Monday, February 21, 2005

Descrevendo uma adúltera

Dez passos para se conhecer uma adúltera:

1. Usa vários nomes e blogs na internet, assim sempre pode fisgar algum otário passando por lá
2. Odeia mentiras, ela não mente só "omite", assim quando você estiver com ela faça as perguntas certas: "Você está me traindo?"
3. Adora Deus, mas não fale das moralidades bíblicas para ela isso é ultrapassado.
4. Se diz LIVRE, isso quer dizer:"faço o que eu quiser e que se fodam os outros!!"
5. É paranóica, acontece quando semeamos inimigos.
5. Diz a seus amantes para não abandorem as esposas porque ela morrerá em dois anos e meio!! Coitadinha...
6. Usa sempre a morte de algum parente para se fazer de vítima e precisar de proteção (homens gostam de mulheres frágeis)!
7. Ama a sua família, mas a família dos outros é coisa falida!!
8. Como é covarde, prefere trair amigos, parentes e amantes, mas chama isso de "Liberdade".
9. Você nunca terá uma semana inteira com ela, pode ser perigoso para o relacionamento.
10. Fala muito mal do marido (ex-, atual, etc.) assim garante que algum otário acredite no seu sofrimento dentro do casamento! Mas quando desliga o computador...

"Como um anjo caído fiz questão de esquecer, que mentir para si mesmo é sempre a pior mentira..."

28 Comments:

Anonymous Anonymous said...

Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.

10:13 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

minha nora,minha cadela

sou um homem casado ex-militar com filhos e tudo que eu vou contar aconteceu alguns anos atrás;meu filho tinha uma namorada a dois anos ,uma menina muito gostosa (loira ,olhos verdes e um corpo maravilhoso),mas eu tinha pouco contato com ela, pois trabalho muito e chego tarde em casa,nos finais de semana ele ia para casa dela e ficava até segunda.um dia eu chego em casa e encontro meu filho com cara de aborrecido e triste,parei e decidi conversar para saber o que tinha acontecido,no inicio não quis me dizer mas consegui que me contasse.ele disse que a sua namorada tinha ido numa festa sozinha e ficado com outro cara,uma história meia longa que eu não vou contar agora,então certo que eu deveria ajuda-lo como pai me propus de conversar com ela e saber as razões já que ele estava muito nervoso com toda a situação pois poderia terminar tudo num impulso.pedi que não falasse nada para a sua mãe pois aquilo era assunto de homem.peguei o carro e fui até a casa dela,apertei a campainha e ninguem atendeu,já estava indo embora quando ela abre a porta e fica surpresa com a minha presença(e eu com ela pois estava só de biquini),eu secamente disse,precisamos conversar menina.ela estremeceu e pediu para entrar,ficamos na sala e eu perguntei se era certo ela sair com outro sendo namorada do meu filho,ela sentou e disse que estava cansada e nã era de ferro pois fazia dois anos que eles namoravam e meu filho não transava com ela pois queria casar com ela virgem e ela precisava era de um homem que resolvesse os problemas dela e não um menino,automaticamente enfie um tapa na cara dela e peguei seus cabelos pela nuca,coloquei meu pau para fora e disse,se tu quer homem então vai ter um agora,chupa cadela!ela instintivamente começou a chupar e lamber meu saco enquanto eu arrancava a parte de cima de seu biquini e apertava com força os seus seios ela dizia que estava doendo e eu mandava ela calar a boca e continua chupandoela mamava e lambuzava todo o meu saco então eu mandei ela parar e ficar de quatro pois eu ia comer o cu dela pois a buceta ela deveria guardar para o meu filho ai então eu a comeria ,ela ficou de quatro e eu fui até a cozinha e peguei a tigela da cachorinha dela e a coleira,voltei para a sala,dei uma surra de coleira na sua bunda depois mandei ela bater uma punheta para mim,gozei na tigela coloquei no chão e mandei ela lamber igual sua cadela,enquanto ela lambia eu comecei a me posicionar por trás e apontar meu pau para seu cuzinho virgem dei uma lambida e cuspi na entrada ,meti de uma só vez mas só entrou uma parte da cabeça,ela gritou, puxei seus cabelos e disse que podia gritar que eu não ia parar pois se era homem que ela queria ela ia ter,continue metendo e metendo quando eu estava pronto para gozar de novo ,meti meu pau na sua boca e comecei meu gozo acompanhado de uma boa mijada ,mandei beber tudo,ela se engasgou,engoliu se derramou,ficou toda lambuzada e urinada,me arrumei e disse para ela voltar e pedir perdão ao meu filho.hoje somos uma familia feliz.
se alguma menina maior de idade precisar de um pai severo me mande um email. minha nora,minha cadela

sou um homem casado ex-militar com filhos e tudo que eu vou contar aconteceu alguns anos atrás;meu filho tinha uma namorada a dois anos ,uma menina muito gostosa (loira ,olhos verdes e um corpo maravilhoso),mas eu tinha pouco contato com ela, pois trabalho muito e chego tarde em casa,nos finais de semana ele ia para casa dela e ficava até segunda.um dia eu chego em casa e encontro meu filho com cara de aborrecido e triste,parei e decidi conversar para saber o que tinha acontecido,no inicio não quis me dizer mas consegui que me contasse.ele disse que a sua namorada tinha ido numa festa sozinha e ficado com outro cara,uma história meia longa que eu não vou contar agora,então certo que eu deveria ajuda-lo como pai me propus de conversar com ela e saber as razões já que ele estava muito nervoso com toda a situação pois poderia terminar tudo num impulso.pedi que não falasse nada para a sua mãe pois aquilo era assunto de homem.peguei o carro e fui até a casa dela,apertei a campainha e ninguem atendeu,já estava indo embora quando ela abre a porta e fica surpresa com a minha presença(e eu com ela pois estava só de biquini),eu secamente disse,precisamos conversar menina.ela estremeceu e pediu para entrar,ficamos na sala e eu perguntei se era certo ela sair com outro sendo namorada do meu filho,ela sentou e disse que estava cansada e nã era de ferro pois fazia dois anos que eles namoravam e meu filho não transava com ela pois queria casar com ela virgem e ela precisava era de um homem que resolvesse os problemas dela e não um menino,automaticamente enfie um tapa na cara dela e peguei seus cabelos pela nuca,coloquei meu pau para fora e disse,se tu quer homem então vai ter um agora,chupa cadela!ela instintivamente começou a chupar e lamber meu saco enquanto eu arrancava a parte de cima de seu biquini e apertava com força os seus seios ela dizia que estava doendo e eu mandava ela calar a boca e continua chupandoela mamava e lambuzava todo o meu saco então eu mandei ela parar e ficar de quatro pois eu ia comer o cu dela pois a buceta ela deveria guardar para o meu filho ai então eu a comeria ,ela ficou de quatro e eu fui até a cozinha e peguei a tigela da cachorinha dela e a coleira,voltei para a sala,dei uma surra de coleira na sua bunda depois mandei ela bater uma punheta para mim,gozei na tigela coloquei no chão e mandei ela lamber igual sua cadela,enquanto ela lambia eu comecei a me posicionar por trás e apontar meu pau para seu cuzinho virgem dei uma lambida e cuspi na entrada ,meti de uma só vez mas só entrou uma parte da cabeça,ela gritou, puxei seus cabelos e disse que podia gritar que eu não ia parar pois se era homem que ela queria ela ia ter,continue metendo e metendo quando eu estava pronto para gozar de novo ,meti meu pau na sua boca e comecei meu gozo acompanhado de uma boa mijada ,mandei beber tudo,ela se engasgou,engoliu se derramou,ficou toda lambuzada e urinada,me arrumei e disse para ela voltar e pedir perdão ao meu filho.hoje somos uma familia feliz.
se alguma menina maior de idade precisar de um pai severo me mande um email. minha nora,minha cadela

sou um homem casado ex-militar com filhos e tudo que eu vou contar aconteceu alguns anos atrás;meu filho tinha uma namorada a dois anos ,uma menina muito gostosa (loira ,olhos verdes e um corpo maravilhoso),mas eu tinha pouco contato com ela, pois trabalho muito e chego tarde em casa,nos finais de semana ele ia para casa dela e ficava até segunda.um dia eu chego em casa e encontro meu filho com cara de aborrecido e triste,parei e decidi conversar para saber o que tinha acontecido,no inicio não quis me dizer mas consegui que me contasse.ele disse que a sua namorada tinha ido numa festa sozinha e ficado com outro cara,uma história meia longa que eu não vou contar agora,então certo que eu deveria ajuda-lo como pai me propus de conversar com ela e saber as razões já que ele estava muito nervoso com toda a situação pois poderia terminar tudo num impulso.pedi que não falasse nada para a sua mãe pois aquilo era assunto de homem.peguei o carro e fui até a casa dela,apertei a campainha e ninguem atendeu,já estava indo embora quando ela abre a porta e fica surpresa com a minha presença(e eu com ela pois estava só de biquini),eu secamente disse,precisamos conversar menina.ela estremeceu e pediu para entrar,ficamos na sala e eu perguntei se era certo ela sair com outro sendo namorada do meu filho,ela sentou e disse que estava cansada e nã era de ferro pois fazia dois anos que eles namoravam e meu filho não transava com ela pois queria casar com ela virgem e ela precisava era de um homem que resolvesse os problemas dela e não um menino,automaticamente enfie um tapa na cara dela e peguei seus cabelos pela nuca,coloquei meu pau para fora e disse,se tu quer homem então vai ter um agora,chupa cadela!ela instintivamente começou a chupar e lamber meu saco enquanto eu arrancava a parte de cima de seu biquini e apertava com força os seus seios ela dizia que estava doendo e eu mandava ela calar a boca e continua chupandoela mamava e lambuzava todo o meu saco então eu mandei ela parar e ficar de quatro pois eu ia comer o cu dela pois a buceta ela deveria guardar para o meu filho ai então eu a comeria ,ela ficou de quatro e eu fui até a cozinha e peguei a tigela da cachorinha dela e a coleira,voltei para a sala,dei uma surra de coleira na sua bunda depois mandei ela bater uma punheta para mim,gozei na tigela coloquei no chão e mandei ela lamber igual sua cadela,enquanto ela lambia eu comecei a me posicionar por trás e apontar meu pau para seu cuzinho virgem dei uma lambida e cuspi na entrada ,meti de uma só vez mas só entrou uma parte da cabeça,ela gritou, puxei seus cabelos e disse que podia gritar que eu não ia parar pois se era homem que ela queria ela ia ter,continue metendo e metendo quando eu estava pronto para gozar de novo ,meti meu pau na sua boca e comecei meu gozo acompanhado de uma boa mijada ,mandei beber tudo,ela se engasgou,engoliu se derramou,ficou toda lambuzada e urinada,me arrumei e disse para ela voltar e pedir perdão ao meu filho.hoje somos uma familia feliz.
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sou um homem casado ex-militar com filhos e tudo que eu vou contar aconteceu alguns anos atrás;meu filho tinha uma namorada a dois anos ,uma menina muito gostosa (loira ,olhos verdes e um corpo maravilhoso),mas eu tinha pouco contato com ela, pois trabalho muito e chego tarde em casa,nos finais de semana ele ia para casa dela e ficava até segunda.um dia eu chego em casa e encontro meu filho com cara de aborrecido e triste,parei e decidi conversar para saber o que tinha acontecido,no inicio não quis me dizer mas consegui que me contasse.ele disse que a sua namorada tinha ido numa festa sozinha e ficado com outro cara,uma história meia longa que eu não vou contar agora,então certo que eu deveria ajuda-lo como pai me propus de conversar com ela e saber as razões já que ele estava muito nervoso com toda a situação pois poderia terminar tudo num impulso.pedi que não falasse nada para a sua mãe pois aquilo era assunto de homem.peguei o carro e fui até a casa dela,apertei a campainha e ninguem atendeu,já estava indo embora quando ela abre a porta e fica surpresa com a minha presença(e eu com ela pois estava só de biquini),eu secamente disse,precisamos conversar menina.ela estremeceu e pediu para entrar,ficamos na sala e eu perguntei se era certo ela sair com outro sendo namorada do meu filho,ela sentou e disse que estava cansada e nã era de ferro pois fazia dois anos que eles namoravam e meu filho não transava com ela pois queria casar com ela virgem e ela precisava era de um homem que resolvesse os problemas dela e não um menino,automaticamente enfie um tapa na cara dela e peguei seus cabelos pela nuca,coloquei meu pau para fora e disse,se tu quer homem então vai ter um agora,chupa cadela!ela instintivamente começou a chupar e lamber meu saco enquanto eu arrancava a parte de cima de seu biquini e apertava com força os seus seios ela dizia que estava doendo e eu mandava ela calar a boca e continua chupandoela mamava e lambuzava todo o meu saco então eu mandei ela parar e ficar de quatro pois eu ia comer o cu dela pois a buceta ela deveria guardar para o meu filho ai então eu a comeria ,ela ficou de quatro e eu fui até a cozinha e peguei a tigela da cachorinha dela e a coleira,voltei para a sala,dei uma surra de coleira na sua bunda depois mandei ela bater uma punheta para mim,gozei na tigela coloquei no chão e mandei ela lamber igual sua cadela,enquanto ela lambia eu comecei a me posicionar por trás e apontar meu pau para seu cuzinho virgem dei uma lambida e cuspi na entrada ,meti de uma só vez mas só entrou uma parte da cabeça,ela gritou, puxei seus cabelos e disse que podia gritar que eu não ia parar pois se era homem que ela queria ela ia ter,continue metendo e metendo quando eu estava pronto para gozar de novo ,meti meu pau na sua boca e comecei meu gozo acompanhado de uma boa mijada ,mandei beber tudo,ela se engasgou,engoliu se derramou,ficou toda lambuzada e urinada,me arrumei e disse para ela voltar e pedir perdão ao meu filho.hoje somos uma familia feliz.
se alguma menina maior de idade precisar de um pai severo me mande um email. minha nora,minha cadela

sou um homem casado ex-militar com filhos e tudo que eu vou contar aconteceu alguns anos atrás;meu filho tinha uma namorada a dois anos ,uma menina muito gostosa (loira ,olhos verdes e um corpo maravilhoso),mas eu tinha pouco contato com ela, pois trabalho muito e chego tarde em casa,nos finais de semana ele ia para casa dela e ficava até segunda.um dia eu chego em casa e encontro meu filho com cara de aborrecido e triste,parei e decidi conversar para saber o que tinha acontecido,no inicio não quis me dizer mas consegui que me contasse.ele disse que a sua namorada tinha ido numa festa sozinha e ficado com outro cara,uma história meia longa que eu não vou contar agora,então certo que eu deveria ajuda-lo como pai me propus de conversar com ela e saber as razões já que ele estava muito nervoso com toda a situação pois poderia terminar tudo num impulso.pedi que não falasse nada para a sua mãe pois aquilo era assunto de homem.peguei o carro e fui até a casa dela,apertei a campainha e ninguem atendeu,já estava indo embora quando ela abre a porta e fica surpresa com a minha presença(e eu com ela pois estava só de biquini),eu secamente disse,precisamos conversar menina.ela estremeceu e pediu para entrar,ficamos na sala e eu perguntei se era certo ela sair com outro sendo namorada do meu filho,ela sentou e disse que estava cansada e nã era de ferro pois fazia dois anos que eles namoravam e meu filho não transava com ela pois queria casar com ela virgem e ela precisava era de um homem que resolvesse os problemas dela e não um menino,automaticamente enfie um tapa na cara dela e peguei seus cabelos pela nuca,coloquei meu pau para fora e disse,se tu quer homem então vai ter um agora,chupa cadela!ela instintivamente começou a chupar e lamber meu saco enquanto eu arrancava a parte de cima de seu biquini e apertava com força os seus seios ela dizia que estava doendo e eu mandava ela calar a boca e continua chupandoela mamava e lambuzava todo o meu saco então eu mandei ela parar e ficar de quatro pois eu ia comer o cu dela pois a buceta ela deveria guardar para o meu filho ai então eu a comeria ,ela ficou de quatro e eu fui até a cozinha e peguei a tigela da cachorinha dela e a coleira,voltei para a sala,dei uma surra de coleira na sua bunda depois mandei ela bater uma punheta para mim,gozei na tigela coloquei no chão e mandei ela lamber igual sua cadela,enquanto ela lambia eu comecei a me posicionar por trás e apontar meu pau para seu cuzinho virgem dei uma lambida e cuspi na entrada ,meti de uma só vez mas só entrou uma parte da cabeça,ela gritou, puxei seus cabelos e disse que podia gritar que eu não ia parar pois se era homem que ela queria ela ia ter,continue metendo e metendo quando eu estava pronto para gozar de novo ,meti meu pau na sua boca e comecei meu gozo acompanhado de uma boa mijada ,mandei beber tudo,ela se engasgou,engoliu se derramou,ficou toda lambuzada e urinada,me arrumei e disse para ela voltar e pedir perdão ao meu filho.hoje somos uma familia feliz.
se alguma menina maior de idade precisar de um pai severo me mande um email. minha nora,minha cadela

sou um homem casado ex-militar com filhos e tudo que eu vou contar aconteceu alguns anos atrás;meu filho tinha uma namorada a dois anos ,uma menina muito gostosa (loira ,olhos verdes e um corpo maravilhoso),mas eu tinha pouco contato com ela, pois trabalho muito e chego tarde em casa,nos finais de semana ele ia para casa dela e ficava até segunda.um dia eu chego em casa e encontro meu filho com cara de aborrecido e triste,parei e decidi conversar para saber o que tinha acontecido,no inicio não quis me dizer mas consegui que me contasse.ele disse que a sua namorada tinha ido numa festa sozinha e ficado com outro cara,uma história meia longa que eu não vou contar agora,então certo que eu deveria ajuda-lo como pai me propus de conversar com ela e saber as razões já que ele estava muito nervoso com toda a situação pois poderia terminar tudo num impulso.pedi que não falasse nada para a sua mãe pois aquilo era assunto de homem.peguei o carro e fui até a casa dela,apertei a campainha e ninguem atendeu,já estava indo embora quando ela abre a porta e fica surpresa com a minha presença(e eu com ela pois estava só de biquini),eu secamente disse,precisamos conversar menina.ela estremeceu e pediu para entrar,ficamos na sala e eu perguntei se era certo ela sair com outro sendo namorada do meu filho,ela sentou e disse que estava cansada e nã era de ferro pois fazia dois anos que eles namoravam e meu filho não transava com ela pois queria casar com ela virgem e ela precisava era de um homem que resolvesse os problemas dela e não um menino,automaticamente enfie um tapa na cara dela e peguei seus cabelos pela nuca,coloquei meu pau para fora e disse,se tu quer homem então vai ter um agora,chupa cadela!ela instintivamente começou a chupar e lamber meu saco enquanto eu arrancava a parte de cima de seu biquini e apertava com força os seus seios ela dizia que estava doendo e eu mandava ela calar a boca e continua chupandoela mamava e lambuzava todo o meu saco então eu mandei ela parar e ficar de quatro pois eu ia comer o cu dela pois a buceta ela deveria guardar para o meu filho ai então eu a comeria ,ela ficou de quatro e eu fui até a cozinha e peguei a tigela da cachorinha dela e a coleira,voltei para a sala,dei uma surra de coleira na sua bunda depois mandei ela bater uma punheta para mim,gozei na tigela coloquei no chão e mandei ela lamber igual sua cadela,enquanto ela lambia eu comecei a me posicionar por trás e apontar meu pau para seu cuzinho virgem dei uma lambida e cuspi na entrada ,meti de uma só vez mas só entrou uma parte da cabeça,ela gritou, puxei seus cabelos e disse que podia gritar que eu não ia parar pois se era homem que ela queria ela ia ter,continue metendo e metendo quando eu estava pronto para gozar de novo ,meti meu pau na sua boca e comecei meu gozo acompanhado de uma boa mijada ,mandei beber tudo,ela se engasgou,engoliu se derramou,ficou toda lambuzada e urinada,me arrumei e disse para ela voltar e pedir perdão ao meu filho.hoje somos uma familia feliz.
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sou um homem casado ex-militar com filhos e tudo que eu vou contar aconteceu alguns anos atrás;meu filho tinha uma namorada a dois anos ,uma menina muito gostosa (loira ,olhos verdes e um corpo maravilhoso),mas eu tinha pouco contato com ela, pois trabalho muito e chego tarde em casa,nos finais de semana ele ia para casa dela e ficava até segunda.um dia eu chego em casa e encontro meu filho com cara de aborrecido e triste,parei e decidi conversar para saber o que tinha acontecido,no inicio não quis me dizer mas consegui que me contasse.ele disse que a sua namorada tinha ido numa festa sozinha e ficado com outro cara,uma história meia longa que eu não vou contar agora,então certo que eu deveria ajuda-lo como pai me propus de conversar com ela e saber as razões já que ele estava muito nervoso com toda a situação pois poderia terminar tudo num impulso.pedi que não falasse nada para a sua mãe pois aquilo era assunto de homem.peguei o carro e fui até a casa dela,apertei a campainha e ninguem atendeu,já estava indo embora quando ela abre a porta e fica surpresa com a minha presença(e eu com ela pois estava só de biquini),eu secamente disse,precisamos conversar menina.ela estremeceu e pediu para entrar,ficamos na sala e eu perguntei se era certo ela sair com outro sendo namorada do meu filho,ela sentou e disse que estava cansada e nã era de ferro pois fazia dois anos que eles namoravam e meu filho não transava com ela pois queria casar com ela virgem e ela precisava era de um homem que resolvesse os problemas dela e não um menino,automaticamente enfie um tapa na cara dela e peguei seus cabelos pela nuca,coloquei meu pau para fora e disse,se tu quer homem então vai ter um agora,chupa cadela!ela instintivamente começou a chupar e lamber meu saco enquanto eu arrancava a parte de cima de seu biquini e apertava com força os seus seios ela dizia que estava doendo e eu mandava ela calar a boca e continua chupandoela mamava e lambuzava todo o meu saco então eu mandei ela parar e ficar de quatro pois eu ia comer o cu dela pois a buceta ela deveria guardar para o meu filho ai então eu a comeria ,ela ficou de quatro e eu fui até a cozinha e peguei a tigela da cachorinha dela e a coleira,voltei para a sala,dei uma surra de coleira na sua bunda depois mandei ela bater uma punheta para mim,gozei na tigela coloquei no chão e mandei ela lamber igual sua cadela,enquanto ela lambia eu comecei a me posicionar por trás e apontar meu pau para seu cuzinho virgem dei uma lambida e cuspi na entrada ,meti de uma só vez mas só entrou uma parte da cabeça,ela gritou, puxei seus cabelos e disse que podia gritar que eu não ia parar pois se era homem que ela queria ela ia ter,continue metendo e metendo quando eu estava pronto para gozar de novo ,meti meu pau na sua boca e comecei meu gozo acompanhado de uma boa mijada ,mandei beber tudo,ela se engasgou,engoliu se derramou,ficou toda lambuzada e urinada,me arrumei e disse para ela voltar e pedir perdão ao meu filho.hoje somos uma familia feliz.
se alguma menina maior de idade precisar de um pai severo me mande um email. minha nora,minha cadela

sou um homem casado ex-militar com filhos e tudo que eu vou contar aconteceu alguns anos atrás;meu filho tinha uma namorada a dois anos ,uma menina muito gostosa (loira ,olhos verdes e um corpo maravilhoso),mas eu tinha pouco contato com ela, pois trabalho muito e chego tarde em casa,nos finais de semana ele ia para casa dela e ficava até segunda.um dia eu chego em casa e encontro meu filho com cara de aborrecido e triste,parei e decidi conversar para saber o que tinha acontecido,no inicio não quis me dizer mas consegui que me contasse.ele disse que a sua namorada tinha ido numa festa sozinha e ficado com outro cara,uma história meia longa que eu não vou contar agora,então certo que eu deveria ajuda-lo como pai me propus de conversar com ela e saber as razões já que ele estava muito nervoso com toda a situação pois poderia terminar tudo num impulso.pedi que não falasse nada para a sua mãe pois aquilo era assunto de homem.peguei o carro e fui até a casa dela,apertei a campainha e ninguem atendeu,já estava indo embora quando ela abre a porta e fica surpresa com a minha presença(e eu com ela pois estava só de biquini),eu secamente disse,precisamos conversar menina.ela estremeceu e pediu para entrar,ficamos na sala e eu perguntei se era certo ela sair com outro sendo namorada do meu filho,ela sentou e disse que estava cansada e nã era de ferro pois fazia dois anos que eles namoravam e meu filho não transava com ela pois queria casar com ela virgem e ela precisava era de um homem que resolvesse os problemas dela e não um menino,automaticamente enfie um tapa na cara dela e peguei seus cabelos pela nuca,coloquei meu pau para fora e disse,se tu quer homem então vai ter um agora,chupa cadela!ela instintivamente começou a chupar e lamber meu saco enquanto eu arrancava a parte de cima de seu biquini e apertava com força os seus seios ela dizia que estava doendo e eu mandava ela calar a boca e continua chupandoela mamava e lambuzava todo o meu saco então eu mandei ela parar e ficar de quatro pois eu ia comer o cu dela pois a buceta ela deveria guardar para o meu filho ai então eu a comeria ,ela ficou de quatro e eu fui até a cozinha e peguei a tigela da cachorinha dela e a coleira,voltei para a sala,dei uma surra de coleira na sua bunda depois mandei ela bater uma punheta para mim,gozei na tigela coloquei no chão e mandei ela lamber igual sua cadela,enquanto ela lambia eu comecei a me posicionar por trás e apontar meu pau para seu cuzinho virgem dei uma lambida e cuspi na entrada ,meti de uma só vez mas só entrou uma parte da cabeça,ela gritou, puxei seus cabelos e disse que podia gritar que eu não ia parar pois se era homem que ela queria ela ia ter,continue metendo e metendo quando eu estava pronto para gozar de novo ,meti meu pau na sua boca e comecei meu gozo acompanhado de uma boa mijada ,mandei beber tudo,ela se engasgou,engoliu se derramou,ficou toda lambuzada e urinada,me arrumei e disse para ela voltar e pedir perdão ao meu filho.hoje somos uma familia feliz.
se alguma menina maior de idade precisar de um pai severo me mande um email.

10:14 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Sou moreno claro, 1.70m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos, muito educado e discreto. Mas quando se trata de levar rola no cu é comigo mesmo, um dia estava conversando com meu visinho na minha casa e começamos a falar de sexo tamanho de rola, quando ele falou que a dele era grande e grossa. Não duvidei afinal meu visinho é um negro mais ou menos da minha altura, tem um corpo musculoso e sempre soube que negros tem pauzão, mas quis provocar dizendo que não era tudo aquilo que ele dizia e que eu era capaz de apostar que ele estava mentindo. Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. Não agüentei mais e fui ajudar a colocar a camisinha com a minha boca, quando ele tava vestido comecei a chupar bem gostoso aquela piroca gigante, mamei bem gostoso meu visinho até que ele disse para eu ficar de quatro que ele queria enterrar no meu cu. Não perdi tempo e fui logo me posicionando, ele melou meu cuzinho com gel que eu tinha na gaveta, e colocou um dedo no meu cu e ficou massageando um pouco, eu delirava com o dedo dele, meu cu já tava todo lubrificado daí ele enfiou mais um dedo, meu cuzinho já tava espetado com dois dedos depois de um tempo ele tirou os dedos do meu rabinho e encostou aquela broca na entrada do meu cuzinho, forçou e eu delirava sentindo meu cu se abrindo pra alojar aquele poste duro, senti que a cabeça passou, doeu bastante, apesar dele já ter lubrificado e alargado um pouco meu cu com os dedos o pau dele é de um calibre considerável, quando entrou aquela cabeça grossa do pauzão dele pedi pra ele parar para meu cu se acostumar afinal não é todo dia que meu rabo encontra um pau daquele tamanho e grossura. Tava me sentindo abrir ele deu uma paradinha pra meu buraquinho se acostumar com o pau dele, quando a dor passou ele recomeçou foi empurrando aquele pau maravilhoso pra dentro de mim. A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. Depois que meu cu se acostumou com aquela rola ele tirava ate a cabeça e deslizava tudo pra dentro, quando ele tirava me sentia vazio, oco, tinha ficado todo alargado meu anelzinho e meu reto todo largo, fudido e arregaçado por causa daquela tora preta mas ele voltava com aquele cacetão pra me preencher de novo, me sentia todo preenchido, como se tivesse um pedaço de ferro quente no estomago, ficou-me fudendo bastante tempo desta forma eu tava delirando, eu mesmo não acreditava na capacidade to meu cu, um botãozinho tão pequeno agüentar aquele pau gigante, afinal meu cu tinha que se abrir de forma espantosa, mas era tudo o que eu estava querendo me sentir uma verdadeira putinha com um macho com seu membro espetado no cu. Devo admitir que no começo doeu, mas depois que meu cu se acostumou com seu novo amigo ele eu não queria mais ficar sem aquele cacete no rabo. Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. Teve um momento em que ele tirou todo o pau do meu cu me senti todo aberto, ele falou ta vendo te falei que ia te deixar aberto putinha, levei minha mão pra trás e para minha surpresa realmente esta aberto tinha o contorno do pau dele no meu cu, mas logo começou a fechar, mas ele não deixou, ele queria fazer o trabalho bem feito mesmo, me deixar arregaçado todo fudido, ele se maravilhava em ver o estrago que o mandiocão dele tava fazendo no meu rabo, de vez em quando ele tirava a rola até a cabeça e ia enterrando devagar no meu cu, aproveitando a visão do pau dele sumindo no meu rabo, e sempre me provocando falando como meu cuzinho fazia a rola dele desaparecer. Eu estava muito feliz em ver como meu buraquinho tão pequenino alojava aquele cacete todo até o talo. Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. Ele me colocou de quatro de novo, e enfiou aquele pau e iniciou um vai e vem delirante, tava todo suado eu já estava todo aberto, arrombado mas feliz com aquela foda, ele aumentou a velocidade das estocadas, começou a gemer e disse que queria gozar, senti aquele mastro duríssimo dentro do meu cu se movimentando rápido quando, o senti pulsar e ficar todo quente, meu visinho urrava, me chamava de vadia, viadinho, putinha, ele tirou aquela rolona de dentro de mim me senti vazio, tava todo aberto, e ele dizia esta foi a melhor aposta que já fiz, eu então nunca tinha ficado tão contente em ter perdido. Ele foi embora e eu fui tomar banho, ai eu vi o estrago minha pregas estavam todas esfoladas, meu cuzinho ainda tava se fechando, fiquei uma semana com o cu ardendo, mas foi ótimo. Sempre estou procurando rolas pra me fuderem gostoso adoro levar no cu, se você também quiser me fuder me escreva terei o maior prazer em fazer seu pau sumir dentro do meu cu meu e-mail: hppfer@bol.com.br .Sou moreno claro, 1.70m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos, muito educado e discreto. Mas quando se trata de levar rola no cu é comigo mesmo, um dia estava conversando com meu visinho na minha casa e começamos a falar de sexo tamanho de rola, quando ele falou que a dele era grande e grossa. Não duvidei afinal meu visinho é um negro mais ou menos da minha altura, tem um corpo musculoso e sempre soube que negros tem pauzão, mas quis provocar dizendo que não era tudo aquilo que ele dizia e que eu era capaz de apostar que ele estava mentindo. Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. Não agüentei mais e fui ajudar a colocar a camisinha com a minha boca, quando ele tava vestido comecei a chupar bem gostoso aquela piroca gigante, mamei bem gostoso meu visinho até que ele disse para eu ficar de quatro que ele queria enterrar no meu cu. Não perdi tempo e fui logo me posicionando, ele melou meu cuzinho com gel que eu tinha na gaveta, e colocou um dedo no meu cu e ficou massageando um pouco, eu delirava com o dedo dele, meu cu já tava todo lubrificado daí ele enfiou mais um dedo, meu cuzinho já tava espetado com dois dedos depois de um tempo ele tirou os dedos do meu rabinho e encostou aquela broca na entrada do meu cuzinho, forçou e eu delirava sentindo meu cu se abrindo pra alojar aquele poste duro, senti que a cabeça passou, doeu bastante, apesar dele já ter lubrificado e alargado um pouco meu cu com os dedos o pau dele é de um calibre considerável, quando entrou aquela cabeça grossa do pauzão dele pedi pra ele parar para meu cu se acostumar afinal não é todo dia que meu rabo encontra um pau daquele tamanho e grossura. Tava me sentindo abrir ele deu uma paradinha pra meu buraquinho se acostumar com o pau dele, quando a dor passou ele recomeçou foi empurrando aquele pau maravilhoso pra dentro de mim. A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. Depois que meu cu se acostumou com aquela rola ele tirava ate a cabeça e deslizava tudo pra dentro, quando ele tirava me sentia vazio, oco, tinha ficado todo alargado meu anelzinho e meu reto todo largo, fudido e arregaçado por causa daquela tora preta mas ele voltava com aquele cacetão pra me preencher de novo, me sentia todo preenchido, como se tivesse um pedaço de ferro quente no estomago, ficou-me fudendo bastante tempo desta forma eu tava delirando, eu mesmo não acreditava na capacidade to meu cu, um botãozinho tão pequeno agüentar aquele pau gigante, afinal meu cu tinha que se abrir de forma espantosa, mas era tudo o que eu estava querendo me sentir uma verdadeira putinha com um macho com seu membro espetado no cu. Devo admitir que no começo doeu, mas depois que meu cu se acostumou com seu novo amigo ele eu não queria mais ficar sem aquele cacete no rabo. Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. Teve um momento em que ele tirou todo o pau do meu cu me senti todo aberto, ele falou ta vendo te falei que ia te deixar aberto putinha, levei minha mão pra trás e para minha surpresa realmente esta aberto tinha o contorno do pau dele no meu cu, mas logo começou a fechar, mas ele não deixou, ele queria fazer o trabalho bem feito mesmo, me deixar arregaçado todo fudido, ele se maravilhava em ver o estrago que o mandiocão dele tava fazendo no meu rabo, de vez em quando ele tirava a rola até a cabeça e ia enterrando devagar no meu cu, aproveitando a visão do pau dele sumindo no meu rabo, e sempre me provocando falando como meu cuzinho fazia a rola dele desaparecer. Eu estava muito feliz em ver como meu buraquinho tão pequenino alojava aquele cacete todo até o talo. Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. Ele me colocou de quatro de novo, e enfiou aquele pau e iniciou um vai e vem delirante, tava todo suado eu já estava todo aberto, arrombado mas feliz com aquela foda, ele aumentou a velocidade das estocadas, começou a gemer e disse que queria gozar, senti aquele mastro duríssimo dentro do meu cu se movimentando rápido quando, o senti pulsar e ficar todo quente, meu visinho urrava, me chamava de vadia, viadinho, putinha, ele tirou aquela rolona de dentro de mim me senti vazio, tava todo aberto, e ele dizia esta foi a melhor aposta que já fiz, eu então nunca tinha ficado tão contente em ter perdido. Ele foi embora e eu fui tomar banho, ai eu vi o estrago minha pregas estavam todas esfoladas, meu cuzinho ainda tava se fechando, fiquei uma semana com o cu ardendo, mas foi ótimo. Sempre estou procurando rolas pra me fuderem gostoso adoro levar no cu, se você também quiser me fuder me escreva terei o maior prazer em fazer seu pau sumir dentro do meu cu meu e-mail: hppfer@bol.com.br .Sou moreno claro, 1.70m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos, muito educado e discreto. Mas quando se trata de levar rola no cu é comigo mesmo, um dia estava conversando com meu visinho na minha casa e começamos a falar de sexo tamanho de rola, quando ele falou que a dele era grande e grossa. Não duvidei afinal meu visinho é um negro mais ou menos da minha altura, tem um corpo musculoso e sempre soube que negros tem pauzão, mas quis provocar dizendo que não era tudo aquilo que ele dizia e que eu era capaz de apostar que ele estava mentindo. Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. Não agüentei mais e fui ajudar a colocar a camisinha com a minha boca, quando ele tava vestido comecei a chupar bem gostoso aquela piroca gigante, mamei bem gostoso meu visinho até que ele disse para eu ficar de quatro que ele queria enterrar no meu cu. Não perdi tempo e fui logo me posicionando, ele melou meu cuzinho com gel que eu tinha na gaveta, e colocou um dedo no meu cu e ficou massageando um pouco, eu delirava com o dedo dele, meu cu já tava todo lubrificado daí ele enfiou mais um dedo, meu cuzinho já tava espetado com dois dedos depois de um tempo ele tirou os dedos do meu rabinho e encostou aquela broca na entrada do meu cuzinho, forçou e eu delirava sentindo meu cu se abrindo pra alojar aquele poste duro, senti que a cabeça passou, doeu bastante, apesar dele já ter lubrificado e alargado um pouco meu cu com os dedos o pau dele é de um calibre considerável, quando entrou aquela cabeça grossa do pauzão dele pedi pra ele parar para meu cu se acostumar afinal não é todo dia que meu rabo encontra um pau daquele tamanho e grossura. Tava me sentindo abrir ele deu uma paradinha pra meu buraquinho se acostumar com o pau dele, quando a dor passou ele recomeçou foi empurrando aquele pau maravilhoso pra dentro de mim. A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. Depois que meu cu se acostumou com aquela rola ele tirava ate a cabeça e deslizava tudo pra dentro, quando ele tirava me sentia vazio, oco, tinha ficado todo alargado meu anelzinho e meu reto todo largo, fudido e arregaçado por causa daquela tora preta mas ele voltava com aquele cacetão pra me preencher de novo, me sentia todo preenchido, como se tivesse um pedaço de ferro quente no estomago, ficou-me fudendo bastante tempo desta forma eu tava delirando, eu mesmo não acreditava na capacidade to meu cu, um botãozinho tão pequeno agüentar aquele pau gigante, afinal meu cu tinha que se abrir de forma espantosa, mas era tudo o que eu estava querendo me sentir uma verdadeira putinha com um macho com seu membro espetado no cu. Devo admitir que no começo doeu, mas depois que meu cu se acostumou com seu novo amigo ele eu não queria mais ficar sem aquele cacete no rabo. Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. Teve um momento em que ele tirou todo o pau do meu cu me senti todo aberto, ele falou ta vendo te falei que ia te deixar aberto putinha, levei minha mão pra trás e para minha surpresa realmente esta aberto tinha o contorno do pau dele no meu cu, mas logo começou a fechar, mas ele não deixou, ele queria fazer o trabalho bem feito mesmo, me deixar arregaçado todo fudido, ele se maravilhava em ver o estrago que o mandiocão dele tava fazendo no meu rabo, de vez em quando ele tirava a rola até a cabeça e ia enterrando devagar no meu cu, aproveitando a visão do pau dele sumindo no meu rabo, e sempre me provocando falando como meu cuzinho fazia a rola dele desaparecer. Eu estava muito feliz em ver como meu buraquinho tão pequenino alojava aquele cacete todo até o talo. Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. Ele me colocou de quatro de novo, e enfiou aquele pau e iniciou um vai e vem delirante, tava todo suado eu já estava todo aberto, arrombado mas feliz com aquela foda, ele aumentou a velocidade das estocadas, começou a gemer e disse que queria gozar, senti aquele mastro duríssimo dentro do meu cu se movimentando rápido quando, o senti pulsar e ficar todo quente, meu visinho urrava, me chamava de vadia, viadinho, putinha, ele tirou aquela rolona de dentro de mim me senti vazio, tava todo aberto, e ele dizia esta foi a melhor aposta que já fiz, eu então nunca tinha ficado tão contente em ter perdido. Ele foi embora e eu fui tomar banho, ai eu vi o estrago minha pregas estavam todas esfoladas, meu cuzinho ainda tava se fechando, fiquei uma semana com o cu ardendo, mas foi ótimo. Sempre estou procurando rolas pra me fuderem gostoso adoro levar no cu, se você também quiser me fuder me escreva terei o maior prazer em fazer seu pau sumir dentro do meu cu meu e-mail: hppfer@bol.com.br .Sou moreno claro, 1.70m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos, muito educado e discreto. Mas quando se trata de levar rola no cu é comigo mesmo, um dia estava conversando com meu visinho na minha casa e começamos a falar de sexo tamanho de rola, quando ele falou que a dele era grande e grossa. Não duvidei afinal meu visinho é um negro mais ou menos da minha altura, tem um corpo musculoso e sempre soube que negros tem pauzão, mas quis provocar dizendo que não era tudo aquilo que ele dizia e que eu era capaz de apostar que ele estava mentindo. Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. 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Não perdi tempo e fui logo me posicionando, ele melou meu cuzinho com gel que eu tinha na gaveta, e colocou um dedo no meu cu e ficou massageando um pouco, eu delirava com o dedo dele, meu cu já tava todo lubrificado daí ele enfiou mais um dedo, meu cuzinho já tava espetado com dois dedos depois de um tempo ele tirou os dedos do meu rabinho e encostou aquela broca na entrada do meu cuzinho, forçou e eu delirava sentindo meu cu se abrindo pra alojar aquele poste duro, senti que a cabeça passou, doeu bastante, apesar dele já ter lubrificado e alargado um pouco meu cu com os dedos o pau dele é de um calibre considerável, quando entrou aquela cabeça grossa do pauzão dele pedi pra ele parar para meu cu se acostumar afinal não é todo dia que meu rabo encontra um pau daquele tamanho e grossura. Tava me sentindo abrir ele deu uma paradinha pra meu buraquinho se acostumar com o pau dele, quando a dor passou ele recomeçou foi empurrando aquele pau maravilhoso pra dentro de mim. A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. Depois que meu cu se acostumou com aquela rola ele tirava ate a cabeça e deslizava tudo pra dentro, quando ele tirava me sentia vazio, oco, tinha ficado todo alargado meu anelzinho e meu reto todo largo, fudido e arregaçado por causa daquela tora preta mas ele voltava com aquele cacetão pra me preencher de novo, me sentia todo preenchido, como se tivesse um pedaço de ferro quente no estomago, ficou-me fudendo bastante tempo desta forma eu tava delirando, eu mesmo não acreditava na capacidade to meu cu, um botãozinho tão pequeno agüentar aquele pau gigante, afinal meu cu tinha que se abrir de forma espantosa, mas era tudo o que eu estava querendo me sentir uma verdadeira putinha com um macho com seu membro espetado no cu. Devo admitir que no começo doeu, mas depois que meu cu se acostumou com seu novo amigo ele eu não queria mais ficar sem aquele cacete no rabo. Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. Teve um momento em que ele tirou todo o pau do meu cu me senti todo aberto, ele falou ta vendo te falei que ia te deixar aberto putinha, levei minha mão pra trás e para minha surpresa realmente esta aberto tinha o contorno do pau dele no meu cu, mas logo começou a fechar, mas ele não deixou, ele queria fazer o trabalho bem feito mesmo, me deixar arregaçado todo fudido, ele se maravilhava em ver o estrago que o mandiocão dele tava fazendo no meu rabo, de vez em quando ele tirava a rola até a cabeça e ia enterrando devagar no meu cu, aproveitando a visão do pau dele sumindo no meu rabo, e sempre me provocando falando como meu cuzinho fazia a rola dele desaparecer. Eu estava muito feliz em ver como meu buraquinho tão pequenino alojava aquele cacete todo até o talo. Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. Ele me colocou de quatro de novo, e enfiou aquele pau e iniciou um vai e vem delirante, tava todo suado eu já estava todo aberto, arrombado mas feliz com aquela foda, ele aumentou a velocidade das estocadas, começou a gemer e disse que queria gozar, senti aquele mastro duríssimo dentro do meu cu se movimentando rápido quando, o senti pulsar e ficar todo quente, meu visinho urrava, me chamava de vadia, viadinho, putinha, ele tirou aquela rolona de dentro de mim me senti vazio, tava todo aberto, e ele dizia esta foi a melhor aposta que já fiz, eu então nunca tinha ficado tão contente em ter perdido. Ele foi embora e eu fui tomar banho, ai eu vi o estrago minha pregas estavam todas esfoladas, meu cuzinho ainda tava se fechando, fiquei uma semana com o cu ardendo, mas foi ótimo. Sempre estou procurando rolas pra me fuderem gostoso adoro levar no cu, se você também quiser me fuder me escreva terei o maior prazer em fazer seu pau sumir dentro do meu cu meu e-mail: hppfer@bol.com.br .Sou moreno claro, 1.70m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos, muito educado e discreto. Mas quando se trata de levar rola no cu é comigo mesmo, um dia estava conversando com meu visinho na minha casa e começamos a falar de sexo tamanho de rola, quando ele falou que a dele era grande e grossa. Não duvidei afinal meu visinho é um negro mais ou menos da minha altura, tem um corpo musculoso e sempre soube que negros tem pauzão, mas quis provocar dizendo que não era tudo aquilo que ele dizia e que eu era capaz de apostar que ele estava mentindo. Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. Não agüentei mais e fui ajudar a colocar a camisinha com a minha boca, quando ele tava vestido comecei a chupar bem gostoso aquela piroca gigante, mamei bem gostoso meu visinho até que ele disse para eu ficar de quatro que ele queria enterrar no meu cu. Não perdi tempo e fui logo me posicionando, ele melou meu cuzinho com gel que eu tinha na gaveta, e colocou um dedo no meu cu e ficou massageando um pouco, eu delirava com o dedo dele, meu cu já tava todo lubrificado daí ele enfiou mais um dedo, meu cuzinho já tava espetado com dois dedos depois de um tempo ele tirou os dedos do meu rabinho e encostou aquela broca na entrada do meu cuzinho, forçou e eu delirava sentindo meu cu se abrindo pra alojar aquele poste duro, senti que a cabeça passou, doeu bastante, apesar dele já ter lubrificado e alargado um pouco meu cu com os dedos o pau dele é de um calibre considerável, quando entrou aquela cabeça grossa do pauzão dele pedi pra ele parar para meu cu se acostumar afinal não é todo dia que meu rabo encontra um pau daquele tamanho e grossura. Tava me sentindo abrir ele deu uma paradinha pra meu buraquinho se acostumar com o pau dele, quando a dor passou ele recomeçou foi empurrando aquele pau maravilhoso pra dentro de mim. A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. Depois que meu cu se acostumou com aquela rola ele tirava ate a cabeça e deslizava tudo pra dentro, quando ele tirava me sentia vazio, oco, tinha ficado todo alargado meu anelzinho e meu reto todo largo, fudido e arregaçado por causa daquela tora preta mas ele voltava com aquele cacetão pra me preencher de novo, me sentia todo preenchido, como se tivesse um pedaço de ferro quente no estomago, ficou-me fudendo bastante tempo desta forma eu tava delirando, eu mesmo não acreditava na capacidade to meu cu, um botãozinho tão pequeno agüentar aquele pau gigante, afinal meu cu tinha que se abrir de forma espantosa, mas era tudo o que eu estava querendo me sentir uma verdadeira putinha com um macho com seu membro espetado no cu. Devo admitir que no começo doeu, mas depois que meu cu se acostumou com seu novo amigo ele eu não queria mais ficar sem aquele cacete no rabo. Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. 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Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. 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Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. Não agüentei mais e fui ajudar a colocar a camisinha com a minha boca, quando ele tava vestido comecei a chupar bem gostoso aquela piroca gigante, mamei bem gostoso meu visinho até que ele disse para eu ficar de quatro que ele queria enterrar no meu cu. Não perdi tempo e fui logo me posicionando, ele melou meu cuzinho com gel que eu tinha na gaveta, e colocou um dedo no meu cu e ficou massageando um pouco, eu delirava com o dedo dele, meu cu já tava todo lubrificado daí ele enfiou mais um dedo, meu cuzinho já tava espetado com dois dedos depois de um tempo ele tirou os dedos do meu rabinho e encostou aquela broca na entrada do meu cuzinho, forçou e eu delirava sentindo meu cu se abrindo pra alojar aquele poste duro, senti que a cabeça passou, doeu bastante, apesar dele já ter lubrificado e alargado um pouco meu cu com os dedos o pau dele é de um calibre considerável, quando entrou aquela cabeça grossa do pauzão dele pedi pra ele parar para meu cu se acostumar afinal não é todo dia que meu rabo encontra um pau daquele tamanho e grossura. Tava me sentindo abrir ele deu uma paradinha pra meu buraquinho se acostumar com o pau dele, quando a dor passou ele recomeçou foi empurrando aquele pau maravilhoso pra dentro de mim. A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. Depois que meu cu se acostumou com aquela rola ele tirava ate a cabeça e deslizava tudo pra dentro, quando ele tirava me sentia vazio, oco, tinha ficado todo alargado meu anelzinho e meu reto todo largo, fudido e arregaçado por causa daquela tora preta mas ele voltava com aquele cacetão pra me preencher de novo, me sentia todo preenchido, como se tivesse um pedaço de ferro quente no estomago, ficou-me fudendo bastante tempo desta forma eu tava delirando, eu mesmo não acreditava na capacidade to meu cu, um botãozinho tão pequeno agüentar aquele pau gigante, afinal meu cu tinha que se abrir de forma espantosa, mas era tudo o que eu estava querendo me sentir uma verdadeira putinha com um macho com seu membro espetado no cu. Devo admitir que no começo doeu, mas depois que meu cu se acostumou com seu novo amigo ele eu não queria mais ficar sem aquele cacete no rabo. Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. Teve um momento em que ele tirou todo o pau do meu cu me senti todo aberto, ele falou ta vendo te falei que ia te deixar aberto putinha, levei minha mão pra trás e para minha surpresa realmente esta aberto tinha o contorno do pau dele no meu cu, mas logo começou a fechar, mas ele não deixou, ele queria fazer o trabalho bem feito mesmo, me deixar arregaçado todo fudido, ele se maravilhava em ver o estrago que o mandiocão dele tava fazendo no meu rabo, de vez em quando ele tirava a rola até a cabeça e ia enterrando devagar no meu cu, aproveitando a visão do pau dele sumindo no meu rabo, e sempre me provocando falando como meu cuzinho fazia a rola dele desaparecer. Eu estava muito feliz em ver como meu buraquinho tão pequenino alojava aquele cacete todo até o talo. Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. Ele me colocou de quatro de novo, e enfiou aquele pau e iniciou um vai e vem delirante, tava todo suado eu já estava todo aberto, arrombado mas feliz com aquela foda, ele aumentou a velocidade das estocadas, começou a gemer e disse que queria gozar, senti aquele mastro duríssimo dentro do meu cu se movimentando rápido quando, o senti pulsar e ficar todo quente, meu visinho urrava, me chamava de vadia, viadinho, putinha, ele tirou aquela rolona de dentro de mim me senti vazio, tava todo aberto, e ele dizia esta foi a melhor aposta que já fiz, eu então nunca tinha ficado tão contente em ter perdido. Ele foi embora e eu fui tomar banho, ai eu vi o estrago minha pregas estavam todas esfoladas, meu cuzinho ainda tava se fechando, fiquei uma semana com o cu ardendo, mas foi ótimo. Sempre estou procurando rolas pra me fuderem gostoso adoro levar no cu, se você também quiser me fuder me escreva terei o maior prazer em fazer seu pau sumir dentro do meu cu meu e-mail: hppfer@bol.com.br .Sou moreno claro, 1.70m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos, muito educado e discreto. Mas quando se trata de levar rola no cu é comigo mesmo, um dia estava conversando com meu visinho na minha casa e começamos a falar de sexo tamanho de rola, quando ele falou que a dele era grande e grossa. Não duvidei afinal meu visinho é um negro mais ou menos da minha altura, tem um corpo musculoso e sempre soube que negros tem pauzão, mas quis provocar dizendo que não era tudo aquilo que ele dizia e que eu era capaz de apostar que ele estava mentindo. Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. Não agüentei mais e fui ajudar a colocar a camisinha com a minha boca, quando ele tava vestido comecei a chupar bem gostoso aquela piroca gigante, mamei bem gostoso meu visinho até que ele disse para eu ficar de quatro que ele queria enterrar no meu cu. Não perdi tempo e fui logo me posicionando, ele melou meu cuzinho com gel que eu tinha na gaveta, e colocou um dedo no meu cu e ficou massageando um pouco, eu delirava com o dedo dele, meu cu já tava todo lubrificado daí ele enfiou mais um dedo, meu cuzinho já tava espetado com dois dedos depois de um tempo ele tirou os dedos do meu rabinho e encostou aquela broca na entrada do meu cuzinho, forçou e eu delirava sentindo meu cu se abrindo pra alojar aquele poste duro, senti que a cabeça passou, doeu bastante, apesar dele já ter lubrificado e alargado um pouco meu cu com os dedos o pau dele é de um calibre considerável, quando entrou aquela cabeça grossa do pauzão dele pedi pra ele parar para meu cu se acostumar afinal não é todo dia que meu rabo encontra um pau daquele tamanho e grossura. Tava me sentindo abrir ele deu uma paradinha pra meu buraquinho se acostumar com o pau dele, quando a dor passou ele recomeçou foi empurrando aquele pau maravilhoso pra dentro de mim. A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. Depois que meu cu se acostumou com aquela rola ele tirava ate a cabeça e deslizava tudo pra dentro, quando ele tirava me sentia vazio, oco, tinha ficado todo alargado meu anelzinho e meu reto todo largo, fudido e arregaçado por causa daquela tora preta mas ele voltava com aquele cacetão pra me preencher de novo, me sentia todo preenchido, como se tivesse um pedaço de ferro quente no estomago, ficou-me fudendo bastante tempo desta forma eu tava delirando, eu mesmo não acreditava na capacidade to meu cu, um botãozinho tão pequeno agüentar aquele pau gigante, afinal meu cu tinha que se abrir de forma espantosa, mas era tudo o que eu estava querendo me sentir uma verdadeira putinha com um macho com seu membro espetado no cu. Devo admitir que no começo doeu, mas depois que meu cu se acostumou com seu novo amigo ele eu não queria mais ficar sem aquele cacete no rabo. Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. Teve um momento em que ele tirou todo o pau do meu cu me senti todo aberto, ele falou ta vendo te falei que ia te deixar aberto putinha, levei minha mão pra trás e para minha surpresa realmente esta aberto tinha o contorno do pau dele no meu cu, mas logo começou a fechar, mas ele não deixou, ele queria fazer o trabalho bem feito mesmo, me deixar arregaçado todo fudido, ele se maravilhava em ver o estrago que o mandiocão dele tava fazendo no meu rabo, de vez em quando ele tirava a rola até a cabeça e ia enterrando devagar no meu cu, aproveitando a visão do pau dele sumindo no meu rabo, e sempre me provocando falando como meu cuzinho fazia a rola dele desaparecer. Eu estava muito feliz em ver como meu buraquinho tão pequenino alojava aquele cacete todo até o talo. Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. Ele me colocou de quatro de novo, e enfiou aquele pau e iniciou um vai e vem delirante, tava todo suado eu já estava todo aberto, arrombado mas feliz com aquela foda, ele aumentou a velocidade das estocadas, começou a gemer e disse que queria gozar, senti aquele mastro duríssimo dentro do meu cu se movimentando rápido quando, o senti pulsar e ficar todo quente, meu visinho urrava, me chamava de vadia, viadinho, putinha, ele tirou aquela rolona de dentro de mim me senti vazio, tava todo aberto, e ele dizia esta foi a melhor aposta que já fiz, eu então nunca tinha ficado tão contente em ter perdido. Ele foi embora e eu fui tomar banho, ai eu vi o estrago minha pregas estavam todas esfoladas, meu cuzinho ainda tava se fechando, fiquei uma semana com o cu ardendo, mas foi ótimo. Sempre estou procurando rolas pra me fuderem gostoso adoro levar no cu, se você também quiser me fuder me escreva terei o maior prazer em fazer seu pau sumir dentro do meu cu meu e-mail: hppfer@bol.com.br .Sou moreno claro, 1.70m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos, muito educado e discreto. Mas quando se trata de levar rola no cu é comigo mesmo, um dia estava conversando com meu visinho na minha casa e começamos a falar de sexo tamanho de rola, quando ele falou que a dele era grande e grossa. Não duvidei afinal meu visinho é um negro mais ou menos da minha altura, tem um corpo musculoso e sempre soube que negros tem pauzão, mas quis provocar dizendo que não era tudo aquilo que ele dizia e que eu era capaz de apostar que ele estava mentindo. Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. 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A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. Depois que meu cu se acostumou com aquela rola ele tirava ate a cabeça e deslizava tudo pra dentro, quando ele tirava me sentia vazio, oco, tinha ficado todo alargado meu anelzinho e meu reto todo largo, fudido e arregaçado por causa daquela tora preta mas ele voltava com aquele cacetão pra me preencher de novo, me sentia todo preenchido, como se tivesse um pedaço de ferro quente no estomago, ficou-me fudendo bastante tempo desta forma eu tava delirando, eu mesmo não acreditava na capacidade to meu cu, um botãozinho tão pequeno agüentar aquele pau gigante, afinal meu cu tinha que se abrir de forma espantosa, mas era tudo o que eu estava querendo me sentir uma verdadeira putinha com um macho com seu membro espetado no cu. Devo admitir que no começo doeu, mas depois que meu cu se acostumou com seu novo amigo ele eu não queria mais ficar sem aquele cacete no rabo. Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. Teve um momento em que ele tirou todo o pau do meu cu me senti todo aberto, ele falou ta vendo te falei que ia te deixar aberto putinha, levei minha mão pra trás e para minha surpresa realmente esta aberto tinha o contorno do pau dele no meu cu, mas logo começou a fechar, mas ele não deixou, ele queria fazer o trabalho bem feito mesmo, me deixar arregaçado todo fudido, ele se maravilhava em ver o estrago que o mandiocão dele tava fazendo no meu rabo, de vez em quando ele tirava a rola até a cabeça e ia enterrando devagar no meu cu, aproveitando a visão do pau dele sumindo no meu rabo, e sempre me provocando falando como meu cuzinho fazia a rola dele desaparecer. Eu estava muito feliz em ver como meu buraquinho tão pequenino alojava aquele cacete todo até o talo. Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. Ele me colocou de quatro de novo, e enfiou aquele pau e iniciou um vai e vem delirante, tava todo suado eu já estava todo aberto, arrombado mas feliz com aquela foda, ele aumentou a velocidade das estocadas, começou a gemer e disse que queria gozar, senti aquele mastro duríssimo dentro do meu cu se movimentando rápido quando, o senti pulsar e ficar todo quente, meu visinho urrava, me chamava de vadia, viadinho, putinha, ele tirou aquela rolona de dentro de mim me senti vazio, tava todo aberto, e ele dizia esta foi a melhor aposta que já fiz, eu então nunca tinha ficado tão contente em ter perdido. Ele foi embora e eu fui tomar banho, ai eu vi o estrago minha pregas estavam todas esfoladas, meu cuzinho ainda tava se fechando, fiquei uma semana com o cu ardendo, mas foi ótimo. Sempre estou procurando rolas pra me fuderem gostoso adoro levar no cu, se você também quiser me fuder me escreva terei o maior prazer em fazer seu pau sumir dentro do meu cu meu e-mail: hppfer@bol.com.br .Sou moreno claro, 1.70m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos, muito educado e discreto. Mas quando se trata de levar rola no cu é comigo mesmo, um dia estava conversando com meu visinho na minha casa e começamos a falar de sexo tamanho de rola, quando ele falou que a dele era grande e grossa. Não duvidei afinal meu visinho é um negro mais ou menos da minha altura, tem um corpo musculoso e sempre soube que negros tem pauzão, mas quis provocar dizendo que não era tudo aquilo que ele dizia e que eu era capaz de apostar que ele estava mentindo. Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. 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Não perdi tempo e fui logo me posicionando, ele melou meu cuzinho com gel que eu tinha na gaveta, e colocou um dedo no meu cu e ficou massageando um pouco, eu delirava com o dedo dele, meu cu já tava todo lubrificado daí ele enfiou mais um dedo, meu cuzinho já tava espetado com dois dedos depois de um tempo ele tirou os dedos do meu rabinho e encostou aquela broca na entrada do meu cuzinho, forçou e eu delirava sentindo meu cu se abrindo pra alojar aquele poste duro, senti que a cabeça passou, doeu bastante, apesar dele já ter lubrificado e alargado um pouco meu cu com os dedos o pau dele é de um calibre considerável, quando entrou aquela cabeça grossa do pauzão dele pedi pra ele parar para meu cu se acostumar afinal não é todo dia que meu rabo encontra um pau daquele tamanho e grossura. Tava me sentindo abrir ele deu uma paradinha pra meu buraquinho se acostumar com o pau dele, quando a dor passou ele recomeçou foi empurrando aquele pau maravilhoso pra dentro de mim. A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. Depois que meu cu se acostumou com aquela rola ele tirava ate a cabeça e deslizava tudo pra dentro, quando ele tirava me sentia vazio, oco, tinha ficado todo alargado meu anelzinho e meu reto todo largo, fudido e arregaçado por causa daquela tora preta mas ele voltava com aquele cacetão pra me preencher de novo, me sentia todo preenchido, como se tivesse um pedaço de ferro quente no estomago, ficou-me fudendo bastante tempo desta forma eu tava delirando, eu mesmo não acreditava na capacidade to meu cu, um botãozinho tão pequeno agüentar aquele pau gigante, afinal meu cu tinha que se abrir de forma espantosa, mas era tudo o que eu estava querendo me sentir uma verdadeira putinha com um macho com seu membro espetado no cu. Devo admitir que no começo doeu, mas depois que meu cu se acostumou com seu novo amigo ele eu não queria mais ficar sem aquele cacete no rabo. Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. Teve um momento em que ele tirou todo o pau do meu cu me senti todo aberto, ele falou ta vendo te falei que ia te deixar aberto putinha, levei minha mão pra trás e para minha surpresa realmente esta aberto tinha o contorno do pau dele no meu cu, mas logo começou a fechar, mas ele não deixou, ele queria fazer o trabalho bem feito mesmo, me deixar arregaçado todo fudido, ele se maravilhava em ver o estrago que o mandiocão dele tava fazendo no meu rabo, de vez em quando ele tirava a rola até a cabeça e ia enterrando devagar no meu cu, aproveitando a visão do pau dele sumindo no meu rabo, e sempre me provocando falando como meu cuzinho fazia a rola dele desaparecer. Eu estava muito feliz em ver como meu buraquinho tão pequenino alojava aquele cacete todo até o talo. Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. Ele me colocou de quatro de novo, e enfiou aquele pau e iniciou um vai e vem delirante, tava todo suado eu já estava todo aberto, arrombado mas feliz com aquela foda, ele aumentou a velocidade das estocadas, começou a gemer e disse que queria gozar, senti aquele mastro duríssimo dentro do meu cu se movimentando rápido quando, o senti pulsar e ficar todo quente, meu visinho urrava, me chamava de vadia, viadinho, putinha, ele tirou aquela rolona de dentro de mim me senti vazio, tava todo aberto, e ele dizia esta foi a melhor aposta que já fiz, eu então nunca tinha ficado tão contente em ter perdido. Ele foi embora e eu fui tomar banho, ai eu vi o estrago minha pregas estavam todas esfoladas, meu cuzinho ainda tava se fechando, fiquei uma semana com o cu ardendo, mas foi ótimo. Sempre estou procurando rolas pra me fuderem gostoso adoro levar no cu, se você também quiser me fuder me escreva terei o maior prazer em fazer seu pau sumir dentro do meu cu meu e-mail: hppfer@bol.com.br .Sou moreno claro, 1.70m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos, muito educado e discreto. Mas quando se trata de levar rola no cu é comigo mesmo, um dia estava conversando com meu visinho na minha casa e começamos a falar de sexo tamanho de rola, quando ele falou que a dele era grande e grossa. Não duvidei afinal meu visinho é um negro mais ou menos da minha altura, tem um corpo musculoso e sempre soube que negros tem pauzão, mas quis provocar dizendo que não era tudo aquilo que ele dizia e que eu era capaz de apostar que ele estava mentindo. Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. 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A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. Depois que meu cu se acostumou com aquela rola ele tirava ate a cabeça e deslizava tudo pra dentro, quando ele tirava me sentia vazio, oco, tinha ficado todo alargado meu anelzinho e meu reto todo largo, fudido e arregaçado por causa daquela tora preta mas ele voltava com aquele cacetão pra me preencher de novo, me sentia todo preenchido, como se tivesse um pedaço de ferro quente no estomago, ficou-me fudendo bastante tempo desta forma eu tava delirando, eu mesmo não acreditava na capacidade to meu cu, um botãozinho tão pequeno agüentar aquele pau gigante, afinal meu cu tinha que se abrir de forma espantosa, mas era tudo o que eu estava querendo me sentir uma verdadeira putinha com um macho com seu membro espetado no cu. Devo admitir que no começo doeu, mas depois que meu cu se acostumou com seu novo amigo ele eu não queria mais ficar sem aquele cacete no rabo. Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. Teve um momento em que ele tirou todo o pau do meu cu me senti todo aberto, ele falou ta vendo te falei que ia te deixar aberto putinha, levei minha mão pra trás e para minha surpresa realmente esta aberto tinha o contorno do pau dele no meu cu, mas logo começou a fechar, mas ele não deixou, ele queria fazer o trabalho bem feito mesmo, me deixar arregaçado todo fudido, ele se maravilhava em ver o estrago que o mandiocão dele tava fazendo no meu rabo, de vez em quando ele tirava a rola até a cabeça e ia enterrando devagar no meu cu, aproveitando a visão do pau dele sumindo no meu rabo, e sempre me provocando falando como meu cuzinho fazia a rola dele desaparecer. Eu estava muito feliz em ver como meu buraquinho tão pequenino alojava aquele cacete todo até o talo. Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. Ele me colocou de quatro de novo, e enfiou aquele pau e iniciou um vai e vem delirante, tava todo suado eu já estava todo aberto, arrombado mas feliz com aquela foda, ele aumentou a velocidade das estocadas, começou a gemer e disse que queria gozar, senti aquele mastro duríssimo dentro do meu cu se movimentando rápido quando, o senti pulsar e ficar todo quente, meu visinho urrava, me chamava de vadia, viadinho, putinha, ele tirou aquela rolona de dentro de mim me senti vazio, tava todo aberto, e ele dizia esta foi a melhor aposta que já fiz, eu então nunca tinha ficado tão contente em ter perdido. Ele foi embora e eu fui tomar banho, ai eu vi o estrago minha pregas estavam todas esfoladas, meu cuzinho ainda tava se fechando, fiquei uma semana com o cu ardendo, mas foi ótimo. Sempre estou procurando rolas pra me fuderem gostoso adoro levar no cu, se você também quiser me fuder me escreva terei o maior prazer em fazer seu pau sumir dentro do meu cu meu e-mail: hppfer@bol.com.br .Sou moreno claro, 1.70m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos, muito educado e discreto. Mas quando se trata de levar rola no cu é comigo mesmo, um dia estava conversando com meu visinho na minha casa e começamos a falar de sexo tamanho de rola, quando ele falou que a dele era grande e grossa. Não duvidei afinal meu visinho é um negro mais ou menos da minha altura, tem um corpo musculoso e sempre soube que negros tem pauzão, mas quis provocar dizendo que não era tudo aquilo que ele dizia e que eu era capaz de apostar que ele estava mentindo. Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. Não agüentei mais e fui ajudar a colocar a camisinha com a minha boca, quando ele tava vestido comecei a chupar bem gostoso aquela piroca gigante, mamei bem gostoso meu visinho até que ele disse para eu ficar de quatro que ele queria enterrar no meu cu. Não perdi tempo e fui logo me posicionando, ele melou meu cuzinho com gel que eu tinha na gaveta, e colocou um dedo no meu cu e ficou massageando um pouco, eu delirava com o dedo dele, meu cu já tava todo lubrificado daí ele enfiou mais um dedo, meu cuzinho já tava espetado com dois dedos depois de um tempo ele tirou os dedos do meu rabinho e encostou aquela broca na entrada do meu cuzinho, forçou e eu delirava sentindo meu cu se abrindo pra alojar aquele poste duro, senti que a cabeça passou, doeu bastante, apesar dele já ter lubrificado e alargado um pouco meu cu com os dedos o pau dele é de um calibre considerável, quando entrou aquela cabeça grossa do pauzão dele pedi pra ele parar para meu cu se acostumar afinal não é todo dia que meu rabo encontra um pau daquele tamanho e grossura. Tava me sentindo abrir ele deu uma paradinha pra meu buraquinho se acostumar com o pau dele, quando a dor passou ele recomeçou foi empurrando aquele pau maravilhoso pra dentro de mim. A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. Depois que meu cu se acostumou com aquela rola ele tirava ate a cabeça e deslizava tudo pra dentro, quando ele tirava me sentia vazio, oco, tinha ficado todo alargado meu anelzinho e meu reto todo largo, fudido e arregaçado por causa daquela tora preta mas ele voltava com aquele cacetão pra me preencher de novo, me sentia todo preenchido, como se tivesse um pedaço de ferro quente no estomago, ficou-me fudendo bastante tempo desta forma eu tava delirando, eu mesmo não acreditava na capacidade to meu cu, um botãozinho tão pequeno agüentar aquele pau gigante, afinal meu cu tinha que se abrir de forma espantosa, mas era tudo o que eu estava querendo me sentir uma verdadeira putinha com um macho com seu membro espetado no cu. Devo admitir que no começo doeu, mas depois que meu cu se acostumou com seu novo amigo ele eu não queria mais ficar sem aquele cacete no rabo. Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. Teve um momento em que ele tirou todo o pau do meu cu me senti todo aberto, ele falou ta vendo te falei que ia te deixar aberto putinha, levei minha mão pra trás e para minha surpresa realmente esta aberto tinha o contorno do pau dele no meu cu, mas logo começou a fechar, mas ele não deixou, ele queria fazer o trabalho bem feito mesmo, me deixar arregaçado todo fudido, ele se maravilhava em ver o estrago que o mandiocão dele tava fazendo no meu rabo, de vez em quando ele tirava a rola até a cabeça e ia enterrando devagar no meu cu, aproveitando a visão do pau dele sumindo no meu rabo, e sempre me provocando falando como meu cuzinho fazia a rola dele desaparecer. Eu estava muito feliz em ver como meu buraquinho tão pequenino alojava aquele cacete todo até o talo. Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. Ele me colocou de quatro de novo, e enfiou aquele pau e iniciou um vai e vem delirante, tava todo suado eu já estava todo aberto, arrombado mas feliz com aquela foda, ele aumentou a velocidade das estocadas, começou a gemer e disse que queria gozar, senti aquele mastro duríssimo dentro do meu cu se movimentando rápido quando, o senti pulsar e ficar todo quente, meu visinho urrava, me chamava de vadia, viadinho, putinha, ele tirou aquela rolona de dentro de mim me senti vazio, tava todo aberto, e ele dizia esta foi a melhor aposta que já fiz, eu então nunca tinha ficado tão contente em ter perdido. Ele foi embora e eu fui tomar banho, ai eu vi o estrago minha pregas estavam todas esfoladas, meu cuzinho ainda tava se fechando, fiquei uma semana com o cu ardendo, mas foi ótimo. Sempre estou procurando rolas pra me fuderem gostoso adoro levar no cu, se você também quiser me fuder me escreva terei o maior prazer em fazer seu pau sumir dentro do meu cu meu e-mail: hppfer@bol.com.br .

10:16 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Sou moreno claro, 1.70m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos, muito educado e discreto. Mas quando se trata de levar rola no cu é comigo mesmo, um dia estava conversando com meu visinho na minha casa e começamos a falar de sexo tamanho de rola, quando ele falou que a dele era grande e grossa. Não duvidei afinal meu visinho é um negro mais ou menos da minha altura, tem um corpo musculoso e sempre soube que negros tem pauzão, mas quis provocar dizendo que não era tudo aquilo que ele dizia e que eu era capaz de apostar que ele estava mentindo. Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. Não agüentei mais e fui ajudar a colocar a camisinha com a minha boca, quando ele tava vestido comecei a chupar bem gostoso aquela piroca gigante, mamei bem gostoso meu visinho até que ele disse para eu ficar de quatro que ele queria enterrar no meu cu. Não perdi tempo e fui logo me posicionando, ele melou meu cuzinho com gel que eu tinha na gaveta, e colocou um dedo no meu cu e ficou massageando um pouco, eu delirava com o dedo dele, meu cu já tava todo lubrificado daí ele enfiou mais um dedo, meu cuzinho já tava espetado com dois dedos depois de um tempo ele tirou os dedos do meu rabinho e encostou aquela broca na entrada do meu cuzinho, forçou e eu delirava sentindo meu cu se abrindo pra alojar aquele poste duro, senti que a cabeça passou, doeu bastante, apesar dele já ter lubrificado e alargado um pouco meu cu com os dedos o pau dele é de um calibre considerável, quando entrou aquela cabeça grossa do pauzão dele pedi pra ele parar para meu cu se acostumar afinal não é todo dia que meu rabo encontra um pau daquele tamanho e grossura. Tava me sentindo abrir ele deu uma paradinha pra meu buraquinho se acostumar com o pau dele, quando a dor passou ele recomeçou foi empurrando aquele pau maravilhoso pra dentro de mim. A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. Depois que meu cu se acostumou com aquela rola ele tirava ate a cabeça e deslizava tudo pra dentro, quando ele tirava me sentia vazio, oco, tinha ficado todo alargado meu anelzinho e meu reto todo largo, fudido e arregaçado por causa daquela tora preta mas ele voltava com aquele cacetão pra me preencher de novo, me sentia todo preenchido, como se tivesse um pedaço de ferro quente no estomago, ficou-me fudendo bastante tempo desta forma eu tava delirando, eu mesmo não acreditava na capacidade to meu cu, um botãozinho tão pequeno agüentar aquele pau gigante, afinal meu cu tinha que se abrir de forma espantosa, mas era tudo o que eu estava querendo me sentir uma verdadeira putinha com um macho com seu membro espetado no cu. Devo admitir que no começo doeu, mas depois que meu cu se acostumou com seu novo amigo ele eu não queria mais ficar sem aquele cacete no rabo. Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. Teve um momento em que ele tirou todo o pau do meu cu me senti todo aberto, ele falou ta vendo te falei que ia te deixar aberto putinha, levei minha mão pra trás e para minha surpresa realmente esta aberto tinha o contorno do pau dele no meu cu, mas logo começou a fechar, mas ele não deixou, ele queria fazer o trabalho bem feito mesmo, me deixar arregaçado todo fudido, ele se maravilhava em ver o estrago que o mandiocão dele tava fazendo no meu rabo, de vez em quando ele tirava a rola até a cabeça e ia enterrando devagar no meu cu, aproveitando a visão do pau dele sumindo no meu rabo, e sempre me provocando falando como meu cuzinho fazia a rola dele desaparecer. Eu estava muito feliz em ver como meu buraquinho tão pequenino alojava aquele cacete todo até o talo. Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. Ele me colocou de quatro de novo, e enfiou aquele pau e iniciou um vai e vem delirante, tava todo suado eu já estava todo aberto, arrombado mas feliz com aquela foda, ele aumentou a velocidade das estocadas, começou a gemer e disse que queria gozar, senti aquele mastro duríssimo dentro do meu cu se movimentando rápido quando, o senti pulsar e ficar todo quente, meu visinho urrava, me chamava de vadia, viadinho, putinha, ele tirou aquela rolona de dentro de mim me senti vazio, tava todo aberto, e ele dizia esta foi a melhor aposta que já fiz, eu então nunca tinha ficado tão contente em ter perdido. Ele foi embora e eu fui tomar banho, ai eu vi o estrago minha pregas estavam todas esfoladas, meu cuzinho ainda tava se fechando, fiquei uma semana com o cu ardendo, mas foi ótimo. Sempre estou procurando rolas pra me fuderem gostoso adoro levar no cu, se você também quiser me fuder me escreva terei o maior prazer em fazer seu pau sumir dentro do meu cu meu e-mail: hppfer@bol.com.br .

10:16 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Sou moreno claro, 1.70m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos, muito educado e discreto. Mas quando se trata de levar rola no cu é comigo mesmo, um dia estava conversando com meu visinho na minha casa e começamos a falar de sexo tamanho de rola, quando ele falou que a dele era grande e grossa. Não duvidei afinal meu visinho é um negro mais ou menos da minha altura, tem um corpo musculoso e sempre soube que negros tem pauzão, mas quis provocar dizendo que não era tudo aquilo que ele dizia e que eu era capaz de apostar que ele estava mentindo. Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. Não agüentei mais e fui ajudar a colocar a camisinha com a minha boca, quando ele tava vestido comecei a chupar bem gostoso aquela piroca gigante, mamei bem gostoso meu visinho até que ele disse para eu ficar de quatro que ele queria enterrar no meu cu. Não perdi tempo e fui logo me posicionando, ele melou meu cuzinho com gel que eu tinha na gaveta, e colocou um dedo no meu cu e ficou massageando um pouco, eu delirava com o dedo dele, meu cu já tava todo lubrificado daí ele enfiou mais um dedo, meu cuzinho já tava espetado com dois dedos depois de um tempo ele tirou os dedos do meu rabinho e encostou aquela broca na entrada do meu cuzinho, forçou e eu delirava sentindo meu cu se abrindo pra alojar aquele poste duro, senti que a cabeça passou, doeu bastante, apesar dele já ter lubrificado e alargado um pouco meu cu com os dedos o pau dele é de um calibre considerável, quando entrou aquela cabeça grossa do pauzão dele pedi pra ele parar para meu cu se acostumar afinal não é todo dia que meu rabo encontra um pau daquele tamanho e grossura. Tava me sentindo abrir ele deu uma paradinha pra meu buraquinho se acostumar com o pau dele, quando a dor passou ele recomeçou foi empurrando aquele pau maravilhoso pra dentro de mim. A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. Depois que meu cu se acostumou com aquela rola ele tirava ate a cabeça e deslizava tudo pra dentro, quando ele tirava me sentia vazio, oco, tinha ficado todo alargado meu anelzinho e meu reto todo largo, fudido e arregaçado por causa daquela tora preta mas ele voltava com aquele cacetão pra me preencher de novo, me sentia todo preenchido, como se tivesse um pedaço de ferro quente no estomago, ficou-me fudendo bastante tempo desta forma eu tava delirando, eu mesmo não acreditava na capacidade to meu cu, um botãozinho tão pequeno agüentar aquele pau gigante, afinal meu cu tinha que se abrir de forma espantosa, mas era tudo o que eu estava querendo me sentir uma verdadeira putinha com um macho com seu membro espetado no cu. Devo admitir que no começo doeu, mas depois que meu cu se acostumou com seu novo amigo ele eu não queria mais ficar sem aquele cacete no rabo. Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. Teve um momento em que ele tirou todo o pau do meu cu me senti todo aberto, ele falou ta vendo te falei que ia te deixar aberto putinha, levei minha mão pra trás e para minha surpresa realmente esta aberto tinha o contorno do pau dele no meu cu, mas logo começou a fechar, mas ele não deixou, ele queria fazer o trabalho bem feito mesmo, me deixar arregaçado todo fudido, ele se maravilhava em ver o estrago que o mandiocão dele tava fazendo no meu rabo, de vez em quando ele tirava a rola até a cabeça e ia enterrando devagar no meu cu, aproveitando a visão do pau dele sumindo no meu rabo, e sempre me provocando falando como meu cuzinho fazia a rola dele desaparecer. Eu estava muito feliz em ver como meu buraquinho tão pequenino alojava aquele cacete todo até o talo. Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. Ele me colocou de quatro de novo, e enfiou aquele pau e iniciou um vai e vem delirante, tava todo suado eu já estava todo aberto, arrombado mas feliz com aquela foda, ele aumentou a velocidade das estocadas, começou a gemer e disse que queria gozar, senti aquele mastro duríssimo dentro do meu cu se movimentando rápido quando, o senti pulsar e ficar todo quente, meu visinho urrava, me chamava de vadia, viadinho, putinha, ele tirou aquela rolona de dentro de mim me senti vazio, tava todo aberto, e ele dizia esta foi a melhor aposta que já fiz, eu então nunca tinha ficado tão contente em ter perdido. Ele foi embora e eu fui tomar banho, ai eu vi o estrago minha pregas estavam todas esfoladas, meu cuzinho ainda tava se fechando, fiquei uma semana com o cu ardendo, mas foi ótimo. Sempre estou procurando rolas pra me fuderem gostoso adoro levar no cu, se você também quiser me fuder me escreva terei o maior prazer em fazer seu pau sumir dentro do meu cu meu e-mail: hppfer@bol.com.br .

10:16 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Sou moreno claro, 1.70m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos, muito educado e discreto. Mas quando se trata de levar rola no cu é comigo mesmo, um dia estava conversando com meu visinho na minha casa e começamos a falar de sexo tamanho de rola, quando ele falou que a dele era grande e grossa. Não duvidei afinal meu visinho é um negro mais ou menos da minha altura, tem um corpo musculoso e sempre soube que negros tem pauzão, mas quis provocar dizendo que não era tudo aquilo que ele dizia e que eu era capaz de apostar que ele estava mentindo. Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. Não agüentei mais e fui ajudar a colocar a camisinha com a minha boca, quando ele tava vestido comecei a chupar bem gostoso aquela piroca gigante, mamei bem gostoso meu visinho até que ele disse para eu ficar de quatro que ele queria enterrar no meu cu. Não perdi tempo e fui logo me posicionando, ele melou meu cuzinho com gel que eu tinha na gaveta, e colocou um dedo no meu cu e ficou massageando um pouco, eu delirava com o dedo dele, meu cu já tava todo lubrificado daí ele enfiou mais um dedo, meu cuzinho já tava espetado com dois dedos depois de um tempo ele tirou os dedos do meu rabinho e encostou aquela broca na entrada do meu cuzinho, forçou e eu delirava sentindo meu cu se abrindo pra alojar aquele poste duro, senti que a cabeça passou, doeu bastante, apesar dele já ter lubrificado e alargado um pouco meu cu com os dedos o pau dele é de um calibre considerável, quando entrou aquela cabeça grossa do pauzão dele pedi pra ele parar para meu cu se acostumar afinal não é todo dia que meu rabo encontra um pau daquele tamanho e grossura. Tava me sentindo abrir ele deu uma paradinha pra meu buraquinho se acostumar com o pau dele, quando a dor passou ele recomeçou foi empurrando aquele pau maravilhoso pra dentro de mim. A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. 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Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. Teve um momento em que ele tirou todo o pau do meu cu me senti todo aberto, ele falou ta vendo te falei que ia te deixar aberto putinha, levei minha mão pra trás e para minha surpresa realmente esta aberto tinha o contorno do pau dele no meu cu, mas logo começou a fechar, mas ele não deixou, ele queria fazer o trabalho bem feito mesmo, me deixar arregaçado todo fudido, ele se maravilhava em ver o estrago que o mandiocão dele tava fazendo no meu rabo, de vez em quando ele tirava a rola até a cabeça e ia enterrando devagar no meu cu, aproveitando a visão do pau dele sumindo no meu rabo, e sempre me provocando falando como meu cuzinho fazia a rola dele desaparecer. Eu estava muito feliz em ver como meu buraquinho tão pequenino alojava aquele cacete todo até o talo. Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. Ele me colocou de quatro de novo, e enfiou aquele pau e iniciou um vai e vem delirante, tava todo suado eu já estava todo aberto, arrombado mas feliz com aquela foda, ele aumentou a velocidade das estocadas, começou a gemer e disse que queria gozar, senti aquele mastro duríssimo dentro do meu cu se movimentando rápido quando, o senti pulsar e ficar todo quente, meu visinho urrava, me chamava de vadia, viadinho, putinha, ele tirou aquela rolona de dentro de mim me senti vazio, tava todo aberto, e ele dizia esta foi a melhor aposta que já fiz, eu então nunca tinha ficado tão contente em ter perdido. Ele foi embora e eu fui tomar banho, ai eu vi o estrago minha pregas estavam todas esfoladas, meu cuzinho ainda tava se fechando, fiquei uma semana com o cu ardendo, mas foi ótimo. Sempre estou procurando rolas pra me fuderem gostoso adoro levar no cu, se você também quiser me fuder me escreva terei o maior prazer em fazer seu pau sumir dentro do meu cu meu e-mail: hppfer@bol.com.br .

10:18 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Sou moreno claro, 1.70m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos, muito educado e discreto. Mas quando se trata de levar rola no cu é comigo mesmo, um dia estava conversando com meu visinho na minha casa e começamos a falar de sexo tamanho de rola, quando ele falou que a dele era grande e grossa. Não duvidei afinal meu visinho é um negro mais ou menos da minha altura, tem um corpo musculoso e sempre soube que negros tem pauzão, mas quis provocar dizendo que não era tudo aquilo que ele dizia e que eu era capaz de apostar que ele estava mentindo. Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. Não agüentei mais e fui ajudar a colocar a camisinha com a minha boca, quando ele tava vestido comecei a chupar bem gostoso aquela piroca gigante, mamei bem gostoso meu visinho até que ele disse para eu ficar de quatro que ele queria enterrar no meu cu. Não perdi tempo e fui logo me posicionando, ele melou meu cuzinho com gel que eu tinha na gaveta, e colocou um dedo no meu cu e ficou massageando um pouco, eu delirava com o dedo dele, meu cu já tava todo lubrificado daí ele enfiou mais um dedo, meu cuzinho já tava espetado com dois dedos depois de um tempo ele tirou os dedos do meu rabinho e encostou aquela broca na entrada do meu cuzinho, forçou e eu delirava sentindo meu cu se abrindo pra alojar aquele poste duro, senti que a cabeça passou, doeu bastante, apesar dele já ter lubrificado e alargado um pouco meu cu com os dedos o pau dele é de um calibre considerável, quando entrou aquela cabeça grossa do pauzão dele pedi pra ele parar para meu cu se acostumar afinal não é todo dia que meu rabo encontra um pau daquele tamanho e grossura. Tava me sentindo abrir ele deu uma paradinha pra meu buraquinho se acostumar com o pau dele, quando a dor passou ele recomeçou foi empurrando aquele pau maravilhoso pra dentro de mim. A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. Depois que meu cu se acostumou com aquela rola ele tirava ate a cabeça e deslizava tudo pra dentro, quando ele tirava me sentia vazio, oco, tinha ficado todo alargado meu anelzinho e meu reto todo largo, fudido e arregaçado por causa daquela tora preta mas ele voltava com aquele cacetão pra me preencher de novo, me sentia todo preenchido, como se tivesse um pedaço de ferro quente no estomago, ficou-me fudendo bastante tempo desta forma eu tava delirando, eu mesmo não acreditava na capacidade to meu cu, um botãozinho tão pequeno agüentar aquele pau gigante, afinal meu cu tinha que se abrir de forma espantosa, mas era tudo o que eu estava querendo me sentir uma verdadeira putinha com um macho com seu membro espetado no cu. Devo admitir que no começo doeu, mas depois que meu cu se acostumou com seu novo amigo ele eu não queria mais ficar sem aquele cacete no rabo. Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. Teve um momento em que ele tirou todo o pau do meu cu me senti todo aberto, ele falou ta vendo te falei que ia te deixar aberto putinha, levei minha mão pra trás e para minha surpresa realmente esta aberto tinha o contorno do pau dele no meu cu, mas logo começou a fechar, mas ele não deixou, ele queria fazer o trabalho bem feito mesmo, me deixar arregaçado todo fudido, ele se maravilhava em ver o estrago que o mandiocão dele tava fazendo no meu rabo, de vez em quando ele tirava a rola até a cabeça e ia enterrando devagar no meu cu, aproveitando a visão do pau dele sumindo no meu rabo, e sempre me provocando falando como meu cuzinho fazia a rola dele desaparecer. Eu estava muito feliz em ver como meu buraquinho tão pequenino alojava aquele cacete todo até o talo. Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. Ele me colocou de quatro de novo, e enfiou aquele pau e iniciou um vai e vem delirante, tava todo suado eu já estava todo aberto, arrombado mas feliz com aquela foda, ele aumentou a velocidade das estocadas, começou a gemer e disse que queria gozar, senti aquele mastro duríssimo dentro do meu cu se movimentando rápido quando, o senti pulsar e ficar todo quente, meu visinho urrava, me chamava de vadia, viadinho, putinha, ele tirou aquela rolona de dentro de mim me senti vazio, tava todo aberto, e ele dizia esta foi a melhor aposta que já fiz, eu então nunca tinha ficado tão contente em ter perdido. Ele foi embora e eu fui tomar banho, ai eu vi o estrago minha pregas estavam todas esfoladas, meu cuzinho ainda tava se fechando, fiquei uma semana com o cu ardendo, mas foi ótimo. Sempre estou procurando rolas pra me fuderem gostoso adoro levar no cu, se você também quiser me fuder me escreva terei o maior prazer em fazer seu pau sumir dentro do meu cu meu e-mail: hppfer@bol.com.br .

10:18 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Sou moreno claro, 1.70m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos, muito educado e discreto. Mas quando se trata de levar rola no cu é comigo mesmo, um dia estava conversando com meu visinho na minha casa e começamos a falar de sexo tamanho de rola, quando ele falou que a dele era grande e grossa. Não duvidei afinal meu visinho é um negro mais ou menos da minha altura, tem um corpo musculoso e sempre soube que negros tem pauzão, mas quis provocar dizendo que não era tudo aquilo que ele dizia e que eu era capaz de apostar que ele estava mentindo. Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. Não agüentei mais e fui ajudar a colocar a camisinha com a minha boca, quando ele tava vestido comecei a chupar bem gostoso aquela piroca gigante, mamei bem gostoso meu visinho até que ele disse para eu ficar de quatro que ele queria enterrar no meu cu. Não perdi tempo e fui logo me posicionando, ele melou meu cuzinho com gel que eu tinha na gaveta, e colocou um dedo no meu cu e ficou massageando um pouco, eu delirava com o dedo dele, meu cu já tava todo lubrificado daí ele enfiou mais um dedo, meu cuzinho já tava espetado com dois dedos depois de um tempo ele tirou os dedos do meu rabinho e encostou aquela broca na entrada do meu cuzinho, forçou e eu delirava sentindo meu cu se abrindo pra alojar aquele poste duro, senti que a cabeça passou, doeu bastante, apesar dele já ter lubrificado e alargado um pouco meu cu com os dedos o pau dele é de um calibre considerável, quando entrou aquela cabeça grossa do pauzão dele pedi pra ele parar para meu cu se acostumar afinal não é todo dia que meu rabo encontra um pau daquele tamanho e grossura. Tava me sentindo abrir ele deu uma paradinha pra meu buraquinho se acostumar com o pau dele, quando a dor passou ele recomeçou foi empurrando aquele pau maravilhoso pra dentro de mim. A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. Depois que meu cu se acostumou com aquela rola ele tirava ate a cabeça e deslizava tudo pra dentro, quando ele tirava me sentia vazio, oco, tinha ficado todo alargado meu anelzinho e meu reto todo largo, fudido e arregaçado por causa daquela tora preta mas ele voltava com aquele cacetão pra me preencher de novo, me sentia todo preenchido, como se tivesse um pedaço de ferro quente no estomago, ficou-me fudendo bastante tempo desta forma eu tava delirando, eu mesmo não acreditava na capacidade to meu cu, um botãozinho tão pequeno agüentar aquele pau gigante, afinal meu cu tinha que se abrir de forma espantosa, mas era tudo o que eu estava querendo me sentir uma verdadeira putinha com um macho com seu membro espetado no cu. Devo admitir que no começo doeu, mas depois que meu cu se acostumou com seu novo amigo ele eu não queria mais ficar sem aquele cacete no rabo. Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. Teve um momento em que ele tirou todo o pau do meu cu me senti todo aberto, ele falou ta vendo te falei que ia te deixar aberto putinha, levei minha mão pra trás e para minha surpresa realmente esta aberto tinha o contorno do pau dele no meu cu, mas logo começou a fechar, mas ele não deixou, ele queria fazer o trabalho bem feito mesmo, me deixar arregaçado todo fudido, ele se maravilhava em ver o estrago que o mandiocão dele tava fazendo no meu rabo, de vez em quando ele tirava a rola até a cabeça e ia enterrando devagar no meu cu, aproveitando a visão do pau dele sumindo no meu rabo, e sempre me provocando falando como meu cuzinho fazia a rola dele desaparecer. Eu estava muito feliz em ver como meu buraquinho tão pequenino alojava aquele cacete todo até o talo. Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. Ele me colocou de quatro de novo, e enfiou aquele pau e iniciou um vai e vem delirante, tava todo suado eu já estava todo aberto, arrombado mas feliz com aquela foda, ele aumentou a velocidade das estocadas, começou a gemer e disse que queria gozar, senti aquele mastro duríssimo dentro do meu cu se movimentando rápido quando, o senti pulsar e ficar todo quente, meu visinho urrava, me chamava de vadia, viadinho, putinha, ele tirou aquela rolona de dentro de mim me senti vazio, tava todo aberto, e ele dizia esta foi a melhor aposta que já fiz, eu então nunca tinha ficado tão contente em ter perdido. Ele foi embora e eu fui tomar banho, ai eu vi o estrago minha pregas estavam todas esfoladas, meu cuzinho ainda tava se fechando, fiquei uma semana com o cu ardendo, mas foi ótimo. Sempre estou procurando rolas pra me fuderem gostoso adoro levar no cu, se você também quiser me fuder me escreva terei o maior prazer em fazer seu pau sumir dentro do meu cu meu e-mail: hppfer@bol.com.br .

10:19 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Sou moreno claro, 1.70m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos, muito educado e discreto. Mas quando se trata de levar rola no cu é comigo mesmo, um dia estava conversando com meu visinho na minha casa e começamos a falar de sexo tamanho de rola, quando ele falou que a dele era grande e grossa. Não duvidei afinal meu visinho é um negro mais ou menos da minha altura, tem um corpo musculoso e sempre soube que negros tem pauzão, mas quis provocar dizendo que não era tudo aquilo que ele dizia e que eu era capaz de apostar que ele estava mentindo. Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. Não agüentei mais e fui ajudar a colocar a camisinha com a minha boca, quando ele tava vestido comecei a chupar bem gostoso aquela piroca gigante, mamei bem gostoso meu visinho até que ele disse para eu ficar de quatro que ele queria enterrar no meu cu. Não perdi tempo e fui logo me posicionando, ele melou meu cuzinho com gel que eu tinha na gaveta, e colocou um dedo no meu cu e ficou massageando um pouco, eu delirava com o dedo dele, meu cu já tava todo lubrificado daí ele enfiou mais um dedo, meu cuzinho já tava espetado com dois dedos depois de um tempo ele tirou os dedos do meu rabinho e encostou aquela broca na entrada do meu cuzinho, forçou e eu delirava sentindo meu cu se abrindo pra alojar aquele poste duro, senti que a cabeça passou, doeu bastante, apesar dele já ter lubrificado e alargado um pouco meu cu com os dedos o pau dele é de um calibre considerável, quando entrou aquela cabeça grossa do pauzão dele pedi pra ele parar para meu cu se acostumar afinal não é todo dia que meu rabo encontra um pau daquele tamanho e grossura. Tava me sentindo abrir ele deu uma paradinha pra meu buraquinho se acostumar com o pau dele, quando a dor passou ele recomeçou foi empurrando aquele pau maravilhoso pra dentro de mim. A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. Depois que meu cu se acostumou com aquela rola ele tirava ate a cabeça e deslizava tudo pra dentro, quando ele tirava me sentia vazio, oco, tinha ficado todo alargado meu anelzinho e meu reto todo largo, fudido e arregaçado por causa daquela tora preta mas ele voltava com aquele cacetão pra me preencher de novo, me sentia todo preenchido, como se tivesse um pedaço de ferro quente no estomago, ficou-me fudendo bastante tempo desta forma eu tava delirando, eu mesmo não acreditava na capacidade to meu cu, um botãozinho tão pequeno agüentar aquele pau gigante, afinal meu cu tinha que se abrir de forma espantosa, mas era tudo o que eu estava querendo me sentir uma verdadeira putinha com um macho com seu membro espetado no cu. Devo admitir que no começo doeu, mas depois que meu cu se acostumou com seu novo amigo ele eu não queria mais ficar sem aquele cacete no rabo. Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. Teve um momento em que ele tirou todo o pau do meu cu me senti todo aberto, ele falou ta vendo te falei que ia te deixar aberto putinha, levei minha mão pra trás e para minha surpresa realmente esta aberto tinha o contorno do pau dele no meu cu, mas logo começou a fechar, mas ele não deixou, ele queria fazer o trabalho bem feito mesmo, me deixar arregaçado todo fudido, ele se maravilhava em ver o estrago que o mandiocão dele tava fazendo no meu rabo, de vez em quando ele tirava a rola até a cabeça e ia enterrando devagar no meu cu, aproveitando a visão do pau dele sumindo no meu rabo, e sempre me provocando falando como meu cuzinho fazia a rola dele desaparecer. Eu estava muito feliz em ver como meu buraquinho tão pequenino alojava aquele cacete todo até o talo. Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. Ele me colocou de quatro de novo, e enfiou aquele pau e iniciou um vai e vem delirante, tava todo suado eu já estava todo aberto, arrombado mas feliz com aquela foda, ele aumentou a velocidade das estocadas, começou a gemer e disse que queria gozar, senti aquele mastro duríssimo dentro do meu cu se movimentando rápido quando, o senti pulsar e ficar todo quente, meu visinho urrava, me chamava de vadia, viadinho, putinha, ele tirou aquela rolona de dentro de mim me senti vazio, tava todo aberto, e ele dizia esta foi a melhor aposta que já fiz, eu então nunca tinha ficado tão contente em ter perdido. Ele foi embora e eu fui tomar banho, ai eu vi o estrago minha pregas estavam todas esfoladas, meu cuzinho ainda tava se fechando, fiquei uma semana com o cu ardendo, mas foi ótimo. Sempre estou procurando rolas pra me fuderem gostoso adoro levar no cu, se você também quiser me fuder me escreva terei o maior prazer em fazer seu pau sumir dentro do meu cu meu e-mail: hppfer@bol.com.br .

10:19 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Sou moreno claro, 1.70m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos, muito educado e discreto. Mas quando se trata de levar rola no cu é comigo mesmo, um dia estava conversando com meu visinho na minha casa e começamos a falar de sexo tamanho de rola, quando ele falou que a dele era grande e grossa. Não duvidei afinal meu visinho é um negro mais ou menos da minha altura, tem um corpo musculoso e sempre soube que negros tem pauzão, mas quis provocar dizendo que não era tudo aquilo que ele dizia e que eu era capaz de apostar que ele estava mentindo. Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. Não agüentei mais e fui ajudar a colocar a camisinha com a minha boca, quando ele tava vestido comecei a chupar bem gostoso aquela piroca gigante, mamei bem gostoso meu visinho até que ele disse para eu ficar de quatro que ele queria enterrar no meu cu. Não perdi tempo e fui logo me posicionando, ele melou meu cuzinho com gel que eu tinha na gaveta, e colocou um dedo no meu cu e ficou massageando um pouco, eu delirava com o dedo dele, meu cu já tava todo lubrificado daí ele enfiou mais um dedo, meu cuzinho já tava espetado com dois dedos depois de um tempo ele tirou os dedos do meu rabinho e encostou aquela broca na entrada do meu cuzinho, forçou e eu delirava sentindo meu cu se abrindo pra alojar aquele poste duro, senti que a cabeça passou, doeu bastante, apesar dele já ter lubrificado e alargado um pouco meu cu com os dedos o pau dele é de um calibre considerável, quando entrou aquela cabeça grossa do pauzão dele pedi pra ele parar para meu cu se acostumar afinal não é todo dia que meu rabo encontra um pau daquele tamanho e grossura. Tava me sentindo abrir ele deu uma paradinha pra meu buraquinho se acostumar com o pau dele, quando a dor passou ele recomeçou foi empurrando aquele pau maravilhoso pra dentro de mim. A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. Depois que meu cu se acostumou com aquela rola ele tirava ate a cabeça e deslizava tudo pra dentro, quando ele tirava me sentia vazio, oco, tinha ficado todo alargado meu anelzinho e meu reto todo largo, fudido e arregaçado por causa daquela tora preta mas ele voltava com aquele cacetão pra me preencher de novo, me sentia todo preenchido, como se tivesse um pedaço de ferro quente no estomago, ficou-me fudendo bastante tempo desta forma eu tava delirando, eu mesmo não acreditava na capacidade to meu cu, um botãozinho tão pequeno agüentar aquele pau gigante, afinal meu cu tinha que se abrir de forma espantosa, mas era tudo o que eu estava querendo me sentir uma verdadeira putinha com um macho com seu membro espetado no cu. Devo admitir que no começo doeu, mas depois que meu cu se acostumou com seu novo amigo ele eu não queria mais ficar sem aquele cacete no rabo. Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. Teve um momento em que ele tirou todo o pau do meu cu me senti todo aberto, ele falou ta vendo te falei que ia te deixar aberto putinha, levei minha mão pra trás e para minha surpresa realmente esta aberto tinha o contorno do pau dele no meu cu, mas logo começou a fechar, mas ele não deixou, ele queria fazer o trabalho bem feito mesmo, me deixar arregaçado todo fudido, ele se maravilhava em ver o estrago que o mandiocão dele tava fazendo no meu rabo, de vez em quando ele tirava a rola até a cabeça e ia enterrando devagar no meu cu, aproveitando a visão do pau dele sumindo no meu rabo, e sempre me provocando falando como meu cuzinho fazia a rola dele desaparecer. Eu estava muito feliz em ver como meu buraquinho tão pequenino alojava aquele cacete todo até o talo. Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. Ele me colocou de quatro de novo, e enfiou aquele pau e iniciou um vai e vem delirante, tava todo suado eu já estava todo aberto, arrombado mas feliz com aquela foda, ele aumentou a velocidade das estocadas, começou a gemer e disse que queria gozar, senti aquele mastro duríssimo dentro do meu cu se movimentando rápido quando, o senti pulsar e ficar todo quente, meu visinho urrava, me chamava de vadia, viadinho, putinha, ele tirou aquela rolona de dentro de mim me senti vazio, tava todo aberto, e ele dizia esta foi a melhor aposta que já fiz, eu então nunca tinha ficado tão contente em ter perdido. Ele foi embora e eu fui tomar banho, ai eu vi o estrago minha pregas estavam todas esfoladas, meu cuzinho ainda tava se fechando, fiquei uma semana com o cu ardendo, mas foi ótimo. Sempre estou procurando rolas pra me fuderem gostoso adoro levar no cu, se você também quiser me fuder me escreva terei o maior prazer em fazer seu pau sumir dentro do meu cu meu e-mail: hppfer@bol.com.br .

10:19 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Sou moreno claro, 1.70m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos, muito educado e discreto. Mas quando se trata de levar rola no cu é comigo mesmo, um dia estava conversando com meu visinho na minha casa e começamos a falar de sexo tamanho de rola, quando ele falou que a dele era grande e grossa. Não duvidei afinal meu visinho é um negro mais ou menos da minha altura, tem um corpo musculoso e sempre soube que negros tem pauzão, mas quis provocar dizendo que não era tudo aquilo que ele dizia e que eu era capaz de apostar que ele estava mentindo. Meu visinho que não é bobo aproveitou e perguntou o que eu tinha pra dar na aposta, eu já me aproveitando da situação louco pra dar o cuzinho, disse que a única coisa que tinha pra dar na aposta tendo em vista o que já estávamos conversando, era meu cu. Ele adorou a idéia, e disse que eu ia sentir o tamanho por ter duvidado. Eu naquela altura já tava doido pra dar pedi pra ele mostrar, meu visinho já estava muito excitado e dava pra ver o volume na bermuda dele. Ele abaixou a bermuda e a cueca e vi aquele monumento preto, lindo grande e grosso com uma cabeçona vermelha. Aquele caralho devia ter entre 19 e 20 cm e muito grosso, olhei pra ele e disse parece que perdi a aposta. Meu visinho com cara de safado disse pra mim na verdade você ganhou este cacetão todo pra você, ele pegou uma camisinha que tinha na carteira e começou a colocar naquela vara, mas tava tendo trabalho pra colocar a camisinha porque o pau era muito grosso. Não agüentei mais e fui ajudar a colocar a camisinha com a minha boca, quando ele tava vestido comecei a chupar bem gostoso aquela piroca gigante, mamei bem gostoso meu visinho até que ele disse para eu ficar de quatro que ele queria enterrar no meu cu. Não perdi tempo e fui logo me posicionando, ele melou meu cuzinho com gel que eu tinha na gaveta, e colocou um dedo no meu cu e ficou massageando um pouco, eu delirava com o dedo dele, meu cu já tava todo lubrificado daí ele enfiou mais um dedo, meu cuzinho já tava espetado com dois dedos depois de um tempo ele tirou os dedos do meu rabinho e encostou aquela broca na entrada do meu cuzinho, forçou e eu delirava sentindo meu cu se abrindo pra alojar aquele poste duro, senti que a cabeça passou, doeu bastante, apesar dele já ter lubrificado e alargado um pouco meu cu com os dedos o pau dele é de um calibre considerável, quando entrou aquela cabeça grossa do pauzão dele pedi pra ele parar para meu cu se acostumar afinal não é todo dia que meu rabo encontra um pau daquele tamanho e grossura. Tava me sentindo abrir ele deu uma paradinha pra meu buraquinho se acostumar com o pau dele, quando a dor passou ele recomeçou foi empurrando aquele pau maravilhoso pra dentro de mim. A sensação era que eu estava ficando todo preenchido não parava mais de entrar aquela tora em mim, coloquei a mão pra trás para sentir se faltava muito e ainda tinha um pedaço grande da vara pra entrar. Que gostoso que era aquele pau preto entrando, alargando meu reto me preenchendo, até que senti o saco dele encostado em mim, era maravilhoso ver que meu buraquinho tinha agüentado cada centímetro daquele pau. Meu visinho iniciou umas estocadas fundas, maravilhosa sentia-me todo invadido aquilo tudo se movimentando dentro do meu cu, que delicia. Depois que meu cu se acostumou com aquela rola ele tirava ate a cabeça e deslizava tudo pra dentro, quando ele tirava me sentia vazio, oco, tinha ficado todo alargado meu anelzinho e meu reto todo largo, fudido e arregaçado por causa daquela tora preta mas ele voltava com aquele cacetão pra me preencher de novo, me sentia todo preenchido, como se tivesse um pedaço de ferro quente no estomago, ficou-me fudendo bastante tempo desta forma eu tava delirando, eu mesmo não acreditava na capacidade to meu cu, um botãozinho tão pequeno agüentar aquele pau gigante, afinal meu cu tinha que se abrir de forma espantosa, mas era tudo o que eu estava querendo me sentir uma verdadeira putinha com um macho com seu membro espetado no cu. Devo admitir que no começo doeu, mas depois que meu cu se acostumou com seu novo amigo ele eu não queria mais ficar sem aquele cacete no rabo. Meu vizinho se deliciava com a visão da sua benga sumindo dentro do meu cuzinho guloso, ele ficava olhando o pau dele desaparecer por completo na minha bunda e eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, e aquela maravilha massageando meu reto, indo tão fundo sentindo todo o calor daquela rola, que maravilha. Enquanto me arrombava ele me provocava dizendo não te disse que meu caralho era grande, duvidou agora mede ele com teu cu safada, sente ele te arrombando, seu cu vai ficar aberto só pra você ver o tamanho do brinquedo e dava risada, mas eu já sabia que ia perder a aposta e por isso apostei, desde o primeiro momento queria ter aquele pau enterrado no meu cu, então eu me esbaldava de sentir toda aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho num ritimo maravilhoso. Teve um momento em que ele tirou todo o pau do meu cu me senti todo aberto, ele falou ta vendo te falei que ia te deixar aberto putinha, levei minha mão pra trás e para minha surpresa realmente esta aberto tinha o contorno do pau dele no meu cu, mas logo começou a fechar, mas ele não deixou, ele queria fazer o trabalho bem feito mesmo, me deixar arregaçado todo fudido, ele se maravilhava em ver o estrago que o mandiocão dele tava fazendo no meu rabo, de vez em quando ele tirava a rola até a cabeça e ia enterrando devagar no meu cu, aproveitando a visão do pau dele sumindo no meu rabo, e sempre me provocando falando como meu cuzinho fazia a rola dele desaparecer. Eu estava muito feliz em ver como meu buraquinho tão pequenino alojava aquele cacete todo até o talo. Meu visinho foi de novo com aquele cacete pra dentro do meu cu, eu tava alucinado, sentia meu cu ardendo, mesmo assim queria mais e pedia pra ele fuder, ele metia muito, tava me deixando todo arregaçado afinal era o que eu estava querendo. Ele tirou a benga do meu cuzinho e mandou-me sentar nela quando vi aquele poste apontado pra cima sentei nele e fiz aquele pedação de fumo sumir no meu rabo, comecei a rebolar como uma verdadeira vadia, me sentia realizado com aquele pau. Ele me colocou de quatro de novo, e enfiou aquele pau e iniciou um vai e vem delirante, tava todo suado eu já estava todo aberto, arrombado mas feliz com aquela foda, ele aumentou a velocidade das estocadas, começou a gemer e disse que queria gozar, senti aquele mastro duríssimo dentro do meu cu se movimentando rápido quando, o senti pulsar e ficar todo quente, meu visinho urrava, me chamava de vadia, viadinho, putinha, ele tirou aquela rolona de dentro de mim me senti vazio, tava todo aberto, e ele dizia esta foi a melhor aposta que já fiz, eu então nunca tinha ficado tão contente em ter perdido. Ele foi embora e eu fui tomar banho, ai eu vi o estrago minha pregas estavam todas esfoladas, meu cuzinho ainda tava se fechando, fiquei uma semana com o cu ardendo, mas foi ótimo. Sempre estou procurando rolas pra me fuderem gostoso adoro levar no cu, se você também quiser me fuder me escreva terei o maior prazer em fazer seu pau sumir dentro do meu cu meu e-mail: hppfer@bol.com.br .

10:19 AM, March 01, 2005  
Anonymous PICADEIRO DO GOZO said...

'Lurdinha, era minha namorada já ha algum tempo, ela era branquinha, loirinha, 1,60 m de altura e uns 50 kg de peso olhos meio verdes meio mel, possúia os seios e a pererequinha cor de rosa, toda linndinha, transavamos quase todos dias, mas ela sempre parecia querer mais, ela era muito certinha, mas na cama se transformava em um furacão, era de família tradicional e a criação que recebeu fazia que ela não se sentisse a vontade conversando sobre sexo, mas eu percebendo que ela não estava satisfeita com nossas transas, tentava forçar a conversa, para descobrir qual era o problema, queria que ela se soltasse falasse sobre suas necessidades e como se sentia, fui aos poucos obtendo resultados, a cada dia ela se soltava mais, eu sempre forçando um pouco, até que ela chegou ao ponto de perder a vergonha de falar sobre suas necessidades sexuais, então eu fiquei sabendo através dela que eu não estava conseguindo satisfazer seus desejos sexuais, e que os outros namorados dela também não tinham conseguido apagar seu fogo, que ela se masturbava todo dia mesmo depois de transar, pensando em cada homem que ela havia desejado durante o dia, ela me contava e chorava dizendo que não sabia o que havia de errado com ela, eu tentei mostrar para ela que não havia nada de errado. Ela dizia que não sabia porque não conseguia ficar satisfeita, mas eu a apoiei dizendo a ela para soltar os desejos que tinha. Ela foi se liberando e chegou um ponto que as vezes, ela me parava e falava ai que vontade de dar para aquele homem ali, se eu pudesse, dava pra ele agora, eu fui entrando no jogo e estranhamente, em vez de ficar com raiva eu estava é gostando de ouvir ela falar essas coisas, eu passei a incentiva-la cada vez mais, e nas nossas transas, ela já gritava o nome de outros homens para quem ela queria dar, e aquilo me deixava tarado, ela me chamava de chifrudo e meu pau endurecia, até chegar ao ponto que eu libereia- para transar com os outros homens, liberei-a não quase ordenei, eu já estava doido para virar chifrudo, certo dia ela chegou em minha casa com uma cara de felicidade, e me beijou e disse: acabei de dar pro carlão(ele era um negão que morava na rua dela, era um guarda-roupa de 2 metros de altura, do qual se dizia que tinha uma rola descommunal), eu duvidei, ela me perguntou se eu não senti o gosto de porra na boca dela, eu disse que não, que ela estava falando aquilo para me provocar, então ela tirou a calcinha toda molhada de porra e me deu para conferir, aquilo me esfriou, me deu um baque, mas meu pau endureceu ao mesmo tempo, senti tesão e cíumes, uma mistura deliciosa, foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida, ela me mandou chupar sua perereca toda esporrada, eu chupei, e ela segurava minha cabeça enquanto eu chupava e me chamava de corno que a partir daquele dia ela daria pra quem ela quisesse, e que eu teria que aceitar calado, e que aquilo não me daria o direto de trai-la também, que eu teria que permanecer fiel, aquilo me matava de tesão e tivemos nesse dia a melhor tranza de todo nosso namoro, daí por diante fui um corninho bem conformado e feliz, com a única diferença que a perereca dela já não era mais tão apertadinha assim... O tal do carlão tinha realmente um pau imenso, e ela continuou dando pra ele e pra vários outros até o fim do nosso namoro. Infelizmente ela teve de se mudar para Campo Grande acompanhando sua família. Atualmente sou meio corno, sou um corno sem sua outra metade, estou te procurando... Se você, é uma putinha, adoraria se casar mas não quer perder sua liberdade, me escreva, sou solteiro, bonito, 34 anos, branco, 1.86m, 94kg, medianamente dotado (18cx5) sou cheio de pelos, e adoro as putinhas, as safadinhas, (ei não estou querendo ofender, para mim isso é elogio). Dou preferencia para pessoas de BH até o vale do aço, e cidades circunvizinhas. Beijos do seu futuro corno

6:59 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Nunca tinha pensado que minha mulher pudesse me abandonar. É claro que tínhamos nossas diferenças, mas que casal não as tem? O fato é que o dia em que ela disse que ia embora, foi o pior dia de minha vida. Fiquei deprimido por uns dois meses e mal conseguia me levantar para ir ao trabalho. Vivia me arrastando de um lado para o outro e mal conseguia comer. Sentia falta dela e, ao mesmo tempo, sentia muita raiva pelo que tinha feito comigo. Rosane e eu éramos amigos de um casal, Roberto e Sara, desde os tempos de namoro. Morávamos relativamente perto, de maneira que procurei o apoio deles para enfrentar aquela situação. Não demorou para que eu fizesse da casa deles quase que a minha: jantava quase todas as noites com eles e ficava lá, conversando e bebericando até de madrugada, sentindo-me um pouco como um membro da família. Muitas vezes, Sara, após o banho, vestia sua camisola de dormir e sentava-se comigo e com o marido na sala. Suas camisolas não eram transparentes, mas eu podia sentir sua nudez quente e macia por baixo delas. Por vezes, quando voltava para minha casa, deitava-me sozinho na cama e me masturbava pensando nos seios firmes e no traseiro gostoso de Sara. Depois de gozar, sentia-me culpado, pois afinal de contas, ela era a mulher do meu melhor amigo. Mas estava carente e ainda demasiadamente fodido pelo abandono no qual eu me encontrava. Sabia que devia encontrar uma mulher para transar, mas continuava satisfazendo-me com as minhas mãos e com os pensamentos voltados para Sara. Jamais me passou pela cabeça que algo pudesse acontecer entre nós na realidade. Como Roberto às vezes trabalhava até tarde da noite, Sara e eu jantávamos sozinhos e depois, fumávamos e conversávamos. Passaram-se alguns dias e eu e Sara começamos a ficar cada vez mais à vontade um com o outro e a expor nossos pensamentos e sentimentos mais íntimos. Uma noite começamos a falar sobre nossas experiências sexuais e eu confessei-lhe que, além de minha esposa, tinha transado apenas com cinco ou seis mulheres. Então ela me perguntou como estava sendo depois da separação e eu me senti demasiadamente constrangido para dizer-lhe a verdade. Mas o rubor das minhas faces provavelmente disseram mais do que as palavras. Ela me olhou com certa piedade e eu me senti demasiadamente exposto naquele momento. Sara então se desculpou por estar invadindo minha privacidade, mas acrescentou que não podia deixar de se preocupar comigo e quis saber como é que desafogava "minha solidão". Enquanto eu debatia comigo mesmo se deveria contar-lhe a verdade, o telefone tocou. Era Roberto avisando que não voltaria naquela noite porque havia um problema na estrada, disse que estava muito cansado e que dormiria num hotel. Disse-lhe que não se preocupasse, pois parecia nervosa com a ausência do marido. Depois de alguns minutos de silêncio, durante os quais ela me pareceu bastante pensativa, ela disse que achava que a estrada não era o único problema, pois Ana, a assistente dele, tinha viajado junto e ela não confiava na garota e nem nele nesse particular. Tentei convencê-la de que Roberto não faria isso. Ela disse que eu era ingênuo e acrescentou que a vida sexual deles não andava lá essas coisas. Que Roberto não sentia mais tesão por ela e que sabia que ele era capaz de comer a primeira xoxota que encontrasse. Fiquei um pouco chocado ao ouvi-la dizer tais coisas, mas enfim, éramos amigos íntimos e isso não era nada demais. Sara ficou olhando para mim por um tempo que me pareceu uma eternidade. Neste momento, devo ter ficado vermelho como sangue, pensando nas minhas noites solitárias com a imagem dela em minha cabeça.

Era como se ela adivinhasse meus pensamentos e soubesse que eu a desejava ardentemente. A situação ficou mais séria quando eu a ouvi balbuciar, já muito próxima ao meu rosto: "Mostre-me que ainda sou capaz de atiçar o desejo de um homem." Ao dizer isso, colocou seus lábios sobre os meus e enfiou sua língua para dentro da minha boca. Aquele beijo deixou-me imediatamente de pau duro e ela logo percebeu a ereção quando nos abraçamos. Sara começou a acariciar meu caralho por sobre a calça e eu estava tão excitado que achei que ia ejacular ali mesmo.

Mas Sara tinha outra idéia em mente: ajoelhou-se na minha frente e sorrindo, começou a abrir o zíper de minha calça. Meu pau estava tão duro que foi difícil tirá-lo de dentro da cueca. Antes de começar a chupar-me, ela acariciou meu cacete e se deliciou com o que viu: "Hummm... parece gostoso de chupar!", ela murmurou e começou a fazê-lo. Primeiro lambeu a cabeça com longas passadas de língua. Em seguida, colocou-o todo na boca. Enquanto o devorava, acariciava suavemente minhas bolas e eu me sentia tão excitado como nunca estivera, pelo menos não me lembrava. Quando me dei conta, ela tinha colocado os braços em volta da minha cintura e estava apertando minhas bolas enquanto me chupava. Não pude evitar de explodir em sua boca. Tentei afastar-me um pouco, para agir da forma como eu agia com minha mulher, mas Sara continuou firme, me chupando com voracidade. Quando ela ergueu os olhos para ver minha reação, o que viu foi um homem no auge de sua felicidade. Quando acabei de ejacular em sua boca e comecei a retirar o meu caralho, Sara ainda engolia o meu sêmen e dizia: "Você é muito gostoso... sempre achei que sua mulher era uma idiota... como pode deixar livre um cacetão tão delicioso quanto este?" Eu a ergui e a coloquei de pé diante de mim. Comecei a desabotoar sua blusa e, apesar de ter acabado de gozar em sua boca, continuava excitado de um jeito como não me sentia há anos. Como de costume, ela não estava de sutiã e seus mamilos estavam tão duros como flechas apontadas. Coloquei minha boca sobre seu seio direito e chupei-o feito um bebê faminto. Ela suspirou, pedindo-me que fizesse o mesmo com o outro. Enquanto eu chupava o outro seio, ela começou a esfregar sua xoxota na minha perna. Abri seu jeans e comecei a acariciar sua boceta molhada por cima da calcinha, também já molhada. "Enfie o dedo, por favor... preciso de você dentro de mim...", ela suplicou. Afastei a calcinha para o lado e acariciei seu clitóris com um dedo, enquanto enfiei outro em seu buraquinho. Ela começou a movimentar rapidamente os quadris, pressionando a xoxota contra a minha mão. Despi-a rapidamente e substituí a mão pela minha boca. "Oh... assim, não pare, chupe-me, enfie sua língua em minha boceta, por favor, quero gozar". Suas palavras soavam como uma ordem e, ao mesmo tempo, ela implorava humildemente para que eu a fodesse. Disse-lhe para não se preocupar, pois eu a faria gozar muito, e ataquei de lábios e língua aquela xoxota molhada, prestando especial atenção no clitóris ereto. Não demorou para eu sentir que ela começava a ter um orgasmo.

Começou a chorar, gritar e gemer de prazer, abrindo as pernas e contorcendo os quadris. Acalmou por uns instantes e começou novamente, tendo outro orgasmo. Então todo o seu corpo se estremeceu. Nessa altura, meu pau estava de novo duro como pedra. Vendo-o, ela pediu que eu o metesse nela, por trás, porque queria sentir minhas bolas no seu traseiro. Virando-se, colocou-se de quatro e pressionou-se para mim.

Seu traseiro era grande e firme. Consegui introduzir-me em sua boceta sem nenhuma dificuldade. Coloquei os braços em volta dela, apertei seus seios e a fodi feito um louco. Não demorou para meus líquidos se misturassem aos dela, e gozássemos despudoradamente, com nossos corpos colados, arfantes e por fim, saciados. Acabada aquela trepada, ela disse que teríamos ainda a noite toda para muito mais. E que noite foi aquela! Apesar de ter-me mudado e deixado de ter contato com Roberto e Sara, ainda fico de pau duro só de lembrar do corpo dela. Felizmente encontrei outra mulher que gosta tanto de foder quanto a mulher do meu melhor amigo.

7:02 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Nunca tinha pensado que minha mulher pudesse me abandonar. É claro que tínhamos nossas diferenças, mas que casal não as tem? O fato é que o dia em que ela disse que ia embora, foi o pior dia de minha vida. Fiquei deprimido por uns dois meses e mal conseguia me levantar para ir ao trabalho. Vivia me arrastando de um lado para o outro e mal conseguia comer. Sentia falta dela e, ao mesmo tempo, sentia muita raiva pelo que tinha feito comigo. Rosane e eu éramos amigos de um casal, Roberto e Sara, desde os tempos de namoro. Morávamos relativamente perto, de maneira que procurei o apoio deles para enfrentar aquela situação. Não demorou para que eu fizesse da casa deles quase que a minha: jantava quase todas as noites com eles e ficava lá, conversando e bebericando até de madrugada, sentindo-me um pouco como um membro da família. Muitas vezes, Sara, após o banho, vestia sua camisola de dormir e sentava-se comigo e com o marido na sala. Suas camisolas não eram transparentes, mas eu podia sentir sua nudez quente e macia por baixo delas. Por vezes, quando voltava para minha casa, deitava-me sozinho na cama e me masturbava pensando nos seios firmes e no traseiro gostoso de Sara. Depois de gozar, sentia-me culpado, pois afinal de contas, ela era a mulher do meu melhor amigo. Mas estava carente e ainda demasiadamente fodido pelo abandono no qual eu me encontrava. Sabia que devia encontrar uma mulher para transar, mas continuava satisfazendo-me com as minhas mãos e com os pensamentos voltados para Sara. Jamais me passou pela cabeça que algo pudesse acontecer entre nós na realidade. Como Roberto às vezes trabalhava até tarde da noite, Sara e eu jantávamos sozinhos e depois, fumávamos e conversávamos. Passaram-se alguns dias e eu e Sara começamos a ficar cada vez mais à vontade um com o outro e a expor nossos pensamentos e sentimentos mais íntimos. Uma noite começamos a falar sobre nossas experiências sexuais e eu confessei-lhe que, além de minha esposa, tinha transado apenas com cinco ou seis mulheres. Então ela me perguntou como estava sendo depois da separação e eu me senti demasiadamente constrangido para dizer-lhe a verdade. Mas o rubor das minhas faces provavelmente disseram mais do que as palavras. Ela me olhou com certa piedade e eu me senti demasiadamente exposto naquele momento. Sara então se desculpou por estar invadindo minha privacidade, mas acrescentou que não podia deixar de se preocupar comigo e quis saber como é que desafogava "minha solidão". Enquanto eu debatia comigo mesmo se deveria contar-lhe a verdade, o telefone tocou. Era Roberto avisando que não voltaria naquela noite porque havia um problema na estrada, disse que estava muito cansado e que dormiria num hotel. Disse-lhe que não se preocupasse, pois parecia nervosa com a ausência do marido. Depois de alguns minutos de silêncio, durante os quais ela me pareceu bastante pensativa, ela disse que achava que a estrada não era o único problema, pois Ana, a assistente dele, tinha viajado junto e ela não confiava na garota e nem nele nesse particular. Tentei convencê-la de que Roberto não faria isso. Ela disse que eu era ingênuo e acrescentou que a vida sexual deles não andava lá essas coisas. Que Roberto não sentia mais tesão por ela e que sabia que ele era capaz de comer a primeira xoxota que encontrasse. Fiquei um pouco chocado ao ouvi-la dizer tais coisas, mas enfim, éramos amigos íntimos e isso não era nada demais. Sara ficou olhando para mim por um tempo que me pareceu uma eternidade. Neste momento, devo ter ficado vermelho como sangue, pensando nas minhas noites solitárias com a imagem dela em minha cabeça.

Era como se ela adivinhasse meus pensamentos e soubesse que eu a desejava ardentemente. A situação ficou mais séria quando eu a ouvi balbuciar, já muito próxima ao meu rosto: "Mostre-me que ainda sou capaz de atiçar o desejo de um homem." Ao dizer isso, colocou seus lábios sobre os meus e enfiou sua língua para dentro da minha boca. Aquele beijo deixou-me imediatamente de pau duro e ela logo percebeu a ereção quando nos abraçamos. Sara começou a acariciar meu caralho por sobre a calça e eu estava tão excitado que achei que ia ejacular ali mesmo.

Mas Sara tinha outra idéia em mente: ajoelhou-se na minha frente e sorrindo, começou a abrir o zíper de minha calça. Meu pau estava tão duro que foi difícil tirá-lo de dentro da cueca. Antes de começar a chupar-me, ela acariciou meu cacete e se deliciou com o que viu: "Hummm... parece gostoso de chupar!", ela murmurou e começou a fazê-lo. Primeiro lambeu a cabeça com longas passadas de língua. Em seguida, colocou-o todo na boca. Enquanto o devorava, acariciava suavemente minhas bolas e eu me sentia tão excitado como nunca estivera, pelo menos não me lembrava. Quando me dei conta, ela tinha colocado os braços em volta da minha cintura e estava apertando minhas bolas enquanto me chupava. Não pude evitar de explodir em sua boca. Tentei afastar-me um pouco, para agir da forma como eu agia com minha mulher, mas Sara continuou firme, me chupando com voracidade. Quando ela ergueu os olhos para ver minha reação, o que viu foi um homem no auge de sua felicidade. Quando acabei de ejacular em sua boca e comecei a retirar o meu caralho, Sara ainda engolia o meu sêmen e dizia: "Você é muito gostoso... sempre achei que sua mulher era uma idiota... como pode deixar livre um cacetão tão delicioso quanto este?" Eu a ergui e a coloquei de pé diante de mim. Comecei a desabotoar sua blusa e, apesar de ter acabado de gozar em sua boca, continuava excitado de um jeito como não me sentia há anos. Como de costume, ela não estava de sutiã e seus mamilos estavam tão duros como flechas apontadas. Coloquei minha boca sobre seu seio direito e chupei-o feito um bebê faminto. Ela suspirou, pedindo-me que fizesse o mesmo com o outro. Enquanto eu chupava o outro seio, ela começou a esfregar sua xoxota na minha perna. Abri seu jeans e comecei a acariciar sua boceta molhada por cima da calcinha, também já molhada. "Enfie o dedo, por favor... preciso de você dentro de mim...", ela suplicou. Afastei a calcinha para o lado e acariciei seu clitóris com um dedo, enquanto enfiei outro em seu buraquinho. Ela começou a movimentar rapidamente os quadris, pressionando a xoxota contra a minha mão. Despi-a rapidamente e substituí a mão pela minha boca. "Oh... assim, não pare, chupe-me, enfie sua língua em minha boceta, por favor, quero gozar". Suas palavras soavam como uma ordem e, ao mesmo tempo, ela implorava humildemente para que eu a fodesse. Disse-lhe para não se preocupar, pois eu a faria gozar muito, e ataquei de lábios e língua aquela xoxota molhada, prestando especial atenção no clitóris ereto. Não demorou para eu sentir que ela começava a ter um orgasmo.

Começou a chorar, gritar e gemer de prazer, abrindo as pernas e contorcendo os quadris. Acalmou por uns instantes e começou novamente, tendo outro orgasmo. Então todo o seu corpo se estremeceu. Nessa altura, meu pau estava de novo duro como pedra. Vendo-o, ela pediu que eu o metesse nela, por trás, porque queria sentir minhas bolas no seu traseiro. Virando-se, colocou-se de quatro e pressionou-se para mim.

Seu traseiro era grande e firme. Consegui introduzir-me em sua boceta sem nenhuma dificuldade. Coloquei os braços em volta dela, apertei seus seios e a fodi feito um louco. Não demorou para meus líquidos se misturassem aos dela, e gozássemos despudoradamente, com nossos corpos colados, arfantes e por fim, saciados. Acabada aquela trepada, ela disse que teríamos ainda a noite toda para muito mais. E que noite foi aquela! Apesar de ter-me mudado e deixado de ter contato com Roberto e Sara, ainda fico de pau duro só de lembrar do corpo dela. Felizmente encontrei outra mulher que gosta tanto de foder quanto a mulher do meu melhor amigo.

7:03 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!

7:04 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

“Sou um quarentão divorciado que não tem nada a reclamar da sorte em relação às mulheres. Moro num sítio bem pertinho da cidade de Bela Vista, uma pacata cidade tipicamente do interior goiano, onde a monotonia é um prato obrigatório no cotidiano das pessoas.
Adoro noitadas regadas a uísque, música sertaneja, mulheres, aventuras e fantasias sexuais. Passada a última eleição e a comemoração pela vitória, peguei a estrada. Mas, como tinha vendido o automóvel recentemente, saí de trator mesmo. Assim que saí da cidade, comecei a estranhar as luzes de um carro que aparentemente me seguia. O automóvel não ultrapassava, não distanciava, simplesmente me seguia, mantendo uma curta distância e o foco de luz impedia o reconhecimento do motorista. Confesso que fiquei tenso, com medo. Julguei ser um adversário político, temendo por uma represália.
Depois de uns dois quilômetros de perseguição, o carro arrancou e ultrapassou-me. Fiquei aliviado ao ver que só tinha uma pessoa no seu interior. Pouco tempo depois, outro susto: o carro veio no sentido contrário e achei que uma mulher estava na direção. O suspense era grande e a adrenalina incontrolável. Ou estava diante de uma cilada ou de uma grande aventura amorosa. Os poucos metros que nos separavam pareciam quilômetros e os segundos pareciam horas. O carro estacionou ao meu lado e o vidro foi descendo lentamente, deixando vazar uma voz feminina: ‘Oi, queria falar com você.’ ‘Você está sozinho?’ Quando disse sim, me recuperei do susto e lembrei que ela estava recém-separada e era minha ex-namorada de 20 anos atrás. Não nos falávamos desde que se casou e aquela perseguição era surpreendente.
Estava estarrecido, abobalhado, não sabia o que fazer. Saltei do trator e gentilmente abri a porta do carro. Ela veio em cima de mim como um animal movido pelo instinto do cio, me abraçando e beijando com ardência, sempre murmurando: ‘Que loucura, que loucura...’
Aquilo tudo parecia um sonho. Abraçava e beijava aquele corpo que eu tanto desejava. Deslizava minhas mãos nas costas, dos cabelos até o bumbum arrebitado, falando e ouvindo palavras de ternura. Parecia que ia subir no meu pescoço de tanto tesão. Quando levei a mão debaixo do vestido, percebi que estava com a calcinha toda ensopada. Passei o dedo no grelinho e ela gemeu. Continuei massageando aquela fêmea ardente e carente de sexo. Foi nesse instante que ela começou a grunhir como uma gata encurralada. Gozou tanto que começou a desfalecer em meus braços.
Soprei forte no rosto dela para reanimá-la. Quando recuperou os sentidos, eu já não agüentava mais de tesão e comecei a despi-la peça por peça. Aos poucos, foi surgindo aquele monumento de desejo e prazer. Eu ia passando a língua naquele corpo ardente e ela estremecia toda. Começava na orelha, soprava a cabeleira, descia, dava uma chupadinha nas tetas durinhas como se fossem de uma moça virgem. Passei a língua nas costas, mordi levemente o bumbum e os lábios daquela bocetinha que ardia de tesão, lambendo aquele grelo duro de tesão.
Enlouquecida, agarrou a minha cabeça e enfiou o meu rosto dentro daquele sexo molhado. Eu lambia, chupava, mordia, até ela gozar novamente. Aí, entramos no carro e comecei a penetrá-la bem devagar. De repente, ela deu um grito e jogou o corpo contra o meu, fazendo movimentos frenéticos até gozar novamente.
Só paramos porque eu temia que ela desmaiasse de verdade. O banco já estava uma lambança e o cheiro de sexo impregnava o carro. ‘Nunca gozei assim’, disse. Enquanto caminhávamos em direção à casa, contou também que sempre sonhou em ser enrabada mas não pedia ao marido porque ele era muito conservador.
Ao chegarmos na sala, comecei a preparar o terreno, passando a mão naquela boceta toda lambuzada e massageando o cuzinho em busca de uma dilatação para evitar a dor. Mas o danado era tão apertado que mal conseguia enfiar o dedo. Quando conseguia, fazia o vaivém e ela se contorcia de dor e prazer ao mesmo tempo. ‘Tenta, tenta’, pediu, ficando de quatro, quase pronta. Fui massageando aquele cuzinho virgem com a cabeça do meu pau com todo o cuidado.
Ela remexia como a mais experiente das mulheres. Segurava nos quadris para acompanhar os movimentos sincronizados, que foram aumentando gradativamente até eu explodir num gozo que inundou aquele corpo de porra.
Quase desfalecidos, ficamos abraçados durante alguns minutos, até ela se levantar e sair se despedindo com um beijo no rosto, cheia de carinho. Sabia que tão cedo não a encontraria mas tinha valido a pena.”

7:05 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Durante um ano, vivi uma experiência inusitada depois que conheci Gisele, uma mulher absolutamente bela e, como fazia questão de dizer, muito bem casada. Trabalhávamos na mesma empresa, em filiais diferentes, e nos encontramos numa festa de fim de ano num hotel. O detalhe é que a festa durou todo um fim de semana e, para nós, outros 360 dias.

Na verdade, bem menos, já que Gisele só transava comigo às segundas-feiras, quando o marido ia a uma cidade vizinha a negócios. Diante da regularidade dos encontros, rachei o aluguel do apartamento com um colega para poder melhor recebê-la. Ali, 'a mulher muito bem casada' mostrava-se por inteiro, fazendo tudo que uma fêmea deve fazer na cama. Do boquete à trepadinha de quatro, sem falar no cuzinho, liberado no gran finale da sessão da tarde.

A cada insistência para que a encontrasse nos outros dias da semana, Gisele respondia com uma trepada mais vigorosa, como se fosse a última. 'Já disse que só posso encontrar com você na segunda, mas não me deixe', dizia quase chorando, mordiscando minha vara com a xoxota, trancando-a nas entranhas fogosas. Com a boca propriamente dita, mordia minhas orelhas e pescoço, cheia de fome. Para nós, a semana começava cheia de emoções.

Para satisfazê-la, só gozava depois de cansá-la bem. No final da trepada, Gisele reclamava que, apesar de 'muito bem casada', na cama, o marido era do tipo que gozava rapidinho e uma só vez. Como não queria discutir a respeito do casamento dela, continuava no meu papel de amante das segundas-feiras, dando no couro no melhor estilo garanhão.

Um dia, arranjei outra namoradinha e Gisele descobriu. Injusta e irracional, achava absurdo que eu trepasse nos outros dias da semana também. Não adiantava explicar, argumentar, porque ela dizia que meu pinto era só dela. 'Esse pau não é de mais ninguém', dizia, caindo de língua nele, chupando-o como se não tivesse um em casa. E não deveria ter mesmo...

O problema é que comecei a ficar preocupado. Inventei que dispensara a namoradinha, mas Gisele não acreditou, iniciando um discurso: 'Por você, faço qualquer sacrifício, topo até dividi-lo com outra mulher às segundas-feiras. Pode trazer essa piranhuda na próxima semana. Vamos ver quem fode melhor.'

O desafio estava lançado; o difícil foi convencer Mariana, a namoradinha, a fazer parte do inusitado triângulo. 'Desculpe, mas não queria falar dessa louca que atormenta a minha vida há anos, sempre me raptando às segundas-feiras. Depois que você provar que gosta de mim, ela vai sumir com certeza', disfarcei. 'É pule de dez, estarei livre dela para sempre', falei sem convicção.

Na segunda-feira seguinte, lá estávamos os três sentados num bar de hotel, quebrando o gelo da situação surreal. Gisele era pura simpatia, dizendo que estava curiosa para conhecer Mariana. O fato é que as duas estavam um tesão, despertando a atenção dos outros clientes. Um deles, mais ousado, chegou a mandar um torpedo para Gisele. Descobri, depois, que o corno era amigo do marido dela, o corno propriamente dito.

Algumas doses de uísque mais tarde, fomos para o apartamento. Vendo que ninguém estava ali para brincadeira, Mariana partiu para o ataque, tirando a roupa e ajudando Gisele a se despir. Mais rápida, a primeira começou a chupar a outra, àquela altura não entendendo nada. Para não ficar de fora, peguei Gisele por trás, fazendo-a gozar a valer.

A cena era de cinema: ajoelhada, Mariana metia a língua na xoxota de Gisele e no que sobrava do meu pau, que entrava pelos fundos. Gisele se contorcia, pedindo que não parassem. 'Adorei a surpresa', dizia baixinho, já arrependida de tentar jogar Mariana para escanteio. Tanto que depois invertemos o sanduíche, deixando ela como recheio. Aí Gisele pôde mostrar as famosas credenciais de chupadora.

Resultado: Gisele se apaixonou também por Mariana e, para evitar maiores confusões, tive que fazer uma opção. O jeito foi deixar a amante das segundas e transformar Mariana numa 'mulher bem casada'. Com o seguinte detalhe: toda segunda-feira, trepo com ela antes de sair de casa, na hora do almoço e no jantar. Pinto escaldado tem medo de fria."

7:06 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Durante um ano, vivi uma experiência inusitada depois que conheci Gisele, uma mulher absolutamente bela e, como fazia questão de dizer, muito bem casada. Trabalhávamos na mesma empresa, em filiais diferentes, e nos encontramos numa festa de fim de ano num hotel. O detalhe é que a festa durou todo um fim de semana e, para nós, outros 360 dias.

Na verdade, bem menos, já que Gisele só transava comigo às segundas-feiras, quando o marido ia a uma cidade vizinha a negócios. Diante da regularidade dos encontros, rachei o aluguel do apartamento com um colega para poder melhor recebê-la. Ali, 'a mulher muito bem casada' mostrava-se por inteiro, fazendo tudo que uma fêmea deve fazer na cama. Do boquete à trepadinha de quatro, sem falar no cuzinho, liberado no gran finale da sessão da tarde.

A cada insistência para que a encontrasse nos outros dias da semana, Gisele respondia com uma trepada mais vigorosa, como se fosse a última. 'Já disse que só posso encontrar com você na segunda, mas não me deixe', dizia quase chorando, mordiscando minha vara com a xoxota, trancando-a nas entranhas fogosas. Com a boca propriamente dita, mordia minhas orelhas e pescoço, cheia de fome. Para nós, a semana começava cheia de emoções.

Para satisfazê-la, só gozava depois de cansá-la bem. No final da trepada, Gisele reclamava que, apesar de 'muito bem casada', na cama, o marido era do tipo que gozava rapidinho e uma só vez. Como não queria discutir a respeito do casamento dela, continuava no meu papel de amante das segundas-feiras, dando no couro no melhor estilo garanhão.

Um dia, arranjei outra namoradinha e Gisele descobriu. Injusta e irracional, achava absurdo que eu trepasse nos outros dias da semana também. Não adiantava explicar, argumentar, porque ela dizia que meu pinto era só dela. 'Esse pau não é de mais ninguém', dizia, caindo de língua nele, chupando-o como se não tivesse um em casa. E não deveria ter mesmo...

O problema é que comecei a ficar preocupado. Inventei que dispensara a namoradinha, mas Gisele não acreditou, iniciando um discurso: 'Por você, faço qualquer sacrifício, topo até dividi-lo com outra mulher às segundas-feiras. Pode trazer essa piranhuda na próxima semana. Vamos ver quem fode melhor.'

O desafio estava lançado; o difícil foi convencer Mariana, a namoradinha, a fazer parte do inusitado triângulo. 'Desculpe, mas não queria falar dessa louca que atormenta a minha vida há anos, sempre me raptando às segundas-feiras. Depois que você provar que gosta de mim, ela vai sumir com certeza', disfarcei. 'É pule de dez, estarei livre dela para sempre', falei sem convicção.

Na segunda-feira seguinte, lá estávamos os três sentados num bar de hotel, quebrando o gelo da situação surreal. Gisele era pura simpatia, dizendo que estava curiosa para conhecer Mariana. O fato é que as duas estavam um tesão, despertando a atenção dos outros clientes. Um deles, mais ousado, chegou a mandar um torpedo para Gisele. Descobri, depois, que o corno era amigo do marido dela, o corno propriamente dito.

Algumas doses de uísque mais tarde, fomos para o apartamento. Vendo que ninguém estava ali para brincadeira, Mariana partiu para o ataque, tirando a roupa e ajudando Gisele a se despir. Mais rápida, a primeira começou a chupar a outra, àquela altura não entendendo nada. Para não ficar de fora, peguei Gisele por trás, fazendo-a gozar a valer.

A cena era de cinema: ajoelhada, Mariana metia a língua na xoxota de Gisele e no que sobrava do meu pau, que entrava pelos fundos. Gisele se contorcia, pedindo que não parassem. 'Adorei a surpresa', dizia baixinho, já arrependida de tentar jogar Mariana para escanteio. Tanto que depois invertemos o sanduíche, deixando ela como recheio. Aí Gisele pôde mostrar as famosas credenciais de chupadora.

Resultado: Gisele se apaixonou também por Mariana e, para evitar maiores confusões, tive que fazer uma opção. O jeito foi deixar a amante das segundas e transformar Mariana numa 'mulher bem casada'. Com o seguinte detalhe: toda segunda-feira, trepo com ela antes de sair de casa, na hora do almoço e no jantar. Pinto escaldado tem medo de fria."

7:06 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

"Letícia e eu formamos um jovem casal e curtimos o sexo em toda sua plenitude. Nossas relações são recheadas de gozos fantásticos e muitas fantasias em que sempre experimentamos situações novas e diferentes. Percebendo que Letícia era a mulher dos meus sonhos e me realizava, contei a ela uma antiga fantasia que cultivo desde a adolescência: ver duas gatas transando entre si e em seguida realizar um delicioso ménage. No início, relutou e não quis nem pensar no assunto. Com o tempo, foi ficando curiosa e me fazia várias perguntas, até que adquiriu uma pequena vontade em realizar o que eu havia lhe contado.

Certa noite, estávamos numa famosa casa noturna de São Paulo, já era tarde e quase todos que estavam conosco haviam ido embora quando fomos beber mais alguma coisa antes de irmos também. Sentamos numa mesa de canto e, enquanto aguardávamos nosso pedido, notei que uma gatinha, sozinha em outra mesa, olhava insistentemente em nossa direção. A princípio, pensei que ela estaria me paquerando, mas depois pude perceber que ela também observava Letícia, que nada havia notado. Letícia olhou para a outra garota e as duas trocaram um breve sorriso. Nossa admiradora se levantou e, aproximando-se, perguntou se poderia sentar-se junto a nós. Ela se chamava Bia e havia mudado recentemente para São Paulo, onde morava com a irmã. Letícia e Bia eram completamente opostas. Minha gata tem pele branca, cabelos negros, olhos castanhos; Bia tinha a pele bastante bronzeada, cabelos louros, olhos azuis...

Nos entendemos bem e logo conversávamos como se fôssemos velhos amigos. O lugar começou a ficar vazio e decidimos ir embora, não sem antes trocarmos telefones. Chegando em casa, transamos loucamente, imaginando Bia ali conosco.

Na semana seguinte, Bia nos ligou, conversamos um pouco e, em seguida, passei o telefone para Letícia. As duas conversavam animadamente quando Letícia me chamou perguntando se poderíamos aceitar o convite de Bia para irmos até sua casa no próximo final de semana, pois a irmã viajaria e ela estaria sozinha em casa. Diante desse convite, vi a possibilidade de concretizarmos nossos desejos e disse a Letícia que aceitasse o convite.

Fazia muito frio naquele sábado. Bia nos recebeu apenas com um vestido curto e decotado, sugerindo que tirássemos logo nossas roupas mais pesadas. Começamos a conversar e eu ali, sentado, observando aquelas duas gatas: Letícia, vestida de preto, o que realça a beleza de sua pele clara, e Bia, de branco, em contraste com a pele bronzeada.

Eu já imaginava as mil e uma que poderíamos aprontar até que Bia foi à cozinha. Aproveitei para perguntar a Letícia se ela realmente queria ir em frente. Um beijo gostoso foi a resposta. 'Estou morrendo de tesão para realizar nossos sonhos', completou. Quando Bia voltou da sala, sugeriu que assistíssemos a um vídeo e pediu que eu escolhesse, indicando-me uma estante repleta de fitas. Logo que vi alguns eróticos, escolhi um com cenas de lesbianismo, ménage feminino e grupal. Sentamos os três juntos no mesmo sofá e assistíamos a duas garotas se chupando na tela quando Bia inclinou a cabeça no ombro de Letícia e, em seguida, passou a beijá-la no pescoço. Letícia soltou um leve gemido e eu parti para o ataque. Fui logo beijando a boca da minha mulher enquanto as mãos apertavam os seios com os biquinhos duros de tesão. Neste momento, Bia levantou-se e puxou Letícia, começando a fazer com ela um delicioso strip tease para mim.

Primeiro, Bia tirou o vestido de Letícia, entre muitos beijos e carícias. As duas estavam com lingeries semelhantes e calcinhas fio-dental, enterradas nas bundinhas. Logo, Letícia se deitou no sofá e a outra veio por cima. Bia começou a explorar todo o corpo com uma língua ágil. Passou pelo pescoço e chegou aos seios, onde mamou carinhosa e demoradamente os mamilos de Letícia, que gemia de prazer. Foi descendo pela barriga até chegar às coxas, fazendo Letícia implorar para que ela chupasse sua bocetinha, que já estava encharcada de desejo. Bia arrancou a minúscula calcinha de Letícia com os dentes e demostrou uma certa satisfação ao ver que a boceta dela estava depilada. Bia passou a língua vagarosamente pelo rabinho da amiga, que piscava a cada lambida.

Finalmente, Bia começou a chupar a bocetinha de Letícia, fazendo movimentos lentos que arrancavam altos gemidos da minha gata. A danada lambeu o grelinho saliente, passou a língua em toda a xoxota e enfiou a língua o mais fundo que podia.

Quando passou a fazer movimentos mais rápidos em torno do grelo, Letícia pediu que não parasse e gozou, gritando de prazer. Então, foi a vez dela retribuir o prazer que havia sentido, iniciando longas carícias com a boquinha no corpo de Bia, indo direto aos seios da gata. Sugou lentamente cada um dos peitinhos, arrancando muitos gemidos. Era maravilhoso ver aquelas fêmeas se amando loucamente. Até que chegou a minha vez de entrar na festa.

Permaneci sentado no sofá e elas arrancaram todas as minhas roupas, começando uma deliciosa chupação por todo o meu corpo. Letícia me deu um gostoso beijo e pude sentir em seus lábios o gostinho da boceta de Bia. As duas usavam um forte batom vermelho que eu adoro e chuparam juntas meu peito, coxas, até que se ajoelharam entre minhas pernas. Primeiro, as duas seguraram meu pau enquanto chupavam minhas bolas. Em seguida, ficaram um bom tempo percorrendo toda a extensão do meu cacete ao mesmo tempo. Iam da cabeça até as bolas e voltavam, provocando uma sensação maravilhosa. Até que Letícia caiu de boca, engolindo o máximo que conseguia de meu pau levando-me às nuvens. Logo, foi a vez de Bia encher a boca com meu pau e Letícia sentou-se sobre meu rosto para que eu chupasse a boceta depiladinha, que mais parecia um vulcãozinho em chamas, jorrando aquela larva de prazer.

Caí de boca na xoxota, saboreando todo aquele delicioso líqüido com lentas lambidas, enquanto Bia continuava devorando meu cacete. Então, fui acelerando os movimentos de minha língua naquela boceta e fiz com que Letícia gozasse soltando altos gemidos e cravando as unhas vermelhas em meu peito.

Refeita deste gozo, Letícia voltou a chupar meu cacete e Bia começou a mamá-la. Assim, formamos um delicioso triângulo de chupadas. Eu chupava a boceta de Bia, que lambia a de Lelê que, por sua vez, devorava meu cacete. Elas gozaram quase ao mesmo tempo, mas ningúem parou de chupar. Era demais estarmos os três ali em meio a muitos gemidos, vendo minha gatinha se deliciando na língua de Lídia.

Após essa maravilhosa sessão que sentimos ao gozarmos juntos, permanecemos algum tempo abraçados e falando o quanto tinha sido tudo tão bom. Até que Bia sugeriu que tomássemos um banho na hidromassagem, que era grande o suficiente para nós três. As duas tiraram a meia, caíram na água e logo trocavam beijos e carícias por todo o corpo. Mais uma vez, eu assistia a tudo e ficava excitado. Letícia passava a língua pela bundinha de Bia quando me sentei na borda da banheira e as duas me atacaram. Vieram direto em cima do meu cacete, alternando as bocas, passando as duas ao mesmo tempo: engoliam a cabeça, chupavam as bolas, repetindo o ritual do sofá. Era bom demais sentir aquelas duas boquinhas ávidas pelo meu pau numa deliciosa chupeta dupla. As duas estavam na minha frente, de quatro dentro d'água. Então, caí na banheira e logo me posicionei atrás de Bia. Passei a lamber o rabinho dela enquanto Letícia se sentou na banheira por baixo de Lídia e passou a chupar os seios. Encostei a cabeça do meu pau no rabinho de Bia e dava leves estocadas, tentando entrar, mas tinha dificuldades por ela ser bem apertadinha. Percebendo minha intenção e com muita vontade de ser enrabada, ela empinou a bundinha em minha direção e pediu para ir devagar. Lentamente, meu pau foi entrando e, com um delicioso vaivém, desapareceu por inteiro dentro daquele cuzinho fechadinho. Bia gemia num mistura de dor e muito prazer.

Letícia agora estava sentada na beira da banheira e tinha a bocetinha chupada por Bia, que passou a receber fortes e rápidas estocadas de meu pau em seu rabinho. 'Agora, parou de doer, vai mais rápido', ordenava. Depois de muito sexo, gozamos alucinadamente. Caímos mais uma vez na água e então percebemos que era quase manhã de domingo.

Depois disso, descansamos um pouco e passamos o domingo inteiro juntos, transando de todas as formas: na cama, cozinha, sala e até no terraço de onde tínhamos uma grande vista da cidade. No fim do dia, estávamos exaustos. As duas diziam estar com os buraquinhos ardidos. Eu também estava com o pau dolorido de tanto foder e tínhamos marcas pelo corpo dos deliciosos chupões. Mas valeu demais!"

7:07 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

"Letícia e eu formamos um jovem casal e curtimos o sexo em toda sua plenitude. Nossas relações são recheadas de gozos fantásticos e muitas fantasias em que sempre experimentamos situações novas e diferentes. Percebendo que Letícia era a mulher dos meus sonhos e me realizava, contei a ela uma antiga fantasia que cultivo desde a adolescência: ver duas gatas transando entre si e em seguida realizar um delicioso ménage. No início, relutou e não quis nem pensar no assunto. Com o tempo, foi ficando curiosa e me fazia várias perguntas, até que adquiriu uma pequena vontade em realizar o que eu havia lhe contado.

Certa noite, estávamos numa famosa casa noturna de São Paulo, já era tarde e quase todos que estavam conosco haviam ido embora quando fomos beber mais alguma coisa antes de irmos também. Sentamos numa mesa de canto e, enquanto aguardávamos nosso pedido, notei que uma gatinha, sozinha em outra mesa, olhava insistentemente em nossa direção. A princípio, pensei que ela estaria me paquerando, mas depois pude perceber que ela também observava Letícia, que nada havia notado. Letícia olhou para a outra garota e as duas trocaram um breve sorriso. Nossa admiradora se levantou e, aproximando-se, perguntou se poderia sentar-se junto a nós. Ela se chamava Bia e havia mudado recentemente para São Paulo, onde morava com a irmã. Letícia e Bia eram completamente opostas. Minha gata tem pele branca, cabelos negros, olhos castanhos; Bia tinha a pele bastante bronzeada, cabelos louros, olhos azuis...

Nos entendemos bem e logo conversávamos como se fôssemos velhos amigos. O lugar começou a ficar vazio e decidimos ir embora, não sem antes trocarmos telefones. Chegando em casa, transamos loucamente, imaginando Bia ali conosco.

Na semana seguinte, Bia nos ligou, conversamos um pouco e, em seguida, passei o telefone para Letícia. As duas conversavam animadamente quando Letícia me chamou perguntando se poderíamos aceitar o convite de Bia para irmos até sua casa no próximo final de semana, pois a irmã viajaria e ela estaria sozinha em casa. Diante desse convite, vi a possibilidade de concretizarmos nossos desejos e disse a Letícia que aceitasse o convite.

Fazia muito frio naquele sábado. Bia nos recebeu apenas com um vestido curto e decotado, sugerindo que tirássemos logo nossas roupas mais pesadas. Começamos a conversar e eu ali, sentado, observando aquelas duas gatas: Letícia, vestida de preto, o que realça a beleza de sua pele clara, e Bia, de branco, em contraste com a pele bronzeada.

Eu já imaginava as mil e uma que poderíamos aprontar até que Bia foi à cozinha. Aproveitei para perguntar a Letícia se ela realmente queria ir em frente. Um beijo gostoso foi a resposta. 'Estou morrendo de tesão para realizar nossos sonhos', completou. Quando Bia voltou da sala, sugeriu que assistíssemos a um vídeo e pediu que eu escolhesse, indicando-me uma estante repleta de fitas. Logo que vi alguns eróticos, escolhi um com cenas de lesbianismo, ménage feminino e grupal. Sentamos os três juntos no mesmo sofá e assistíamos a duas garotas se chupando na tela quando Bia inclinou a cabeça no ombro de Letícia e, em seguida, passou a beijá-la no pescoço. Letícia soltou um leve gemido e eu parti para o ataque. Fui logo beijando a boca da minha mulher enquanto as mãos apertavam os seios com os biquinhos duros de tesão. Neste momento, Bia levantou-se e puxou Letícia, começando a fazer com ela um delicioso strip tease para mim.

Primeiro, Bia tirou o vestido de Letícia, entre muitos beijos e carícias. As duas estavam com lingeries semelhantes e calcinhas fio-dental, enterradas nas bundinhas. Logo, Letícia se deitou no sofá e a outra veio por cima. Bia começou a explorar todo o corpo com uma língua ágil. Passou pelo pescoço e chegou aos seios, onde mamou carinhosa e demoradamente os mamilos de Letícia, que gemia de prazer. Foi descendo pela barriga até chegar às coxas, fazendo Letícia implorar para que ela chupasse sua bocetinha, que já estava encharcada de desejo. Bia arrancou a minúscula calcinha de Letícia com os dentes e demostrou uma certa satisfação ao ver que a boceta dela estava depilada. Bia passou a língua vagarosamente pelo rabinho da amiga, que piscava a cada lambida.

Finalmente, Bia começou a chupar a bocetinha de Letícia, fazendo movimentos lentos que arrancavam altos gemidos da minha gata. A danada lambeu o grelinho saliente, passou a língua em toda a xoxota e enfiou a língua o mais fundo que podia.

Quando passou a fazer movimentos mais rápidos em torno do grelo, Letícia pediu que não parasse e gozou, gritando de prazer. Então, foi a vez dela retribuir o prazer que havia sentido, iniciando longas carícias com a boquinha no corpo de Bia, indo direto aos seios da gata. Sugou lentamente cada um dos peitinhos, arrancando muitos gemidos. Era maravilhoso ver aquelas fêmeas se amando loucamente. Até que chegou a minha vez de entrar na festa.

Permaneci sentado no sofá e elas arrancaram todas as minhas roupas, começando uma deliciosa chupação por todo o meu corpo. Letícia me deu um gostoso beijo e pude sentir em seus lábios o gostinho da boceta de Bia. As duas usavam um forte batom vermelho que eu adoro e chuparam juntas meu peito, coxas, até que se ajoelharam entre minhas pernas. Primeiro, as duas seguraram meu pau enquanto chupavam minhas bolas. Em seguida, ficaram um bom tempo percorrendo toda a extensão do meu cacete ao mesmo tempo. Iam da cabeça até as bolas e voltavam, provocando uma sensação maravilhosa. Até que Letícia caiu de boca, engolindo o máximo que conseguia de meu pau levando-me às nuvens. Logo, foi a vez de Bia encher a boca com meu pau e Letícia sentou-se sobre meu rosto para que eu chupasse a boceta depiladinha, que mais parecia um vulcãozinho em chamas, jorrando aquela larva de prazer.

Caí de boca na xoxota, saboreando todo aquele delicioso líqüido com lentas lambidas, enquanto Bia continuava devorando meu cacete. Então, fui acelerando os movimentos de minha língua naquela boceta e fiz com que Letícia gozasse soltando altos gemidos e cravando as unhas vermelhas em meu peito.

Refeita deste gozo, Letícia voltou a chupar meu cacete e Bia começou a mamá-la. Assim, formamos um delicioso triângulo de chupadas. Eu chupava a boceta de Bia, que lambia a de Lelê que, por sua vez, devorava meu cacete. Elas gozaram quase ao mesmo tempo, mas ningúem parou de chupar. Era demais estarmos os três ali em meio a muitos gemidos, vendo minha gatinha se deliciando na língua de Lídia.

Após essa maravilhosa sessão que sentimos ao gozarmos juntos, permanecemos algum tempo abraçados e falando o quanto tinha sido tudo tão bom. Até que Bia sugeriu que tomássemos um banho na hidromassagem, que era grande o suficiente para nós três. As duas tiraram a meia, caíram na água e logo trocavam beijos e carícias por todo o corpo. Mais uma vez, eu assistia a tudo e ficava excitado. Letícia passava a língua pela bundinha de Bia quando me sentei na borda da banheira e as duas me atacaram. Vieram direto em cima do meu cacete, alternando as bocas, passando as duas ao mesmo tempo: engoliam a cabeça, chupavam as bolas, repetindo o ritual do sofá. Era bom demais sentir aquelas duas boquinhas ávidas pelo meu pau numa deliciosa chupeta dupla. As duas estavam na minha frente, de quatro dentro d'água. Então, caí na banheira e logo me posicionei atrás de Bia. Passei a lamber o rabinho dela enquanto Letícia se sentou na banheira por baixo de Lídia e passou a chupar os seios. Encostei a cabeça do meu pau no rabinho de Bia e dava leves estocadas, tentando entrar, mas tinha dificuldades por ela ser bem apertadinha. Percebendo minha intenção e com muita vontade de ser enrabada, ela empinou a bundinha em minha direção e pediu para ir devagar. Lentamente, meu pau foi entrando e, com um delicioso vaivém, desapareceu por inteiro dentro daquele cuzinho fechadinho. Bia gemia num mistura de dor e muito prazer.

Letícia agora estava sentada na beira da banheira e tinha a bocetinha chupada por Bia, que passou a receber fortes e rápidas estocadas de meu pau em seu rabinho. 'Agora, parou de doer, vai mais rápido', ordenava. Depois de muito sexo, gozamos alucinadamente. Caímos mais uma vez na água e então percebemos que era quase manhã de domingo.

Depois disso, descansamos um pouco e passamos o domingo inteiro juntos, transando de todas as formas: na cama, cozinha, sala e até no terraço de onde tínhamos uma grande vista da cidade. No fim do dia, estávamos exaustos. As duas diziam estar com os buraquinhos ardidos. Eu também estava com o pau dolorido de tanto foder e tínhamos marcas pelo corpo dos deliciosos chupões. Mas valeu demais!"

7:07 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

"Letícia e eu formamos um jovem casal e curtimos o sexo em toda sua plenitude. Nossas relações são recheadas de gozos fantásticos e muitas fantasias em que sempre experimentamos situações novas e diferentes. Percebendo que Letícia era a mulher dos meus sonhos e me realizava, contei a ela uma antiga fantasia que cultivo desde a adolescência: ver duas gatas transando entre si e em seguida realizar um delicioso ménage. No início, relutou e não quis nem pensar no assunto. Com o tempo, foi ficando curiosa e me fazia várias perguntas, até que adquiriu uma pequena vontade em realizar o que eu havia lhe contado.

Certa noite, estávamos numa famosa casa noturna de São Paulo, já era tarde e quase todos que estavam conosco haviam ido embora quando fomos beber mais alguma coisa antes de irmos também. Sentamos numa mesa de canto e, enquanto aguardávamos nosso pedido, notei que uma gatinha, sozinha em outra mesa, olhava insistentemente em nossa direção. A princípio, pensei que ela estaria me paquerando, mas depois pude perceber que ela também observava Letícia, que nada havia notado. Letícia olhou para a outra garota e as duas trocaram um breve sorriso. Nossa admiradora se levantou e, aproximando-se, perguntou se poderia sentar-se junto a nós. Ela se chamava Bia e havia mudado recentemente para São Paulo, onde morava com a irmã. Letícia e Bia eram completamente opostas. Minha gata tem pele branca, cabelos negros, olhos castanhos; Bia tinha a pele bastante bronzeada, cabelos louros, olhos azuis...

Nos entendemos bem e logo conversávamos como se fôssemos velhos amigos. O lugar começou a ficar vazio e decidimos ir embora, não sem antes trocarmos telefones. Chegando em casa, transamos loucamente, imaginando Bia ali conosco.

Na semana seguinte, Bia nos ligou, conversamos um pouco e, em seguida, passei o telefone para Letícia. As duas conversavam animadamente quando Letícia me chamou perguntando se poderíamos aceitar o convite de Bia para irmos até sua casa no próximo final de semana, pois a irmã viajaria e ela estaria sozinha em casa. Diante desse convite, vi a possibilidade de concretizarmos nossos desejos e disse a Letícia que aceitasse o convite.

Fazia muito frio naquele sábado. Bia nos recebeu apenas com um vestido curto e decotado, sugerindo que tirássemos logo nossas roupas mais pesadas. Começamos a conversar e eu ali, sentado, observando aquelas duas gatas: Letícia, vestida de preto, o que realça a beleza de sua pele clara, e Bia, de branco, em contraste com a pele bronzeada.

Eu já imaginava as mil e uma que poderíamos aprontar até que Bia foi à cozinha. Aproveitei para perguntar a Letícia se ela realmente queria ir em frente. Um beijo gostoso foi a resposta. 'Estou morrendo de tesão para realizar nossos sonhos', completou. Quando Bia voltou da sala, sugeriu que assistíssemos a um vídeo e pediu que eu escolhesse, indicando-me uma estante repleta de fitas. Logo que vi alguns eróticos, escolhi um com cenas de lesbianismo, ménage feminino e grupal. Sentamos os três juntos no mesmo sofá e assistíamos a duas garotas se chupando na tela quando Bia inclinou a cabeça no ombro de Letícia e, em seguida, passou a beijá-la no pescoço. Letícia soltou um leve gemido e eu parti para o ataque. Fui logo beijando a boca da minha mulher enquanto as mãos apertavam os seios com os biquinhos duros de tesão. Neste momento, Bia levantou-se e puxou Letícia, começando a fazer com ela um delicioso strip tease para mim.

Primeiro, Bia tirou o vestido de Letícia, entre muitos beijos e carícias. As duas estavam com lingeries semelhantes e calcinhas fio-dental, enterradas nas bundinhas. Logo, Letícia se deitou no sofá e a outra veio por cima. Bia começou a explorar todo o corpo com uma língua ágil. Passou pelo pescoço e chegou aos seios, onde mamou carinhosa e demoradamente os mamilos de Letícia, que gemia de prazer. Foi descendo pela barriga até chegar às coxas, fazendo Letícia implorar para que ela chupasse sua bocetinha, que já estava encharcada de desejo. Bia arrancou a minúscula calcinha de Letícia com os dentes e demostrou uma certa satisfação ao ver que a boceta dela estava depilada. Bia passou a língua vagarosamente pelo rabinho da amiga, que piscava a cada lambida.

Finalmente, Bia começou a chupar a bocetinha de Letícia, fazendo movimentos lentos que arrancavam altos gemidos da minha gata. A danada lambeu o grelinho saliente, passou a língua em toda a xoxota e enfiou a língua o mais fundo que podia.

Quando passou a fazer movimentos mais rápidos em torno do grelo, Letícia pediu que não parasse e gozou, gritando de prazer. Então, foi a vez dela retribuir o prazer que havia sentido, iniciando longas carícias com a boquinha no corpo de Bia, indo direto aos seios da gata. Sugou lentamente cada um dos peitinhos, arrancando muitos gemidos. Era maravilhoso ver aquelas fêmeas se amando loucamente. Até que chegou a minha vez de entrar na festa.

Permaneci sentado no sofá e elas arrancaram todas as minhas roupas, começando uma deliciosa chupação por todo o meu corpo. Letícia me deu um gostoso beijo e pude sentir em seus lábios o gostinho da boceta de Bia. As duas usavam um forte batom vermelho que eu adoro e chuparam juntas meu peito, coxas, até que se ajoelharam entre minhas pernas. Primeiro, as duas seguraram meu pau enquanto chupavam minhas bolas. Em seguida, ficaram um bom tempo percorrendo toda a extensão do meu cacete ao mesmo tempo. Iam da cabeça até as bolas e voltavam, provocando uma sensação maravilhosa. Até que Letícia caiu de boca, engolindo o máximo que conseguia de meu pau levando-me às nuvens. Logo, foi a vez de Bia encher a boca com meu pau e Letícia sentou-se sobre meu rosto para que eu chupasse a boceta depiladinha, que mais parecia um vulcãozinho em chamas, jorrando aquela larva de prazer.

Caí de boca na xoxota, saboreando todo aquele delicioso líqüido com lentas lambidas, enquanto Bia continuava devorando meu cacete. Então, fui acelerando os movimentos de minha língua naquela boceta e fiz com que Letícia gozasse soltando altos gemidos e cravando as unhas vermelhas em meu peito.

Refeita deste gozo, Letícia voltou a chupar meu cacete e Bia começou a mamá-la. Assim, formamos um delicioso triângulo de chupadas. Eu chupava a boceta de Bia, que lambia a de Lelê que, por sua vez, devorava meu cacete. Elas gozaram quase ao mesmo tempo, mas ningúem parou de chupar. Era demais estarmos os três ali em meio a muitos gemidos, vendo minha gatinha se deliciando na língua de Lídia.

Após essa maravilhosa sessão que sentimos ao gozarmos juntos, permanecemos algum tempo abraçados e falando o quanto tinha sido tudo tão bom. Até que Bia sugeriu que tomássemos um banho na hidromassagem, que era grande o suficiente para nós três. As duas tiraram a meia, caíram na água e logo trocavam beijos e carícias por todo o corpo. Mais uma vez, eu assistia a tudo e ficava excitado. Letícia passava a língua pela bundinha de Bia quando me sentei na borda da banheira e as duas me atacaram. Vieram direto em cima do meu cacete, alternando as bocas, passando as duas ao mesmo tempo: engoliam a cabeça, chupavam as bolas, repetindo o ritual do sofá. Era bom demais sentir aquelas duas boquinhas ávidas pelo meu pau numa deliciosa chupeta dupla. As duas estavam na minha frente, de quatro dentro d'água. Então, caí na banheira e logo me posicionei atrás de Bia. Passei a lamber o rabinho dela enquanto Letícia se sentou na banheira por baixo de Lídia e passou a chupar os seios. Encostei a cabeça do meu pau no rabinho de Bia e dava leves estocadas, tentando entrar, mas tinha dificuldades por ela ser bem apertadinha. Percebendo minha intenção e com muita vontade de ser enrabada, ela empinou a bundinha em minha direção e pediu para ir devagar. Lentamente, meu pau foi entrando e, com um delicioso vaivém, desapareceu por inteiro dentro daquele cuzinho fechadinho. Bia gemia num mistura de dor e muito prazer.

Letícia agora estava sentada na beira da banheira e tinha a bocetinha chupada por Bia, que passou a receber fortes e rápidas estocadas de meu pau em seu rabinho. 'Agora, parou de doer, vai mais rápido', ordenava. Depois de muito sexo, gozamos alucinadamente. Caímos mais uma vez na água e então percebemos que era quase manhã de domingo.

Depois disso, descansamos um pouco e passamos o domingo inteiro juntos, transando de todas as formas: na cama, cozinha, sala e até no terraço de onde tínhamos uma grande vista da cidade. No fim do dia, estávamos exaustos. As duas diziam estar com os buraquinhos ardidos. Eu também estava com o pau dolorido de tanto foder e tínhamos marcas pelo corpo dos deliciosos chupões. Mas valeu demais!"

7:08 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Meu nome é Cezar, tenho 22 anos, e essa história que eu vou contar agora aconteceu há dois anos.
Tenho uma prima que na época estava com 14 anos, ela era muito gostoso, peitinho rosado, bundinha rebitada, lábios carnudos, um tesão de menina, toda deliciosa. Ela vivia lá em casa, sempre ficava lá ajudando minha mãe nos afazeres de casa, quando ela estava em casa e ficava com um micro short cravado naquele reguinho virgem, e uma blusinha toda solta e ficava sem sultian que dava pra ver até a marca do biquinho do peito dela, eu ficava louco de tesão com aquela visão maravilhosa, mesmo ficando doido a ponto de explodir eu nuca tive coragem de tentar alguma coisa, mesmo porque ela era muito menina e nunca tinha me dado muita idéia. Mas a coragem veio em um dia que minha mãe precisou sair e ficou só eu e aquela delícia. Então começamos a conversar, papo vai papo vem, a conversa começou a esquentar, até começarmos a falar de sexo, ai perguntei a ela se ainda era vigem, ela respondeu que sim, que nunca tinha tido nenhum contato com nenhum cara, quando ela valou isso meus olhos até brilharam, pensei é hoje que eu como essa gostosa. Chamei ela para irmos pra piscina, ela topou, então nos trocamos e fomos pra lá, começamos uma brincadeira, ela passava debaixo da minha perna e eu passava debaixo da dela, mas sempre que eu passava e ia subir, eu roçava meu pau naquela bundinha gostosa, com isso ela foi se excitando, depois comecei a passar a mão bem de leve pelo corpo dela, vi que ela já estava tremendo, daí então virei e tasquei um beijo nela, que por um momento resistiu, mas segurei-a com mais força ai ela sedeu e se soltou, fiquei só roçando meu pau nela até que ela me chamou para sairmos da piscina e irmos pro quarto, chegando lá arranquei aquele biquíni tendo a visão mais esplendorosa de toda minha vida, comecei a chupar aqueles peitinhos, que delicia, estava quase gozando só de fazer isto, fui beijando todo o seu corpo até em sua grutinha virgem, quente e molhada, fiz ela ficar louca, depois ela retribuiu com um boquete muito gostoso, parecia uma puta profissional, era demais. Então fui subindo novamente e pedi que ela abrisse as pernas, fui forçando meu pau na entrada daquela bucetinha deliciosa e ela começou a gemer, até que enfiei tudo em uma só estocada, ela deu um grito e começou a gemer feito uma louca, fui bombando mais forte, aquilo era um delicia , pedi para ela ficar de quatro, ela me atendeu com gosto, arrebitou aquela bundinha todinha só pra mim, deu uma lambida em seu cuzinho e fui colocando minha pica centímetro por centímetro, comecei a bombar forte feito um louco, ela gemia alto, aquilo me dava ainda mais tesão, ficava rebolando aquela bundinha lisinha, depois de ter arregaçado o seu cuzinho pedi pra ela bater um boquete, novamente ela fez com muita vontade, em pouco tempo gozei dentro daquela boquinha quente, ela não deixou cair nada sugou até a ultima gota, foi a trepada mais gostosa de toda minha vida, comer uma menininha virgem e inocente, até hoje quando nos encontramos sempre relembramos os velhos tempos...

7:41 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Meu nome é Cezar, tenho 22 anos, e essa história que eu vou contar agora aconteceu há dois anos.
Tenho uma prima que na época estava com 14 anos, ela era muito gostoso, peitinho rosado, bundinha rebitada, lábios carnudos, um tesão de menina, toda deliciosa. Ela vivia lá em casa, sempre ficava lá ajudando minha mãe nos afazeres de casa, quando ela estava em casa e ficava com um micro short cravado naquele reguinho virgem, e uma blusinha toda solta e ficava sem sultian que dava pra ver até a marca do biquinho do peito dela, eu ficava louco de tesão com aquela visão maravilhosa, mesmo ficando doido a ponto de explodir eu nuca tive coragem de tentar alguma coisa, mesmo porque ela era muito menina e nunca tinha me dado muita idéia. Mas a coragem veio em um dia que minha mãe precisou sair e ficou só eu e aquela delícia. Então começamos a conversar, papo vai papo vem, a conversa começou a esquentar, até começarmos a falar de sexo, ai perguntei a ela se ainda era vigem, ela respondeu que sim, que nunca tinha tido nenhum contato com nenhum cara, quando ela valou isso meus olhos até brilharam, pensei é hoje que eu como essa gostosa. Chamei ela para irmos pra piscina, ela topou, então nos trocamos e fomos pra lá, começamos uma brincadeira, ela passava debaixo da minha perna e eu passava debaixo da dela, mas sempre que eu passava e ia subir, eu roçava meu pau naquela bundinha gostosa, com isso ela foi se excitando, depois comecei a passar a mão bem de leve pelo corpo dela, vi que ela já estava tremendo, daí então virei e tasquei um beijo nela, que por um momento resistiu, mas segurei-a com mais força ai ela sedeu e se soltou, fiquei só roçando meu pau nela até que ela me chamou para sairmos da piscina e irmos pro quarto, chegando lá arranquei aquele biquíni tendo a visão mais esplendorosa de toda minha vida, comecei a chupar aqueles peitinhos, que delicia, estava quase gozando só de fazer isto, fui beijando todo o seu corpo até em sua grutinha virgem, quente e molhada, fiz ela ficar louca, depois ela retribuiu com um boquete muito gostoso, parecia uma puta profissional, era demais. Então fui subindo novamente e pedi que ela abrisse as pernas, fui forçando meu pau na entrada daquela bucetinha deliciosa e ela começou a gemer, até que enfiei tudo em uma só estocada, ela deu um grito e começou a gemer feito uma louca, fui bombando mais forte, aquilo era um delicia , pedi para ela ficar de quatro, ela me atendeu com gosto, arrebitou aquela bundinha todinha só pra mim, deu uma lambida em seu cuzinho e fui colocando minha pica centímetro por centímetro, comecei a bombar forte feito um louco, ela gemia alto, aquilo me dava ainda mais tesão, ficava rebolando aquela bundinha lisinha, depois de ter arregaçado o seu cuzinho pedi pra ela bater um boquete, novamente ela fez com muita vontade, em pouco tempo gozei dentro daquela boquinha quente, ela não deixou cair nada sugou até a ultima gota, foi a trepada mais gostosa de toda minha vida, comer uma menininha virgem e inocente, até hoje quando nos encontramos sempre relembramos os velhos tempos...

7:41 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Meu nome é Cezar, tenho 22 anos, e essa história que eu vou contar agora aconteceu há dois anos.
Tenho uma prima que na época estava com 14 anos, ela era muito gostoso, peitinho rosado, bundinha rebitada, lábios carnudos, um tesão de menina, toda deliciosa. Ela vivia lá em casa, sempre ficava lá ajudando minha mãe nos afazeres de casa, quando ela estava em casa e ficava com um micro short cravado naquele reguinho virgem, e uma blusinha toda solta e ficava sem sultian que dava pra ver até a marca do biquinho do peito dela, eu ficava louco de tesão com aquela visão maravilhosa, mesmo ficando doido a ponto de explodir eu nuca tive coragem de tentar alguma coisa, mesmo porque ela era muito menina e nunca tinha me dado muita idéia. Mas a coragem veio em um dia que minha mãe precisou sair e ficou só eu e aquela delícia. Então começamos a conversar, papo vai papo vem, a conversa começou a esquentar, até começarmos a falar de sexo, ai perguntei a ela se ainda era vigem, ela respondeu que sim, que nunca tinha tido nenhum contato com nenhum cara, quando ela valou isso meus olhos até brilharam, pensei é hoje que eu como essa gostosa. Chamei ela para irmos pra piscina, ela topou, então nos trocamos e fomos pra lá, começamos uma brincadeira, ela passava debaixo da minha perna e eu passava debaixo da dela, mas sempre que eu passava e ia subir, eu roçava meu pau naquela bundinha gostosa, com isso ela foi se excitando, depois comecei a passar a mão bem de leve pelo corpo dela, vi que ela já estava tremendo, daí então virei e tasquei um beijo nela, que por um momento resistiu, mas segurei-a com mais força ai ela sedeu e se soltou, fiquei só roçando meu pau nela até que ela me chamou para sairmos da piscina e irmos pro quarto, chegando lá arranquei aquele biquíni tendo a visão mais esplendorosa de toda minha vida, comecei a chupar aqueles peitinhos, que delicia, estava quase gozando só de fazer isto, fui beijando todo o seu corpo até em sua grutinha virgem, quente e molhada, fiz ela ficar louca, depois ela retribuiu com um boquete muito gostoso, parecia uma puta profissional, era demais. Então fui subindo novamente e pedi que ela abrisse as pernas, fui forçando meu pau na entrada daquela bucetinha deliciosa e ela começou a gemer, até que enfiei tudo em uma só estocada, ela deu um grito e começou a gemer feito uma louca, fui bombando mais forte, aquilo era um delicia , pedi para ela ficar de quatro, ela me atendeu com gosto, arrebitou aquela bundinha todinha só pra mim, deu uma lambida em seu cuzinho e fui colocando minha pica centímetro por centímetro, comecei a bombar forte feito um louco, ela gemia alto, aquilo me dava ainda mais tesão, ficava rebolando aquela bundinha lisinha, depois de ter arregaçado o seu cuzinho pedi pra ela bater um boquete, novamente ela fez com muita vontade, em pouco tempo gozei dentro daquela boquinha quente, ela não deixou cair nada sugou até a ultima gota, foi a trepada mais gostosa de toda minha vida, comer uma menininha virgem e inocente, até hoje quando nos encontramos sempre relembramos os velhos tempos...

7:42 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Meu nome é Cezar, tenho 22 anos, e essa história que eu vou contar agora aconteceu há dois anos.
Tenho uma prima que na época estava com 14 anos, ela era muito gostoso, peitinho rosado, bundinha rebitada, lábios carnudos, um tesão de menina, toda deliciosa. Ela vivia lá em casa, sempre ficava lá ajudando minha mãe nos afazeres de casa, quando ela estava em casa e ficava com um micro short cravado naquele reguinho virgem, e uma blusinha toda solta e ficava sem sultian que dava pra ver até a marca do biquinho do peito dela, eu ficava louco de tesão com aquela visão maravilhosa, mesmo ficando doido a ponto de explodir eu nuca tive coragem de tentar alguma coisa, mesmo porque ela era muito menina e nunca tinha me dado muita idéia. Mas a coragem veio em um dia que minha mãe precisou sair e ficou só eu e aquela delícia. Então começamos a conversar, papo vai papo vem, a conversa começou a esquentar, até começarmos a falar de sexo, ai perguntei a ela se ainda era vigem, ela respondeu que sim, que nunca tinha tido nenhum contato com nenhum cara, quando ela valou isso meus olhos até brilharam, pensei é hoje que eu como essa gostosa. Chamei ela para irmos pra piscina, ela topou, então nos trocamos e fomos pra lá, começamos uma brincadeira, ela passava debaixo da minha perna e eu passava debaixo da dela, mas sempre que eu passava e ia subir, eu roçava meu pau naquela bundinha gostosa, com isso ela foi se excitando, depois comecei a passar a mão bem de leve pelo corpo dela, vi que ela já estava tremendo, daí então virei e tasquei um beijo nela, que por um momento resistiu, mas segurei-a com mais força ai ela sedeu e se soltou, fiquei só roçando meu pau nela até que ela me chamou para sairmos da piscina e irmos pro quarto, chegando lá arranquei aquele biquíni tendo a visão mais esplendorosa de toda minha vida, comecei a chupar aqueles peitinhos, que delicia, estava quase gozando só de fazer isto, fui beijando todo o seu corpo até em sua grutinha virgem, quente e molhada, fiz ela ficar louca, depois ela retribuiu com um boquete muito gostoso, parecia uma puta profissional, era demais. Então fui subindo novamente e pedi que ela abrisse as pernas, fui forçando meu pau na entrada daquela bucetinha deliciosa e ela começou a gemer, até que enfiei tudo em uma só estocada, ela deu um grito e começou a gemer feito uma louca, fui bombando mais forte, aquilo era um delicia , pedi para ela ficar de quatro, ela me atendeu com gosto, arrebitou aquela bundinha todinha só pra mim, deu uma lambida em seu cuzinho e fui colocando minha pica centímetro por centímetro, comecei a bombar forte feito um louco, ela gemia alto, aquilo me dava ainda mais tesão, ficava rebolando aquela bundinha lisinha, depois de ter arregaçado o seu cuzinho pedi pra ela bater um boquete, novamente ela fez com muita vontade, em pouco tempo gozei dentro daquela boquinha quente, ela não deixou cair nada sugou até a ultima gota, foi a trepada mais gostosa de toda minha vida, comer uma menininha virgem e inocente, até hoje quando nos encontramos sempre relembramos os velhos tempos...

7:43 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

primeira vez é semprea a mais dificil, mas quando vem por acaso !!!!!!

Ola meu nome é Cláudio sou moreno tenho 30 anos 1,80 de altura e cabelos pretos, vou lhes contar o que aconteceu comigo a alguns meses, eu e minha esposa (Simone tem 28 anos é loira 1,70 de altura seios lindos e uma bunda de dar inveja a qualquer um) sempre tivemos vontade de transar com outro casal mas nunca tivemos coragem, pois achávamos que seria difícil achar outro casal ou coisa assim, mas sempre quando íamos transar comentávamos sobre o assunto, mas sempre ficava só nisso . Um certo dia um casal amigo nosso nos convidou para um final de semana na praia em seu apartamento fomos para lá sem intenção alguma, chegando encontramos Sidnei e Cíntia, deixamos nossas coisas no apartamento e fomos para a praia para um dia maravilhoso com muito sol muita praia e tudo mais de bom, no final da tarde fomos para o apartamento onde jantamos e ficamos tomando uma cervejinha e assistindo a um filme, para minha alegria o filme era meio picante deixando os quatro exitados, acabando o filme resolvemos jogar um baralho mas como já tínhamos bebido bastante dei a idéia de fazer um jogo de homens contra mulheres quem perdesse teria que pagar algum castigo que, seria tirar uma peça de roupa, e para minha alegria todos gostaram da idéia e começamos a primeira rodada eu e Sidnei perdemos e tivemos que tirar a camisa na segunda elas perderam e tiveram que fazer o mesmo, mas Simone estava sem sutiã e pois para fora os seus lindos peitos e nisso Sidnei falou para Cíntia que também tirasse pois não seria justo, Cintia uma morena de dar água na boca, tinha seios lindos e maiores que Simone, mas perdia no quesito bunda e a brincadeira continuou e fomos tirando todas as peças de roupa delas uma por uma ate que as deixamos totalmente nuas, para sacaniar um pouco pois já estávamos de pau duro nos dois também perdemos algumas ate que chegou a hora de tirar as cuecas, nisso Sidnei baixou a dele e pude conferir que ele tinha um pinto imenso e também reparei que Simone ficou impressionada com o tamanho, como não tínhamos nada para tirar mais continuamos a jogar mas quem perdesse teria que fazer algo, enquanto isso eu não conseguia tirar da cabeça os quatro transando e comecei a reparar que os quatro estavam com a mesma idéia mas ninguém falava nada, e Sidnei num tirava os olhos de Simone que ainda retribuía com um sorriso e para falar a verdade eu também não conseguia tirar os olhos de Cíntia, quando elas perderam a próxima jogada fizemos uma brincadeira os quatro teriam que ficar vendados e fariamos um embaralhamento para que cada uma pudesse encontrar o seu par como elas perderam elas teriam que nos fazer uma massagem exitante em nos , então colocamos as vendas e começamos a brincadeira, senti uma mão deliciosa me abraçando e começando a fazer caricias em mim fiquei todo exitado pensando que poderia ser a Cíntia e que seria a minha primeira suruba mas de sacanagem puxei um pouco minha venda para cima e vi que era minha esposa que estava me acariciando e também percebi que as duas estavam sem as vendas, mas quando fui tentar falar algo vi a Cíntia chamando a Simone para trocar de lugar e elas trocaram agora sim era a Cintia que me fazia uma massagem pelo corpo todo, ela começou a beijar meu ouvido e foi descendo pelo pescoço passando por cada centímetro de meu corpo ate chegar no meu pau e começar a fazer um boquete maravilhoso olhei de lado e Simone fazia a mesma coisa com Sidinei, via que ela estava se maravilhando com o pinto gigantesco dele , comecei a puxar a Cíntia para cima para que eu pudesse chupar aquela mulher deliciosa comecei a chupar e acariciar todo o corpo dela ate chegar a sua linda bucetinha que estava todo depilada e comecei a chupala de todas as formas que eu pudia imaginar, olhei para Simone e ela estava em um 69 delicioso nesta hora tirei minha venda e pedi que Simone tirasse a do Sidnei e peguei a Cíntia e comecei a enfiar o meu pau intero nela que buceta maravilhosa só dei uma paradinha para ver a cara de alegria de minha esposa na hora que Sidnei começou a enfiar o seu pau gigante na buceta dela senti ela puxar ele para que ele enfiasse o pau inteiro nela fiquei mas exitado ainda e comecei a foder com força a Cíntia que pedia cada vez mais ate que demos uma super gozada, logo que gozei Cíntia me pos deitado novamente e começou a me chupar para que meu pau subisse novamente, enquanto estava sendo chupado pude ver Simone gozar umas duas vezes ate que Sidnei tirou o pau para fora e pediu que minha esposa chupasse o pau dele ate ele gozar na sua boca e ela num perdeu nem uma gota de porra, fiquei ate com inveja pois ela nunca tinha feito isso comigo, como eu já tinha ficado de pau duro comecei a alisar a bunda de Cíntia que sentiu minha intenção e alem deu estar doido para comer a bunda dela queria ver a Simone agüentar aquele pau imenso no rabinho, peguei a Cíntia e coloquei ela de quatro e comecei a passar o pau na sua buceta só para ir lubrificando o pau quando ele estava bem lubrificado comecei a colocar o meu pau naquela bundinha maravilhosa fui colocando bem devagar, e senti que aquele cuzinho num podia ter levado um pau tão grande como o do marido dela (mais tarde descobri que ela nunca tinha dado o rabinho para Sidnei pois ela tinha medo que a machucasse, mas a Simone adorou ser enrabado por ele) fui colocando bem devagar ate o meio, ai peguei ela segurei bem de dei uma socada de uma só vez para enterrar todo o resto do meu pau Cíntia soltou um gritinho mas adorou e começou a rebolar num demorou muito gozei naquele rabinho delicioso e vi que Sidnei e Simone assintiam a sena exitados e perguntei se eles não iriam brincar também do mesmo jeito Sidnei falou que estava com vontade mas tinha medo de machucar o rabinho de Simone, mas Simone falou que gostaria de tentar então eu e Cíntia fomos dar uma força enquanto Cíntia chupava o pau de Sidnei para lubrificar eu passava a língua no rabinho da Simone para deixa-la com mais tesão e também lubrificada, Cíntia me puxou e mirou o pinto do seu marido no rabinho de minha esposa que começou a colocar bem devagar mas num entrava, Cíntia foi correndo ate o quarto e veio com um lubrificante que ela passou no pau todo dele e também na bundinha de Simone, ai ele começou a enfiar novamente e começou a entrar Simone dava gritinhos saia lagrimas dos olhos e pedia mais e ele foi enterrando cada centímetro de pau na linda bunda de minha mulher, quando não entrou mais ele começou a bombar cada vez mais rapido , eu me coloquei a frente dela e fiz ela chupar o meu pau também, ela tinha esse sonho de chupar o meu pau enquanto era comida por outro peguei a Cíntia e comecei a chupar a sua bucetinha também e ficamos os quatro ali brincando ate que Sidinei gozou no rabo de Simone e eu gozei na boca dela e ai sim ela engoliu cada gota de porra minha, quando terminamos começamos a conversar e ficamos sabendo que o casal de amigos tinha a mesma vontade que nos, foi muito divertido pois ficamos trocando idéias e fantasias ate as 8:00 horas da manha e só ai fomos tomar banho e dormimos os quatro na mesma cama, no próximo conto e falo como foi o nosso domingo de surruba, que foi ainda melhor e mais quente .
Os casais que quiserem trocar correspondecia ou só trocar fantasias me mande e-mail

7:43 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

primeira vez é semprea a mais dificil, mas quando vem por acaso !!!!!!

Ola meu nome é Cláudio sou moreno tenho 30 anos 1,80 de altura e cabelos pretos, vou lhes contar o que aconteceu comigo a alguns meses, eu e minha esposa (Simone tem 28 anos é loira 1,70 de altura seios lindos e uma bunda de dar inveja a qualquer um) sempre tivemos vontade de transar com outro casal mas nunca tivemos coragem, pois achávamos que seria difícil achar outro casal ou coisa assim, mas sempre quando íamos transar comentávamos sobre o assunto, mas sempre ficava só nisso . Um certo dia um casal amigo nosso nos convidou para um final de semana na praia em seu apartamento fomos para lá sem intenção alguma, chegando encontramos Sidnei e Cíntia, deixamos nossas coisas no apartamento e fomos para a praia para um dia maravilhoso com muito sol muita praia e tudo mais de bom, no final da tarde fomos para o apartamento onde jantamos e ficamos tomando uma cervejinha e assistindo a um filme, para minha alegria o filme era meio picante deixando os quatro exitados, acabando o filme resolvemos jogar um baralho mas como já tínhamos bebido bastante dei a idéia de fazer um jogo de homens contra mulheres quem perdesse teria que pagar algum castigo que, seria tirar uma peça de roupa, e para minha alegria todos gostaram da idéia e começamos a primeira rodada eu e Sidnei perdemos e tivemos que tirar a camisa na segunda elas perderam e tiveram que fazer o mesmo, mas Simone estava sem sutiã e pois para fora os seus lindos peitos e nisso Sidnei falou para Cíntia que também tirasse pois não seria justo, Cintia uma morena de dar água na boca, tinha seios lindos e maiores que Simone, mas perdia no quesito bunda e a brincadeira continuou e fomos tirando todas as peças de roupa delas uma por uma ate que as deixamos totalmente nuas, para sacaniar um pouco pois já estávamos de pau duro nos dois também perdemos algumas ate que chegou a hora de tirar as cuecas, nisso Sidnei baixou a dele e pude conferir que ele tinha um pinto imenso e também reparei que Simone ficou impressionada com o tamanho, como não tínhamos nada para tirar mais continuamos a jogar mas quem perdesse teria que fazer algo, enquanto isso eu não conseguia tirar da cabeça os quatro transando e comecei a reparar que os quatro estavam com a mesma idéia mas ninguém falava nada, e Sidnei num tirava os olhos de Simone que ainda retribuía com um sorriso e para falar a verdade eu também não conseguia tirar os olhos de Cíntia, quando elas perderam a próxima jogada fizemos uma brincadeira os quatro teriam que ficar vendados e fariamos um embaralhamento para que cada uma pudesse encontrar o seu par como elas perderam elas teriam que nos fazer uma massagem exitante em nos , então colocamos as vendas e começamos a brincadeira, senti uma mão deliciosa me abraçando e começando a fazer caricias em mim fiquei todo exitado pensando que poderia ser a Cíntia e que seria a minha primeira suruba mas de sacanagem puxei um pouco minha venda para cima e vi que era minha esposa que estava me acariciando e também percebi que as duas estavam sem as vendas, mas quando fui tentar falar algo vi a Cíntia chamando a Simone para trocar de lugar e elas trocaram agora sim era a Cintia que me fazia uma massagem pelo corpo todo, ela começou a beijar meu ouvido e foi descendo pelo pescoço passando por cada centímetro de meu corpo ate chegar no meu pau e começar a fazer um boquete maravilhoso olhei de lado e Simone fazia a mesma coisa com Sidinei, via que ela estava se maravilhando com o pinto gigantesco dele , comecei a puxar a Cíntia para cima para que eu pudesse chupar aquela mulher deliciosa comecei a chupar e acariciar todo o corpo dela ate chegar a sua linda bucetinha que estava todo depilada e comecei a chupala de todas as formas que eu pudia imaginar, olhei para Simone e ela estava em um 69 delicioso nesta hora tirei minha venda e pedi que Simone tirasse a do Sidnei e peguei a Cíntia e comecei a enfiar o meu pau intero nela que buceta maravilhosa só dei uma paradinha para ver a cara de alegria de minha esposa na hora que Sidnei começou a enfiar o seu pau gigante na buceta dela senti ela puxar ele para que ele enfiasse o pau inteiro nela fiquei mas exitado ainda e comecei a foder com força a Cíntia que pedia cada vez mais ate que demos uma super gozada, logo que gozei Cíntia me pos deitado novamente e começou a me chupar para que meu pau subisse novamente, enquanto estava sendo chupado pude ver Simone gozar umas duas vezes ate que Sidnei tirou o pau para fora e pediu que minha esposa chupasse o pau dele ate ele gozar na sua boca e ela num perdeu nem uma gota de porra, fiquei ate com inveja pois ela nunca tinha feito isso comigo, como eu já tinha ficado de pau duro comecei a alisar a bunda de Cíntia que sentiu minha intenção e alem deu estar doido para comer a bunda dela queria ver a Simone agüentar aquele pau imenso no rabinho, peguei a Cíntia e coloquei ela de quatro e comecei a passar o pau na sua buceta só para ir lubrificando o pau quando ele estava bem lubrificado comecei a colocar o meu pau naquela bundinha maravilhosa fui colocando bem devagar, e senti que aquele cuzinho num podia ter levado um pau tão grande como o do marido dela (mais tarde descobri que ela nunca tinha dado o rabinho para Sidnei pois ela tinha medo que a machucasse, mas a Simone adorou ser enrabado por ele) fui colocando bem devagar ate o meio, ai peguei ela segurei bem de dei uma socada de uma só vez para enterrar todo o resto do meu pau Cíntia soltou um gritinho mas adorou e começou a rebolar num demorou muito gozei naquele rabinho delicioso e vi que Sidnei e Simone assintiam a sena exitados e perguntei se eles não iriam brincar também do mesmo jeito Sidnei falou que estava com vontade mas tinha medo de machucar o rabinho de Simone, mas Simone falou que gostaria de tentar então eu e Cíntia fomos dar uma força enquanto Cíntia chupava o pau de Sidnei para lubrificar eu passava a língua no rabinho da Simone para deixa-la com mais tesão e também lubrificada, Cíntia me puxou e mirou o pinto do seu marido no rabinho de minha esposa que começou a colocar bem devagar mas num entrava, Cíntia foi correndo ate o quarto e veio com um lubrificante que ela passou no pau todo dele e também na bundinha de Simone, ai ele começou a enfiar novamente e começou a entrar Simone dava gritinhos saia lagrimas dos olhos e pedia mais e ele foi enterrando cada centímetro de pau na linda bunda de minha mulher, quando não entrou mais ele começou a bombar cada vez mais rapido , eu me coloquei a frente dela e fiz ela chupar o meu pau também, ela tinha esse sonho de chupar o meu pau enquanto era comida por outro peguei a Cíntia e comecei a chupar a sua bucetinha também e ficamos os quatro ali brincando ate que Sidinei gozou no rabo de Simone e eu gozei na boca dela e ai sim ela engoliu cada gota de porra minha, quando terminamos começamos a conversar e ficamos sabendo que o casal de amigos tinha a mesma vontade que nos, foi muito divertido pois ficamos trocando idéias e fantasias ate as 8:00 horas da manha e só ai fomos tomar banho e dormimos os quatro na mesma cama, no próximo conto e falo como foi o nosso domingo de surruba, que foi ainda melhor e mais quente .
Os casais que quiserem trocar correspondecia ou só trocar fantasias me mande e-mail

7:44 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

A PRIMEIRA VEZ QUE DEI O RABO

Minha primeira experiencia sendo enrabada foi a sensação mais gostosa, mais tesuda que já senti em toda a minha vida.
Nunca tinha dado o rabo e o meu parceiro vivia com aqueles olhos pidões e sempre quando estava fazendo sexo na minha bucetinha, vinha com aqueles dedos tentando alargar meu cuzinho.
Eu sentia muito prazer quando ele passava o dedo na portinha.
Quando era penetrada na xaninha e ele alisava meu cuzinho com o dedo eu ficava com muito tesão, mas tinha muito medo de dar o rabo.
Sempre que estavamos na rua e quando eu dava as costas e me voltava rapidamente para ve-lo, era no meu rabo que seus olhos estavam cravados, e isso não saía da minha cabeça.. pois meu cuzinho piscava de tanta vontade de dar..
Até que um dia.. ele estava se deliciando, enfiando na minha bucetinha toda umida por tras, quando começou a esfregar aquele grosso melado no meu anus.... ssssssssssssss...ahh... que sensação deliciosa... que vontade de ser enrabada.. de dar todos os buracos, de ser fudida que nem uma puta safada.
E ele com aquela voz do caralho de gostosa, perguntou no meu ouvido se eu queria experimentar.
É irrisestivel ver um macho gostoso, que me fodE gostoso na buceta, se rastejar por um rabo... sss...
Não pensei duas vezes e disse que estava preparada...
Ele era todo cuidadoso comigo e tiha muito medo de me machucar. me ensinou que eu devia me tocar enquanto estivesse sentindo muita dor.
Ele ficou forçando na portinha... e o que eu sentia era um puto tesão daquele caralho que parecia uma pedra me penetrando e me rasgando toda.
O que aconteceu a seguir é algo que jamais irei esquecer..logo após ter entrado a cabecinha.. aquela pica gigantesca deslizou pelo meu rabo a dentro... e ele inicialmente começou a me cavalgar devagar... e o que eu sentia era desconhecido e estupendamente gostoso.
Fiquei louca e percebi que dar o rabo é a coisa mais excitante, mais fudida de gostosa que tem na minha vida..
estou sempre depilando meu cuzinho...e quando não tenho o pau dele me penetrando, eu enfio o que tiver de duro pela frente..
Hoje em dia, acho que não viveria mais uma boa transa sem dar o meu rabo, não teria mais graça nenhuma.
Eu fico muito gostosa, muito vadia.. e fico com um tesão que não é desse mundo..
Hoje eu peço para ele me bater na bunda...sss... é delicioso...
Adoro que puxe meus cabelos e adoro procurar sua boca tendo que encaixar a minha bunda em todo o seu pau para virar prá tras..
Ele me come que nem um animal.. se lambuza todo... treme..
parece um cachorro de rua, grudado no rabo da sua cadela..
E eu.. adoro ser arrombada por aquele pau latejando... e adoro ser puta dando o cu.. adoro sentir um caralho dentro do meu rabo e adoro quando ele me bate e cospe no meu cu..
É tudo gostoso e sujo que eu nao tenho vontade de fazer outra coisa..
Agora o meu cuzinho deu pra piscar quando estou com vontade e sempre tenho vontade de dar o rabo, acordo pensando e vou dormir pensando.

Quem quiser experimentar a delícia do meu rabo, me escrevam e se quiserem inventar algo mais, se quiserem me enfiar objetos, me usar que nem uma vadia suja... fiquem a vontade, garanto que não se arrependerão.

11:02 PM, March 03, 2005  

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