começou a chupar os seios da mulher e depois começou a tirar a calcinha dela deixando-a inteiramente nua.
Depois foi a vez dela tirar a sunga dele e revelou um pau bem grosso e duro.
Cenas parecidas com essa aconteciam em outro bancos e olhávamos ora para um ora para outro mas nos fixamos no que estava próximo a nós que agora se preparavam para trepar e a mulher aos poucos foi se ajeitando sobre o cara e segurou o pau dele e colocou na xoxota dela e foi descendo sobre o cara e vimos o pau dele sumir dentro dela. Meu pau também estava duro e tive que ajeitá-lo. A mulher agora subia e descia no pau do cara e dava para ver a xoxota dela toda aberta, pois ela estava deitada sobre ele.
Mônica nem piscava e imaginava como estaria a xoxota dela e as demais que ali estavam.
Depois de meter bastante o cara parecia que ia gozar e de fato começou a gemer até que a mulher ficou deitada imóvel sobre ele e depois foi saindo de cima dele lentamente e vimos escorrer uma quantidade enorme de porra quando ela levantou.
Todos aplaudiram e depois entraram uns caras todos de branco e retiraram os bancos.
Meu pau estava muito duro e sentia escorrer aquele líquido que precede a foda.
Aproximei-me de Mônica e perguntei:
- Como está a minha xoxota, molhadinha?
E ela fez que sim com a cabeça. Minha vontade era de meter ali mesmo.
Achamos que o show tinha terminado, mas as luzes ficaram novamente fracas e entraram vários caras que foram se sentando em cadeiras vazias que estavam nas mesas. Como todos vestiam roupas iguais, calça branca e camiseta sem mangas deduzimos que eram do show.
De repente vimos um cara se aproximar e puxar uma cadeira da nossa mesa e reconheci logo, pois era o cara que Mônica havia falado que tinha pau grande.
Ele se sentou e colocou um papel a nossa frente que dizia: Caso concordem, podemos continuar o show e nos entregou duas fichas, sendo uma verde e outra vermelha e apanhei a verde e ele sorriu e entregou para um cara que logo trouxe uma espécie de tapume e colocou ao lado da nossa mesa e ela ficou indevassável. Olhei em volta e vários outros estavam sendo colocados.
Começou a tocar uma musica sensual e o cara colocou uma espécie de bacia sobre a mesa e começou a tirar a camiseta bem devagar e assim que terminou a jogou sobre uma cadeira e passou a tirar o cinto e ficou em pé esperando e como Mônica ficou parada, ele segurou a mão dela e colocou na calça e começou a empurrá-la para baixo até que a calça caiu no chão.
Ele estava usando uma minúscula sunga transparente que deixava o pau todo a mostra e parecia ainda maior agora.
Novamente ele segurou a mão de Mônica e desta vez a colocou no pau dele. Ela me olhou meio assustada e sorri, então ela deixou a mão parada, mas o cara a segurou e colocou na cintura e começou a tirar a sunga e colocou a mão dela no lado que estava mais baixo e ela entendeu e começou a abaixar a sunga dele e quando chegou no pau ela parou e ele segurou novamente a mão dela e a forçou para baixo.
O enorme pau do cara começou a ficar de fora e quando a sunga finalmente desceu, o pau dele deu um pulo e ficou ereto a nossa frente.
Era um pau enorme, grosso com uma glande brilhante e com veias por toda extensão.
Mônica não tirava os olhos dele e o homem rapidamente segurou a mão dela e colocou no pau dele e ficou segurando e começou a fazer com que ela tocasse uma lenta punheta nele.
Meu pau agora saltava dentro da calça vendo aquela cena. Minha mulher estava punhetando um pau enorme na minha frente.
À medida que ela fazia os movimentos o pau aumentava ainda mais até que de repente ele segurou a mão dela e tirou do pau dele que agora dava uns saltos e colocou as duas mãos para trás e fechou os olhos.
Achei estranho e fiquei olhando para o cara que parecia bem concentrado e olhei para o pau dele que estava duro como uma estaca e de repente o cara começou retesar os músculos e para nosso espanto começou a gozar.
O primeiro jato de esperma atingiu a bacia em cheio e depois vieram outros. Foi uma cena incrível, pois o cara estava gozando sem tocar no pau, e gozou bastante.
Aos poucos ele foi relaxando, mas o pau ainda continuava duro e com um filete de esperma pendurado.
Ele sorriu para nós e começou a se vestir. Fiquei impressionado com o que tinha acabado de ver.
Meu pau doía de tanto tesão.
Mônica disse que ia ao banheiro e assim que se afastou uma moça usando um crachá da boate se aproximou e perguntou se tínhamos gostado do show e eu disse que tinha sido ótimo e ela falou que teriam outros e que iam ficando mais quentes a medida que o tempo passava e que se quiséssemos ficar, outras opções de fichas seriam apresentadas e perguntei que tipo de show viriam e ela disse que não poderia revelar pois a surpresa faz parte da festa e eu disse que iria aguardar minha mulher que tinha ido ao banheiro e ela disse que voltaria.
Assim que Mônica chegou expliquei o que tinha acabado de ouvir e ela disse que não sabia o que dizer e que dependia de mim e fiquei numa encruzilhada, mas estava louco para descobrir o que viria e disse a ela que ficaria e ela disse que tudo bem.
Não demorou, a moça voltou e quando disse que ficaríamos, ela nos apresentou um papel que dizia: Você irá assistir ao que há de mais erótico e inclui sexo. Caso concorde em ficar apanhe a ficha rosa e entregue a moça a sua frente.
Não pensei muito e entreguei a tal ficha a ela.
Pouco tempo depois às luzes ficaram mais fracas e apareceram dois homens que colocaram mais duas divisórias em volta de nossa mesa e de um sofá e ficamos ilhados.
Apareceu uma mulher com um corpo escultural usando apenas uma tanga e se aproximou de Mônica e segurou seu rosto e começou a esfregar os seios que estavam com os bicos parecendo uma chupeta de tão duros no rosto dela e colocou um deles na boca de Mônica que parecia não saber o que fazer.
A mulher começou a pressionar o seio contra a boca de Mônica e ela abriu um pouco os lábios e a mulher ficou esfregando os bicos dos seios no rosto e boca de Mônica que já aparentava estar com muito tesão. Ela começou a alisar os seios de Mônica que logo segurou suas mãos, mas a mulher retirou sua mão e continuou alisando e desta vez ela permitiu e os seios de Mônica logo endureceram e começaram a marcar a blusa.
A mulher segurou novamente o rosto de Mônica e se afastou e veio em minha direção e para meu espanto começou a fazer o mesmo comigo. Os seios dela eram muito duros e achei que eram de silicone, mas depois pude atestar que não.
Eu fiquei meio sem jeito, pois Mônica apenas olhava até que deu um sorriso e me acalmei.
Dois homens usando apenas calças brancas se aproximaram e um deles se sentou enquanto o outro foi se aproximando lentamente de Mônica e segurou-a pela mão fazendo com que se levantasse.
O cara era bonito e forte e senti logo uma ponta de ciúmes, mas o pior ainda estava por vir.
O cara segurou as mãos dela e fez com que ela alisasse seu tórax e barriga que eram esculpidos em academia e aos poucos foi abaixando as mãos dela até que tocaram no pau dele.
Nesse momento a mulher começou a alisar meu pau e fiquei confuso, pois o tesão era enorme, mas o ciúme também e eu estava com medo do que poderia vir e nesse meio tempo chegaram dois drinques que logo comecei a tomar.
Olhei para Mônica e vi que ela passava a mão no pau do cara que fazia um grande volume e meu coração deu um salto quando ele começou a desabotoar a calça que foi descendo até deixar a sunga à mostra.
A mulher agora começou a desabotoar a minha calça e como estava puto, pois Mônica estava concordando com a sacanagem ajudei levantando o corpo e arriei minhas calças até os joelhos.
A mulher colocou a mão por baixo da minha cueca e tocou meu pau e começou a passar o dedo na glande que estava toda melada e comecei a me segurar para não gozar.
Eu já estava arrependido em ter aceitado continuar a ver o show, mas agora era tarde e vi quando o cara começou a tirar a sunga e virei o rosto.
Levei um susto quando a mulher se abaixou e colocou meu pau na boca e começou a mamar bem devagar. Ela sugava às vezes a glande e isso fez com que eu me retesasse todo.
Resolvi olhar com o canto do olho exatamente no momento que Mônica começava a chupar o pau do cara que era bem grosso que mal cabia em sua na boca.
Nisso o cara que estava sentado ficou em pé e começou a tirar a calça e rapidamente ficou nu com um pau também grande bem duro.
Minha cabeça estava a mil, pois o cara começava a despir Mônica e a mulher agora chupava e punhetava meu pau que nunca esteve tão duro.
A calça de Mônica já estava no meio das coxas e o cara começou a puxar a calcinha dela que logo foram caindo e quando o cara olhou para a bunda grande e arrebitada dela enfiou o rosto por entre as nádegas e a agarrou pela cintura.
Mônica estava se revelando uma puta, pois começou a mexer os quadris enquanto chupava o outro cara.
A mulher parou de chupar meu pau e começou a se posicionar para sentar no meu pau e segurou meu pau e senti que estava ajeitando no cu, pois estava muito apertado, mas ela começou a mexer a bunda e senti meu pau entrando apertado no rabo dela.
Olhei para Mônica e meu coração disparou, pois um cara estava sentado e ela começava a se ajeitar sobre ele e o outro segurava o pau e veio por trás dela. Ela ia ser duplamente penetrada e eu não sabia o que fazer.
Agora meu pau estava todo enterrado no rabo da mulher que se mexia bem devagar subindo e descendo. Ela tinha um cu quente e apertado.
Olhei de novo para Mônica e vi quando o cara de trás começava a fazer os movimentos de vai e vem e não tive mais dúvidas. Os dois estavam metendo nela que parecia estar gostando, pois apenas gemia, mas mexia os quadris.
Resolvi segurar a mulher pela cintura e comecei a meter com força estimulado pela visão da minha mulher sendo fodida por dois homens na minha frente.
Senti meu pau inchando dentro do cu da mulher e senti que não ia demorar para gozar e nisso ouvi os gemidos do cara que estava fodendo o rabo da minha mulher.
O cara começou a dar tapas na bunda de Mônica que agora gemia mais alto.
Ao mesmo tempo a mulher passou a rebolar no meu pau com mais força e comecei a gozar e ela subia e descia ao mesmo tempo e eu não conseguia pensar mais em nada.
Ainda ouvia os gemidos de Mônica e olhei para ela justamente no momento em que o cara retirava o pau do cu dela que estava aberto com um monte de porra escorrendo.
A mulher foi saindo de cima de mim lentamente deixando o meu pau todo melado e pulsando.
Olhei para minha mulher que estava deitada no sofá e sentei ao seu lado e ela segurou minha mão e começou a chorar.
Deixei ela chorar um pouco e depois ela começou a falar dizendo que as coisas foram acontecendo e que realmente estava muito excitada, mas que nunca tinha pensado em trepar com outra pessoa e ainda mais com dois ao mesmo tempo e eu para consolara disse que também tinha transado sem pensar, mas que enfim já acontecera e que não iria deixar de gostar dela mesmo e ela disse o mesmo e nos vestimos e logo depois fomos embora.
Chegamos em casa e tomamos um bom banho e fomos dormir.
Uns dois meses depois, quando estávamos nos preparando para dar uma trepada, esperei Mônica ficar bem excitada e comecei a puxar assunto do show e falei que quando assisti ela transando com os dois caras fiquei puto e com ciúmes mas apesar disso, meu pau ficou muito duro e meu coração disparou e ela disse que sentiu o mesmo quando me viu metendo com a mulher e perguntei o que ela sentia quando pensava nisso e enquanto falava esfregava o grelinho dela que já estava num grau de excitação grande e ela depois de ficar um pouco calada disse que ficava excitada.
Ao ouvir isso meu pau que já estava duro, começou a doer de tanto tesão e continuei falando sobre o assunto e perguntei se ela faria de novo e ela disse que achava que não porque ficou com drama de consciência além de ter ficado toda ardida.
Apanhei o vibrador maior que ela me pede para usar quando está muito excitada e comecei a passar na xoxota e ela logo abriu bem as pernas e comecei e enfiar bem devagar, mas quando estava quase no meio ela segurou minha mão e o enterrou todo a medida que suspirava.
Comecei a meter com ele e um pouco depois ela pediu para eu comer o cuzinho dela com o vibrador e ficou de quatro. Passei bastante gel no pau e no cuzinho dela e comecei a meter bem devagar, pois estava muito apertado por causa do vibrador e quando consegui enfiar o pau todo ela ligou o vibrador e a sensação que passei a sentir foi muito boa.
Enquanto metia ela falou:
- Pronto estou sendo duplamente fodida!
E perguntei:
- Está gostoso?
E ela respondeu que estava ótimo.
A vibração no meu pau estava me dando um tesão enorme e falei que não ia demorar para gozar e ela falou que também e em pouco tempo senti meu pau dilatando e ao mesmo tempo ela começou a tremer e a rebolar e disse que estava gozando e tive que agarrá-la pela cintura para que o pau não saísse do rabo dela e explodi num gozo incrível .
Passamos a incluir essa modalidade nas nossas trepadas e de vez em quando eu enrabo Mônica com o vibrador na xoxota e gozamos muito.

1:26 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Meu nome é Rafael e minha mulher e Diana . Somos um casal normal , vivemos nossa vida sem nenhuma extravagância sexual nesses 11 anos de casados , até que um dia...
... Chego em casa as 21:00h após mais um dia de trabalho árduo , louco prá relaxar e sou surpreendido com um ambiente diferente : A sala estava as escuras somente uma vela ardia na mesinha de canto deixando o ambiente numa penumbra sensual e erótica. Minha mulher vestia uma camisolinha curta de gaze negra com fitas de seda da mesma cor , todo aquele corpo exuberante ardia de desejo , seus seios são redondos e pontudos , tem uma bunda cheia e durinha bem torneada naquela pele morena jambo , uma loucura.
Meu tesão aflorou e o cansaço foi se transformando num desejo intenso , delicioso...
Aquela lingua sedenta invadia minha boca , suas mãos tocavam com carinho meu pau duro e seus seios roçavam suavemente meu peito . Não sou nenhum atleta mas tenho um corpo bem cuidado , sem barriga , não possuo pêlos por natureza mesmo .
Quando tentei tocar aquela bucetinha molhada de desejo ela recuou dizendo que tinha imaginado uma noite diferente , tinha lido um conto erótico onde a mulher dominava o homem , vestia-o de femea e fazia literalmente de tudo com ele antes de se entregar aos prazeres do gozo. Confesso que a idéia não me agradou de inicio mas sendo Diana até que eu toparia . Pagando pra ver até onde ela ia concordei com a idéia. Ela foi ao quarto e retornou com um pacote que abrindo me ofereceu dizendo vou transformar voce em uma linda puta .
A calcinha era toda de renda enfiadinha no rego , o soutiem era meia taça , daqueles de metal com enchimento , as meias eram ¾ de renda com barra de seda , tudo preto . Como tenho cabelos grande e uso rabo-de-cavalo , ela soltou , penteou de forma diferente , maquiou meu rosto, olhos e lábios , perfumou meu peito e coxas com sansara e após quase meia hora me apresentou ao espelho . Levei um susto imenso . Não me reconheci naquela linda mulher diante de meus olhos , minha bundinha estava empinada , meus seios estavam ligeiramente grandes e como meu corpo é liso as meias deram o toque final.
Quando pensei que a surprêsa terminaria por ai , aí é que veio o grande momento .
Fui “conduzida” até o quarto , deitada de lado na nossa cama e naquela penumbra senti uma lingua quente chupando meu rabo , subindo pelas minhas costas , mordendo minha nuca , suas mãos alisavam meus mamilos e meu ventre lisinho . Aquilo me deu um tesão tão grande que comecei a ficar de pau duro , quase de ferro . Quando toquei seu corpo percebi que Diana estava nua em pelo , beijei seus seios e a ouvi dizer : Chupa minha puta linda , mama a mulher que vai te foder gostoso !
Confesso que me surpreendi com aquela atitude dela , nem parecia a minha mulher.
A coisa ficou pior ainda , senti uma coisa dura na entradinha de meu rego , quando ela delicadamente retirou a calcinha do rego , afastando para o lado , enfiou a lingua dentro de meu cuzinho que a essa altura estava cheio de tesão , brincou com ele de todas as formas que uma lingua safada pode fazer . Meu tesão estava a ponto de me fazer gozar , eu rebolava naquela lingua freneticamente , me sentia verdadeiramente uma femea no cio . Olhei para o espelho grande na parede e a visão era magnífica uma mulher deitada quase de quatro e outra se deliciando naquela bunda branquinha semi coberta pela calcinha de rendas negra . Ela chupava , lambia , mordia meu cu enquanto suas mãos me punhetavam com perícia , gozei , gozei muito , esporei a cama toda e num atmo de segundo ela se virou e com destreza limpou as gotas que ainda saiam da cabeça do meu pau.

Nos beijamos longa e apaixonadamente , sem me dar tempo de pensar ela me jogou na cama , me virou de bruços , e retirando a calcinha falava com a voz rouca de tesão dentro do meu ouvido: Minha putinha gostou da gozada? Respondi que sim e ela retrucou: Então vai adorar me dar esse rabinho lindo e cheiroso , todinho para sua mulher fuder bem gostoso.
Senti um frio na espinha e não era de receio mas de tesão . Naquela hora eu perdera já todo o meu referencial de homem , eu me sentia não um viadinho sendo fudido mas uma fêmea linda sendo desejada por aquela mulher linda e maravilhosa , eu podia sentir o cheiro daquela buceta cheia de tesão , tesão em mim , uma mulher perfeira e linda também .
Sua boca e mãos enchiam minhas costas de carícias , meu corpo era todo arrepio de prazer quando senti um dedinho com algo gelado entrando no cuzinho , tentei me livrar mas ela com um movimento firme falava : Não tenha medo minha fêmea , eu vou te fuder com carinho e te fazer gozr neste cuzinho gostoso .Dizendo isso ela foi enfiando um dedo com gel ou creme , não sei bem , depois dois e brincando com meu anelzinho ia alargando , como se o preparasse para receber uma pica bem gostosa . Eu rebolava como uma puta louca , gritava palavras sem nexo, ria , chorava de prazer quando de repente ela parou e eu como que me preparando para algo novo empinei a bundinha para cima e virando o rosto pude ver que ela tinha atado a cinta um consolo de quase 25 cm . Tremi de medo e desejo eu sentia um misto de vontade e reprovação , pensei em me virar e acabar com aquilo mas ela foi mais rápida e me segurando pela cintura me penetrou fundo , a dor era insuportável , sentia meu cú dilacerado por aquela piroca grande e linda , sim eu achei linda aquela pica grossa , cheia de veias, a cabeça grande vermelha , era quase real de tão perfeita . Ela com esperiência de quem toma no cú e adora , modestia parte eu sempre soube comer um cú , esperou que eu me acostumasse com o tamanho . A dor passou e eu comecei a sentir prazer , já não queria mais ficar parada , rebolava minha bunda e me sentia desejada , comida , amada por aquela mulher que acabava de retirar o meu cabaço do cú . Ela estocava forte e eu ia e vinha com o cú naquele caralho gostoso . Suas mãos e boca se serviam de meu corpo a vontade , deixava meus mamilos entumescidos de desejo , todo o meu corpo pedia para ser fodida por aquela femea . A imagem refletida no espelho do quarto era de uma mulher gostosa , bem puta , fudendo o pau da outra , duas femeas lindas fudendo muito . A cada estocada dela meu corpo ardia de desejo e num golpe lento mas firme ela intruduziu toda a pica , de repente senti a cabeça da pica tocar algo dentro de mim e não aguentando mais gozei , gozei muito mesmo sem tocar no meu pau , eu gozei muito , quase desfaleci caindo na cama suando e morrendo de prazer . Então Diana retirou a pirocona de dentro de mim , e livrando-se das suas roupas encaixou minha pica ainda dura dentro daquela buceta melada , entrei todo nela e em duas estocadas o tesão dela era tanto que gozou como uma louca.
Mais tarde já refeitos comentamos sobre aquela noite deitados lado a lado ela perguta de gostei da surpresa . Respondo que foi a melhor trepada de minha vida com ela . Abrindo um grande sorriso de felicidade ela me mostra que ainda estou vestida de femea e se não me importo com aquilo , eu respondo que agora sabia como uma mulher gosta de ser tratada na cama por um homem , e que adorei usar aquelas roupas lindas.
Desde desse dia que nossas transas nunca mais foram normais , quando vejo na rua uma langerie linda compro e visto pra ela a noite e ela já comprou mais duas picas diferentes pra nós usarmos juntas na cama .
Não me considero homosexual , só um cara que curte a vida a dois de todas as formas de prazer com a mulher que ama, ela tenta me convercer a dar realmente para um homem , tenho me pego com tesão na idéia de ser relamente fodido no cú por uma pica de verdade com Diana assistindo e me acariciando ao mesmo tempo . Chegou um sobrinho distante dela aqui em casa a dois dias e estamos preparando o terreno , ele tem 23 anos e lindo , sem pelos como eu e pude perceber que a pica é bem grande e é gay . Ou seja alem de ser comido vou também fuder um cuzinho branquinho e macio que ele tem . Mas isso conto depois ...
NUNCA DEIXE DE TENTAR ENCONTRAR A FELICIDADE SEXUAL , ELA PODE ESTAR EM SUA CASA E VC NÃO PERCEBER.

1:27 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Adoraria te conhecer para trocar experiências.

amaiseu@hotmail.com

6:30 AM, March 01, 2005  
Anonymous PICADEIRO DO GOZO said...

TEU BLOG ME DEU UM TESÃO DO CARALHO..
TE FODO GOSTOSO E AS TUAS PUTAS TAMBEM.

rdacostam@bol.com.br

6:35 AM, March 01, 2005  
Anonymous PICADEIRO DO GOZO said...

TEU BLOG ME DEU UM TESÃO DO CARALHO..
TE FODO GOSTOSO

rdacostam@bol.com.br

6:36 AM, March 01, 2005  
Anonymous PICADEIRO DO GOZO said...

TEU BLOG ME DEU UM TESÃO DO CARALHO..
TE FODO GOSTOSO

rdacostam@bol.com.br

6:37 AM, March 01, 2005  
Anonymous PICADEIRO DO GOZO said...

TEU BLOG ME DEU UM TESÃO DO CARALHO..
TE FODO GOSTOSO

rdacostam@bol.com.br

6:38 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

ONTEM VÍ UM ANÚNCIO NO JORNAL
VI NA TV NO OUT DOOR E EM DIGITAL
PEDIAM MULHERES COM CORPO ESCULTURAL
PRA DAR PRAZER A HOMENS, MULHERES E ATÉ CASAL
MAS NA REAL O QUE EU QUERO É SER ARTISTA
DAR AUTÓGRAFOS, ENTREVISTA SER CAPA DE REVISTA
QUERO SER VISTA BEM BONITA NA TELEVISÃO
ROLÉ DE CARRO E NÃO MAIS DE CAMBURÃO,NÃO
TÔ DEPRIMIDA NESSE AMBIENTE DE DESGRAÇA
TRAFICANTES, PARASITAS, VICIADOS PSICOPATAS
UM BASEADO PRA AFASTAR ESSA FADIGA
DESSA NOITE SEDENTÁRIA DE ORGIA E MAL DORMIDA
NÃO CHORO MAIS, SEI QUE ME PERDI
TÔ CONSCIENTE , O MEU DESTINO EU ESCOLHI
DAS PRAGAS SOCIAIS SOU A PIOR
COCOROCOCÓ EU SOU O EFEITO DOMINÓ
O LENOCÍNIO OFUSCA, INDUZ,COAGE , ATRAÍ
O MARINHEIRO AVENTUREIRO SORRATEIRO DESEMBARCA E CAI
SOU DE QUEM ME VIR PRIMEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

OS CRENTES DIZEM QUE VENDO A ALMA PRO CAPETA
SEI MUITO BEM QUE NÃO SOU MAIS MULHER DIREITA
NÃO SEI SE É CERTO, MAS FAÇO PARTE DO BORDEL
UM REDEVÚ , QUE MAIS PARECE A TORRE DE BABEL
SINTO OS SINTOMAS DA FADIGA NO MEU CORPO
MAIS SEDATIVOS ALIVIAM AS CONSEQÜÊNCIAS DESSE ABORTO
A PERVERSÃO DEIXA PROFUNDAS CICRATIZES
EM DESESPERO JÁ TENTEI VÁRIOS SUICÍDIOS
QUEM ME VÊ AQUI, SORRI ASSIM TÃO INOCENTE
NÃO PERCEBE A MALÍCIA DA SERPENTE
DOU MAIS UM DOIS E ALIVIO ESSA TENSÃO,OU NÃO?
NA MADRUGADA TODA PUTA É A IMAGEM DO CÃO,OU NÃO?
SEM CARTEIRA VOU GUIANDO , SENTIDO CONTRA MÃO
ARTIGO CINCO NOVE LEI DA CONTRAVENÇÃO
VOU DESPERTANDO A LIBIDO DE UM VELHO OU DE UM MENINO
CONSIDERADA AQUI NA ZONA A RAINHA DO EROTISMO
STO AGOSTINHO É MEU SANTO PROTETOR
CONTRADIÇÃO É MINHA MARCA NA REZA E NA DOR
SOU O RETRATO TRÊS POR QUATRO DESSE POVO BRASILEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SER MERETRIZ TRISTE E FELIZ, CODINOME VAGABUNDA
ENTRE O MAL E O BEM VOU DEIXAR DE SER IMUNDA
VOCÊ ACHA QUE É FALTA DE MORAL. PROMISCUIDADE EXCESSIVA
SEJA PUTA DOIS MINUTOS E SOBREVIVA
TENHO SONHO , AMOR E VAIDADE
UM TÉCO AJUDA SUPORTAR A ENFERMIDADE
AS FAMÍLIAS ME ODEIAM POR CAUSA DA LUXÚRIA
MAS SÓ VENDO A MINHA CARNE , E MEU CARINHO AQUEM PROCURA
ENTRE LOGO, FECHE A PORTA MEU CLIENTE
TIRE A ROUPA LAVE O SEXO , TOME A PASTA ESCOVE O DENTE
NÃO PENSE NO PECADO, TENHA DECISÃO
SOU SEU VÍDEO GAME, LIGUE AQUI NESSE BOTÃO
GOZE LOGO O TEMPO É CURTO O PREÇO É JUSTO
OUTROS HOMENS ME ESPERAM VÁ SEM SUSTO
A POLICIA É APENAS NOSSO RISCO
A JUSTIÇA É APENAS NOSSO CISCO
A NECESSIDADE ME LEVA A SOBREVIVÊNCIA
A MISÉRIA ME LEVA A INDECÊNCIA
AS DUAS À LOUCURA, INTENSO DEVANEIO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SOU PROSTITUTA NA BOCA DO POVO CONHECIDA COMO PUTA
OBRIGADA A CONHECER AS POSIÇÕES DO KAMA SUTRA
SE MEU FILHO CHORA SOU EU , A MÃE QUE ESCUTA
MEU DEUS DESCULPA, NÃO TENHO CULPA SÓ FUI A LUTA
NÃO SEI SE TENHO O VALOR QUE MEREÇO
MAS PRA DEITAR COMIGO TEM UM PREÇO
PELA MINHA MÃE PELO MEU FILHO TENHO MUITO APREÇO
FOI NUM PROSTÍBULO QUE ACHEI MEU ENDEREÇO
NÃO ME ORGULHO MAS ME ASSUMO, MENOS MAL
QUEM RODA BOLSA OU FAZ PROGRAMA, PRA MIM É TUDO IGUAL
DAS CINZAS AS CINZAS, DO PÓ AO PÓ
SEM DÓ, OS MEGANHAS CHEGAM O TEMPO FICA BEM PIOR
VEM DÍ MENOR, VEM COMIGO NO XILINDRÓ
ESTAR EM CASA COM MEU FILHO AGORA SERIA BEM MELHOR
NÃO ESTOU SÓ, TENHO DEUS COMIGO
MAS CORRO O RISCO DE DEITAR COM O INIMIGO
BATE O SINO, MEU FILHO DEVE TÁ DORMINDO
ENQUANTO EU INICIO A VIDA SEXUAL DE UM MENINO
AOS DEZESSEIS SÓ CURTIÇÃO, PENSAVA EM NADA
HOJE AOS 23 NEUROSE A MIL SÓ TRANSO ANGUSTIADA
AOS 33 QUEM SABE VELHA E ARREPENDIDA
AOS 43 SÓ NO ESQUELETO RECORDO A VIDA
MINHA PUTA VIDA
REFLETE O DESESPERO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

Nao e preciso dizer mais nd so posso falar q SOU PUTA SIM!!!

http://axaks.flogbrasil.terra.com.br

6:42 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

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6:43 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

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Anonymous Anonymous said...

ONTEM VÍ UM ANÚNCIO NO JORNAL
VI NA TV NO OUT DOOR E EM DIGITAL
PEDIAM MULHERES COM CORPO ESCULTURAL
PRA DAR PRAZER A HOMENS, MULHERES E ATÉ CASAL
MAS NA REAL O QUE EU QUERO É SER ARTISTA
DAR AUTÓGRAFOS, ENTREVISTA SER CAPA DE REVISTA
QUERO SER VISTA BEM BONITA NA TELEVISÃO
ROLÉ DE CARRO E NÃO MAIS DE CAMBURÃO,NÃO
TÔ DEPRIMIDA NESSE AMBIENTE DE DESGRAÇA
TRAFICANTES, PARASITAS, VICIADOS PSICOPATAS
UM BASEADO PRA AFASTAR ESSA FADIGA
DESSA NOITE SEDENTÁRIA DE ORGIA E MAL DORMIDA
NÃO CHORO MAIS, SEI QUE ME PERDI
TÔ CONSCIENTE , O MEU DESTINO EU ESCOLHI
DAS PRAGAS SOCIAIS SOU A PIOR
COCOROCOCÓ EU SOU O EFEITO DOMINÓ
O LENOCÍNIO OFUSCA, INDUZ,COAGE , ATRAÍ
O MARINHEIRO AVENTUREIRO SORRATEIRO DESEMBARCA E CAI
SOU DE QUEM ME VIR PRIMEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

OS CRENTES DIZEM QUE VENDO A ALMA PRO CAPETA
SEI MUITO BEM QUE NÃO SOU MAIS MULHER DIREITA
NÃO SEI SE É CERTO, MAS FAÇO PARTE DO BORDEL
UM REDEVÚ , QUE MAIS PARECE A TORRE DE BABEL
SINTO OS SINTOMAS DA FADIGA NO MEU CORPO
MAIS SEDATIVOS ALIVIAM AS CONSEQÜÊNCIAS DESSE ABORTO
A PERVERSÃO DEIXA PROFUNDAS CICRATIZES
EM DESESPERO JÁ TENTEI VÁRIOS SUICÍDIOS
QUEM ME VÊ AQUI, SORRI ASSIM TÃO INOCENTE
NÃO PERCEBE A MALÍCIA DA SERPENTE
DOU MAIS UM DOIS E ALIVIO ESSA TENSÃO,OU NÃO?
NA MADRUGADA TODA PUTA É A IMAGEM DO CÃO,OU NÃO?
SEM CARTEIRA VOU GUIANDO , SENTIDO CONTRA MÃO
ARTIGO CINCO NOVE LEI DA CONTRAVENÇÃO
VOU DESPERTANDO A LIBIDO DE UM VELHO OU DE UM MENINO
CONSIDERADA AQUI NA ZONA A RAINHA DO EROTISMO
STO AGOSTINHO É MEU SANTO PROTETOR
CONTRADIÇÃO É MINHA MARCA NA REZA E NA DOR
SOU O RETRATO TRÊS POR QUATRO DESSE POVO BRASILEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SER MERETRIZ TRISTE E FELIZ, CODINOME VAGABUNDA
ENTRE O MAL E O BEM VOU DEIXAR DE SER IMUNDA
VOCÊ ACHA QUE É FALTA DE MORAL. PROMISCUIDADE EXCESSIVA
SEJA PUTA DOIS MINUTOS E SOBREVIVA
TENHO SONHO , AMOR E VAIDADE
UM TÉCO AJUDA SUPORTAR A ENFERMIDADE
AS FAMÍLIAS ME ODEIAM POR CAUSA DA LUXÚRIA
MAS SÓ VENDO A MINHA CARNE , E MEU CARINHO AQUEM PROCURA
ENTRE LOGO, FECHE A PORTA MEU CLIENTE
TIRE A ROUPA LAVE O SEXO , TOME A PASTA ESCOVE O DENTE
NÃO PENSE NO PECADO, TENHA DECISÃO
SOU SEU VÍDEO GAME, LIGUE AQUI NESSE BOTÃO
GOZE LOGO O TEMPO É CURTO O PREÇO É JUSTO
OUTROS HOMENS ME ESPERAM VÁ SEM SUSTO
A POLICIA É APENAS NOSSO RISCO
A JUSTIÇA É APENAS NOSSO CISCO
A NECESSIDADE ME LEVA A SOBREVIVÊNCIA
A MISÉRIA ME LEVA A INDECÊNCIA
AS DUAS À LOUCURA, INTENSO DEVANEIO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SOU PROSTITUTA NA BOCA DO POVO CONHECIDA COMO PUTA
OBRIGADA A CONHECER AS POSIÇÕES DO KAMA SUTRA
SE MEU FILHO CHORA SOU EU , A MÃE QUE ESCUTA
MEU DEUS DESCULPA, NÃO TENHO CULPA SÓ FUI A LUTA
NÃO SEI SE TENHO O VALOR QUE MEREÇO
MAS PRA DEITAR COMIGO TEM UM PREÇO
PELA MINHA MÃE PELO MEU FILHO TENHO MUITO APREÇO
FOI NUM PROSTÍBULO QUE ACHEI MEU ENDEREÇO
NÃO ME ORGULHO MAS ME ASSUMO, MENOS MAL
QUEM RODA BOLSA OU FAZ PROGRAMA, PRA MIM É TUDO IGUAL
DAS CINZAS AS CINZAS, DO PÓ AO PÓ
SEM DÓ, OS MEGANHAS CHEGAM O TEMPO FICA BEM PIOR
VEM DÍ MENOR, VEM COMIGO NO XILINDRÓ
ESTAR EM CASA COM MEU FILHO AGORA SERIA BEM MELHOR
NÃO ESTOU SÓ, TENHO DEUS COMIGO
MAS CORRO O RISCO DE DEITAR COM O INIMIGO
BATE O SINO, MEU FILHO DEVE TÁ DORMINDO
ENQUANTO EU INICIO A VIDA SEXUAL DE UM MENINO
AOS DEZESSEIS SÓ CURTIÇÃO, PENSAVA EM NADA
HOJE AOS 23 NEUROSE A MIL SÓ TRANSO ANGUSTIADA
AOS 33 QUEM SABE VELHA E ARREPENDIDA
AOS 43 SÓ NO ESQUELETO RECORDO A VIDA
MINHA PUTA VIDA
REFLETE O DESESPERO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

Nao e preciso dizer mais nd so posso falar q SOU PUTA SIM!!!

6:43 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

ONTEM VÍ UM ANÚNCIO NO JORNAL
VI NA TV NO OUT DOOR E EM DIGITAL
PEDIAM MULHERES COM CORPO ESCULTURAL
PRA DAR PRAZER A HOMENS, MULHERES E ATÉ CASAL
MAS NA REAL O QUE EU QUERO É SER ARTISTA
DAR AUTÓGRAFOS, ENTREVISTA SER CAPA DE REVISTA
QUERO SER VISTA BEM BONITA NA TELEVISÃO
ROLÉ DE CARRO E NÃO MAIS DE CAMBURÃO,NÃO
TÔ DEPRIMIDA NESSE AMBIENTE DE DESGRAÇA
TRAFICANTES, PARASITAS, VICIADOS PSICOPATAS
UM BASEADO PRA AFASTAR ESSA FADIGA
DESSA NOITE SEDENTÁRIA DE ORGIA E MAL DORMIDA
NÃO CHORO MAIS, SEI QUE ME PERDI
TÔ CONSCIENTE , O MEU DESTINO EU ESCOLHI
DAS PRAGAS SOCIAIS SOU A PIOR
COCOROCOCÓ EU SOU O EFEITO DOMINÓ
O LENOCÍNIO OFUSCA, INDUZ,COAGE , ATRAÍ
O MARINHEIRO AVENTUREIRO SORRATEIRO DESEMBARCA E CAI
SOU DE QUEM ME VIR PRIMEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

OS CRENTES DIZEM QUE VENDO A ALMA PRO CAPETA
SEI MUITO BEM QUE NÃO SOU MAIS MULHER DIREITA
NÃO SEI SE É CERTO, MAS FAÇO PARTE DO BORDEL
UM REDEVÚ , QUE MAIS PARECE A TORRE DE BABEL
SINTO OS SINTOMAS DA FADIGA NO MEU CORPO
MAIS SEDATIVOS ALIVIAM AS CONSEQÜÊNCIAS DESSE ABORTO
A PERVERSÃO DEIXA PROFUNDAS CICRATIZES
EM DESESPERO JÁ TENTEI VÁRIOS SUICÍDIOS
QUEM ME VÊ AQUI, SORRI ASSIM TÃO INOCENTE
NÃO PERCEBE A MALÍCIA DA SERPENTE
DOU MAIS UM DOIS E ALIVIO ESSA TENSÃO,OU NÃO?
NA MADRUGADA TODA PUTA É A IMAGEM DO CÃO,OU NÃO?
SEM CARTEIRA VOU GUIANDO , SENTIDO CONTRA MÃO
ARTIGO CINCO NOVE LEI DA CONTRAVENÇÃO
VOU DESPERTANDO A LIBIDO DE UM VELHO OU DE UM MENINO
CONSIDERADA AQUI NA ZONA A RAINHA DO EROTISMO
STO AGOSTINHO É MEU SANTO PROTETOR
CONTRADIÇÃO É MINHA MARCA NA REZA E NA DOR
SOU O RETRATO TRÊS POR QUATRO DESSE POVO BRASILEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SER MERETRIZ TRISTE E FELIZ, CODINOME VAGABUNDA
ENTRE O MAL E O BEM VOU DEIXAR DE SER IMUNDA
VOCÊ ACHA QUE É FALTA DE MORAL. PROMISCUIDADE EXCESSIVA
SEJA PUTA DOIS MINUTOS E SOBREVIVA
TENHO SONHO , AMOR E VAIDADE
UM TÉCO AJUDA SUPORTAR A ENFERMIDADE
AS FAMÍLIAS ME ODEIAM POR CAUSA DA LUXÚRIA
MAS SÓ VENDO A MINHA CARNE , E MEU CARINHO AQUEM PROCURA
ENTRE LOGO, FECHE A PORTA MEU CLIENTE
TIRE A ROUPA LAVE O SEXO , TOME A PASTA ESCOVE O DENTE
NÃO PENSE NO PECADO, TENHA DECISÃO
SOU SEU VÍDEO GAME, LIGUE AQUI NESSE BOTÃO
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OUTROS HOMENS ME ESPERAM VÁ SEM SUSTO
A POLICIA É APENAS NOSSO RISCO
A JUSTIÇA É APENAS NOSSO CISCO
A NECESSIDADE ME LEVA A SOBREVIVÊNCIA
A MISÉRIA ME LEVA A INDECÊNCIA
AS DUAS À LOUCURA, INTENSO DEVANEIO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SOU PROSTITUTA NA BOCA DO POVO CONHECIDA COMO PUTA
OBRIGADA A CONHECER AS POSIÇÕES DO KAMA SUTRA
SE MEU FILHO CHORA SOU EU , A MÃE QUE ESCUTA
MEU DEUS DESCULPA, NÃO TENHO CULPA SÓ FUI A LUTA
NÃO SEI SE TENHO O VALOR QUE MEREÇO
MAS PRA DEITAR COMIGO TEM UM PREÇO
PELA MINHA MÃE PELO MEU FILHO TENHO MUITO APREÇO
FOI NUM PROSTÍBULO QUE ACHEI MEU ENDEREÇO
NÃO ME ORGULHO MAS ME ASSUMO, MENOS MAL
QUEM RODA BOLSA OU FAZ PROGRAMA, PRA MIM É TUDO IGUAL
DAS CINZAS AS CINZAS, DO PÓ AO PÓ
SEM DÓ, OS MEGANHAS CHEGAM O TEMPO FICA BEM PIOR
VEM DÍ MENOR, VEM COMIGO NO XILINDRÓ
ESTAR EM CASA COM MEU FILHO AGORA SERIA BEM MELHOR
NÃO ESTOU SÓ, TENHO DEUS COMIGO
MAS CORRO O RISCO DE DEITAR COM O INIMIGO
BATE O SINO, MEU FILHO DEVE TÁ DORMINDO
ENQUANTO EU INICIO A VIDA SEXUAL DE UM MENINO
AOS DEZESSEIS SÓ CURTIÇÃO, PENSAVA EM NADA
HOJE AOS 23 NEUROSE A MIL SÓ TRANSO ANGUSTIADA
AOS 33 QUEM SABE VELHA E ARREPENDIDA
AOS 43 SÓ NO ESQUELETO RECORDO A VIDA
MINHA PUTA VIDA
REFLETE O DESESPERO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

Nao e preciso dizer mais nd so posso falar q SOU PUTA SIM!!!

6:43 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Galera aqui estou....
Putz, no último post eu esqueci de tirar a parte de comentários... falha minha!!!
Bom, o meu telefone disparou, estou achando que vou ter que montar um Disk-Bruna 0800. Rs...
Ah, eu tenho recebido muitas mensagens de texto também pelo celular, quero dizer que eu leio TODAS mas que não respondo NENHUMA porque eu não tenho paciência de ficar apertando as teclinhas procurando as letras. Me desculpem... mas podem continuar mandando porque eu leio sim, tá???
Eu recebo umas muito interessantes, tipo tem pessoas que só me mandam: '' Bom dia...'' ou '' Boa noite'' . Rs. Mas eu recebi uma ontem que eu não posso deixar de escrever aqui porque eu ri muito. Eis:
'' Vc cobra qnto?? Eh por hora ou por buraco tipo anal tem um preço. E vc leva mais de um pinto no mesmo buraco? Bjs e aguardo resposta''
Ai...
Putz, este tempo é muito louco, está ameaçando cair o maior toró por aqui...
Bom, acabei de postar os dias e os programas dos últimos dias tá?
E quando ao '' segredo'' dos meus mais quinze minutos de fama, infelizmente não poderei ainda revelar já que o responsável me pediu sigilo porque ainda é projeto e eu poderei contar apenas quando o lance estiver concreto. Me desculpem, eu sei que eu prometi que contaria, mas pelo menos estou dando uma satisfação né...
http://www.brunasurfistinha.com/blogs

6:46 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

http://www.brunasurfistinha.com/blogs/

6:46 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

"Letícia e eu formamos um jovem casal e curtimos o sexo em toda sua plenitude. Nossas relações são recheadas de gozos fantásticos e muitas fantasias em que sempre experimentamos situações novas e diferentes. Percebendo que Letícia era a mulher dos meus sonhos e me realizava, contei a ela uma antiga fantasia que cultivo desde a adolescência: ver duas gatas transando entre si e em seguida realizar um delicioso ménage. No início, relutou e não quis nem pensar no assunto. Com o tempo, foi ficando curiosa e me fazia várias perguntas, até que adquiriu uma pequena vontade em realizar o que eu havia lhe contado.

Certa noite, estávamos numa famosa casa noturna de São Paulo, já era tarde e quase todos que estavam conosco haviam ido embora quando fomos beber mais alguma coisa antes de irmos também. Sentamos numa mesa de canto e, enquanto aguardávamos nosso pedido, notei que uma gatinha, sozinha em outra mesa, olhava insistentemente em nossa direção. A princípio, pensei que ela estaria me paquerando, mas depois pude perceber que ela também observava Letícia, que nada havia notado. Letícia olhou para a outra garota e as duas trocaram um breve sorriso. Nossa admiradora se levantou e, aproximando-se, perguntou se poderia sentar-se junto a nós. Ela se chamava Bia e havia mudado recentemente para São Paulo, onde morava com a irmã. Letícia e Bia eram completamente opostas. Minha gata tem pele branca, cabelos negros, olhos castanhos; Bia tinha a pele bastante bronzeada, cabelos louros, olhos azuis...

Nos entendemos bem e logo conversávamos como se fôssemos velhos amigos. O lugar começou a ficar vazio e decidimos ir embora, não sem antes trocarmos telefones. Chegando em casa, transamos loucamente, imaginando Bia ali conosco.

Na semana seguinte, Bia nos ligou, conversamos um pouco e, em seguida, passei o telefone para Letícia. As duas conversavam animadamente quando Letícia me chamou perguntando se poderíamos aceitar o convite de Bia para irmos até sua casa no próximo final de semana, pois a irmã viajaria e ela estaria sozinha em casa. Diante desse convite, vi a possibilidade de concretizarmos nossos desejos e disse a Letícia que aceitasse o convite.

Fazia muito frio naquele sábado. Bia nos recebeu apenas com um vestido curto e decotado, sugerindo que tirássemos logo nossas roupas mais pesadas. Começamos a conversar e eu ali, sentado, observando aquelas duas gatas: Letícia, vestida de preto, o que realça a beleza de sua pele clara, e Bia, de branco, em contraste com a pele bronzeada.

Eu já imaginava as mil e uma que poderíamos aprontar até que Bia foi à cozinha. Aproveitei para perguntar a Letícia se ela realmente queria ir em frente. Um beijo gostoso foi a resposta. 'Estou morrendo de tesão para realizar nossos sonhos', completou. Quando Bia voltou da sala, sugeriu que assistíssemos a um vídeo e pediu que eu escolhesse, indicando-me uma estante repleta de fitas. Logo que vi alguns eróticos, escolhi um com cenas de lesbianismo, ménage feminino e grupal. Sentamos os três juntos no mesmo sofá e assistíamos a duas garotas se chupando na tela quando Bia inclinou a cabeça no ombro de Letícia e, em seguida, passou a beijá-la no pescoço. Letícia soltou um leve gemido e eu parti para o ataque. Fui logo beijando a boca da minha mulher enquanto as mãos apertavam os seios com os biquinhos duros de tesão. Neste momento, Bia levantou-se e puxou Letícia, começando a fazer com ela um delicioso strip tease para mim.

Primeiro, Bia tirou o vestido de Letícia, entre muitos beijos e carícias. As duas estavam com lingeries semelhantes e calcinhas fio-dental, enterradas nas bundinhas. Logo, Letícia se deitou no sofá e a outra veio por cima. Bia começou a explorar todo o corpo com uma língua ágil. Passou pelo pescoço e chegou aos seios, onde mamou carinhosa e demoradamente os mamilos de Letícia, que gemia de prazer. Foi descendo pela barriga até chegar às coxas, fazendo Letícia implorar para que ela chupasse sua bocetinha, que já estava encharcada de desejo. Bia arrancou a minúscula calcinha de Letícia com os dentes e demostrou uma certa satisfação ao ver que a boceta dela estava depilada. Bia passou a língua vagarosamente pelo rabinho da amiga, que piscava a cada lambida.

Finalmente, Bia começou a chupar a bocetinha de Letícia, fazendo movimentos lentos que arrancavam altos gemidos da minha gata. A danada lambeu o grelinho saliente, passou a língua em toda a xoxota e enfiou a língua o mais fundo que podia.

Quando passou a fazer movimentos mais rápidos em torno do grelo, Letícia pediu que não parasse e gozou, gritando de prazer. Então, foi a vez dela retribuir o prazer que havia sentido, iniciando longas carícias com a boquinha no corpo de Bia, indo direto aos seios da gata. Sugou lentamente cada um dos peitinhos, arrancando muitos gemidos. Era maravilhoso ver aquelas fêmeas se amando loucamente. Até que chegou a minha vez de entrar na festa.

Permaneci sentado no sofá e elas arrancaram todas as minhas roupas, começando uma deliciosa chupação por todo o meu corpo. Letícia me deu um gostoso beijo e pude sentir em seus lábios o gostinho da boceta de Bia. As duas usavam um forte batom vermelho que eu adoro e chuparam juntas meu peito, coxas, até que se ajoelharam entre minhas pernas. Primeiro, as duas seguraram meu pau enquanto chupavam minhas bolas. Em seguida, ficaram um bom tempo percorrendo toda a extensão do meu cacete ao mesmo tempo. Iam da cabeça até as bolas e voltavam, provocando uma sensação maravilhosa. Até que Letícia caiu de boca, engolindo o máximo que conseguia de meu pau levando-me às nuvens. Logo, foi a vez de Bia encher a boca com meu pau e Letícia sentou-se sobre meu rosto para que eu chupasse a boceta depiladinha, que mais parecia um vulcãozinho em chamas, jorrando aquela larva de prazer.

Caí de boca na xoxota, saboreando todo aquele delicioso líqüido com lentas lambidas, enquanto Bia continuava devorando meu cacete. Então, fui acelerando os movimentos de minha língua naquela boceta e fiz com que Letícia gozasse soltando altos gemidos e cravando as unhas vermelhas em meu peito.

Refeita deste gozo, Letícia voltou a chupar meu cacete e Bia começou a mamá-la. Assim, formamos um delicioso triângulo de chupadas. Eu chupava a boceta de Bia, que lambia a de Lelê que, por sua vez, devorava meu cacete. Elas gozaram quase ao mesmo tempo, mas ningúem parou de chupar. Era demais estarmos os três ali em meio a muitos gemidos, vendo minha gatinha se deliciando na língua de Lídia.

Após essa maravilhosa sessão que sentimos ao gozarmos juntos, permanecemos algum tempo abraçados e falando o quanto tinha sido tudo tão bom. Até que Bia sugeriu que tomássemos um banho na hidromassagem, que era grande o suficiente para nós três. As duas tiraram a meia, caíram na água e logo trocavam beijos e carícias por todo o corpo. Mais uma vez, eu assistia a tudo e ficava excitado. Letícia passava a língua pela bundinha de Bia quando me sentei na borda da banheira e as duas me atacaram. Vieram direto em cima do meu cacete, alternando as bocas, passando as duas ao mesmo tempo: engoliam a cabeça, chupavam as bolas, repetindo o ritual do sofá. Era bom demais sentir aquelas duas boquinhas ávidas pelo meu pau numa deliciosa chupeta dupla. As duas estavam na minha frente, de quatro dentro d'água. Então, caí na banheira e logo me posicionei atrás de Bia. Passei a lamber o rabinho dela enquanto Letícia se sentou na banheira por baixo de Lídia e passou a chupar os seios. Encostei a cabeça do meu pau no rabinho de Bia e dava leves estocadas, tentando entrar, mas tinha dificuldades por ela ser bem apertadinha. Percebendo minha intenção e com muita vontade de ser enrabada, ela empinou a bundinha em minha direção e pediu para ir devagar. Lentamente, meu pau foi entrando e, com um delicioso vaivém, desapareceu por inteiro dentro daquele cuzinho fechadinho. Bia gemia num mistura de dor e muito prazer.

Letícia agora estava sentada na beira da banheira e tinha a bocetinha chupada por Bia, que passou a receber fortes e rápidas estocadas de meu pau em seu rabinho. 'Agora, parou de doer, vai mais rápido', ordenava. Depois de muito sexo, gozamos alucinadamente. Caímos mais uma vez na água e então percebemos que era quase manhã de domingo.

Depois disso, descansamos um pouco e passamos o domingo inteiro juntos, transando de todas as formas: na cama, cozinha, sala e até no terraço de onde tínhamos uma grande vista da cidade. No fim do dia, estávamos exaustos. As duas diziam estar com os buraquinhos ardidos. Eu também estava com o pau dolorido de tanto foder e tínhamos marcas pelo corpo dos deliciosos chupões. Mas valeu demais!"

7:09 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

"Letícia e eu formamos um jovem casal e curtimos o sexo em toda sua plenitude. Nossas relações são recheadas de gozos fantásticos e muitas fantasias em que sempre experimentamos situações novas e diferentes. Percebendo que Letícia era a mulher dos meus sonhos e me realizava, contei a ela uma antiga fantasia que cultivo desde a adolescência: ver duas gatas transando entre si e em seguida realizar um delicioso ménage. No início, relutou e não quis nem pensar no assunto. Com o tempo, foi ficando curiosa e me fazia várias perguntas, até que adquiriu uma pequena vontade em realizar o que eu havia lhe contado.

Certa noite, estávamos numa famosa casa noturna de São Paulo, já era tarde e quase todos que estavam conosco haviam ido embora quando fomos beber mais alguma coisa antes de irmos também. Sentamos numa mesa de canto e, enquanto aguardávamos nosso pedido, notei que uma gatinha, sozinha em outra mesa, olhava insistentemente em nossa direção. A princípio, pensei que ela estaria me paquerando, mas depois pude perceber que ela também observava Letícia, que nada havia notado. Letícia olhou para a outra garota e as duas trocaram um breve sorriso. Nossa admiradora se levantou e, aproximando-se, perguntou se poderia sentar-se junto a nós. Ela se chamava Bia e havia mudado recentemente para São Paulo, onde morava com a irmã. Letícia e Bia eram completamente opostas. Minha gata tem pele branca, cabelos negros, olhos castanhos; Bia tinha a pele bastante bronzeada, cabelos louros, olhos azuis...

Nos entendemos bem e logo conversávamos como se fôssemos velhos amigos. O lugar começou a ficar vazio e decidimos ir embora, não sem antes trocarmos telefones. Chegando em casa, transamos loucamente, imaginando Bia ali conosco.

Na semana seguinte, Bia nos ligou, conversamos um pouco e, em seguida, passei o telefone para Letícia. As duas conversavam animadamente quando Letícia me chamou perguntando se poderíamos aceitar o convite de Bia para irmos até sua casa no próximo final de semana, pois a irmã viajaria e ela estaria sozinha em casa. Diante desse convite, vi a possibilidade de concretizarmos nossos desejos e disse a Letícia que aceitasse o convite.

Fazia muito frio naquele sábado. Bia nos recebeu apenas com um vestido curto e decotado, sugerindo que tirássemos logo nossas roupas mais pesadas. Começamos a conversar e eu ali, sentado, observando aquelas duas gatas: Letícia, vestida de preto, o que realça a beleza de sua pele clara, e Bia, de branco, em contraste com a pele bronzeada.

Eu já imaginava as mil e uma que poderíamos aprontar até que Bia foi à cozinha. Aproveitei para perguntar a Letícia se ela realmente queria ir em frente. Um beijo gostoso foi a resposta. 'Estou morrendo de tesão para realizar nossos sonhos', completou. Quando Bia voltou da sala, sugeriu que assistíssemos a um vídeo e pediu que eu escolhesse, indicando-me uma estante repleta de fitas. Logo que vi alguns eróticos, escolhi um com cenas de lesbianismo, ménage feminino e grupal. Sentamos os três juntos no mesmo sofá e assistíamos a duas garotas se chupando na tela quando Bia inclinou a cabeça no ombro de Letícia e, em seguida, passou a beijá-la no pescoço. Letícia soltou um leve gemido e eu parti para o ataque. Fui logo beijando a boca da minha mulher enquanto as mãos apertavam os seios com os biquinhos duros de tesão. Neste momento, Bia levantou-se e puxou Letícia, começando a fazer com ela um delicioso strip tease para mim.

Primeiro, Bia tirou o vestido de Letícia, entre muitos beijos e carícias. As duas estavam com lingeries semelhantes e calcinhas fio-dental, enterradas nas bundinhas. Logo, Letícia se deitou no sofá e a outra veio por cima. Bia começou a explorar todo o corpo com uma língua ágil. Passou pelo pescoço e chegou aos seios, onde mamou carinhosa e demoradamente os mamilos de Letícia, que gemia de prazer. Foi descendo pela barriga até chegar às coxas, fazendo Letícia implorar para que ela chupasse sua bocetinha, que já estava encharcada de desejo. Bia arrancou a minúscula calcinha de Letícia com os dentes e demostrou uma certa satisfação ao ver que a boceta dela estava depilada. Bia passou a língua vagarosamente pelo rabinho da amiga, que piscava a cada lambida.

Finalmente, Bia começou a chupar a bocetinha de Letícia, fazendo movimentos lentos que arrancavam altos gemidos da minha gata. A danada lambeu o grelinho saliente, passou a língua em toda a xoxota e enfiou a língua o mais fundo que podia.

Quando passou a fazer movimentos mais rápidos em torno do grelo, Letícia pediu que não parasse e gozou, gritando de prazer. Então, foi a vez dela retribuir o prazer que havia sentido, iniciando longas carícias com a boquinha no corpo de Bia, indo direto aos seios da gata. Sugou lentamente cada um dos peitinhos, arrancando muitos gemidos. Era maravilhoso ver aquelas fêmeas se amando loucamente. Até que chegou a minha vez de entrar na festa.

Permaneci sentado no sofá e elas arrancaram todas as minhas roupas, começando uma deliciosa chupação por todo o meu corpo. Letícia me deu um gostoso beijo e pude sentir em seus lábios o gostinho da boceta de Bia. As duas usavam um forte batom vermelho que eu adoro e chuparam juntas meu peito, coxas, até que se ajoelharam entre minhas pernas. Primeiro, as duas seguraram meu pau enquanto chupavam minhas bolas. Em seguida, ficaram um bom tempo percorrendo toda a extensão do meu cacete ao mesmo tempo. Iam da cabeça até as bolas e voltavam, provocando uma sensação maravilhosa. Até que Letícia caiu de boca, engolindo o máximo que conseguia de meu pau levando-me às nuvens. Logo, foi a vez de Bia encher a boca com meu pau e Letícia sentou-se sobre meu rosto para que eu chupasse a boceta depiladinha, que mais parecia um vulcãozinho em chamas, jorrando aquela larva de prazer.

Caí de boca na xoxota, saboreando todo aquele delicioso líqüido com lentas lambidas, enquanto Bia continuava devorando meu cacete. Então, fui acelerando os movimentos de minha língua naquela boceta e fiz com que Letícia gozasse soltando altos gemidos e cravando as unhas vermelhas em meu peito.

Refeita deste gozo, Letícia voltou a chupar meu cacete e Bia começou a mamá-la. Assim, formamos um delicioso triângulo de chupadas. Eu chupava a boceta de Bia, que lambia a de Lelê que, por sua vez, devorava meu cacete. Elas gozaram quase ao mesmo tempo, mas ningúem parou de chupar. Era demais estarmos os três ali em meio a muitos gemidos, vendo minha gatinha se deliciando na língua de Lídia.

Após essa maravilhosa sessão que sentimos ao gozarmos juntos, permanecemos algum tempo abraçados e falando o quanto tinha sido tudo tão bom. Até que Bia sugeriu que tomássemos um banho na hidromassagem, que era grande o suficiente para nós três. As duas tiraram a meia, caíram na água e logo trocavam beijos e carícias por todo o corpo. Mais uma vez, eu assistia a tudo e ficava excitado. Letícia passava a língua pela bundinha de Bia quando me sentei na borda da banheira e as duas me atacaram. Vieram direto em cima do meu cacete, alternando as bocas, passando as duas ao mesmo tempo: engoliam a cabeça, chupavam as bolas, repetindo o ritual do sofá. Era bom demais sentir aquelas duas boquinhas ávidas pelo meu pau numa deliciosa chupeta dupla. As duas estavam na minha frente, de quatro dentro d'água. Então, caí na banheira e logo me posicionei atrás de Bia. Passei a lamber o rabinho dela enquanto Letícia se sentou na banheira por baixo de Lídia e passou a chupar os seios. Encostei a cabeça do meu pau no rabinho de Bia e dava leves estocadas, tentando entrar, mas tinha dificuldades por ela ser bem apertadinha. Percebendo minha intenção e com muita vontade de ser enrabada, ela empinou a bundinha em minha direção e pediu para ir devagar. Lentamente, meu pau foi entrando e, com um delicioso vaivém, desapareceu por inteiro dentro daquele cuzinho fechadinho. Bia gemia num mistura de dor e muito prazer.

Letícia agora estava sentada na beira da banheira e tinha a bocetinha chupada por Bia, que passou a receber fortes e rápidas estocadas de meu pau em seu rabinho. 'Agora, parou de doer, vai mais rápido', ordenava. Depois de muito sexo, gozamos alucinadamente. Caímos mais uma vez na água e então percebemos que era quase manhã de domingo.

Depois disso, descansamos um pouco e passamos o domingo inteiro juntos, transando de todas as formas: na cama, cozinha, sala e até no terraço de onde tínhamos uma grande vista da cidade. No fim do dia, estávamos exaustos. As duas diziam estar com os buraquinhos ardidos. Eu também estava com o pau dolorido de tanto foder e tínhamos marcas pelo corpo dos deliciosos chupões. Mas valeu demais!"

7:09 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

relato que vou fazer aconteceu depois de vários anos de relacionamento com a minha mulher, mas ainda me lembro da primeira vez.
Meu nome é Marcos, tenho 52 anos e sou casado com Mônica de 50.
Sempre nos relacionamos muito bem na cama e sentimos muito tesão um pelo outro e já transamos de todas as formas e sempre satisfazendo as nossas fantasias e desejos como sexo anal, e com o uso de vibradores que sempre passo no grelinho dela e a levo a gozos intensos.
Um dia comprei um lubrificante e quando fomos trepar depois de alisar bastante as coxas e a bunda dela que adoro, comecei a passar um pouco do lubrificante na xoxota dela e depois passei também no cuzinho e como estávamos vendo um filme erótico no qual a mulher transava com dois caras, ela estava bem excitada e abriu bem as pernas e sempre que tocava no cuzinho ela gemia e isso foi me incentivando e aos poucos comecei a introduzir o dedo até que o enfiei todo e fiquei metendo com o dedo e ela gemia demonstrando muito tesão, depois comecei a alisar a xoxota dela e preparei o vibrador que aos poucos fui introduzindo na xoxota e depois de algum tempo ela começou a se contorcer e tremer e gozou gemendo alto.
Para meu deleite depois ela se virou de bruços e comecei a lamber a bunda dela e meu pau ficou duro a ponto de doer e passei bastante gel nele e comecei a penetrar aquele cuzinho maravilhoso.
Meu pau foi deslizando aos poucos até que fiquei todo dentro dela e comecei a meter bem devagar.
Mônica empinava a bunda a cada metida e com isso meu pau entrava até o fim me fazendo sentir uma sensação maravilhosa. Fui enlouquecendo de tesão e meu pau ficando mais duro ainda até que não resisti e comecei a gozar e à medida que gozava ela empinava ainda mais a bunda. Ela foi perfeita e me levou a um gozo enorme, pois sentia minha porra esguichar dentro dela a cada metida.
Gozei tanto que quando ela se levantou escorreu um monte de porra pelas pernas dela que ela teve que tomar outro banho.
Um dia comprei uma revista masculina que aparecia uns anúncios de produtos eróticos e ela ficou olhando um tempão e eu perguntei se ela gostaria de visitar uma sexshop e ela disse que achava que iria ficar inibida, mas depois aceitou e alguns dias depois, fomos a uma, e por sorte nossa estava vazia e a vendedora era bem simpática e deixei Mônica conversando com ela e fiquei olhando os produtos.
Ficamos um bom tempo na loja até que Mônica me chamou dizendo que tinha escolhido umas coisinhas e que era para eu para pagar e perguntei o que ela tinha comprado e ela disse que em casa me mostraria e fez uma cara de sacana.
Na volta para casa ela passou a mão no meu pau e disse que era para eu me preparar, pois estava bem acesa e meu pau ficou duro na hora.
Assim que chegamos fui preparar uns drinques e ela disse que tomaria um banho.
Quando cheguei no quarto ela já havia colocado um filme erótico e estava deitada somente de calcinha preta.
Meu pau já estufava minha calça e tomei um banho rápido e voltei para perto dela.
Não imaginei o que aconteceria naquele dia e depois de tomarmos o drinque, ela puxou minha toalha começou a alisar meu pau que latejava de tesão e começou a chupá-lo bem devagar.
Depois de chupar ela falou bem baixinho ao meu ouvido para eu deitar de bruços e assim que o fiz ela veio por cima de mim e começou a lamber minhas costas e logo passou para minha bunda e ficou me lambendo bem devagar até que começou a lamber entre minhas nádegas é senti a língua dela rodeando meu cu e depois tentando enfiar. O tesão que eu senti era enorme e fiquei aproveitando aquele momento até que senti um dedo entre minhas nádegas e logo ele começou a abrir caminho no meu cu e ela foi enfiando o dedo bem devagar a exemplo de como faço com ela e ela cochichou ao meu ouvido:
- Vou comer você!
E começou a enfiar o dedo enquanto com a outra mão me punhetava devagar.
Depois de um tempo segurei a mão dela fazendo parar de me punhetar, pois iria acabar gozando e ela pediu continuou metendo o dedo no meu cu até que foi retirando devagar e vi quando ela mexia em algo e comecei a sentir uma pressão maior no meu cu. Ela estava colocando um pequeno pênis que aos poucos foi entrando até que senti ele todo dentro de mim.
Mônica estava com tanto tesão que eu podia sentir a respiração ofegante dela à medida que metia o pênis em mim.
Deixei ela aproveitar bastante até que falei que precisava meter e ela retirou o pênis e ficou de quatro e não perdi tempo e comecei a esfregar a cabeça do pau no rabo dela e para minha surpresa assim que comecei a enfiar notei que já estava lubrificado e engoliu o meu pau sem muita dificuldade e enfiei até ficar somente o saco de fora.
Comecei a meter com força e segurei ela por baixo dos ombros e a medida que metia ela rebolava e não demorou comecei a gozar e senti perfeitamente o cuzinho dela apertando meu pau a cada metida.
Foi uma gozada memorável dessas que a gente fica curtindo um tempão.
Depois que meti Mônica foi ao banheiro e quando voltou deitou-se e costas então perdi tempo e comecei a lamber e chupar a xoxota dela que estava bem depiladinha ao redor deixando apenas os grandes lábios aparecendo e logo começou a ficar molhada e em pouco tempo ela começou a gemer e eu apanhei o vibrador e coloquei nela e a medida que ele vibrava ela gemia e respirava ofegante até que começou a rebolar e segurou minha mão e começou a gozar num grande frenesi.
Ficamos deitados olhando um para o outro e ela me perguntou se eu tinha gostado, pois ela disse que tinha essa fantasia há um tempão desde que viu num desses filmes a mulher meter num homem fortão um pênis e ele gozou com o pau no rabo e com ela chupando ele. Eu disse que tudo havia sido perfeito e ainda nos beijamos antes de tomarmos um drinque.
Um dia voltei a sexshop e depois de examinar vários vibradores comprei um que era idêntico a um pênis porém maior e mais grosso do que o que tínhamos e vibrava muito.
Quando cheguei em casa tratei de escondê-lo para uma ocasião especial.
No sábado ficamos na piscina e Mônica me pediu para preparar uma caipirinha e a atendi e ficamos bebericando e jogando conversa fora. Depois de algum tempo a bebida começou a fazer efeito e ela se aproximou e me deu um longo beijo o que fez com que meu pau logo começasse a endurecer.
Depois ela se deitou de costas e puxou o biquíni para o rego e ficou com a bunda toda exposta na minha frente.
Sentei-me perto dela e comecei a alisar suas coxas e bunda e não demorou ela disse que seria melhor irmos para o quarto e subimos.
Ela tomou um banho e foi a minha vez e fiquei o tempo todo de pau duro.
Quando saí ela estava deitada e com uma cara de sacana e assim que fiquei ao seu lado ela me puxou e disse que tinha colocado um filme e que eu podia ver um pouco e começou a me alisar.
Logo vi que ela estava muito excitada e depois de algumas chupadas ela parou e me pediu par deitar de bruços.
Meu coração disparou, pois imaginei que ela fosse repetir o que fizera na vez anterior e que me dera muito tesão, mas ela se aproximou do meu ouvido e disse que tinha outra surpresa e começou a lamber minha bunda e logo sua língua procurava meu cu. Ela ficou passando a língua ao redor dele e depois olhei com o canto dos olhos e vi que ela se preparava para passar um lubrificante no meu rabo e depois começou a enfiar o dedo devagar e logo enfiava até o fim enquanto lambia minha bunda.
Meu pau pulava de tesão e de repente ela pediu para eu ficar deitado e que fechasse os olhos e obedeci.
Notei que ela se movimentava atrás de mim e de repente senti algo forçando a entrada do meu cu e imaginei que seria o pênis que ela usara outro dia, mas a medida que ela empurrava senti que desta vez algo forçava mais o meu cu e ela empurrou mais um pouco senti que estava começando a entrar e para minha surpresa ela se deitou sobre mim e me segurou por baixo dos braços como eu faço quando a enrabo e empurrou mais um pouco e senti meu cu se abrindo a medida que ela empurrava e ela falou bem baixinho:
- Agora eu também tenho um pau para enrabar o meu querido.
E dizendo isso empurrou mais e se afastou para olhar e depois me falou:
- Pronto, ele está todinho dentro!
E começou a fazer os movimentos de vai e vem.
Eu estava entregue. O tesão que eu estava sentindo fazia com que meu pau doesse cada vez que roçava na cama e ela começou a dizer que estava adorando me enrabar e se afastou e me segurou pelos ombros e eu sentia o pau quase sair e depois entrar de novo bem fundo e comecei a gozar.
Ela notou e ficou me beijando no pescoço até eu terminar eu gozo.
Quando terminei soltei meu corpo e ela foi retirando lentamente o pau do meu rabo e eu fiz um gesto para ela vir para minha frente e ela ficou em pé e pude ver que ela usava uma cinta com um pau menor do que o meu acoplado.
Ela me jogou um beijo e entrou no banheiro.
Quando ela voltou foi a minha vez e quando voltei ela estava deitada de costas com as pernas abertas e fui até o armário e apanhei o vibrador que tinha comprado e o trouxe escondido para a cama e comecei a alisar a xoxota dela que mesmo depois de lavada estava toda melada e comecei a brincar com o grelinho que estava durinho e inchado.
Depois de excitá-la bastante foi a minha vez de dizer que também tinha uma surpresa para ela e peguei o vibrador e comecei a passar na xoxota dela bem de leve.
Ela perguntou:
- O que é a surpresa?
E respondi:
- Você logo vai ver.
E comecei a enfiar um pouco mais o vibrador e pude ver como era bem mais grosso que o outro, pois a xoxota dela começou a se abrir deixando o grelo todo exposto e ela disse:
- Nossa!
E abriu mais as pernas e falei:
- Isso abre bem essas coxas gostosas que esse é um pouquinho mais grosso e maior.
E ela obedeceu e o vibrador começou a entrar lentamente e a medida que entrava ela gemia e eu perguntei:
- Está bom?
E ela quase sem voz balançou a cabeça afirmativamente.
Continuei a enfiar devagar, mas ela segurou minha mão e segurou o vibrador e disse:
- É bem grosso!
E foi enfiando até que para meu espanto sumiu todo dentro dela.
Mônica começou a rebolar como nunca tinha feito antes e começou também a gemer e pediu:
- Liga!
Quando o vibrador começou a funcionar dava para escutar o motor de tanto que vibrava e ela começou a tirar até quase sair e depois enfiava até o fim.
Senti meu pau começando a endurecer de novo e fiquei admirando ela metendo aquele pirocão na xoxota e se deliciando.
Cada vez que ela o tirava vinha todo melado com a porra dela e dava para ver a xoxota bem aberta até que numa dessas vezes ela enfiou e ficou rebolando e começou a gemer dizendo que estava gozando.
Ela tremia e rebolava até que tirou o vibrador e o jogou ainda ligado na cama e cobriu o rosto com as mãos.
Desliguei o vibrador e fui ao banheiro lavá-lo.
Quando voltei meu pau estava duro de novo e ela me olhou e disse:
- Quer comer o cuzinho?
Fiz que sim e ela ficou de quatro passei a pica na xoxota para lubrificar e coloquei na entrada do cuzinho dela comecei a empurrar.
Quando meu pau começou a entrar o senti sendo envolvido e a medida que ia entrando ele ficava ainda mais duro. Quando enfiei tudo segurei Mônica pela cintura e comecei a meter e para minha surpresa a cada metida meu pau ficava mais sensível e não demorou senti que estava no limite e comecei a gozar e não parava mais. Gozei com o pau todo enfiado e quase sem me mexer. Minhas pernas tremiam. Gozara como nunca, pois raramente em minha vida gozava duas vezes e me deixei cair na cama e agradeci a Mônica pelo imenso prazer que havia me proporcionado.
Depois de descansarmos um pouco perguntei a ela se havia gostado da surpresa e ela disse que adorou, mas que como era muito grosso ela sentia que a xoxota tinha ficado um pouco aberta depois mas que tinha sido delicioso e diferente.
Nossas trepadas continuavam maravilhosas e cada vez arrumávamos um jeito de inovar e um dia apanhei um dvd do tipo sado e o casal foi visitar um local onde havia uns shows e acabaram aceitando o convite de um stripper que os levou a um ambiente onde haviam mulheres e homens transando e duas delas estavam sentadas amarradas e uma usava uma venda nos olhos.
Dois homens, um negro e um moreno altos e fortes balançavam seus paus grandes e grossos na frente delas e de vez em quando batiam em seus rostos com os paus.
Mônica assistia a tudo com atenção até que um dos homens apanhou um vibrador parecido com o que eu tinha comprado, porém este tinha um outro pênis menor acoplado a ele que era regulável e ficava preso no pau maior por uma espécie de garra que o cara podia movimentar para frente e para trás e Mônica comentou que devia ser gostoso, pois ele ficava acoplado e roçava o grelo e como ficava acoplado ao pau maior vibrava também.
As mulheres foram fodidas de todas as maneiras possíveis e às vezes por dois homens e também com um metendo e com o vibrador enfiado nelas.
Mônica começou a se masturbar lentamente até que me mandou olhar para a xoxota para ver como o grelinho estava duro e de fato estava parecendo bem inchado e ela disse que estava bom para usar aquele maior que deixa o grelo bem de fora e logo me preparei para apanhar, mas ela disse que antes queria me fazer um carinho para aumentar ainda mais o tesão dela e começou a me beijar e depois foi descendo e começou a chupar e punhetar meu pau e começou suavemente a empurrar meu corpo e entendi que era para eu virar de bruços e ela logo começou a lamber minha bunda e em pouco tempo enfiava a língua no meu cu.
Ela parou um pouco e cochichou no meu ouvido:
- Vou comer você todinho!
Meu pau começou a inchar ainda mais e a latejar e quase não acreditei no que ouvi:
- Fica de quatro!
E bem devagar me coloquei como ela pediu e ela começou a lamber meu cu e depois começou a passar um gel e enfiou um dedo e depois senti dois dedos me penetrando e olhei para trás a vi em pé atrás de mim ajeitando algo e logo entendi que ia ser enrabado.
Mônica pediu para eu me abaixar um pouco e logo senti o pênis roçando meu cu até que ela se posicionou e senti meu cu sendo invadido e aos poucos ela foi me penetrando até que senti que o pênis estava todo dentro de mim.
Mônica veio por cima de mim e me segurou por baixo dos ombros e ficou literalmente montada em mim e começou a meter.
Ela começou a falar umas coisas como a dizer que eu era o tesão dela e que estava adorando meu cu e que agora ela era meu macho e que iria gozar no meu rabo e me comeu bastante e disse que agora era a minha vez e tirou pau do meu rabo e tirou a cinta e ficou de quatro.
Eu sentia meu cu aberto e ardendo, mas meu pau latejava de tão duro e depois de esfregar na xoxota dela passei um pouco de gel nele e o posicionei no cu dela e logo comecei a empurrar.
Não demorou meu pau começou a deslizar para dentro do cu dela e assim que senti que estava todo dentro comecei a meter com força. No filme os caras a medida que metiam davam tapas nas mulheres, nos rostos, nos peitos e nas nádegas e para minha surpresa Mônica pediu que eu fizesse como o cara e dei um tapa em cada nádega dela que gemeu e pediu para eu bater forte e assim o fiz.
A bunda dela ficou vermelha e senti um tesão enorme com isso e ela continuava pedindo que batesse e metesse forte meti com força enquanto dava tapas na bunda dela que agora apareciam traços de sangue e gozei profundamente.
Mônica se deitou quase imediatamente de costas e pediu que a fodesse com o vibrador maior e passei bastante gel nele e comecei a penetrá-la e aos poucos fui enterrando o vibrador nela que se rebolava para facilitar a penetração.
Ela segurou o pau e começou a meter com ele e fiquei assistindo ela rebolar com o pau todo enterrado na xoxota.
Dali a pouco tempo ela começou a gemer alto e começou a tirar o pau e a meter de novo enquanto se rebolava até que gemeu alto e disse que estava gozando.
Ela ainda ficou com o pau enfiado um tempão até começar a tirar.
Ela cobriu o rosto com o travesseiro e ficou ainda gemendo dizendo que o grelo dela ainda se mexia e de fato a xoxota dela fazia umas contrações.
A partir daí, ficamos adeptos dessa nova forma de transar e der vez em quando ela quando está no auge da excitação começa a alisar minha bunda e diz que ela é dela e começa a me lubrificar e diz que quer ser meu homem e comer meu cuzinho e me penetra com o pênis. Uma vez ela colocou a cinta e me pediu para chupar o pênis dela que ela queria ficar me olhando enquanto chupava e atendi o desejo dela.
Eu a como de todas as formas e de todos os jeitos também e ela atende a todos os meus caprichos.
Um dia enquanto assistíamos a um dvd em que a mulher era duplamente fodida, tomei coragem e perguntei a ela se ela não achava que devia ser gostoso ser fodida assim e ela pensou um pouco e disse que talvez fosse e senti tesão em pensar nisso.
Um dia comprei uma revista masculina e li um anuncio de uma boate onde acontecem shows variados com strippers e até com sexo ao vivo e mostrei a ela e perguntei se não gostaria de ir e ela disse que se eu quisesse tudo bem e comprei entradas para uma sexta feira.
Quando nos aprontávamos para sair, Mônica disse que tinha passado o dia pensando nisso e que estava muito acesa e logo entendi.
Chegamos na boate as 21:00 hs. O ambiente era bonito com um palco e mesas dispostas ao redor com uns bancos laterais largos e acolchoados próximos as mesas.
Tomamos uns drinques e ficamos mais a vontade. O show começou as 22:00hs e restavam poucas mesas vazias.
Os strippers eram fortes e tinham o corpo bem definido as custas de muita ginástica e usavam minúsculas sungas.
Depois de dançarem por uns 15min, começaram a tirar as sungas e revelaram enormes picas que balançavam ao som das musicas. Mônica puxou meu braço e disse:
- O pau daquele cara é enorme!
De fato o pau do cara era bem grande e igualmente grosso e quando terminou a música eles passaram ao nosso lado e deu para ver bem de perto todos eles e de fato tinham paus enormes e duros.
Estávamos conversando quando vimos um movimento ao nosso lado. Era um casal que se sentou em um dos bancos e começava a se alisar e aos poucos foram tirando a roupa até que ela ficou de calcinhas e ele de sunga e dava para ver o enorme volume do pau do cara.
Ficaram se alisando até que ele começou a chupar os seios da mulher e depois começou a tirar a calcinha dela deixando-a inteiramente nua.
Depois foi a vez dela tirar a sunga dele e revelou um pau bem grosso e duro.
Cenas parecidas com essa aconteciam em outro bancos e olhávamos ora para um ora para outro mas nos fixamos no que estava próximo a nós que agora se preparavam para trepar e a mulher aos poucos foi se ajeitando sobre o cara e segurou o pau dele e colocou na xoxota dela e foi descendo sobre o cara e vimos o pau dele sumir dentro dela. Meu pau também estava duro e tive que ajeitá-lo. A mulher agora subia e descia no pau do cara e dava para ver a xoxota dela toda aberta, pois ela estava deitada sobre ele.
Mônica nem piscava e imaginava como estaria a xoxota dela e as demais que ali estavam.
Depois de meter bastante o cara parecia que ia gozar e de fato começou a gemer até que a mulher ficou deitada imóvel sobre ele e depois foi saindo de cima dele lentamente e vimos escorrer uma quantidade enorme de porra quando ela levantou.
Todos aplaudiram e depois entraram uns caras todos de branco e retiraram os bancos.
Meu pau estava muito duro e sentia escorrer aquele líquido que precede a foda.
Aproximei-me de Mônica e perguntei:
- Como está a minha xoxota, molhadinha?
E ela fez que sim com a cabeça. Minha vontade era de meter ali mesmo.
Achamos que o show tinha terminado, mas as luzes ficaram novamente fracas e entraram vários caras que foram se sentando em cadeiras vazias que estavam nas mesas. Como todos vestiam roupas iguais, calça branca e camiseta sem mangas deduzimos que eram do show.
De repente vimos um cara se aproximar e puxar uma cadeira da nossa mesa e reconheci logo, pois era o cara que Mônica havia falado que tinha pau grande.
Ele se sentou e colocou um papel a nossa frente que dizia: Caso concordem, podemos continuar o show e nos entregou duas fichas, sendo uma verde e outra vermelha e apanhei a verde e ele sorriu e entregou para um cara que logo trouxe uma espécie de tapume e colocou ao lado da nossa mesa e ela ficou indevassável. Olhei em volta e vários outros estavam sendo colocados.
Começou a tocar uma musica sensual e o cara colocou uma espécie de bacia sobre a mesa e começou a tirar a camiseta bem devagar e assim que terminou a jogou sobre uma cadeira e passou a tirar o cinto e ficou em pé esperando e como Mônica ficou parada, ele segurou a mão dela e colocou na calça e começou a empurrá-la para baixo até que a calça caiu no chão.
Ele estava usando uma minúscula sunga transparente que deixava o pau todo a mostra e parecia ainda maior agora.
Novamente ele segurou a mão de Mônica e desta vez a colocou no pau dele. Ela me olhou meio assustada e sorri, então ela deixou a mão parada, mas o cara a segurou e colocou na cintura e começou a tirar a sunga e colocou a mão dela no lado que estava mais baixo e ela entendeu e começou a abaixar a sunga dele e quando chegou no pau ela parou e ele segurou novamente a mão dela e a forçou para baixo.
O enorme pau do cara começou a ficar de fora e quando a sunga finalmente desceu, o pau dele deu um pulo e ficou ereto a nossa frente.
Era um pau enorme, grosso com uma glande brilhante e com veias por toda extensão.
Mônica não tirava os olhos dele e o homem rapidamente segurou a mão dela e colocou no pau dele e ficou segurando e começou a fazer com que ela tocasse uma lenta punheta nele.
Meu pau agora saltava dentro da calça vendo aquela cena. Minha mulher estava punhetando um pau enorme na minha frente.
À medida que ela fazia os movimentos o pau aumentava ainda mais até que de repente ele segurou a mão dela e tirou do pau dele que agora dava uns saltos e colocou as duas mãos para trás e fechou os olhos.
Achei estranho e fiquei olhando para o cara que parecia bem concentrado e olhei para o pau dele que estava duro como uma estaca e de repente o cara começou retesar os músculos e para nosso espanto começou a gozar.
O primeiro jato de esperma atingiu a bacia em cheio e depois vieram outros. Foi uma cena incrível, pois o cara estava gozando sem tocar no pau, e gozou bastante.
Aos poucos ele foi relaxando, mas o pau ainda continuava duro e com um filete de esperma pendurado.
Ele sorriu para nós e começou a se vestir. Fiquei impressionado com o que tinha acabado de ver.
Meu pau doía de tanto tesão.
Mônica disse que ia ao banheiro e assim que se afastou uma moça usando um crachá da boate se aproximou e perguntou se tínhamos gostado do show e eu disse que tinha sido ótimo e ela falou que teriam outros e que iam ficando mais quentes a medida que o tempo passava e que se quiséssemos ficar, outras opções de fichas seriam apresentadas e perguntei que tipo de show viriam e ela disse que não poderia revelar pois a surpresa faz parte da festa e eu disse que iria aguardar minha mulher que tinha ido ao banheiro e ela disse que voltaria.
Assim que Mônica chegou expliquei o que tinha acabado de ouvir e ela disse que não sabia o que dizer e que dependia de mim e fiquei numa encruzilhada, mas estava louco para descobrir o que viria e disse a ela que ficaria e ela disse que tudo bem.
Não demorou, a moça voltou e quando disse que ficaríamos, ela nos apresentou um papel que dizia: Você irá assistir ao que há de mais erótico e inclui sexo. Caso concorde em ficar apanhe a ficha rosa e entregue a moça a sua frente.
Não pensei muito e entreguei a tal ficha a ela.
Pouco tempo depois às luzes ficaram mais fracas e apareceram dois homens que colocaram mais duas divisórias em volta de nossa mesa e de um sofá e ficamos ilhados.
Apareceu uma mulher com um corpo escultural usando apenas uma tanga e se aproximou de Mônica e segurou seu rosto e começou a esfregar os seios que estavam com os bicos parecendo uma chupeta de tão duros no rosto dela e colocou um deles na boca de Mônica que parecia não saber o que fazer.
A mulher começou a pressionar o seio contra a boca de Mônica e ela abriu um pouco os lábios e a mulher ficou esfregando os bicos dos seios no rosto e boca de Mônica que já aparentava estar com muito tesão. Ela começou a alisar os seios de Mônica que logo segurou suas mãos, mas a mulher retirou sua mão e continuou alisando e desta vez ela permitiu e os seios de Mônica logo endureceram e começaram a marcar a blusa.
A mulher segurou novamente o rosto de Mônica e se afastou e veio em minha direção e para meu espanto começou a fazer o mesmo comigo. Os seios dela eram muito duros e achei que eram de silicone, mas depois pude atestar que não.
Eu fiquei meio sem jeito, pois Mônica apenas olhava até que deu um sorriso e me acalmei.
Dois homens usando apenas calças brancas se aproximaram e um deles se sentou enquanto o outro foi se aproximando lentamente de Mônica e segurou-a pela mão fazendo com que se levantasse.
O cara era bonito e forte e senti logo uma ponta de ciúmes, mas o pior ainda estava por vir.
O cara segurou as mãos dela e fez com que ela alisasse seu tórax e barriga que eram esculpidos em academia e aos poucos foi abaixando as mãos dela até que tocaram no pau dele.
Nesse momento a mulher começou a alisar meu pau e fiquei confuso, pois o tesão era enorme, mas o ciúme também e eu estava com medo do que poderia vir e nesse meio tempo chegaram dois drinques que logo comecei a tomar.
Olhei para Mônica e vi que ela passava a mão no pau do cara que fazia um grande volume e meu coração deu um salto quando ele começou a desabotoar a calça que foi descendo até deixar a sunga à mostra.
A mulher agora começou a desabotoar a minha calça e como estava puto, pois Mônica estava concordando com a sacanagem ajudei levantando o corpo e arriei minhas calças até os joelhos.
A mulher colocou a mão por baixo da minha cueca e tocou meu pau e começou a passar o dedo na glande que estava toda melada e comecei a me segurar para não gozar.
Eu já estava arrependido em ter aceitado continuar a ver o show, mas agora era tarde e vi quando o cara começou a tirar a sunga e virei o rosto.
Levei um susto quando a mulher se abaixou e colocou meu pau na boca e começou a mamar bem devagar. Ela sugava às vezes a glande e isso fez com que eu me retesasse todo.
Resolvi olhar com o canto do olho exatamente no momento que Mônica começava a chupar o pau do cara que era bem grosso que mal cabia em sua na boca.
Nisso o cara que estava sentado ficou em pé e começou a tirar a calça e rapidamente ficou nu com um pau também grande bem duro.
Minha cabeça estava a mil, pois o cara começava a despir Mônica e a mulher agora chupava e punhetava meu pau que nunca esteve tão duro.
A calça de Mônica já estava no meio das coxas e o cara começou a puxar a calcinha dela que logo foram caindo e quando o cara olhou para a bunda grande e arrebitada dela enfiou o rosto por entre as nádegas e a agarrou pela cintura.
Mônica estava se revelando uma puta, pois começou a mexer os quadris enquanto chupava o outro cara.
A mulher parou de chupar meu pau e começou a se posicionar para sentar no meu pau e segurou meu pau e senti que estava ajeitando no cu, pois estava muito apertado, mas ela começou a mexer a bunda e senti meu pau entrando apertado no rabo dela.
Olhei para Mônica e meu coração disparou, pois um cara estava sentado e ela começava a se ajeitar sobre ele e o outro segurava o pau e veio por trás dela. Ela ia ser duplamente penetrada e eu não sabia o que fazer.
Agora meu pau estava todo enterrado no rabo da mulher que se mexia bem devagar subindo e descendo. Ela tinha um cu quente e apertado.
Olhei de novo para Mônica e vi quando o cara de trás começava a fazer os movimentos de vai e vem e não tive mais dúvidas. Os dois estavam metendo nela que parecia estar gostando, pois apenas gemia, mas mexia os quadris.
Resolvi segurar a mulher pela cintura e comecei a meter com força estimulado pela visão da minha mulher sendo fodida por dois homens na minha frente.
Senti meu pau inchando dentro do cu da mulher e senti que não ia demorar para gozar e nisso ouvi os gemidos do cara que estava fodendo o rabo da minha mulher.
O cara começou a dar tapas na bunda de Mônica que agora gemia mais alto.
Ao mesmo tempo a mulher passou a rebolar no meu pau com mais força e comecei a gozar e ela subia e descia ao mesmo tempo e eu não conseguia pensar mais em nada.
Ainda ouvia os gemidos de Mônica e olhei para ela justamente no momento em que o cara retirava o pau do cu dela que estava aberto com um monte de porra escorrendo.
A mulher foi saindo de cima de mim lentamente deixando o meu pau todo melado e pulsando.
Olhei para minha mulher que estava deitada no sofá e sentei ao seu lado e ela segurou minha mão e começou a chorar.
Deixei ela chorar um pouco e depois ela começou a falar dizendo que as coisas foram acontecendo e que realmente estava muito excitada, mas que nunca tinha pensado em trepar com outra pessoa e ainda mais com dois ao mesmo tempo e eu para consolara disse que também tinha transado sem pensar, mas que enfim já acontecera e que não iria deixar de gostar dela mesmo e ela disse o mesmo e nos vestimos e logo depois fomos embora.
Chegamos em casa e tomamos um bom banho e fomos dormir.
Uns dois meses depois, quando estávamos nos preparando para dar uma trepada, esperei Mônica ficar bem excitada e comecei a puxar assunto do show e falei que quando assisti ela transando com os dois caras fiquei puto e com ciúmes mas apesar disso, meu pau ficou muito duro e meu coração disparou e ela disse que sentiu o mesmo quando me viu metendo com a mulher e perguntei o que ela sentia quando pensava nisso e enquanto falava esfregava o grelinho dela que já estava num grau de excitação grande e ela depois de ficar um pouco calada disse que ficava excitada.
Ao ouvir isso meu pau que já estava duro, começou a doer de tanto tesão e continuei falando sobre o assunto e perguntei se ela faria de novo e ela disse que achava que não porque ficou com drama de consciência além de ter ficado toda ardida.
Apanhei o vibrador maior que ela me pede para usar quando está muito excitada e comecei a passar na xoxota e ela logo abriu bem as pernas e comecei e enfiar bem devagar, mas quando estava quase no meio ela segurou minha mão e o enterrou todo a medida que suspirava.
Comecei a meter com ele e um pouco depois ela pediu para eu comer o cuzinho dela com o vibrador e ficou de quatro. Passei bastante gel no pau e no cuzinho dela e comecei a meter bem devagar, pois estava muito apertado por causa do vibrador e quando consegui enfiar o pau todo ela ligou o vibrador e a sensação que passei a sentir foi muito boa.
Enquanto metia ela falou:
- Pronto estou sendo duplamente fodida!
E perguntei:
- Está gostoso?
E ela respondeu que estava ótimo.
A vibração no meu pau estava me dando um tesão enorme e falei que não ia demorar para gozar e ela falou que também e em pouco tempo senti meu pau dilatando e ao mesmo tempo ela começou a tremer e a rebolar e disse que estava gozando e tive que agarrá-la pela cintura para que o pau não saísse do rabo dela e explodi num gozo incrível .
Passamos a incluir essa modalidade nas nossas trepadas e de vez em quando eu enrabo Mônica com o vibrador na xoxota e gozamos muito.

7:11 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Nathali diz:
Qual seu nome lá?.. ; )
lindemberg diz:
to sem entrei no de um amigo
lindemberg diz:

lindemberg diz:
vc e linda
lindemberg diz:

Nathali diz:
Ok... estou saindo.. pois tenho um trabalho a fazer.. quando quiser, me peça permissão pelo orkut e então nos conheceremos melhor..
Um beijo... *apressada*... fui!

8:13 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Era um sábado à noite em Salvador, tava curtindo uma garrafa de vinho barato na varanda de minha casa vazia...
2 horas e 2 garrafas de vinho depois, isso já pelas 03:30 da madrugada, eu vejo surgir no final da rua uma silhueta feminina rebolando sensualmente com uma bolsa na mão...
cabelos soltos na altura dos ombros, negros como a noite que a envolvia, usava uma micro-saia de couro marron, e uma blusa com cadarso na frente como se fosse um corpete daqueles dos tempos da vovó que teimavam em sufocar um par de seios loucos pra pular pra fora, porém não escondia uma barriga perfeita com pelinhos que segundo minha imaginação desciam até onde mora o tezão.
A medida que ela se aproximava, eu ia notando mais detalhes, pele morena, coxas grossas, alta, 1,75m no mínimo, quadris largos o que denunciavam uma bunda empinada e nada pequena.
Percebi lindos olhos verdes, e pra minha surpresa eu conhecia aquela escultura viva!! Era minha doce e casada vizinha! No dia anterior eu escutei de casa a briga dela com seu marido que culminou com a saída dele de casa, mas o que teria acontecido de tão grave pra que aquela mulher tão respeitável estivesse literalmente vestida como uma prostituta, e cheirando a álcool como naquele momento?
Bom, isso ela mesmo me respondeu com uma voz balbuciante de quem já havia tomado umas 8 doses de wisky:
- Marcos, aquele desgraçado disse pra mim que eu não desperto interesse nos homens... ao que respondi:
- Isso passa, foi só uma briga de casal...
- só uma briga? Então vc vai querer me convencer que isso é motivo pra que ele me deixe sem sexo por 3 meses ?
Quando houvi isso, meu sangue gelou... aquilo soou nos meus ouvidos como um convite pra uma noite de sexo, já reparava aquela minha vizinha a algum tempo, mas nunca havia visto ela usando roupas tão reveladoras, nesse momento ela já estava dentro da varanda da minha casa, de frente pra mim, encostada com um pé na parede, eu tava sentado na escada e aquela posição dela revelava suas coxas com pelos loirinhos, e de tão pequenina a saia quase me dava uma visão de sua calcinha, nesse momento,meu pau estava duro e podia sentir minha cueca começando a se melar...
A partir daí pensei: porque não tirar proveito daquela situação, uma vez que ela se mostrava louca pra extravazar o tesão que a enchia e eu pra realizar meu grande fetiche por mulheres casadas, e de quebra, me vingar da minha namorada que havia brigado comigo sem um bom motivo.
Resolvi pôr meu plano em prática... fiz com que ela se acomodasse ao meu lado na escada e ofereci vinho pra ela, bêbada como ela estava, foi fácil deixa-la bem a vontade e passou a se abrir, rir e contar mais da sua vida... tratei de dirigir logo o papo pro lado do sexo e ela deixou claro que desde que casou, vivia de papai-e-mamãe com seu marido, mais surpreso ainda fiquei quando ela me confidenciou que seu marido a chamou de puta quando ela tentou fazer sexo oral nele, e que daquele dia em diante ela não sabia o que era o gosto de uma pica na boca, e tava muito infeliz, pq ela adorava sexo e sexo oral pra ela é o que mais a excita!! Fiquei louco com aquilo tudo, já que adoro sexo oral tanto quanto ela, tratei de deixa-la a par disso... ela rindo muito, me olhou de cima a baixo e me falou com a voz mais sensual que já ouvi: - isso é um convite?, já não agüentando mais aquela situação respondi: -não, isso é uma ordem!
Então ela me olhou fundo nos olhos, largou o copo que segurava e passou a acariciar e apertar meu pau por cima da bermuda, fechei os olhos e respirei fundo, enquanto ela falava que queria me ver todo nu pra saber o quanto eu era gostoso (palavras dela... efeito do álcool hehehe!)
Levantei e tirei a camisa, sou moreno claro, tenho 1,83m de altura, peso 82kg, tenho cabelos e olhos castanhos, frequento academia, por isso tenho um corpo forte, tenho 26 anos e ela me revelou que tava fazendo 29 naquela noite, meu pau mede uns 18cm, eu acho, nada descomunal como os de alguns contos que li nesse site, mas é bem grosso, minha namorada vive reclamando disso!
Sugeri que fossemos pra dentro de casa e ela aceitou entrando na frente... tranquei a casa, me certificando que ninguém havia nos visto entrar, ela sentou no sofá, e me puxou pra ficar em pé de frente pra ela... abriu minha bermuda, abaixou até o pé, e ficou apertando meu pau e falando coisas que só ela entendia... meu tezão era tamanho que a cabeça do meu pau tava saindo da cueca por cima, ela ficou passando o polegar na abertura e espalhando o melado que escorria dele, e perguntou com voz de menina dengosa: - Marcos, deixa eu matar meu desejo? Quero muito esse pau na minha boca!! Não respondi, apenas segurei sua cabeça e tentei meter em sua boca, ela não deixou, primeiro tirou minha cueca, me deixando todo nu, surgiu um pau duro e melado na frente dela, ficando a poucos centímetros dos seu rosto, em seguida ela passou a lamber minhas coxas de baixo pra cima metendo a lingua entre minhas verilhas até que colocou minhas bolas na boca... nossa!! Que delícia!! O calor daquela boquinha pequena e molhada engolindo meu saco quase me fez gozar, meu pau pulsava e meus quadris faziam movimentos inconscientes de vai-e-vem como se já fudesse sua buceta. Ficou assim um bom tempo, e depois seguiu lambendo do saco até a cabecinha, engolindo por completo, chupou, chupou, chupou e tirou da boca deixando um fio de baba da ponta de sua língua até a cabeça do pau, e falando que tava louca de saudades daquele gostinho segundo ela: (gosto de macho) que a enlouquecia nos seus sonhos eróticos. Segurei sua cabeça e passei a bombar e fuder sua boca feito louco, ela segurou o pau com uma mão e sugar com muita força! Me sentia metendo numa buceta virgem tamanha era a pressão q meu apu sofria daquela boca gulosa... 2 minutos nesse movimento e um jato de porra grossa enchia sua boca, eu tava gozando! Meus olhos reviraram, minhas pernas enrrigeceram, tentei tirar meu pau de dentro pra gozar o que faltava no seu rosto, mas pra minha surpresa, ela fez algo que nenhuma outra mulher fez antes: ela engoliu meu pau até o talo fez ele sumir todinho dentro da boca encostando os lábios nos meus pelos pubianos, sentia a cabeça do pau descer e encostar na sua garganta, segurou minha bunda com as duas mãos não permitindo tirar meu pau de dentro de sua boca!! Sinceramente, eu nunca gozei como naquele momento e talvez jamais volte a gozar de novo!! Cheguei a gritar de tanto tesão, e meus movimentos de estocadas fortes foram diminuindo, diminuindo, e quando parei, ela foi tirando o pau de dentro da boca e lambendo como se quisesse prosseguir uma nova chupada, caí deitado no sofá com as pernas duras quase dando câimbras, e ela rindo me disse: - Você acha que depois de tanto desejar um pau na boca, eu perderia um leitinho tão gostoso? Gargalhou, bêbada, e me pediu cerveja, prontamente trouxe as cervejas e depois de uns 25minutos já tínhamos tomado quatro latas cada um e eu fui ao banheiro, quando voltei ela tava dormindo deitada no sofá, sua saia havia subido revelando um volume enorme embaixo da bela calcinha rendada, dourada e de lacinho que ela usava , meu pau voltou a ficar duro, me aproximei e aquele cheiro de cerveja que exala dela me deixou muito mais louco, passei a acariciar sua xota por cima da calcinha e vi que aquele volume todo era de uma buceta carnuda de pelos ralos, lisinhos e bem aparados, com lábios grandes e pela calcinha encharcada pude comprovar o tezao q ela sentiu quando me chupava... me coloquei sobre ela e passei a desamarrar o cadarso de sua blusa, até ver surgir um belo par de seios com marcas de biquine branquinhas contrastando com sua pele morena , os bicos eram lindos e tavam durinhos como facas afiadas, não resisti e resolvi chupar ! chupei, chupei, chupei muito, e vi os bicos duros cada vez mais duros... livrei seu corpo totalmente da blusa e desci chupando tudo no caminha da xotinha até chegar no umbigo, me concentrei ali, metendo a língua e fazendo movimentos circulares, esperando q ela acordasse e compartilhasse do tezao que era só meu! Mas o único sinal de vida que ela me mandava eram arrepios pelo corpo...
Resolvi descer até a xaninha alagada dela, levantei mais sua saia e passei a morder e lamber sua buceta por cima da calcinha, aquele cheirinho de buceta melada me enloquece, puxei a calcinha de lado e um fio de baba da buceta foi junto com a calcinha... louco de tesão, caí de boca e chupei e lambi o quanto pude... pentrava minha língua fundo na xota e sentia as contrações na minha língua, e o gosto delicioso daquela bucetinha apertadinha... chupava os lábios da buceta com força e sentia o clitóris enrrigecer-se na minha boca, nesse momento o corpo dela se contorcia e ela erguia os quadris como se quisesse ser penetrada pela língua... com o pau já muito duro , resolvi ir mais mundo naquela delicia que tava babando de tesão!, dormindo como estava, aquele mulherão tava muito pesado... me ajeitei no sofá, pus suas pernas nos meus ombros e vi meu pau se enterrando e sumindo naquela buceta ... o barulho de melado que fazia me deixava pirado, tava adorando fuder aquela mulher maravilhosa enquanto ela dormia!! Dava um ar de estupro, já não queria que ela acordasse, passei a bombar com grande velocidade, como um cachorro quando trepa numa cadela... o suor escorria, seus seios balançavam, o barulhinho de melado, eu chegava a tirar e botar o pau inteirinho dentro dela, metia com muita vontade e até com uma certa violência... aí ouvi ela sussurrar baixinho: - to gozandoooooo! Vi seu corpo se arrepiar e sua buceta contrair com força meu pau, o tesão era imenso pra eu parar naquele momento! GOZEI!!! Gozei muito, e com muita força!! Gozei vendo ela morder os lábios e chupar a propria língua!! Gozei em espasmos fortes, longos, gozei tudo dentro dela!! Bem no fundo daquela xota! Meus quadris prosseguiam bombando inconscientes depois de tanto gozo, a cebeça da pica doía... eu caí sobre ela exausto e molhado de suor, sentir seus braços me enlaçando e seus bicos dos peitos ainda duros contra os meus...
Adormecemos assim...

No domingo pela manhã fui despertado por ela (Ana) repetindo a chupada que ela havia feito horas atrás.
Aí tive a certeza que apesar de ela estar bêbada, estava muito consciente do que fizera!!
Desejei pra ela um bom dia, mas ela me interrompeu dizendo: - cala a boca! , o único som que quero ouvir de sua boca são seus gemidos!! Nossa ! que tesão me bateu!! Dessa vez eu não me deixou gozar!! Tirou o resto da roupa, e ficou ajoelhada no sofá com o rosto pra parede e a bunda bem empinada, e me puxou pra me posicionar atrás dela, quando tava posicionando pra enterrar de novo naquela xota, pra minha surpresa, ela pegou meu pau começou a pincelar o buraquinho do cu! Imaginei: ora!! Se o marido não deixava ela nem chupar um pau, seguramente aquele cuzinho nunca tinha vista uma pica!
Voltei com força a enterrar na xota, fazendo ela e conseqüentemente me melar junto, baixei e chupei com tesão aquele cuzinho, tentava penetra-lo com a língua, mas era muito apertado pra isso... levantei e atendi seus pedidos pra que eu fizesse dela mulher. Comecei a forçar mas a cabeça grande do meu pau dificultava, aí falei pra ela parar de tentar sugar meu pau com o cu e fazer o contrario, tentar expelir!! Ai sim senti a cabeça enterrando dilatando aquele cu... o corpo dela tremia e ela me xingava de desgraçado e que eu tava rasgando ela em duas bandas...
Mas finalmente e pau entro até a metade e comecei a movimentar num vai e vem e cada vez mais lubrificado, a dor que ela e que também eu sentíamos passou a ser prazer, só prazer!! Segurei seus peitinhos e passei a bombar com força e rapidez e ela pedindo pra q eu gozasse q ela não tava agüentando de dor!! Via sangue no meu pau e resolvi parar!! Ela se voltou pra mim e disse:
- se vc parar agora eu mato vc!! Me fode porra!! Rasga meu cuzinhooooooo!!!
Ouvindo isso, eu enterrei o Maximo quepude e comecei a gozar com estocadas fortes, gozei muito!! Ficamos grudados como cachorros depois da trepada..., algum tempo depois fui tirando o pau de dentro e vi escorrer porra e sangue entre suas pernas... eu sentei no sofá e ela entre minhas pernas... ficamos abraçados um tempo... com versamos um pouco e depois fomos tomar banho...
Depois que ela se vestiu, veio até mim pra se despedir e só aí ela veio e me beijou!!
Saiu em seguida, a rua tava deserta, fiquei na varanda olhando ela entrar em casa, e nesse momento percebi feliz da vida que não havia sido só mais uma trepada, eu havia ganho uma amante!!

Isso aconteceu na semana passada, e até agora to esperando uma nova oportunidade de te-la de novo !!!

Espero que gostem e mandem suas opnioes!!

6:57 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Era um sábado à noite em Salvador, tava curtindo uma garrafa de vinho barato na varanda de minha casa vazia...
2 horas e 2 garrafas de vinho depois, isso já pelas 03:30 da madrugada, eu vejo surgir no final da rua uma silhueta feminina rebolando sensualmente com uma bolsa na mão...
cabelos soltos na altura dos ombros, negros como a noite que a envolvia, usava uma micro-saia de couro marron, e uma blusa com cadarso na frente como se fosse um corpete daqueles dos tempos da vovó que teimavam em sufocar um par de seios loucos pra pular pra fora, porém não escondia uma barriga perfeita com pelinhos que segundo minha imaginação desciam até onde mora o tezão.
A medida que ela se aproximava, eu ia notando mais detalhes, pele morena, coxas grossas, alta, 1,75m no mínimo, quadris largos o que denunciavam uma bunda empinada e nada pequena.
Percebi lindos olhos verdes, e pra minha surpresa eu conhecia aquela escultura viva!! Era minha doce e casada vizinha! No dia anterior eu escutei de casa a briga dela com seu marido que culminou com a saída dele de casa, mas o que teria acontecido de tão grave pra que aquela mulher tão respeitável estivesse literalmente vestida como uma prostituta, e cheirando a álcool como naquele momento?
Bom, isso ela mesmo me respondeu com uma voz balbuciante de quem já havia tomado umas 8 doses de wisky:
- Marcos, aquele desgraçado disse pra mim que eu não desperto interesse nos homens... ao que respondi:
- Isso passa, foi só uma briga de casal...
- só uma briga? Então vc vai querer me convencer que isso é motivo pra que ele me deixe sem sexo por 3 meses ?
Quando houvi isso, meu sangue gelou... aquilo soou nos meus ouvidos como um convite pra uma noite de sexo, já reparava aquela minha vizinha a algum tempo, mas nunca havia visto ela usando roupas tão reveladoras, nesse momento ela já estava dentro da varanda da minha casa, de frente pra mim, encostada com um pé na parede, eu tava sentado na escada e aquela posição dela revelava suas coxas com pelos loirinhos, e de tão pequenina a saia quase me dava uma visão de sua calcinha, nesse momento,meu pau estava duro e podia sentir minha cueca começando a se melar...
A partir daí pensei: porque não tirar proveito daquela situação, uma vez que ela se mostrava louca pra extravazar o tesão que a enchia e eu pra realizar meu grande fetiche por mulheres casadas, e de quebra, me vingar da minha namorada que havia brigado comigo sem um bom motivo.
Resolvi pôr meu plano em prática... fiz com que ela se acomodasse ao meu lado na escada e ofereci vinho pra ela, bêbada como ela estava, foi fácil deixa-la bem a vontade e passou a se abrir, rir e contar mais da sua vida... tratei de dirigir logo o papo pro lado do sexo e ela deixou claro que desde que casou, vivia de papai-e-mamãe com seu marido, mais surpreso ainda fiquei quando ela me confidenciou que seu marido a chamou de puta quando ela tentou fazer sexo oral nele, e que daquele dia em diante ela não sabia o que era o gosto de uma pica na boca, e tava muito infeliz, pq ela adorava sexo e sexo oral pra ela é o que mais a excita!! Fiquei louco com aquilo tudo, já que adoro sexo oral tanto quanto ela, tratei de deixa-la a par disso... ela rindo muito, me olhou de cima a baixo e me falou com a voz mais sensual que já ouvi: - isso é um convite?, já não agüentando mais aquela situação respondi: -não, isso é uma ordem!
Então ela me olhou fundo nos olhos, largou o copo que segurava e passou a acariciar e apertar meu pau por cima da bermuda, fechei os olhos e respirei fundo, enquanto ela falava que queria me ver todo nu pra saber o quanto eu era gostoso (palavras dela... efeito do álcool hehehe!)
Levantei e tirei a camisa, sou moreno claro, tenho 1,83m de altura, peso 82kg, tenho cabelos e olhos castanhos, frequento academia, por isso tenho um corpo forte, tenho 26 anos e ela me revelou que tava fazendo 29 naquela noite, meu pau mede uns 18cm, eu acho, nada descomunal como os de alguns contos que li nesse site, mas é bem grosso, minha namorada vive reclamando disso!
Sugeri que fossemos pra dentro de casa e ela aceitou entrando na frente... tranquei a casa, me certificando que ninguém havia nos visto entrar, ela sentou no sofá, e me puxou pra ficar em pé de frente pra ela... abriu minha bermuda, abaixou até o pé, e ficou apertando meu pau e falando coisas que só ela entendia... meu tezão era tamanho que a cabeça do meu pau tava saindo da cueca por cima, ela ficou passando o polegar na abertura e espalhando o melado que escorria dele, e perguntou com voz de menina dengosa: - Marcos, deixa eu matar meu desejo? Quero muito esse pau na minha boca!! Não respondi, apenas segurei sua cabeça e tentei meter em sua boca, ela não deixou, primeiro tirou minha cueca, me deixando todo nu, surgiu um pau duro e melado na frente dela, ficando a poucos centímetros dos seu rosto, em seguida ela passou a lamber minhas coxas de baixo pra cima metendo a lingua entre minhas verilhas até que colocou minhas bolas na boca... nossa!! Que delícia!! O calor daquela boquinha pequena e molhada engolindo meu saco quase me fez gozar, meu pau pulsava e meus quadris faziam movimentos inconscientes de vai-e-vem como se já fudesse sua buceta. Ficou assim um bom tempo, e depois seguiu lambendo do saco até a cabecinha, engolindo por completo, chupou, chupou, chupou e tirou da boca deixando um fio de baba da ponta de sua língua até a cabeça do pau, e falando que tava louca de saudades daquele gostinho segundo ela: (gosto de macho) que a enlouquecia nos seus sonhos eróticos. Segurei sua cabeça e passei a bombar e fuder sua boca feito louco, ela segurou o pau com uma mão e sugar com muita força! Me sentia metendo numa buceta virgem tamanha era a pressão q meu apu sofria daquela boca gulosa... 2 minutos nesse movimento e um jato de porra grossa enchia sua boca, eu tava gozando! Meus olhos reviraram, minhas pernas enrrigeceram, tentei tirar meu pau de dentro pra gozar o que faltava no seu rosto, mas pra minha surpresa, ela fez algo que nenhuma outra mulher fez antes: ela engoliu meu pau até o talo fez ele sumir todinho dentro da boca encostando os lábios nos meus pelos pubianos, sentia a cabeça do pau descer e encostar na sua garganta, segurou minha bunda com as duas mãos não permitindo tirar meu pau de dentro de sua boca!! Sinceramente, eu nunca gozei como naquele momento e talvez jamais volte a gozar de novo!! Cheguei a gritar de tanto tesão, e meus movimentos de estocadas fortes foram diminuindo, diminuindo, e quando parei, ela foi tirando o pau de dentro da boca e lambendo como se quisesse prosseguir uma nova chupada, caí deitado no sofá com as pernas duras quase dando câimbras, e ela rindo me disse: - Você acha que depois de tanto desejar um pau na boca, eu perderia um leitinho tão gostoso? Gargalhou, bêbada, e me pediu cerveja, prontamente trouxe as cervejas e depois de uns 25minutos já tínhamos tomado quatro latas cada um e eu fui ao banheiro, quando voltei ela tava dormindo deitada no sofá, sua saia havia subido revelando um volume enorme embaixo da bela calcinha rendada, dourada e de lacinho que ela usava , meu pau voltou a ficar duro, me aproximei e aquele cheiro de cerveja que exala dela me deixou muito mais louco, passei a acariciar sua xota por cima da calcinha e vi que aquele volume todo era de uma buceta carnuda de pelos ralos, lisinhos e bem aparados, com lábios grandes e pela calcinha encharcada pude comprovar o tezao q ela sentiu quando me chupava... me coloquei sobre ela e passei a desamarrar o cadarso de sua blusa, até ver surgir um belo par de seios com marcas de biquine branquinhas contrastando com sua pele morena , os bicos eram lindos e tavam durinhos como facas afiadas, não resisti e resolvi chupar ! chupei, chupei, chupei muito, e vi os bicos duros cada vez mais duros... livrei seu corpo totalmente da blusa e desci chupando tudo no caminha da xotinha até chegar no umbigo, me concentrei ali, metendo a língua e fazendo movimentos circulares, esperando q ela acordasse e compartilhasse do tezao que era só meu! Mas o único sinal de vida que ela me mandava eram arrepios pelo corpo...
Resolvi descer até a xaninha alagada dela, levantei mais sua saia e passei a morder e lamber sua buceta por cima da calcinha, aquele cheirinho de buceta melada me enloquece, puxei a calcinha de lado e um fio de baba da buceta foi junto com a calcinha... louco de tesão, caí de boca e chupei e lambi o quanto pude... pentrava minha língua fundo na xota e sentia as contrações na minha língua, e o gosto delicioso daquela bucetinha apertadinha... chupava os lábios da buceta com força e sentia o clitóris enrrigecer-se na minha boca, nesse momento o corpo dela se contorcia e ela erguia os quadris como se quisesse ser penetrada pela língua... com o pau já muito duro , resolvi ir mais mundo naquela delicia que tava babando de tesão!, dormindo como estava, aquele mulherão tava muito pesado... me ajeitei no sofá, pus suas pernas nos meus ombros e vi meu pau se enterrando e sumindo naquela buceta ... o barulho de melado que fazia me deixava pirado, tava adorando fuder aquela mulher maravilhosa enquanto ela dormia!! Dava um ar de estupro, já não queria que ela acordasse, passei a bombar com grande velocidade, como um cachorro quando trepa numa cadela... o suor escorria, seus seios balançavam, o barulhinho de melado, eu chegava a tirar e botar o pau inteirinho dentro dela, metia com muita vontade e até com uma certa violência... aí ouvi ela sussurrar baixinho: - to gozandoooooo! Vi seu corpo se arrepiar e sua buceta contrair com força meu pau, o tesão era imenso pra eu parar naquele momento! GOZEI!!! Gozei muito, e com muita força!! Gozei vendo ela morder os lábios e chupar a propria língua!! Gozei em espasmos fortes, longos, gozei tudo dentro dela!! Bem no fundo daquela xota! Meus quadris prosseguiam bombando inconscientes depois de tanto gozo, a cebeça da pica doía... eu caí sobre ela exausto e molhado de suor, sentir seus braços me enlaçando e seus bicos dos peitos ainda duros contra os meus...
Adormecemos assim...

No domingo pela manhã fui despertado por ela (Ana) repetindo a chupada que ela havia feito horas atrás.
Aí tive a certeza que apesar de ela estar bêbada, estava muito consciente do que fizera!!
Desejei pra ela um bom dia, mas ela me interrompeu dizendo: - cala a boca! , o único som que quero ouvir de sua boca são seus gemidos!! Nossa ! que tesão me bateu!! Dessa vez eu não me deixou gozar!! Tirou o resto da roupa, e ficou ajoelhada no sofá com o rosto pra parede e a bunda bem empinada, e me puxou pra me posicionar atrás dela, quando tava posicionando pra enterrar de novo naquela xota, pra minha surpresa, ela pegou meu pau começou a pincelar o buraquinho do cu! Imaginei: ora!! Se o marido não deixava ela nem chupar um pau, seguramente aquele cuzinho nunca tinha vista uma pica!
Voltei com força a enterrar na xota, fazendo ela e conseqüentemente me melar junto, baixei e chupei com tesão aquele cuzinho, tentava penetra-lo com a língua, mas era muito apertado pra isso... levantei e atendi seus pedidos pra que eu fizesse dela mulher. Comecei a forçar mas a cabeça grande do meu pau dificultava, aí falei pra ela parar de tentar sugar meu pau com o cu e fazer o contrario, tentar expelir!! Ai sim senti a cabeça enterrando dilatando aquele cu... o corpo dela tremia e ela me xingava de desgraçado e que eu tava rasgando ela em duas bandas...
Mas finalmente e pau entro até a metade e comecei a movimentar num vai e vem e cada vez mais lubrificado, a dor que ela e que também eu sentíamos passou a ser prazer, só prazer!! Segurei seus peitinhos e passei a bombar com força e rapidez e ela pedindo pra q eu gozasse q ela não tava agüentando de dor!! Via sangue no meu pau e resolvi parar!! Ela se voltou pra mim e disse:
- se vc parar agora eu mato vc!! Me fode porra!! Rasga meu cuzinhooooooo!!!
Ouvindo isso, eu enterrei o Maximo quepude e comecei a gozar com estocadas fortes, gozei muito!! Ficamos grudados como cachorros depois da trepada..., algum tempo depois fui tirando o pau de dentro e vi escorrer porra e sangue entre suas pernas... eu sentei no sofá e ela entre minhas pernas... ficamos abraçados um tempo... com versamos um pouco e depois fomos tomar banho...
Depois que ela se vestiu, veio até mim pra se despedir e só aí ela veio e me beijou!!
Saiu em seguida, a rua tava deserta, fiquei na varanda olhando ela entrar em casa, e nesse momento percebi feliz da vida que não havia sido só mais uma trepada, eu havia ganho uma amante!!

Isso aconteceu na semana passada, e até agora to esperando uma nova oportunidade de te-la de novo !!!

Espero que gostem e mandem suas opnioes!!
;)

6:58 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Era um sábado à noite em Salvador, tava curtindo uma garrafa de vinho barato na varanda de minha casa vazia...
2 horas e 2 garrafas de vinho depois, isso já pelas 03:30 da madrugada, eu vejo surgir no final da rua uma silhueta feminina rebolando sensualmente com uma bolsa na mão...
cabelos soltos na altura dos ombros, negros como a noite que a envolvia, usava uma micro-saia de couro marron, e uma blusa com cadarso na frente como se fosse um corpete daqueles dos tempos da vovó que teimavam em sufocar um par de seios loucos pra pular pra fora, porém não escondia uma barriga perfeita com pelinhos que segundo minha imaginação desciam até onde mora o tezão.
A medida que ela se aproximava, eu ia notando mais detalhes, pele morena, coxas grossas, alta, 1,75m no mínimo, quadris largos o que denunciavam uma bunda empinada e nada pequena.
Percebi lindos olhos verdes, e pra minha surpresa eu conhecia aquela escultura viva!! Era minha doce e casada vizinha! No dia anterior eu escutei de casa a briga dela com seu marido que culminou com a saída dele de casa, mas o que teria acontecido de tão grave pra que aquela mulher tão respeitável estivesse literalmente vestida como uma prostituta, e cheirando a álcool como naquele momento?
Bom, isso ela mesmo me respondeu com uma voz balbuciante de quem já havia tomado umas 8 doses de wisky:
- Marcos, aquele desgraçado disse pra mim que eu não desperto interesse nos homens... ao que respondi:
- Isso passa, foi só uma briga de casal...
- só uma briga? Então vc vai querer me convencer que isso é motivo pra que ele me deixe sem sexo por 3 meses ?
Quando houvi isso, meu sangue gelou... aquilo soou nos meus ouvidos como um convite pra uma noite de sexo, já reparava aquela minha vizinha a algum tempo, mas nunca havia visto ela usando roupas tão reveladoras, nesse momento ela já estava dentro da varanda da minha casa, de frente pra mim, encostada com um pé na parede, eu tava sentado na escada e aquela posição dela revelava suas coxas com pelos loirinhos, e de tão pequenina a saia quase me dava uma visão de sua calcinha, nesse momento,meu pau estava duro e podia sentir minha cueca começando a se melar...
A partir daí pensei: porque não tirar proveito daquela situação, uma vez que ela se mostrava louca pra extravazar o tesão que a enchia e eu pra realizar meu grande fetiche por mulheres casadas, e de quebra, me vingar da minha namorada que havia brigado comigo sem um bom motivo.
Resolvi pôr meu plano em prática... fiz com que ela se acomodasse ao meu lado na escada e ofereci vinho pra ela, bêbada como ela estava, foi fácil deixa-la bem a vontade e passou a se abrir, rir e contar mais da sua vida... tratei de dirigir logo o papo pro lado do sexo e ela deixou claro que desde que casou, vivia de papai-e-mamãe com seu marido, mais surpreso ainda fiquei quando ela me confidenciou que seu marido a chamou de puta quando ela tentou fazer sexo oral nele, e que daquele dia em diante ela não sabia o que era o gosto de uma pica na boca, e tava muito infeliz, pq ela adorava sexo e sexo oral pra ela é o que mais a excita!! Fiquei louco com aquilo tudo, já que adoro sexo oral tanto quanto ela, tratei de deixa-la a par disso... ela rindo muito, me olhou de cima a baixo e me falou com a voz mais sensual que já ouvi: - isso é um convite?, já não agüentando mais aquela situação respondi: -não, isso é uma ordem!
Então ela me olhou fundo nos olhos, largou o copo que segurava e passou a acariciar e apertar meu pau por cima da bermuda, fechei os olhos e respirei fundo, enquanto ela falava que queria me ver todo nu pra saber o quanto eu era gostoso (palavras dela... efeito do álcool hehehe!)
Levantei e tirei a camisa, sou moreno claro, tenho 1,83m de altura, peso 82kg, tenho cabelos e olhos castanhos, frequento academia, por isso tenho um corpo forte, tenho 26 anos e ela me revelou que tava fazendo 29 naquela noite, meu pau mede uns 18cm, eu acho, nada descomunal como os de alguns contos que li nesse site, mas é bem grosso, minha namorada vive reclamando disso!
Sugeri que fossemos pra dentro de casa e ela aceitou entrando na frente... tranquei a casa, me certificando que ninguém havia nos visto entrar, ela sentou no sofá, e me puxou pra ficar em pé de frente pra ela... abriu minha bermuda, abaixou até o pé, e ficou apertando meu pau e falando coisas que só ela entendia... meu tezão era tamanho que a cabeça do meu pau tava saindo da cueca por cima, ela ficou passando o polegar na abertura e espalhando o melado que escorria dele, e perguntou com voz de menina dengosa: - Marcos, deixa eu matar meu desejo? Quero muito esse pau na minha boca!! Não respondi, apenas segurei sua cabeça e tentei meter em sua boca, ela não deixou, primeiro tirou minha cueca, me deixando todo nu, surgiu um pau duro e melado na frente dela, ficando a poucos centímetros dos seu rosto, em seguida ela passou a lamber minhas coxas de baixo pra cima metendo a lingua entre minhas verilhas até que colocou minhas bolas na boca... nossa!! Que delícia!! O calor daquela boquinha pequena e molhada engolindo meu saco quase me fez gozar, meu pau pulsava e meus quadris faziam movimentos inconscientes de vai-e-vem como se já fudesse sua buceta. Ficou assim um bom tempo, e depois seguiu lambendo do saco até a cabecinha, engolindo por completo, chupou, chupou, chupou e tirou da boca deixando um fio de baba da ponta de sua língua até a cabeça do pau, e falando que tava louca de saudades daquele gostinho segundo ela: (gosto de macho) que a enlouquecia nos seus sonhos eróticos. Segurei sua cabeça e passei a bombar e fuder sua boca feito louco, ela segurou o pau com uma mão e sugar com muita força! Me sentia metendo numa buceta virgem tamanha era a pressão q meu apu sofria daquela boca gulosa... 2 minutos nesse movimento e um jato de porra grossa enchia sua boca, eu tava gozando! Meus olhos reviraram, minhas pernas enrrigeceram, tentei tirar meu pau de dentro pra gozar o que faltava no seu rosto, mas pra minha surpresa, ela fez algo que nenhuma outra mulher fez antes: ela engoliu meu pau até o talo fez ele sumir todinho dentro da boca encostando os lábios nos meus pelos pubianos, sentia a cabeça do pau descer e encostar na sua garganta, segurou minha bunda com as duas mãos não permitindo tirar meu pau de dentro de sua boca!! Sinceramente, eu nunca gozei como naquele momento e talvez jamais volte a gozar de novo!! Cheguei a gritar de tanto tesão, e meus movimentos de estocadas fortes foram diminuindo, diminuindo, e quando parei, ela foi tirando o pau de dentro da boca e lambendo como se quisesse prosseguir uma nova chupada, caí deitado no sofá com as pernas duras quase dando câimbras, e ela rindo me disse: - Você acha que depois de tanto desejar um pau na boca, eu perderia um leitinho tão gostoso? Gargalhou, bêbada, e me pediu cerveja, prontamente trouxe as cervejas e depois de uns 25minutos já tínhamos tomado quatro latas cada um e eu fui ao banheiro, quando voltei ela tava dormindo deitada no sofá, sua saia havia subido revelando um volume enorme embaixo da bela calcinha rendada, dourada e de lacinho que ela usava , meu pau voltou a ficar duro, me aproximei e aquele cheiro de cerveja que exala dela me deixou muito mais louco, passei a acariciar sua xota por cima da calcinha e vi que aquele volume todo era de uma buceta carnuda de pelos ralos, lisinhos e bem aparados, com lábios grandes e pela calcinha encharcada pude comprovar o tezao q ela sentiu quando me chupava... me coloquei sobre ela e passei a desamarrar o cadarso de sua blusa, até ver surgir um belo par de seios com marcas de biquine branquinhas contrastando com sua pele morena , os bicos eram lindos e tavam durinhos como facas afiadas, não resisti e resolvi chupar ! chupei, chupei, chupei muito, e vi os bicos duros cada vez mais duros... livrei seu corpo totalmente da blusa e desci chupando tudo no caminha da xotinha até chegar no umbigo, me concentrei ali, metendo a língua e fazendo movimentos circulares, esperando q ela acordasse e compartilhasse do tezao que era só meu! Mas o único sinal de vida que ela me mandava eram arrepios pelo corpo...
Resolvi descer até a xaninha alagada dela, levantei mais sua saia e passei a morder e lamber sua buceta por cima da calcinha, aquele cheirinho de buceta melada me enloquece, puxei a calcinha de lado e um fio de baba da buceta foi junto com a calcinha... louco de tesão, caí de boca e chupei e lambi o quanto pude... pentrava minha língua fundo na xota e sentia as contrações na minha língua, e o gosto delicioso daquela bucetinha apertadinha... chupava os lábios da buceta com força e sentia o clitóris enrrigecer-se na minha boca, nesse momento o corpo dela se contorcia e ela erguia os quadris como se quisesse ser penetrada pela língua... com o pau já muito duro , resolvi ir mais mundo naquela delicia que tava babando de tesão!, dormindo como estava, aquele mulherão tava muito pesado... me ajeitei no sofá, pus suas pernas nos meus ombros e vi meu pau se enterrando e sumindo naquela buceta ... o barulho de melado que fazia me deixava pirado, tava adorando fuder aquela mulher maravilhosa enquanto ela dormia!! Dava um ar de estupro, já não queria que ela acordasse, passei a bombar com grande velocidade, como um cachorro quando trepa numa cadela... o suor escorria, seus seios balançavam, o barulhinho de melado, eu chegava a tirar e botar o pau inteirinho dentro dela, metia com muita vontade e até com uma certa violência... aí ouvi ela sussurrar baixinho: - to gozandoooooo! Vi seu corpo se arrepiar e sua buceta contrair com força meu pau, o tesão era imenso pra eu parar naquele momento! GOZEI!!! Gozei muito, e com muita força!! Gozei vendo ela morder os lábios e chupar a propria língua!! Gozei em espasmos fortes, longos, gozei tudo dentro dela!! Bem no fundo daquela xota! Meus quadris prosseguiam bombando inconscientes depois de tanto gozo, a cebeça da pica doía... eu caí sobre ela exausto e molhado de suor, sentir seus braços me enlaçando e seus bicos dos peitos ainda duros contra os meus...
Adormecemos assim...

No domingo pela manhã fui despertado por ela (Ana) repetindo a chupada que ela havia feito horas atrás.
Aí tive a certeza que apesar de ela estar bêbada, estava muito consciente do que fizera!!
Desejei pra ela um bom dia, mas ela me interrompeu dizendo: - cala a boca! , o único som que quero ouvir de sua boca são seus gemidos!! Nossa ! que tesão me bateu!! Dessa vez eu não me deixou gozar!! Tirou o resto da roupa, e ficou ajoelhada no sofá com o rosto pra parede e a bunda bem empinada, e me puxou pra me posicionar atrás dela, quando tava posicionando pra enterrar de novo naquela xota, pra minha surpresa, ela pegou meu pau começou a pincelar o buraquinho do cu! Imaginei: ora!! Se o marido não deixava ela nem chupar um pau, seguramente aquele cuzinho nunca tinha vista uma pica!
Voltei com força a enterrar na xota, fazendo ela e conseqüentemente me melar junto, baixei e chupei com tesão aquele cuzinho, tentava penetra-lo com a língua, mas era muito apertado pra isso... levantei e atendi seus pedidos pra que eu fizesse dela mulher. Comecei a forçar mas a cabeça grande do meu pau dificultava, aí falei pra ela parar de tentar sugar meu pau com o cu e fazer o contrario, tentar expelir!! Ai sim senti a cabeça enterrando dilatando aquele cu... o corpo dela tremia e ela me xingava de desgraçado e que eu tava rasgando ela em duas bandas...
Mas finalmente e pau entro até a metade e comecei a movimentar num vai e vem e cada vez mais lubrificado, a dor que ela e que também eu sentíamos passou a ser prazer, só prazer!! Segurei seus peitinhos e passei a bombar com força e rapidez e ela pedindo pra q eu gozasse q ela não tava agüentando de dor!! Via sangue no meu pau e resolvi parar!! Ela se voltou pra mim e disse:
- se vc parar agora eu mato vc!! Me fode porra!! Rasga meu cuzinhooooooo!!!
Ouvindo isso, eu enterrei o Maximo quepude e comecei a gozar com estocadas fortes, gozei muito!! Ficamos grudados como cachorros depois da trepada..., algum tempo depois fui tirando o pau de dentro e vi escorrer porra e sangue entre suas pernas... eu sentei no sofá e ela entre minhas pernas... ficamos abraçados um tempo... com versamos um pouco e depois fomos tomar banho...
Depois que ela se vestiu, veio até mim pra se despedir e só aí ela veio e me beijou!!
Saiu em seguida, a rua tava deserta, fiquei na varanda olhando ela entrar em casa, e nesse momento percebi feliz da vida que não havia sido só mais uma trepada, eu havia ganho uma amante!!

Isso aconteceu na semana passada, e até agora to esperando uma nova oportunidade de te-la de novo !!!

Espero que gostem e mandem suas opnioes!!
;)

6:58 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

COMO MINHA ESPOSA LEVOU 22X7,5 NO CUZINHO

Através do Grupo do MSN “Comedores de Esposas”, obtive uma foto de um cacete de 22x7,5cm na frente de uma mulher em que aparecia somente os seus peitos, e o cacetão ia do umbigo até ao inicio da boca. Copiei e mandei para o mail de minha esposa; qdo perguntei se ele tinha visto, meio indignada e meio surpresa falou que era descomunal, anormal; perguntei se tinha gostado do pintão e ela apenas repetiu que aquilo era anormal. Transando com ela, lhe falei para imaginar aquele cacete lhe penetrando e ela falou que não que era anormal, que era muito grande, que eu era louco. Mas aos poucos ela foi se soltando e “imaginando” começou a transar com mais volúpia, com mais tesão. Sempre que transávamos eu falava para ela imaginar o cacetão nela, e ela reclamava, mandava eu calar a boca, mordia meus lábios, mas se soltava e transava com tesão. Um dia perguntei se ela agüentaria aquela JEBA na bucetinha e ela me falou que eu tava louco, que aquilo era anormal e que não tinha nada a ver, que eu não sabia de nada sobre o tesão dela. Um dia transando falei novamente para ela imaginar o cacetão e como ela falou que era muito grande, lhe falei que iria comprar um consolo grande para ela ir acostumando, meio não querendo ela deixou a entender que poderia comprar. Chegando o consolo ela reclamou, falou um monte mas experimentou e quando eu fui enfiar mais ela pegou e começou a enfiar o consolo, falando que estava machucando ela, que tinha que ser devagar. Algumas vezes que transamos ela usou o consolo e em outras vezes não, mas sempre sendo incentivada a imaginar o cacetão enfiando nela. No momento da transa, quando eu falava para ela imaginar o cacetão ela se soltava, gozava como louca e após qdo eu perguntava se ela queria experimentar o cacetão realmente, ela falava que não, que nunca. Um dia ela veio com tamanho tesão para a cama e logo foi chupando meu pau (coisa que ela não gosta muito de fazer), subiu e cavalgou como louca e após falou no meu ouvido “Hoje eu quero que vc coma o meu cuzinho”, fiquei até espantado, pois em 22 anos de casados as raras vezes que eu comi o cú dela foi com muita insistência, quase implorando para ela me dar e agora ela pedia para comer o cuzinho. Ela mesma pegou a vaselina, lubrificou o cú, o meu pau e ajeitou tudo de forma a enfiar facilmente, controlando meu pau, ela colocou do modo que queria e após as primeiras estocadas, ficou de quatro na cama e deixou socar tudo, rebolando no meu pau, gozamos como loucos. Quando perguntei o porque daquele tesão todo, ela não falou nada, apenas que deu vontade. Outro dia transando falei para ela imaginar o cacetão no rabinho dela e me mostrar como ela iria gemer com aquela jeba no rabo; ela rebolou como louca e gemeu alto, perguntei o que ela diria para ele enquanto ele enfiava no seu rabo, e ela falou, com a voz rouca de tanto tesão, “ Mete esse pauzão no meu rabo, enfia tudo, fode, me arromba..... mete tuuuudo...” . Descobri o porque ela me deu o rabo com tanto gosto, sonhava com o cacetão no rabo. Demorou mas ela topou pelo menos conhecer de perto o cacetão, com a promessa de que só iria apalpar por sobre a calça. Chegando, após os cumprimentos, conversa vai, conversa vem, ele pediu para ela dar uma apalpadinha; meio sem graça ela começou a apalpar, apalpar, até que se ajoelhou na frente dele tirou o cacetão pra fora e começou uma gulosa estonteante, mal cabia na boca aquela cabeçona, mas ela chupou, lambeu, mordiscou, cada pedacinho, cada centímetro; ela tirou a blusa e começou uma espanhola, abocanhando como podia o cacetão; mamando no cacetão, ela abaixou suas calças, tirou a calcinha e mirou a ponta do cacete na xaninha e começou a sentar; na hora que a ponta do cacete entrou na bucetinha ela deu um gemido longo e um suspiro, enfiou a cabeçona e parou para acostumar; era bem mais grossa que o consolo (6,5); foi sentando devagarinho, gemendo, suspirando, centímetro por centímetro, devagarinho até engolir todo o cacete, novamente suspirou fundo, parou e deixou acostumar; começou a cavalgar bem devagar, aumentando o ritmo, urrando levantando e sentando quase que de uma vez naquela pintão que sumia na xaninha; ela urrava, gemia, gritava, rebolava e sentava sentindo o cacete bem lá no fundo, gozou diversas vezes na cavalgada até esfalecer em cima daquele cacetão. Ela ficou alguns minutos só suspirando, foi quando ele levantou com o cacete na xana dela, segurou –a pelas costas e ela instintivamente passou as pernas pelas costas dele,; nessa posição ele a levou para a cama e deitou sobre ela, fazendo um frango assado, ele socava fundo e com violência, ela urrando, chorando e quase sem voz pedindo para meter tudo, meter fundo, arrombar a buceta, ele tirava o cacete até a cabeça e enfiava tudo de novo com violência, o corpo dela estremecia a cada estocada, a cada enfiada um urro seguido de um suspiro fundo.
Depois de uns quinze minutos socando nessa posição ele urrou forte e gozou profundamente desfalecendo na cama ao lado dela. Os dois ficaram inertes por mais de 10 minutos, até que ela começou a chupar o cacete de novo, depois de várias sugadas e lambidas ele começou a dar sinal de vida de novo e quando estava novamente duro e ereto ela ficou de quatro e pediu para ele meter na xaninha por trás; ele começou a colocar a jeba e ela gemeu, suspirou, ele enfiou devagarinho até o talo, quando ela com cara de transtornada virou para trás e pediu para ele bombar bem fundo e com força; ele imediatamente começou a socar o mastro na xaninha com tamanha força que todo o corpo dela ia para a frente, e ele jogava a xaninha de encontro ao mastro, ele socou fundo, bombou, e ela só gozando, urrando, com lágrimas a escorrer dos olhos a cada bombada mas engolindo tudo até os dois novamente desfalecerem. Desta vez ficaram por mais de 15 minutos quase que dormindo, até que resolveram tomar um banho; no chuveiro ela chegou a chupar o pau dele, mas ele falou que não agüentava mais. Terminado o banho voltaram para a cama e ela me falou: “Você queria saber porque te dei o cuzinho naquele dia com tanto tesão, pois agora vai saber”, dito isso virou para ele e pediu: “Vem, vem me comer o cuzinho, vem e arromba também o cuzinho”. Não bastou mais nada para ele ficar com o pau duro de novo, pegar um lubrificante e dar para ela lambuzar o cu e o pau dele; após bem lambuzado ele ficou de quatro na cama, com os joelhos bem na ponta do colchão se abriu todo e falou para ele começar a enfiar. Ele colocou a cabeçona de 7,5cms no cuzinho apertado de minha esposa e começou a forçar, não entrava e ela gemia, mas a cabeça não passava, ela gemia alto e ele perguntou se ela queria desistir; ela com a cara de tesão e dor gritou: “Não, enfia tudo, soca bem fundo no meu cú, me arromba logo seu viado que não guenta uma femea”; ele segurou o quadril dela e socou forte, um berro alto e sentido de dor saiu da boca dela “AIIIIIIIIIIIiiiiiiiiii” , lágrima escorreram em abundância pela face dela, ele perguntou: “Quer que tire”, e ela quase sem voz, num sussurro: “Soca tudo, enfia esse cacetão inteiro no meu rabo”, segurando pelo quadril ele começou a emprurar com vigor os 22cms de comprimento naquele rabo, e ia rasgando, elea urrando, gemendo, chorando e ele enfiando, quando entrou tudo, ele parou para ela acostumar, ela se ajeitou melhor na cama e falou: “Pode socar, arromba de uma vez”; ele começou a socar com força, tirando quase tudo e enfiando de novo, num movimento alucinante, incrível ver aquele cacetão entrar e sumir inteiro no cúzinho de minha esposa, que só gemia, chorava, urrava e falava palavras ininteligíveis. Depois de 10 minutos nessa posição ele pegou ela e começou a girar, e ela gritando, virou-a de frente e pediu para ela colocar as pernas nas costas dele, ela colocou e novamente num frango assado, ele enfiou tudo no cúzinho minha esposa até explodir num gozo estridente e abundante naquele cuzinho todo arregaçado. Dormiram e depois de um banho fomos embora, ela mal podia sentar, pois ardia a xaninha e o cuzinho, ambos arrombados, mas ele estava feliz. Arrombada mas feliz.

6:59 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

COMO MINHA ESPOSA LEVOU 22X7,5 NO CUZINHO

Através do Grupo do MSN “Comedores de Esposas”, obtive uma foto de um cacete de 22x7,5cm na frente de uma mulher em que aparecia somente os seus peitos, e o cacetão ia do umbigo até ao inicio da boca. Copiei e mandei para o mail de minha esposa; qdo perguntei se ele tinha visto, meio indignada e meio surpresa falou que era descomunal, anormal; perguntei se tinha gostado do pintão e ela apenas repetiu que aquilo era anormal. Transando com ela, lhe falei para imaginar aquele cacete lhe penetrando e ela falou que não que era anormal, que era muito grande, que eu era louco. Mas aos poucos ela foi se soltando e “imaginando” começou a transar com mais volúpia, com mais tesão. Sempre que transávamos eu falava para ela imaginar o cacetão nela, e ela reclamava, mandava eu calar a boca, mordia meus lábios, mas se soltava e transava com tesão. Um dia perguntei se ela agüentaria aquela JEBA na bucetinha e ela me falou que eu tava louco, que aquilo era anormal e que não tinha nada a ver, que eu não sabia de nada sobre o tesão dela. Um dia transando falei novamente para ela imaginar o cacetão e como ela falou que era muito grande, lhe falei que iria comprar um consolo grande para ela ir acostumando, meio não querendo ela deixou a entender que poderia comprar. Chegando o consolo ela reclamou, falou um monte mas experimentou e quando eu fui enfiar mais ela pegou e começou a enfiar o consolo, falando que estava machucando ela, que tinha que ser devagar. Algumas vezes que transamos ela usou o consolo e em outras vezes não, mas sempre sendo incentivada a imaginar o cacetão enfiando nela. No momento da transa, quando eu falava para ela imaginar o cacetão ela se soltava, gozava como louca e após qdo eu perguntava se ela queria experimentar o cacetão realmente, ela falava que não, que nunca. Um dia ela veio com tamanho tesão para a cama e logo foi chupando meu pau (coisa que ela não gosta muito de fazer), subiu e cavalgou como louca e após falou no meu ouvido “Hoje eu quero que vc coma o meu cuzinho”, fiquei até espantado, pois em 22 anos de casados as raras vezes que eu comi o cú dela foi com muita insistência, quase implorando para ela me dar e agora ela pedia para comer o cuzinho. Ela mesma pegou a vaselina, lubrificou o cú, o meu pau e ajeitou tudo de forma a enfiar facilmente, controlando meu pau, ela colocou do modo que queria e após as primeiras estocadas, ficou de quatro na cama e deixou socar tudo, rebolando no meu pau, gozamos como loucos. Quando perguntei o porque daquele tesão todo, ela não falou nada, apenas que deu vontade. Outro dia transando falei para ela imaginar o cacetão no rabinho dela e me mostrar como ela iria gemer com aquela jeba no rabo; ela rebolou como louca e gemeu alto, perguntei o que ela diria para ele enquanto ele enfiava no seu rabo, e ela falou, com a voz rouca de tanto tesão, “ Mete esse pauzão no meu rabo, enfia tudo, fode, me arromba..... mete tuuuudo...” . Descobri o porque ela me deu o rabo com tanto gosto, sonhava com o cacetão no rabo. Demorou mas ela topou pelo menos conhecer de perto o cacetão, com a promessa de que só iria apalpar por sobre a calça. Chegando, após os cumprimentos, conversa vai, conversa vem, ele pediu para ela dar uma apalpadinha; meio sem graça ela começou a apalpar, apalpar, até que se ajoelhou na frente dele tirou o cacetão pra fora e começou uma gulosa estonteante, mal cabia na boca aquela cabeçona, mas ela chupou, lambeu, mordiscou, cada pedacinho, cada centímetro; ela tirou a blusa e começou uma espanhola, abocanhando como podia o cacetão; mamando no cacetão, ela abaixou suas calças, tirou a calcinha e mirou a ponta do cacete na xaninha e começou a sentar; na hora que a ponta do cacete entrou na bucetinha ela deu um gemido longo e um suspiro, enfiou a cabeçona e parou para acostumar; era bem mais grossa que o consolo (6,5); foi sentando devagarinho, gemendo, suspirando, centímetro por centímetro, devagarinho até engolir todo o cacete, novamente suspirou fundo, parou e deixou acostumar; começou a cavalgar bem devagar, aumentando o ritmo, urrando levantando e sentando quase que de uma vez naquela pintão que sumia na xaninha; ela urrava, gemia, gritava, rebolava e sentava sentindo o cacete bem lá no fundo, gozou diversas vezes na cavalgada até esfalecer em cima daquele cacetão. Ela ficou alguns minutos só suspirando, foi quando ele levantou com o cacete na xana dela, segurou –a pelas costas e ela instintivamente passou as pernas pelas costas dele,; nessa posição ele a levou para a cama e deitou sobre ela, fazendo um frango assado, ele socava fundo e com violência, ela urrando, chorando e quase sem voz pedindo para meter tudo, meter fundo, arrombar a buceta, ele tirava o cacete até a cabeça e enfiava tudo de novo com violência, o corpo dela estremecia a cada estocada, a cada enfiada um urro seguido de um suspiro fundo.
Depois de uns quinze minutos socando nessa posição ele urrou forte e gozou profundamente desfalecendo na cama ao lado dela. Os dois ficaram inertes por mais de 10 minutos, até que ela começou a chupar o cacete de novo, depois de várias sugadas e lambidas ele começou a dar sinal de vida de novo e quando estava novamente duro e ereto ela ficou de quatro e pediu para ele meter na xaninha por trás; ele começou a colocar a jeba e ela gemeu, suspirou, ele enfiou devagarinho até o talo, quando ela com cara de transtornada virou para trás e pediu para ele bombar bem fundo e com força; ele imediatamente começou a socar o mastro na xaninha com tamanha força que todo o corpo dela ia para a frente, e ele jogava a xaninha de encontro ao mastro, ele socou fundo, bombou, e ela só gozando, urrando, com lágrimas a escorrer dos olhos a cada bombada mas engolindo tudo até os dois novamente desfalecerem. Desta vez ficaram por mais de 15 minutos quase que dormindo, até que resolveram tomar um banho; no chuveiro ela chegou a chupar o pau dele, mas ele falou que não agüentava mais. Terminado o banho voltaram para a cama e ela me falou: “Você queria saber porque te dei o cuzinho naquele dia com tanto tesão, pois agora vai saber”, dito isso virou para ele e pediu: “Vem, vem me comer o cuzinho, vem e arromba também o cuzinho”. Não bastou mais nada para ele ficar com o pau duro de novo, pegar um lubrificante e dar para ela lambuzar o cu e o pau dele; após bem lambuzado ele ficou de quatro na cama, com os joelhos bem na ponta do colchão se abriu todo e falou para ele começar a enfiar. Ele colocou a cabeçona de 7,5cms no cuzinho apertado de minha esposa e começou a forçar, não entrava e ela gemia, mas a cabeça não passava, ela gemia alto e ele perguntou se ela queria desistir; ela com a cara de tesão e dor gritou: “Não, enfia tudo, soca bem fundo no meu cú, me arromba logo seu viado que não guenta uma femea”; ele segurou o quadril dela e socou forte, um berro alto e sentido de dor saiu da boca dela “AIIIIIIIIIIIiiiiiiiiii” , lágrima escorreram em abundância pela face dela, ele perguntou: “Quer que tire”, e ela quase sem voz, num sussurro: “Soca tudo, enfia esse cacetão inteiro no meu rabo”, segurando pelo quadril ele começou a emprurar com vigor os 22cms de comprimento naquele rabo, e ia rasgando, elea urrando, gemendo, chorando e ele enfiando, quando entrou tudo, ele parou para ela acostumar, ela se ajeitou melhor na cama e falou: “Pode socar, arromba de uma vez”; ele começou a socar com força, tirando quase tudo e enfiando de novo, num movimento alucinante, incrível ver aquele cacetão entrar e sumir inteiro no cúzinho de minha esposa, que só gemia, chorava, urrava e falava palavras ininteligíveis. Depois de 10 minutos nessa posição ele pegou ela e começou a girar, e ela gritando, virou-a de frente e pediu para ela colocar as pernas nas costas dele, ela colocou e novamente num frango assado, ele enfiou tudo no cúzinho minha esposa até explodir num gozo estridente e abundante naquele cuzinho todo arregaçado. Dormiram e depois de um banho fomos embora, ela mal podia sentar, pois ardia a xaninha e o cuzinho, ambos arrombados, mas ele estava feliz. Arrombada mas feliz.

6:59 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

COMO MINHA ESPOSA LEVOU 22X7,5 NO CUZINHO

Através do Grupo do MSN “Comedores de Esposas”, obtive uma foto de um cacete de 22x7,5cm na frente de uma mulher em que aparecia somente os seus peitos, e o cacetão ia do umbigo até ao inicio da boca. Copiei e mandei para o mail de minha esposa; qdo perguntei se ele tinha visto, meio indignada e meio surpresa falou que era descomunal, anormal; perguntei se tinha gostado do pintão e ela apenas repetiu que aquilo era anormal. Transando com ela, lhe falei para imaginar aquele cacete lhe penetrando e ela falou que não que era anormal, que era muito grande, que eu era louco. Mas aos poucos ela foi se soltando e “imaginando” começou a transar com mais volúpia, com mais tesão. Sempre que transávamos eu falava para ela imaginar o cacetão nela, e ela reclamava, mandava eu calar a boca, mordia meus lábios, mas se soltava e transava com tesão. Um dia perguntei se ela agüentaria aquela JEBA na bucetinha e ela me falou que eu tava louco, que aquilo era anormal e que não tinha nada a ver, que eu não sabia de nada sobre o tesão dela. Um dia transando falei novamente para ela imaginar o cacetão e como ela falou que era muito grande, lhe falei que iria comprar um consolo grande para ela ir acostumando, meio não querendo ela deixou a entender que poderia comprar. Chegando o consolo ela reclamou, falou um monte mas experimentou e quando eu fui enfiar mais ela pegou e começou a enfiar o consolo, falando que estava machucando ela, que tinha que ser devagar. Algumas vezes que transamos ela usou o consolo e em outras vezes não, mas sempre sendo incentivada a imaginar o cacetão enfiando nela. No momento da transa, quando eu falava para ela imaginar o cacetão ela se soltava, gozava como louca e após qdo eu perguntava se ela queria experimentar o cacetão realmente, ela falava que não, que nunca. Um dia ela veio com tamanho tesão para a cama e logo foi chupando meu pau (coisa que ela não gosta muito de fazer), subiu e cavalgou como louca e após falou no meu ouvido “Hoje eu quero que vc coma o meu cuzinho”, fiquei até espantado, pois em 22 anos de casados as raras vezes que eu comi o cú dela foi com muita insistência, quase implorando para ela me dar e agora ela pedia para comer o cuzinho. Ela mesma pegou a vaselina, lubrificou o cú, o meu pau e ajeitou tudo de forma a enfiar facilmente, controlando meu pau, ela colocou do modo que queria e após as primeiras estocadas, ficou de quatro na cama e deixou socar tudo, rebolando no meu pau, gozamos como loucos. Quando perguntei o porque daquele tesão todo, ela não falou nada, apenas que deu vontade. Outro dia transando falei para ela imaginar o cacetão no rabinho dela e me mostrar como ela iria gemer com aquela jeba no rabo; ela rebolou como louca e gemeu alto, perguntei o que ela diria para ele enquanto ele enfiava no seu rabo, e ela falou, com a voz rouca de tanto tesão, “ Mete esse pauzão no meu rabo, enfia tudo, fode, me arromba..... mete tuuuudo...” . Descobri o porque ela me deu o rabo com tanto gosto, sonhava com o cacetão no rabo. Demorou mas ela topou pelo menos conhecer de perto o cacetão, com a promessa de que só iria apalpar por sobre a calça. Chegando, após os cumprimentos, conversa vai, conversa vem, ele pediu para ela dar uma apalpadinha; meio sem graça ela começou a apalpar, apalpar, até que se ajoelhou na frente dele tirou o cacetão pra fora e começou uma gulosa estonteante, mal cabia na boca aquela cabeçona, mas ela chupou, lambeu, mordiscou, cada pedacinho, cada centímetro; ela tirou a blusa e começou uma espanhola, abocanhando como podia o cacetão; mamando no cacetão, ela abaixou suas calças, tirou a calcinha e mirou a ponta do cacete na xaninha e começou a sentar; na hora que a ponta do cacete entrou na bucetinha ela deu um gemido longo e um suspiro, enfiou a cabeçona e parou para acostumar; era bem mais grossa que o consolo (6,5); foi sentando devagarinho, gemendo, suspirando, centímetro por centímetro, devagarinho até engolir todo o cacete, novamente suspirou fundo, parou e deixou acostumar; começou a cavalgar bem devagar, aumentando o ritmo, urrando levantando e sentando quase que de uma vez naquela pintão que sumia na xaninha; ela urrava, gemia, gritava, rebolava e sentava sentindo o cacete bem lá no fundo, gozou diversas vezes na cavalgada até esfalecer em cima daquele cacetão. Ela ficou alguns minutos só suspirando, foi quando ele levantou com o cacete na xana dela, segurou –a pelas costas e ela instintivamente passou as pernas pelas costas dele,; nessa posição ele a levou para a cama e deitou sobre ela, fazendo um frango assado, ele socava fundo e com violência, ela urrando, chorando e quase sem voz pedindo para meter tudo, meter fundo, arrombar a buceta, ele tirava o cacete até a cabeça e enfiava tudo de novo com violência, o corpo dela estremecia a cada estocada, a cada enfiada um urro seguido de um suspiro fundo.
Depois de uns quinze minutos socando nessa posição ele urrou forte e gozou profundamente desfalecendo na cama ao lado dela. Os dois ficaram inertes por mais de 10 minutos, até que ela começou a chupar o cacete de novo, depois de várias sugadas e lambidas ele começou a dar sinal de vida de novo e quando estava novamente duro e ereto ela ficou de quatro e pediu para ele meter na xaninha por trás; ele começou a colocar a jeba e ela gemeu, suspirou, ele enfiou devagarinho até o talo, quando ela com cara de transtornada virou para trás e pediu para ele bombar bem fundo e com força; ele imediatamente começou a socar o mastro na xaninha com tamanha força que todo o corpo dela ia para a frente, e ele jogava a xaninha de encontro ao mastro, ele socou fundo, bombou, e ela só gozando, urrando, com lágrimas a escorrer dos olhos a cada bombada mas engolindo tudo até os dois novamente desfalecerem. Desta vez ficaram por mais de 15 minutos quase que dormindo, até que resolveram tomar um banho; no chuveiro ela chegou a chupar o pau dele, mas ele falou que não agüentava mais. Terminado o banho voltaram para a cama e ela me falou: “Você queria saber porque te dei o cuzinho naquele dia com tanto tesão, pois agora vai saber”, dito isso virou para ele e pediu: “Vem, vem me comer o cuzinho, vem e arromba também o cuzinho”. Não bastou mais nada para ele ficar com o pau duro de novo, pegar um lubrificante e dar para ela lambuzar o cu e o pau dele; após bem lambuzado ele ficou de quatro na cama, com os joelhos bem na ponta do colchão se abriu todo e falou para ele começar a enfiar. Ele colocou a cabeçona de 7,5cms no cuzinho apertado de minha esposa e começou a forçar, não entrava e ela gemia, mas a cabeça não passava, ela gemia alto e ele perguntou se ela queria desistir; ela com a cara de tesão e dor gritou: “Não, enfia tudo, soca bem fundo no meu cú, me arromba logo seu viado que não guenta uma femea”; ele segurou o quadril dela e socou forte, um berro alto e sentido de dor saiu da boca dela “AIIIIIIIIIIIiiiiiiiiii” , lágrima escorreram em abundância pela face dela, ele perguntou: “Quer que tire”, e ela quase sem voz, num sussurro: “Soca tudo, enfia esse cacetão inteiro no meu rabo”, segurando pelo quadril ele começou a emprurar com vigor os 22cms de comprimento naquele rabo, e ia rasgando, elea urrando, gemendo, chorando e ele enfiando, quando entrou tudo, ele parou para ela acostumar, ela se ajeitou melhor na cama e falou: “Pode socar, arromba de uma vez”; ele começou a socar com força, tirando quase tudo e enfiando de novo, num movimento alucinante, incrível ver aquele cacetão entrar e sumir inteiro no cúzinho de minha esposa, que só gemia, chorava, urrava e falava palavras ininteligíveis. Depois de 10 minutos nessa posição ele pegou ela e começou a girar, e ela gritando, virou-a de frente e pediu para ela colocar as pernas nas costas dele, ela colocou e novamente num frango assado, ele enfiou tudo no cúzinho minha esposa até explodir num gozo estridente e abundante naquele cuzinho todo arregaçado. Dormiram e depois de um banho fomos embora, ela mal podia sentar, pois ardia a xaninha e o cuzinho, ambos arrombados, mas ele estava feliz. Arrombada mas feliz.

7:00 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Arrombei a fofinha tesuda

Moro em um prédio na zona oeste de São Paulo, e quase não tinha contato com meus vizinhos porque saio cedo para o trabalho, e volto sempre depois das nove horas da noite. No início de maio deste ano, dia chuvoso e frio, tive que acelerar uns relatórios e decidi ficar dois dias em casa, isolado. Era inicio da noite de uma terça feira, estava concentrado em meu trabalho, quando ouvi alguns ruidos no lado de fora do meu apartamente. Como já precisava de uma espairecida, afinal já estava concentrado no trabalho há mais de 3 horas, e lentamente, quase me espreguiçando, abri a porta e vi um casal aos amassos na parte inferior da escadaria. Era uma garota fofinha que vou chamar aqui de Luana, e um garoto residente no mesmo prédio, mas que ignoro o andar e o nome. Estavam abraçados e em pé, ele no meio das pernas dela, e ela com um dos pés repousando sobre a cintura dele. A blusa levantada até a altura dos seios, um deles estava para fora, e o garoto se curvava todo para beijar. Estavam com tanto tesão que nem notaram minha presença. Passei com cuidado a observar, agora já envolvido pelo tesão que a situação me deu, e apenas tomei cuidado para que eles não notassem mina presença. Eles se movimentavam todo, mas transar ali estava realemente complicado para os dois. Uma porta foi aberta no andar de baixo que dava quase de frente para eles, assustando-os, e procuraram imediatamente se arrumar. Alguém chamou o garoto pelo nome e ele saiu correndo em direção ao chamado deixando a garota fofinha assustada no local. Quando ele desapareceu da minha vista, ela subiu alguns degraus, ouvindo alguém gritar do andar de baixo \" Com quem você estava??..Fale logo...\". Ela toda assustada subiu correndo em direção ao meu apartamento, e eu para evitar uma situação mais complicada abri o que faltava da minha porta ficando bem de frente com a garota, que sorriu sem graça, mas evidentemente não notara que eu a vira. Sorri para ela e perguntei baixinho \" Precisando de alguma coisa?\" Ela rapidamente, ouvindo passos em nossa direção vindos do andar inferior, entrou no meu apartamento ainda assustada. Fechei a porta e notei que ela estava pálida e quase chorando de medo. Ofereci alguma coisa para ela beber e a conduzi até a sala. Ela estava muito inibida e temerosa pelo quase flagrante e me disse que estava com o namorado, e que os pais dele, especialmente a mãe não gostava dela. Depois de alguns minutos ela já calma pediu ainda para ficar mais um pouco ali. \"Tudo bem, pode ficar à vontade, e se desejar pode acompanhar meu trabalho quer?\" Veio comigo até o escritório doméstico onde eu apenas para disfarçar tirei alguns pápeis de cima da mesa e joguei em uma pasta e ela ainda vendo meu computador pediu permissão para navegar um pouco. Concordei, mas já nos primeiros movimentos notei que ela não dispunha de muita prática no assunto, e procurei orientá-la. Ela, é fofinha, tem uns quilinhos a mais, mas tem o corpo tipo violoncelo, seios grandes, durissimos, o decote da blusa, que ainda tinha umas dobras do amasso comprovava esta impressão, deve ter por volta de 1,65 cm, o peso não arrisco mas é uma fofinha gostosinha, sorridente, uma bunda, um pouco acima do normal, o que me dá uma atração especial, e usava um jeans com cintura baixa que quando ela se curvava dava para ver um pedaço da calcinha, cor laranja. Fiquei de pé ao lado dela, que estava sentada na cadeira do computador, e ia explicando e tocando em seu braço. Prosseguimos e eu de vez em quando segurava sua mão sobre o mouse para orientá-la e forçava minha coxa contra o braço dela. Assim começei o jogo. Algum tempo depois este joguinho já havia criado o clima erótico na sala e ambos estávamos com tesão. Eu em pé, bem perto dela, ela olhando sempre para a tela, e o braço já forçado contra o meu pau, já bem duro, molhando o tecido da calça que eu usava. Mudei os braços, o direito ficou sobre o dela conduzindo o mouse, que a esta altura só passeava pela tela, e a outra a abraçava trazendo-a mais ainda em direção ao meu pau, bem duro e encostado no braço e no seio. Os bicos do seios pareciam que iam explodir de tanto tesão. Peguei suas mãos e sutilmente a fiz levantar, sem trocar uma palavra. Ela veio na minha direção com os olhos semi cerrados. Abracei-a, e a fiz sentir na altura da cintura meu pau todo duro, e ela deixou-se conduzir e gostou de sentir o pau, porque forçava o corpo contra ele. Beijei-a enfiando a lingua bem ao fundo da sua boca, e fui levantando sua blusa. Tirei devagar, ainda mantendo o beijo, o seu sutiã. Os seios saltaram para fora. Enormes mesmo, os mamilos durissimos e empinadinhos. Virei-a de costas, me coloquei contra a bunda dela e fui beijando sua nuca. Ela se mexia toda, com os olhos fechados e a cabeça meia virada para o teto. Soltei o jeans, e fui forçando o jeans para baixo. Estava dificil porque o jeans era apertado. Deu trabalho, mas depois de um tempo ela estava apenas com a calcinha laranja. Beijei-a de novo e coloquei a mão bem em cima da bucetinha. Estava ensopada. O tecido estava até manchado pelo suco que escorria. Isso me deu mais tesão ainda. Beijando-a fui a conduzindo para o chão, no tapete. Tirei minhas roupas, e fui explorando o corpo dominado pelo forte tesão dos dois. A garota gemia, balbuciava alguma coisa imcompreensivel. E, eu seguia, tirei a calcinha e neste momento pude avaliar melhor o nivel de tesão que a dominava. Estava totalmente ensopada. Adoro sentir isso. Fui beijando os mamilos, mordiscando de leve.forçando o endurecimento dos biquinhos. Ela se mexia toda, abria as pernas para meu corpo ficar ali, forçando contra a bucetinha. Dava para sentir o suco dela molhando minhas pernas. Com as duas mãos abri as pernas dela e fui descendo com o beijo das seios para o ventre e parei um pouco entrea cintura e a bucetinha, enquanto com uma das mãos fiquei espalhando a umidade toda pela fenda, e ainda acariciava o grelinho. Quando meu dedo tocava de leve, bem de leve o grelinho, ela quase endoidecia, e jogava seu quadril em minha direção, como se pedisse para enfiar tudo. Não tenho pressa. Gosto de ir devagar e curtir o tesão mútuo. De repente fui baixando mais a boca e soltei minha respiração morna sobre a fenda, que eu mantinha aberta com a mão. O corpo se mexia todo, os gemidos roucos saiam balbuciando alguma coisa, e o quadril fofo se mexia sem parar. Beijei o grelinho, e fui passando a lingua ao longo da fenda, soltando saliva para se misturar com o suco. Ela ficou mais ensopada ainda. A fofa agora me arranhava, se mexia como doida, sempre jogando o quadril em minha direção. suas mãos forçavam minha cabeça contra sua buceta. E, de repente se enrijeceu toda, e gozou gritando e esticando as pernas. Deixei os espasmos rolarem. Ela amoleceu toda. Ficou mole, pernas soltas. Corpo largado. Parecia desmaiada. Levantei um pouco, e pus meu pau bem no meio da fenda. Ela continuava como que desmaiada. Forcei um pouco o pau, para que ele ficasse apenas abrigado na fenda. Sem penetrar. Com a mão passava o pau ao longo da fenda, toda molhada. Ela permanecia do mesmo jeito. Forcei um pouco o pau, e entrou apenas a cabeça. Ela não dava um sinal de vida. Forcei mais, ela era muito apertada, mas entrava porque estava super lubrificada. Entrou tudo. Meu pau agora preenchia todo o espaço. Ela se mexeu de leve, passando os braços pelas minhas costas puxando meu corpo contra o dela. Comecei lentamente o movimento de entra e sai. O pau saia brilhando e voltava indo bem ao fundo. Acelerei, e ela voltou a ficar se mexendo de novo. Que maravilha, meu tesão foi além do limite. Ambos se movimentando buscando o gozo. Ela de novo, voltou a gemer roucamente e a gritar, enquanto me auxiliava no entra e sai. O pau escorregava pelas paredes da bucetinha e entrava mesmo até o talo. Gozamos nos apertando e nos arranhando. O pau explodiu num gozo delirante. Soltei jorradas de porra. Ela de novo ficou mole. Solta. Toda entregue. Deixei o pau lá dentro. A porra saia misturada com o suco mesclado com minha saliva, escorrendo pelas coxas largonas dela. Ela de novo ficou amolecida, desmaiada. e eu joguei meu corpo ao lado, e descansamos alguns minutos. Voltei ao meu tesão. O pau endureceu novamente. Olhei para ela ...o corpo estava esticado. Toda mole. Virei-a de bruços, e fiquei admirando aquela bundona. Era enorme mesmo, mas durinha, e muito branca. Ela nem se tocava, apenas deixava parecendo dormir...sonhando. Com as mãos abri as nádegas e vi o botãozinho rosado, super apertado, dava para notar. Beijei a bundona, e mantive as nádegas separadinhas, queria ver o botãozinho. Peguei aquela mistura de porra, suco e saliva que escorria da buceta e espalhei no rego e no cuzinho. Sempre que passava pelo cuzinho eu fazia uma pressão de leve com um dos dedos. Ela piscava o botãozinho, e se arrepiava toda. Fiz este percurso algumas vezes, e cada vez a pressão que eu fazia no cuzinho era um pouco maior. Deixei o dedo pressionado contra ele, e fui entrando com ele, até que entrou todo. Fiz movimentos circulares e foi abrindo o diametro aos poucos. O dedo entrou todo. O anel foi-se afrouxando lentamente. Fiz a mesma coisa com outro dedo e depois de um tempo lá estavam dois dedos. Tudo super molhado porque de vez em quando eu pegava mais suco, e soltava no cuzinho. Tentei enfiar o terceiro dedo mas não deu mesmo. Vi o cuzinho já meio aberto e posicionei então meu pau na entradinha. Ela separou as pernas facilitando meu trabalho. E, pressionei um pouco o pau. Senti a resistencia. forcei um pouco mais. Queria tê-la dando o cuzinho mas com tesão e com o minimo de dor. Forcei de novo, e passou a cabecinha, ela forçou um pouco a bunda contra meu pau, e com isso ele escorregou um pouco mais para o fundo, e assim fomos até entrar até o talo. Ela jogou as mãos para trás, me puxando com cuidado contra seu corpo. Eu controlava a entrada e só depois de alguns minutos comecei a movimentar e bem devagar. Ela gemeu e disse que estava doendo um pouco, mas não queria que eu tirasse. Forcei aos poucos a velocidade dos movimentos e ela gemia..doia...mas gueria. Foi divino. Gozei de novo explodindo. Quando soltei a porra ela ficou estática. Forcei para soltar tudo bem no fundo. Soltei meu corpo contra o dela, sentindo aquela bundona deliciosa embaixo. Que gostoso!!. O pau amoleceu lá dentro mesmo. Não tirei e fiquei assim ainda algum tempo. Nem imagino quanto tempo. Queria curtir aquela posição. De repente o pau regugitou. Queria ficar duro de novo. E assim aos poucos ele ia voltando ficar rijo. Ela sentiu e relaxou as pernas para facilitar. O pau ainda assim, amassado naquele canal superestreito voltou a ficar todo duro. Estava saindo porra pelo rego. Comecei de novo o entra e sai, ela parada, e foi deixando. Esporrei de novo. Tirei o pau, estava muito molhado, e olhei para o cuzinho dela. Tinha um buraco enorme, todo aberto, e saia o liquido branco de porra. Ela estava toda arregaçada. O suco, e a porra que saiam da xoxota e do cuzinho misturavam-se caindo no tapete. Era muita porra e muito suco. A fofa, aos poucos se recompos, eu idem. Nunca falamos nada....mas de vez em quando ela volta para meu apartamento escondidinha e gozamos assim com um tesão imenso, sem falar nada.....só querendo gozar.

7:01 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Arrombei a fofinha tesuda

Moro em um prédio na zona oeste de São Paulo, e quase não tinha contato com meus vizinhos porque saio cedo para o trabalho, e volto sempre depois das nove horas da noite. No início de maio deste ano, dia chuvoso e frio, tive que acelerar uns relatórios e decidi ficar dois dias em casa, isolado. Era inicio da noite de uma terça feira, estava concentrado em meu trabalho, quando ouvi alguns ruidos no lado de fora do meu apartamente. Como já precisava de uma espairecida, afinal já estava concentrado no trabalho há mais de 3 horas, e lentamente, quase me espreguiçando, abri a porta e vi um casal aos amassos na parte inferior da escadaria. Era uma garota fofinha que vou chamar aqui de Luana, e um garoto residente no mesmo prédio, mas que ignoro o andar e o nome. Estavam abraçados e em pé, ele no meio das pernas dela, e ela com um dos pés repousando sobre a cintura dele. A blusa levantada até a altura dos seios, um deles estava para fora, e o garoto se curvava todo para beijar. Estavam com tanto tesão que nem notaram minha presença. Passei com cuidado a observar, agora já envolvido pelo tesão que a situação me deu, e apenas tomei cuidado para que eles não notassem mina presença. Eles se movimentavam todo, mas transar ali estava realemente complicado para os dois. Uma porta foi aberta no andar de baixo que dava quase de frente para eles, assustando-os, e procuraram imediatamente se arrumar. Alguém chamou o garoto pelo nome e ele saiu correndo em direção ao chamado deixando a garota fofinha assustada no local. Quando ele desapareceu da minha vista, ela subiu alguns degraus, ouvindo alguém gritar do andar de baixo \" Com quem você estava??..Fale logo...\". Ela toda assustada subiu correndo em direção ao meu apartamento, e eu para evitar uma situação mais complicada abri o que faltava da minha porta ficando bem de frente com a garota, que sorriu sem graça, mas evidentemente não notara que eu a vira. Sorri para ela e perguntei baixinho \" Precisando de alguma coisa?\" Ela rapidamente, ouvindo passos em nossa direção vindos do andar inferior, entrou no meu apartamento ainda assustada. Fechei a porta e notei que ela estava pálida e quase chorando de medo. Ofereci alguma coisa para ela beber e a conduzi até a sala. Ela estava muito inibida e temerosa pelo quase flagrante e me disse que estava com o namorado, e que os pais dele, especialmente a mãe não gostava dela. Depois de alguns minutos ela já calma pediu ainda para ficar mais um pouco ali. \"Tudo bem, pode ficar à vontade, e se desejar pode acompanhar meu trabalho quer?\" Veio comigo até o escritório doméstico onde eu apenas para disfarçar tirei alguns pápeis de cima da mesa e joguei em uma pasta e ela ainda vendo meu computador pediu permissão para navegar um pouco. Concordei, mas já nos primeiros movimentos notei que ela não dispunha de muita prática no assunto, e procurei orientá-la. Ela, é fofinha, tem uns quilinhos a mais, mas tem o corpo tipo violoncelo, seios grandes, durissimos, o decote da blusa, que ainda tinha umas dobras do amasso comprovava esta impressão, deve ter por volta de 1,65 cm, o peso não arrisco mas é uma fofinha gostosinha, sorridente, uma bunda, um pouco acima do normal, o que me dá uma atração especial, e usava um jeans com cintura baixa que quando ela se curvava dava para ver um pedaço da calcinha, cor laranja. Fiquei de pé ao lado dela, que estava sentada na cadeira do computador, e ia explicando e tocando em seu braço. Prosseguimos e eu de vez em quando segurava sua mão sobre o mouse para orientá-la e forçava minha coxa contra o braço dela. Assim começei o jogo. Algum tempo depois este joguinho já havia criado o clima erótico na sala e ambos estávamos com tesão. Eu em pé, bem perto dela, ela olhando sempre para a tela, e o braço já forçado contra o meu pau, já bem duro, molhando o tecido da calça que eu usava. Mudei os braços, o direito ficou sobre o dela conduzindo o mouse, que a esta altura só passeava pela tela, e a outra a abraçava trazendo-a mais ainda em direção ao meu pau, bem duro e encostado no braço e no seio. Os bicos do seios pareciam que iam explodir de tanto tesão. Peguei suas mãos e sutilmente a fiz levantar, sem trocar uma palavra. Ela veio na minha direção com os olhos semi cerrados. Abracei-a, e a fiz sentir na altura da cintura meu pau todo duro, e ela deixou-se conduzir e gostou de sentir o pau, porque forçava o corpo contra ele. Beijei-a enfiando a lingua bem ao fundo da sua boca, e fui levantando sua blusa. Tirei devagar, ainda mantendo o beijo, o seu sutiã. Os seios saltaram para fora. Enormes mesmo, os mamilos durissimos e empinadinhos. Virei-a de costas, me coloquei contra a bunda dela e fui beijando sua nuca. Ela se mexia toda, com os olhos fechados e a cabeça meia virada para o teto. Soltei o jeans, e fui forçando o jeans para baixo. Estava dificil porque o jeans era apertado. Deu trabalho, mas depois de um tempo ela estava apenas com a calcinha laranja. Beijei-a de novo e coloquei a mão bem em cima da bucetinha. Estava ensopada. O tecido estava até manchado pelo suco que escorria. Isso me deu mais tesão ainda. Beijando-a fui a conduzindo para o chão, no tapete. Tirei minhas roupas, e fui explorando o corpo dominado pelo forte tesão dos dois. A garota gemia, balbuciava alguma coisa imcompreensivel. E, eu seguia, tirei a calcinha e neste momento pude avaliar melhor o nivel de tesão que a dominava. Estava totalmente ensopada. Adoro sentir isso. Fui beijando os mamilos, mordiscando de leve.forçando o endurecimento dos biquinhos. Ela se mexia toda, abria as pernas para meu corpo ficar ali, forçando contra a bucetinha. Dava para sentir o suco dela molhando minhas pernas. Com as duas mãos abri as pernas dela e fui descendo com o beijo das seios para o ventre e parei um pouco entrea cintura e a bucetinha, enquanto com uma das mãos fiquei espalhando a umidade toda pela fenda, e ainda acariciava o grelinho. Quando meu dedo tocava de leve, bem de leve o grelinho, ela quase endoidecia, e jogava seu quadril em minha direção, como se pedisse para enfiar tudo. Não tenho pressa. Gosto de ir devagar e curtir o tesão mútuo. De repente fui baixando mais a boca e soltei minha respiração morna sobre a fenda, que eu mantinha aberta com a mão. O corpo se mexia todo, os gemidos roucos saiam balbuciando alguma coisa, e o quadril fofo se mexia sem parar. Beijei o grelinho, e fui passando a lingua ao longo da fenda, soltando saliva para se misturar com o suco. Ela ficou mais ensopada ainda. A fofa agora me arranhava, se mexia como doida, sempre jogando o quadril em minha direção. suas mãos forçavam minha cabeça contra sua buceta. E, de repente se enrijeceu toda, e gozou gritando e esticando as pernas. Deixei os espasmos rolarem. Ela amoleceu toda. Ficou mole, pernas soltas. Corpo largado. Parecia desmaiada. Levantei um pouco, e pus meu pau bem no meio da fenda. Ela continuava como que desmaiada. Forcei um pouco o pau, para que ele ficasse apenas abrigado na fenda. Sem penetrar. Com a mão passava o pau ao longo da fenda, toda molhada. Ela permanecia do mesmo jeito. Forcei um pouco o pau, e entrou apenas a cabeça. Ela não dava um sinal de vida. Forcei mais, ela era muito apertada, mas entrava porque estava super lubrificada. Entrou tudo. Meu pau agora preenchia todo o espaço. Ela se mexeu de leve, passando os braços pelas minhas costas puxando meu corpo contra o dela. Comecei lentamente o movimento de entra e sai. O pau saia brilhando e voltava indo bem ao fundo. Acelerei, e ela voltou a ficar se mexendo de novo. Que maravilha, meu tesão foi além do limite. Ambos se movimentando buscando o gozo. Ela de novo, voltou a gemer roucamente e a gritar, enquanto me auxiliava no entra e sai. O pau escorregava pelas paredes da bucetinha e entrava mesmo até o talo. Gozamos nos apertando e nos arranhando. O pau explodiu num gozo delirante. Soltei jorradas de porra. Ela de novo ficou mole. Solta. Toda entregue. Deixei o pau lá dentro. A porra saia misturada com o suco mesclado com minha saliva, escorrendo pelas coxas largonas dela. Ela de novo ficou amolecida, desmaiada. e eu joguei meu corpo ao lado, e descansamos alguns minutos. Voltei ao meu tesão. O pau endureceu novamente. Olhei para ela ...o corpo estava esticado. Toda mole. Virei-a de bruços, e fiquei admirando aquela bundona. Era enorme mesmo, mas durinha, e muito branca. Ela nem se tocava, apenas deixava parecendo dormir...sonhando. Com as mãos abri as nádegas e vi o botãozinho rosado, super apertado, dava para notar. Beijei a bundona, e mantive as nádegas separadinhas, queria ver o botãozinho. Peguei aquela mistura de porra, suco e saliva que escorria da buceta e espalhei no rego e no cuzinho. Sempre que passava pelo cuzinho eu fazia uma pressão de leve com um dos dedos. Ela piscava o botãozinho, e se arrepiava toda. Fiz este percurso algumas vezes, e cada vez a pressão que eu fazia no cuzinho era um pouco maior. Deixei o dedo pressionado contra ele, e fui entrando com ele, até que entrou todo. Fiz movimentos circulares e foi abrindo o diametro aos poucos. O dedo entrou todo. O anel foi-se afrouxando lentamente. Fiz a mesma coisa com outro dedo e depois de um tempo lá estavam dois dedos. Tudo super molhado porque de vez em quando eu pegava mais suco, e soltava no cuzinho. Tentei enfiar o terceiro dedo mas não deu mesmo. Vi o cuzinho já meio aberto e posicionei então meu pau na entradinha. Ela separou as pernas facilitando meu trabalho. E, pressionei um pouco o pau. Senti a resistencia. forcei um pouco mais. Queria tê-la dando o cuzinho mas com tesão e com o minimo de dor. Forcei de novo, e passou a cabecinha, ela forçou um pouco a bunda contra meu pau, e com isso ele escorregou um pouco mais para o fundo, e assim fomos até entrar até o talo. Ela jogou as mãos para trás, me puxando com cuidado contra seu corpo. Eu controlava a entrada e só depois de alguns minutos comecei a movimentar e bem devagar. Ela gemeu e disse que estava doendo um pouco, mas não queria que eu tirasse. Forcei aos poucos a velocidade dos movimentos e ela gemia..doia...mas gueria. Foi divino. Gozei de novo explodindo. Quando soltei a porra ela ficou estática. Forcei para soltar tudo bem no fundo. Soltei meu corpo contra o dela, sentindo aquela bundona deliciosa embaixo. Que gostoso!!. O pau amoleceu lá dentro mesmo. Não tirei e fiquei assim ainda algum tempo. Nem imagino quanto tempo. Queria curtir aquela posição. De repente o pau regugitou. Queria ficar duro de novo. E assim aos poucos ele ia voltando ficar rijo. Ela sentiu e relaxou as pernas para facilitar. O pau ainda assim, amassado naquele canal superestreito voltou a ficar todo duro. Estava saindo porra pelo rego. Comecei de novo o entra e sai, ela parada, e foi deixando. Esporrei de novo. Tirei o pau, estava muito molhado, e olhei para o cuzinho dela. Tinha um buraco enorme, todo aberto, e saia o liquido branco de porra. Ela estava toda arregaçada. O suco, e a porra que saiam da xoxota e do cuzinho misturavam-se caindo no tapete. Era muita porra e muito suco. A fofa, aos poucos se recompos, eu idem. Nunca falamos nada....mas de vez em quando ela volta para meu apartamento escondidinha e gozamos assim com um tesão imenso, sem falar nada.....só querendo gozar.

7:01 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Arrombei a fofinha tesuda

Moro em um prédio na zona oeste de São Paulo, e quase não tinha contato com meus vizinhos porque saio cedo para o trabalho, e volto sempre depois das nove horas da noite. No início de maio deste ano, dia chuvoso e frio, tive que acelerar uns relatórios e decidi ficar dois dias em casa, isolado. Era inicio da noite de uma terça feira, estava concentrado em meu trabalho, quando ouvi alguns ruidos no lado de fora do meu apartamente. Como já precisava de uma espairecida, afinal já estava concentrado no trabalho há mais de 3 horas, e lentamente, quase me espreguiçando, abri a porta e vi um casal aos amassos na parte inferior da escadaria. Era uma garota fofinha que vou chamar aqui de Luana, e um garoto residente no mesmo prédio, mas que ignoro o andar e o nome. Estavam abraçados e em pé, ele no meio das pernas dela, e ela com um dos pés repousando sobre a cintura dele. A blusa levantada até a altura dos seios, um deles estava para fora, e o garoto se curvava todo para beijar. Estavam com tanto tesão que nem notaram minha presença. Passei com cuidado a observar, agora já envolvido pelo tesão que a situação me deu, e apenas tomei cuidado para que eles não notassem mina presença. Eles se movimentavam todo,

7:02 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Arrombei a fofinha tesuda

Moro em um prédio na zona oeste de São Paulo, e quase não tinha contato com meus vizinhos porque saio cedo para o trabalho, e volto sempre depois das nove horas da noite. No início de maio deste ano, dia chuvoso e frio, tive que acelerar uns relatórios e decidi ficar dois dias em casa, isolado. Era inicio da noite de uma terça feira, estava concentrado em meu trabalho, quando ouvi alguns ruidos no lado de fora do meu apartamente. Como já precisava de uma espairecida, afinal já estava concentrado no trabalho há mais de 3 horas, e lentamente, quase me espreguiçando, abri a porta e vi um casal aos amassos na parte inferior da escadaria. Era uma garota fofinha que vou chamar aqui de Luana, e um garoto residente no mesmo prédio, mas que ignoro o andar e o nome. Estavam abraçados e em pé, ele no meio das pernas dela, e ela com um dos pés repousando sobre a cintura dele. A blusa levantada até a altura dos seios, um deles estava para fora, e o garoto se curvava todo para beijar. Estavam com tanto tesão que nem notaram minha presença. Passei com cuidado a observar, agora já envolvido pelo tesão que a situação me deu, e apenas tomei cuidado para que eles não notassem mina presença. Eles se movimentavam todo, mas transar ali estava realemente complicado para os dois. Uma porta foi aberta no andar de baixo que dava quase de frente para eles, assustando-os, e procuraram imediatamente se arrumar. Alguém chamou o garoto pelo nome e ele saiu correndo em direção ao chamado deixando a garota fofinha assustada no local. Quando ele desapareceu da minha vista, ela subiu alguns degraus, ouvindo alguém gritar do andar de baixo \" Com quem você estava??..Fale logo...\". Ela toda assustada subiu correndo em direção ao meu apartamento, e eu para evitar uma situação mais complicada abri o que faltava da minha porta ficando bem de frente com a garota, que sorriu sem graça, mas evidentemente não notara que eu a vira. Sorri para ela e perguntei baixinho \" Precisando de alguma coisa?\" Ela rapidamente, ouvindo passos em nossa direção vindos do andar inferior, entrou no meu apartamento ainda assustada. Fechei a porta e notei que ela estava pálida e quase chorando de medo. Ofereci alguma coisa para ela beber e a conduzi até a sala. Ela estava muito inibida e temerosa pelo quase flagrante e me disse que estava com o namorado, e que os pais dele, especialmente a mãe não gostava dela. Depois de alguns minutos ela já calma pediu ainda para ficar mais um pouco ali. \"Tudo bem, pode ficar à vontade, e se desejar pode acompanhar meu trabalho quer?\" Veio comigo até o escritório doméstico onde eu apenas para disfarçar tirei alguns pápeis de cima da mesa e joguei em uma pasta e ela ainda vendo meu computador pediu permissão para navegar um pouco. Concordei, mas já nos primeiros movimentos notei que ela não dispunha de muita prática no assunto, e procurei orientá-la. Ela, é fofinha, tem uns quilinhos a mais, mas tem o corpo tipo violoncelo, seios grandes, durissimos, o decote da blusa, que ainda tinha umas dobras do amasso comprovava esta impressão, deve ter por volta de 1,65 cm, o peso não arrisco mas é uma fofinha gostosinha, sorridente, uma bunda, um pouco acima do normal, o que me dá uma atração especial, e usava um jeans com cintura baixa que quando ela se curvava dava para ver um pedaço da calcinha, cor laranja. Fiquei de pé ao lado dela, que estava sentada na cadeira do computador, e ia explicando e tocando em seu braço. Prosseguimos e eu de vez em quando segurava sua mão sobre o mouse para orientá-la e forçava minha coxa contra o braço dela. Assim começei o jogo. Algum tempo depois este joguinho já havia criado o clima erótico na sala e ambos estávamos com tesão. Eu em pé, bem perto dela, ela olhando sempre para a tela, e o braço já forçado contra o meu pau, já bem duro, molhando o tecido da calça que eu usava. Mudei os braços, o direito ficou sobre o dela conduzindo o mouse, que a esta altura só passeava pela tela, e a outra a abraçava trazendo-a mais ainda em direção ao meu pau, bem duro e encostado no braço e no seio. Os bicos do seios pareciam que iam explodir de tanto tesão. Peguei suas mãos e sutilmente a fiz levantar, sem trocar uma palavra. Ela veio na minha direção com os olhos semi cerrados. Abracei-a, e a fiz sentir na altura da cintura meu pau todo duro, e ela deixou-se conduzir e gostou de sentir o pau, porque forçava o corpo contra ele. Beijei-a enfiando a lingua bem ao fundo da sua boca, e fui levantando sua blusa. Tirei devagar, ainda mantendo o beijo, o seu sutiã. Os seios saltaram para fora. Enormes mesmo, os mamilos durissimos e empinadinhos. Virei-a de costas, me coloquei contra a bunda dela e fui beijando sua nuca. Ela se mexia toda, com os olhos fechados e a cabeça meia virada para o teto. Soltei o jeans, e fui forçando o jeans para baixo. Estava dificil porque o jeans era apertado. Deu trabalho, mas depois de um tempo ela estava apenas com a calcinha laranja. Beijei-a de novo e coloquei a mão bem em cima da bucetinha. Estava ensopada. O tecido estava até manchado pelo suco que escorria. Isso me deu mais tesão ainda. Beijando-a fui a conduzindo para o chão, no tapete. Tirei minhas roupas, e fui explorando o corpo dominado pelo forte tesão dos dois. A garota gemia, balbuciava alguma coisa imcompreensivel. E, eu seguia, tirei a calcinha e neste momento pude avaliar melhor o nivel de tesão que a dominava. Estava totalmente ensopada. Adoro sentir isso. Fui beijando os mamilos, mordiscando de leve.forçando o endurecimento dos biquinhos. Ela se mexia toda, abria as pernas para meu corpo ficar ali, forçando contra a bucetinha. Dava para sentir o suco dela molhando minhas pernas. Com as duas mãos abri as pernas dela e fui descendo com o beijo das seios para o ventre e parei um pouco entrea cintura e a bucetinha, enquanto com uma das mãos fiquei espalhando a umidade toda pela fenda, e ainda acariciava o grelinho. Quando meu dedo tocava de leve, bem de leve o grelinho, ela quase endoidecia, e jogava seu quadril em minha direção, como se pedisse para enfiar tudo. Não tenho pressa. Gosto de ir devagar e curtir o tesão mútuo. De repente fui baixando mais a boca e soltei minha respiração morna sobre a fenda, que eu mantinha aberta com a mão. O corpo se mexia todo, os gemidos roucos saiam balbuciando alguma coisa, e o quadril fofo se mexia sem parar. Beijei o grelinho, e fui passando a lingua ao longo da fenda, soltando saliva para se misturar com o suco. Ela ficou mais ensopada ainda. A fofa agora me arranhava, se mexia como doida, sempre jogando o quadril em minha direção. suas mãos forçavam minha cabeça contra sua buceta. E, de repente se enrijeceu toda, e gozou gritando e esticando as pernas. Deixei os espasmos rolarem. Ela amoleceu toda. Ficou mole, pernas soltas. Corpo largado. Parecia desmaiada. Levantei um pouco, e pus meu pau bem no meio da fenda. Ela continuava como que desmaiada. Forcei um pouco o pau, para que ele ficasse apenas abrigado na fenda. Sem penetrar. Com a mão passava o pau ao longo da fenda, toda molhada. Ela permanecia do mesmo jeito. Forcei um pouco o pau, e entrou apenas a cabeça. Ela não dava um sinal de vida. Forcei mais, ela era muito apertada, mas entrava porque estava super lubrificada. Entrou tudo. Meu pau agora preenchia todo o espaço. Ela se mexeu de leve, passando os braços pelas minhas costas puxando meu corpo contra o dela. Comecei lentamente o movimento de entra e sai. O pau saia brilhando e voltava indo bem ao fundo. Acelerei, e ela voltou a ficar se mexendo de novo. Que maravilha, meu tesão foi além do limite. Ambos se movimentando buscando o gozo. Ela de novo, voltou a gemer roucamente e a gritar, enquanto me auxiliava no entra e sai. O pau escorregava pelas paredes da bucetinha e entrava mesmo até o talo. Gozamos nos apertando e nos arranhando. O pau explodiu num gozo delirante. Soltei jorradas de porra. Ela de novo ficou mole. Solta. Toda entregue. Deixei o pau lá dentro. A porra saia misturada com o suco mesclado com minha saliva, escorrendo pelas coxas largonas dela. Ela de novo ficou amolecida, desmaiada. e eu joguei meu corpo ao lado, e descansamos alguns minutos. Voltei ao meu tesão. O pau endureceu novamente. Olhei para ela ...o corpo estava esticado. Toda mole. Virei-a de bruços, e fiquei admirando aquela bundona. Era enorme mesmo, mas durinha, e muito branca. Ela nem se tocava, apenas deixava parecendo dormir...sonhando. Com as mãos abri as nádegas e vi o botãozinho rosado, super apertado, dava para notar. Beijei a bundona, e mantive as nádegas separadinhas, queria ver o botãozinho. Peguei aquela mistura de porra, suco e saliva que escorria da buceta e espalhei no rego e no cuzinho. Sempre que passava pelo cuzinho eu fazia uma pressão de leve com um dos dedos. Ela piscava o botãozinho, e se arrepiava toda. Fiz este percurso algumas vezes, e cada vez a pressão que eu fazia no cuzinho era um pouco maior. Deixei o dedo pressionado contra ele, e fui entrando com ele, até que entrou todo. Fiz movimentos circulares e foi abrindo o diametro aos poucos. O dedo entrou todo. O anel foi-se afrouxando lentamente. Fiz a mesma coisa com outro dedo e depois de um tempo lá estavam dois dedos. Tudo super molhado porque de vez em quando eu pegava mais suco, e soltava no cuzinho. Tentei enfiar o terceiro dedo mas não deu mesmo. Vi o cuzinho já meio aberto e posicionei então meu pau na entradinha. Ela separou as pernas facilitando meu trabalho. E, pressionei um pouco o pau. Senti a resistencia. forcei um pouco mais. Queria tê-la dando o cuzinho mas com tesão e com o minimo de dor. Forcei de novo, e passou a cabecinha, ela forçou um pouco a bunda contra meu pau, e com isso ele escorregou um pouco mais para o fundo, e assim fomos até entrar até o talo. Ela jogou as mãos para trás, me puxando com cuidado contra seu corpo. Eu controlava a entrada e só depois de alguns minutos comecei a movimentar e bem devagar. Ela gemeu e disse que estava doendo um pouco, mas não queria que eu tirasse. Forcei aos poucos a velocidade dos movimentos e ela gemia..doia...mas gueria. Foi divino. Gozei de novo explodindo. Quando soltei a porra ela ficou estática. Forcei para soltar tudo bem no fundo. Soltei meu corpo contra o dela, sentindo aquela bundona deliciosa embaixo. Que gostoso!!. O pau amoleceu lá dentro mesmo. Não tirei e fiquei assim ainda algum tempo. Nem imagino quanto tempo. Queria curtir aquela posição. De repente o pau regugitou. Queria ficar duro de novo. E assim aos poucos ele ia voltando ficar rijo. Ela sentiu e relaxou as pernas para facilitar. O pau ainda assim, amassado naquele canal superestreito voltou a ficar todo duro. Estava saindo porra pelo rego. Comecei de novo o entra e sai, ela parada, e foi deixando. Esporrei de novo. Tirei o pau, estava muito molhado, e olhei para o cuzinho dela. Tinha um buraco enorme, todo aberto, e saia o liquido branco de porra. Ela estava toda arregaçada. O suco, e a porra que saiam da xoxota e do cuzinho misturavam-se caindo no tapete. Era muita porra e muito suco. A fofa, aos poucos se recompos, eu idem. Nunca falamos nada....mas de vez em quando ela volta para meu apartamento escondidinha e gozamos assim com um tesão imenso, sem falar nada.....só querendo gozar.

7:02 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Roleta Russa - casada de POA e uma história inacreditável mas verdadeira

Meu nome é Patrícia e eu trabalho como secretária em um escritório grande de advocacia em Porto Alegre. Tenho pele clara, cabelos castanhos, um corpo tipo violão e sei que muitos homens me acham gostosa. Tenho 29 anos, sou casada à 5 anos com meu marido que amo, mas que não sabe nada disso.... e espero que nunca venha a saber, pois apesar dessa história ser extremamente excitante seria uma bomba na vida dele...
Sempre recebi cantadas diretas e indiretas de muita gente, inclusive meu próprio chefe, mas nunca dei bola. Um dia eu tive que ficar até mais tarde para cuidar de uma papelada e uma amiga e colega minha, Laura, ficou me ajudando. Lá pelas 8 da noite e com muito serviço pela frente, depois de ligar para meu marido que ia me atrasar, Laura trouxe um vinho da sala do chefe dela para relaxar, enquanto continuávamos o trabalho.... foi nesse ambiente que ela me contou do que ela chamava de ‘roleta russa’...
Ela descobriu que o chefe dela, o Pedro, um homem nos seus 40 anos, casado e com filhos, tem uma espécie de ‘perversão’, se é que dá para se chamar disso. Ele adora comer mulheres casadas e já tinha até dado em cima dela. Até aí tudo bem, meu chefe também já tinha feito isso, até já achava normal. Mas ele tem uma página na internet sobre isso, onde ele esconde o rosto dele e os detalhes pessoais, mas Laura já sabe que é ele mesmo. Descobriu passando-se por uma outra mulher na internet e levou ele a confessar onde trabalhava. Mas nunca teve nada com ele. Mas tudo bem, pensei, hoje em dia a internet permite muitas coisas, achei interessante mas nada de mais. Mas aí ela me contou que o site é sobre a ‘roleta russa’... mas nesse ponto chegou mais uns colegas nossos para ajudar no trabalho e a conversa morreu aí. Mas fiquei muito interessada e fui atrás do site dele. O site fala que ele adora isso, mas não explica o que é, pede para as mulheres, casadas, entre em contato por chat. Então resolvei entrar em contato com ele, anonimamente.
Pedro trabalha muitos dias além do expediente, e descobri que é por causa dessa fantasia. Quando ele não está trabalhando, está viajando “a trabalho”, mas na verdade colocando a fantasia em prática. Me loguei como casadacarente e comecei a conversar com ele... disse que eu estava muito interessada no assunto e que ele me explicasse o que era. No momento eu estava mais entediada e louca para saber das fofocas dele, mas ele exigiu que fizéssemos sexo virtual antes. Eu nunca tinha feito isso, até achava traição (ainda acho) mas resolvi ir adiante, afinal, não estávamos realmente fazendo sexo. Nossa, a sensação que tive foi sensacional! Nos dias seguintes continuamos a fazer sexo virtual enquanto ele criava confiança em mim... e o engraçado é que estávamos no mesmo andar do prédio, risos... o sexo incluia tudo, até colocar a camisinha com a boca. Mas no final ele pedia sempre para gozar “dentro de mim” e se podia tirar a camisinha, é claro que eu dizia que sim e geralmente eu tinha meu orgasmo nessa hora, enquanto me masturbava.
Finalmente consegui convencer ele a me contar... nesse momento eu já estava super envolvida com ele, estava até pensando em ir adiante. Ele então me explicou tudinho... ‘Roleta Russa’ para ele era fazer amor com uma mulher casada no período fértil dela, sem camisinha... se o tiro desse certo ela iria engravidar. Mais ainda, não era para a mulher transar com o marido naquela semana. A revelação foi como um soco no estômago para mim, enquanto que eu sentia uma sensação de formigamento que vinha da virilha para o corpo todo. Fiquei em choque e disse que ia pensar.
Naquela noite não conseguia dormir de tesão. Coincidentemente estávamos tentando nosso primeiro filho, eu até estava tomando alguns remédios para facilitar a gravidez. Não me encontrei com ele no chat no dia seguinte, mas de novo não conseguia dormir. O tesão era tão grande que finalmente me decidi. Iria ir adiante. Não tinha motivo para fazer isso, nem para trair o meu marido que eu amo tanto, mas a sensação no corpo era mais do que eu podia aguentar. Eu não tinha controle. Marquei um encontro com ele em um restaurante afastado, em um dia que meu marido tinha ido à outro estado em um congresso. Coloquei a roupa que ele pediu (um espartilho preto, calcinha e sutiãs pretos, um amor, disse para o meu marido que era para ele!) . Estava morrendo de medo mas a sensação no meio das pernas era mais forte. Cheguei no restaurante com a calcinha quase pingando de tão molhadinha que eu estava.
Pedro teve um choque quando me viu. Tive que repetir várias vezes que eu não iria contar para ninguém, que iria ficar entre nós. Quando ele notou que eu ia adiante, tomou controle da situação. Ele finalmente ficou o macho que estava em controle. Me deu um beijo na boca enquanto massageava meus seios. Mordeu meu pescoço, passou a língua na minha orelha e disse “é hoje que eu te faço um filho”. Quase gozei nessa hora.
Ele então pediu para eu ir no banheiro e usar um teste de ovulação. Estava me sentindo dominada por aquele macho. O teste deu no máximo possível. Ele então perguntou se eu tinha seguido o ‘script’. Falei que não tive sexo com meu marido, menti que estava menstruada (ele nunca presta atenção nessas coisas). Falei também que ele tinha ido em um congresso e só voltava no fim de semana, dali à 4 dias. Os olhos de Pedro se acenderam e perguntou se tinha mais alguém em casa. Eu falei que não, era só eu, mas que jamais poderíamos fazer o que ele estava pensando. Ele disse que era ele quem mandava, que ele era o macho, que iria me comer e me emprenhar na minha cama de casal. Tive um calafrio no corpo todo. Eu não queria fazer isso, mas meu corpo já tinha tomado a decisão. E eu amo meu marido!
Chegamos em casa, eu não acreditava no que eu estava fazendo. Tinha impressão que meu marido iria aparecer a qualquer instante. Levei ele ao quarto, sem falarmos. Disse para eu tirar a roupa e fiquei só com o espartilho. Ele, ainda de roupa, me deu um beijo forte, me puxou pela bunda, colocou um dedo sobre a calcinha no cuzinho. Depois foi para o pescoço enquanto as mãos já iam por dentro da calcinha, nos lugares quentes. Pedro então tirou a roupa, ficou só de cueca. Pediu para eu tirar a cueca com os dentes, o que fiz. Saltou um pau enorme, bem maior que o do meu marido. Mas o que mais me impressionou foi o saco, grande, cheio de esperma. Uma dor no coração me lembrou do meu marido, mas o tesão era impressionante. Ele disse para lamber o saco, com carinho, do macho que iria me emprenhar. Lambi tudo, o pau duro, batendo no meu rosto. Coloquei na boca e fiz um vai e vém. Ele quase gozou na minha boca, mas tirou abruptamente. Ali não era o lugar para desperdiçar seu líquido precioso. Mandou eu tirar o resto da roupa. Era agora. Não tinha mais volta.
Pedro então me jogou na cama de bruços e começou a lamber meu cuzinho. Eu mordia o travesseiro com tesão, nunca tinha dado ele para o meu marido de medo. Eu sabia que ele ia fazer isso, pelo nosso sexo virtual, mas agora era para valer. Com o pau molhado e o cuzinho também ele posicionou ele, sem camisinha, na entradinha do meu cu. Me preparei para o pior. Mas ele é um expert, me dedilhava na buceta com uma mão, mordia o meu pescoço, apertava um seio, ia bem devagar. Ficamos quase 40 minutos nisso até que notei seu saco batendo na minha bunda. Ele tinha enfiado tudo e a sensação era maravilhosa! Mordia meu lábio, doía um pouco, mas bem menos do que eu esperava. E a sensação de ter um macho dentro de mim, de eu dar prazer para ele pela minha bunda, pelo meu corpo de mulher, é inimaginável. Me sentia sua mulher total.
Gozei várias vezes nesse vai e vém, o tempo passava e nós colados um no outro. No fim, ele tirou, sem gozar. Mas o que eu queria, e só pensava nisso, era ter ele dentro de mim, enchendo meu útero, me fazendo mulher dele em definitivo. Ele falou que tinha mais uma condição. Não acreditei no que ele falou. Falou que iria filmar tudo. Eu prontamente disse que não, e não. Falou que iria embora. O que mais ele queria? Já tinha a grande possibilidade de me engravidar, por que filmar? Ele disse que iria guardar a fita como troféu, e que serviria de garantia que eu sempre iria transar com ele quando ele quisesse, por medo que eu iria mostrar a fita para o meu marido. Me espantei com a sinceridade. Minha mente dizia “sai dessa agora!”, mas meu corpo estava cada vez mais dominado por aquele macho que sabia fazer as coisas. Dei um beijo nele e com uma culpa enorme que se misturava ao tesão disse “sou tua, faz o que quiseres”. Ele montou a câmera de pau duro. Era uma câmera profissional, não aquelas que vemos por aí. Procurou enquadrar bem. Pediu para eu deitar de costas na cama e abrir as pernas. Fiz isso, fechei os olhos e me preparei. Ele veio por cima, me deu um beijo profundo de língua, e pediu para eu direcionar o pau dele no meu útero. Que sensação, só de entrar a cabeça tive um orgasmo ali mesmo. Ele enfiou tudo e nunca tinha me sentido tão preenchida. Quase que sentia algo no estômago. Ele então se ajoelhou com o pau todo enfiado e me perguntou “o que você quer de mim, sua puta”. Sem saber o que dizer, com a câmera ligada, eu perguntei “como assim”, no meio de uns gemidos. Ele perguntou de novo “me diz o que tu quer de mim”. Era a humilhação final, ter a razão de tudo gravada em fita. Naquele ponto, o que eu podia fazer? Eu disse “me faz um filho”. “Eu não ouvi”, disse ele. “ME FAZ UM FILHO! ME ENGRAVIDA! ME DOMINA!”, gritei. Ele deu dois puxões nos meus quadris e enfiou forte. Eu gemia sem parar. “E o seu marido”, perguntou?. “Meu marido é um corno, ele não sabe de nada!”. Começou a acelerar. Ele falou “Se ele tiver vendo essa fita, conta prá ele agora!”. “SIM!”, gritei, “ELE QUE É MEU MACHO, ELE QUE ME FEZ O FILHO”. Eu estava gozando sem parar. Nisso toca o telefone e nós dois paramos olhando um para o outro. Sem saber o que fazer, ele falou “Atende. agora!”. Eu estava imóvel. Ele alcançou o telefone e passou para o mim. “Alô?” perguntei, respiração rápida, meio que em gemidos. Ele perguntou “o que houve, estava correndo?”. Falei “Sim! Não, digo, estava fazendo uns exercícios!”. Consegui enganar ele e ele começou a contar do que estava fazendo. Pedro recomeçou o vai-e-vem e eu não acreditava. Era isso que ele queria, estava completando a fantasia dele de um jeito que ele jamais seria possível. Fiquei um pouco braba com isso, mas notei que a fantasia dele também era a minha, e soltei um gemido. Por um momento meu marido desconfiou, mas falei que tinha me machucado o dedo em algum lugar. Rapidamente despistei ele, desliguei o telefone e Pedro fazia cada vez mais rápido. “Quem é o teu macho?” perguntava. “Quero te engravidar agora, sua puta, tu só quer saber de homem bom para te emprenhar”. Eu dizia, “me come, me engravida, me faz um filho, me enche de porra”. De repente sinto um jato dentro do meu útero e no mesmo momento começo a ver estrelas. Gozei tantas vezes durante aquilo, mas o gozo final fez os outros parecerem nada. Quase desmaiei, parecia em transe. Meus quadris apertavam pedro e parecia que não parava de jorra esperma de seu pau. Deu mais três estocadas e parou completamente. Nós ofegantes, o copro dele em cima do meu, seu pau e esperma me enchendo meu corpo. Depois de um tempo ele saiu. Mandou eu ficar com as pernas levantadas por uns 20 minutos. Me deu um beijo na boca longo, de paixão mesmo. Antes de sair ainda começou a passar a mão no esperma que saia da buceta, aos montes, molhando a cama e colocava na minha boca para chupar. Eu adorei. Disse para ficar fazendo aquilo, colhendo e comendo o esperma do meu macho. E então falou: “me aguarde amanhã, aqui, no mesmo horário”. Agora, passado o tesão, veio a culpa, pesada, coitado do meu marido. Ele levou todo o equipamento e eu sabia que minha vida tinha dado um giro de 180 graus.
Ele veio nos próximos 3 dias e fez a mesma rotina, todas as vezes. Eu fiquei cada vez mais arrombada, cada vez mais satisfeita, cada vez mais mulher. No final, descobri que sou super fértil e o problema provavelmente era o meu marido. Um mês depois, veio o resultado. Eu estava grávida. Dado o momento em que tinha acontecido, o pai só podia ser ele. Meu marido, é claro, achou que era dele, afinal fizemos sexo na semana seguinte, um sexo sem muito tesão da minha parte... A Roleta Russa do Pedro tinha dado certo.
Achei que a fantasia tinha terminado, mas que nada. Ainda iria ter um final inesperado. Pedro, quando soube do acontecido, me avisou que faltava ainda uma coisa. Mais uma vez não acreditei. Como ele tinha conseguido me engravidar, eu tinha que ser marcada por ele mais uma vez. Mandou eu fazer um ‘P’ com um certo estilo acima da forquilha da minha bunda. Boquiaberta, falei que não. Mas ele tinha o vídeo, eu não tive opção. Como eu iria explicar para o meu marido? Por sorte, o nome do meu marido começa com R, então menti para ele, aos choros, que estava fazendo um ‘R’ mas não aguentei. Meu marido, super carinhoso e compreensivo, dize que não tinha problema, que eu podia remover assim que eu estivesse pronta. É claro que eu procurei nunca mais trazer o assunto à tona. Pedro ainda fez um filme onde me comeu, mostrou a tatuagem e me fez dizer a razão dela. Minha barriga de grávida ainda não mostrava. Eu estava completamente à mercê dele. Qualquer biquini que eu usasse mostrava o P e muita gente achou estranho. Ainda bem que meu marido não faz idéia...
Hoje meu filho está com 2 anos e estou grávida de novo, desta vez com certeza é do meu marido, ufa. Tentamos mais uma vez a roleta russa (ele fez questão), mas quando eu estava ovulando ele estava viajando. Mesmo assim, toda a vez que eu vou para o web site dele, vejo as nossas fotos (com os rostos escondidos) e me dá um tesão sem parar. Quem sabe depois desse ele não me faz outro? Risos.... Um aviso às navegantes.... ser dominada dessa maneira por outro homem que não for o seu marido é o máximo do tesão. Os riscos são grandes, mas a recompensa é enorme. Beijos a todos, por favor não publiquem meu e-mail.

7:16 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Roleta Russa - casada de POA e uma história inacreditável mas verdadeira

Meu nome é Patrícia e eu trabalho como secretária em um escritório grande de advocacia em Porto Alegre. Tenho pele clara, cabelos castanhos, um corpo tipo violão e sei que muitos homens me acham gostosa. Tenho 29 anos, sou casada à 5 anos com meu marido que amo, mas que não sabe nada disso.... e espero que nunca venha a saber, pois apesar dessa história ser extremamente excitante seria uma bomba na vida dele...
Sempre recebi cantadas diretas e indiretas de muita gente, inclusive meu próprio chefe, mas nunca dei bola. Um dia eu tive que ficar até mais tarde para cuidar de uma papelada e uma amiga e colega minha, Laura, ficou me ajudando. Lá pelas 8 da noite e com muito serviço pela frente, depois de ligar para meu marido que ia me atrasar, Laura trouxe um vinho da sala do chefe dela para relaxar, enquanto continuávamos o trabalho.... foi nesse ambiente que ela me contou do que ela chamava de ‘roleta russa’...
Ela descobriu que o chefe dela, o Pedro, um homem nos seus 40 anos, casado e com filhos, tem uma espécie de ‘perversão’, se é que dá para se chamar disso. Ele adora comer mulheres casadas e já tinha até dado em cima dela. Até aí tudo bem, meu chefe também já tinha feito isso, até já achava normal. Mas ele tem uma página na internet sobre isso, onde ele esconde o rosto dele e os detalhes pessoais, mas Laura já sabe que é ele mesmo. Descobriu passando-se por uma outra mulher na internet e levou ele a confessar onde trabalhava. Mas nunca teve nada com ele. Mas tudo bem, pensei, hoje em dia a internet permite muitas coisas, achei interessante mas nada de mais. Mas aí ela me contou que o site é sobre a ‘roleta russa’... mas nesse ponto chegou mais uns colegas nossos para ajudar no trabalho e a conversa morreu aí. Mas fiquei muito interessada e fui atrás do site dele. O site fala que ele adora isso, mas não explica o que é, pede para as mulheres, casadas, entre em contato por chat. Então resolvei entrar em contato com ele, anonimamente.
Pedro trabalha muitos dias além do expediente, e descobri que é por causa dessa fantasia. Quando ele não está trabalhando, está viajando “a trabalho”, mas na verdade colocando a fantasia em prática. Me loguei como casadacarente e comecei a conversar com ele... disse que eu estava muito interessada no assunto e que ele me explicasse o que era. No momento eu estava mais entediada e louca para saber das fofocas dele, mas ele exigiu que fizéssemos sexo virtual antes. Eu nunca tinha feito isso, até achava traição (ainda acho) mas resolvi ir adiante, afinal, não estávamos realmente fazendo sexo. Nossa, a sensação que tive foi sensacional! Nos dias seguintes continuamos a fazer sexo virtual enquanto ele criava confiança em mim... e o engraçado é que estávamos no mesmo andar do prédio, risos... o sexo incluia tudo, até colocar a camisinha com a boca. Mas no final ele pedia sempre para gozar “dentro de mim” e se podia tirar a camisinha, é claro que eu dizia que sim e geralmente eu tinha meu orgasmo nessa hora, enquanto me masturbava.
Finalmente consegui convencer ele a me contar... nesse momento eu já estava super envolvida com ele, estava até pensando em ir adiante. Ele então me explicou tudinho... ‘Roleta Russa’ para ele era fazer amor com uma mulher casada no período fértil dela, sem camisinha... se o tiro desse certo ela iria engravidar. Mais ainda, não era para a mulher transar com o marido naquela semana. A revelação foi como um soco no estômago para mim, enquanto que eu sentia uma sensação de formigamento que vinha da virilha para o corpo todo. Fiquei em choque e disse que ia pensar.
Naquela noite não conseguia dormir de tesão. Coincidentemente estávamos tentando nosso primeiro filho, eu até estava tomando alguns remédios para facilitar a gravidez. Não me encontrei com ele no chat no dia seguinte, mas de novo não conseguia dormir. O tesão era tão grande que finalmente me decidi. Iria ir adiante. Não tinha motivo para fazer isso, nem para trair o meu marido que eu amo tanto, mas a sensação no corpo era mais do que eu podia aguentar. Eu não tinha controle. Marquei um encontro com ele em um restaurante afastado, em um dia que meu marido tinha ido à outro estado em um congresso. Coloquei a roupa que ele pediu (um espartilho preto, calcinha e sutiãs pretos, um amor, disse para o meu marido que era para ele!) . Estava morrendo de medo mas a sensação no meio das pernas era mais forte. Cheguei no restaurante com a calcinha quase pingando de tão molhadinha que eu estava.
Pedro teve um choque quando me viu. Tive que repetir várias vezes que eu não iria contar para ninguém, que iria ficar entre nós. Quando ele notou que eu ia adiante, tomou controle da situação. Ele finalmente ficou o macho que estava em controle. Me deu um beijo na boca enquanto massageava meus seios. Mordeu meu pescoço, passou a língua na minha orelha e disse “é hoje que eu te faço um filho”. Quase gozei nessa hora.
Ele então pediu para eu ir no banheiro e usar um teste de ovulação. Estava me sentindo dominada por aquele macho. O teste deu no máximo possível. Ele então perguntou se eu tinha seguido o ‘script’. Falei que não tive sexo com meu marido, menti que estava menstruada (ele nunca presta atenção nessas coisas). Falei também que ele tinha ido em um congresso e só voltava no fim de semana, dali à 4 dias. Os olhos de Pedro se acenderam e perguntou se tinha mais alguém em casa. Eu falei que não, era só eu, mas que jamais poderíamos fazer o que ele estava pensando. Ele disse que era ele quem mandava, que ele era o macho, que iria me comer e me emprenhar na minha cama de casal. Tive um calafrio no corpo todo. Eu não queria fazer isso, mas meu corpo já tinha tomado a decisão. E eu amo meu marido!
Chegamos em casa, eu não acreditava no que eu estava fazendo. Tinha impressão que meu marido iria aparecer a qualquer instante. Levei ele ao quarto, sem falarmos. Disse para eu tirar a roupa e fiquei só com o espartilho. Ele, ainda de roupa, me deu um beijo forte, me puxou pela bunda, colocou um dedo sobre a calcinha no cuzinho. Depois foi para o pescoço enquanto as mãos já iam por dentro da calcinha, nos lugares quentes. Pedro então tirou a roupa, ficou só de cueca. Pediu para eu tirar a cueca com os dentes, o que fiz. Saltou um pau enorme, bem maior que o do meu marido. Mas o que mais me impressionou foi o saco, grande, cheio de esperma. Uma dor no coração me lembrou do meu marido, mas o tesão era impressionante. Ele disse para lamber o saco, com carinho, do macho que iria me emprenhar. Lambi tudo, o pau duro, batendo no meu rosto. Coloquei na boca e fiz um vai e vém. Ele quase gozou na minha boca, mas tirou abruptamente. Ali não era o lugar para desperdiçar seu líquido precioso. Mandou eu tirar o resto da roupa. Era agora. Não tinha mais volta.
Pedro então me jogou na cama de bruços e começou a lamber meu cuzinho. Eu mordia o travesseiro com tesão, nunca tinha dado ele para o meu marido de medo. Eu sabia que ele ia fazer isso, pelo nosso sexo virtual, mas agora era para valer. Com o pau molhado e o cuzinho também ele posicionou ele, sem camisinha, na entradinha do meu cu. Me preparei para o pior. Mas ele é um expert, me dedilhava na buceta com uma mão, mordia o meu pescoço, apertava um seio, ia bem devagar. Ficamos quase 40 minutos nisso até que notei seu saco batendo na minha bunda. Ele tinha enfiado tudo e a sensação era maravilhosa! Mordia meu lábio, doía um pouco, mas bem menos do que eu esperava. E a sensação de ter um macho dentro de mim, de eu dar prazer para ele pela minha bunda, pelo meu corpo de mulher, é inimaginável. Me sentia sua mulher total.
Gozei várias vezes nesse vai e vém, o tempo passava e nós colados um no outro. No fim, ele tirou, sem gozar. Mas o que eu queria, e só pensava nisso, era ter ele dentro de mim, enchendo meu útero, me fazendo mulher dele em definitivo. Ele falou que tinha mais uma condição. Não acreditei no que ele falou. Falou que iria filmar tudo. Eu prontamente disse que não, e não. Falou que iria embora. O que mais ele queria? Já tinha a grande possibilidade de me engravidar, por que filmar? Ele disse que iria guardar a fita como troféu, e que serviria de garantia que eu sempre iria transar com ele quando ele quisesse, por medo que eu iria mostrar a fita para o meu marido. Me espantei com a sinceridade. Minha mente dizia “sai dessa agora!”, mas meu corpo estava cada vez mais dominado por aquele macho que sabia fazer as coisas. Dei um beijo nele e com uma culpa enorme que se misturava ao tesão disse “sou tua, faz o que quiseres”. Ele montou a câmera de pau duro. Era uma câmera profissional, não aquelas que vemos por aí. Procurou enquadrar bem. Pediu para eu deitar de costas na cama e abrir as pernas. Fiz isso, fechei os olhos e me preparei. Ele veio por cima, me deu um beijo profundo de língua, e pediu para eu direcionar o pau dele no meu útero. Que sensação, só de entrar a cabeça tive um orgasmo ali mesmo. Ele enfiou tudo e nunca tinha me sentido tão preenchida. Quase que sentia algo no estômago. Ele então se ajoelhou com o pau todo enfiado e me perguntou “o que você quer de mim, sua puta”. Sem saber o que dizer, com a câmera ligada, eu perguntei “como assim”, no meio de uns gemidos. Ele perguntou de novo “me diz o que tu quer de mim”. Era a humilhação final, ter a razão de tudo gravada em fita. Naquele ponto, o que eu podia fazer? Eu disse “me faz um filho”. “Eu não ouvi”, disse ele. “ME FAZ UM FILHO! ME ENGRAVIDA! ME DOMINA!”, gritei. Ele deu dois puxões nos meus quadris e enfiou forte. Eu gemia sem parar. “E o seu marido”, perguntou?. “Meu marido é um corno, ele não sabe de nada!”. Começou a acelerar. Ele falou “Se ele tiver vendo essa fita, conta prá ele agora!”. “SIM!”, gritei, “ELE QUE É MEU MACHO, ELE QUE ME FEZ O FILHO”. Eu estava gozando sem parar. Nisso toca o telefone e nós dois paramos olhando um para o outro. Sem saber o que fazer, ele falou “Atende. agora!”. Eu estava imóvel. Ele alcançou o telefone e passou para o mim. “Alô?” perguntei, respiração rápida, meio que em gemidos. Ele perguntou “o que houve, estava correndo?”. Falei “Sim! Não, digo, estava fazendo uns exercícios!”. Consegui enganar ele e ele começou a contar do que estava fazendo. Pedro recomeçou o vai-e-vem e eu não acreditava. Era isso que ele queria, estava completando a fantasia dele de um jeito que ele jamais seria possível. Fiquei um pouco braba com isso, mas notei que a fantasia dele também era a minha, e soltei um gemido. Por um momento meu marido desconfiou, mas falei que tinha me machucado o dedo em algum lugar. Rapidamente despistei ele, desliguei o telefone e Pedro fazia cada vez mais rápido. “Quem é o teu macho?” perguntava. “Quero te engravidar agora, sua puta, tu só quer saber de homem bom para te emprenhar”. Eu dizia, “me come, me engravida, me faz um filho, me enche de porra”. De repente sinto um jato dentro do meu útero e no mesmo momento começo a ver estrelas. Gozei tantas vezes durante aquilo, mas o gozo final fez os outros parecerem nada. Quase desmaiei, parecia em transe. Meus quadris apertavam pedro e parecia que não parava de jorra esperma de seu pau. Deu mais três estocadas e parou completamente. Nós ofegantes, o copro dele em cima do meu, seu pau e esperma me enchendo meu corpo. Depois de um tempo ele saiu. Mandou eu ficar com as pernas levantadas por uns 20 minutos. Me deu um beijo na boca longo, de paixão mesmo. Antes de sair ainda começou a passar a mão no esperma que saia da buceta, aos montes, molhando a cama e colocava na minha boca para chupar. Eu adorei. Disse para ficar fazendo aquilo, colhendo e comendo o esperma do meu macho. E então falou: “me aguarde amanhã, aqui, no mesmo horário”. Agora, passado o tesão, veio a culpa, pesada, coitado do meu marido. Ele levou todo o equipamento e eu sabia que minha vida tinha dado um giro de 180 graus.
Ele veio nos próximos 3 dias e fez a mesma rotina, todas as vezes. Eu fiquei cada vez mais arrombada, cada vez mais satisfeita, cada vez mais mulher. No final, descobri que sou super fértil e o problema provavelmente era o meu marido. Um mês depois, veio o resultado. Eu estava grávida. Dado o momento em que tinha acontecido, o pai só podia ser ele. Meu marido, é claro, achou que era dele, afinal fizemos sexo na semana seguinte, um sexo sem muito tesão da minha parte... A Roleta Russa do Pedro tinha dado certo.
Achei que a fantasia tinha terminado, mas que nada. Ainda iria ter um final inesperado. Pedro, quando soube do acontecido, me avisou que faltava ainda uma coisa. Mais uma vez não acreditei. Como ele tinha conseguido me engravidar, eu tinha que ser marcada por ele mais uma vez. Mandou eu fazer um ‘P’ com um certo estilo acima da forquilha da minha bunda. Boquiaberta, falei que não. Mas ele tinha o vídeo, eu não tive opção. Como eu iria explicar para o meu marido? Por sorte, o nome do meu marido começa com R, então menti para ele, aos choros, que estava fazendo um ‘R’ mas não aguentei. Meu marido, super carinhoso e compreensivo, dize que não tinha problema, que eu podia remover assim que eu estivesse pronta. É claro que eu procurei nunca mais trazer o assunto à tona. Pedro ainda fez um filme onde me comeu, mostrou a tatuagem e me fez dizer a razão dela. Minha barriga de grávida ainda não mostrava. Eu estava completamente à mercê dele. Qualquer biquini que eu usasse mostrava o P e muita gente achou estranho. Ainda bem que meu marido não faz idéia...
Hoje meu filho está com 2 anos e estou grávida de novo, desta vez com certeza é do meu marido, ufa. Tentamos mais uma vez a roleta russa (ele fez questão), mas quando eu estava ovulando ele estava viajando. Mesmo assim, toda a vez que eu vou para o web site dele, vejo as nossas fotos (com os rostos escondidos) e me dá um tesão sem parar. Quem sabe depois desse ele não me faz outro? Risos.... Um aviso às navegantes.... ser dominada dessa maneira por outro homem que não for o seu marido é o máximo do tesão. Os riscos são grandes, mas a recompensa é enorme. Beijos a todos, por favor não publiquem meu e-mail.

7:16 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Roleta Russa - casada de POA e uma história inacreditável mas verdadeira

Meu nome é Patrícia e eu trabalho como secretária em um escritório grande de advocacia em Porto Alegre. Tenho pele clara, cabelos castanhos, um corpo tipo violão e sei que muitos homens me acham gostosa. Tenho 29 anos, sou casada à 5 anos com meu marido que amo, mas que não sabe nada disso.... e espero que nunca venha a saber, pois apesar dessa história ser extremamente excitante seria uma bomba na vida dele...
Sempre recebi cantadas diretas e indiretas de muita gente, inclusive meu próprio chefe, mas nunca dei bola. Um dia eu tive que ficar até mais tarde para cuidar de uma papelada e uma amiga e colega minha, Laura, ficou me ajudando. Lá pelas 8 da noite e com muito serviço pela frente, depois de ligar para meu marido que ia me atrasar, Laura trouxe um vinho da sala do chefe dela para relaxar, enquanto continuávamos o trabalho.... foi nesse ambiente que ela me contou do que ela chamava de ‘roleta russa’...
Ela descobriu que o chefe dela, o Pedro, um homem nos seus 40 anos, casado e com filhos, tem uma espécie de ‘perversão’, se é que dá para se chamar disso. Ele adora comer mulheres casadas e já tinha até dado em cima dela. Até aí tudo bem, meu chefe também já tinha feito isso, até já achava normal. Mas ele tem uma página na internet sobre isso, onde ele esconde o rosto dele e os detalhes pessoais, mas Laura já sabe que é ele mesmo. Descobriu passando-se por uma outra mulher na internet e levou ele a confessar onde trabalhava. Mas nunca teve nada com ele. Mas tudo bem, pensei, hoje em dia a internet permite muitas coisas, achei interessante mas nada de mais. Mas aí ela me contou que o site é sobre a ‘roleta russa’... mas nesse ponto chegou mais uns colegas nossos para ajudar no trabalho e a conversa morreu aí. Mas fiquei muito interessada e fui atrás do site dele. O site fala que ele adora isso, mas não explica o que é, pede para as mulheres, casadas, entre em contato por chat. Então resolvei entrar em contato com ele, anonimamente.
Pedro trabalha muitos dias além do expediente, e descobri que é por causa dessa fantasia. Quando ele não está trabalhando, está viajando “a trabalho”, mas na verdade colocando a fantasia em prática. Me loguei como casadacarente e comecei a conversar com ele... disse que eu estava muito interessada no assunto e que ele me explicasse o que era. No momento eu estava mais entediada e louca para saber das fofocas dele, mas ele exigiu que fizéssemos sexo virtual antes. Eu nunca tinha feito isso, até achava traição (ainda acho) mas resolvi ir adiante, afinal, não estávamos realmente fazendo sexo. Nossa, a sensação que tive foi sensacional! Nos dias seguintes continuamos a fazer sexo virtual enquanto ele criava confiança em mim... e o engraçado é que estávamos no mesmo andar do prédio, risos... o sexo incluia tudo, até colocar a camisinha com a boca. Mas no final ele pedia sempre para gozar “dentro de mim” e se podia tirar a camisinha, é claro que eu dizia que sim e geralmente eu tinha meu orgasmo nessa hora, enquanto me masturbava.
Finalmente consegui convencer ele a me contar... nesse momento eu já estava super envolvida com ele, estava até pensando em ir adiante. Ele então me explicou tudinho... ‘Roleta Russa’ para ele era fazer amor com uma mulher casada no período fértil dela, sem camisinha... se o tiro desse certo ela iria engravidar. Mais ainda, não era para a mulher transar com o marido naquela semana. A revelação foi como um soco no estômago para mim, enquanto que eu sentia uma sensação de formigamento que vinha da virilha para o corpo todo. Fiquei em choque e disse que ia pensar.
Naquela noite não conseguia dormir de tesão. Coincidentemente estávamos tentando nosso primeiro filho, eu até estava tomando alguns remédios para facilitar a gravidez. Não me encontrei com ele no chat no dia seguinte, mas de novo não conseguia dormir. O tesão era tão grande que finalmente me decidi. Iria ir adiante. Não tinha motivo para fazer isso, nem para trair o meu marido que eu amo tanto, mas a sensação no corpo era mais do que eu podia aguentar. Eu não tinha controle. Marquei um encontro com ele em um restaurante afastado, em um dia que meu marido tinha ido à outro estado em um congresso. Coloquei a roupa que ele pediu (um espartilho preto, calcinha e sutiãs pretos, um amor, disse para o meu marido que era para ele!) . Estava morrendo de medo mas a sensação no meio das pernas era mais forte. Cheguei no restaurante com a calcinha quase pingando de tão molhadinha que eu estava.
Pedro teve um choque quando me viu. Tive que repetir várias vezes que eu não iria contar para ninguém, que iria ficar entre nós. Quando ele notou que eu ia adiante, tomou controle da situação. Ele finalmente ficou o macho que estava em controle. Me deu um beijo na boca enquanto massageava meus seios. Mordeu meu pescoço, passou a língua na minha orelha e disse “é hoje que eu te faço um filho”. Quase gozei nessa hora.
Ele então pediu para eu ir no banheiro e usar um teste de ovulação. Estava me sentindo dominada por aquele macho. O teste deu no máximo possível. Ele então perguntou se eu tinha seguido o ‘script’. Falei que não tive sexo com meu marido, menti que estava menstruada (ele nunca presta atenção nessas coisas). Falei também que ele tinha ido em um congresso e só voltava no fim de semana, dali à 4 dias. Os olhos de Pedro se acenderam e perguntou se tinha mais alguém em casa. Eu falei que não, era só eu, mas que jamais poderíamos fazer o que ele estava pensando. Ele disse que era ele quem mandava, que ele era o macho, que iria me comer e me emprenhar na minha cama de casal. Tive um calafrio no corpo todo. Eu não queria fazer isso, mas meu corpo já tinha tomado a decisão. E eu amo meu marido!
Chegamos em casa, eu não acreditava no que eu estava fazendo. Tinha impressão que meu marido iria aparecer a qualquer instante. Levei ele ao quarto, sem falarmos. Disse para eu tirar a roupa e fiquei só com o espartilho. Ele, ainda de roupa, me deu um beijo forte, me puxou pela bunda, colocou um dedo sobre a calcinha no cuzinho. Depois foi para o pescoço enquanto as mãos já iam por dentro da calcinha, nos lugares quentes. Pedro então tirou a roupa, ficou só de cueca. Pediu para eu tirar a cueca com os dentes, o que fiz. Saltou um pau enorme, bem maior que o do meu marido. Mas o que mais me impressionou foi o saco, grande, cheio de esperma. Uma dor no coração me lembrou do meu marido, mas o tesão era impressionante. Ele disse para lamber o saco, com carinho, do macho que iria me emprenhar. Lambi tudo, o pau duro, batendo no meu rosto. Coloquei na boca e fiz um vai e vém. Ele quase gozou na minha boca, mas tirou abruptamente. Ali não era o lugar para desperdiçar seu líquido precioso. Mandou eu tirar o resto da roupa. Era agora. Não tinha mais volta.
Pedro então me jogou na cama de bruços e começou a lamber meu cuzinho. Eu mordia o travesseiro com tesão, nunca tinha dado ele para o meu marido de medo. Eu sabia que ele ia fazer isso, pelo nosso sexo virtual, mas agora era para valer. Com o pau molhado e o cuzinho também ele posicionou ele, sem camisinha, na entradinha do meu cu. Me preparei para o pior. Mas ele é um expert, me dedilhava na buceta com uma mão, mordia o meu pescoço, apertava um seio, ia bem devagar. Ficamos quase 40 minutos nisso até que notei seu saco batendo na minha bunda. Ele tinha enfiado tudo e a sensação era maravilhosa! Mordia meu lábio, doía um pouco, mas bem menos do que eu esperava. E a sensação de ter um macho dentro de mim, de eu dar prazer para ele pela minha bunda, pelo meu corpo de mulher, é inimaginável. Me sentia sua mulher total.
Gozei várias vezes nesse vai e vém, o tempo passava e nós colados um no outro. No fim, ele tirou, sem gozar. Mas o que eu queria, e só pensava nisso, era ter ele dentro de mim, enchendo meu útero, me fazendo mulher dele em definitivo. Ele falou que tinha mais uma condição. Não acreditei no que ele falou. Falou que iria filmar tudo. Eu prontamente disse que não, e não. Falou que iria embora. O que mais ele queria? Já tinha a grande possibilidade de me engravidar, por que filmar? Ele disse que iria guardar a fita como troféu, e que serviria de garantia que eu sempre iria transar com ele quando ele quisesse, por medo que eu iria mostrar a fita para o meu marido. Me espantei com a sinceridade. Minha mente dizia “sai dessa agora!”, mas meu corpo estava cada vez mais dominado por aquele macho que sabia fazer as coisas. Dei um beijo nele e com uma culpa enorme que se misturava ao tesão disse “sou tua, faz o que quiseres”. Ele montou a câmera de pau duro. Era uma câmera profissional, não aquelas que vemos por aí. Procurou enquadrar bem. Pediu para eu deitar de costas na cama e abrir as pernas. Fiz isso, fechei os olhos e me preparei. Ele veio por cima, me deu um beijo profundo de língua, e pediu para eu direcionar o pau dele no meu útero. Que sensação, só de entrar a cabeça tive um orgasmo ali mesmo. Ele enfiou tudo e nunca tinha me sentido tão preenchida. Quase que sentia algo no estômago. Ele então se ajoelhou com o pau todo enfiado e me perguntou “o que você quer de mim, sua puta”. Sem saber o que dizer, com a câmera ligada, eu perguntei “como assim”, no meio de uns gemidos. Ele perguntou de novo “me diz o que tu quer de mim”. Era a humilhação final, ter a razão de tudo gravada em fita. Naquele ponto, o que eu podia fazer? Eu disse “me faz um filho”. “Eu não ouvi”, disse ele. “ME FAZ UM FILHO! ME ENGRAVIDA! ME DOMINA!”, gritei. Ele deu dois puxões nos meus quadris e enfiou forte. Eu gemia sem parar. “E o seu marido”, perguntou?. “Meu marido é um corno, ele não sabe de nada!”. Começou a acelerar. Ele falou “Se ele tiver vendo essa fita, conta prá ele agora!”. “SIM!”, gritei, “ELE QUE É MEU MACHO, ELE QUE ME FEZ O FILHO”. Eu estava gozando sem parar. Nisso toca o telefone e nós dois paramos olhando um para o outro. Sem saber o que fazer, ele falou “Atende. agora!”. Eu estava imóvel. Ele alcançou o telefone e passou para o mim. “Alô?” perguntei, respiração rápida, meio que em gemidos. Ele perguntou “o que houve, estava correndo?”. Falei “Sim! Não, digo, estava fazendo uns exercícios!”. Consegui enganar ele e ele começou a contar do que estava fazendo. Pedro recomeçou o vai-e-vem e eu não acreditava. Era isso que ele queria, estava completando a fantasia dele de um jeito que ele jamais seria possível. Fiquei um pouco braba com isso, mas notei que a fantasia dele também era a minha, e soltei um gemido. Por um momento meu marido desconfiou, mas falei que tinha me machucado o dedo em algum lugar. Rapidamente despistei ele, desliguei o telefone e Pedro fazia cada vez mais rápido. “Quem é o teu macho?” perguntava. “Quero te engravidar agora, sua puta, tu só quer saber de homem bom para te emprenhar”. Eu dizia, “me come, me engravida, me faz um filho, me enche de porra”. De repente sinto um jato dentro do meu útero e no mesmo momento começo a ver estrelas. Gozei tantas vezes durante aquilo, mas o gozo final fez os outros parecerem nada. Quase desmaiei, parecia em transe. Meus quadris apertavam pedro e parecia que não parava de jorra esperma de seu pau. Deu mais três estocadas e parou completamente. Nós ofegantes, o copro dele em cima do meu, seu pau e esperma me enchendo meu corpo. Depois de um tempo ele saiu. Mandou eu ficar com as pernas levantadas por uns 20 minutos. Me deu um beijo na boca longo, de paixão mesmo. Antes de sair ainda começou a passar a mão no esperma que saia da buceta, aos montes, molhando a cama e colocava na minha boca para chupar. Eu adorei. Disse para ficar fazendo aquilo, colhendo e comendo o esperma do meu macho. E então falou: “me aguarde amanhã, aqui, no mesmo horário”. Agora, passado o tesão, veio a culpa, pesada, coitado do meu marido. Ele levou todo o equipamento e eu sabia que minha vida tinha dado um giro de 180 graus.
Ele veio nos próximos 3 dias e fez a mesma rotina, todas as vezes. Eu fiquei cada vez mais arrombada, cada vez mais satisfeita, cada vez mais mulher. No final, descobri que sou super fértil e o problema provavelmente era o meu marido. Um mês depois, veio o resultado. Eu estava grávida. Dado o momento em que tinha acontecido, o pai só podia ser ele. Meu marido, é claro, achou que era dele, afinal fizemos sexo na semana seguinte, um sexo sem muito tesão da minha parte... A Roleta Russa do Pedro tinha dado certo.
Achei que a fantasia tinha terminado, mas que nada. Ainda iria ter um final inesperado. Pedro, quando soube do acontecido, me avisou que faltava ainda uma coisa. Mais uma vez não acreditei. Como ele tinha conseguido me engravidar, eu tinha que ser marcada por ele mais uma vez. Mandou eu fazer um ‘P’ com um certo estilo acima da forquilha da minha bunda. Boquiaberta, falei que não. Mas ele tinha o vídeo, eu não tive opção. Como eu iria explicar para o meu marido? Por sorte, o nome do meu marido começa com R, então menti para ele, aos choros, que estava fazendo um ‘R’ mas não aguentei. Meu marido, super carinhoso e compreensivo, dize que não tinha problema, que eu podia remover assim que eu estivesse pronta. É claro que eu procurei nunca mais trazer o assunto à tona. Pedro ainda fez um filme onde me comeu, mostrou a tatuagem e me fez dizer a razão dela. Minha barriga de grávida ainda não mostrava. Eu estava completamente à mercê dele. Qualquer biquini que eu usasse mostrava o P e muita gente achou estranho. Ainda bem que meu marido não faz idéia...
Hoje meu filho está com 2 anos e estou grávida de novo, desta vez com certeza é do meu marido, ufa. Tentamos mais uma vez a roleta russa (ele fez questão), mas quando eu estava ovulando ele estava viajando. Mesmo assim, toda a vez que eu vou para o web site dele, vejo as nossas fotos (com os rostos escondidos) e me dá um tesão sem parar. Quem sabe depois desse ele não me faz outro? Risos.... Um aviso às navegantes.... ser dominada dessa maneira por outro homem que não for o seu marido é o máximo do tesão. Os riscos são grandes, mas a recompensa é enorme. Beijos a todos, por favor não publiquem meu e-mail.

7:17 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Roleta Russa - casada de POA e uma história inacreditável mas verdadeira

Meu nome é Patrícia e eu trabalho como secretária em um escritório grande de advocacia em Porto Alegre. Tenho pele clara, cabelos castanhos, um corpo tipo violão e sei que muitos homens me acham gostosa. Tenho 29 anos, sou casada à 5 anos com meu marido que amo, mas que não sabe nada disso.... e espero que nunca venha a saber, pois apesar dessa história ser extremamente excitante seria uma bomba na vida dele...
Sempre recebi cantadas diretas e indiretas de muita gente, inclusive meu próprio chefe, mas nunca dei bola. Um dia eu tive que ficar até mais tarde para cuidar de uma papelada e uma amiga e colega minha, Laura, ficou me ajudando. Lá pelas 8 da noite e com muito serviço pela frente, depois de ligar para meu marido que ia me atrasar, Laura trouxe um vinho da sala do chefe dela para relaxar, enquanto continuávamos o trabalho.... foi nesse ambiente que ela me contou do que ela chamava de ‘roleta russa’...
Ela descobriu que o chefe dela, o Pedro, um homem nos seus 40 anos, casado e com filhos, tem uma espécie de ‘perversão’, se é que dá para se chamar disso. Ele adora comer mulheres casadas e já tinha até dado em cima dela. Até aí tudo bem, meu chefe também já tinha feito isso, até já achava normal. Mas ele tem uma página na internet sobre isso, onde ele esconde o rosto dele e os detalhes pessoais, mas Laura já sabe que é ele mesmo. Descobriu passando-se por uma outra mulher na internet e levou ele a confessar onde trabalhava. Mas nunca teve nada com ele. Mas tudo bem, pensei, hoje em dia a internet permite muitas coisas, achei interessante mas nada de mais. Mas aí ela me contou que o site é sobre a ‘roleta russa’... mas nesse ponto chegou mais uns colegas nossos para ajudar no trabalho e a conversa morreu aí. Mas fiquei muito interessada e fui atrás do site dele. O site fala que ele adora isso, mas não explica o que é, pede para as mulheres, casadas, entre em contato por chat. Então resolvei entrar em contato com ele, anonimamente.
Pedro trabalha muitos dias além do expediente, e descobri que é por causa dessa fantasia. Quando ele não está trabalhando, está viajando “a trabalho”, mas na verdade colocando a fantasia em prática. Me loguei como casadacarente e comecei a conversar com ele... disse que eu estava muito interessada no assunto e que ele me explicasse o que era. No momento eu estava mais entediada e louca para saber das fofocas dele, mas ele exigiu que fizéssemos sexo virtual antes. Eu nunca tinha feito isso, até achava traição (ainda acho) mas resolvi ir adiante, afinal, não estávamos realmente fazendo sexo. Nossa, a sensação que tive foi sensacional! Nos dias seguintes continuamos a fazer sexo virtual enquanto ele criava confiança em mim... e o engraçado é que estávamos no mesmo andar do prédio, risos... o sexo incluia tudo, até colocar a camisinha com a boca. Mas no final ele pedia sempre para gozar “dentro de mim” e se podia tirar a camisinha, é claro que eu dizia que sim e geralmente eu tinha meu orgasmo nessa hora, enquanto me masturbava.
Finalmente consegui convencer ele a me contar... nesse momento eu já estava super envolvida com ele, estava até pensando em ir adiante. Ele então me explicou tudinho... ‘Roleta Russa’ para ele era fazer amor com uma mulher casada no período fértil dela, sem camisinha... se o tiro desse certo ela iria engravidar. Mais ainda, não era para a mulher transar com o marido naquela semana. A revelação foi como um soco no estômago para mim, enquanto que eu sentia uma sensação de formigamento que vinha da virilha para o corpo todo. Fiquei em choque e disse que ia pensar.
Naquela noite não conseguia dormir de tesão. Coincidentemente estávamos tentando nosso primeiro filho, eu até estava tomando alguns remédios para facilitar a gravidez. Não me encontrei com ele no chat no dia seguinte, mas de novo não conseguia dormir. O tesão era tão grande que finalmente me decidi. Iria ir adiante. Não tinha motivo para fazer isso, nem para trair o meu marido que eu amo tanto, mas a sensação no corpo era mais do que eu podia aguentar. Eu não tinha controle. Marquei um encontro com ele em um restaurante afastado, em um dia que meu marido tinha ido à outro estado em um congresso. Coloquei a roupa que ele pediu (um espartilho preto, calcinha e sutiãs pretos, um amor, disse para o meu marido que era para ele!) . Estava morrendo de medo mas a sensação no meio das pernas era mais forte. Cheguei no restaurante com a calcinha quase pingando de tão molhadinha que eu estava.
Pedro teve um choque quando me viu. Tive que repetir várias vezes que eu não iria contar para ninguém, que iria ficar entre nós. Quando ele notou que eu ia adiante, tomou controle da situação. Ele finalmente ficou o macho que estava em controle. Me deu um beijo na boca enquanto massageava meus seios. Mordeu meu pescoço, passou a língua na minha orelha e disse “é hoje que eu te faço um filho”. Quase gozei nessa hora.
Ele então pediu para eu ir no banheiro e usar um teste de ovulação. Estava me sentindo dominada por aquele macho. O teste deu no máximo possível. Ele então perguntou se eu tinha seguido o ‘script’. Falei que não tive sexo com meu marido, menti que estava menstruada (ele nunca presta atenção nessas coisas). Falei também que ele tinha ido em um congresso e só voltava no fim de semana, dali à 4 dias. Os olhos de Pedro se acenderam e perguntou se tinha mais alguém em casa. Eu falei que não, era só eu, mas que jamais poderíamos fazer o que ele estava pensando. Ele disse que era ele quem mandava, que ele era o macho, que iria me comer e me emprenhar na minha cama de casal. Tive um calafrio no corpo todo. Eu não queria fazer isso, mas meu corpo já tinha tomado a decisão. E eu amo meu marido!
Chegamos em casa, eu não acreditava no que eu estava fazendo. Tinha impressão que meu marido iria aparecer a qualquer instante. Levei ele ao quarto, sem falarmos. Disse para eu tirar a roupa e fiquei só com o espartilho. Ele, ainda de roupa, me deu um beijo forte, me puxou pela bunda, colocou um dedo sobre a calcinha no cuzinho. Depois foi para o pescoço enquanto as mãos já iam por dentro da calcinha, nos lugares quentes. Pedro então tirou a roupa, ficou só de cueca. Pediu para eu tirar a cueca com os dentes, o que fiz. Saltou um pau enorme, bem maior que o do meu marido. Mas o que mais me impressionou foi o saco, grande, cheio de esperma. Uma dor no coração me lembrou do meu marido, mas o tesão era impressionante. Ele disse para lamber o saco, com carinho, do macho que iria me emprenhar. Lambi tudo, o pau duro, batendo no meu rosto. Coloquei na boca e fiz um vai e vém. Ele quase gozou na minha boca, mas tirou abruptamente. Ali não era o lugar para desperdiçar seu líquido precioso. Mandou eu tirar o resto da roupa. Era agora. Não tinha mais volta.
Pedro então me jogou na cama de bruços e começou a lamber meu cuzinho. Eu mordia o travesseiro com tesão, nunca tinha dado ele para o meu marido de medo. Eu sabia que ele ia fazer isso, pelo nosso sexo virtual, mas agora era para valer. Com o pau molhado e o cuzinho também ele posicionou ele, sem camisinha, na entradinha do meu cu. Me preparei para o pior. Mas ele é um expert, me dedilhava na buceta com uma mão, mordia o meu pescoço, apertava um seio, ia bem devagar. Ficamos quase 40 minutos nisso até que notei seu saco batendo na minha bunda. Ele tinha enfiado tudo e a sensação era maravilhosa! Mordia meu lábio, doía um pouco, mas bem menos do que eu esperava. E a sensação de ter um macho dentro de mim, de eu dar prazer para ele pela minha bunda, pelo meu corpo de mulher, é inimaginável. Me sentia sua mulher total.
Gozei várias vezes nesse vai e vém, o tempo passava e nós colados um no outro. No fim, ele tirou, sem gozar. Mas o que eu queria, e só pensava nisso, era ter ele dentro de mim, enchendo meu útero, me fazendo mulher dele em definitivo. Ele falou que tinha mais uma condição. Não acreditei no que ele falou. Falou que iria filmar tudo. Eu prontamente disse que não, e não. Falou que iria embora. O que mais ele queria? Já tinha a grande possibilidade de me engravidar, por que filmar? Ele disse que iria guardar a fita como troféu, e que serviria de garantia que eu sempre iria transar com ele quando ele quisesse, por medo que eu iria mostrar a fita para o meu marido. Me espantei com a sinceridade. Minha mente dizia “sai dessa agora!”, mas meu corpo estava cada vez mais dominado por aquele macho que sabia fazer as coisas. Dei um beijo nele e com uma culpa enorme que se misturava ao tesão disse “sou tua, faz o que quiseres”. Ele montou a câmera de pau duro. Era uma câmera profissional, não aquelas que vemos por aí. Procurou enquadrar bem. Pediu para eu deitar de costas na cama e abrir as pernas. Fiz isso, fechei os olhos e me preparei. Ele veio por cima, me deu um beijo profundo de língua, e pediu para eu direcionar o pau dele no meu útero. Que sensação, só de entrar a cabeça tive um orgasmo ali mesmo. Ele enfiou tudo e nunca tinha me sentido tão preenchida. Quase que sentia algo no estômago. Ele então se ajoelhou com o pau todo enfiado e me perguntou “o que você quer de mim, sua puta”. Sem saber o que dizer, com a câmera ligada, eu perguntei “como assim”, no meio de uns gemidos. Ele perguntou de novo “me diz o que tu quer de mim”. Era a humilhação final, ter a razão de tudo gravada em fita. Naquele ponto, o que eu podia fazer? Eu disse “me faz um filho”. “Eu não ouvi”, disse ele. “ME FAZ UM FILHO! ME ENGRAVIDA! ME DOMINA!”, gritei. Ele deu dois puxões nos meus quadris e enfiou forte. Eu gemia sem parar. “E o seu marido”, perguntou?. “Meu marido é um corno, ele não sabe de nada!”. Começou a acelerar. Ele falou “Se ele tiver vendo essa fita, conta prá ele agora!”. “SIM!”, gritei, “ELE QUE É MEU MACHO, ELE QUE ME FEZ O FILHO”. Eu estava gozando sem parar. Nisso toca o telefone e nós dois paramos olhando um para o outro. Sem saber o que fazer, ele falou “Atende. agora!”. Eu estava imóvel. Ele alcançou o telefone e passou para o mim. “Alô?” perguntei, respiração rápida, meio que em gemidos. Ele perguntou “o que houve, estava correndo?”. Falei “Sim! Não, digo, estava fazendo uns exercícios!”. Consegui enganar ele e ele começou a contar do que estava fazendo. Pedro recomeçou o vai-e-vem e eu não acreditava. Era isso que ele queria, estava completando a fantasia dele de um jeito que ele jamais seria possível. Fiquei um pouco braba com isso, mas notei que a fantasia dele também era a minha, e soltei um gemido. Por um momento meu marido desconfiou, mas falei que tinha me machucado o dedo em algum lugar. Rapidamente despistei ele, desliguei o telefone e Pedro fazia cada vez mais rápido. “Quem é o teu macho?” perguntava. “Quero te engravidar agora, sua puta, tu só quer saber de homem bom para te emprenhar”. Eu dizia, “me come, me engravida, me faz um filho, me enche de porra”. De repente sinto um jato dentro do meu útero e no mesmo momento começo a ver estrelas. Gozei tantas vezes durante aquilo, mas o gozo final fez os outros parecerem nada. Quase desmaiei, parecia em transe. Meus quadris apertavam pedro e parecia que não parava de jorra esperma de seu pau. Deu mais três estocadas e parou completamente. Nós ofegantes, o copro dele em cima do meu, seu pau e esperma me enchendo meu corpo. Depois de um tempo ele saiu. Mandou eu ficar com as pernas levantadas por uns 20 minutos. Me deu um beijo na boca longo, de paixão mesmo. Antes de sair ainda começou a passar a mão no esperma que saia da buceta, aos montes, molhando a cama e colocava na minha boca para chupar. Eu adorei. Disse para ficar fazendo aquilo, colhendo e comendo o esperma do meu macho. E então falou: “me aguarde amanhã, aqui, no mesmo horário”. Agora, passado o tesão, veio a culpa, pesada, coitado do meu marido. Ele levou todo o equipamento e eu sabia que minha vida tinha dado um giro de 180 graus.
Ele veio nos próximos 3 dias e fez a mesma rotina, todas as vezes. Eu fiquei cada vez mais arrombada, cada vez mais satisfeita, cada vez mais mulher. No final, descobri que sou super fértil e o problema provavelmente era o meu marido. Um mês depois, veio o resultado. Eu estava grávida. Dado o momento em que tinha acontecido, o pai só podia ser ele. Meu marido, é claro, achou que era dele, afinal fizemos sexo na semana seguinte, um sexo sem muito tesão da minha parte... A Roleta Russa do Pedro tinha dado certo.
Achei que a fantasia tinha terminado, mas que nada. Ainda iria ter um final inesperado. Pedro, quando soube do acontecido, me avisou que faltava ainda uma coisa. Mais uma vez não acreditei. Como ele tinha conseguido me engravidar, eu tinha que ser marcada por ele mais uma vez. Mandou eu fazer um ‘P’ com um certo estilo acima da forquilha da minha bunda. Boquiaberta, falei que não. Mas ele tinha o vídeo, eu não tive opção. Como eu iria explicar para o meu marido? Por sorte, o nome do meu marido começa com R, então menti para ele, aos choros, que estava fazendo um ‘R’ mas não aguentei. Meu marido, super carinhoso e compreensivo, dize que não tinha problema, que eu podia remover assim que eu estivesse pronta. É claro que eu procurei nunca mais trazer o assunto à tona. Pedro ainda fez um filme onde me comeu, mostrou a tatuagem e me fez dizer a razão dela. Minha barriga de grávida ainda não mostrava. Eu estava completamente à mercê dele. Qualquer biquini que eu usasse mostrava o P e muita gente achou estranho. Ainda bem que meu marido não faz idéia...
Hoje meu filho está com 2 anos e estou grávida de novo, desta vez com certeza é do meu marido, ufa. Tentamos mais uma vez a roleta russa (ele fez questão), mas quando eu estava ovulando ele estava viajando. Mesmo assim, toda a vez que eu vou para o web site dele, vejo as nossas fotos (com os rostos escondidos) e me dá um tesão sem parar. Quem sabe depois desse ele não me faz outro? Risos.... Um aviso às navegantes.... ser dominada dessa maneira por outro homem que não for o seu marido é o máximo do tesão. Os riscos são grandes, mas a recompensa é enorme. Beijos a todos, por favor não publiquem meu e-mail.

7:16 AM, March 03, 2005


Anonymous said...





Roleta Russa - casada de POA e uma história inacreditável mas verdadeira

Meu nome é Patrícia e eu trabalho como secretária em um escritório grande de advocacia em Porto Alegre. Tenho pele clara, cabelos castanhos, um corpo tipo violão e sei que muitos homens me acham gostosa. Tenho 29 anos, sou casada à 5 anos com meu marido que amo, mas que não sabe nada disso.... e espero que nunca venha a saber, pois apesar dessa história ser extremamente excitante seria uma bomba na vida dele...
Sempre recebi cantadas diretas e indiretas de muita gente, inclusive meu próprio chefe, mas nunca dei bola. Um dia eu tive que ficar até mais tarde para cuidar de uma papelada e uma amiga e colega minha, Laura, ficou me ajudando. Lá pelas 8 da noite e com muito serviço pela frente, depois de ligar para meu marido que ia me atrasar, Laura trouxe um vinho da sala do chefe dela para relaxar, enquanto continuávamos o trabalho.... foi nesse ambiente que ela me contou do que ela chamava de ‘roleta russa’...
Ela descobriu que o chefe dela, o Pedro, um homem nos seus 40 anos, casado e com filhos, tem uma espécie de ‘perversão’, se é que dá para se chamar disso. Ele adora comer mulheres casadas e já tinha até dado em cima dela. Até aí tudo bem, meu chefe também já tinha feito isso, até já achava normal. Mas ele tem uma página na internet sobre isso, onde ele esconde o rosto dele e os detalhes pessoais, mas Laura já sabe que é ele mesmo. Descobriu passando-se por uma outra mulher na internet e levou ele a confessar onde trabalhava. Mas nunca teve nada com ele. Mas tudo bem, pensei, hoje em dia a internet permite muitas coisas, achei interessante mas nada de mais. Mas aí ela me contou que o site é sobre a ‘roleta russa’... mas nesse ponto chegou mais uns colegas nossos para ajudar no trabalho e a conversa morreu aí. Mas fiquei muito interessada e fui atrás do site dele. O site fala que ele adora isso, mas não explica o que é, pede para as mulheres, casadas, entre em contato por chat. Então resolvei entrar em contato com ele, anonimamente.
Pedro trabalha muitos dias além do expediente, e descobri que é por causa dessa fantasia. Quando ele não está trabalhando, está viajando “a trabalho”, mas na verdade colocando a fantasia em prática. Me loguei como casadacarente e comecei a conversar com ele... disse que eu estava muito interessada no assunto e que ele me explicasse o que era. No momento eu estava mais entediada e louca para saber das fofocas dele, mas ele exigiu que fizéssemos sexo virtual antes. Eu nunca tinha feito isso, até achava traição (ainda acho) mas resolvi ir adiante, afinal, não estávamos realmente fazendo sexo. Nossa, a sensação que tive foi sensacional! Nos dias seguintes continuamos a fazer sexo virtual enquanto ele criava confiança em mim... e o engraçado é que estávamos no mesmo andar do prédio, risos... o sexo incluia tudo, até colocar a camisinha com a boca. Mas no final ele pedia sempre para gozar “dentro de mim” e se podia tirar a camisinha, é claro que eu dizia que sim e geralmente eu tinha meu orgasmo nessa hora, enquanto me masturbava.
Finalmente consegui convencer ele a me contar... nesse momento eu já estava super envolvida com ele, estava até pensando em ir adiante. Ele então me explicou tudinho... ‘Roleta Russa’ para ele era fazer amor com uma mulher casada no período fértil dela, sem camisinha... se o tiro desse certo ela iria engravidar. Mais ainda, não era para a mulher transar com o marido naquela semana. A revelação foi como um soco no estômago para mim, enquanto que eu sentia uma sensação de formigamento que vinha da virilha para o corpo todo. Fiquei em choque e disse que ia pensar.
Naquela noite não conseguia dormir de tesão. Coincidentemente estávamos tentando nosso primeiro filho, eu até estava tomando alguns remédios para facilitar a gravidez. Não me encontrei com ele no chat no dia seguinte, mas de novo não conseguia dormir. O tesão era tão grande que finalmente me decidi. Iria ir adiante. Não tinha motivo para fazer isso, nem para trair o meu marido que eu amo tanto, mas a sensação no corpo era mais do que eu podia aguentar. Eu não tinha controle. Marquei um encontro com ele em um restaurante afastado, em um dia que meu marido tinha ido à outro estado em um congresso. Coloquei a roupa que ele pediu (um espartilho preto, calcinha e sutiãs pretos, um amor, disse para o meu marido que era para ele!) . Estava morrendo de medo mas a sensação no meio das pernas era mais forte. Cheguei no restaurante com a calcinha quase pingando de tão molhadinha que eu estava.
Pedro teve um choque quando me viu. Tive que repetir várias vezes que eu não iria contar para ninguém, que iria ficar entre nós. Quando ele notou que eu ia adiante, tomou controle da situação. Ele finalmente ficou o macho que estava em controle. Me deu um beijo na boca enquanto massageava meus seios. Mordeu meu pescoço, passou a língua na minha orelha e disse “é hoje que eu te faço um filho”. Quase gozei nessa hora.
Ele então pediu para eu ir no banheiro e usar um teste de ovulação. Estava me sentindo dominada por aquele macho. O teste deu no máximo possível. Ele então perguntou se eu tinha seguido o ‘script’. Falei que não tive sexo com meu marido, menti que estava menstruada (ele nunca presta atenção nessas coisas). Falei também que ele tinha ido em um congresso e só voltava no fim de semana, dali à 4 dias. Os olhos de Pedro se acenderam e perguntou se tinha mais alguém em casa. Eu falei que não, era só eu, mas que jamais poderíamos fazer o que ele estava pensando. Ele disse que era ele quem mandava, que ele era o macho, que iria me comer e me emprenhar na minha cama de casal. Tive um calafrio no corpo todo. Eu não queria fazer isso, mas meu corpo já tinha tomado a decisão. E eu amo meu marido!
Chegamos em casa, eu não acreditava no que eu estava fazendo. Tinha impressão que meu marido iria aparecer a qualquer instante. Levei ele ao quarto, sem falarmos. Disse para eu tirar a roupa e fiquei só com o espartilho. Ele, ainda de roupa, me deu um beijo forte, me puxou pela bunda, colocou um dedo sobre a calcinha no cuzinho. Depois foi para o pescoço enquanto as mãos já iam por dentro da calcinha, nos lugares quentes. Pedro então tirou a roupa, ficou só de cueca. Pediu para eu tirar a cueca com os dentes, o que fiz. Saltou um pau enorme, bem maior que o do meu marido. Mas o que mais me impressionou foi o saco, grande, cheio de esperma. Uma dor no coração me lembrou do meu marido, mas o tesão era impressionante. Ele disse para lamber o saco, com carinho, do macho que iria me emprenhar. Lambi tudo, o pau duro, batendo no meu rosto. Coloquei na boca e fiz um vai e vém. Ele quase gozou na minha boca, mas tirou abruptamente. Ali não era o lugar para desperdiçar seu líquido precioso. Mandou eu tirar o resto da roupa. Era agora. Não tinha mais volta.
Pedro então me jogou na cama de bruços e começou a lamber meu cuzinho. Eu mordia o travesseiro com tesão, nunca tinha dado ele para o meu marido de medo. Eu sabia que ele ia fazer isso, pelo nosso sexo virtual, mas agora era para valer. Com o pau molhado e o cuzinho também ele posicionou ele, sem camisinha, na entradinha do meu cu. Me preparei para o pior. Mas ele é um expert, me dedilhava na buceta com uma mão, mordia o meu pescoço, apertava um seio, ia bem devagar. Ficamos quase 40 minutos nisso até que notei seu saco batendo na minha bunda. Ele tinha enfiado tudo e a sensação era maravilhosa! Mordia meu lábio, doía um pouco, mas bem menos do que eu esperava. E a sensação de ter um macho dentro de mim, de eu dar prazer para ele pela minha bunda, pelo meu corpo de mulher, é inimaginável. Me sentia sua mulher total.
Gozei várias vezes nesse vai e vém, o tempo passava e nós colados um no outro. No fim, ele tirou, sem gozar. Mas o que eu queria, e só pensava nisso, era ter ele dentro de mim, enchendo meu útero, me fazendo mulher dele em definitivo. Ele falou que tinha mais uma condição. Não acreditei no que ele falou. Falou que iria filmar tudo. Eu prontamente disse que não, e não. Falou que iria embora. O que mais ele queria? Já tinha a grande possibilidade de me engravidar, por que filmar? Ele disse que iria guardar a fita como troféu, e que serviria de garantia que eu sempre iria transar com ele quando ele quisesse, por medo que eu iria mostrar a fita para o meu marido. Me espantei com a sinceridade. Minha mente dizia “sai dessa agora!”, mas meu corpo estava cada vez mais dominado por aquele macho que sabia fazer as coisas. Dei um beijo nele e com uma culpa enorme que se misturava ao tesão disse “sou tua, faz o que quiseres”. Ele montou a câmera de pau duro. Era uma câmera profissional, não aquelas que vemos por aí. Procurou enquadrar bem. Pediu para eu deitar de costas na cama e abrir as pernas. Fiz isso, fechei os olhos e me preparei. Ele veio por cima, me deu um beijo profundo de língua, e pediu para eu direcionar o pau dele no meu útero. Que sensação, só de entrar a cabeça tive um orgasmo ali mesmo. Ele enfiou tudo e nunca tinha me sentido tão preenchida. Quase que sentia algo no estômago. Ele então se ajoelhou com o pau todo enfiado e me perguntou “o que você quer de mim, sua puta”. Sem saber o que dizer, com a câmera ligada, eu perguntei “como assim”, no meio de uns gemidos. Ele perguntou de novo “me diz o que tu quer de mim”. Era a humilhação final, ter a razão de tudo gravada em fita. Naquele ponto, o que eu podia fazer? Eu disse “me faz um filho”. “Eu não ouvi”, disse ele. “ME FAZ UM FILHO! ME ENGRAVIDA! ME DOMINA!”, gritei. Ele deu dois puxões nos meus quadris e enfiou forte. Eu gemia sem parar. “E o seu marido”, perguntou?. “Meu marido é um corno, ele não sabe de nada!”. Começou a acelerar. Ele falou “Se ele tiver vendo essa fita, conta prá ele agora!”. “SIM!”, gritei, “ELE QUE É MEU MACHO, ELE QUE ME FEZ O FILHO”. Eu estava gozando sem parar. Nisso toca o telefone e nós dois paramos olhando um para o outro. Sem saber o que fazer, ele falou “Atende. agora!”. Eu estava imóvel. Ele alcançou o telefone e passou para o mim. “Alô?” perguntei, respiração rápida, meio que em gemidos. Ele perguntou “o que houve, estava correndo?”. Falei “Sim! Não, digo, estava fazendo uns exercícios!”. Consegui enganar ele e ele começou a contar do que estava fazendo. Pedro recomeçou o vai-e-vem e eu não acreditava. Era isso que ele queria, estava completando a fantasia dele de um jeito que ele jamais seria possível. Fiquei um pouco braba com isso, mas notei que a fantasia dele também era a minha, e soltei um gemido. Por um momento meu marido desconfiou, mas falei que tinha me machucado o dedo em algum lugar. Rapidamente despistei ele, desliguei o telefone e Pedro fazia cada vez mais rápido. “Quem é o teu macho?” perguntava. “Quero te engravidar agora, sua puta, tu só quer saber de homem bom para te emprenhar”. Eu dizia, “me come, me engravida, me faz um filho, me enche de porra”. De repente sinto um jato dentro do meu útero e no mesmo momento começo a ver estrelas. Gozei tantas vezes durante aquilo, mas o gozo final fez os outros parecerem nada. Quase desmaiei, parecia em transe. Meus quadris apertavam pedro e parecia que não parava de jorra esperma de seu pau. Deu mais três estocadas e parou completamente. Nós ofegantes, o copro dele em cima do meu, seu pau e esperma me enchendo meu corpo. Depois de um tempo ele saiu. Mandou eu ficar com as pernas levantadas por uns 20 minutos. Me deu um beijo na boca longo, de paixão mesmo. Antes de sair ainda começou a passar a mão no esperma que saia da buceta, aos montes, molhando a cama e colocava na minha boca para chupar. Eu adorei. Disse para ficar fazendo aquilo, colhendo e comendo o esperma do meu macho. E então falou: “me aguarde amanhã, aqui, no mesmo horário”. Agora, passado o tesão, veio a culpa, pesada, coitado do meu marido. Ele levou todo o equipamento e eu sabia que minha vida tinha dado um giro de 180 graus.
Ele veio nos próximos 3 dias e fez a mesma rotina, todas as vezes. Eu fiquei cada vez mais arrombada, cada vez mais satisfeita, cada vez mais mulher. No final, descobri que sou super fértil e o problema provavelmente era o meu marido. Um mês depois, veio o resultado. Eu estava grávida. Dado o momento em que tinha acontecido, o pai só podia ser ele. Meu marido, é claro, achou que era dele, afinal fizemos sexo na semana seguinte, um sexo sem muito tesão da minha parte... A Roleta Russa do Pedro tinha dado certo.
Achei que a fantasia tinha terminado, mas que nada. Ainda iria ter um final inesperado. Pedro, quando soube do acontecido, me avisou que faltava ainda uma coisa. Mais uma vez não acreditei. Como ele tinha conseguido me engravidar, eu tinha que ser marcada por ele mais uma vez. Mandou eu fazer um ‘P’ com um certo estilo acima da forquilha da minha bunda. Boquiaberta, falei que não. Mas ele tinha o vídeo, eu não tive opção. Como eu iria explicar para o meu marido? Por sorte, o nome do meu marido começa com R, então menti para ele, aos choros, que estava fazendo um ‘R’ mas não aguentei. Meu marido, super carinhoso e compreensivo, dize que não tinha problema, que eu podia remover assim que eu estivesse pronta. É claro que eu procurei nunca mais trazer o assunto à tona. Pedro ainda fez um filme onde me comeu, mostrou a tatuagem e me fez dizer a razão dela. Minha barriga de grávida ainda não mostrava. Eu estava completamente à mercê dele. Qualquer biquini que eu usasse mostrava o P e muita gente achou estranho. Ainda bem que meu marido não faz idéia...
Hoje meu filho está com 2 anos e estou grávida de novo, desta vez com certeza é do meu marido, ufa. Tentamos mais uma vez a roleta russa (ele fez questão), mas quando eu estava ovulando ele estava viajando. Mesmo assim, toda a vez que eu vou para o web site dele, vejo as nossas fotos (com os rostos escondidos) e me dá um tesão sem parar. Quem sabe depois desse ele não me faz outro? Risos.... Um aviso às navegantes.... ser dominada dessa maneira por outro homem que não for o seu marido é o máximo do tesão. Os riscos são grandes, mas a recompensa é enorme. Beijos a todos, por favor não publiquem meu e-mail.

Anonymous said...
Roleta Russa - casada de POA e uma história inacreditável mas verdadeira

Meu nome é Patrícia e eu trabalho como secretária em um escritório grande de advocacia em Porto Alegre. Tenho pele clara, cabelos castanhos, um corpo tipo violão e sei que muitos homens me acham gostosa. Tenho 29 anos, sou casada à 5 anos com meu marido que amo, mas que não sabe nada disso.... e espero que nunca venha a saber, pois apesar dessa história ser extremamente excitante seria uma bomba na vida dele...
Sempre recebi cantadas diretas e indiretas de muita gente, inclusive meu próprio chefe, mas nunca dei bola. Um dia eu tive que ficar até mais tarde para cuidar de uma papelada e uma amiga e colega minha, Laura, ficou me ajudando. Lá pelas 8 da noite e com muito serviço pela frente, depois de ligar para meu marido que ia me atrasar, Laura trouxe um vinho da sala do chefe dela para relaxar, enquanto continuávamos o trabalho.... foi nesse ambiente que ela me contou do que ela chamava de ‘roleta russa’...
Ela descobriu que o chefe dela, o Pedro, um homem nos seus 40 anos, casado e com filhos, tem uma espécie de ‘perversão’, se é que dá para se chamar disso. Ele adora comer mulheres casadas e já tinha até dado em cima dela. Até aí tudo bem, meu chefe também já tinha feito isso, até já achava normal. Mas ele tem uma página na internet sobre isso, onde ele esconde o rosto dele e os detalhes pessoais, mas Laura já sabe que é ele mesmo. Descobriu passando-se por uma outra mulher na internet e levou ele a confessar onde trabalhava. Mas nunca teve nada com ele. Mas tudo bem, pensei, hoje em dia a internet permite muitas coisas, achei interessante mas nada de mais. Mas aí ela me contou que o site é sobre a ‘roleta russa’... mas nesse ponto chegou mais uns colegas nossos para ajudar no trabalho e a conversa morreu aí. Mas fiquei muito interessada e fui atrás do site dele. O site fala que ele adora isso, mas não explica o que é, pede para as mulheres, casadas, entre em contato por chat. Então resolvei entrar em contato com ele, anonimamente.
Pedro trabalha muitos dias além do expediente, e descobri que é por causa dessa fantasia. Quando ele não está trabalhando, está viajando “a trabalho”, mas na verdade colocando a fantasia em prática. Me loguei como casadacarente e comecei a conversar com ele... disse que eu estava muito interessada no assunto e que ele me explicasse o que era. No momento eu estava mais entediada e louca para saber das fofocas dele, mas ele exigiu que fizéssemos sexo virtual antes. Eu nunca tinha feito isso, até achava traição (ainda acho) mas resolvi ir adiante, afinal, não estávamos realmente fazendo sexo. Nossa, a sensação que tive foi sensacional! Nos dias seguintes continuamos a fazer sexo virtual enquanto ele criava confiança em mim... e o engraçado é que estávamos no mesmo andar do prédio, risos... o sexo incluia tudo, até colocar a camisinha com a boca. Mas no final ele pedia sempre para gozar “dentro de mim” e se podia tirar a camisinha, é claro que eu dizia que sim e geralmente eu tinha meu orgasmo nessa hora, enquanto me masturbava.
Finalmente consegui convencer ele a me contar... nesse momento eu já estava super envolvida com ele, estava até pensando em ir adiante. Ele então me explicou tudinho... ‘Roleta Russa’ para ele era fazer amor com uma mulher casada no período fértil dela, sem camisinha... se o tiro desse certo ela iria engravidar. Mais ainda, não era para a mulher transar com o marido naquela semana. A revelação foi como um soco no estômago para mim, enquanto que eu sentia uma sensação de formigamento que vinha da virilha para o corpo todo. Fiquei em choque e disse que ia pensar.
Naquela noite não conseguia dormir de tesão. Coincidentemente estávamos tentando nosso primeiro filho, eu até estava tomando alguns remédios para facilitar a gravidez. Não me encontrei com ele no chat no dia seguinte, mas de novo não conseguia dormir. O tesão era tão grande que finalmente me decidi. Iria ir adiante. Não tinha motivo para fazer isso, nem para trair o meu marido que eu amo tanto, mas a sensação no corpo era mais do que eu podia aguentar. Eu não tinha controle. Marquei um encontro com ele em um restaurante afastado, em um dia que meu marido tinha ido à outro estado em um congresso. Coloquei a roupa que ele pediu (um espartilho preto, calcinha e sutiãs pretos, um amor, disse para o meu marido que era para ele!) . Estava morrendo de medo mas a sensação no meio das pernas era mais forte. Cheguei no restaurante com a calcinha quase pingando de tão molhadinha que eu estava.
Pedro teve um choque quando me viu. Tive que repetir várias vezes que eu não iria contar para ninguém, que iria ficar entre nós. Quando ele notou que eu ia adiante, tomou controle da situação. Ele finalmente ficou o macho que estava em controle. Me deu um beijo na boca enquanto massageava meus seios. Mordeu meu pescoço, passou a língua na minha orelha e disse “é hoje que eu te faço um filho”. Quase gozei nessa hora.
Ele então pediu para eu ir no banheiro e usar um teste de ovulação. Estava me sentindo dominada por aquele macho. O teste deu no máximo possível. Ele então perguntou se eu tinha seguido o ‘script’. Falei que não tive sexo com meu marido, menti que estava menstruada (ele nunca presta atenção nessas coisas). Falei também que ele tinha ido em um congresso e só voltava no fim de semana, dali à 4 dias. Os olhos de Pedro se acenderam e perguntou se tinha mais alguém em casa. Eu falei que não, era só eu, mas que jamais poderíamos fazer o que ele estava pensando. Ele disse que era ele quem mandava, que ele era o macho, que iria me comer e me emprenhar na minha cama de casal. Tive um calafrio no corpo todo. Eu não queria fazer isso, mas meu corpo já tinha tomado a decisão. E eu amo meu marido!
Chegamos em casa, eu não acreditava no que eu estava fazendo. Tinha impressão que meu marido iria aparecer a qualquer instante. Levei ele ao quarto, sem falarmos. Disse para eu tirar a roupa e fiquei só com o espartilho. Ele, ainda de roupa, me deu um beijo forte, me puxou pela bunda, colocou um dedo sobre a calcinha no cuzinho. Depois foi para o pescoço enquanto as mãos já iam por dentro da calcinha, nos lugares quentes. Pedro então tirou a roupa, ficou só de cueca. Pediu para eu tirar a cueca com os dentes, o que fiz. Saltou um pau enorme, bem maior que o do meu marido. Mas o que mais me impressionou foi o saco, grande, cheio de esperma. Uma dor no coração me lembrou do meu marido, mas o tesão era impressionante. Ele disse para lamber o saco, com carinho, do macho que iria me emprenhar. Lambi tudo, o pau duro, batendo no meu rosto. Coloquei na boca e fiz um vai e vém. Ele quase gozou na minha boca, mas tirou abruptamente. Ali não era o lugar para desperdiçar seu líquido precioso. Mandou eu tirar o resto da roupa. Era agora. Não tinha mais volta.
Pedro então me jogou na cama de bruços e começou a lamber meu cuzinho. Eu mordia o travesseiro com tesão, nunca tinha dado ele para o meu marido de medo. Eu sabia que ele ia fazer isso, pelo nosso sexo virtual, mas agora era para valer. Com o pau molhado e o cuzinho também ele posicionou ele, sem camisinha, na entradinha do meu cu. Me preparei para o pior. Mas ele é um expert, me dedilhava na buceta com uma mão, mordia o meu pescoço, apertava um seio, ia bem devagar. Ficamos quase 40 minutos nisso até que notei seu saco batendo na minha bunda. Ele tinha enfiado tudo e a sensação era maravilhosa! Mordia meu lábio, doía um pouco, mas bem menos do que eu esperava. E a sensação de ter um macho dentro de mim, de eu dar prazer para ele pela minha bunda, pelo meu corpo de mulher, é inimaginável. Me sentia sua mulher total.
Gozei várias vezes nesse vai e vém, o tempo passava e nós colados um no outro. No fim, ele tirou, sem gozar. Mas o que eu queria, e só pensava nisso, era ter ele dentro de mim, enchendo meu útero, me fazendo mulher dele em definitivo. Ele falou que tinha mais uma condição. Não acreditei no que ele falou. Falou que iria filmar tudo. Eu prontamente disse que não, e não. Falou que iria embora. O que mais ele queria? Já tinha a grande possibilidade de me engravidar, por que filmar? Ele disse que iria guardar a fita como troféu, e que serviria de garantia que eu sempre iria transar com ele quando ele quisesse, por medo que eu iria mostrar a fita para o meu marido. Me espantei com a sinceridade. Minha mente dizia “sai dessa agora!”, mas meu corpo estava cada vez mais dominado por aquele macho que sabia fazer as coisas. Dei um beijo nele e com uma culpa enorme que se misturava ao tesão disse “sou tua, faz o que quiseres”. Ele montou a câmera de pau duro. Era uma câmera profissional, não aquelas que vemos por aí. Procurou enquadrar bem. Pediu para eu deitar de costas na cama e abrir as pernas. Fiz isso, fechei os olhos e me preparei. Ele veio por cima, me deu um beijo profundo de língua, e pediu para eu direcionar o pau dele no meu útero. Que sensação, só de entrar a cabeça tive um orgasmo ali mesmo. Ele enfiou tudo e nunca tinha me sentido tão preenchida. Quase que sentia algo no estômago. Ele então se ajoelhou com o pau todo enfiado e me perguntou “o que você quer de mim, sua puta”. Sem saber o que dizer, com a câmera ligada, eu perguntei “como assim”, no meio de uns gemidos. Ele perguntou de novo “me diz o que tu quer de mim”. Era a humilhação final, ter a razão de tudo gravada em fita. Naquele ponto, o que eu podia fazer? Eu disse “me faz um filho”. “Eu não ouvi”, disse ele. “ME FAZ UM FILHO! ME ENGRAVIDA! ME DOMINA!”, gritei. Ele deu dois puxões nos meus quadris e enfiou forte. Eu gemia sem parar. “E o seu marido”, perguntou?. “Meu marido é um corno, ele não sabe de nada!”. Começou a acelerar. Ele falou “Se ele tiver vendo essa fita, conta prá ele agora!”. “SIM!”, gritei, “ELE QUE É MEU MACHO, ELE QUE ME FEZ O FILHO”. Eu estava gozando sem parar. Nisso toca o telefone e nós dois paramos olhando um para o outro. Sem saber o que fazer, ele falou “Atende. agora!”. Eu estava imóvel. Ele alcançou o telefone e passou para o mim. “Alô?” perguntei, respiração rápida, meio que em gemidos. Ele perguntou “o que houve, estava correndo?”. Falei “Sim! Não, digo, estava fazendo uns exercícios!”. Consegui enganar ele e ele começou a contar do que estava fazendo. Pedro recomeçou o vai-e-vem e eu não acreditava. Era isso que ele queria, estava completando a fantasia dele de um jeito que ele jamais seria possível. Fiquei um pouco braba com isso, mas notei que a fantasia dele também era a minha, e soltei um gemido. Por um momento meu marido desconfiou, mas falei que tinha me machucado o dedo em algum lugar. Rapidamente despistei ele, desliguei o telefone e Pedro fazia cada vez mais rápido. “Quem é o teu macho?” perguntava. “Quero te engravidar agora, sua puta, tu só quer saber de homem bom para te emprenhar”. Eu dizia, “me come, me engravida, me faz um filho, me enche de porra”. De repente sinto um jato dentro do meu útero e no mesmo momento começo a ver estrelas. Gozei tantas vezes durante aquilo, mas o gozo final fez os outros parecerem nada. Quase desmaiei, parecia em transe. Meus quadris apertavam pedro e parecia que não parava de jorra esperma de seu pau. Deu mais três estocadas e parou completamente. Nós ofegantes, o copro dele em cima do meu, seu pau e esperma me enchendo meu corpo. Depois de um tempo ele saiu. Mandou eu ficar com as pernas levantadas por uns 20 minutos. Me deu um beijo na boca longo, de paixão mesmo. Antes de sair ainda começou a passar a mão no esperma que saia da buceta, aos montes, molhando a cama e colocava na minha boca para chupar. Eu adorei. Disse para ficar fazendo aquilo, colhendo e comendo o esperma do meu macho. E então falou: “me aguarde amanhã, aqui, no mesmo horário”. Agora, passado o tesão, veio a culpa, pesada, coitado do meu marido. Ele levou todo o equipamento e eu sabia que minha vida tinha dado um giro de 180 graus.
Ele veio nos próximos 3 dias e fez a mesma rotina, todas as vezes. Eu fiquei cada vez mais arrombada, cada vez mais satisfeita, cada vez mais mulher. No final, descobri que sou super fértil e o problema provavelmente era o meu marido. Um mês depois, veio o resultado. Eu estava grávida. Dado o momento em que tinha acontecido, o pai só podia ser ele. Meu marido, é claro, achou que era dele, afinal fizemos sexo na semana seguinte, um sexo sem muito tesão da minha parte... A Roleta Russa do Pedro tinha dado certo.
Achei que a fantasia tinha terminado, mas que nada. Ainda iria ter um final inesperado. Pedro, quando soube do acontecido, me avisou que faltava ainda uma coisa. Mais uma vez não acreditei. Como ele tinha conseguido me engravidar, eu tinha que ser marcada por ele mais uma vez. Mandou eu fazer um ‘P’ com um certo estilo acima da forquilha da minha bunda. Boquiaberta, falei que não. Mas ele tinha o vídeo, eu não tive opção. Como eu iria explicar para o meu marido? Por sorte, o nome do meu marido começa com R, então menti para ele, aos choros, que estava fazendo um ‘R’ mas não aguentei. Meu marido, super carinhoso e compreensivo, dize que não tinha problema, que eu podia remover assim que eu estivesse pronta. É claro que eu procurei nunca mais trazer o assunto à tona. Pedro ainda fez um filme onde me comeu, mostrou a tatuagem e me fez dizer a razão dela. Minha barriga de grávida ainda não mostrava. Eu estava completamente à mercê dele. Qualquer biquini que eu usasse mostrava o P e muita gente achou estranho. Ainda bem que meu marido não faz idéia...
Hoje meu filho está com 2 anos e estou grávida de novo, desta vez com certeza é do meu marido, ufa. Tentamos mais uma vez a roleta russa (ele fez questão), mas quando eu estava ovulando ele estava viajando. Mesmo assim, toda a vez que eu vou para o web site dele, vejo as nossas fotos (com os rostos escondidos) e me dá um tesão sem parar. Quem sabe depois desse ele não me faz outro? Risos.... Um aviso às navegantes.... ser dominada dessa maneira por outro homem que não for o seu marido é o máximo do tesão. Os riscos são grandes, mas a recompensa é enorme. Beijos a todos, por favor não publiquem meu e-mail.

7:16 AM, March 03, 2005


Anonymous said...
Roleta Russa - casada de POA e uma história inacreditável mas verdadeira

Meu nome é Patrícia e eu trabalho como secretária em um escritório grande de advocacia em Porto Alegre. Tenho pele clara, cabelos castanhos, um corpo tipo violão e sei que muitos homens me acham gostosa. Tenho 29 anos, sou casada à 5 anos com meu marido que amo, mas que não sabe nada disso.... e espero que nunca venha a saber, pois apesar dessa história ser extremamente excitante seria uma bomba na vida dele...
Sempre recebi cantadas diretas e indiretas de muita gente, inclusive meu próprio chefe, mas nunca dei bola. Um dia eu tive que ficar até mais tarde para cuidar de uma papelada e uma amiga e colega minha, Laura, ficou me ajudando. Lá pelas 8 da noite e com muito serviço pela frente, depois de ligar para meu marido que ia me atrasar, Laura trouxe um vinho da sala do chefe dela para relaxar, enquanto continuávamos o trabalho.... foi nesse ambiente que ela me contou do que ela chamava de ‘roleta russa’...
Ela descobriu que o chefe dela, o Pedro, um homem nos seus 40 anos, casado e com filhos, tem uma espécie de ‘perversão’, se é que dá para se chamar disso. Ele adora comer mulheres casadas e já tinha até dado em cima dela. Até aí tudo bem, meu chefe também já tinha feito isso, até já achava normal. Mas ele tem uma página na internet sobre isso, onde ele esconde o rosto dele e os detalhes pessoais, mas Laura já sabe que é ele mesmo. Descobriu passando-se por uma outra mulher na internet e levou ele a confessar onde trabalhava. Mas nunca teve nada com ele. Mas tudo bem, pensei, hoje em dia a internet permite muitas coisas, achei interessante mas nada de mais. Mas aí ela me contou que o site é sobre a ‘roleta russa’... mas nesse ponto chegou mais uns colegas nossos para ajudar no trabalho e a conversa morreu aí. Mas fiquei muito interessada e fui atrás do site dele. O site fala que ele adora isso, mas não explica o que é, pede para as mulheres, casadas, entre em contato por chat. Então resolvei entrar em contato com ele, anonimamente.
Pedro trabalha muitos dias além do expediente, e descobri que é por causa dessa fantasia. Quando ele não está trabalhando, está viajando “a trabalho”, mas na verdade colocando a fantasia em prática. Me loguei como casadacarente e comecei a conversar com ele... disse que eu estava muito interessada no assunto e que ele me explicasse o que era. No momento eu estava mais entediada e louca para saber das fofocas dele, mas ele exigiu que fizéssemos sexo virtual antes. Eu nunca tinha feito isso, até achava traição (ainda acho) mas resolvi ir adiante, afinal, não estávamos realmente fazendo sexo. Nossa, a sensação que tive foi sensacional! Nos dias seguintes continuamos a fazer sexo virtual enquanto ele criava confiança em mim... e o engraçado é que estávamos no mesmo andar do prédio, risos... o sexo incluia tudo, até colocar a camisinha com a boca. Mas no final ele pedia sempre para gozar “dentro de mim” e se podia tirar a camisinha, é claro que eu dizia que sim e geralmente eu tinha meu orgasmo nessa hora, enquanto me masturbava.
Finalmente consegui convencer ele a me contar... nesse momento eu já estava super envolvida com ele, estava até pensando em ir adiante. Ele então me explicou tudinho... ‘Roleta Russa’ para ele era fazer amor com uma mulher casada no período fértil dela, sem camisinha... se o tiro desse certo ela iria engravidar. Mais ainda, não era para a mulher transar com o marido naquela semana. A revelação foi como um soco no estômago para mim, enquanto que eu sentia uma sensação de formigamento que vinha da virilha para o corpo todo. Fiquei em choque e disse que ia pensar.
Naquela noite não conseguia dormir de tesão. Coincidentemente estávamos tentando nosso primeiro filho, eu até estava tomando alguns remédios para facilitar a gravidez. Não me encontrei com ele no chat no dia seguinte, mas de novo não conseguia dormir. O tesão era tão grande que finalmente me decidi. Iria ir adiante. Não tinha motivo para fazer isso, nem para trair o meu marido que eu amo tanto, mas a sensação no corpo era mais do que eu podia aguentar. Eu não tinha controle. Marquei um encontro com ele em um restaurante afastado, em um dia que meu marido tinha ido à outro estado em um congresso. Coloquei a roupa que ele pediu (um espartilho preto, calcinha e sutiãs pretos, um amor, disse para o meu marido que era para ele!) . Estava morrendo de medo mas a sensação no meio das pernas era mais forte. Cheguei no restaurante com a calcinha quase pingando de tão molhadinha que eu estava.
Pedro teve um choque quando me viu. Tive que repetir várias vezes que eu não iria contar para ninguém, que iria ficar entre nós. Quando ele notou que eu ia adiante, tomou controle da situação. Ele finalmente ficou o macho que estava em controle. Me deu um beijo na boca enquanto massageava meus seios. Mordeu meu pescoço, passou a língua na minha orelha e disse “é hoje que eu te faço um filho”. Quase gozei nessa hora.
Ele então pediu para eu ir no banheiro e usar um teste de ovulação. Estava me sentindo dominada por aquele macho. O teste deu no máximo possível. Ele então perguntou se eu tinha seguido o ‘script’. Falei que não tive sexo com meu marido, menti que estava menstruada (ele nunca presta atenção nessas coisas). Falei também que ele tinha ido em um congresso e só voltava no fim de semana, dali à 4 dias. Os olhos de Pedro se acenderam e perguntou se tinha mais alguém em casa. Eu falei que não, era só eu, mas que jamais poderíamos fazer o que ele estava pensando. Ele disse que era ele quem mandava, que ele era o macho, que iria me comer e me emprenhar na minha cama de casal. Tive um calafrio no corpo todo. Eu não queria fazer isso, mas meu corpo já tinha tomado a decisão. E eu amo meu marido!
Chegamos em casa, eu não acreditava no que eu estava fazendo. Tinha impressão que meu marido iria aparecer a qualquer instante. Levei ele ao quarto, sem falarmos. Disse para eu tirar a roupa e fiquei só com o espartilho. Ele, ainda de roupa, me deu um beijo forte, me puxou pela bunda, colocou um dedo sobre a calcinha no cuzinho. Depois foi para o pescoço enquanto as mãos já iam por dentro da calcinha, nos lugares quentes. Pedro então tirou a roupa, ficou só de cueca. Pediu para eu tirar a cueca com os dentes, o que fiz. Saltou um pau enorme, bem maior que o do meu marido. Mas o que mais me impressionou foi o saco, grande, cheio de esperma. Uma dor no coração me lembrou do meu marido, mas o tesão era impressionante. Ele disse para lamber o saco, com carinho, do macho que iria me emprenhar. Lambi tudo, o pau duro, batendo no meu rosto. Coloquei na boca e fiz um vai e vém. Ele quase gozou na minha boca, mas tirou abruptamente. Ali não era o lugar para desperdiçar seu líquido precioso. Mandou eu tirar o resto da roupa. Era agora. Não tinha mais volta.
Pedro então me jogou na cama de bruços e começou a lamber meu cuzinho. Eu mordia o travesseiro com tesão, nunca tinha dado ele para o meu marido de medo. Eu sabia que ele ia fazer isso, pelo nosso sexo virtual, mas agora era para valer. Com o pau molhado e o cuzinho também ele posicionou ele, sem camisinha, na entradinha do meu cu. Me preparei para o pior. Mas ele é um expert, me dedilhava na buceta com uma mão, mordia o meu pescoço, apertava um seio, ia bem devagar. Ficamos quase 40 minutos nisso até que notei seu saco batendo na minha bunda. Ele tinha enfiado tudo e a sensação era maravilhosa! Mordia meu lábio, doía um pouco, mas bem menos do que eu esperava. E a sensação de ter um macho dentro de mim, de eu dar prazer para ele pela minha bunda, pelo meu corpo de mulher, é inimaginável. Me sentia sua mulher total.
Gozei várias vezes nesse vai e vém, o tempo passava e nós colados um no outro. No fim, ele tirou, sem gozar. Mas o que eu queria, e só pensava nisso, era ter ele dentro de mim, enchendo meu útero, me fazendo mulher dele em definitivo. Ele falou que tinha mais uma condição. Não acreditei no que ele falou. Falou que iria filmar tudo. Eu prontamente disse que não, e não. Falou que iria embora. O que mais ele queria? Já tinha a grande possibilidade de me engravidar, por que filmar? Ele disse que iria guardar a fita como troféu, e que serviria de garantia que eu sempre iria transar com ele quando ele quisesse, por medo que eu iria mostrar a fita para o meu marido. Me espantei com a sinceridade. Minha mente dizia “sai dessa agora!”, mas meu corpo estava cada vez mais dominado por aquele macho que sabia fazer as coisas. Dei um beijo nele e com uma culpa enorme que se misturava ao tesão disse “sou tua, faz o que quiseres”. Ele montou a câmera de pau duro. Era uma câmera profissional, não aquelas que vemos por aí. Procurou enquadrar bem. Pediu para eu deitar de costas na cama e abrir as pernas. Fiz isso, fechei os olhos e me preparei. Ele veio por cima, me deu um beijo profundo de língua, e pediu para eu direcionar o pau dele no meu útero. Que sensação, só de entrar a cabeça tive um orgasmo ali mesmo. Ele enfiou tudo e nunca tinha me sentido tão preenchida. Quase que sentia algo no estômago. Ele então se ajoelhou com o pau todo enfiado e me perguntou “o que você quer de mim, sua puta”. Sem saber o que dizer, com a câmera ligada, eu perguntei “como assim”, no meio de uns gemidos. Ele perguntou de novo “me diz o que tu quer de mim”. Era a humilhação final, ter a razão de tudo gravada em fita. Naquele ponto, o que eu podia fazer? Eu disse “me faz um filho”. “Eu não ouvi”, disse ele. “ME FAZ UM FILHO! ME ENGRAVIDA! ME DOMINA!”, gritei. Ele deu dois puxões nos meus quadris e enfiou forte. Eu gemia sem parar. “E o seu marido”, perguntou?. “Meu marido é um corno, ele não sabe de nada!”. Começou a acelerar. Ele falou “Se ele tiver vendo essa fita, conta prá ele agora!”. “SIM!”, gritei, “ELE QUE É MEU MACHO, ELE QUE ME FEZ O FILHO”. Eu estava gozando sem parar. Nisso toca o telefone e nós dois paramos olhando um para o outro. Sem saber o que fazer, ele falou “Atende. agora!”. Eu estava imóvel. Ele alcançou o telefone e passou para o mim. “Alô?” perguntei, respiração rápida, meio que em gemidos. Ele perguntou “o que houve, estava correndo?”. Falei “Sim! Não, digo, estava fazendo uns exercícios!”. Consegui enganar ele e ele começou a contar do que estava fazendo. Pedro recomeçou o vai-e-vem e eu não acreditava. Era isso que ele queria, estava completando a fantasia dele de um jeito que ele jamais seria possível. Fiquei um pouco braba com isso, mas notei que a fantasia dele também era a minha, e soltei um gemido. Por um momento meu marido desconfiou, mas falei que tinha me machucado o dedo em algum lugar. Rapidamente despistei ele, desliguei o telefone e Pedro fazia cada vez mais rápido. “Quem é o teu macho?” perguntava. “Quero te engravidar agora, sua puta, tu só quer saber de homem bom para te emprenhar”. Eu dizia, “me come, me engravida, me faz um filho, me enche de porra”. De repente sinto um jato dentro do meu útero e no mesmo momento começo a ver estrelas. Gozei tantas vezes durante aquilo, mas o gozo final fez os outros parecerem nada. Quase desmaiei, parecia em transe. Meus quadris apertavam pedro e parecia que não parava de jorra esperma de seu pau. Deu mais três estocadas e parou completamente. Nós ofegantes, o copro dele em cima do meu, seu pau e esperma me enchendo meu corpo. Depois de um tempo ele saiu. Mandou eu ficar com as pernas levantadas por uns 20 minutos. Me deu um beijo na boca longo, de paixão mesmo. Antes de sair ainda começou a passar a mão no esperma que saia da buceta, aos montes, molhando a cama e colocava na minha boca para chupar. Eu adorei. Disse para ficar fazendo aquilo, colhendo e comendo o esperma do meu macho. E então falou: “me aguarde amanhã, aqui, no mesmo horário”. Agora, passado o tesão, veio a culpa, pesada, coitado do meu marido. Ele levou todo o equipamento e eu sabia que minha vida tinha dado um giro de 180 graus.
Ele veio nos próximos 3 dias e fez a mesma rotina, todas as vezes. Eu fiquei cada vez mais arrombada, cada vez mais satisfeita, cada vez mais mulher. No final, descobri que sou super fértil e o problema provavelmente era o meu marido. Um mês depois, veio o resultado. Eu estava grávida. Dado o momento em que tinha acontecido, o pai só podia ser ele. Meu marido, é claro, achou que era dele, afinal fizemos sexo na semana seguinte, um sexo sem muito tesão da minha parte... A Roleta Russa do Pedro tinha dado certo.
Achei que a fantasia tinha terminado, mas que nada. Ainda iria ter um final inesperado. Pedro, quando soube do acontecido, me avisou que faltava ainda uma coisa. Mais uma vez não acreditei. Como ele tinha conseguido me engravidar, eu tinha que ser marcada por ele mais uma vez. Mandou eu fazer um ‘P’ com um certo estilo acima da forquilha da minha bunda. Boquiaberta, falei que não. Mas ele tinha o vídeo, eu não tive opção. Como eu iria explicar para o meu marido? Por sorte, o nome do meu marido começa com R, então menti para ele, aos choros, que estava fazendo um ‘R’ mas não aguentei. Meu marido, super carinhoso e compreensivo, dize que não tinha problema, que eu podia remover assim que eu estivesse pronta. É claro que eu procurei nunca mais trazer o assunto à tona. Pedro ainda fez um filme onde me comeu, mostrou a tatuagem e me fez dizer a razão dela. Minha barriga de grávida ainda não mostrava. Eu estava completamente à mercê dele. Qualquer biquini que eu usasse mostrava o P e muita gente achou estranho. Ainda bem que meu marido não faz idéia...
Hoje meu filho está com 2 anos e estou grávida de novo, desta vez com certeza é do meu marido, ufa. Tentamos mais uma vez a roleta russa (ele fez questão), mas quando eu estava ovulando ele estava viajando. Mesmo assim, toda a vez que eu vou para o web site dele, vejo as nossas fotos (com os rostos escondidos) e me dá um tesão sem parar. Quem sabe depois desse ele não me faz outro? Risos.... Um aviso às navegantes.... ser dominada dessa maneira por outro homem que não for o seu marido é o máximo do tesão. Os riscos são grandes, mas a recompensa é enorme. Beijos a todos, por favor não publiquem meu e-mail.

10:15 PM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

TAMBÉM TENHO MEUS SONHOS, E QUERO RELIZA-LOS.

Antes de relatar os sonhos que gostaria de realizar, quero contar-lhes mais uma aventura, em uma noite qualquer meu esposo resolveu irmos a um motel para outra jornada de sexo com o nosso amigo, é engraçado como é fácil sair-se da rotina com um pouco de criatividade, e esta parece que não falta a meu marido e nosso grande amigo. Ao entrarmos no quarto já sabia que levaria uma surra de pau em minha bocetinha, e não só nela, meu cuzinho também seria arregaçado e muito bem comido por algum de meus dois amantes; chegava a pensar como sempre:- É hoje que saio novamente extenuada deste ninho de selvageria sexual, quando digo selvageria não é pela violência e sim porque se lá ficávamos quatro ou mais horas meu amante pouco tempo ficava sem passar-me aquele pau sempre duro e disposto a penetrar-me profundamente nas mais diversas posições.Engraçado como ele tinha uma disposição incrível para o sexo, credito isto a vida saudável aqui do interior deste nosso querido estado do Rio Grande do Sul, além é claro de não fumar, não que eu seja contra a quem fuma, mas cheguei a conclusão que realmente tira a potencia do homem, eu saía cansada mas completamente satisfeita e realizada sexualmente. Mesmo depois de um tempo ainda sentia-me tímida em sua frente pelo menos nos primeiros momentos. Então sempre ao chegar ia ao banho, era um modo de me soltar, desta vez ele entrou logo atrás e foi acariciando-me com sua calma peculiar, encheu a banheira colocou fragrâncias na água e ficou arretando-me, beijava-me a boca o pescoço e mamava em meus peitinhos, eu não agüento ser acariciada, o calor sobe e o tezão vem a flor da pele, ele pediu para ficar de quatro apoiada na beirada da banheira e alisando minhas costas cravou sem dó seu potente pau em minha gruta do amor, o vaivém violento aquecia meu útero e as paredes vaginais, ele tirava quase todo e enterrava tudo de uma vez só ficando lá no fundo a mexer para os lados, quanta delicia sentir-me preenchida por aquele caralho, sentir que aquele homem sentia prazer ao me comer.Eu sentia a cabeça cutucar meu útero e ele tirava novamente para depois enterrar tudo, quando gozou, eu me derreti toda em gozo. Ele banhou-me gentilmente e fomos para a cama e lá deitei de costas em cima dele, meu marido por cima beijava meus peitos, meu umbigo e voltava para cima para chupar meu pescoço e orelhas, nosso amigo estava com o pau todo enterrado em minha xoxota, quando vejo meu esposo abre minhas pernas e tenta enfiar junto com ele seu pau em minha bucetinha, eu no tezão que estava me abri toda e seu pau foi entrando, é uma delicia sentir-se preenchida por dois paus, quando começaram o vaivém eu não sei explicar o que senti, o prazer era demais, dois paus a bombear dentro de mim sentia o ir e vir de um e de outro, que sensação diferente e gostosa, quando inventavam algo diferente ou quando me penetravam os dois sempre gozavam juntos e desta vez gozaram juntos novamente, meu marido com tanto tezão encheu-me de uma quantidade grande de porra, mais a de nosso amigo, não tinha lugar para sair, é interessante mas quando sinto o leite jorrar dentro de mim é que vem a sensação de ser mulher receptora do agrado e do prazer do macho,meu marido bombeou mais um pouco e deixou o garanhão a estocar-me, eu não sei dizer quantas vezes havia gozado só sei que ia gozar novamente quando nosso amigo gozasse dentro de mim pois com o tezão que sentia quando ele gozasse eu iría ao prazer outra vez. Depois desta fóda em que senti muito prazer, eu sabia que eles dariam um tempo e me fariam sentir prazer novamente ao comerem meu cuzinho, virei-me de frente para o garanhão e desta vez foi meu marido quem me enrabou prazerosamente, enquanto isto ele alisava meus peitos e minha bucetinha, gozei junto com meu querido.enquanto meu marido me comeu o garanhão endureceu seu pau e ao ele me deixar livre, nosso amigo pediu-me para ficar de quatro e novamente comeu-me a bucetinha com aquele seu vaivém potente fazendo-me mulher mais uma vez.Depois de deixar satisfeitos aqueles dois homens que tanto prazer me proporcionavam, banhei-me por uns dez minutos, recuperando a energia, eles conversavam e descansavam, se pensam que meu descanso durou, que nada, o garanhão veio, continuou a banhar-me com muita meiguice, contradizendo com seu jeito rude do campo, neste dia ele me queria somente de quatro sempre por traz só que agora ele encostava a cabeça de seu pau em meu cuzinho, com carinho enterrou tudo e começou a bombar com a mesma força quando me come na frente, eu sinto um enorme prazer em dar meu cuzinho, ainda mais quando sou tratada com tanto carinho.Disse-lhes que falaria de meus sonhos, são simples, adoro flores e animais, gosto muito de viajar com meu marido, quem sabe surja algum amigo que seja livre, educado e de preferência simples como nós, eu quando sou acariciada sinto pegar fogo, havendo simpatia não pretendo viver trocando de parceiro, este amigo foi o único outro homem depois de meu marido, meu esposo acostumou-me mal, gosto muito de sexo, adoraria ter um outro amigo viril e que goste de bastante sexo, pois viciei-me em carinhos sem ser promiscua, adoro uma boa conversa de companheirismo, nos convide a passear por sua cidade, somos pequenos comerciantes em POA—RS hoje nós temos 44 e 40 anos , a natureza privilegiou-me com uma aparência jovem, quando acontecer novas aventuras com o novo amigo, tenham a certeza de escreverei, não sei quando surgirá um novo amigo mas como adorei escrever-lhes de vez em quando vou contando algumas peraltices que fizemos com este amigo, sempre preparadas por meu marido a quem tenho como amigo e companheiro. O que não quero é tornar-me repetitiva. Deixo novamente um abraço a todos os visitantes deste prazeroso site.

1:06 PM, March 04, 2005  

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