Tuesday, February 22, 2005

Última parte da sexta exortação

Meu filho, guarda minhas palavras,
conserva contigo meus preceitos.
Observa meus mandamentos e viverás.
Guarda meus ensinamentos como a pupila de teus olhos.
Traze-os ligados aos teus dedos,
grava-os em teu coração.
Dize à sabedoria: "Tu és minha irmã"
e chama a inteligência "minha amiga",
para que elas te guardem da mulher alheia,
da estranha que tem palavras lúbricas.
Estava eu atrás da janela de minha casa,
olhava por entre as grades.
Vi entre os imprudentes, entre os jovens,
um adolescente incauto:
passava ele na rua perto da morada de uma dessas mulheres
e entrava na casa dela.
Era ao anoitecer,
na hora em que surge a obscuridade da noite.
Eis que uma mulher sai-lhe ao encontro,
ornada como uma prostituta e o coração dissimulado.
Inquieta e impaciente,
seus pés não podem parar em casa;
umas vezes na rua, outras na praça,
em todos os cantos ela está de emboscada.
Abraça o jovem e beija,
e com um semblante descarado diz-lhe:
"Tinha que oferecer sacrifícios pacíficos;
hoje cumpri meu voto."
Por isso saí ao teu encontro
para te procurar! E achei-te!"
"Ornei minha cama com tapetes,
com estofos recamados de rendas do Egito.
Perfumei meu leito com mirra,
com aloés e cinamomo.
Vem! Embriaguemo-nos de amor até o amanhecer,
desfrutemos as delícias da voluptuosidade,
pois o marido não está em casa:
partiu para uma longa viagem,
levou consigo uma bolsa cheia de dinheiro
e só voltará lá pela lua cheia."
Seduziu-o à força de palavras
e arratou-o com as lisonjas de seus lábios.
Põe-se ele logo a segui-la,
como um boi que é levado ao matadouro,
como um cervo que se lança nas redes,
até que a flecha lhe transpassa o fígado;
como o pássaro que se precipita para o laço
sem saber que se trata de um perigo para sua vida.
E agora, meus filhos, ouvi-me,
prestai atenção às minhas palavras.
Que vosso coração não se deixe arrastar pra seguir essa mulher,
nem vos extravieis em suas veredas,
porque numeroso são os feridos por ela,
e considerável é a multidão de suas vítimas.
Sua casa é o caminho da região dos mortos,
que conduz às entranhas da morte.

28 Comments:

Anonymous Anonymous said...

Então comecei a ser a escrava do meu marido. Ele passou a me usar como uma escrava mesmo, mas só nas questões de sexo. É um marido maravilhoso, faz tudo pra me agradar, mas exige demais quando o assunto é sexo. Depois daquele dia que ele me estuprou a bunda, não quis mais comer meu rabo por um bom tempo, disse que se meu cu ficasse arrombado ele não ia mais querer, então ele só fode meu cu as vezes. Mas quando fode.... ai, eu fico arrebentada! Uns 3 meses depois do "estupro", ele ainda não tinha feito minha bunda de novo. Aí um dia ele chegou do trabalho, eu tava na sala de tv, ele nem me beijou, me segurou pelo braço pra eu levantar, abaixou minha calça, deu um tapa na bunda e mandou eu ir pro quarto e ficar esperando lá, de bunda pra cima, até ele chegar. Eu fui pro quarto, já tremendo, sabendo o que ele ia fazer, tirei toda a roupa, deitei de bunda pra cima e fiquei esperando. Depois de uns 5 minutos ele veio. Quando me viu nua, pegou o cinto que tava na calça e começou a me bater. Eu gritei ai amor, porque ta me batendo, eu fiz o que você mandou, pára por favor! Ele disse que não tinha mandado tirar a roupa, que ele queria só me usar, me queria só com a calça abaixada, uma puta vagabunda depravada esperando com a buça e o cu de fora, só o suficiente pro cavalo dela meter e se satisfazer. Saiu do quarto mandando eu me vestir e ficar pronta pra ser usada e abusada. Coloquei a roupa, já com as carnes da bunda e das coxas ardendo das cintadas, olhei no espelho o vergão vermelho nas pernas e na bunda (era a primeira vez que ele me batia de cinto), fiquei deitada de bruço, a calça na altura do joelho, uma puta mesmo, com a bunda ali exposta. Ele foi tomar banho, então demorou um tempão. Eu já tava achando que ele não vinha mas fiquei com medo de sair dali. Depois de um tempão ele entrou no quarto, me viu daquele jeito, deu um tapa na minha bunda, beijou minha bunda e disse que era assim mesmo que uma puta se comportava, deixando a buceta e a bunda prontas pra serem abusadas. Então ele pos o pau na minha boca e me mandou mamar com vontade, pra deixar bem duro. Eu mamei com vontade, porque eu adoro mamar aquela vara grossa, e ele me xingava, olha só que cadela vagabunda, chupa com vontade, nasceu pra ser puta essa ordinária. Aí veio atrás de mim, mas não enfiou o pau de uma vez. Enfiou um dedo. Eu tava esperando, esperando a hora que aquele caralho enorme ia me invadir o cu sem dó, mas ele enfiou outro dedo, disse que ia abusar de um jeito diferente. Então levantou e pegou uns vibradores que tinha comprado. Me mostrou um pequeno e disse olha eu dou enfiar isso no seu cu e quero que você não deixe sair. Enfiou de uma vez, doeu. Aí ligou a tv e ficou do meu lado, batendo punheta de leve. Eu disse você não vai comer minha bunda? Ele disse vou, claro que vou, mas só quando seu cu já estiver doendo. Eu gritei não, não faz isso, noutro dia doeu demais, se você enfiar quando já estiver doendo eu não vou agüentar. Ele disse agüenta sim cadela, agüenta sim, e se não agüentar por bem, vai agüentar por mal, e pra você aprender a não reclamar, vou aumentar o tamanho do teu consolo. E tirou aquele vibrador e colocou outro maior. Meu rabo latejava, ele ali do meu lado vendo tv, punhetando e as vezes mexia o consolo com força, dizendo que era pra esfolar meu rabo pro pau dele entrar mais gostoso. Quando eu não tava mais agüentando aquele incômodo na bunda ele tirou o consolo, pegou outro vibrador, quase do tamanho do pau dele e enfiou de uma vez no meu cu. Eu gritei alto, chorei, ele veio em cima de mim e começou a forçar o vobrador pra dentro do meu cu com o corpo, arrombando meu rabo, aí ficou do meu lado de novo, olhando meu cu engolindo aquele consolo, enfiando e tirando, enfiando e tirando, e quando achou que já tava doendo, vermelho e esfolado o suficiente, tirou e ficou olhando, passando os dedos, disse ta aliviada, vagabunda, o cu ta relaxando, então toma, e enfiou o caralho inteiro de uma vez, com muita força, me fez uivar de dor, ficou socando, xingando, encheu meu cu com aquela porra quente e ficou lá dentro, apertando minha bunda no pau dele. Aí tirou. Eu ia me virar, mas ele não deixou. Disse que eu ia ter que passar a noite de bunda cheia, pegou o consolo pequeno e enfiou no meu cu. Eu gritava, meu cu ardia, latejando, esfolado. Ele enfiou o vibrador pequeno e disse que eu ia ter que dormir daquele jeito. Eu disse não, por favor, ta doendo meu cu, dói demais, por favor, faço o que você quiser, mas tira isso da minha bunda. Então ele levantou, pegou o cinto de novo e começou a bater com o cinto no vibrador que tava dentro da minha bunda. Ai por favor pára, dói meu cu, ta doendo muito, pára. Ele batia e dizia isso é pra você aprender cadela que quando eu mando você faz sem reclamar, vai dormir de bunda cheia e se continuar resistindo vou enfiar o consolo maior e te surrar mais. Eu tive que dormir daquele jeito, e quase não consegui dormir, porque meu cu ardia, pulsava, aquele troço era pequeno mas parecia enorme porque tava machucado o meu rabo. De manhã ele Tirou o consolo da bunda e beijou meu cu. Disse que eu ia ter que esperar muito pra dar a bunda de novo, porque ele não queria me deixar alargada. Disse que eu ia sentir saudades, e que ia ter que implorar se quisesse que ele fudesse meu cu de novo.

10:06 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Cintia nascera numa familia riquíssima. Seus avós, uma mistura de alemãs e italianos, comum na região sul do Brasil, iniciaram uma fortuna com uma pequena fábrica de apetrechos agrícolas. Cintia estudou numa escola para moças ricas até aos dezesseis anos. Cintia era estupendamente bela, com a aparencia da modelo Mari Alexandre sem tirar nem por. Agora imaginem o martírio sexual desta adolescente que devido aos padrões rígidos da moral luterena em que foi educada tendo que se conter aos apelos externos que invariavelmente aparecia em seu dia a dia. Cintia acabou se apaixonando por uma colega de classe onde aprendeu a beijar de língua e a satisfazer o corpo de uma mulher. Aos dezoito anos os pais de Cintia acharam que estava na hora de ela casar. Cintia conheceu Tadeu numa festa na mansão da familia. Tadeu, um jovem louro de 27 anos, razoavelvemente atraente era dono junto com o sócio Rafer de uma firma de exportação e importação. os pais de Cintia aprovaram Tadeu, mesmo porque o único filho homem não demonstrava talento para liderar os negócios da familia. Marcaram o casamento para dalí um ano. Cintia pouco se lixava para o casamento! Ela queria era se desafogar daquela familia!! Rafer usando toda sua discretíssima persuasão gentil não deixou nenhum impasse sem solução. Foi o organizador de todo o evento, não deixando nem mesmo de orientar, sugerir e aconselhar ambos os noivos. Cintia se apaixonou por Rafer!! Mas anos e anos de ensinamento visando o infeliz controle de atitudes, palavras e sentimentos fizeram que Cintia não se revelasse a Rafer, até o dia em que ele a seduziu e usou o corpo dela despudoradamente fazendo-a uma mulher sexualmente feliz!! Tadeu e Cintia casaram-se. Dois anos e pouco depois vamos encontrar Cintia e Rafer sentados em uma mesa num cafe da calle Suipacha, em Buenos Aires. Rafer enlaça Cintia pelos ombros e ela tem o semblante triste. Voltemos a véspera da viagem a capital argentina, quando Cintia descobriu que estava grávida e que seu marido Tadeu estava tendo um caso com a esposa de seu irmão, a Elena!! Já em BsAs, durante o breakfest no luxuoso hotel estavam reunidos Tadeu, Cintia, Rafer, o irmão de Cintia e Elena e mais dois executivos argentinos com as respectivas esposas. Dado momento, todos notaram que Tadeu e Cintia se falavam baixinho, mas ríspidamente e quando ela levou a mão boca soluçando. Rafer com sua conhecida presença de espirito, se levantando sugeriu a todos os presente que fossem fazer seus afazeres e deixassem Tadeu e Cintia à sós. Tadeu levantou os olhos para Rafer e depois para o restante, e disse que era imprescindível a presença de Rafer e a dele própria, na reunião. Rafer olhando-o fixamente de cima baixo retrucou que nada no mundo o faria deixar Cintia sozinha naquele momento!! Cintia parou por um momento e voltou a soluçar! Todos se condoeram dela. As palavras de Rafer soaram como um hino de liberdade para Cintia!! Quando ela voltou a soluçar foi por alegria!! Seu instinto de femea já adivinhava o que estava por vir!! Cintia, porém manteve a mesma postura de recatamento.Ficou acertado que os homens iriam para a reunião, as mulheres às compras e Rafer ficaria fazendo companhia à Cintia. Voltemos ao café na Suipacha. Cintia já sorri um pouco. Seus olhos brilham, não por lágrimas mas como uma luz-morse telegrafando a Rafer que a possua!! Rafer a fita bem fundo daqueles belos olhos esverdeados. Cintia sente seu próprio odor de femea exalando no ar! No segundo que Cintia vai cerrando os olhos, ela ainda vê Rafer alcançando a taça de vinho levando-a aos lábios ao mesmo tempo que retira o braço de seus ombros e deixa cair a mão deslizando em suas coxas!! Ela segura a respiração por dois segundos e quando a solta, exala todas as angustias, medos e martirios sexuais que a atormentaram até alí!! Quando Cintia vai abrindo os olhos Rafer a beija colando seus lábios com a boca semi-aberta despejando o bocado de vinho aquecido em sua boca! Cintia sente seu corpo tensionar e aos poucos vai relaxando, exceto as coxas que ela aperta-as uma na outra!! Cintia sorve aquele bocado como se fosse a alma de Rafer penetrando em sí!! Ela imagina que deverá ser esta a mesma sensação quando Rafer ejacular em sua boquinha!! Num quarto de um modesto hotel na San Martin, Cintia sentada na cama com os estupendos seios desnudos, ora agasalha o penis de Rafer entre eles ora ela chupa a enorme glande!! Rafer fita prazeirosamente a esposinha de seu melhor amigo fazendo reverencia sexual com a boca em seu músculo peniano!! Cintia não sabe daonde ela tirou tanta destreza e coragem prá aquela maravilhosa felação!! Tadeu nunca a incentivou na prática do sexo oral! Agora estava ela alí com aquele bandido acariciando seus cabelos ao mesmo tempo que dita o ritmo do vai-vem de sua cabeça no pau dele!! Rafer sabe que está sendo bandido, mas ele não podia deixar que o excesso de adrenalina enfartasse Tadeu, que se estafava em conseguir sua metas ao mesmo tempo deixava a bela Cintia negligenciada!! Assim Rafer sexualmente chantageou Elena para seduzir Tadeu!! Rafer sabia que homens precisam desse tipo de estímulo para dar um tempo no que estão fazendo. A traição masculina no casamento é pura higiene mental! Rafer já tinha pressentido a solidão de Cintia. Milagres acontecem!! Alí estava ela se esbaldando com sua pica na boca. Satisfeitíssima!! Rafer já sentia o vulcão formando em suas bolas. Gentilmente ele retirou sua tora da boca de Cintia onde ao redor e queixo brilhavam devido a mistura de saliva e fluídos dele! Balançando sua rola livre no ar ele deixou cair no rosto dela!! A pancada assustou Cintia, mas não o ato em sí. Cintia, a femea pressentia que a dominação do macho se iniciava!! O prazer dela estava em absorver toda a masculinidade, toda força física, toda a energia naquele ato viril. Cintia, portanto suspirou, semi-cerrou os olhos, lambeu os lábios enquanto sussurrava baixinho alguma coisa esperando apróxima rolada!! E veio não tão forte, pois o vulcão de Rafer começa o caminho de subida fazendo Rafer estremecer todo como um foguete em ascensção!! Cintia em sua ansia de abocanhar aquele pau balançante escorregou da cama caindo de joelhos mas garantindo o prêmio de ter toda a rola de Rafer em sua boca, onde a cabeçorra alojada na garganta disparou lavas de esperma interminavelmente!! Rafer gozava e gozava!! Cintia com os dedos de uma das mãos enfiada na xaninha e a outra espalmada no glúteo de Rafer empurrando-o de encontro ao seu rosto, consegui abocanhar o pau de Rafer pela base encostando o lindo queixinho em seu saco bolotudo e o arrebitado narizinho no baixo-ventre dele!! E O gozzo veio!! Veio como o primeiro gozo verdadeiro que um macho lhe dava!! Veio como o sinal de que ela aprisionava a alma de Rafer toda vez que ele lhe fizesse aquilo!! E Cintia queria aquilo muitas vezes mais!! O processo da dominação daquele macho maravilhoso seguia seu rumo. Cintia por alguns segundos desfalece encostada as pernas dele que ainda está com o pau enregicido dentro de sua boca!! Rafer tem a boca toda aberta se refazendo aspirando o máximo de ar que pode. Apesar do frio gotas de suor pingam de seu masculamente marcado rosto. Seu torax brilha de tanto suor! Rafer suavemente ergue Cintia e a carrega prá cama...(continua)

10:06 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

minha nora,minha cadela

sou um homem casado ex-militar com filhos e tudo que eu vou contar aconteceu alguns anos atrás;meu filho tinha uma namorada a dois anos ,uma menina muito gostosa (loira ,olhos verdes e um corpo maravilhoso),mas eu tinha pouco contato com ela, pois trabalho muito e chego tarde em casa,nos finais de semana ele ia para casa dela e ficava até segunda.um dia eu chego em casa e encontro meu filho com cara de aborrecido e triste,parei e decidi conversar para saber o que tinha acontecido,no inicio não quis me dizer mas consegui que me contasse.ele disse que a sua namorada tinha ido numa festa sozinha e ficado com outro cara,uma história meia longa que eu não vou contar agora,então certo que eu deveria ajuda-lo como pai me propus de conversar com ela e saber as razões já que ele estava muito nervoso com toda a situação pois poderia terminar tudo num impulso.pedi que não falasse nada para a sua mãe pois aquilo era assunto de homem.peguei o carro e fui até a casa dela,apertei a campainha e ninguem atendeu,já estava indo embora quando ela abre a porta e fica surpresa com a minha presença(e eu com ela pois estava só de biquini),eu secamente disse,precisamos conversar menina.ela estremeceu e pediu para entrar,ficamos na sala e eu perguntei se era certo ela sair com outro sendo namorada do meu filho,ela sentou e disse que estava cansada e nã era de ferro pois fazia dois anos que eles namoravam e meu filho não transava com ela pois queria casar com ela virgem e ela precisava era de um homem que resolvesse os problemas dela e não um menino,automaticamente enfie um tapa na cara dela e peguei seus cabelos pela nuca,coloquei meu pau para fora e disse,se tu quer homem então vai ter um agora,chupa cadela!ela instintivamente começou a chupar e lamber meu saco enquanto eu arrancava a parte de cima de seu biquini e apertava com força os seus seios ela dizia que estava doendo e eu mandava ela calar a boca e continua chupandoela mamava e lambuzava todo o meu saco então eu mandei ela parar e ficar de quatro pois eu ia comer o cu dela pois a buceta ela deveria guardar para o meu filho ai então eu a comeria ,ela ficou de quatro e eu fui até a cozinha e peguei a tigela da cachorinha dela e a coleira,voltei para a sala,dei uma surra de coleira na sua bunda depois mandei ela bater uma punheta para mim,gozei na tigela coloquei no chão e mandei ela lamber igual sua cadela,enquanto ela lambia eu comecei a me posicionar por trás e apontar meu pau para seu cuzinho virgem dei uma lambida e cuspi na entrada ,meti de uma só vez mas só entrou uma parte da cabeça,ela gritou, puxei seus cabelos e disse que podia gritar que eu não ia parar pois se era homem que ela queria ela ia ter,continue metendo e metendo quando eu estava pronto para gozar de novo ,meti meu pau na sua boca e comecei meu gozo acompanhado de uma boa mijada ,mandei beber tudo,ela se engasgou,engoliu se derramou,ficou toda lambuzada e urinada,me arrumei e disse para ela voltar e pedir perdão ao meu filho.hoje somos uma familia feliz.
se alguma menina maior de idade precisar de um pai severo me mande um email.

10:07 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

minha nora,minha cadela

sou um homem casado ex-militar com filhos e tudo que eu vou contar aconteceu alguns anos atrás;meu filho tinha uma namorada a dois anos ,uma menina muito gostosa (loira ,olhos verdes e um corpo maravilhoso),mas eu tinha pouco contato com ela, pois trabalho muito e chego tarde em casa,nos finais de semana ele ia para casa dela e ficava até segunda.um dia eu chego em casa e encontro meu filho com cara de aborrecido e triste,parei e decidi conversar para saber o que tinha acontecido,no inicio não quis me dizer mas consegui que me contasse.ele disse que a sua namorada tinha ido numa festa sozinha e ficado com outro cara,uma história meia longa que eu não vou contar agora,então certo que eu deveria ajuda-lo como pai me propus de conversar com ela e saber as razões já que ele estava muito nervoso com toda a situação pois poderia terminar tudo num impulso.pedi que não falasse nada para a sua mãe pois aquilo era assunto de homem.peguei o carro e fui até a casa dela,apertei a campainha e ninguem atendeu,já estava indo embora quando ela abre a porta e fica surpresa com a minha presença(e eu com ela pois estava só de biquini),eu secamente disse,precisamos conversar menina.ela estremeceu e pediu para entrar,ficamos na sala e eu perguntei se era certo ela sair com outro sendo namorada do meu filho,ela sentou e disse que estava cansada e nã era de ferro pois fazia dois anos que eles namoravam e meu filho não transava com ela pois queria casar com ela virgem e ela precisava era de um homem que resolvesse os problemas dela e não um menino,automaticamente enfie um tapa na cara dela e peguei seus cabelos pela nuca,coloquei meu pau para fora e disse,se tu quer homem então vai ter um agora,chupa cadela!ela instintivamente começou a chupar e lamber meu saco enquanto eu arrancava a parte de cima de seu biquini e apertava com força os seus seios ela dizia que estava doendo e eu mandava ela calar a boca e continua chupandoela mamava e lambuzava todo o meu saco então eu mandei ela parar e ficar de quatro pois eu ia comer o cu dela pois a buceta ela deveria guardar para o meu filho ai então eu a comeria ,ela ficou de quatro e eu fui até a cozinha e peguei a tigela da cachorinha dela e a coleira,voltei para a sala,dei uma surra de coleira na sua bunda depois mandei ela bater uma punheta para mim,gozei na tigela coloquei no chão e mandei ela lamber igual sua cadela,enquanto ela lambia eu comecei a me posicionar por trás e apontar meu pau para seu cuzinho virgem dei uma lambida e cuspi na entrada ,meti de uma só vez mas só entrou uma parte da cabeça,ela gritou, puxei seus cabelos e disse que podia gritar que eu não ia parar pois se era homem que ela queria ela ia ter,continue metendo e metendo quando eu estava pronto para gozar de novo ,meti meu pau na sua boca e comecei meu gozo acompanhado de uma boa mijada ,mandei beber tudo,ela se engasgou,engoliu se derramou,ficou toda lambuzada e urinada,me arrumei e disse para ela voltar e pedir perdão ao meu filho.hoje somos uma familia feliz.
se alguma menina maior de idade precisar de um pai severo me mande um email.

10:07 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

minha nora,minha cadela

sou um homem casado ex-militar com filhos e tudo que eu vou contar aconteceu alguns anos atrás;meu filho tinha uma namorada a dois anos ,uma menina muito gostosa (loira ,olhos verdes e um corpo maravilhoso),mas eu tinha pouco contato com ela, pois trabalho muito e chego tarde em casa,nos finais de semana ele ia para casa dela e ficava até segunda.um dia eu chego em casa e encontro meu filho com cara de aborrecido e triste,parei e decidi conversar para saber o que tinha acontecido,no inicio não quis me dizer mas consegui que me contasse.ele disse que a sua namorada tinha ido numa festa sozinha e ficado com outro cara,uma história meia longa que eu não vou contar agora,então certo que eu deveria ajuda-lo como pai me propus de conversar com ela e saber as razões já que ele estava muito nervoso com toda a situação pois poderia terminar tudo num impulso.pedi que não falasse nada para a sua mãe pois aquilo era assunto de homem.peguei o carro e fui até a casa dela,apertei a campainha e ninguem atendeu,já estava indo embora quando ela abre a porta e fica surpresa com a minha presença(e eu com ela pois estava só de biquini),eu secamente disse,precisamos conversar menina.ela estremeceu e pediu para entrar,ficamos na sala e eu perguntei se era certo ela sair com outro sendo namorada do meu filho,ela sentou e disse que estava cansada e nã era de ferro pois fazia dois anos que eles namoravam e meu filho não transava com ela pois queria casar com ela virgem e ela precisava era de um homem que resolvesse os problemas dela e não um menino,automaticamente enfie um tapa na cara dela e peguei seus cabelos pela nuca,coloquei meu pau para fora e disse,se tu quer homem então vai ter um agora,chupa cadela!ela instintivamente começou a chupar e lamber meu saco enquanto eu arrancava a parte de cima de seu biquini e apertava com força os seus seios ela dizia que estava doendo e eu mandava ela calar a boca e continua chupandoela mamava e lambuzava todo o meu saco então eu mandei ela parar e ficar de quatro pois eu ia comer o cu dela pois a buceta ela deveria guardar para o meu filho ai então eu a comeria ,ela ficou de quatro e eu fui até a cozinha e peguei a tigela da cachorinha dela e a coleira,voltei para a sala,dei uma surra de coleira na sua bunda depois mandei ela bater uma punheta para mim,gozei na tigela coloquei no chão e mandei ela lamber igual sua cadela,enquanto ela lambia eu comecei a me posicionar por trás e apontar meu pau para seu cuzinho virgem dei uma lambida e cuspi na entrada ,meti de uma só vez mas só entrou uma parte da cabeça,ela gritou, puxei seus cabelos e disse que podia gritar que eu não ia parar pois se era homem que ela queria ela ia ter,continue metendo e metendo quando eu estava pronto para gozar de novo ,meti meu pau na sua boca e comecei meu gozo acompanhado de uma boa mijada ,mandei beber tudo,ela se engasgou,engoliu se derramou,ficou toda lambuzada e urinada,me arrumei e disse para ela voltar e pedir perdão ao meu filho.hoje somos uma familia feliz.
se alguma menina maior de idade precisar de um pai severo me mande um email.

10:08 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!

10:08 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!

10:08 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!

10:08 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!

10:08 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!

10:08 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!

10:08 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!

10:08 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.

10:09 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.

10:10 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.

10:10 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.

10:10 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.

10:10 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.

10:11 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.

10:11 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

relato que vou fazer aconteceu depois de vários anos de relacionamento com a minha mulher, mas ainda me lembro da primeira vez.
Meu nome é Marcos, tenho 52 anos e sou casado com Mônica de 50.
Sempre nos relacionamos muito bem na cama e sentimos muito tesão um pelo outro e já transamos de todas as formas e sempre satisfazendo as nossas fantasias e desejos como sexo anal, e com o uso de vibradores que sempre passo no grelinho dela e a levo a gozos intensos.
Um dia comprei um lubrificante e quando fomos trepar depois de alisar bastante as coxas e a bunda dela que adoro, comecei a passar um pouco do lubrificante na xoxota dela e depois passei também no cuzinho e como estávamos vendo um filme erótico no qual a mulher transava com dois caras, ela estava bem excitada e abriu bem as pernas e sempre que tocava no cuzinho ela gemia e isso foi me incentivando e aos poucos comecei a introduzir o dedo até que o enfiei todo e fiquei metendo com o dedo e ela gemia demonstrando muito tesão, depois comecei a alisar a xoxota dela e preparei o vibrador que aos poucos fui introduzindo na xoxota e depois de algum tempo ela começou a se contorcer e tremer e gozou gemendo alto.
Para meu deleite depois ela se virou de bruços e comecei a lamber a bunda dela e meu pau ficou duro a ponto de doer e passei bastante gel nele e comecei a penetrar aquele cuzinho maravilhoso.
Meu pau foi deslizando aos poucos até que fiquei todo dentro dela e comecei a meter bem devagar.
Mônica empinava a bunda a cada metida e com isso meu pau entrava até o fim me fazendo sentir uma sensação maravilhosa. Fui enlouquecendo de tesão e meu pau ficando mais duro ainda até que não resisti e comecei a gozar e à medida que gozava ela empinava ainda mais a bunda. Ela foi perfeita e me levou a um gozo enorme, pois sentia minha porra esguichar dentro dela a cada metida.
Gozei tanto que quando ela se levantou escorreu um monte de porra pelas pernas dela que ela teve que tomar outro banho.
Um dia comprei uma revista masculina que aparecia uns anúncios de produtos eróticos e ela ficou olhando um tempão e eu perguntei se ela gostaria de visitar uma sexshop e ela disse que achava que iria ficar inibida, mas depois aceitou e alguns dias depois, fomos a uma, e por sorte nossa estava vazia e a vendedora era bem simpática e deixei Mônica conversando com ela e fiquei olhando os produtos.
Ficamos um bom tempo na loja até que Mônica me chamou dizendo que tinha escolhido umas coisinhas e que era para eu para pagar e perguntei o que ela tinha comprado e ela disse que em casa me mostraria e fez uma cara de sacana.
Na volta para casa ela passou a mão no meu pau e disse que era para eu me preparar, pois estava bem acesa e meu pau ficou duro na hora.
Assim que chegamos fui preparar uns drinques e ela disse que tomaria um banho.
Quando cheguei no quarto ela já havia colocado um filme erótico e estava deitada somente de calcinha preta.
Meu pau já estufava minha calça e tomei um banho rápido e voltei para perto dela.
Não imaginei o que aconteceria naquele dia e depois de tomarmos o drinque, ela puxou minha toalha começou a alisar meu pau que latejava de tesão e começou a chupá-lo bem devagar.
Depois de chupar ela falou bem baixinho ao meu ouvido para eu deitar de bruços e assim que o fiz ela veio por cima de mim e começou a lamber minhas costas e logo passou para minha bunda e ficou me lambendo bem devagar até que começou a lamber entre minhas nádegas é senti a língua dela rodeando meu cu e depois tentando enfiar. O tesão que eu senti era enorme e fiquei aproveitando aquele momento até que senti um dedo entre minhas nádegas e logo ele começou a abrir caminho no meu cu e ela foi enfiando o dedo bem devagar a exemplo de como faço com ela e ela cochichou ao meu ouvido:
- Vou comer você!
E começou a enfiar o dedo enquanto com a outra mão me punhetava devagar.
Depois de um tempo segurei a mão dela fazendo parar de me punhetar, pois iria acabar gozando e ela pediu continuou metendo o dedo no meu cu até que foi retirando devagar e vi quando ela mexia em algo e comecei a sentir uma pressão maior no meu cu. Ela estava colocando um pequeno pênis que aos poucos foi entrando até que senti ele todo dentro de mim.
Mônica estava com tanto tesão que eu podia sentir a respiração ofegante dela à medida que metia o pênis em mim.
Deixei ela aproveitar bastante até que falei que precisava meter e ela retirou o pênis e ficou de quatro e não perdi tempo e comecei a esfregar a cabeça do pau no rabo dela e para minha surpresa assim que comecei a enfiar notei que já estava lubrificado e engoliu o meu pau sem muita dificuldade e enfiei até ficar somente o saco de fora.
Comecei a meter com força e segurei ela por baixo dos ombros e a medida que metia ela rebolava e não demorou comecei a gozar e senti perfeitamente o cuzinho dela apertando meu pau a cada metida.
Foi uma gozada memorável dessas que a gente fica curtindo um tempão.
Depois que meti Mônica foi ao banheiro e quando voltou deitou-se e costas então perdi tempo e comecei a lamber e chupar a xoxota dela que estava bem depiladinha ao redor deixando apenas os grandes lábios aparecendo e logo começou a ficar molhada e em pouco tempo ela começou a gemer e eu apanhei o vibrador e coloquei nela e a medida que ele vibrava ela gemia e respirava ofegante até que começou a rebolar e segurou minha mão e começou a gozar num grande frenesi.
Ficamos deitados olhando um para o outro e ela me perguntou se eu tinha gostado, pois ela disse que tinha essa fantasia há um tempão desde que viu num desses filmes a mulher meter num homem fortão um pênis e ele gozou com o pau no rabo e com ela chupando ele. Eu disse que tudo havia sido perfeito e ainda nos beijamos antes de tomarmos um drinque.
Um dia voltei a sexshop e depois de examinar vários vibradores comprei um que era idêntico a um pênis porém maior e mais grosso do que o que tínhamos e vibrava muito.
Quando cheguei em casa tratei de escondê-lo para uma ocasião especial.
No sábado ficamos na piscina e Mônica me pediu para preparar uma caipirinha e a atendi e ficamos bebericando e jogando conversa fora. Depois de algum tempo a bebida começou a fazer efeito e ela se aproximou e me deu um longo beijo o que fez com que meu pau logo começasse a endurecer.
Depois ela se deitou de costas e puxou o biquíni para o rego e ficou com a bunda toda exposta na minha frente.
Sentei-me perto dela e comecei a alisar suas coxas e bunda e não demorou ela disse que seria melhor irmos para o quarto e subimos.
Ela tomou um banho e foi a minha vez e fiquei o tempo todo de pau duro.
Quando saí ela estava deitada e com uma cara de sacana e assim que fiquei ao seu lado ela me puxou e disse que tinha colocado um filme e que eu podia ver um pouco e começou a me alisar.
Logo vi que ela estava muito excitada e depois de algumas chupadas ela parou e me pediu par deitar de bruços.
Meu coração disparou, pois imaginei que ela fosse repetir o que fizera na vez anterior e que me dera muito tesão, mas ela se aproximou do meu ouvido e disse que tinha outra surpresa e começou a lamber minha bunda e logo sua língua procurava meu cu. Ela ficou passando a língua ao redor dele e depois olhei com o canto dos olhos e vi que ela se preparava para passar um lubrificante no meu rabo e depois começou a enfiar o dedo devagar e logo enfiava até o fim enquanto lambia minha bunda.
Meu pau pulava de tesão e de repente ela pediu para eu ficar deitado e que fechasse os olhos e obedeci.
Notei que ela se movimentava atrás de mim e de repente senti algo forçando a entrada do meu cu e imaginei que seria o pênis que ela usara outro dia, mas a medida que ela empurrava senti que desta vez algo forçava mais o meu cu e ela empurrou mais um pouco senti que estava começando a entrar e para minha surpresa ela se deitou sobre mim e me segurou por baixo dos braços como eu faço quando a enrabo e empurrou mais um pouco e senti meu cu se abrindo a medida que ela empurrava e ela falou bem baixinho:
- Agora eu também tenho um pau para enrabar o meu querido.
E dizendo isso empurrou mais e se afastou para olhar e depois me falou:
- Pronto, ele está todinho dentro!
E começou a fazer os movimentos de vai e vem.
Eu estava entregue. O tesão que eu estava sentindo fazia com que meu pau doesse cada vez que roçava na cama e ela começou a dizer que estava adorando me enrabar e se afastou e me segurou pelos ombros e eu sentia o pau quase sair e depois entrar de novo bem fundo e comecei a gozar.
Ela notou e ficou me beijando no pescoço até eu terminar eu gozo.
Quando terminei soltei meu corpo e ela foi retirando lentamente o pau do meu rabo e eu fiz um gesto para ela vir para minha frente e ela ficou em pé e pude ver que ela usava uma cinta com um pau menor do que o meu acoplado.
Ela me jogou um beijo e entrou no banheiro.
Quando ela voltou foi a minha vez e quando voltei ela estava deitada de costas com as pernas abertas e fui até o armário e apanhei o vibrador que tinha comprado e o trouxe escondido para a cama e comecei a alisar a xoxota dela que mesmo depois de lavada estava toda melada e comecei a brincar com o grelinho que estava durinho e inchado.
Depois de excitá-la bastante foi a minha vez de dizer que também tinha uma surpresa para ela e peguei o vibrador e comecei a passar na xoxota dela bem de leve.
Ela perguntou:
- O que é a surpresa?
E respondi:
- Você logo vai ver.
E comecei a enfiar um pouco mais o vibrador e pude ver como era bem mais grosso que o outro, pois a xoxota dela começou a se abrir deixando o grelo todo exposto e ela disse:
- Nossa!
E abriu mais as pernas e falei:
- Isso abre bem essas coxas gostosas que esse é um pouquinho mais grosso e maior.
E ela obedeceu e o vibrador começou a entrar lentamente e a medida que entrava ela gemia e eu perguntei:
- Está bom?
E ela quase sem voz balançou a cabeça afirmativamente.
Continuei a enfiar devagar, mas ela segurou minha mão e segurou o vibrador e disse:
- É bem grosso!
E foi enfiando até que para meu espanto sumiu todo dentro dela.
Mônica começou a rebolar como nunca tinha feito antes e começou também a gemer e pediu:
- Liga!
Quando o vibrador começou a funcionar dava para escutar o motor de tanto que vibrava e ela começou a tirar até quase sair e depois enfiava até o fim.
Senti meu pau começando a endurecer de novo e fiquei admirando ela metendo aquele pirocão na xoxota e se deliciando.
Cada vez que ela o tirava vinha todo melado com a porra dela e dava para ver a xoxota bem aberta até que numa dessas vezes ela enfiou e ficou rebolando e começou a gemer dizendo que estava gozando.
Ela tremia e rebolava até que tirou o vibrador e o jogou ainda ligado na cama e cobriu o rosto com as mãos.
Desliguei o vibrador e fui ao banheiro lavá-lo.
Quando voltei meu pau estava duro de novo e ela me olhou e disse:
- Quer comer o cuzinho?
Fiz que sim e ela ficou de quatro passei a pica na xoxota para lubrificar e coloquei na entrada do cuzinho dela comecei a empurrar.
Quando meu pau começou a entrar o senti sendo envolvido e a medida que ia entrando ele ficava ainda mais duro. Quando enfiei tudo segurei Mônica pela cintura e comecei a meter e para minha surpresa a cada metida meu pau ficava mais sensível e não demorou senti que estava no limite e comecei a gozar e não parava mais. Gozei com o pau todo enfiado e quase sem me mexer. Minhas pernas tremiam. Gozara como nunca, pois raramente em minha vida gozava duas vezes e me deixei cair na cama e agradeci a Mônica pelo imenso prazer que havia me proporcionado.
Depois de descansarmos um pouco perguntei a ela se havia gostado da surpresa e ela disse que adorou, mas que como era muito grosso ela sentia que a xoxota tinha ficado um pouco aberta depois mas que tinha sido delicioso e diferente.
Nossas trepadas continuavam maravilhosas e cada vez arrumávamos um jeito de inovar e um dia apanhei um dvd do tipo sado e o casal foi visitar um local onde havia uns shows e acabaram aceitando o convite de um stripper que os levou a um ambiente onde haviam mulheres e homens transando e duas delas estavam sentadas amarradas e uma usava uma venda nos olhos.
Dois homens, um negro e um moreno altos e fortes balançavam seus paus grandes e grossos na frente delas e de vez em quando batiam em seus rostos com os paus.
Mônica assistia a tudo com atenção até que um dos homens apanhou um vibrador parecido com o que eu tinha comprado, porém este tinha um outro pênis menor acoplado a ele que era regulável e ficava preso no pau maior por uma espécie de garra que o cara podia movimentar para frente e para trás e Mônica comentou que devia ser gostoso, pois ele ficava acoplado e roçava o grelo e como ficava acoplado ao pau maior vibrava também.
As mulheres foram fodidas de todas as maneiras possíveis e às vezes por dois homens e também com um metendo e com o vibrador enfiado nelas.
Mônica começou a se masturbar lentamente até que me mandou olhar para a xoxota para ver como o grelinho estava duro e de fato estava parecendo bem inchado e ela disse que estava bom para usar aquele maior que deixa o grelo bem de fora e logo me preparei para apanhar, mas ela disse que antes queria me fazer um carinho para aumentar ainda mais o tesão dela e começou a me beijar e depois foi descendo e começou a chupar e punhetar meu pau e começou suavemente a empurrar meu corpo e entendi que era para eu virar de bruços e ela logo começou a lamber minha bunda e em pouco tempo enfiava a língua no meu cu.
Ela parou um pouco e cochichou no meu ouvido:
- Vou comer você todinho!
Meu pau começou a inchar ainda mais e a latejar e quase não acreditei no que ouvi:
- Fica de quatro!
E bem devagar me coloquei como ela pediu e ela começou a lamber meu cu e depois começou a passar um gel e enfiou um dedo e depois senti dois dedos me penetrando e olhei para trás a vi em pé atrás de mim ajeitando algo e logo entendi que ia ser enrabado.
Mônica pediu para eu me abaixar um pouco e logo senti o pênis roçando meu cu até que ela se posicionou e senti meu cu sendo invadido e aos poucos ela foi me penetrando até que senti que o pênis estava todo dentro de mim.
Mônica veio por cima de mim e me segurou por baixo dos ombros e ficou literalmente montada em mim e começou a meter.
Ela começou a falar umas coisas como a dizer que eu era o tesão dela e que estava adorando meu cu e que agora ela era meu macho e que iria gozar no meu rabo e me comeu bastante e disse que agora era a minha vez e tirou pau do meu rabo e tirou a cinta e ficou de quatro.
Eu sentia meu cu aberto e ardendo, mas meu pau latejava de tão duro e depois de esfregar na xoxota dela passei um pouco de gel nele e o posicionei no cu dela e logo comecei a empurrar.
Não demorou meu pau começou a deslizar para dentro do cu dela e assim que senti que estava todo dentro comecei a meter com força. No filme os caras a medida que metiam davam tapas nas mulheres, nos rostos, nos peitos e nas nádegas e para minha surpresa Mônica pediu que eu fizesse como o cara e dei um tapa em cada nádega dela que gemeu e pediu para eu bater forte e assim o fiz.
A bunda dela ficou vermelha e senti um tesão enorme com isso e ela continuava pedindo que batesse e metesse forte meti com força enquanto dava tapas na bunda dela que agora apareciam traços de sangue e gozei profundamente.
Mônica se deitou quase imediatamente de costas e pediu que a fodesse com o vibrador maior e passei bastante gel nele e comecei a penetrá-la e aos poucos fui enterrando o vibrador nela que se rebolava para facilitar a penetração.
Ela segurou o pau e começou a meter com ele e fiquei assistindo ela rebolar com o pau todo enterrado na xoxota.
Dali a pouco tempo ela começou a gemer alto e começou a tirar o pau e a meter de novo enquanto se rebolava até que gemeu alto e disse que estava gozando.
Ela ainda ficou com o pau enfiado um tempão até começar a tirar.
Ela cobriu o rosto com o travesseiro e ficou ainda gemendo dizendo que o grelo dela ainda se mexia e de fato a xoxota dela fazia umas contrações.
A partir daí, ficamos adeptos dessa nova forma de transar e der vez em quando ela quando está no auge da excitação começa a alisar minha bunda e diz que ela é dela e começa a me lubrificar e diz que quer ser meu homem e comer meu cuzinho e me penetra com o pênis. Uma vez ela colocou a cinta e me pediu para chupar o pênis dela que ela queria ficar me olhando enquanto chupava e atendi o desejo dela.
Eu a como de todas as formas e de todos os jeitos também e ela atende a todos os meus caprichos.
Um dia enquanto assistíamos a um dvd em que a mulher era duplamente fodida, tomei coragem e perguntei a ela se ela não achava que devia ser gostoso ser fodida assim e ela pensou um pouco e disse que talvez fosse e senti tesão em pensar nisso.
Um dia comprei uma revista masculina e li um anuncio de uma boate onde acontecem shows variados com strippers e até com sexo ao vivo e mostrei a ela e perguntei se não gostaria de ir e ela disse que se eu quisesse tudo bem e comprei entradas para uma sexta feira.
Quando nos aprontávamos para sair, Mônica disse que tinha passado o dia pensando nisso e que estava muito acesa e logo entendi.
Chegamos na boate as 21:00 hs. O ambiente era bonito com um palco e mesas dispostas ao redor com uns bancos laterais largos e acolchoados próximos as mesas.
Tomamos uns drinques e ficamos mais a vontade. O show começou as 22:00hs e restavam poucas mesas vazias.
Os strippers eram fortes e tinham o corpo bem definido as custas de muita ginástica e usavam minúsculas sungas.
Depois de dançarem por uns 15min, começaram a tirar as sungas e revelaram enormes picas que balançavam ao som das musicas. Mônica puxou meu braço e disse:
- O pau daquele cara é enorme!
De fato o pau do cara era bem grande e igualmente grosso e quando terminou a música eles passaram ao nosso lado e deu para ver bem de perto todos eles e de fato tinham paus enormes e duros.
Estávamos conversando quando vimos um movimento ao nosso lado. Era um casal que se sentou em um dos bancos e começava a se alisar e aos poucos foram tirando a roupa até que ela ficou de calcinhas e ele de sunga e dava para ver o enorme volume do pau do cara.
Ficaram se alisando até que ele começou a chupar os seios da mulher e depois começou a tirar a calcinha dela deixando-a inteiramente nua.
Depois foi a vez dela tirar a sunga dele e revelou um pau bem grosso e duro.
Cenas parecidas com essa aconteciam em outro bancos e olhávamos ora para um ora para outro mas nos fixamos no que estava próximo a nós que agora se preparavam para trepar e a mulher aos poucos foi se ajeitando sobre o cara e segurou o pau dele e colocou na xoxota dela e foi descendo sobre o cara e vimos o pau dele sumir dentro dela. Meu pau também estava duro e tive que ajeitá-lo. A mulher agora subia e descia no pau do cara e dava para ver a xoxota dela toda aberta, pois ela estava deitada sobre ele.
Mônica nem piscava e imaginava como estaria a xoxota dela e as demais que ali estavam.
Depois de meter bastante o cara parecia que ia gozar e de fato começou a gemer até que a mulher ficou deitada imóvel sobre ele e depois foi saindo de cima dele lentamente e vimos escorrer uma quantidade enorme de porra quando ela levantou.
Todos aplaudiram e depois entraram uns caras todos de branco e retiraram os bancos.
Meu pau estava muito duro e sentia escorrer aquele líquido que precede a foda.
Aproximei-me de Mônica e perguntei:
- Como está a minha xoxota, molhadinha?
E ela fez que sim com a cabeça. Minha vontade era de meter ali mesmo.
Achamos que o show tinha terminado, mas as luzes ficaram novamente fracas e entraram vários caras que foram se sentando em cadeiras vazias que estavam nas mesas. Como todos vestiam roupas iguais, calça branca e camiseta sem mangas deduzimos que eram do show.
De repente vimos um cara se aproximar e puxar uma cadeira da nossa mesa e reconheci logo, pois era o cara que Mônica havia falado que tinha pau grande.
Ele se sentou e colocou um papel a nossa frente que dizia: Caso concordem, podemos continuar o show e nos entregou duas fichas, sendo uma verde e outra vermelha e apanhei a verde e ele sorriu e entregou para um cara que logo trouxe uma espécie de tapume e colocou ao lado da nossa mesa e ela ficou indevassável. Olhei em volta e vários outros estavam sendo colocados.
Começou a tocar uma musica sensual e o cara colocou uma espécie de bacia sobre a mesa e começou a tirar a camiseta bem devagar e assim que terminou a jogou sobre uma cadeira e passou a tirar o cinto e ficou em pé esperando e como Mônica ficou parada, ele segurou a mão dela e colocou na calça e começou a empurrá-la para baixo até que a calça caiu no chão.
Ele estava usando uma minúscula sunga transparente que deixava o pau todo a mostra e parecia ainda maior agora.
Novamente ele segurou a mão de Mônica e desta vez a colocou no pau dele. Ela me olhou meio assustada e sorri, então ela deixou a mão parada, mas o cara a segurou e colocou na cintura e começou a tirar a sunga e colocou a mão dela no lado que estava mais baixo e ela entendeu e começou a abaixar a sunga dele e quando chegou no pau ela parou e ele segurou novamente a mão dela e a forçou para baixo.
O enorme pau do cara começou a ficar de fora e quando a sunga finalmente desceu, o pau dele deu um pulo e ficou ereto a nossa frente.
Era um pau enorme, grosso com uma glande brilhante e com veias por toda extensão.
Mônica não tirava os olhos dele e o homem rapidamente segurou a mão dela e colocou no pau dele e ficou segurando e começou a fazer com que ela tocasse uma lenta punheta nele.
Meu pau agora saltava dentro da calça vendo aquela cena. Minha mulher estava punhetando um pau enorme na minha frente.
À medida que ela fazia os movimentos o pau aumentava ainda mais até que de repente ele segurou a mão dela e tirou do pau dele que agora dava uns saltos e colocou as duas mãos para trás e fechou os olhos.
Achei estranho e fiquei olhando para o cara que parecia bem concentrado e olhei para o pau dele que estava duro como uma estaca e de repente o cara começou retesar os músculos e para nosso espanto começou a gozar.
O primeiro jato de esperma atingiu a bacia em cheio e depois vieram outros. Foi uma cena incrível, pois o cara estava gozando sem tocar no pau, e gozou bastante.
Aos poucos ele foi relaxando, mas o pau ainda continuava duro e com um filete de esperma pendurado.
Ele sorriu para nós e começou a se vestir. Fiquei impressionado com o que tinha acabado de ver.
Meu pau doía de tanto tesão.
Mônica disse que ia ao banheiro e assim que se afastou uma moça usando um crachá da boate se aproximou e perguntou se tínhamos gostado do show e eu disse que tinha sido ótimo e ela falou que teriam outros e que iam ficando mais quentes a medida que o tempo passava e que se quiséssemos ficar, outras opções de fichas seriam apresentadas e perguntei que tipo de show viriam e ela disse que não poderia revelar pois a surpresa faz parte da festa e eu disse que iria aguardar minha mulher que tinha ido ao banheiro e ela disse que voltaria.
Assim que Mônica chegou expliquei o que tinha acabado de ouvir e ela disse que não sabia o que dizer e que dependia de mim e fiquei numa encruzilhada, mas estava louco para descobrir o que viria e disse a ela que ficaria e ela disse que tudo bem.
Não demorou, a moça voltou e quando disse que ficaríamos, ela nos apresentou um papel que dizia: Você irá assistir ao que há de mais erótico e inclui sexo. Caso concorde em ficar apanhe a ficha rosa e entregue a moça a sua frente.
Não pensei muito e entreguei a tal ficha a ela.
Pouco tempo depois às luzes ficaram mais fracas e apareceram dois homens que colocaram mais duas divisórias em volta de nossa mesa e de um sofá e ficamos ilhados.
Apareceu uma mulher com um corpo escultural usando apenas uma tanga e se aproximou de Mônica e segurou seu rosto e começou a esfregar os seios que estavam com os bicos parecendo uma chupeta de tão duros no rosto dela e colocou um deles na boca de Mônica que parecia não saber o que fazer.
A mulher começou a pressionar o seio contra a boca de Mônica e ela abriu um pouco os lábios e a mulher ficou esfregando os bicos dos seios no rosto e boca de Mônica que já aparentava estar com muito tesão. Ela começou a alisar os seios de Mônica que logo segurou suas mãos, mas a mulher retirou sua mão e continuou alisando e desta vez ela permitiu e os seios de Mônica logo endureceram e começaram a marcar a blusa.
A mulher segurou novamente o rosto de Mônica e se afastou e veio em minha direção e para meu espanto começou a fazer o mesmo comigo. Os seios dela eram muito duros e achei que eram de silicone, mas depois pude atestar que não.
Eu fiquei meio sem jeito, pois Mônica apenas olhava até que deu um sorriso e me acalmei.
Dois homens usando apenas calças brancas se aproximaram e um deles se sentou enquanto o outro foi se aproximando lentamente de Mônica e segurou-a pela mão fazendo com que se levantasse.
O cara era bonito e forte e senti logo uma ponta de ciúmes, mas o pior ainda estava por vir.
O cara segurou as mãos dela e fez com que ela alisasse seu tórax e barriga que eram esculpidos em academia e aos poucos foi abaixando as mãos dela até que tocaram no pau dele.
Nesse momento a mulher começou a alisar meu pau e fiquei confuso, pois o tesão era enorme, mas o ciúme também e eu estava com medo do que poderia vir e nesse meio tempo chegaram dois drinques que logo comecei a tomar.
Olhei para Mônica e vi que ela passava a mão no pau do cara que fazia um grande volume e meu coração deu um salto quando ele começou a desabotoar a calça que foi descendo até deixar a sunga à mostra.
A mulher agora começou a desabotoar a minha calça e como estava puto, pois Mônica estava concordando com a sacanagem ajudei levantando o corpo e arriei minhas calças até os joelhos.
A mulher colocou a mão por baixo da minha cueca e tocou meu pau e começou a passar o dedo na glande que estava toda melada e comecei a me segurar para não gozar.
Eu já estava arrependido em ter aceitado continuar a ver o show, mas agora era tarde e vi quando o cara começou a tirar a sunga e virei o rosto.
Levei um susto quando a mulher se abaixou e colocou meu pau na boca e começou a mamar bem devagar. Ela sugava às vezes a glande e isso fez com que eu me retesasse todo.
Resolvi olhar com o canto do olho exatamente no momento que Mônica começava a chupar o pau do cara que era bem grosso que mal cabia em sua na boca.
Nisso o cara que estava sentado ficou em pé e começou a tirar a calça e rapidamente ficou nu com um pau também grande bem duro.
Minha cabeça estava a mil, pois o cara começava a despir Mônica e a mulher agora chupava e punhetava meu pau que nunca esteve tão duro.
A calça de Mônica já estava no meio das coxas e o cara começou a puxar a calcinha dela que logo foram caindo e quando o cara olhou para a bunda grande e arrebitada dela enfiou o rosto por entre as nádegas e a agarrou pela cintura.
Mônica estava se revelando uma puta, pois começou a mexer os quadris enquanto chupava o outro cara.
A mulher parou de chupar meu pau e começou a se posicionar para sentar no meu pau e segurou meu pau e senti que estava ajeitando no cu, pois estava muito apertado, mas ela começou a mexer a bunda e senti meu pau entrando apertado no rabo dela.
Olhei para Mônica e meu coração disparou, pois um cara estava sentado e ela começava a se ajeitar sobre ele e o outro segurava o pau e veio por trás dela. Ela ia ser duplamente penetrada e eu não sabia o que fazer.
Agora meu pau estava todo enterrado no rabo da mulher que se mexia bem devagar subindo e descendo. Ela tinha um cu quente e apertado.
Olhei de novo para Mônica e vi quando o cara de trás começava a fazer os movimentos de vai e vem e não tive mais dúvidas. Os dois estavam metendo nela que parecia estar gostando, pois apenas gemia, mas mexia os quadris.
Resolvi segurar a mulher pela cintura e comecei a meter com força estimulado pela visão da minha mulher sendo fodida por dois homens na minha frente.
Senti meu pau inchando dentro do cu da mulher e senti que não ia demorar para gozar e nisso ouvi os gemidos do cara que estava fodendo o rabo da minha mulher.
O cara começou a dar tapas na bunda de Mônica que agora gemia mais alto.
Ao mesmo tempo a mulher passou a rebolar no meu pau com mais força e comecei a gozar e ela subia e descia ao mesmo tempo e eu não conseguia pensar mais em nada.
Ainda ouvia os gemidos de Mônica e olhei para ela justamente no momento em que o cara retirava o pau do cu dela que estava aberto com um monte de porra escorrendo.
A mulher foi saindo de cima de mim lentamente deixando o meu pau todo melado e pulsando.
Olhei para minha mulher que estava deitada no sofá e sentei ao seu lado e ela segurou minha mão e começou a chorar.
Deixei ela chorar um pouco e depois ela começou a falar dizendo que as coisas foram acontecendo e que realmente estava muito excitada, mas que nunca tinha pensado em trepar com outra pessoa e ainda mais com dois ao mesmo tempo e eu para consolara disse que também tinha transado sem pensar, mas que enfim já acontecera e que não iria deixar de gostar dela mesmo e ela disse o mesmo e nos vestimos e logo depois fomos embora.
Chegamos em casa e tomamos um bom banho e fomos dormir.
Uns dois meses depois, quando estávamos nos preparando para dar uma trepada, esperei Mônica ficar bem excitada e comecei a puxar assunto do show e falei que quando assisti ela transando com os dois caras fiquei puto e com ciúmes mas apesar disso, meu pau ficou muito duro e meu coração disparou e ela disse que sentiu o mesmo quando me viu metendo com a mulher e perguntei o que ela sentia quando pensava nisso e enquanto falava esfregava o grelinho dela que já estava num grau de excitação grande e ela depois de ficar um pouco calada disse que ficava excitada.
Ao ouvir isso meu pau que já estava duro, começou a doer de tanto tesão e continuei falando sobre o assunto e perguntei se ela faria de novo e ela disse que achava que não porque ficou com drama de consciência além de ter ficado toda ardida.
Apanhei o vibrador maior que ela me pede para usar quando está muito excitada e comecei a passar na xoxota e ela logo abriu bem as pernas e comecei e enfiar bem devagar, mas quando estava quase no meio ela segurou minha mão e o enterrou todo a medida que suspirava.
Comecei a meter com ele e um pouco depois ela pediu para eu comer o cuzinho dela com o vibrador e ficou de quatro. Passei bastante gel no pau e no cuzinho dela e comecei a meter bem devagar, pois estava muito apertado por causa do vibrador e quando consegui enfiar o pau todo ela ligou o vibrador e a sensação que passei a sentir foi muito boa.
Enquanto metia ela falou:
- Pronto estou sendo duplamente fodida!
E perguntei:
- Está gostoso?
E ela respondeu que estava ótimo.
A vibração no meu pau estava me dando um tesão enorme e falei que não ia demorar para gozar e ela falou que também e em pouco tempo senti meu pau dilatando e ao mesmo tempo ela começou a tremer e a rebolar e disse que estava gozando e tive que agarrá-la pela cintura para que o pau não saísse do rabo dela e explodi num gozo incrível .
Passamos a incluir essa modalidade nas nossas trepadas e de vez em quando eu enrabo Mônica com o vibrador na xoxota e gozamos muito.

7:57 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

relato que vou fazer aconteceu depois de vários anos de relacionamento com a minha mulher, mas ainda me lembro da primeira vez.
Meu nome é Marcos, tenho 52 anos e sou casado com Mônica de 50.
Sempre nos relacionamos muito bem na cama e sentimos muito tesão um pelo outro e já transamos de todas as formas e sempre satisfazendo as nossas fantasias e desejos como sexo anal, e com o uso de vibradores que sempre passo no grelinho dela e a levo a gozos intensos.
Um dia comprei um lubrificante e quando fomos trepar depois de alisar bastante as coxas e a bunda dela que adoro, comecei a passar um pouco do lubrificante na xoxota dela e depois passei também no cuzinho e como estávamos vendo um filme erótico no qual a mulher transava com dois caras, ela estava bem excitada e abriu bem as pernas e sempre que tocava no cuzinho ela gemia e isso foi me incentivando e aos poucos comecei a introduzir o dedo até que o enfiei todo e fiquei metendo com o dedo e ela gemia demonstrando muito tesão, depois comecei a alisar a xoxota dela e preparei o vibrador que aos poucos fui introduzindo na xoxota e depois de algum tempo ela começou a se contorcer e tremer e gozou gemendo alto.
Para meu deleite depois ela se virou de bruços e comecei a lamber a bunda dela e meu pau ficou duro a ponto de doer e passei bastante gel nele e comecei a penetrar aquele cuzinho maravilhoso.
Meu pau foi deslizando aos poucos até que fiquei todo dentro dela e comecei a meter bem devagar.
Mônica empinava a bunda a cada metida e com isso meu pau entrava até o fim me fazendo sentir uma sensação maravilhosa. Fui enlouquecendo de tesão e meu pau ficando mais duro ainda até que não resisti e comecei a gozar e à medida que gozava ela empinava ainda mais a bunda. Ela foi perfeita e me levou a um gozo enorme, pois sentia minha porra esguichar dentro dela a cada metida.
Gozei tanto que quando ela se levantou escorreu um monte de porra pelas pernas dela que ela teve que tomar outro banho.
Um dia comprei uma revista masculina que aparecia uns anúncios de produtos eróticos e ela ficou olhando um tempão e eu perguntei se ela gostaria de visitar uma sexshop e ela disse que achava que iria ficar inibida, mas depois aceitou e alguns dias depois, fomos a uma, e por sorte nossa estava vazia e a vendedora era bem simpática e deixei Mônica conversando com ela e fiquei olhando os produtos.
Ficamos um bom tempo na loja até que Mônica me chamou dizendo que tinha escolhido umas coisinhas e que era para eu para pagar e perguntei o que ela tinha comprado e ela disse que em casa me mostraria e fez uma cara de sacana.
Na volta para casa ela passou a mão no meu pau e disse que era para eu me preparar, pois estava bem acesa e meu pau ficou duro na hora.
Assim que chegamos fui preparar uns drinques e ela disse que tomaria um banho.
Quando cheguei no quarto ela já havia colocado um filme erótico e estava deitada somente de calcinha preta.
Meu pau já estufava minha calça e tomei um banho rápido e voltei para perto dela.
Não imaginei o que aconteceria naquele dia e depois de tomarmos o drinque, ela puxou minha toalha começou a alisar meu pau que latejava de tesão e começou a chupá-lo bem devagar.
Depois de chupar ela falou bem baixinho ao meu ouvido para eu deitar de bruços e assim que o fiz ela veio por cima de mim e começou a lamber minhas costas e logo passou para minha bunda e ficou me lambendo bem devagar até que começou a lamber entre minhas nádegas é senti a língua dela rodeando meu cu e depois tentando enfiar. O tesão que eu senti era enorme e fiquei aproveitando aquele momento até que senti um dedo entre minhas nádegas e logo ele começou a abrir caminho no meu cu e ela foi enfiando o dedo bem devagar a exemplo de como faço com ela e ela cochichou ao meu ouvido:
- Vou comer você!
E começou a enfiar o dedo enquanto com a outra mão me punhetava devagar.
Depois de um tempo segurei a mão dela fazendo parar de me punhetar, pois iria acabar gozando e ela pediu continuou metendo o dedo no meu cu até que foi retirando devagar e vi quando ela mexia em algo e comecei a sentir uma pressão maior no meu cu. Ela estava colocando um pequeno pênis que aos poucos foi entrando até que senti ele todo dentro de mim.
Mônica estava com tanto tesão que eu podia sentir a respiração ofegante dela à medida que metia o pênis em mim.
Deixei ela aproveitar bastante até que falei que precisava meter e ela retirou o pênis e ficou de quatro e não perdi tempo e comecei a esfregar a cabeça do pau no rabo dela e para minha surpresa assim que comecei a enfiar notei que já estava lubrificado e engoliu o meu pau sem muita dificuldade e enfiei até ficar somente o saco de fora.
Comecei a meter com força e segurei ela por baixo dos ombros e a medida que metia ela rebolava e não demorou comecei a gozar e senti perfeitamente o cuzinho dela apertando meu pau a cada metida.
Foi uma gozada memorável dessas que a gente fica curtindo um tempão.
Depois que meti Mônica foi ao banheiro e quando voltou deitou-se e costas então perdi tempo e comecei a lamber e chupar a xoxota dela que estava bem depiladinha ao redor deixando apenas os grandes lábios aparecendo e logo começou a ficar molhada e em pouco tempo ela começou a gemer e eu apanhei o vibrador e coloquei nela e a medida que ele vibrava ela gemia e respirava ofegante até que começou a rebolar e segurou minha mão e começou a gozar num grande frenesi.
Ficamos deitados olhando um para o outro e ela me perguntou se eu tinha gostado, pois ela disse que tinha essa fantasia há um tempão desde que viu num desses filmes a mulher meter num homem fortão um pênis e ele gozou com o pau no rabo e com ela chupando ele. Eu disse que tudo havia sido perfeito e ainda nos beijamos antes de tomarmos um drinque.
Um dia voltei a sexshop e depois de examinar vários vibradores comprei um que era idêntico a um pênis porém maior e mais grosso do que o que tínhamos e vibrava muito.
Quando cheguei em casa tratei de escondê-lo para uma ocasião especial.
No sábado ficamos na piscina e Mônica me pediu para preparar uma caipirinha e a atendi e ficamos bebericando e jogando conversa fora. Depois de algum tempo a bebida começou a fazer efeito e ela se aproximou e me deu um longo beijo o que fez com que meu pau logo começasse a endurecer.
Depois ela se deitou de costas e puxou o biquíni para o rego e ficou com a bunda toda exposta na minha frente.
Sentei-me perto dela e comecei a alisar suas coxas e bunda e não demorou ela disse que seria melhor irmos para o quarto e subimos.
Ela tomou um banho e foi a minha vez e fiquei o tempo todo de pau duro.
Quando saí ela estava deitada e com uma cara de sacana e assim que fiquei ao seu lado ela me puxou e disse que tinha colocado um filme e que eu podia ver um pouco e começou a me alisar.
Logo vi que ela estava muito excitada e depois de algumas chupadas ela parou e me pediu par deitar de bruços.
Meu coração disparou, pois imaginei que ela fosse repetir o que fizera na vez anterior e que me dera muito tesão, mas ela se aproximou do meu ouvido e disse que tinha outra surpresa e começou a lamber minha bunda e logo sua língua procurava meu cu. Ela ficou passando a língua ao redor dele e depois olhei com o canto dos olhos e vi que ela se preparava para passar um lubrificante no meu rabo e depois começou a enfiar o dedo devagar e logo enfiava até o fim enquanto lambia minha bunda.
Meu pau pulava de tesão e de repente ela pediu para eu ficar deitado e que fechasse os olhos e obedeci.
Notei que ela se movimentava atrás de mim e de repente senti algo forçando a entrada do meu cu e imaginei que seria o pênis que ela usara outro dia, mas a medida que ela empurrava senti que desta vez algo forçava mais o meu cu e ela empurrou mais um pouco senti que estava começando a entrar e para minha surpresa ela se deitou sobre mim e me segurou por baixo dos braços como eu faço quando a enrabo e empurrou mais um pouco e senti meu cu se abrindo a medida que ela empurrava e ela falou bem baixinho:
- Agora eu também tenho um pau para enrabar o meu querido.
E dizendo isso empurrou mais e se afastou para olhar e depois me falou:
- Pronto, ele está todinho dentro!
E começou a fazer os movimentos de vai e vem.
Eu estava entregue. O tesão que eu estava sentindo fazia com que meu pau doesse cada vez que roçava na cama e ela começou a dizer que estava adorando me enrabar e se afastou e me segurou pelos ombros e eu sentia o pau quase sair e depois entrar de novo bem fundo e comecei a gozar.
Ela notou e ficou me beijando no pescoço até eu terminar eu gozo.
Quando terminei soltei meu corpo e ela foi retirando lentamente o pau do meu rabo e eu fiz um gesto para ela vir para minha frente e ela ficou em pé e pude ver que ela usava uma cinta com um pau menor do que o meu acoplado.
Ela me jogou um beijo e entrou no banheiro.
Quando ela voltou foi a minha vez e quando voltei ela estava deitada de costas com as pernas abertas e fui até o armário e apanhei o vibrador que tinha comprado e o trouxe escondido para a cama e comecei a alisar a xoxota dela que mesmo depois de lavada estava toda melada e comecei a brincar com o grelinho que estava durinho e inchado.
Depois de excitá-la bastante foi a minha vez de dizer que também tinha uma surpresa para ela e peguei o vibrador e comecei a passar na xoxota dela bem de leve.
Ela perguntou:
- O que é a surpresa?
E respondi:
- Você logo vai ver.
E comecei a enfiar um pouco mais o vibrador e pude ver como era bem mais grosso que o outro, pois a xoxota dela começou a se abrir deixando o grelo todo exposto e ela disse:
- Nossa!
E abriu mais as pernas e falei:
- Isso abre bem essas coxas gostosas que esse é um pouquinho mais grosso e maior.
E ela obedeceu e o vibrador começou a entrar lentamente e a medida que entrava ela gemia e eu perguntei:
- Está bom?
E ela quase sem voz balançou a cabeça afirmativamente.
Continuei a enfiar devagar, mas ela segurou minha mão e segurou o vibrador e disse:
- É bem grosso!
E foi enfiando até que para meu espanto sumiu todo dentro dela.
Mônica começou a rebolar como nunca tinha feito antes e começou também a gemer e pediu:
- Liga!
Quando o vibrador começou a funcionar dava para escutar o motor de tanto que vibrava e ela começou a tirar até quase sair e depois enfiava até o fim.
Senti meu pau começando a endurecer de novo e fiquei admirando ela metendo aquele pirocão na xoxota e se deliciando.
Cada vez que ela o tirava vinha todo melado com a porra dela e dava para ver a xoxota bem aberta até que numa dessas vezes ela enfiou e ficou rebolando e começou a gemer dizendo que estava gozando.
Ela tremia e rebolava até que tirou o vibrador e o jogou ainda ligado na cama e cobriu o rosto com as mãos.
Desliguei o vibrador e fui ao banheiro lavá-lo.
Quando voltei meu pau estava duro de novo e ela me olhou e disse:
- Quer comer o cuzinho?
Fiz que sim e ela ficou de quatro passei a pica na xoxota para lubrificar e coloquei na entrada do cuzinho dela comecei a empurrar.
Quando meu pau começou a entrar o senti sendo envolvido e a medida que ia entrando ele ficava ainda mais duro. Quando enfiei tudo segurei Mônica pela cintura e comecei a meter e para minha surpresa a cada metida meu pau ficava mais sensível e não demorou senti que estava no limite e comecei a gozar e não parava mais. Gozei com o pau todo enfiado e quase sem me mexer. Minhas pernas tremiam. Gozara como nunca, pois raramente em minha vida gozava duas vezes e me deixei cair na cama e agradeci a Mônica pelo imenso prazer que havia me proporcionado.
Depois de descansarmos um pouco perguntei a ela se havia gostado da surpresa e ela disse que adorou, mas que como era muito grosso ela sentia que a xoxota tinha ficado um pouco aberta depois mas que tinha sido delicioso e diferente.
Nossas trepadas continuavam maravilhosas e cada vez arrumávamos um jeito de inovar e um dia apanhei um dvd do tipo sado e o casal foi visitar um local onde havia uns shows e acabaram aceitando o convite de um stripper que os levou a um ambiente onde haviam mulheres e homens transando e duas delas estavam sentadas amarradas e uma usava uma venda nos olhos.
Dois homens, um negro e um moreno altos e fortes balançavam seus paus grandes e grossos na frente delas e de vez em quando batiam em seus rostos com os paus.
Mônica assistia a tudo com atenção até que um dos homens apanhou um vibrador parecido com o que eu tinha comprado, porém este tinha um outro pênis menor acoplado a ele que era regulável e ficava preso no pau maior por uma espécie de garra que o cara podia movimentar para frente e para trás e Mônica comentou que devia ser gostoso, pois ele ficava acoplado e roçava o grelo e como ficava acoplado ao pau maior vibrava também.
As mulheres foram fodidas de todas as maneiras possíveis e às vezes por dois homens e também com um metendo e com o vibrador enfiado nelas.
Mônica começou a se masturbar lentamente até que me mandou olhar para a xoxota para ver como o grelinho estava duro e de fato estava parecendo bem inchado e ela disse que estava bom para usar aquele maior que deixa o grelo bem de fora e logo me preparei para apanhar, mas ela disse que antes queria me fazer um carinho para aumentar ainda mais o tesão dela e começou a me beijar e depois foi descendo e começou a chupar e punhetar meu pau e começou suavemente a empurrar meu corpo e entendi que era para eu virar de bruços e ela logo começou a lamber minha bunda e em pouco tempo enfiava a língua no meu cu.
Ela parou um pouco e cochichou no meu ouvido:
- Vou comer você todinho!
Meu pau começou a inchar ainda mais e a latejar e quase não acreditei no que ouvi:
- Fica de quatro!
E bem devagar me coloquei como ela pediu e ela começou a lamber meu cu e depois começou a passar um gel e enfiou um dedo e depois senti dois dedos me penetrando e olhei para trás a vi em pé atrás de mim ajeitando algo e logo entendi que ia ser enrabado.
Mônica pediu para eu me abaixar um pouco e logo senti o pênis roçando meu cu até que ela se posicionou e senti meu cu sendo invadido e aos poucos ela foi me penetrando até que senti que o pênis estava todo dentro de mim.
Mônica veio por cima de mim e me segurou por baixo dos ombros e ficou literalmente montada em mim e começou a meter.
Ela começou a falar umas coisas como a dizer que eu era o tesão dela e que estava adorando meu cu e que agora ela era meu macho e que iria gozar no meu rabo e me comeu bastante e disse que agora era a minha vez e tirou pau do meu rabo e tirou a cinta e ficou de quatro.
Eu sentia meu cu aberto e ardendo, mas meu pau latejava de tão duro e depois de esfregar na xoxota dela passei um pouco de gel nele e o posicionei no cu dela e logo comecei a empurrar.
Não demorou meu pau começou a deslizar para dentro do cu dela e assim que senti que estava todo dentro comecei a meter com força. No filme os caras a medida que metiam davam tapas nas mulheres, nos rostos, nos peitos e nas nádegas e para minha surpresa Mônica pediu que eu fizesse como o cara e dei um tapa em cada nádega dela que gemeu e pediu para eu bater forte e assim o fiz.
A bunda dela ficou vermelha e senti um tesão enorme com isso e ela continuava pedindo que batesse e metesse forte meti com força enquanto dava tapas na bunda dela que agora apareciam traços de sangue e gozei profundamente.
Mônica se deitou quase imediatamente de costas e pediu que a fodesse com o vibrador maior e passei bastante gel nele e comecei a penetrá-la e aos poucos fui enterrando o vibrador nela que se rebolava para facilitar a penetração.
Ela segurou o pau e começou a meter com ele e fiquei assistindo ela rebolar com o pau todo enterrado na xoxota.
Dali a pouco tempo ela começou a gemer alto e começou a tirar o pau e a meter de novo enquanto se rebolava até que gemeu alto e disse que estava gozando.
Ela ainda ficou com o pau enfiado um tempão até começar a tirar.
Ela cobriu o rosto com o travesseiro e ficou ainda gemendo dizendo que o grelo dela ainda se mexia e de fato a xoxota dela fazia umas contrações.
A partir daí, ficamos adeptos dessa nova forma de transar e der vez em quando ela quando está no auge da excitação começa a alisar minha bunda e diz que ela é dela e começa a me lubrificar e diz que quer ser meu homem e comer meu cuzinho e me penetra com o pênis. Uma vez ela colocou a cinta e me pediu para chupar o pênis dela que ela queria ficar me olhando enquanto chupava e atendi o desejo dela.
Eu a como de todas as formas e de todos os jeitos também e ela atende a todos os meus caprichos.
Um dia enquanto assistíamos a um dvd em que a mulher era duplamente fodida, tomei coragem e perguntei a ela se ela não achava que devia ser gostoso ser fodida assim e ela pensou um pouco e disse que talvez fosse e senti tesão em pensar nisso.
Um dia comprei uma revista masculina e li um anuncio de uma boate onde acontecem shows variados com strippers e até com sexo ao vivo e mostrei a ela e perguntei se não gostaria de ir e ela disse que se eu quisesse tudo bem e comprei entradas para uma sexta feira.
Quando nos aprontávamos para sair, Mônica disse que tinha passado o dia pensando nisso e que estava muito acesa e logo entendi.
Chegamos na boate as 21:00 hs. O ambiente era bonito com um palco e mesas dispostas ao redor com uns bancos laterais largos e acolchoados próximos as mesas.
Tomamos uns drinques e ficamos mais a vontade. O show começou as 22:00hs e restavam poucas mesas vazias.
Os strippers eram fortes e tinham o corpo bem definido as custas de muita ginástica e usavam minúsculas sungas.
Depois de dançarem por uns 15min, começaram a tirar as sungas e revelaram enormes picas que balançavam ao som das musicas. Mônica puxou meu braço e disse:
- O pau daquele cara é enorme!
De fato o pau do cara era bem grande e igualmente grosso e quando terminou a música eles passaram ao nosso lado e deu para ver bem de perto todos eles e de fato tinham paus enormes e duros.
Estávamos conversando quando vimos um movimento ao nosso lado. Era um casal que se sentou em um dos bancos e começava a se alisar e aos poucos foram tirando a roupa até que ela ficou de calcinhas e ele de sunga e dava para ver o enorme volume do pau do cara.
Ficaram se alisando até que ele começou a chupar os seios da mulher e depois começou a tirar a calcinha dela deixando-a inteiramente nua.
Depois foi a vez dela tirar a sunga dele e revelou um pau bem grosso e duro.
Cenas parecidas com essa aconteciam em outro bancos e olhávamos ora para um ora para outro mas nos fixamos no que estava próximo a nós que agora se preparavam para trepar e a mulher aos poucos foi se ajeitando sobre o cara e segurou o pau dele e colocou na xoxota dela e foi descendo sobre o cara e vimos o pau dele sumir dentro dela. Meu pau também estava duro e tive que ajeitá-lo. A mulher agora subia e descia no pau do cara e dava para ver a xoxota dela toda aberta, pois ela estava deitada sobre ele.
Mônica nem piscava e imaginava como estaria a xoxota dela e as demais que ali estavam.
Depois de meter bastante o cara parecia que ia gozar e de fato começou a gemer até que a mulher ficou deitada imóvel sobre ele e depois foi saindo de cima dele lentamente e vimos escorrer uma quantidade enorme de porra quando ela levantou.
Todos aplaudiram e depois entraram uns caras todos de branco e retiraram os bancos.
Meu pau estava muito duro e sentia escorrer aquele líquido que precede a foda.
Aproximei-me de Mônica e perguntei:
- Como está a minha xoxota, molhadinha?
E ela fez que sim com a cabeça. Minha vontade era de meter ali mesmo.
Achamos que o show tinha terminado, mas as luzes ficaram novamente fracas e entraram vários caras que foram se sentando em cadeiras vazias que estavam nas mesas. Como todos vestiam roupas iguais, calça branca e camiseta sem mangas deduzimos que eram do show.
De repente vimos um cara se aproximar e puxar uma cadeira da nossa mesa e reconheci logo, pois era o cara que Mônica havia falado que tinha pau grande.
Ele se sentou e colocou um papel a nossa frente que dizia: Caso concordem, podemos continuar o show e nos entregou duas fichas, sendo uma verde e outra vermelha e apanhei a verde e ele sorriu e entregou para um cara que logo trouxe uma espécie de tapume e colocou ao lado da nossa mesa e ela ficou indevassável. Olhei em volta e vários outros estavam sendo colocados.
Começou a tocar uma musica sensual e o cara colocou uma espécie de bacia sobre a mesa e começou a tirar a camiseta bem devagar e assim que terminou a jogou sobre uma cadeira e passou a tirar o cinto e ficou em pé esperando e como Mônica ficou parada, ele segurou a mão dela e colocou na calça e começou a empurrá-la para baixo até que a calça caiu no chão.
Ele estava usando uma minúscula sunga transparente que deixava o pau todo a mostra e parecia ainda maior agora.
Novamente ele segurou a mão de Mônica e desta vez a colocou no pau dele. Ela me olhou meio assustada e sorri, então ela deixou a mão parada, mas o cara a segurou e colocou na cintura e começou a tirar a sunga e colocou a mão dela no lado que estava mais baixo e ela entendeu e começou a abaixar a sunga dele e quando chegou no pau ela parou e ele segurou novamente a mão dela e a forçou para baixo.
O enorme pau do cara começou a ficar de fora e quando a sunga finalmente desceu, o pau dele deu um pulo e ficou ereto a nossa frente.
Era um pau enorme, grosso com uma glande brilhante e com veias por toda extensão.
Mônica não tirava os olhos dele e o homem rapidamente segurou a mão dela e colocou no pau dele e ficou segurando e começou a fazer com que ela tocasse uma lenta punheta nele.
Meu pau agora saltava dentro da calça vendo aquela cena. Minha mulher estava punhetando um pau enorme na minha frente.
À medida que ela fazia os movimentos o pau aumentava ainda mais até que de repente ele segurou a mão dela e tirou do pau dele que agora dava uns saltos e colocou as duas mãos para trás e fechou os olhos.
Achei estranho e fiquei olhando para o cara que parecia bem concentrado e olhei para o pau dele que estava duro como uma estaca e de repente o cara começou retesar os músculos e para nosso espanto começou a gozar.
O primeiro jato de esperma atingiu a bacia em cheio e depois vieram outros. Foi uma cena incrível, pois o cara estava gozando sem tocar no pau, e gozou bastante.
Aos poucos ele foi relaxando, mas o pau ainda continuava duro e com um filete de esperma pendurado.
Ele sorriu para nós e começou a se vestir. Fiquei impressionado com o que tinha acabado de ver.
Meu pau doía de tanto tesão.
Mônica disse que ia ao banheiro e assim que se afastou uma moça usando um crachá da boate se aproximou e perguntou se tínhamos gostado do show e eu disse que tinha sido ótimo e ela falou que teriam outros e que iam ficando mais quentes a medida que o tempo passava e que se quiséssemos ficar, outras opções de fichas seriam apresentadas e perguntei que tipo de show viriam e ela disse que não poderia revelar pois a surpresa faz parte da festa e eu disse que iria aguardar minha mulher que tinha ido ao banheiro e ela disse que voltaria.
Assim que Mônica chegou expliquei o que tinha acabado de ouvir e ela disse que não sabia o que dizer e que dependia de mim e fiquei numa encruzilhada, mas estava louco para descobrir o que viria e disse a ela que ficaria e ela disse que tudo bem.
Não demorou, a moça voltou e quando disse que ficaríamos, ela nos apresentou um papel que dizia: Você irá assistir ao que há de mais erótico e inclui sexo. Caso concorde em ficar apanhe a ficha rosa e entregue a moça a sua frente.
Não pensei muito e entreguei a tal ficha a ela.
Pouco tempo depois às luzes ficaram mais fracas e apareceram dois homens que colocaram mais duas divisórias em volta de nossa mesa e de um sofá e ficamos ilhados.
Apareceu uma mulher com um corpo escultural usando apenas uma tanga e se aproximou de Mônica e segurou seu rosto e começou a esfregar os seios que estavam com os bicos parecendo uma chupeta de tão duros no rosto dela e colocou um deles na boca de Mônica que parecia não saber o que fazer.
A mulher começou a pressionar o seio contra a boca de Mônica e ela abriu um pouco os lábios e a mulher ficou esfregando os bicos dos seios no rosto e boca de Mônica que já aparentava estar com muito tesão. Ela começou a alisar os seios de Mônica que logo segurou suas mãos, mas a mulher retirou sua mão e continuou alisando e desta vez ela permitiu e os seios de Mônica logo endureceram e começaram a marcar a blusa.
A mulher segurou novamente o rosto de Mônica e se afastou e veio em minha direção e para meu espanto começou a fazer o mesmo comigo. Os seios dela eram muito duros e achei que eram de silicone, mas depois pude atestar que não.
Eu fiquei meio sem jeito, pois Mônica apenas olhava até que deu um sorriso e me acalmei.
Dois homens usando apenas calças brancas se aproximaram e um deles se sentou enquanto o outro foi se aproximando lentamente de Mônica e segurou-a pela mão fazendo com que se levantasse.
O cara era bonito e forte e senti logo uma ponta de ciúmes, mas o pior ainda estava por vir.
O cara segurou as mãos dela e fez com que ela alisasse seu tórax e barriga que eram esculpidos em academia e aos poucos foi abaixando as mãos dela até que tocaram no pau dele.
Nesse momento a mulher começou a alisar meu pau e fiquei confuso, pois o tesão era enorme, mas o ciúme também e eu estava com medo do que poderia vir e nesse meio tempo chegaram dois drinques que logo comecei a tomar.
Olhei para Mônica e vi que ela passava a mão no pau do cara que fazia um grande volume e meu coração deu um salto quando ele começou a desabotoar a calça que foi descendo até deixar a sunga à mostra.
A mulher agora começou a desabotoar a minha calça e como estava puto, pois Mônica estava concordando com a sacanagem ajudei levantando o corpo e arriei minhas calças até os joelhos.
A mulher colocou a mão por baixo da minha cueca e tocou meu pau e começou a passar o dedo na glande que estava toda melada e comecei a me segurar para não gozar.
Eu já estava arrependido em ter aceitado continuar a ver o show, mas agora era tarde e vi quando o cara começou a tirar a sunga e virei o rosto.
Levei um susto quando a mulher se abaixou e colocou meu pau na boca e começou a mamar bem devagar. Ela sugava às vezes a glande e isso fez com que eu me retesasse todo.
Resolvi olhar com o canto do olho exatamente no momento que Mônica começava a chupar o pau do cara que era bem grosso que mal cabia em sua na boca.
Nisso o cara que estava sentado ficou em pé e começou a tirar a calça e rapidamente ficou nu com um pau também grande bem duro.
Minha cabeça estava a mil, pois o cara começava a despir Mônica e a mulher agora chupava e punhetava meu pau que nunca esteve tão duro.
A calça de Mônica já estava no meio das coxas e o cara começou a puxar a calcinha dela que logo foram caindo e quando o cara olhou para a bunda grande e arrebitada dela enfiou o rosto por entre as nádegas e a agarrou pela cintura.
Mônica estava se revelando uma puta, pois começou a mexer os quadris enquanto chupava o outro cara.
A mulher parou de chupar meu pau e começou a se posicionar para sentar no meu pau e segurou meu pau e senti que estava ajeitando no cu, pois estava muito apertado, mas ela começou a mexer a bunda e senti meu pau entrando apertado no rabo dela.
Olhei para Mônica e meu coração disparou, pois um cara estava sentado e ela começava a se ajeitar sobre ele e o outro segurava o pau e veio por trás dela. Ela ia ser duplamente penetrada e eu não sabia o que fazer.
Agora meu pau estava todo enterrado no rabo da mulher que se mexia bem devagar subindo e descendo. Ela tinha um cu quente e apertado.
Olhei de novo para Mônica e vi quando o cara de trás começava a fazer os movimentos de vai e vem e não tive mais dúvidas. Os dois estavam metendo nela que parecia estar gostando, pois apenas gemia, mas mexia os quadris.
Resolvi segurar a mulher pela cintura e comecei a meter com força estimulado pela visão da minha mulher sendo fodida por dois homens na minha frente.
Senti meu pau inchando dentro do cu da mulher e senti que não ia demorar para gozar e nisso ouvi os gemidos do cara que estava fodendo o rabo da minha mulher.
O cara começou a dar tapas na bunda de Mônica que agora gemia mais alto.
Ao mesmo tempo a mulher passou a rebolar no meu pau com mais força e comecei a gozar e ela subia e descia ao mesmo tempo e eu não conseguia pensar mais em nada.
Ainda ouvia os gemidos de Mônica e olhei para ela justamente no momento em que o cara retirava o pau do cu dela que estava aberto com um monte de porra escorrendo.
A mulher foi saindo de cima de mim lentamente deixando o meu pau todo melado e pulsando.
Olhei para minha mulher que estava deitada no sofá e sentei ao seu lado e ela segurou minha mão e começou a chorar.
Deixei ela chorar um pouco e depois ela começou a falar dizendo que as coisas foram acontecendo e que realmente estava muito excitada, mas que nunca tinha pensado em trepar com outra pessoa e ainda mais com dois ao mesmo tempo e eu para consolara disse que também tinha transado sem pensar, mas que enfim já acontecera e que não iria deixar de gostar dela mesmo e ela disse o mesmo e nos vestimos e logo depois fomos embora.
Chegamos em casa e tomamos um bom banho e fomos dormir.
Uns dois meses depois, quando estávamos nos preparando para dar uma trepada, esperei Mônica ficar bem excitada e comecei a puxar assunto do show e falei que quando assisti ela transando com os dois caras fiquei puto e com ciúmes mas apesar disso, meu pau ficou muito duro e meu coração disparou e ela disse que sentiu o mesmo quando me viu metendo com a mulher e perguntei o que ela sentia quando pensava nisso e enquanto falava esfregava o grelinho dela que já estava num grau de excitação grande e ela depois de ficar um pouco calada disse que ficava excitada.
Ao ouvir isso meu pau que já estava duro, começou a doer de tanto tesão e continuei falando sobre o assunto e perguntei se ela faria de novo e ela disse que achava que não porque ficou com drama de consciência além de ter ficado toda ardida.
Apanhei o vibrador maior que ela me pede para usar quando está muito excitada e comecei a passar na xoxota e ela logo abriu bem as pernas e comecei e enfiar bem devagar, mas quando estava quase no meio ela segurou minha mão e o enterrou todo a medida que suspirava.
Comecei a meter com ele e um pouco depois ela pediu para eu comer o cuzinho dela com o vibrador e ficou de quatro. Passei bastante gel no pau e no cuzinho dela e comecei a meter bem devagar, pois estava muito apertado por causa do vibrador e quando consegui enfiar o pau todo ela ligou o vibrador e a sensação que passei a sentir foi muito boa.
Enquanto metia ela falou:
- Pronto estou sendo duplamente fodida!
E perguntei:
- Está gostoso?
E ela respondeu que estava ótimo.
A vibração no meu pau estava me dando um tesão enorme e falei que não ia demorar para gozar e ela falou que também e em pouco tempo senti meu pau dilatando e ao mesmo tempo ela começou a tremer e a rebolar e disse que estava gozando e tive que agarrá-la pela cintura para que o pau não saísse do rabo dela e explodi num gozo incrível .
Passamos a incluir essa modalidade nas nossas trepadas e de vez em quando eu enrabo Mônica com o vibrador na xoxota e gozamos muito.

7:58 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

relato que vou fazer aconteceu depois de vários anos de relacionamento com a minha mulher, mas ainda me lembro da primeira vez.
Meu nome é Marcos, tenho 52 anos e sou casado com Mônica de 50.
Sempre nos relacionamos muito bem na cama e sentimos muito tesão um pelo outro e já transamos de todas as formas e sempre satisfazendo as nossas fantasias e desejos como sexo anal, e com o uso de vibradores que sempre passo no grelinho dela e a levo a gozos intensos.
Um dia comprei um lubrificante e quando fomos trepar depois de alisar bastante as coxas e a bunda dela que adoro, comecei a passar um pouco do lubrificante na xoxota dela e depois passei também no cuzinho e como estávamos vendo um filme erótico no qual a mulher transava com dois caras, ela estava bem excitada e abriu bem as pernas e sempre que tocava no cuzinho ela gemia e isso foi me incentivando e aos poucos comecei a introduzir o dedo até que o enfiei todo e fiquei metendo com o dedo e ela gemia demonstrando muito tesão, depois comecei a alisar a xoxota dela e preparei o vibrador que aos poucos fui introduzindo na xoxota e depois de algum tempo ela começou a se contorcer e tremer e gozou gemendo alto.
Para meu deleite depois ela se virou de bruços e comecei a lamber a bunda dela e meu pau ficou duro a ponto de doer e passei bastante gel nele e comecei a penetrar aquele cuzinho maravilhoso.
Meu pau foi deslizando aos poucos até que fiquei todo dentro dela e comecei a meter bem devagar.
Mônica empinava a bunda a cada metida e com isso meu pau entrava até o fim me fazendo sentir uma sensação maravilhosa. Fui enlouquecendo de tesão e meu pau ficando mais duro ainda até que não resisti e comecei a gozar e à medida que gozava ela empinava ainda mais a bunda. Ela foi perfeita e me levou a um gozo enorme, pois sentia minha porra esguichar dentro dela a cada metida.
Gozei tanto que quando ela se levantou escorreu um monte de porra pelas pernas dela que ela teve que tomar outro banho.
Um dia comprei uma revista masculina que aparecia uns anúncios de produtos eróticos e ela ficou olhando um tempão e eu perguntei se ela gostaria de visitar uma sexshop e ela disse que achava que iria ficar inibida, mas depois aceitou e alguns dias depois, fomos a uma, e por sorte nossa estava vazia e a vendedora era bem simpática e deixei Mônica conversando com ela e fiquei olhando os produtos.
Ficamos um bom tempo na loja até que Mônica me chamou dizendo que tinha escolhido umas coisinhas e que era para eu para pagar e perguntei o que ela tinha comprado e ela disse que em casa me mostraria e fez uma cara de sacana.
Na volta para casa ela passou a mão no meu pau e disse que era para eu me preparar, pois estava bem acesa e meu pau ficou duro na hora.
Assim que chegamos fui preparar uns drinques e ela disse que tomaria um banho.
Quando cheguei no quarto ela já havia colocado um filme erótico e estava deitada somente de calcinha preta.
Meu pau já estufava minha calça e tomei um banho rápido e voltei para perto dela.
Não imaginei o que aconteceria naquele dia e depois de tomarmos o drinque, ela puxou minha toalha começou a alisar meu pau que latejava de tesão e começou a chupá-lo bem devagar.
Depois de chupar ela falou bem baixinho ao meu ouvido para eu deitar de bruços e assim que o fiz ela veio por cima de mim e começou a lamber minhas costas e logo passou para minha bunda e ficou me lambendo bem devagar até que começou a lamber entre minhas nádegas é senti a língua dela rodeando meu cu e depois tentando enfiar. O tesão que eu senti era enorme e fiquei aproveitando aquele momento até que senti um dedo entre minhas nádegas e logo ele começou a abrir caminho no meu cu e ela foi enfiando o dedo bem devagar a exemplo de como faço com ela e ela cochichou ao meu ouvido:
- Vou comer você!
E começou a enfiar o dedo enquanto com a outra mão me punhetava devagar.
Depois de um tempo segurei a mão dela fazendo parar de me punhetar, pois iria acabar gozando e ela pediu continuou metendo o dedo no meu cu até que foi retirando devagar e vi quando ela mexia em algo e comecei a sentir uma pressão maior no meu cu. Ela estava colocando um pequeno pênis que aos poucos foi entrando até que senti ele todo dentro de mim.
Mônica estava com tanto tesão que eu podia sentir a respiração ofegante dela à medida que metia o pênis em mim.
Deixei ela aproveitar bastante até que falei que precisava meter e ela retirou o pênis e ficou de quatro e não perdi tempo e comecei a esfregar a cabeça do pau no rabo dela e para minha surpresa assim que comecei a enfiar notei que já estava lubrificado e engoliu o meu pau sem muita dificuldade e enfiei até ficar somente o saco de fora.
Comecei a meter com força e segurei ela por baixo dos ombros e a medida que metia ela rebolava e não demorou comecei a gozar e senti perfeitamente o cuzinho dela apertando meu pau a cada metida.
Foi uma gozada memorável dessas que a gente fica curtindo um tempão.
Depois que meti Mônica foi ao banheiro e quando voltou deitou-se e costas então perdi tempo e comecei a lamber e chupar a xoxota dela que estava bem depiladinha ao redor deixando apenas os grandes lábios aparecendo e logo começou a ficar molhada e em pouco tempo ela começou a gemer e eu apanhei o vibrador e coloquei nela e a medida que ele vibrava ela gemia e respirava ofegante até que começou a rebolar e segurou minha mão e começou a gozar num grande frenesi.
Ficamos deitados olhando um para o outro e ela me perguntou se eu tinha gostado, pois ela disse que tinha essa fantasia há um tempão desde que viu num desses filmes a mulher meter num homem fortão um pênis e ele gozou com o pau no rabo e com ela chupando ele. Eu disse que tudo havia sido perfeito e ainda nos beijamos antes de tomarmos um drinque.
Um dia voltei a sexshop e depois de examinar vários vibradores comprei um que era idêntico a um pênis porém maior e mais grosso do que o que tínhamos e vibrava muito.
Quando cheguei em casa tratei de escondê-lo para uma ocasião especial.
No sábado ficamos na piscina e Mônica me pediu para preparar uma caipirinha e a atendi e ficamos bebericando e jogando conversa fora. Depois de algum tempo a bebida começou a fazer efeito e ela se aproximou e me deu um longo beijo o que fez com que meu pau logo começasse a endurecer.
Depois ela se deitou de costas e puxou o biquíni para o rego e ficou com a bunda toda exposta na minha frente.
Sentei-me perto dela e comecei a alisar suas coxas e bunda e não demorou ela disse que seria melhor irmos para o quarto e subimos.
Ela tomou um banho e foi a minha vez e fiquei o tempo todo de pau duro.
Quando saí ela estava deitada e com uma cara de sacana e assim que fiquei ao seu lado ela me puxou e disse que tinha colocado um filme e que eu podia ver um pouco e começou a me alisar.
Logo vi que ela estava muito excitada e depois de algumas chupadas ela parou e me pediu par deitar de bruços.
Meu coração disparou, pois imaginei que ela fosse repetir o que fizera na vez anterior e que me dera muito tesão, mas ela se aproximou do meu ouvido e disse que tinha outra surpresa e começou a lamber minha bunda e logo sua língua procurava meu cu. Ela ficou passando a língua ao redor dele e depois olhei com o canto dos olhos e vi que ela se preparava para passar um lubrificante no meu rabo e depois começou a enfiar o dedo devagar e logo enfiava até o fim enquanto lambia minha bunda.
Meu pau pulava de tesão e de repente ela pediu para eu ficar deitado e que fechasse os olhos e obedeci.
Notei que ela se movimentava atrás de mim e de repente senti algo forçando a entrada do meu cu e imaginei que seria o pênis que ela usara outro dia, mas a medida que ela empurrava senti que desta vez algo forçava mais o meu cu e ela empurrou mais um pouco senti que estava começando a entrar e para minha surpresa ela se deitou sobre mim e me segurou por baixo dos braços como eu faço quando a enrabo e empurrou mais um pouco e senti meu cu se abrindo a medida que ela empurrava e ela falou bem baixinho:
- Agora eu também tenho um pau para enrabar o meu querido.
E dizendo isso empurrou mais e se afastou para olhar e depois me falou:
- Pronto, ele está todinho dentro!
E começou a fazer os movimentos de vai e vem.
Eu estava entregue. O tesão que eu estava sentindo fazia com que meu pau doesse cada vez que roçava na cama e ela começou a dizer que estava adorando me enrabar e se afastou e me segurou pelos ombros e eu sentia o pau quase sair e depois entrar de novo bem fundo e comecei a gozar.
Ela notou e ficou me beijando no pescoço até eu terminar eu gozo.
Quando terminei soltei meu corpo e ela foi retirando lentamente o pau do meu rabo e eu fiz um gesto para ela vir para minha frente e ela ficou em pé e pude ver que ela usava uma cinta com um pau menor do que o meu acoplado.
Ela me jogou um beijo e entrou no banheiro.
Quando ela voltou foi a minha vez e quando voltei ela estava deitada de costas com as pernas abertas e fui até o armário e apanhei o vibrador que tinha comprado e o trouxe escondido para a cama e comecei a alisar a xoxota dela que mesmo depois de lavada estava toda melada e comecei a brincar com o grelinho que estava durinho e inchado.
Depois de excitá-la bastante foi a minha vez de dizer que também tinha uma surpresa para ela e peguei o vibrador e comecei a passar na xoxota dela bem de leve.
Ela perguntou:
- O que é a surpresa?
E respondi:
- Você logo vai ver.
E comecei a enfiar um pouco mais o vibrador e pude ver como era bem mais grosso que o outro, pois a xoxota dela começou a se abrir deixando o grelo todo exposto e ela disse:
- Nossa!
E abriu mais as pernas e falei:
- Isso abre bem essas coxas gostosas que esse é um pouquinho mais grosso e maior.
E ela obedeceu e o vibrador começou a entrar lentamente e a medida que entrava ela gemia e eu perguntei:
- Está bom?
E ela quase sem voz balançou a cabeça afirmativamente.
Continuei a enfiar devagar, mas ela segurou minha mão e segurou o vibrador e disse:
- É bem grosso!
E foi enfiando até que para meu espanto sumiu todo dentro dela.
Mônica começou a rebolar como nunca tinha feito antes e começou também a gemer e pediu:
- Liga!
Quando o vibrador começou a funcionar dava para escutar o motor de tanto que vibrava e ela começou a tirar até quase sair e depois enfiava até o fim.
Senti meu pau começando a endurecer de novo e fiquei admirando ela metendo aquele pirocão na xoxota e se deliciando.
Cada vez que ela o tirava vinha todo melado com a porra dela e dava para ver a xoxota bem aberta até que numa dessas vezes ela enfiou e ficou rebolando e começou a gemer dizendo que estava gozando.
Ela tremia e rebolava até que tirou o vibrador e o jogou ainda ligado na cama e cobriu o rosto com as mãos.
Desliguei o vibrador e fui ao banheiro lavá-lo.
Quando voltei meu pau estava duro de novo e ela me olhou e disse:
- Quer comer o cuzinho?
Fiz que sim e ela ficou de quatro passei a pica na xoxota para lubrificar e coloquei na entrada do cuzinho dela comecei a empurrar.
Quando meu pau começou a entrar o senti sendo envolvido e a medida que ia entrando ele ficava ainda mais duro. Quando enfiei tudo segurei Mônica pela cintura e comecei a meter e para minha surpresa a cada metida meu pau ficava mais sensível e não demorou senti que estava no limite e comecei a gozar e não parava mais. Gozei com o pau todo enfiado e quase sem me mexer. Minhas pernas tremiam. Gozara como nunca, pois raramente em minha vida gozava duas vezes e me deixei cair na cama e agradeci a Mônica pelo imenso prazer que havia me proporcionado.
Depois de descansarmos um pouco perguntei a ela se havia gostado da surpresa e ela disse que adorou, mas que como era muito grosso ela sentia que a xoxota tinha ficado um pouco aberta depois mas que tinha sido delicioso e diferente.
Nossas trepadas continuavam maravilhosas e cada vez arrumávamos um jeito de inovar e um dia apanhei um dvd do tipo sado e o casal foi visitar um local onde havia uns shows e acabaram aceitando o convite de um stripper que os levou a um ambiente onde haviam mulheres e homens transando e duas delas estavam sentadas amarradas e uma usava uma venda nos olhos.
Dois homens, um negro e um moreno altos e fortes balançavam seus paus grandes e grossos na frente delas e de vez em quando batiam em seus rostos com os paus.
Mônica assistia a tudo com atenção até que um dos homens apanhou um vibrador parecido com o que eu tinha comprado, porém este tinha um outro pênis menor acoplado a ele que era regulável e ficava preso no pau maior por uma espécie de garra que o cara podia movimentar para frente e para trás e Mônica comentou que devia ser gostoso, pois ele ficava acoplado e roçava o grelo e como ficava acoplado ao pau maior vibrava também.
As mulheres foram fodidas de todas as maneiras possíveis e às vezes por dois homens e também com um metendo e com o vibrador enfiado nelas.
Mônica começou a se masturbar lentamente até que me mandou olhar para a xoxota para ver como o grelinho estava duro e de fato estava parecendo bem inchado e ela disse que estava bom para usar aquele maior que deixa o grelo bem de fora e logo me preparei para apanhar, mas ela disse que antes queria me fazer um carinho para aumentar ainda mais o tesão dela e começou a me beijar e depois foi descendo e começou a chupar e punhetar meu pau e começou suavemente a empurrar meu corpo e entendi que era para eu virar de bruços e ela logo começou a lamber minha bunda e em pouco tempo enfiava a língua no meu cu.
Ela parou um pouco e cochichou no meu ouvido:
- Vou comer você todinho!
Meu pau começou a inchar ainda mais e a latejar e quase não acreditei no que ouvi:
- Fica de quatro!
E bem devagar me coloquei como ela pediu e ela começou a lamber meu cu e depois começou a passar um gel e enfiou um dedo e depois senti dois dedos me penetrando e olhei para trás a vi em pé atrás de mim ajeitando algo e logo entendi que ia ser enrabado.
Mônica pediu para eu me abaixar um pouco e logo senti o pênis roçando meu cu até que ela se posicionou e senti meu cu sendo invadido e aos poucos ela foi me penetrando até que senti que o pênis estava todo dentro de mim.
Mônica veio por cima de mim e me segurou por baixo dos ombros e ficou literalmente montada em mim e começou a meter.
Ela começou a falar umas coisas como a dizer que eu era o tesão dela e que estava adorando meu cu e que agora ela era meu macho e que iria gozar no meu rabo e me comeu bastante e disse que agora era a minha vez e tirou pau do meu rabo e tirou a cinta e ficou de quatro.
Eu sentia meu cu aberto e ardendo, mas meu pau latejava de tão duro e depois de esfregar na xoxota dela passei um pouco de gel nele e o posicionei no cu dela e logo comecei a empurrar.
Não demorou meu pau começou a deslizar para dentro do cu dela e assim que senti que estava todo dentro comecei a meter com força. No filme os caras a medida que metiam davam tapas nas mulheres, nos rostos, nos peitos e nas nádegas e para minha surpresa Mônica pediu que eu fizesse como o cara e dei um tapa em cada nádega dela que gemeu e pediu para eu bater forte e assim o fiz.
A bunda dela ficou vermelha e senti um tesão enorme com isso e ela continuava pedindo que batesse e metesse forte meti com força enquanto dava tapas na bunda dela que agora apareciam traços de sangue e gozei profundamente.
Mônica se deitou quase imediatamente de costas e pediu que a fodesse com o vibrador maior e passei bastante gel nele e comecei a penetrá-la e aos poucos fui enterrando o vibrador nela que se rebolava para facilitar a penetração.
Ela segurou o pau e começou a meter com ele e fiquei assistindo ela rebolar com o pau todo enterrado na xoxota.
Dali a pouco tempo ela começou a gemer alto e começou a tirar o pau e a meter de novo enquanto se rebolava até que gemeu alto e disse que estava gozando.
Ela ainda ficou com o pau enfiado um tempão até começar a tirar.
Ela cobriu o rosto com o travesseiro e ficou ainda gemendo dizendo que o grelo dela ainda se mexia e de fato a xoxota dela fazia umas contrações.
A partir daí, ficamos adeptos dessa nova forma de transar e der vez em quando ela quando está no auge da excitação começa a alisar minha bunda e diz que ela é dela e começa a me lubrificar e diz que quer ser meu homem e comer meu cuzinho e me penetra com o pênis. Uma vez ela colocou a cinta e me pediu para chupar o pênis dela que ela queria ficar me olhando enquanto chupava e atendi o desejo dela.
Eu a como de todas as formas e de todos os jeitos também e ela atende a todos os meus caprichos.
Um dia enquanto assistíamos a um dvd em que a mulher era duplamente fodida, tomei coragem e perguntei a ela se ela não achava que devia ser gostoso ser fodida assim e ela pensou um pouco e disse que talvez fosse e senti tesão em pensar nisso.
Um dia comprei uma revista masculina e li um anuncio de uma boate onde acontecem shows variados com strippers e até com sexo ao vivo e mostrei a ela e perguntei se não gostaria de ir e ela disse que se eu quisesse tudo bem e comprei entradas para uma sexta feira.
Quando nos aprontávamos para sair, Mônica disse que tinha passado o dia pensando nisso e que estava muito acesa e logo entendi.
Chegamos na boate as 21:00 hs. O ambiente era bonito com um palco e mesas dispostas ao redor com uns bancos laterais largos e acolchoados próximos as mesas.
Tomamos uns drinques e ficamos mais a vontade. O show começou as 22:00hs e restavam poucas mesas vazias.
Os strippers eram fortes e tinham o corpo bem definido as custas de muita ginástica e usavam minúsculas sungas.
Depois de dançarem por uns 15min, começaram a tirar as sungas e revelaram enormes picas que balançavam ao som das musicas. Mônica puxou meu braço e disse:
- O pau daquele cara é enorme!
De fato o pau do cara era bem grande e igualmente grosso e quando terminou a música eles passaram ao nosso lado e deu para ver bem de perto todos eles e de fato tinham paus enormes e duros.
Estávamos conversando quando vimos um movimento ao nosso lado. Era um casal que se sentou em um dos bancos e começava a se alisar e aos poucos foram tirando a roupa até que ela ficou de calcinhas e ele de sunga e dava para ver o enorme volume do pau do cara.
Ficaram se alisando até que ele começou a chupar os seios da mulher e depois começou a tirar a calcinha dela deixando-a inteiramente nua.
Depois foi a vez dela tirar a sunga dele e revelou um pau bem grosso e duro.
Cenas parecidas com essa aconteciam em outro bancos e olhávamos ora para um ora para outro mas nos fixamos no que estava próximo a nós que agora se preparavam para trepar e a mulher aos poucos foi se ajeitando sobre o cara e segurou o pau dele e colocou na xoxota dela e foi descendo sobre o cara e vimos o pau dele sumir dentro dela. Meu pau também estava duro e tive que ajeitá-lo. A mulher agora subia e descia no pau do cara e dava para ver a xoxota dela toda aberta, pois ela estava deitada sobre ele.
Mônica nem piscava e imaginava como estaria a xoxota dela e as demais que ali estavam.
Depois de meter bastante o cara parecia que ia gozar e de fato começou a gemer até que a mulher ficou deitada imóvel sobre ele e depois foi saindo de cima dele lentamente e vimos escorrer uma quantidade enorme de porra quando ela levantou.
Todos aplaudiram e depois entraram uns caras todos de branco e retiraram os bancos.
Meu pau estava muito duro e sentia escorrer aquele líquido que precede a foda.
Aproximei-me de Mônica e perguntei:
- Como está a minha xoxota, molhadinha?
E ela fez que sim com a cabeça. Minha vontade era de meter ali mesmo.
Achamos que o show tinha terminado, mas as luzes ficaram novamente fracas e entraram vários caras que foram se sentando em cadeiras vazias que estavam nas mesas. Como todos vestiam roupas iguais, calça branca e camiseta sem mangas deduzimos que eram do show.
De repente vimos um cara se aproximar e puxar uma cadeira da nossa mesa e reconheci logo, pois era o cara que Mônica havia falado que tinha pau grande.
Ele se sentou e colocou um papel a nossa frente que dizia: Caso concordem, podemos continuar o show e nos entregou duas fichas, sendo uma verde e outra vermelha e apanhei a verde e ele sorriu e entregou para um cara que logo trouxe uma espécie de tapume e colocou ao lado da nossa mesa e ela ficou indevassável. Olhei em volta e vários outros estavam sendo colocados.
Começou a tocar uma musica sensual e o cara colocou uma espécie de bacia sobre a mesa e começou a tirar a camiseta bem devagar e assim que terminou a jogou sobre uma cadeira e passou a tirar o cinto e ficou em pé esperando e como Mônica ficou parada, ele segurou a mão dela e colocou na calça e começou a empurrá-la para baixo até que a calça caiu no chão.
Ele estava usando uma minúscula sunga transparente que deixava o pau todo a mostra e parecia ainda maior agora.
Novamente ele segurou a mão de Mônica e desta vez a colocou no pau dele. Ela me olhou meio assustada e sorri, então ela deixou a mão parada, mas o cara a segurou e colocou na cintura e começou a tirar a sunga e colocou a mão dela no lado que estava mais baixo e ela entendeu e começou a abaixar a sunga dele e quando chegou no pau ela parou e ele segurou novamente a mão dela e a forçou para baixo.
O enorme pau do cara começou a ficar de fora e quando a sunga finalmente desceu, o pau dele deu um pulo e ficou ereto a nossa frente.
Era um pau enorme, grosso com uma glande brilhante e com veias por toda extensão.
Mônica não tirava os olhos dele e o homem rapidamente segurou a mão dela e colocou no pau dele e ficou segurando e começou a fazer com que ela tocasse uma lenta punheta nele.
Meu pau agora saltava dentro da calça vendo aquela cena. Minha mulher estava punhetando um pau enorme na minha frente.
À medida que ela fazia os movimentos o pau aumentava ainda mais até que de repente ele segurou a mão dela e tirou do pau dele que agora dava uns saltos e colocou as duas mãos para trás e fechou os olhos.
Achei estranho e fiquei olhando para o cara que parecia bem concentrado e olhei para o pau dele que estava duro como uma estaca e de repente o cara começou retesar os músculos e para nosso espanto começou a gozar.
O primeiro jato de esperma atingiu a bacia em cheio e depois vieram outros. Foi uma cena incrível, pois o cara estava gozando sem tocar no pau, e gozou bastante.
Aos poucos ele foi relaxando, mas o pau ainda continuava duro e com um filete de esperma pendurado.
Ele sorriu para nós e começou a se vestir. Fiquei impressionado com o que tinha acabado de ver.
Meu pau doía de tanto tesão.
Mônica disse que ia ao banheiro e assim que se afastou uma moça usando um crachá da boate se aproximou e perguntou se tínhamos gostado do show e eu disse que tinha sido ótimo e ela falou que teriam outros e que iam ficando mais quentes a medida que o tempo passava e que se quiséssemos ficar, outras opções de fichas seriam apresentadas e perguntei que tipo de show viriam e ela disse que não poderia revelar pois a surpresa faz parte da festa e eu disse que iria aguardar minha mulher que tinha ido ao banheiro e ela disse que voltaria.
Assim que Mônica chegou expliquei o que tinha acabado de ouvir e ela disse que não sabia o que dizer e que dependia de mim e fiquei numa encruzilhada, mas estava louco para descobrir o que viria e disse a ela que ficaria e ela disse que tudo bem.
Não demorou, a moça voltou e quando disse que ficaríamos, ela nos apresentou um papel que dizia: Você irá assistir ao que há de mais erótico e inclui sexo. Caso concorde em ficar apanhe a ficha rosa e entregue a moça a sua frente.
Não pensei muito e entreguei a tal ficha a ela.
Pouco tempo depois às luzes ficaram mais fracas e apareceram dois homens que colocaram mais duas divisórias em volta de nossa mesa e de um sofá e ficamos ilhados.
Apareceu uma mulher com um corpo escultural usando apenas uma tanga e se aproximou de Mônica e segurou seu rosto e começou a esfregar os seios que estavam com os bicos parecendo uma chupeta de tão duros no rosto dela e colocou um deles na boca de Mônica que parecia não saber o que fazer.
A mulher começou a pressionar o seio contra a boca de Mônica e ela abriu um pouco os lábios e a mulher ficou esfregando os bicos dos seios no rosto e boca de Mônica que já aparentava estar com muito tesão. Ela começou a alisar os seios de Mônica que logo segurou suas mãos, mas a mulher retirou sua mão e continuou alisando e desta vez ela permitiu e os seios de Mônica logo endureceram e começaram a marcar a blusa.
A mulher segurou novamente o rosto de Mônica e se afastou e veio em minha direção e para meu espanto começou a fazer o mesmo comigo. Os seios dela eram muito duros e achei que eram de silicone, mas depois pude atestar que não.
Eu fiquei meio sem jeito, pois Mônica apenas olhava até que deu um sorriso e me acalmei.
Dois homens usando apenas calças brancas se aproximaram e um deles se sentou enquanto o outro foi se aproximando lentamente de Mônica e segurou-a pela mão fazendo com que se levantasse.
O cara era bonito e forte e senti logo uma ponta de ciúmes, mas o pior ainda estava por vir.
O cara segurou as mãos dela e fez com que ela alisasse seu tórax e barriga que eram esculpidos em academia e aos poucos foi abaixando as mãos dela até que tocaram no pau dele.
Nesse momento a mulher começou a alisar meu pau e fiquei confuso, pois o tesão era enorme, mas o ciúme também e eu estava com medo do que poderia vir e nesse meio tempo chegaram dois drinques que logo comecei a tomar.
Olhei para Mônica e vi que ela passava a mão no pau do cara que fazia um grande volume e meu coração deu um salto quando ele começou a desabotoar a calça que foi descendo até deixar a sunga à mostra.
A mulher agora começou a desabotoar a minha calça e como estava puto, pois Mônica estava concordando com a sacanagem ajudei levantando o corpo e arriei minhas calças até os joelhos.
A mulher colocou a mão por baixo da minha cueca e tocou meu pau e começou a passar o dedo na glande que estava toda melada e comecei a me segurar para não gozar.
Eu já estava arrependido em ter aceitado continuar a ver o show, mas agora era tarde e vi quando o cara começou a tirar a sunga e virei o rosto.
Levei um susto quando a mulher se abaixou e colocou meu pau na boca e começou a mamar bem devagar. Ela sugava às vezes a glande e isso fez com que eu me retesasse todo.
Resolvi olhar com o canto do olho exatamente no momento que Mônica começava a chupar o pau do cara que era bem grosso que mal cabia em sua na boca.
Nisso o cara que estava sentado ficou em pé e começou a tirar a calça e rapidamente ficou nu com um pau também grande bem duro.
Minha cabeça estava a mil, pois o cara começava a despir Mônica e a mulher agora chupava e punhetava meu pau que nunca esteve tão duro.
A calça de Mônica já estava no meio das coxas e o cara começou a puxar a calcinha dela que logo foram caindo e quando o cara olhou para a bunda grande e arrebitada dela enfiou o rosto por entre as nádegas e a agarrou pela cintura.
Mônica estava se revelando uma puta, pois começou a mexer os quadris enquanto chupava o outro cara.
A mulher parou de chupar meu pau e começou a se posicionar para sentar no meu pau e segurou meu pau e senti que estava ajeitando no cu, pois estava muito apertado, mas ela começou a mexer a bunda e senti meu pau entrando apertado no rabo dela.
Olhei para Mônica e meu coração disparou, pois um cara estava sentado e ela começava a se ajeitar sobre ele e o outro segurava o pau e veio por trás dela. Ela ia ser duplamente penetrada e eu não sabia o que fazer.
Agora meu pau estava todo enterrado no rabo da mulher que se mexia bem devagar subindo e descendo. Ela tinha um cu quente e apertado.
Olhei de novo para Mônica e vi quando o cara de trás começava a fazer os movimentos de vai e vem e não tive mais dúvidas. Os dois estavam metendo nela que parecia estar gostando, pois apenas gemia, mas mexia os quadris.
Resolvi segurar a mulher pela cintura e comecei a meter com força estimulado pela visão da minha mulher sendo fodida por dois homens na minha frente.
Senti meu pau inchando dentro do cu da mulher e senti que não ia demorar para gozar e nisso ouvi os gemidos do cara que estava fodendo o rabo da minha mulher.
O cara começou a dar tapas na bunda de Mônica que agora gemia mais alto.
Ao mesmo tempo a mulher passou a rebolar no meu pau com mais força e comecei a gozar e ela subia e descia ao mesmo tempo e eu não conseguia pensar mais em nada.
Ainda ouvia os gemidos de Mônica e olhei para ela justamente no momento em que o cara retirava o pau do cu dela que estava aberto com um monte de porra escorrendo.
A mulher foi saindo de cima de mim lentamente deixando o meu pau todo melado e pulsando.
Olhei para minha mulher que estava deitada no sofá e sentei ao seu lado e ela segurou minha mão e começou a chorar.
Deixei ela chorar um pouco e depois ela começou a falar dizendo que as coisas foram acontecendo e que realmente estava muito excitada, mas que nunca tinha pensado em trepar com outra pessoa e ainda mais com dois ao mesmo tempo e eu para consolara disse que também tinha transado sem pensar, mas que enfim já acontecera e que não iria deixar de gostar dela mesmo e ela disse o mesmo e nos vestimos e logo depois fomos embora.
Chegamos em casa e tomamos um bom banho e fomos dormir.
Uns dois meses depois, quando estávamos nos preparando para dar uma trepada, esperei Mônica ficar bem excitada e comecei a puxar assunto do show e falei que quando assisti ela transando com os dois caras fiquei puto e com ciúmes mas apesar disso, meu pau ficou muito duro e meu coração disparou e ela disse que sentiu o mesmo quando me viu metendo com a mulher e perguntei o que ela sentia quando pensava nisso e enquanto falava esfregava o grelinho dela que já estava num grau de excitação grande e ela depois de ficar um pouco calada disse que ficava excitada.
Ao ouvir isso meu pau que já estava duro, começou a doer de tanto tesão e continuei falando sobre o assunto e perguntei se ela faria de novo e ela disse que achava que não porque ficou com drama de consciência além de ter ficado toda ardida.
Apanhei o vibrador maior que ela me pede para usar quando está muito excitada e comecei a passar na xoxota e ela logo abriu bem as pernas e comecei e enfiar bem devagar, mas quando estava quase no meio ela segurou minha mão e o enterrou todo a medida que suspirava.
Comecei a meter com ele e um pouco depois ela pediu para eu comer o cuzinho dela com o vibrador e ficou de quatro. Passei bastante gel no pau e no cuzinho dela e comecei a meter bem devagar, pois estava muito apertado por causa do vibrador e quando consegui enfiar o pau todo ela ligou o vibrador e a sensação que passei a sentir foi muito boa.
Enquanto metia ela falou:
- Pronto estou sendo duplamente fodida!
E perguntei:
- Está gostoso?
E ela respondeu que estava ótimo.
A vibração no meu pau estava me dando um tesão enorme e falei que não ia demorar para gozar e ela falou que também e em pouco tempo senti meu pau dilatando e ao mesmo tempo ela começou a tremer e a rebolar e disse que estava gozando e tive que agarrá-la pela cintura para que o pau não saísse do rabo dela e explodi num gozo incrível .
Passamos a incluir essa modalidade nas nossas trepadas e de vez em quando eu enrabo Mônica com o vibrador na xoxota e gozamos muito.

7:59 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Então comecei a ser a escrava do meu marido. Ele passou a me usar como uma escrava mesmo, mas só nas questões de sexo. É um marido maravilhoso, faz tudo pra me agradar, mas exige demais quando o assunto é sexo. Depois daquele dia que ele me estuprou a bunda, não quis mais comer meu rabo por um bom tempo, disse que se meu cu ficasse arrombado ele não ia mais querer, então ele só fode meu cu as vezes. Mas quando fode.... ai, eu fico arrebentada! Uns 3 meses depois do "estupro", ele ainda não tinha feito minha bunda de novo. Aí um dia ele chegou do trabalho, eu tava na sala de tv, ele nem me beijou, me segurou pelo braço pra eu levantar, abaixou minha calça, deu um tapa na bunda e mandou eu ir pro quarto e ficar esperando lá, de bunda pra cima, até ele chegar. Eu fui pro quarto, já tremendo, sabendo o que ele ia fazer, tirei toda a roupa, deitei de bunda pra cima e fiquei esperando. Depois de uns 5 minutos ele veio. Quando me viu nua, pegou o cinto que tava na calça e começou a me bater. Eu gritei ai amor, porque ta me batendo, eu fiz o que você mandou, pára por favor! Ele disse que não tinha mandado tirar a roupa, que ele queria só me usar, me queria só com a calça abaixada, uma puta vagabunda depravada esperando com a buça e o cu de fora, só o suficiente pro cavalo dela meter e se satisfazer. Saiu do quarto mandando eu me vestir e ficar pronta pra ser usada e abusada. Coloquei a roupa, já com as carnes da bunda e das coxas ardendo das cintadas, olhei no espelho o vergão vermelho nas pernas e na bunda (era a primeira vez que ele me batia de cinto), fiquei deitada de bruço, a calça na altura do joelho, uma puta mesmo, com a bunda ali exposta. Ele foi tomar banho, então demorou um tempão. Eu já tava achando que ele não vinha mas fiquei com medo de sair dali. Depois de um tempão ele entrou no quarto, me viu daquele jeito, deu um tapa na minha bunda, beijou minha bunda e disse que era assim mesmo que uma puta se comportava, deixando a buceta e a bunda prontas pra serem abusadas. Então ele pos o pau na minha boca e me mandou mamar com vontade, pra deixar bem duro. Eu mamei com vontade, porque eu adoro mamar aquela vara grossa, e ele me xingava, olha só que cadela vagabunda, chupa com vontade, nasceu pra ser puta essa ordinária. Aí veio atrás de mim, mas não enfiou o pau de uma vez. Enfiou um dedo. Eu tava esperando, esperando a hora que aquele caralho enorme ia me invadir o cu sem dó, mas ele enfiou outro dedo, disse que ia abusar de um jeito diferente. Então levantou e pegou uns vibradores que tinha comprado. Me mostrou um pequeno e disse olha eu dou enfiar isso no seu cu e quero que você não deixe sair. Enfiou de uma vez, doeu. Aí ligou a tv e ficou do meu lado, batendo punheta de leve. Eu disse você não vai comer minha bunda? Ele disse vou, claro que vou, mas só quando seu cu já estiver doendo. Eu gritei não, não faz isso, noutro dia doeu demais, se você enfiar quando já estiver doendo eu não vou agüentar. Ele disse agüenta sim cadela, agüenta sim, e se não agüentar por bem, vai agüentar por mal, e pra você aprender a não reclamar, vou aumentar o tamanho do teu consolo. E tirou aquele vibrador e colocou outro maior. Meu rabo latejava, ele ali do meu lado vendo tv, punhetando e as vezes mexia o consolo com força, dizendo que era pra esfolar meu rabo pro pau dele entrar mais gostoso. Quando eu não tava mais agüentando aquele incômodo na bunda ele tirou o consolo, pegou outro vibrador, quase do tamanho do pau dele e enfiou de uma vez no meu cu. Eu gritei alto, chorei, ele veio em cima de mim e começou a forçar o vobrador pra dentro do meu cu com o corpo, arrombando meu rabo, aí ficou do meu lado de novo, olhando meu cu engolindo aquele consolo, enfiando e tirando, enfiando e tirando, e quando achou que já tava doendo, vermelho e esfolado o suficiente, tirou e ficou olhando, passando os dedos, disse ta aliviada, vagabunda, o cu ta relaxando, então toma, e enfiou o caralho inteiro de uma vez, com muita força, me fez uivar de dor, ficou socando, xingando, encheu meu cu com aquela porra quente e ficou lá dentro, apertando minha bunda no pau dele. Aí tirou. Eu ia me virar, mas ele não deixou. Disse que eu ia ter que passar a noite de bunda cheia, pegou o consolo pequeno e enfiou no meu cu. Eu gritava, meu cu ardia, latejando, esfolado. Ele enfiou o vibrador pequeno e disse que eu ia ter que dormir daquele jeito. Eu disse não, por favor, ta doendo meu cu, dói demais, por favor, faço o que você quiser, mas tira isso da minha bunda. Então ele levantou, pegou o cinto de novo e começou a bater com o cinto no vibrador que tava dentro da minha bunda. Ai por favor pára, dói meu cu, ta doendo muito, pára. Ele batia e dizia isso é pra você aprender cadela que quando eu mando você faz sem reclamar, vai dormir de bunda cheia e se continuar resistindo vou enfiar o consolo maior e te surrar mais. Eu tive que dormir daquele jeito, e quase não consegui dormir, porque meu cu ardia, pulsava, aquele troço era pequeno mas parecia enorme porque tava machucado o meu rabo. De manhã ele Tirou o consolo da bunda e beijou meu cu. Disse que eu ia ter que esperar muito pra dar a bunda de novo, porque ele não queria me deixar alargada. Disse que eu ia sentir saudades, e que ia ter que implorar se quisesse que ele fudesse meu cu de novo.

8:00 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Meu nome é Cezar, tenho 22 anos, e essa história que eu vou contar agora aconteceu há dois anos.
Tenho uma prima que na época estava com 14 anos, ela era muito gostoso, peitinho rosado, bundinha rebitada, lábios carnudos, um tesão de menina, toda deliciosa. Ela vivia lá em casa, sempre ficava lá ajudando minha mãe nos afazeres de casa, quando ela estava em casa e ficava com um micro short cravado naquele reguinho virgem, e uma blusinha toda solta e ficava sem sultian que dava pra ver até a marca do biquinho do peito dela, eu ficava louco de tesão com aquela visão maravilhosa, mesmo ficando doido a ponto de explodir eu nuca tive coragem de tentar alguma coisa, mesmo porque ela era muito menina e nunca tinha me dado muita idéia. Mas a coragem veio em um dia que minha mãe precisou sair e ficou só eu e aquela delícia. Então começamos a conversar, papo vai papo vem, a conversa começou a esquentar, até começarmos a falar de sexo, ai perguntei a ela se ainda era vigem, ela respondeu que sim, que nunca tinha tido nenhum contato com nenhum cara, quando ela valou isso meus olhos até brilharam, pensei é hoje que eu como essa gostosa. Chamei ela para irmos pra piscina, ela topou, então nos trocamos e fomos pra lá, começamos uma brincadeira, ela passava debaixo da minha perna e eu passava debaixo da dela, mas sempre que eu passava e ia subir, eu roçava meu pau naquela bundinha gostosa, com isso ela foi se excitando, depois comecei a passar a mão bem de leve pelo corpo dela, vi que ela já estava tremendo, daí então virei e tasquei um beijo nela, que por um momento resistiu, mas segurei-a com mais força ai ela sedeu e se soltou, fiquei só roçando meu pau nela até que ela me chamou para sairmos da piscina e irmos pro quarto, chegando lá arranquei aquele biquíni tendo a visão mais esplendorosa de toda minha vida, comecei a chupar aqueles peitinhos, que delicia, estava quase gozando só de fazer isto, fui beijando todo o seu corpo até em sua grutinha virgem, quente e molhada, fiz ela ficar louca, depois ela retribuiu com um boquete muito gostoso, parecia uma puta profissional, era demais. Então fui subindo novamente e pedi que ela abrisse as pernas, fui forçando meu pau na entrada daquela bucetinha deliciosa e ela começou a gemer, até que enfiei tudo em uma só estocada, ela deu um grito e começou a gemer feito uma louca, fui bombando mais forte, aquilo era um delicia , pedi para ela ficar de quatro, ela me atendeu com gosto, arrebitou aquela bundinha todinha só pra mim, deu uma lambida em seu cuzinho e fui colocando minha pica centímetro por centímetro, comecei a bombar forte feito um louco, ela gemia alto, aquilo me dava ainda mais tesão, ficava rebolando aquela bundinha lisinha, depois de ter arregaçado o seu cuzinho pedi pra ela bater um boquete, novamente ela fez com muita vontade, em pouco tempo gozei dentro daquela boquinha quente, ela não deixou cair nada sugou até a ultima gota, foi a trepada mais gostosa de toda minha vida, comer uma menininha virgem e inocente, até hoje quando nos encontramos sempre relembramos os velhos tempos...

7:35 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Meu nome é Cezar, tenho 22 anos, e essa história que eu vou contar agora aconteceu há dois anos.
Tenho uma prima que na época estava com 14 anos, ela era muito gostoso, peitinho rosado, bundinha rebitada, lábios carnudos, um tesão de menina, toda deliciosa. Ela vivia lá em casa, sempre ficava lá ajudando minha mãe nos afazeres de casa, quando ela estava em casa e ficava com um micro short cravado naquele reguinho virgem, e uma blusinha toda solta e ficava sem sultian que dava pra ver até a marca do biquinho do peito dela, eu ficava louco de tesão com aquela visão maravilhosa, mesmo ficando doido a ponto de explodir eu nuca tive coragem de tentar alguma coisa, mesmo porque ela era muito menina e nunca tinha me dado muita idéia. Mas a coragem veio em um dia que minha mãe precisou sair e ficou só eu e aquela delícia. Então começamos a conversar, papo vai papo vem, a conversa começou a esquentar, até começarmos a falar de sexo, ai perguntei a ela se ainda era vigem, ela respondeu que sim, que nunca tinha tido nenhum contato com nenhum cara, quando ela valou isso meus olhos até brilharam, pensei é hoje que eu como essa gostosa. Chamei ela para irmos pra piscina, ela topou, então nos trocamos e fomos pra lá, começamos uma brincadeira, ela passava debaixo da minha perna e eu passava debaixo da dela, mas sempre que eu passava e ia subir, eu roçava meu pau naquela bundinha gostosa, com isso ela foi se excitando, depois comecei a passar a mão bem de leve pelo corpo dela, vi que ela já estava tremendo, daí então virei e tasquei um beijo nela, que por um momento resistiu, mas segurei-a com mais força ai ela sedeu e se soltou, fiquei só roçando meu pau nela até que ela me chamou para sairmos da piscina e irmos pro quarto, chegando lá arranquei aquele biquíni tendo a visão mais esplendorosa de toda minha vida, comecei a chupar aqueles peitinhos, que delicia, estava quase gozando só de fazer isto, fui beijando todo o seu corpo até em sua grutinha virgem, quente e molhada, fiz ela ficar louca, depois ela retribuiu com um boquete muito gostoso, parecia uma puta profissional, era demais. Então fui subindo novamente e pedi que ela abrisse as pernas, fui forçando meu pau na entrada daquela bucetinha deliciosa e ela começou a gemer, até que enfiei tudo em uma só estocada, ela deu um grito e começou a gemer feito uma louca, fui bombando mais forte, aquilo era um delicia , pedi para ela ficar de quatro, ela me atendeu com gosto, arrebitou aquela bundinha todinha só pra mim, deu uma lambida em seu cuzinho e fui colocando minha pica centímetro por centímetro, comecei a bombar forte feito um louco, ela gemia alto, aquilo me dava ainda mais tesão, ficava rebolando aquela bundinha lisinha, depois de ter arregaçado o seu cuzinho pedi pra ela bater um boquete, novamente ela fez com muita vontade, em pouco tempo gozei dentro daquela boquinha quente, ela não deixou cair nada sugou até a ultima gota, foi a trepada mais gostosa de toda minha vida, comer uma menininha virgem e inocente, até hoje quando nos encontramos sempre relembramos os velhos tempos...

7:36 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Meu nome é Cezar, tenho 22 anos, e essa história que eu vou contar agora aconteceu há dois anos.
Tenho uma prima que na época estava com 14 anos, ela era muito gostoso, peitinho rosado, bundinha rebitada, lábios carnudos, um tesão de menina, toda deliciosa. Ela vivia lá em casa, sempre ficava lá ajudando minha mãe nos afazeres de casa, quando ela estava em casa e ficava com um micro short cravado naquele reguinho virgem, e uma blusinha toda solta e ficava sem sultian que dava pra ver até a marca do biquinho do peito dela, eu ficava louco de tesão com aquela visão maravilhosa, mesmo ficando doido a ponto de explodir eu nuca tive coragem de tentar alguma coisa, mesmo porque ela era muito menina e nunca tinha me dado muita idéia. Mas a coragem veio em um dia que minha mãe precisou sair e ficou só eu e aquela delícia. Então começamos a conversar, papo vai papo vem, a conversa começou a esquentar, até começarmos a falar de sexo, ai perguntei a ela se ainda era vigem, ela respondeu que sim, que nunca tinha tido nenhum contato com nenhum cara, quando ela valou isso meus olhos até brilharam, pensei é hoje que eu como essa gostosa. Chamei ela para irmos pra piscina, ela topou, então nos trocamos e fomos pra lá, começamos uma brincadeira, ela passava debaixo da minha perna e eu passava debaixo da dela, mas sempre que eu passava e ia subir, eu roçava meu pau naquela bundinha gostosa, com isso ela foi se excitando, depois comecei a passar a mão bem de leve pelo corpo dela, vi que ela já estava tremendo, daí então virei e tasquei um beijo nela, que por um momento resistiu, mas segurei-a com mais força ai ela sedeu e se soltou, fiquei só roçando meu pau nela até que ela me chamou para sairmos da piscina e irmos pro quarto, chegando lá arranquei aquele biquíni tendo a visão mais esplendorosa de toda minha vida, comecei a chupar aqueles peitinhos, que delicia, estava quase gozando só de fazer isto, fui beijando todo o seu corpo até em sua grutinha virgem, quente e molhada, fiz ela ficar louca, depois ela retribuiu com um boquete muito gostoso, parecia uma puta profissional, era demais. Então fui subindo novamente e pedi que ela abrisse as pernas, fui forçando meu pau na entrada daquela bucetinha deliciosa e ela começou a gemer, até que enfiei tudo em uma só estocada, ela deu um grito e começou a gemer feito uma louca, fui bombando mais forte, aquilo era um delicia , pedi para ela ficar de quatro, ela me atendeu com gosto, arrebitou aquela bundinha todinha só pra mim, deu uma lambida em seu cuzinho e fui colocando minha pica centímetro por centímetro, comecei a bombar forte feito um louco, ela gemia alto, aquilo me dava ainda mais tesão, ficava rebolando aquela bundinha lisinha, depois de ter arregaçado o seu cuzinho pedi pra ela bater um boquete, novamente ela fez com muita vontade, em pouco tempo gozei dentro daquela boquinha quente, ela não deixou cair nada sugou até a ultima gota, foi a trepada mais gostosa de toda minha vida, comer uma menininha virgem e inocente, até hoje quando nos encontramos sempre relembramos os velhos tempos...

7:38 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Meu nome é Cezar, tenho 22 anos, e essa história que eu vou contar agora aconteceu há dois anos.
Tenho uma prima que na época estava com 14 anos, ela era muito gostoso, peitinho rosado, bundinha rebitada, lábios carnudos, um tesão de menina, toda deliciosa. Ela vivia lá em casa, sempre ficava lá ajudando minha mãe nos afazeres de casa, quando ela estava em casa e ficava com um micro short cravado naquele reguinho virgem, e uma blusinha toda solta e ficava sem sultian que dava pra ver até a marca do biquinho do peito dela, eu ficava louco de tesão com aquela visão maravilhosa, mesmo ficando doido a ponto de explodir eu nuca tive coragem de tentar alguma coisa, mesmo porque ela era muito menina e nunca tinha me dado muita idéia. Mas a coragem veio em um dia que minha mãe precisou sair e ficou só eu e aquela delícia. Então começamos a conversar, papo vai papo vem, a conversa começou a esquentar, até começarmos a falar de sexo, ai perguntei a ela se ainda era vigem, ela respondeu que sim, que nunca tinha tido nenhum contato com nenhum cara, quando ela valou isso meus olhos até brilharam, pensei é hoje que eu como essa gostosa. Chamei ela para irmos pra piscina, ela topou, então nos trocamos e fomos pra lá, começamos uma brincadeira, ela passava debaixo da minha perna e eu passava debaixo da dela, mas sempre que eu passava e ia subir, eu roçava meu pau naquela bundinha gostosa, com isso ela foi se excitando, depois comecei a passar a mão bem de leve pelo corpo dela, vi que ela já estava tremendo, daí então virei e tasquei um beijo nela, que por um momento resistiu, mas segurei-a com mais força ai ela sedeu e se soltou, fiquei só roçando meu pau nela até que ela me chamou para sairmos da piscina e irmos pro quarto, chegando lá arranquei aquele biquíni tendo a visão mais esplendorosa de toda minha vida, comecei a chupar aqueles peitinhos, que delicia, estava quase gozando só de fazer isto, fui beijando todo o seu corpo até em sua grutinha virgem, quente e molhada, fiz ela ficar louca, depois ela retribuiu com um boquete muito gostoso, parecia uma puta profissional, era demais. Então fui subindo novamente e pedi que ela abrisse as pernas, fui forçando meu pau na entrada daquela bucetinha deliciosa e ela começou a gemer, até que enfiei tudo em uma só estocada, ela deu um grito e começou a gemer feito uma louca, fui bombando mais forte, aquilo era um delicia , pedi para ela ficar de quatro, ela me atendeu com gosto, arrebitou aquela bundinha todinha só pra mim, deu uma lambida em seu cuzinho e fui colocando minha pica centímetro por centímetro, comecei a bombar forte feito um louco, ela gemia alto, aquilo me dava ainda mais tesão, ficava rebolando aquela bundinha lisinha, depois de ter arregaçado o seu cuzinho pedi pra ela bater um boquete, novamente ela fez com muita vontade, em pouco tempo gozei dentro daquela boquinha quente, ela não deixou cair nada sugou até a ultima gota, foi a trepada mais gostosa de toda minha vida, comer uma menininha virgem e inocente, até hoje quando nos encontramos sempre relembramos os velhos tempos...

7:39 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

A PRIMEIRA VEZ QUE DEI O RABO

Minha primeira experiencia sendo enrabada foi a sensação mais gostosa, mais tesuda que já senti em toda a minha vida.
Nunca tinha dado o rabo e o meu parceiro vivia com aqueles olhos pidões e sempre quando estava fazendo sexo na minha bucetinha, vinha com aqueles dedos tentando alargar meu cuzinho.
Eu sentia muito prazer quando ele passava o dedo na portinha.
Quando era penetrada na xaninha e ele alisava meu cuzinho com o dedo eu ficava com muito tesão, mas tinha muito medo de dar o rabo.
Sempre que estavamos na rua e quando eu dava as costas e me voltava rapidamente para ve-lo, era no meu rabo que seus olhos estavam cravados, e isso não saía da minha cabeça.. pois meu cuzinho piscava de tanta vontade de dar..
Até que um dia.. ele estava se deliciando, enfiando na minha bucetinha toda umida por tras, quando começou a esfregar aquele grosso melado no meu anus.... ssssssssssssss...ahh... que sensação deliciosa... que vontade de ser enrabada.. de dar todos os buracos, de ser fudida que nem uma puta safada.
E ele com aquela voz do caralho de gostosa, perguntou no meu ouvido se eu queria experimentar.
É irrisestivel ver um macho gostoso, que me fodE gostoso na buceta, se rastejar por um rabo... sss...
Não pensei duas vezes e disse que estava preparada...
Ele era todo cuidadoso comigo e tiha muito medo de me machucar. me ensinou que eu devia me tocar enquanto estivesse sentindo muita dor.
Ele ficou forçando na portinha... e o que eu sentia era um puto tesão daquele caralho que parecia uma pedra me penetrando e me rasgando toda.
O que aconteceu a seguir é algo que jamais irei esquecer..logo após ter entrado a cabecinha.. aquela pica gigantesca deslizou pelo meu rabo a dentro... e ele inicialmente começou a me cavalgar devagar... e o que eu sentia era desconhecido e estupendamente gostoso.
Fiquei louca e percebi que dar o rabo é a coisa mais excitante, mais fudida de gostosa que tem na minha vida..
estou sempre depilando meu cuzinho...e quando não tenho o pau dele me penetrando, eu enfio o que tiver de duro pela frente..
Hoje em dia, acho que não viveria mais uma boa transa sem dar o meu rabo, não teria mais graça nenhuma.
Eu fico muito gostosa, muito vadia.. e fico com um tesão que não é desse mundo..
Hoje eu peço para ele me bater na bunda...sss... é delicioso...
Adoro que puxe meus cabelos e adoro procurar sua boca tendo que encaixar a minha bunda em todo o seu pau para virar prá tras..
Ele me come que nem um animal.. se lambuza todo... treme..
parece um cachorro de rua, grudado no rabo da sua cadela..
E eu.. adoro ser arrombada por aquele pau latejando... e adoro ser puta dando o cu.. adoro sentir um caralho dentro do meu rabo e adoro quando ele me bate e cospe no meu cu..
É tudo gostoso e sujo que eu nao tenho vontade de fazer outra coisa..
Agora o meu cuzinho deu pra piscar quando estou com vontade e sempre tenho vontade de dar o rabo, acordo pensando e vou dormir pensando.

Quem quiser experimentar a delícia do meu rabo, me escrevam e se quiserem inventar algo mais, se quiserem me enfiar objetos, me usar que nem uma vadia suja... fiquem a vontade, garanto que não se arrependerão.

11:00 PM, March 03, 2005  

Post a Comment

<< Home