Wednesday, February 23, 2005

Momentos inesquecíveis

Ela: - Você está tendo um caso? (quando ele estava tendo um caso)
Ele: - Você é LOUUUUCAAA!!! (gritando) ODEIO ISSO!!! VOCÊ É LOOOOOUUUUCAAA!!!

Ela: - Você está me traindo? (quando ele teve o seu segundo caso)
Ele: - Sua LOOUUCAA!! ME DEIXA EM PAZ!!!

Ela: - Por que você está me tratando diferente agora, está saindo com alguém? Quem é essa linda que você conheceu pela internet? (terceiro caso)
Ele: - VOCÊ SÓ PODE SER DOENTE MESMO!!! LOOUUUCAAA!! NEM VOU RESPONDER!!!

Muito tempo e sofrimento depois...

Ela: - Estou com medo, estão me perseguindo e eu não consigo entender porque... (palavras desconexas, pois ela estava no meio de uma crise de esquizofrenia provocada por um longo período de depressão)
Ele: - Você não tá inventando esta história só porque não tem mais dinheiro?

Não sei se confio na genética ou na sociologia, pergunta filosófica:

O SER HUMANO NASCE ASSIM OU O TORNAM DESSE JEITO?

38 Comments:

Anonymous Anonymous said...

Uma coisa é certa!
Ainda bem que voce se livrou disso, ou queria ser corna para o resto da tua vida?
Porque essas outras, coitadas, vai acontecer o mesmo com elas.. Se já não aconteceu!! Quer saber?.. tenho pena de voce, delas e de todas as mulheres que ele sedus. Todas idiotas que não enchergam um palmo a frente dos seus narizes e ainda sofrem por uma bosta humana!!
Aí eu que te pergunto:
Você nasceu para servir de penico, para ser mulher de malandro ou para agradecer as melhorias que deus faz na tua vida?



Igreja Evangélica Assembléia de Deus.
Rua Reboujo, 218 - CEP 03408-050
Santo Estêvão - Tatuapé
São Paulo - SP
Fone: (0XX)-(11)-6191-5641

5:39 PM, February 27, 2005  
Anonymous Anonymous said...

eu continuava ávida por sexo, sentia saudades de meu dono quando o mesmo tinha que viajar, me sentia impotente em sair com outra pessoa para tentar esquece-lo um pouco... eu o queria perto de mim, me sodomizando, me escravizando, me fazendo de sua putinha... como eu adorava isso.
Em uma de suas viagens, ELE me convidou a ir junto pois sabia que eu ficava tristonha por não Ter sua presença, como me senti feliz pelo convite, senti que ELE me queria muito mais do que eu achava, e começou a nossa viagem.
Primeiro fomos para o interior de São Paulo, onde o mesmo participou de algumas feiras de turismo, nos primeiros três dias, fudemos tanto que estavamos esfolados, minha xotinha estava inchada de tanta palmadinha que levava, meu cuzinho estava dolorido de tanto levar piroca dentro dele, mais isso me deixava acessa e feliz, eu adorava sentir este tipo de incomodo, isso me fazia viver molhadinha de gozo. Conversamos também muito a respeito de toda a situação por que estavamos passando, ele me fez entender bem e eu o fiz ver que eu queria ser da forma que ele quisesse fazer de mim, eu não me importava se ele me fizesse de bem puta, eu confiava nele e queria ser para ele o que ele quisesse que eu fosse. Falei de minhas necessidades quando ele estava viajando e eu ficava sozinha sem Ter o que fazer, e mesmo tendo sua autorização para sair com quem eu quisesse nestes períodos, eu não conseguia, pois sentia sua falta. Depois dessa conversa que tivemos, o mesmo me prometeu que tudo iria mudar, e com certeza eu iria adorar muito... Estávamos em Ribeirão Preto, e seria a ultima escala de tantas cidades do interior de São Paulo que ele havia trabalhado, quando a noite chegou, ele veio com uma bolsa de um shopping e disse que me queria vestida com aquele vestido, pois a noite sairíamos e ele me queria bem gostosa aos olhos dos machos e fêmeas que com certeza eu teria esta noite... cheguei a tremer de tanto gozo jorrado. Dentro da sacola tinha um vestido branco, de seda, e uma coleira de cachorrinha (muito linda, num tom aveludado de vermelho), um par de sandálias brancas de salto bem alto, perguntei-lhe se não estava faltando para completar tudo uma calcinha bem sexy, ele me olhou, sorriu e disse-me... hoje eu te quero sem calcinhas.
A noite chegou, entramos no carro e partimos para um sitio onde estava sendo realizada uma festa, somente pessoas lindas, bem vestidas, e eu entrei como uma cadelinha ao lado de meu dono, me puxando pela corrente que prendia na coleirinha, todos me olharam ao entrar, e eu senti que naquela noite eu voltaria completamente saciada e bem inchadinha... a brincadeira já havia começado em alguns pontos da casa... olhei uma linda negra mamando duas cacetas ao mesmo tempo, aquilo me deu muito tesão e ele sentiu isso em meus olhos e em meus mamilos que estavam durinhos como pedras... puxou-me pela coleira, fez-me ajoelhar ao lado da negra e eu perguntei a ela se poderia me ceder umas daquelas cacetas maravilhosas... ela pegou-me pelo queixo, deu-me um beijo na boca, enfiando sua língua bem profunda em minha boca e fez-me engolir a maior das cacetas, que quase não cabia em minha boca de tão grossa que era, mais fui fundo mamando aquela delicia, de repente senti suas mãos entrarem pôr baixo de meu vestido e tive minha xotinha acariciada pôr aqueles dedos, que pareciam mágicos de tão velozes que se mexiam dentro de mim, mamava com mais força ainda e minha xotinha jorrava meu gozo, que a esta altura já era uma verdadeira cachoeira... senti a inclinação de seu corpo em direção a minha xota e tive seus dedos dentro de meu cuzinho e sua língua ávida me chupando de uma forma que eu adorei muito, ainda me chupando, puxou o cacetudo e colocou-o em posição de me fuder inteiramente por traz... que loucura aquela grossura entrando dentro de mim, e eu sentindo cada pedacinho meu se abrir para não sentir a dificuldade que ele estava tendo de colocar-se todinho dentro de mim, a negra deitou-se no chão ainda me chupando e com sua mão em minha coleira direcionou minha boca no sentido de sua buceta, que tambem era maravilhosa e linda, labios gordinhos, um grelho bem saliente, totalmente depilada, como a minha, e ambas ficamos nos chupando enquanto eu tinha aquela caceta já totalmente acomodada dentro de minha xotinha, eu rebolava muito e em cada rebolada sentia a caceta mais funda dentro de mim... gozamos os três juntos, enquanto meu dono ficou a me observar... como eu amava quando ele me observava daquela forma, eu sentia mais tesão e fazia mais gostoso, pois não queria que ele ficasse decepcionado comigo, eu amava ser sua putinha, seu brinquedinho sexual, e ele sabia disso.
Depois desta brincadeira, continuamos a passear pelo sitio e mais cenas de sexo vimos, as vezes eu queria participar, mais ele puxava-me pela coleira, ordenando-me que quando chegasse a hora ele mandaria eu participar... agora ele queria apenas observar... dei-lhe um beijinho e disse-lhe baixinho que eu estava toda melada novamente... ele sorriu e me beijou.
A madrugada foi chegando, quando ele me puxou pela coleira e disse-me que agora eu poderia gozar mais gostoso ainda, pois ele havia encontrado o que queria... era um casal lindo, maravilhosos e o cara tinha uma piroca linda... a mulher tinha uma boca linda e uns seios duríssimos, ainda estávamos conversando amenidades, quando ela me chama para seu lado e passa a beijar meus seios, amassar minhas coxas com aquelas mãos fortes e delicadas, fomos os quatro para o terraço da casa, onde ficamos sozinhos e ai ela disse-me que iria mostrar seu grande segredo, fez-me vir lhe beijando de cima até aos seus pés, e disse-me que no meio do caminho eu acharia seu grande segredo, e achei... que bela caceta aquela mulher tinha, era um travesti maravilhoso, ainda estava olhando o tamanho quando recebo a ordem de meu dono para mamar aquela coisa linda e descomunal, comecei a fazer o boquete que tanto gosto, comecei a sentir que meu vestido era retirado, fiquei completamente nua, ajoelhada no chão mamando aquela mulher-homem, ela gemia gostoso e me apertava contra seu cacete, as vezes chegava a ficar sem respiração de tão fundo que o colocava em minha garganta... ai ela me disse que iria comer meu cuzinho, e que o meu dono iria se deliciar comendo o cuzinho dela, o cara dela estava ao lado só se masturbando e olhando-nos, ela pediu-lhe então que enfiasse em minha bucetinha, pois queria me ver gemendo numa DP, cheguei a tremer, será que eu aguentaria, eram duas cacetas descomunais... relaxei e comecei a sentir ser entalada pela primeira caceta, enquanto eu sentava gostoso, ela mamava a caceta de meu dono... eu já acomodada, ela levanta minha bundinha um pouquinho e começa a me penetrar vagarosamente, entrando cada centímetro dentro de meu cuzinho guloso... logo eu estava entalada pelos dois lados, e olhei meu dono tambem enterrando sua caceta no cuzinho daquele mulher-homem, e a cada estocada que ele dava, ela tambem me estocava e ambas gemiamos de tesão. Devo dizer que gozei muito, estava quase que satisfeita, mais ainda queria sentir meu dono me fudendo, me dando as tapinhas que somente ele sabe dar, e ao dizer isso a ele, ganhei minha primeira tapinha da noite, estalou gostosamente em minhas popas e eu gemi de gozo e a mulher-homem tambem começou a dar palmadas em minha bunda e ai eu comecei a pedir-lhe quase que em voz alta que ela estourasse meu cuzinho, que eu queria que ela derramasse seu leitinho em todo o meu corpo, e que ela me desse um pouco deste néctar para beber... quase me engasguei de tanto leite tomado, como ela gozava gostoso e abundante, senti tambem o leite de seu marido sobre meu corpo e tambem na minha boca e finalmente pude beber todo o leitinho de meu dono... estava satisfeita por aquela noite... e fiz meu dono me prometer que outras noites iguais aquela eu teria.
No dia seguinte ainda estavamos deitados descansando, quando o telefone toca e era novamente ela, perguntando como eu estava, se já estava preparada para outra seção anal e outras coisinhas mais, disse-lhe que para ela estaria sempre pronta desde que meu dono assim o permitisse, perguntou-me então se eu não gostaria de nós quatro fossemos ao cinema, pois seu marido estava fissurado em leva-la ao cinema, perguntei ao meu dono o que ele achava, concordamos e marcamos as seis da noite eles nos pegariam na porta de nosso hotel.
As seis em ponto lá estavam eles nos aguardando e fomos nós ao cinema, no meio do caminho, ela nos disse que iriamos para um cinema pornô, onde ela gostava muito de se prostituir, e que seu marido adorava ver sua mulher-homem servir de putinha para outros homens... e ela me falou que se meu dono permitisse ela iria desfilar comigo dentro do cinema... aquilo mexeu com meu tesão e eu pedi mansamente ao meu dono que permitisse mais esta aventura, ele disse que sim, desde que eu desfilasse nua pelo cinema, assustei-me um pouco, mais logo ela disse-me que era assim praticamente que ela brincava dentro do cinema... e ai fomos nós.
Entramos, a sala estava bem escura, mais dava para perceber que estava cheio, sentamos, começamos a nos tocar, eu e ela, e logo começou a aparecer alguns homens com cacetas para fora se masturbando, como aquilo mexia comigo, me dava muito tesão eu ver outras pessoas se masturbando pelo que eu estava fazendo... e logo estavamos nós duas com algumas cacetas a nosso dispor, tirei toda a minha roupa, ficando nuazinha, e sentindo logo uma caceta invadir minha xota, e ela se posicionando atras de mim para poder penetrar meu cuzinho, enquanto outro desconhecido se posicionava também para poder penetrar o cuzinho dela, era o verdadeiro trenzinho do prazer... o dinheiro começou a aparecer nas mãos e só pegávamos e verificávamos se as cacetas estavam com camisinha (era a nossa segurança) e se estavam em nossos buraquinhos se acomodavam, e nós duas gozávamos, as vezes com ela dentro de mim, outras vezes eu a mamando, beijando seus lábios de mel, e a partir deste dia, meu dono sentiu que aquilo havia mexido muito comigo, ou seja, ser exposta aos olhos de machos tarados e cheios de fantasias, que quando retornamos para o Rio de Janeiro a primeira coisa que pedi a ele foi que fizesse um anuncio para mim, onde eu me alugaria para ser penetrada de todas as formas dentro de um cinema, e assim foi feito, colocamos o anuncio, arranjamos o cinema, e hoje adoro me ver sendo totalmente preenchida e tendo ao meu lado outros machos que se masturbam, e alguns chegam até o gozo final, jorrando seu leitinho bem perto de mim, e ai quem esta me penetrando se surpreende com a cachoeira de gozo que sai de mim xotinha e com as piscadas que meu cuzinho dá... adoro ser sodomizada e ser vista como uma cadelinha fudendo dentro do cinema. E numa destas minhas aventuras conheci dentro do cinema um boyzinho lindo, que trouxe de presente para mim e eu dei de presente para meu dono, uma ninfetinha maravilhosa que as vezes participa de minhas aventuras (leiam brincando no escritório de I à IV), hoje ela está sendo ainda educada por meu dono e eu ainda ganho o previlégio de poder sugar sua xotinha que ainda não tem nem pentelhinhos, mais em compensação já explode como uma cadela viciada em sexo (mais essa eu conto depois), inclusive quando ela perdeu todas as preguinhas de seu cuzinho quase infantil, e eu tive o prazer de tirar todas estas preguinhas. Se você quiser me contratar como sua cadelinha, e for morador do Rio de Janeiro, ou viaja sempre para esta cidade maravilhosa, venha sentir as maravilhas desta cadelinha que adora o que faz, e que adora Ter sua xotinha totalmente lisinha exposta aos olhos dos outros.
Contatos através do e-mail de meu dono e senhor, ninfadininfa@ig.com.br estarei de braços abertos esperando vocês.

1:31 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

eu continuava ávida por sexo, sentia saudades de meu dono quando o mesmo tinha que viajar, me sentia impotente em sair com outra pessoa para tentar esquece-lo um pouco... eu o queria perto de mim, me sodomizando, me escravizando, me fazendo de sua putinha... como eu adorava isso.
Em uma de suas viagens, ELE me convidou a ir junto pois sabia que eu ficava tristonha por não Ter sua presença, como me senti feliz pelo convite, senti que ELE me queria muito mais do que eu achava, e começou a nossa viagem.
Primeiro fomos para o interior de São Paulo, onde o mesmo participou de algumas feiras de turismo, nos primeiros três dias, fudemos tanto que estavamos esfolados, minha xotinha estava inchada de tanta palmadinha que levava, meu cuzinho estava dolorido de tanto levar piroca dentro dele, mais isso me deixava acessa e feliz, eu adorava sentir este tipo de incomodo, isso me fazia viver molhadinha de gozo. Conversamos também muito a respeito de toda a situação por que estavamos passando, ele me fez entender bem e eu o fiz ver que eu queria ser da forma que ele quisesse fazer de mim, eu não me importava se ele me fizesse de bem puta, eu confiava nele e queria ser para ele o que ele quisesse que eu fosse. Falei de minhas necessidades quando ele estava viajando e eu ficava sozinha sem Ter o que fazer, e mesmo tendo sua autorização para sair com quem eu quisesse nestes períodos, eu não conseguia, pois sentia sua falta. Depois dessa conversa que tivemos, o mesmo me prometeu que tudo iria mudar, e com certeza eu iria adorar muito... Estávamos em Ribeirão Preto, e seria a ultima escala de tantas cidades do interior de São Paulo que ele havia trabalhado, quando a noite chegou, ele veio com uma bolsa de um shopping e disse que me queria vestida com aquele vestido, pois a noite sairíamos e ele me queria bem gostosa aos olhos dos machos e fêmeas que com certeza eu teria esta noite... cheguei a tremer de tanto gozo jorrado. Dentro da sacola tinha um vestido branco, de seda, e uma coleira de cachorrinha (muito linda, num tom aveludado de vermelho), um par de sandálias brancas de salto bem alto, perguntei-lhe se não estava faltando para completar tudo uma calcinha bem sexy, ele me olhou, sorriu e disse-me... hoje eu te quero sem calcinhas.
A noite chegou, entramos no carro e partimos para um sitio onde estava sendo realizada uma festa, somente pessoas lindas, bem vestidas, e eu entrei como uma cadelinha ao lado de meu dono, me puxando pela corrente que prendia na coleirinha, todos me olharam ao entrar, e eu senti que naquela noite eu voltaria completamente saciada e bem inchadinha... a brincadeira já havia começado em alguns pontos da casa... olhei uma linda negra mamando duas cacetas ao mesmo tempo, aquilo me deu muito tesão e ele sentiu isso em meus olhos e em meus mamilos que estavam durinhos como pedras... puxou-me pela coleira, fez-me ajoelhar ao lado da negra e eu perguntei a ela se poderia me ceder umas daquelas cacetas maravilhosas... ela pegou-me pelo queixo, deu-me um beijo na boca, enfiando sua língua bem profunda em minha boca e fez-me engolir a maior das cacetas, que quase não cabia em minha boca de tão grossa que era, mais fui fundo mamando aquela delicia, de repente senti suas mãos entrarem pôr baixo de meu vestido e tive minha xotinha acariciada pôr aqueles dedos, que pareciam mágicos de tão velozes que se mexiam dentro de mim, mamava com mais força ainda e minha xotinha jorrava meu gozo, que a esta altura já era uma verdadeira cachoeira... senti a inclinação de seu corpo em direção a minha xota e tive seus dedos dentro de meu cuzinho e sua língua ávida me chupando de uma forma que eu adorei muito, ainda me chupando, puxou o cacetudo e colocou-o em posição de me fuder inteiramente por traz... que loucura aquela grossura entrando dentro de mim, e eu sentindo cada pedacinho meu se abrir para não sentir a dificuldade que ele estava tendo de colocar-se todinho dentro de mim, a negra deitou-se no chão ainda me chupando e com sua mão em minha coleira direcionou minha boca no sentido de sua buceta, que tambem era maravilhosa e linda, labios gordinhos, um grelho bem saliente, totalmente depilada, como a minha, e ambas ficamos nos chupando enquanto eu tinha aquela caceta já totalmente acomodada dentro de minha xotinha, eu rebolava muito e em cada rebolada sentia a caceta mais funda dentro de mim... gozamos os três juntos, enquanto meu dono ficou a me observar... como eu amava quando ele me observava daquela forma, eu sentia mais tesão e fazia mais gostoso, pois não queria que ele ficasse decepcionado comigo, eu amava ser sua putinha, seu brinquedinho sexual, e ele sabia disso.
Depois desta brincadeira, continuamos a passear pelo sitio e mais cenas de sexo vimos, as vezes eu queria participar, mais ele puxava-me pela coleira, ordenando-me que quando chegasse a hora ele mandaria eu participar... agora ele queria apenas observar... dei-lhe um beijinho e disse-lhe baixinho que eu estava toda melada novamente... ele sorriu e me beijou.
A madrugada foi chegando, quando ele me puxou pela coleira e disse-me que agora eu poderia gozar mais gostoso ainda, pois ele havia encontrado o que queria... era um casal lindo, maravilhosos e o cara tinha uma piroca linda... a mulher tinha uma boca linda e uns seios duríssimos, ainda estávamos conversando amenidades, quando ela me chama para seu lado e passa a beijar meus seios, amassar minhas coxas com aquelas mãos fortes e delicadas, fomos os quatro para o terraço da casa, onde ficamos sozinhos e ai ela disse-me que iria mostrar seu grande segredo, fez-me vir lhe beijando de cima até aos seus pés, e disse-me que no meio do caminho eu acharia seu grande segredo, e achei... que bela caceta aquela mulher tinha, era um travesti maravilhoso, ainda estava olhando o tamanho quando recebo a ordem de meu dono para mamar aquela coisa linda e descomunal, comecei a fazer o boquete que tanto gosto, comecei a sentir que meu vestido era retirado, fiquei completamente nua, ajoelhada no chão mamando aquela mulher-homem, ela gemia gostoso e me apertava contra seu cacete, as vezes chegava a ficar sem respiração de tão fundo que o colocava em minha garganta... ai ela me disse que iria comer meu cuzinho, e que o meu dono iria se deliciar comendo o cuzinho dela, o cara dela estava ao lado só se masturbando e olhando-nos, ela pediu-lhe então que enfiasse em minha bucetinha, pois queria me ver gemendo numa DP, cheguei a tremer, será que eu aguentaria, eram duas cacetas descomunais... relaxei e comecei a sentir ser entalada pela primeira caceta, enquanto eu sentava gostoso, ela mamava a caceta de meu dono... eu já acomodada, ela levanta minha bundinha um pouquinho e começa a me penetrar vagarosamente, entrando cada centímetro dentro de meu cuzinho guloso... logo eu estava entalada pelos dois lados, e olhei meu dono tambem enterrando sua caceta no cuzinho daquele mulher-homem, e a cada estocada que ele dava, ela tambem me estocava e ambas gemiamos de tesão. Devo dizer que gozei muito, estava quase que satisfeita, mais ainda queria sentir meu dono me fudendo, me dando as tapinhas que somente ele sabe dar, e ao dizer isso a ele, ganhei minha primeira tapinha da noite, estalou gostosamente em minhas popas e eu gemi de gozo e a mulher-homem tambem começou a dar palmadas em minha bunda e ai eu comecei a pedir-lhe quase que em voz alta que ela estourasse meu cuzinho, que eu queria que ela derramasse seu leitinho em todo o meu corpo, e que ela me desse um pouco deste néctar para beber... quase me engasguei de tanto leite tomado, como ela gozava gostoso e abundante, senti tambem o leite de seu marido sobre meu corpo e tambem na minha boca e finalmente pude beber todo o leitinho de meu dono... estava satisfeita por aquela noite... e fiz meu dono me prometer que outras noites iguais aquela eu teria.
No dia seguinte ainda estavamos deitados descansando, quando o telefone toca e era novamente ela, perguntando como eu estava, se já estava preparada para outra seção anal e outras coisinhas mais, disse-lhe que para ela estaria sempre pronta desde que meu dono assim o permitisse, perguntou-me então se eu não gostaria de nós quatro fossemos ao cinema, pois seu marido estava fissurado em leva-la ao cinema, perguntei ao meu dono o que ele achava, concordamos e marcamos as seis da noite eles nos pegariam na porta de nosso hotel.
As seis em ponto lá estavam eles nos aguardando e fomos nós ao cinema, no meio do caminho, ela nos disse que iriamos para um cinema pornô, onde ela gostava muito de se prostituir, e que seu marido adorava ver sua mulher-homem servir de putinha para outros homens... e ela me falou que se meu dono permitisse ela iria desfilar comigo dentro do cinema... aquilo mexeu com meu tesão e eu pedi mansamente ao meu dono que permitisse mais esta aventura, ele disse que sim, desde que eu desfilasse nua pelo cinema, assustei-me um pouco, mais logo ela disse-me que era assim praticamente que ela brincava dentro do cinema... e ai fomos nós.
Entramos, a sala estava bem escura, mais dava para perceber que estava cheio, sentamos, começamos a nos tocar, eu e ela, e logo começou a aparecer alguns homens com cacetas para fora se masturbando, como aquilo mexia comigo, me dava muito tesão eu ver outras pessoas se masturbando pelo que eu estava fazendo... e logo estavamos nós duas com algumas cacetas a nosso dispor, tirei toda a minha roupa, ficando nuazinha, e sentindo logo uma caceta invadir minha xota, e ela se posicionando atras de mim para poder penetrar meu cuzinho, enquanto outro desconhecido se posicionava também para poder penetrar o cuzinho dela, era o verdadeiro trenzinho do prazer... o dinheiro começou a aparecer nas mãos e só pegávamos e verificávamos se as cacetas estavam com camisinha (era a nossa segurança) e se estavam em nossos buraquinhos se acomodavam, e nós duas gozávamos, as vezes com ela dentro de mim, outras vezes eu a mamando, beijando seus lábios de mel, e a partir deste dia, meu dono sentiu que aquilo havia mexido muito comigo, ou seja, ser exposta aos olhos de machos tarados e cheios de fantasias, que quando retornamos para o Rio de Janeiro a primeira coisa que pedi a ele foi que fizesse um anuncio para mim, onde eu me alugaria para ser penetrada de todas as formas dentro de um cinema, e assim foi feito, colocamos o anuncio, arranjamos o cinema, e hoje adoro me ver sendo totalmente preenchida e tendo ao meu lado outros machos que se masturbam, e alguns chegam até o gozo final, jorrando seu leitinho bem perto de mim, e ai quem esta me penetrando se surpreende com a cachoeira de gozo que sai de mim xotinha e com as piscadas que meu cuzinho dá... adoro ser sodomizada e ser vista como uma cadelinha fudendo dentro do cinema. E numa destas minhas aventuras conheci dentro do cinema um boyzinho lindo, que trouxe de presente para mim e eu dei de presente para meu dono, uma ninfetinha maravilhosa que as vezes participa de minhas aventuras (leiam brincando no escritório de I à IV), hoje ela está sendo ainda educada por meu dono e eu ainda ganho o previlégio de poder sugar sua xotinha que ainda não tem nem pentelhinhos, mais em compensação já explode como uma cadela viciada em sexo (mais essa eu conto depois), inclusive quando ela perdeu todas as preguinhas de seu cuzinho quase infantil, e eu tive o prazer de tirar todas estas preguinhas. Se você quiser me contratar como sua cadelinha, e for morador do Rio de Janeiro, ou viaja sempre para esta cidade maravilhosa, venha sentir as maravilhas desta cadelinha que adora o que faz, e que adora Ter sua xotinha totalmente lisinha exposta aos olhos dos outros.
Contatos através do e-mail de meu dono e senhor, ninfadininfa@ig.com.br estarei de braços abertos esperando vocês.

1:31 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

eu continuava ávida por sexo, sentia saudades de meu dono quando o mesmo tinha que viajar, me sentia impotente em sair com outra pessoa para tentar esquece-lo um pouco... eu o queria perto de mim, me sodomizando, me escravizando, me fazendo de sua putinha... como eu adorava isso.
Em uma de suas viagens, ELE me convidou a ir junto pois sabia que eu ficava tristonha por não Ter sua presença, como me senti feliz pelo convite, senti que ELE me queria muito mais do que eu achava, e começou a nossa viagem.
Primeiro fomos para o interior de São Paulo, onde o mesmo participou de algumas feiras de turismo, nos primeiros três dias, fudemos tanto que estavamos esfolados, minha xotinha estava inchada de tanta palmadinha que levava, meu cuzinho estava dolorido de tanto levar piroca dentro dele, mais isso me deixava acessa e feliz, eu adorava sentir este tipo de incomodo, isso me fazia viver molhadinha de gozo. Conversamos também muito a respeito de toda a situação por que estavamos passando, ele me fez entender bem e eu o fiz ver que eu queria ser da forma que ele quisesse fazer de mim, eu não me importava se ele me fizesse de bem puta, eu confiava nele e queria ser para ele o que ele quisesse que eu fosse. Falei de minhas necessidades quando ele estava viajando e eu ficava sozinha sem Ter o que fazer, e mesmo tendo sua autorização para sair com quem eu quisesse nestes períodos, eu não conseguia, pois sentia sua falta. Depois dessa conversa que tivemos, o mesmo me prometeu que tudo iria mudar, e com certeza eu iria adorar muito... Estávamos em Ribeirão Preto, e seria a ultima escala de tantas cidades do interior de São Paulo que ele havia trabalhado, quando a noite chegou, ele veio com uma bolsa de um shopping e disse que me queria vestida com aquele vestido, pois a noite sairíamos e ele me queria bem gostosa aos olhos dos machos e fêmeas que com certeza eu teria esta noite... cheguei a tremer de tanto gozo jorrado. Dentro da sacola tinha um vestido branco, de seda, e uma coleira de cachorrinha (muito linda, num tom aveludado de vermelho), um par de sandálias brancas de salto bem alto, perguntei-lhe se não estava faltando para completar tudo uma calcinha bem sexy, ele me olhou, sorriu e disse-me... hoje eu te quero sem calcinhas.
A noite chegou, entramos no carro e partimos para um sitio onde estava sendo realizada uma festa, somente pessoas lindas, bem vestidas, e eu entrei como uma cadelinha ao lado de meu dono, me puxando pela corrente que prendia na coleirinha, todos me olharam ao entrar, e eu senti que naquela noite eu voltaria completamente saciada e bem inchadinha... a brincadeira já havia começado em alguns pontos da casa... olhei uma linda negra mamando duas cacetas ao mesmo tempo, aquilo me deu muito tesão e ele sentiu isso em meus olhos e em meus mamilos que estavam durinhos como pedras... puxou-me pela coleira, fez-me ajoelhar ao lado da negra e eu perguntei a ela se poderia me ceder umas daquelas cacetas maravilhosas... ela pegou-me pelo queixo, deu-me um beijo na boca, enfiando sua língua bem profunda em minha boca e fez-me engolir a maior das cacetas, que quase não cabia em minha boca de tão grossa que era, mais fui fundo mamando aquela delicia, de repente senti suas mãos entrarem pôr baixo de meu vestido e tive minha xotinha acariciada pôr aqueles dedos, que pareciam mágicos de tão velozes que se mexiam dentro de mim, mamava com mais força ainda e minha xotinha jorrava meu gozo, que a esta altura já era uma verdadeira cachoeira... senti a inclinação de seu corpo em direção a minha xota e tive seus dedos dentro de meu cuzinho e sua língua ávida me chupando de uma forma que eu adorei muito, ainda me chupando, puxou o cacetudo e colocou-o em posição de me fuder inteiramente por traz... que loucura aquela grossura entrando dentro de mim, e eu sentindo cada pedacinho meu se abrir para não sentir a dificuldade que ele estava tendo de colocar-se todinho dentro de mim, a negra deitou-se no chão ainda me chupando e com sua mão em minha coleira direcionou minha boca no sentido de sua buceta, que tambem era maravilhosa e linda, labios gordinhos, um grelho bem saliente, totalmente depilada, como a minha, e ambas ficamos nos chupando enquanto eu tinha aquela caceta já totalmente acomodada dentro de minha xotinha, eu rebolava muito e em cada rebolada sentia a caceta mais funda dentro de mim... gozamos os três juntos, enquanto meu dono ficou a me observar... como eu amava quando ele me observava daquela forma, eu sentia mais tesão e fazia mais gostoso, pois não queria que ele ficasse decepcionado comigo, eu amava ser sua putinha, seu brinquedinho sexual, e ele sabia disso.
Depois desta brincadeira, continuamos a passear pelo sitio e mais cenas de sexo vimos, as vezes eu queria participar, mais ele puxava-me pela coleira, ordenando-me que quando chegasse a hora ele mandaria eu participar... agora ele queria apenas observar... dei-lhe um beijinho e disse-lhe baixinho que eu estava toda melada novamente... ele sorriu e me beijou.
A madrugada foi chegando, quando ele me puxou pela coleira e disse-me que agora eu poderia gozar mais gostoso ainda, pois ele havia encontrado o que queria... era um casal lindo, maravilhosos e o cara tinha uma piroca linda... a mulher tinha uma boca linda e uns seios duríssimos, ainda estávamos conversando amenidades, quando ela me chama para seu lado e passa a beijar meus seios, amassar minhas coxas com aquelas mãos fortes e delicadas, fomos os quatro para o terraço da casa, onde ficamos sozinhos e ai ela disse-me que iria mostrar seu grande segredo, fez-me vir lhe beijando de cima até aos seus pés, e disse-me que no meio do caminho eu acharia seu grande segredo, e achei... que bela caceta aquela mulher tinha, era um travesti maravilhoso, ainda estava olhando o tamanho quando recebo a ordem de meu dono para mamar aquela coisa linda e descomunal, comecei a fazer o boquete que tanto gosto, comecei a sentir que meu vestido era retirado, fiquei completamente nua, ajoelhada no chão mamando aquela mulher-homem, ela gemia gostoso e me apertava contra seu cacete, as vezes chegava a ficar sem respiração de tão fundo que o colocava em minha garganta... ai ela me disse que iria comer meu cuzinho, e que o meu dono iria se deliciar comendo o cuzinho dela, o cara dela estava ao lado só se masturbando e olhando-nos, ela pediu-lhe então que enfiasse em minha bucetinha, pois queria me ver gemendo numa DP, cheguei a tremer, será que eu aguentaria, eram duas cacetas descomunais... relaxei e comecei a sentir ser entalada pela primeira caceta, enquanto eu sentava gostoso, ela mamava a caceta de meu dono... eu já acomodada, ela levanta minha bundinha um pouquinho e começa a me penetrar vagarosamente, entrando cada centímetro dentro de meu cuzinho guloso... logo eu estava entalada pelos dois lados, e olhei meu dono tambem enterrando sua caceta no cuzinho daquele mulher-homem, e a cada estocada que ele dava, ela tambem me estocava e ambas gemiamos de tesão. Devo dizer que gozei muito, estava quase que satisfeita, mais ainda queria sentir meu dono me fudendo, me dando as tapinhas que somente ele sabe dar, e ao dizer isso a ele, ganhei minha primeira tapinha da noite, estalou gostosamente em minhas popas e eu gemi de gozo e a mulher-homem tambem começou a dar palmadas em minha bunda e ai eu comecei a pedir-lhe quase que em voz alta que ela estourasse meu cuzinho, que eu queria que ela derramasse seu leitinho em todo o meu corpo, e que ela me desse um pouco deste néctar para beber... quase me engasguei de tanto leite tomado, como ela gozava gostoso e abundante, senti tambem o leite de seu marido sobre meu corpo e tambem na minha boca e finalmente pude beber todo o leitinho de meu dono... estava satisfeita por aquela noite... e fiz meu dono me prometer que outras noites iguais aquela eu teria.
No dia seguinte ainda estavamos deitados descansando, quando o telefone toca e era novamente ela, perguntando como eu estava, se já estava preparada para outra seção anal e outras coisinhas mais, disse-lhe que para ela estaria sempre pronta desde que meu dono assim o permitisse, perguntou-me então se eu não gostaria de nós quatro fossemos ao cinema, pois seu marido estava fissurado em leva-la ao cinema, perguntei ao meu dono o que ele achava, concordamos e marcamos as seis da noite eles nos pegariam na porta de nosso hotel.
As seis em ponto lá estavam eles nos aguardando e fomos nós ao cinema, no meio do caminho, ela nos disse que iriamos para um cinema pornô, onde ela gostava muito de se prostituir, e que seu marido adorava ver sua mulher-homem servir de putinha para outros homens... e ela me falou que se meu dono permitisse ela iria desfilar comigo dentro do cinema... aquilo mexeu com meu tesão e eu pedi mansamente ao meu dono que permitisse mais esta aventura, ele disse que sim, desde que eu desfilasse nua pelo cinema, assustei-me um pouco, mais logo ela disse-me que era assim praticamente que ela brincava dentro do cinema... e ai fomos nós.
Entramos, a sala estava bem escura, mais dava para perceber que estava cheio, sentamos, começamos a nos tocar, eu e ela, e logo começou a aparecer alguns homens com cacetas para fora se masturbando, como aquilo mexia comigo, me dava muito tesão eu ver outras pessoas se masturbando pelo que eu estava fazendo... e logo estavamos nós duas com algumas cacetas a nosso dispor, tirei toda a minha roupa, ficando nuazinha, e sentindo logo uma caceta invadir minha xota, e ela se posicionando atras de mim para poder penetrar meu cuzinho, enquanto outro desconhecido se posicionava também para poder penetrar o cuzinho dela, era o verdadeiro trenzinho do prazer... o dinheiro começou a aparecer nas mãos e só pegávamos e verificávamos se as cacetas estavam com camisinha (era a nossa segurança) e se estavam em nossos buraquinhos se acomodavam, e nós duas gozávamos, as vezes com ela dentro de mim, outras vezes eu a mamando, beijando seus lábios de mel, e a partir deste dia, meu dono sentiu que aquilo havia mexido muito comigo, ou seja, ser exposta aos olhos de machos tarados e cheios de fantasias, que quando retornamos para o Rio de Janeiro a primeira coisa que pedi a ele foi que fizesse um anuncio para mim, onde eu me alugaria para ser penetrada de todas as formas dentro de um cinema, e assim foi feito, colocamos o anuncio, arranjamos o cinema, e hoje adoro me ver sendo totalmente preenchida e tendo ao meu lado outros machos que se masturbam, e alguns chegam até o gozo final, jorrando seu leitinho bem perto de mim, e ai quem esta me penetrando se surpreende com a cachoeira de gozo que sai de mim xotinha e com as piscadas que meu cuzinho dá... adoro ser sodomizada e ser vista como uma cadelinha fudendo dentro do cinema. E numa destas minhas aventuras conheci dentro do cinema um boyzinho lindo, que trouxe de presente para mim e eu dei de presente para meu dono, uma ninfetinha maravilhosa que as vezes participa de minhas aventuras (leiam brincando no escritório de I à IV), hoje ela está sendo ainda educada por meu dono e eu ainda ganho o previlégio de poder sugar sua xotinha que ainda não tem nem pentelhinhos, mais em compensação já explode como uma cadela viciada em sexo (mais essa eu conto depois), inclusive quando ela perdeu todas as preguinhas de seu cuzinho quase infantil, e eu tive o prazer de tirar todas estas preguinhas. Se você quiser me contratar como sua cadelinha, e for morador do Rio de Janeiro, ou viaja sempre para esta cidade maravilhosa, venha sentir as maravilhas desta cadelinha que adora o que faz, e que adora Ter sua xotinha totalmente lisinha exposta aos olhos dos outros.
Contatos através do e-mail de meu dono e senhor, ninfadininfa@ig.com.br estarei de braços abertos esperando vocês.

1:31 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Como já narrei nos contos anteriores, em : TREPADA BEM DADA. Minha vida mudou da água para o vinho, rapidamente! Tinha parado os estudos motivado pela gravidez. Mal vista por “colegas” e pessoas conhecidas passando os dias em casa conversando com dona Marta e ouvindo seus bondosos concelhos, aprendendo enfim, ser uma boa dona de casa. Só saía duas ou três vezes na semana para me encontrar com seu Paulo, dando a desculpa que ia ao médico, ao super mercado, ou qualquer coisa que vinha na mente no momento!
( Esse episódio não contém cenas “picantes”! Mas, serve para tentar explicar as coisas “incompreensíveis” que acontecem ao nosso redor e que condenamos sumariamente, sem saber os motivos reais, existentes por trás, nos “bastidores”! )
Agora minha vida sexual mesmo com seis meses de gestação, estava ativíssima! Tinha dia que, “agasalhava” chegando a “esfolar” a xaninha e o cuzinho trepando até a exaustão, no cacete de “meu homem”, “seu Paulo” E, à noite, dormir satisfeita após chupar e ser chupada pela “minha mulher”, minha doce Nina, filha dele!
Não queria mais nada nesta vida para não estragar!
Uma tarde, quando estávamos a sós, dona Marta me chamou na cozinha, mandou-me sentar e com um ar terno disse:
– Aninha, já desconfiava e fiquei mais tranqüila, quando Nina conversou bastante comigo, contando inclusive, como aconteceu seu envolvimento com o Paulo e com ela! Digo que, fiquei tranqüila, por saber que ele não está mais procurando “prazeres”, escondido de mim. E ela, se está feliz.... estou feliz também!
Olhava para aquela mulher bondosa, com apenas 46 anos, que por motivos já conhecidos, tinha perdido a tesão por sexo! Mas, continuava a amar seu marido com todo seu coração, chegando a perdoar uma traição tão inescrupulosa que estava sendo vítima e uma condição de lesbianismo da filha, comigo!
– Sei que você não é “totalmente culpada”, na adolescência, fazemos coisas inacreditáveis! E, ele sendo macho, a cabeça de baixo pensou pela de cima! Fique sossegada, porque mesmo me magoando, está salvando meu casamento e me dando o prazer de viver junto as pessoa que mais amo nessa vida!
Não sabia onde por os pés! O chão se abriu sob mim e parecia que tudo passou a ser o céu! Como poderia existir pessoas assim? Me perguntava mentalmente!
Dona Marta continuou falando e Eu atentamente ouvindo, para entender a vida!
– Após um aborto de um filho tão desejado, passei seis meses dormindo com a Nina. Afastada de qualquer sentimento sexual! Paulo, não agüentando a minha ausência, se envolveu com algumas mulheres, fiquei sabendo através de fofocas de vizinhas. Não senti ciúme nenhum! Pensava que, ele satisfeito com as “vagabundas”, me deixaria em paz! Dizem até que ele tem um “cafôfo” alugado, só pra levar as transas dele! O tempo passou e voltamos a dormir juntos, muitas vezes tentamos fazer sexo como antes, até coisas que normalmente não fazia, você deve saber do que ele mais gosta... Eu passei a fazer, só para agradá-lo! Mas só pra ele, porque Eu não sinto absolutamente, nada! As vezes o que sinto são dores e asco! Não dele é claro, mas do sexo como prazer!
Sorri encabulada e disse:
– Dona Marta, Eu vivia chateada com minha condição de “quenga” de seu marido! Mas...
Dona Marta me interrompeu dizendo:
– Nunca mais diga que é “quenga” do meu marido! A partir dessa nossa conversa, vou considera-la a “Mulher” enquanto sou a “Esposa” do Paulo!
Abracei aquela mulher bondosa e abnegada, fortemente e num impulso... beijei-a nos lábios!!!
Ela, carinhosamente se desembaraçou do meu aperto vexaminoso e disse sorrindo:
– Comigo não neném, se não sinto nada por um homem, jamais vou sentir por outra mulher!
Rimos bastante com o jeito dela falar e Eu disse:
– Será?

1:32 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Como já narrei nos contos anteriores, em : TREPADA BEM DADA. Minha vida mudou da água para o vinho, rapidamente! Tinha parado os estudos motivado pela gravidez. Mal vista por “colegas” e pessoas conhecidas passando os dias em casa conversando com dona Marta e ouvindo seus bondosos concelhos, aprendendo enfim, ser uma boa dona de casa. Só saía duas ou três vezes na semana para me encontrar com seu Paulo, dando a desculpa que ia ao médico, ao super mercado, ou qualquer coisa que vinha na mente no momento!
( Esse episódio não contém cenas “picantes”! Mas, serve para tentar explicar as coisas “incompreensíveis” que acontecem ao nosso redor e que condenamos sumariamente, sem saber os motivos reais, existentes por trás, nos “bastidores”! )
Agora minha vida sexual mesmo com seis meses de gestação, estava ativíssima! Tinha dia que, “agasalhava” chegando a “esfolar” a xaninha e o cuzinho trepando até a exaustão, no cacete de “meu homem”, “seu Paulo” E, à noite, dormir satisfeita após chupar e ser chupada pela “minha mulher”, minha doce Nina, filha dele!
Não queria mais nada nesta vida para não estragar!
Uma tarde, quando estávamos a sós, dona Marta me chamou na cozinha, mandou-me sentar e com um ar terno disse:
– Aninha, já desconfiava e fiquei mais tranqüila, quando Nina conversou bastante comigo, contando inclusive, como aconteceu seu envolvimento com o Paulo e com ela! Digo que, fiquei tranqüila, por saber que ele não está mais procurando “prazeres”, escondido de mim. E ela, se está feliz.... estou feliz também!
Olhava para aquela mulher bondosa, com apenas 46 anos, que por motivos já conhecidos, tinha perdido a tesão por sexo! Mas, continuava a amar seu marido com todo seu coração, chegando a perdoar uma traição tão inescrupulosa que estava sendo vítima e uma condição de lesbianismo da filha, comigo!
– Sei que você não é “totalmente culpada”, na adolescência, fazemos coisas inacreditáveis! E, ele sendo macho, a cabeça de baixo pensou pela de cima! Fique sossegada, porque mesmo me magoando, está salvando meu casamento e me dando o prazer de viver junto as pessoa que mais amo nessa vida!
Não sabia onde por os pés! O chão se abriu sob mim e parecia que tudo passou a ser o céu! Como poderia existir pessoas assim? Me perguntava mentalmente!
Dona Marta continuou falando e Eu atentamente ouvindo, para entender a vida!
– Após um aborto de um filho tão desejado, passei seis meses dormindo com a Nina. Afastada de qualquer sentimento sexual! Paulo, não agüentando a minha ausência, se envolveu com algumas mulheres, fiquei sabendo através de fofocas de vizinhas. Não senti ciúme nenhum! Pensava que, ele satisfeito com as “vagabundas”, me deixaria em paz! Dizem até que ele tem um “cafôfo” alugado, só pra levar as transas dele! O tempo passou e voltamos a dormir juntos, muitas vezes tentamos fazer sexo como antes, até coisas que normalmente não fazia, você deve saber do que ele mais gosta... Eu passei a fazer, só para agradá-lo! Mas só pra ele, porque Eu não sinto absolutamente, nada! As vezes o que sinto são dores e asco! Não dele é claro, mas do sexo como prazer!
Sorri encabulada e disse:
– Dona Marta, Eu vivia chateada com minha condição de “quenga” de seu marido! Mas...
Dona Marta me interrompeu dizendo:
– Nunca mais diga que é “quenga” do meu marido! A partir dessa nossa conversa, vou considera-la a “Mulher” enquanto sou a “Esposa” do Paulo!
Abracei aquela mulher bondosa e abnegada, fortemente e num impulso... beijei-a nos lábios!!!
Ela, carinhosamente se desembaraçou do meu aperto vexaminoso e disse sorrindo:
– Comigo não neném, se não sinto nada por um homem, jamais vou sentir por outra mulher!
Rimos bastante com o jeito dela falar e Eu disse:
– Será?

1:32 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Como já narrei nos contos anteriores, em : TREPADA BEM DADA. Minha vida mudou da água para o vinho, rapidamente! Tinha parado os estudos motivado pela gravidez. Mal vista por “colegas” e pessoas conhecidas passando os dias em casa conversando com dona Marta e ouvindo seus bondosos concelhos, aprendendo enfim, ser uma boa dona de casa. Só saía duas ou três vezes na semana para me encontrar com seu Paulo, dando a desculpa que ia ao médico, ao super mercado, ou qualquer coisa que vinha na mente no momento!
( Esse episódio não contém cenas “picantes”! Mas, serve para tentar explicar as coisas “incompreensíveis” que acontecem ao nosso redor e que condenamos sumariamente, sem saber os motivos reais, existentes por trás, nos “bastidores”! )
Agora minha vida sexual mesmo com seis meses de gestação, estava ativíssima! Tinha dia que, “agasalhava” chegando a “esfolar” a xaninha e o cuzinho trepando até a exaustão, no cacete de “meu homem”, “seu Paulo” E, à noite, dormir satisfeita após chupar e ser chupada pela “minha mulher”, minha doce Nina, filha dele!
Não queria mais nada nesta vida para não estragar!
Uma tarde, quando estávamos a sós, dona Marta me chamou na cozinha, mandou-me sentar e com um ar terno disse:
– Aninha, já desconfiava e fiquei mais tranqüila, quando Nina conversou bastante comigo, contando inclusive, como aconteceu seu envolvimento com o Paulo e com ela! Digo que, fiquei tranqüila, por saber que ele não está mais procurando “prazeres”, escondido de mim. E ela, se está feliz.... estou feliz também!
Olhava para aquela mulher bondosa, com apenas 46 anos, que por motivos já conhecidos, tinha perdido a tesão por sexo! Mas, continuava a amar seu marido com todo seu coração, chegando a perdoar uma traição tão inescrupulosa que estava sendo vítima e uma condição de lesbianismo da filha, comigo!
– Sei que você não é “totalmente culpada”, na adolescência, fazemos coisas inacreditáveis! E, ele sendo macho, a cabeça de baixo pensou pela de cima! Fique sossegada, porque mesmo me magoando, está salvando meu casamento e me dando o prazer de viver junto as pessoa que mais amo nessa vida!
Não sabia onde por os pés! O chão se abriu sob mim e parecia que tudo passou a ser o céu! Como poderia existir pessoas assim? Me perguntava mentalmente!
Dona Marta continuou falando e Eu atentamente ouvindo, para entender a vida!
– Após um aborto de um filho tão desejado, passei seis meses dormindo com a Nina. Afastada de qualquer sentimento sexual! Paulo, não agüentando a minha ausência, se envolveu com algumas mulheres, fiquei sabendo através de fofocas de vizinhas. Não senti ciúme nenhum! Pensava que, ele satisfeito com as “vagabundas”, me deixaria em paz! Dizem até que ele tem um “cafôfo” alugado, só pra levar as transas dele! O tempo passou e voltamos a dormir juntos, muitas vezes tentamos fazer sexo como antes, até coisas que normalmente não fazia, você deve saber do que ele mais gosta... Eu passei a fazer, só para agradá-lo! Mas só pra ele, porque Eu não sinto absolutamente, nada! As vezes o que sinto são dores e asco! Não dele é claro, mas do sexo como prazer!
Sorri encabulada e disse:
– Dona Marta, Eu vivia chateada com minha condição de “quenga” de seu marido! Mas...
Dona Marta me interrompeu dizendo:
– Nunca mais diga que é “quenga” do meu marido! A partir dessa nossa conversa, vou considera-la a “Mulher” enquanto sou a “Esposa” do Paulo!
Abracei aquela mulher bondosa e abnegada, fortemente e num impulso... beijei-a nos lábios!!!
Ela, carinhosamente se desembaraçou do meu aperto vexaminoso e disse sorrindo:
– Comigo não neném, se não sinto nada por um homem, jamais vou sentir por outra mulher!
Rimos bastante com o jeito dela falar e Eu disse:
– Será?

1:32 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Como já narrei nos contos anteriores, em : TREPADA BEM DADA. Minha vida mudou da água para o vinho, rapidamente! Tinha parado os estudos motivado pela gravidez. Mal vista por “colegas” e pessoas conhecidas passando os dias em casa conversando com dona Marta e ouvindo seus bondosos concelhos, aprendendo enfim, ser uma boa dona de casa. Só saía duas ou três vezes na semana para me encontrar com seu Paulo, dando a desculpa que ia ao médico, ao super mercado, ou qualquer coisa que vinha na mente no momento!
( Esse episódio não contém cenas “picantes”! Mas, serve para tentar explicar as coisas “incompreensíveis” que acontecem ao nosso redor e que condenamos sumariamente, sem saber os motivos reais, existentes por trás, nos “bastidores”! )
Agora minha vida sexual mesmo com seis meses de gestação, estava ativíssima! Tinha dia que, “agasalhava” chegando a “esfolar” a xaninha e o cuzinho trepando até a exaustão, no cacete de “meu homem”, “seu Paulo” E, à noite, dormir satisfeita após chupar e ser chupada pela “minha mulher”, minha doce Nina, filha dele!
Não queria mais nada nesta vida para não estragar!
Uma tarde, quando estávamos a sós, dona Marta me chamou na cozinha, mandou-me sentar e com um ar terno disse:
– Aninha, já desconfiava e fiquei mais tranqüila, quando Nina conversou bastante comigo, contando inclusive, como aconteceu seu envolvimento com o Paulo e com ela! Digo que, fiquei tranqüila, por saber que ele não está mais procurando “prazeres”, escondido de mim. E ela, se está feliz.... estou feliz também!
Olhava para aquela mulher bondosa, com apenas 46 anos, que por motivos já conhecidos, tinha perdido a tesão por sexo! Mas, continuava a amar seu marido com todo seu coração, chegando a perdoar uma traição tão inescrupulosa que estava sendo vítima e uma condição de lesbianismo da filha, comigo!
– Sei que você não é “totalmente culpada”, na adolescência, fazemos coisas inacreditáveis! E, ele sendo macho, a cabeça de baixo pensou pela de cima! Fique sossegada, porque mesmo me magoando, está salvando meu casamento e me dando o prazer de viver junto as pessoa que mais amo nessa vida!
Não sabia onde por os pés! O chão se abriu sob mim e parecia que tudo passou a ser o céu! Como poderia existir pessoas assim? Me perguntava mentalmente!
Dona Marta continuou falando e Eu atentamente ouvindo, para entender a vida!
– Após um aborto de um filho tão desejado, passei seis meses dormindo com a Nina. Afastada de qualquer sentimento sexual! Paulo, não agüentando a minha ausência, se envolveu com algumas mulheres, fiquei sabendo através de fofocas de vizinhas. Não senti ciúme nenhum! Pensava que, ele satisfeito com as “vagabundas”, me deixaria em paz! Dizem até que ele tem um “cafôfo” alugado, só pra levar as transas dele! O tempo passou e voltamos a dormir juntos, muitas vezes tentamos fazer sexo como antes, até coisas que normalmente não fazia, você deve saber do que ele mais gosta... Eu passei a fazer, só para agradá-lo! Mas só pra ele, porque Eu não sinto absolutamente, nada! As vezes o que sinto são dores e asco! Não dele é claro, mas do sexo como prazer!
Sorri encabulada e disse:
– Dona Marta, Eu vivia chateada com minha condição de “quenga” de seu marido! Mas...
Dona Marta me interrompeu dizendo:
– Nunca mais diga que é “quenga” do meu marido! A partir dessa nossa conversa, vou considera-la a “Mulher” enquanto sou a “Esposa” do Paulo!
Abracei aquela mulher bondosa e abnegada, fortemente e num impulso... beijei-a nos lábios!!!
Ela, carinhosamente se desembaraçou do meu aperto vexaminoso e disse sorrindo:
– Comigo não neném, se não sinto nada por um homem, jamais vou sentir por outra mulher!
Rimos bastante com o jeito dela falar e Eu disse:
– Será?

1:32 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Como já narrei nos contos anteriores, em : TREPADA BEM DADA. Minha vida mudou da água para o vinho, rapidamente! Tinha parado os estudos motivado pela gravidez. Mal vista por “colegas” e pessoas conhecidas passando os dias em casa conversando com dona Marta e ouvindo seus bondosos concelhos, aprendendo enfim, ser uma boa dona de casa. Só saía duas ou três vezes na semana para me encontrar com seu Paulo, dando a desculpa que ia ao médico, ao super mercado, ou qualquer coisa que vinha na mente no momento!
( Esse episódio não contém cenas “picantes”! Mas, serve para tentar explicar as coisas “incompreensíveis” que acontecem ao nosso redor e que condenamos sumariamente, sem saber os motivos reais, existentes por trás, nos “bastidores”! )
Agora minha vida sexual mesmo com seis meses de gestação, estava ativíssima! Tinha dia que, “agasalhava” chegando a “esfolar” a xaninha e o cuzinho trepando até a exaustão, no cacete de “meu homem”, “seu Paulo” E, à noite, dormir satisfeita após chupar e ser chupada pela “minha mulher”, minha doce Nina, filha dele!
Não queria mais nada nesta vida para não estragar!
Uma tarde, quando estávamos a sós, dona Marta me chamou na cozinha, mandou-me sentar e com um ar terno disse:
– Aninha, já desconfiava e fiquei mais tranqüila, quando Nina conversou bastante comigo, contando inclusive, como aconteceu seu envolvimento com o Paulo e com ela! Digo que, fiquei tranqüila, por saber que ele não está mais procurando “prazeres”, escondido de mim. E ela, se está feliz.... estou feliz também!
Olhava para aquela mulher bondosa, com apenas 46 anos, que por motivos já conhecidos, tinha perdido a tesão por sexo! Mas, continuava a amar seu marido com todo seu coração, chegando a perdoar uma traição tão inescrupulosa que estava sendo vítima e uma condição de lesbianismo da filha, comigo!
– Sei que você não é “totalmente culpada”, na adolescência, fazemos coisas inacreditáveis! E, ele sendo macho, a cabeça de baixo pensou pela de cima! Fique sossegada, porque mesmo me magoando, está salvando meu casamento e me dando o prazer de viver junto as pessoa que mais amo nessa vida!
Não sabia onde por os pés! O chão se abriu sob mim e parecia que tudo passou a ser o céu! Como poderia existir pessoas assim? Me perguntava mentalmente!
Dona Marta continuou falando e Eu atentamente ouvindo, para entender a vida!
– Após um aborto de um filho tão desejado, passei seis meses dormindo com a Nina. Afastada de qualquer sentimento sexual! Paulo, não agüentando a minha ausência, se envolveu com algumas mulheres, fiquei sabendo através de fofocas de vizinhas. Não senti ciúme nenhum! Pensava que, ele satisfeito com as “vagabundas”, me deixaria em paz! Dizem até que ele tem um “cafôfo” alugado, só pra levar as transas dele! O tempo passou e voltamos a dormir juntos, muitas vezes tentamos fazer sexo como antes, até coisas que normalmente não fazia, você deve saber do que ele mais gosta... Eu passei a fazer, só para agradá-lo! Mas só pra ele, porque Eu não sinto absolutamente, nada! As vezes o que sinto são dores e asco! Não dele é claro, mas do sexo como prazer!
Sorri encabulada e disse:
– Dona Marta, Eu vivia chateada com minha condição de “quenga” de seu marido! Mas...
Dona Marta me interrompeu dizendo:
– Nunca mais diga que é “quenga” do meu marido! A partir dessa nossa conversa, vou considera-la a “Mulher” enquanto sou a “Esposa” do Paulo!
Abracei aquela mulher bondosa e abnegada, fortemente e num impulso... beijei-a nos lábios!!!
Ela, carinhosamente se desembaraçou do meu aperto vexaminoso e disse sorrindo:
– Comigo não neném, se não sinto nada por um homem, jamais vou sentir por outra mulher!
Rimos bastante com o jeito dela falar e Eu disse:
– Será?

1:32 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Como já narrei nos contos anteriores, em : TREPADA BEM DADA. Minha vida mudou da água para o vinho, rapidamente! Tinha parado os estudos motivado pela gravidez. Mal vista por “colegas” e pessoas conhecidas passando os dias em casa conversando com dona Marta e ouvindo seus bondosos concelhos, aprendendo enfim, ser uma boa dona de casa. Só saía duas ou três vezes na semana para me encontrar com seu Paulo, dando a desculpa que ia ao médico, ao super mercado, ou qualquer coisa que vinha na mente no momento!
( Esse episódio não contém cenas “picantes”! Mas, serve para tentar explicar as coisas “incompreensíveis” que acontecem ao nosso redor e que condenamos sumariamente, sem saber os motivos reais, existentes por trás, nos “bastidores”! )
Agora minha vida sexual mesmo com seis meses de gestação, estava ativíssima! Tinha dia que, “agasalhava” chegando a “esfolar” a xaninha e o cuzinho trepando até a exaustão, no cacete de “meu homem”, “seu Paulo” E, à noite, dormir satisfeita após chupar e ser chupada pela “minha mulher”, minha doce Nina, filha dele!
Não queria mais nada nesta vida para não estragar!
Uma tarde, quando estávamos a sós, dona Marta me chamou na cozinha, mandou-me sentar e com um ar terno disse:
– Aninha, já desconfiava e fiquei mais tranqüila, quando Nina conversou bastante comigo, contando inclusive, como aconteceu seu envolvimento com o Paulo e com ela! Digo que, fiquei tranqüila, por saber que ele não está mais procurando “prazeres”, escondido de mim. E ela, se está feliz.... estou feliz também!
Olhava para aquela mulher bondosa, com apenas 46 anos, que por motivos já conhecidos, tinha perdido a tesão por sexo! Mas, continuava a amar seu marido com todo seu coração, chegando a perdoar uma traição tão inescrupulosa que estava sendo vítima e uma condição de lesbianismo da filha, comigo!
– Sei que você não é “totalmente culpada”, na adolescência, fazemos coisas inacreditáveis! E, ele sendo macho, a cabeça de baixo pensou pela de cima! Fique sossegada, porque mesmo me magoando, está salvando meu casamento e me dando o prazer de viver junto as pessoa que mais amo nessa vida!
Não sabia onde por os pés! O chão se abriu sob mim e parecia que tudo passou a ser o céu! Como poderia existir pessoas assim? Me perguntava mentalmente!
Dona Marta continuou falando e Eu atentamente ouvindo, para entender a vida!
– Após um aborto de um filho tão desejado, passei seis meses dormindo com a Nina. Afastada de qualquer sentimento sexual! Paulo, não agüentando a minha ausência, se envolveu com algumas mulheres, fiquei sabendo através de fofocas de vizinhas. Não senti ciúme nenhum! Pensava que, ele satisfeito com as “vagabundas”, me deixaria em paz! Dizem até que ele tem um “cafôfo” alugado, só pra levar as transas dele! O tempo passou e voltamos a dormir juntos, muitas vezes tentamos fazer sexo como antes, até coisas que normalmente não fazia, você deve saber do que ele mais gosta... Eu passei a fazer, só para agradá-lo! Mas só pra ele, porque Eu não sinto absolutamente, nada! As vezes o que sinto são dores e asco! Não dele é claro, mas do sexo como prazer!
Sorri encabulada e disse:
– Dona Marta, Eu vivia chateada com minha condição de “quenga” de seu marido! Mas...
Dona Marta me interrompeu dizendo:
– Nunca mais diga que é “quenga” do meu marido! A partir dessa nossa conversa, vou considera-la a “Mulher” enquanto sou a “Esposa” do Paulo!
Abracei aquela mulher bondosa e abnegada, fortemente e num impulso... beijei-a nos lábios!!!
Ela, carinhosamente se desembaraçou do meu aperto vexaminoso e disse sorrindo:
– Comigo não neném, se não sinto nada por um homem, jamais vou sentir por outra mulher!
Rimos bastante com o jeito dela falar e Eu disse:
– Será?

1:33 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Como já narrei nos contos anteriores, em : TREPADA BEM DADA. Minha vida mudou da água para o vinho, rapidamente! Tinha parado os estudos motivado pela gravidez. Mal vista por “colegas” e pessoas conhecidas passando os dias em casa conversando com dona Marta e ouvindo seus bondosos concelhos, aprendendo enfim, ser uma boa dona de casa. Só saía duas ou três vezes na semana para me encontrar com seu Paulo, dando a desculpa que ia ao médico, ao super mercado, ou qualquer coisa que vinha na mente no momento!
( Esse episódio não contém cenas “picantes”! Mas, serve para tentar explicar as coisas “incompreensíveis” que acontecem ao nosso redor e que condenamos sumariamente, sem saber os motivos reais, existentes por trás, nos “bastidores”! )
Agora minha vida sexual mesmo com seis meses de gestação, estava ativíssima! Tinha dia que, “agasalhava” chegando a “esfolar” a xaninha e o cuzinho trepando até a exaustão, no cacete de “meu homem”, “seu Paulo” E, à noite, dormir satisfeita após chupar e ser chupada pela “minha mulher”, minha doce Nina, filha dele!
Não queria mais nada nesta vida para não estragar!
Uma tarde, quando estávamos a sós, dona Marta me chamou na cozinha, mandou-me sentar e com um ar terno disse:
– Aninha, já desconfiava e fiquei mais tranqüila, quando Nina conversou bastante comigo, contando inclusive, como aconteceu seu envolvimento com o Paulo e com ela! Digo que, fiquei tranqüila, por saber que ele não está mais procurando “prazeres”, escondido de mim. E ela, se está feliz.... estou feliz também!
Olhava para aquela mulher bondosa, com apenas 46 anos, que por motivos já conhecidos, tinha perdido a tesão por sexo! Mas, continuava a amar seu marido com todo seu coração, chegando a perdoar uma traição tão inescrupulosa que estava sendo vítima e uma condição de lesbianismo da filha, comigo!
– Sei que você não é “totalmente culpada”, na adolescência, fazemos coisas inacreditáveis! E, ele sendo macho, a cabeça de baixo pensou pela de cima! Fique sossegada, porque mesmo me magoando, está salvando meu casamento e me dando o prazer de viver junto as pessoa que mais amo nessa vida!
Não sabia onde por os pés! O chão se abriu sob mim e parecia que tudo passou a ser o céu! Como poderia existir pessoas assim? Me perguntava mentalmente!
Dona Marta continuou falando e Eu atentamente ouvindo, para entender a vida!
– Após um aborto de um filho tão desejado, passei seis meses dormindo com a Nina. Afastada de qualquer sentimento sexual! Paulo, não agüentando a minha ausência, se envolveu com algumas mulheres, fiquei sabendo através de fofocas de vizinhas. Não senti ciúme nenhum! Pensava que, ele satisfeito com as “vagabundas”, me deixaria em paz! Dizem até que ele tem um “cafôfo” alugado, só pra levar as transas dele! O tempo passou e voltamos a dormir juntos, muitas vezes tentamos fazer sexo como antes, até coisas que normalmente não fazia, você deve saber do que ele mais gosta... Eu passei a fazer, só para agradá-lo! Mas só pra ele, porque Eu não sinto absolutamente, nada! As vezes o que sinto são dores e asco! Não dele é claro, mas do sexo como prazer!
Sorri encabulada e disse:
– Dona Marta, Eu vivia chateada com minha condição de “quenga” de seu marido! Mas...
Dona Marta me interrompeu dizendo:
– Nunca mais diga que é “quenga” do meu marido! A partir dessa nossa conversa, vou considera-la a “Mulher” enquanto sou a “Esposa” do Paulo!
Abracei aquela mulher bondosa e abnegada, fortemente e num impulso... beijei-a nos lábios!!!
Ela, carinhosamente se desembaraçou do meu aperto vexaminoso e disse sorrindo:
– Comigo não neném, se não sinto nada por um homem, jamais vou sentir por outra mulher!
Rimos bastante com o jeito dela falar e Eu disse:
– Será?

1:33 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Como já narrei nos contos anteriores, em : TREPADA BEM DADA. Minha vida mudou da água para o vinho, rapidamente! Tinha parado os estudos motivado pela gravidez. Mal vista por “colegas” e pessoas conhecidas passando os dias em casa conversando com dona Marta e ouvindo seus bondosos concelhos, aprendendo enfim, ser uma boa dona de casa. Só saía duas ou três vezes na semana para me encontrar com seu Paulo, dando a desculpa que ia ao médico, ao super mercado, ou qualquer coisa que vinha na mente no momento!
( Esse episódio não contém cenas “picantes”! Mas, serve para tentar explicar as coisas “incompreensíveis” que acontecem ao nosso redor e que condenamos sumariamente, sem saber os motivos reais, existentes por trás, nos “bastidores”! )
Agora minha vida sexual mesmo com seis meses de gestação, estava ativíssima! Tinha dia que, “agasalhava” chegando a “esfolar” a xaninha e o cuzinho trepando até a exaustão, no cacete de “meu homem”, “seu Paulo” E, à noite, dormir satisfeita após chupar e ser chupada pela “minha mulher”, minha doce Nina, filha dele!
Não queria mais nada nesta vida para não estragar!
Uma tarde, quando estávamos a sós, dona Marta me chamou na cozinha, mandou-me sentar e com um ar terno disse:
– Aninha, já desconfiava e fiquei mais tranqüila, quando Nina conversou bastante comigo, contando inclusive, como aconteceu seu envolvimento com o Paulo e com ela! Digo que, fiquei tranqüila, por saber que ele não está mais procurando “prazeres”, escondido de mim. E ela, se está feliz.... estou feliz também!
Olhava para aquela mulher bondosa, com apenas 46 anos, que por motivos já conhecidos, tinha perdido a tesão por sexo! Mas, continuava a amar seu marido com todo seu coração, chegando a perdoar uma traição tão inescrupulosa que estava sendo vítima e uma condição de lesbianismo da filha, comigo!
– Sei que você não é “totalmente culpada”, na adolescência, fazemos coisas inacreditáveis! E, ele sendo macho, a cabeça de baixo pensou pela de cima! Fique sossegada, porque mesmo me magoando, está salvando meu casamento e me dando o prazer de viver junto as pessoa que mais amo nessa vida!
Não sabia onde por os pés! O chão se abriu sob mim e parecia que tudo passou a ser o céu! Como poderia existir pessoas assim? Me perguntava mentalmente!
Dona Marta continuou falando e Eu atentamente ouvindo, para entender a vida!
– Após um aborto de um filho tão desejado, passei seis meses dormindo com a Nina. Afastada de qualquer sentimento sexual! Paulo, não agüentando a minha ausência, se envolveu com algumas mulheres, fiquei sabendo através de fofocas de vizinhas. Não senti ciúme nenhum! Pensava que, ele satisfeito com as “vagabundas”, me deixaria em paz! Dizem até que ele tem um “cafôfo” alugado, só pra levar as transas dele! O tempo passou e voltamos a dormir juntos, muitas vezes tentamos fazer sexo como antes, até coisas que normalmente não fazia, você deve saber do que ele mais gosta... Eu passei a fazer, só para agradá-lo! Mas só pra ele, porque Eu não sinto absolutamente, nada! As vezes o que sinto são dores e asco! Não dele é claro, mas do sexo como prazer!
Sorri encabulada e disse:
– Dona Marta, Eu vivia chateada com minha condição de “quenga” de seu marido! Mas...
Dona Marta me interrompeu dizendo:
– Nunca mais diga que é “quenga” do meu marido! A partir dessa nossa conversa, vou considera-la a “Mulher” enquanto sou a “Esposa” do Paulo!
Abracei aquela mulher bondosa e abnegada, fortemente e num impulso... beijei-a nos lábios!!!
Ela, carinhosamente se desembaraçou do meu aperto vexaminoso e disse sorrindo:
– Comigo não neném, se não sinto nada por um homem, jamais vou sentir por outra mulher!
Rimos bastante com o jeito dela falar e Eu disse:
– Será?

1:33 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Como já narrei nos contos anteriores, em : TREPADA BEM DADA. Minha vida mudou da água para o vinho, rapidamente! Tinha parado os estudos motivado pela gravidez. Mal vista por “colegas” e pessoas conhecidas passando os dias em casa conversando com dona Marta e ouvindo seus bondosos concelhos, aprendendo enfim, ser uma boa dona de casa. Só saía duas ou três vezes na semana para me encontrar com seu Paulo, dando a desculpa que ia ao médico, ao super mercado, ou qualquer coisa que vinha na mente no momento!
( Esse episódio não contém cenas “picantes”! Mas, serve para tentar explicar as coisas “incompreensíveis” que acontecem ao nosso redor e que condenamos sumariamente, sem saber os motivos reais, existentes por trás, nos “bastidores”! )
Agora minha vida sexual mesmo com seis meses de gestação, estava ativíssima! Tinha dia que, “agasalhava” chegando a “esfolar” a xaninha e o cuzinho trepando até a exaustão, no cacete de “meu homem”, “seu Paulo” E, à noite, dormir satisfeita após chupar e ser chupada pela “minha mulher”, minha doce Nina, filha dele!
Não queria mais nada nesta vida para não estragar!
Uma tarde, quando estávamos a sós, dona Marta me chamou na cozinha, mandou-me sentar e com um ar terno disse:
– Aninha, já desconfiava e fiquei mais tranqüila, quando Nina conversou bastante comigo, contando inclusive, como aconteceu seu envolvimento com o Paulo e com ela! Digo que, fiquei tranqüila, por saber que ele não está mais procurando “prazeres”, escondido de mim. E ela, se está feliz.... estou feliz também!
Olhava para aquela mulher bondosa, com apenas 46 anos, que por motivos já conhecidos, tinha perdido a tesão por sexo! Mas, continuava a amar seu marido com todo seu coração, chegando a perdoar uma traição tão inescrupulosa que estava sendo vítima e uma condição de lesbianismo da filha, comigo!
– Sei que você não é “totalmente culpada”, na adolescência, fazemos coisas inacreditáveis! E, ele sendo macho, a cabeça de baixo pensou pela de cima! Fique sossegada, porque mesmo me magoando, está salvando meu casamento e me dando o prazer de viver junto as pessoa que mais amo nessa vida!
Não sabia onde por os pés! O chão se abriu sob mim e parecia que tudo passou a ser o céu! Como poderia existir pessoas assim? Me perguntava mentalmente!
Dona Marta continuou falando e Eu atentamente ouvindo, para entender a vida!
– Após um aborto de um filho tão desejado, passei seis meses dormindo com a Nina. Afastada de qualquer sentimento sexual! Paulo, não agüentando a minha ausência, se envolveu com algumas mulheres, fiquei sabendo através de fofocas de vizinhas. Não senti ciúme nenhum! Pensava que, ele satisfeito com as “vagabundas”, me deixaria em paz! Dizem até que ele tem um “cafôfo” alugado, só pra levar as transas dele! O tempo passou e voltamos a dormir juntos, muitas vezes tentamos fazer sexo como antes, até coisas que normalmente não fazia, você deve saber do que ele mais gosta... Eu passei a fazer, só para agradá-lo! Mas só pra ele, porque Eu não sinto absolutamente, nada! As vezes o que sinto são dores e asco! Não dele é claro, mas do sexo como prazer!
Sorri encabulada e disse:
– Dona Marta, Eu vivia chateada com minha condição de “quenga” de seu marido! Mas...
Dona Marta me interrompeu dizendo:
– Nunca mais diga que é “quenga” do meu marido! A partir dessa nossa conversa, vou considera-la a “Mulher” enquanto sou a “Esposa” do Paulo!
Abracei aquela mulher bondosa e abnegada, fortemente e num impulso... beijei-a nos lábios!!!
Ela, carinhosamente se desembaraçou do meu aperto vexaminoso e disse sorrindo:
– Comigo não neném, se não sinto nada por um homem, jamais vou sentir por outra mulher!
Rimos bastante com o jeito dela falar e Eu disse:
– Será?

1:33 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Como já narrei nos contos anteriores, em : TREPADA BEM DADA. Minha vida mudou da água para o vinho, rapidamente! Tinha parado os estudos motivado pela gravidez. Mal vista por “colegas” e pessoas conhecidas passando os dias em casa conversando com dona Marta e ouvindo seus bondosos concelhos, aprendendo enfim, ser uma boa dona de casa. Só saía duas ou três vezes na semana para me encontrar com seu Paulo, dando a desculpa que ia ao médico, ao super mercado, ou qualquer coisa que vinha na mente no momento!
( Esse episódio não contém cenas “picantes”! Mas, serve para tentar explicar as coisas “incompreensíveis” que acontecem ao nosso redor e que condenamos sumariamente, sem saber os motivos reais, existentes por trás, nos “bastidores”! )
Agora minha vida sexual mesmo com seis meses de gestação, estava ativíssima! Tinha dia que, “agasalhava” chegando a “esfolar” a xaninha e o cuzinho trepando até a exaustão, no cacete de “meu homem”, “seu Paulo” E, à noite, dormir satisfeita após chupar e ser chupada pela “minha mulher”, minha doce Nina, filha dele!
Não queria mais nada nesta vida para não estragar!
Uma tarde, quando estávamos a sós, dona Marta me chamou na cozinha, mandou-me sentar e com um ar terno disse:
– Aninha, já desconfiava e fiquei mais tranqüila, quando Nina conversou bastante comigo, contando inclusive, como aconteceu seu envolvimento com o Paulo e com ela! Digo que, fiquei tranqüila, por saber que ele não está mais procurando “prazeres”, escondido de mim. E ela, se está feliz.... estou feliz também!
Olhava para aquela mulher bondosa, com apenas 46 anos, que por motivos já conhecidos, tinha perdido a tesão por sexo! Mas, continuava a amar seu marido com todo seu coração, chegando a perdoar uma traição tão inescrupulosa que estava sendo vítima e uma condição de lesbianismo da filha, comigo!
– Sei que você não é “totalmente culpada”, na adolescência, fazemos coisas inacreditáveis! E, ele sendo macho, a cabeça de baixo pensou pela de cima! Fique sossegada, porque mesmo me magoando, está salvando meu casamento e me dando o prazer de viver junto as pessoa que mais amo nessa vida!
Não sabia onde por os pés! O chão se abriu sob mim e parecia que tudo passou a ser o céu! Como poderia existir pessoas assim? Me perguntava mentalmente!
Dona Marta continuou falando e Eu atentamente ouvindo, para entender a vida!
– Após um aborto de um filho tão desejado, passei seis meses dormindo com a Nina. Afastada de qualquer sentimento sexual! Paulo, não agüentando a minha ausência, se envolveu com algumas mulheres, fiquei sabendo através de fofocas de vizinhas. Não senti ciúme nenhum! Pensava que, ele satisfeito com as “vagabundas”, me deixaria em paz! Dizem até que ele tem um “cafôfo” alugado, só pra levar as transas dele! O tempo passou e voltamos a dormir juntos, muitas vezes tentamos fazer sexo como antes, até coisas que normalmente não fazia, você deve saber do que ele mais gosta... Eu passei a fazer, só para agradá-lo! Mas só pra ele, porque Eu não sinto absolutamente, nada! As vezes o que sinto são dores e asco! Não dele é claro, mas do sexo como prazer!
Sorri encabulada e disse:
– Dona Marta, Eu vivia chateada com minha condição de “quenga” de seu marido! Mas...
Dona Marta me interrompeu dizendo:
– Nunca mais diga que é “quenga” do meu marido! A partir dessa nossa conversa, vou considera-la a “Mulher” enquanto sou a “Esposa” do Paulo!
Abracei aquela mulher bondosa e abnegada, fortemente e num impulso... beijei-a nos lábios!!!
Ela, carinhosamente se desembaraçou do meu aperto vexaminoso e disse sorrindo:
– Comigo não neném, se não sinto nada por um homem, jamais vou sentir por outra mulher!
Rimos bastante com o jeito dela falar e Eu disse:
– Será?

1:33 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Como já narrei nos contos anteriores, em : TREPADA BEM DADA. Minha vida mudou da água para o vinho, rapidamente! Tinha parado os estudos motivado pela gravidez. Mal vista por “colegas” e pessoas conhecidas passando os dias em casa conversando com dona Marta e ouvindo seus bondosos concelhos, aprendendo enfim, ser uma boa dona de casa. Só saía duas ou três vezes na semana para me encontrar com seu Paulo, dando a desculpa que ia ao médico, ao super mercado, ou qualquer coisa que vinha na mente no momento!
( Esse episódio não contém cenas “picantes”! Mas, serve para tentar explicar as coisas “incompreensíveis” que acontecem ao nosso redor e que condenamos sumariamente, sem saber os motivos reais, existentes por trás, nos “bastidores”! )
Agora minha vida sexual mesmo com seis meses de gestação, estava ativíssima! Tinha dia que, “agasalhava” chegando a “esfolar” a xaninha e o cuzinho trepando até a exaustão, no cacete de “meu homem”, “seu Paulo” E, à noite, dormir satisfeita após chupar e ser chupada pela “minha mulher”, minha doce Nina, filha dele!
Não queria mais nada nesta vida para não estragar!
Uma tarde, quando estávamos a sós, dona Marta me chamou na cozinha, mandou-me sentar e com um ar terno disse:
– Aninha, já desconfiava e fiquei mais tranqüila, quando Nina conversou bastante comigo, contando inclusive, como aconteceu seu envolvimento com o Paulo e com ela! Digo que, fiquei tranqüila, por saber que ele não está mais procurando “prazeres”, escondido de mim. E ela, se está feliz.... estou feliz também!
Olhava para aquela mulher bondosa, com apenas 46 anos, que por motivos já conhecidos, tinha perdido a tesão por sexo! Mas, continuava a amar seu marido com todo seu coração, chegando a perdoar uma traição tão inescrupulosa que estava sendo vítima e uma condição de lesbianismo da filha, comigo!
– Sei que você não é “totalmente culpada”, na adolescência, fazemos coisas inacreditáveis! E, ele sendo macho, a cabeça de baixo pensou pela de cima! Fique sossegada, porque mesmo me magoando, está salvando meu casamento e me dando o prazer de viver junto as pessoa que mais amo nessa vida!
Não sabia onde por os pés! O chão se abriu sob mim e parecia que tudo passou a ser o céu! Como poderia existir pessoas assim? Me perguntava mentalmente!
Dona Marta continuou falando e Eu atentamente ouvindo, para entender a vida!
– Após um aborto de um filho tão desejado, passei seis meses dormindo com a Nina. Afastada de qualquer sentimento sexual! Paulo, não agüentando a minha ausência, se envolveu com algumas mulheres, fiquei sabendo através de fofocas de vizinhas. Não senti ciúme nenhum! Pensava que, ele satisfeito com as “vagabundas”, me deixaria em paz! Dizem até que ele tem um “cafôfo” alugado, só pra levar as transas dele! O tempo passou e voltamos a dormir juntos, muitas vezes tentamos fazer sexo como antes, até coisas que normalmente não fazia, você deve saber do que ele mais gosta... Eu passei a fazer, só para agradá-lo! Mas só pra ele, porque Eu não sinto absolutamente, nada! As vezes o que sinto são dores e asco! Não dele é claro, mas do sexo como prazer!
Sorri encabulada e disse:
– Dona Marta, Eu vivia chateada com minha condição de “quenga” de seu marido! Mas...
Dona Marta me interrompeu dizendo:
– Nunca mais diga que é “quenga” do meu marido! A partir dessa nossa conversa, vou considera-la a “Mulher” enquanto sou a “Esposa” do Paulo!
Abracei aquela mulher bondosa e abnegada, fortemente e num impulso... beijei-a nos lábios!!!
Ela, carinhosamente se desembaraçou do meu aperto vexaminoso e disse sorrindo:
– Comigo não neném, se não sinto nada por um homem, jamais vou sentir por outra mulher!
Rimos bastante com o jeito dela falar e Eu disse:
– Será?

1:34 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Como já narrei nos contos anteriores, em : TREPADA BEM DADA. Minha vida mudou da água para o vinho, rapidamente! Tinha parado os estudos motivado pela gravidez. Mal vista por “colegas” e pessoas conhecidas passando os dias em casa conversando com dona Marta e ouvindo seus bondosos concelhos, aprendendo enfim, ser uma boa dona de casa. Só saía duas ou três vezes na semana para me encontrar com seu Paulo, dando a desculpa que ia ao médico, ao super mercado, ou qualquer coisa que vinha na mente no momento!
( Esse episódio não contém cenas “picantes”! Mas, serve para tentar explicar as coisas “incompreensíveis” que acontecem ao nosso redor e que condenamos sumariamente, sem saber os motivos reais, existentes por trás, nos “bastidores”! )
Agora minha vida sexual mesmo com seis meses de gestação, estava ativíssima! Tinha dia que, “agasalhava” chegando a “esfolar” a xaninha e o cuzinho trepando até a exaustão, no cacete de “meu homem”, “seu Paulo” E, à noite, dormir satisfeita após chupar e ser chupada pela “minha mulher”, minha doce Nina, filha dele!
Não queria mais nada nesta vida para não estragar!
Uma tarde, quando estávamos a sós, dona Marta me chamou na cozinha, mandou-me sentar e com um ar terno disse:
– Aninha, já desconfiava e fiquei mais tranqüila, quando Nina conversou bastante comigo, contando inclusive, como aconteceu seu envolvimento com o Paulo e com ela! Digo que, fiquei tranqüila, por saber que ele não está mais procurando “prazeres”, escondido de mim. E ela, se está feliz.... estou feliz também!
Olhava para aquela mulher bondosa, com apenas 46 anos, que por motivos já conhecidos, tinha perdido a tesão por sexo! Mas, continuava a amar seu marido com todo seu coração, chegando a perdoar uma traição tão inescrupulosa que estava sendo vítima e uma condição de lesbianismo da filha, comigo!
– Sei que você não é “totalmente culpada”, na adolescência, fazemos coisas inacreditáveis! E, ele sendo macho, a cabeça de baixo pensou pela de cima! Fique sossegada, porque mesmo me magoando, está salvando meu casamento e me dando o prazer de viver junto as pessoa que mais amo nessa vida!
Não sabia onde por os pés! O chão se abriu sob mim e parecia que tudo passou a ser o céu! Como poderia existir pessoas assim? Me perguntava mentalmente!
Dona Marta continuou falando e Eu atentamente ouvindo, para entender a vida!
– Após um aborto de um filho tão desejado, passei seis meses dormindo com a Nina. Afastada de qualquer sentimento sexual! Paulo, não agüentando a minha ausência, se envolveu com algumas mulheres, fiquei sabendo através de fofocas de vizinhas. Não senti ciúme nenhum! Pensava que, ele satisfeito com as “vagabundas”, me deixaria em paz! Dizem até que ele tem um “cafôfo” alugado, só pra levar as transas dele! O tempo passou e voltamos a dormir juntos, muitas vezes tentamos fazer sexo como antes, até coisas que normalmente não fazia, você deve saber do que ele mais gosta... Eu passei a fazer, só para agradá-lo! Mas só pra ele, porque Eu não sinto absolutamente, nada! As vezes o que sinto são dores e asco! Não dele é claro, mas do sexo como prazer!
Sorri encabulada e disse:
– Dona Marta, Eu vivia chateada com minha condição de “quenga” de seu marido! Mas...
Dona Marta me interrompeu dizendo:
– Nunca mais diga que é “quenga” do meu marido! A partir dessa nossa conversa, vou considera-la a “Mulher” enquanto sou a “Esposa” do Paulo!
Abracei aquela mulher bondosa e abnegada, fortemente e num impulso... beijei-a nos lábios!!!
Ela, carinhosamente se desembaraçou do meu aperto vexaminoso e disse sorrindo:
– Comigo não neném, se não sinto nada por um homem, jamais vou sentir por outra mulher!
Rimos bastante com o jeito dela falar e Eu disse:
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1:34 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Como já narrei nos contos anteriores, em : TREPADA BEM DADA. Minha vida mudou da água para o vinho, rapidamente! Tinha parado os estudos motivado pela gravidez. Mal vista por “colegas” e pessoas conhecidas passando os dias em casa conversando com dona Marta e ouvindo seus bondosos concelhos, aprendendo enfim, ser uma boa dona de casa. Só saía duas ou três vezes na semana para me encontrar com seu Paulo, dando a desculpa que ia ao médico, ao super mercado, ou qualquer coisa que vinha na mente no momento!
( Esse episódio não contém cenas “picantes”! Mas, serve para tentar explicar as coisas “incompreensíveis” que acontecem ao nosso redor e que condenamos sumariamente, sem saber os motivos reais, existentes por trás, nos “bastidores”! )
Agora minha vida sexual mesmo com seis meses de gestação, estava ativíssima! Tinha dia que, “agasalhava” chegando a “esfolar” a xaninha e o cuzinho trepando até a exaustão, no cacete de “meu homem”, “seu Paulo” E, à noite, dormir satisfeita após chupar e ser chupada pela “minha mulher”, minha doce Nina, filha dele!
Não queria mais nada nesta vida para não estragar!
Uma tarde, quando estávamos a sós, dona Marta me chamou na cozinha, mandou-me sentar e com um ar terno disse:
– Aninha, já desconfiava e fiquei mais tranqüila, quando Nina conversou bastante comigo, contando inclusive, como aconteceu seu envolvimento com o Paulo e com ela! Digo que, fiquei tranqüila, por saber que ele não está mais procurando “prazeres”, escondido de mim. E ela, se está feliz.... estou feliz também!
Olhava para aquela mulher bondosa, com apenas 46 anos, que por motivos já conhecidos, tinha perdido a tesão por sexo! Mas, continuava a amar seu marido com todo seu coração, chegando a perdoar uma traição tão inescrupulosa que estava sendo vítima e uma condição de lesbianismo da filha, comigo!
– Sei que você não é “totalmente culpada”, na adolescência, fazemos coisas inacreditáveis! E, ele sendo macho, a cabeça de baixo pensou pela de cima! Fique sossegada, porque mesmo me magoando, está salvando meu casamento e me dando o prazer de viver junto as pessoa que mais amo nessa vida!
Não sabia onde por os pés! O chão se abriu sob mim e parecia que tudo passou a ser o céu! Como poderia existir pessoas assim? Me perguntava mentalmente!
Dona Marta continuou falando e Eu atentamente ouvindo, para entender a vida!
– Após um aborto de um filho tão desejado, passei seis meses dormindo com a Nina. Afastada de qualquer sentimento sexual! Paulo, não agüentando a minha ausência, se envolveu com algumas mulheres, fiquei sabendo através de fofocas de vizinhas. Não senti ciúme nenhum! Pensava que, ele satisfeito com as “vagabundas”, me deixaria em paz! Dizem até que ele tem um “cafôfo” alugado, só pra levar as transas dele! O tempo passou e voltamos a dormir juntos, muitas vezes tentamos fazer sexo como antes, até coisas que normalmente não fazia, você deve saber do que ele mais gosta... Eu passei a fazer, só para agradá-lo! Mas só pra ele, porque Eu não sinto absolutamente, nada! As vezes o que sinto são dores e asco! Não dele é claro, mas do sexo como prazer!
Sorri encabulada e disse:
– Dona Marta, Eu vivia chateada com minha condição de “quenga” de seu marido! Mas...
Dona Marta me interrompeu dizendo:
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Abracei aquela mulher bondosa e abnegada, fortemente e num impulso... beijei-a nos lábios!!!
Ela, carinhosamente se desembaraçou do meu aperto vexaminoso e disse sorrindo:
– Comigo não neném, se não sinto nada por um homem, jamais vou sentir por outra mulher!
Rimos bastante com o jeito dela falar e Eu disse:
– Será?

1:34 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

relato que vou fazer aconteceu depois de vários anos de relacionamento com a minha mulher, mas ainda me lembro da primeira vez.
Meu nome é Marcos, tenho 52 anos e sou casado com Mônica de 50.
Sempre nos relacionamos muito bem na cama e sentimos muito tesão um pelo outro e já transamos de todas as formas e sempre satisfazendo as nossas fantasias e desejos como sexo anal, e com o uso de vibradores que sempre passo no grelinho dela e a levo a gozos intensos.
Um dia comprei um lubrificante e quando fomos trepar depois de alisar bastante as coxas e a bunda dela que adoro, comecei a passar um pouco do lubrificante na xoxota dela e depois passei também no cuzinho e como estávamos vendo um filme erótico no qual a mulher transava com dois caras, ela estava bem excitada e abriu bem as pernas e sempre que tocava no cuzinho ela gemia e isso foi me incentivando e aos poucos comecei a introduzir o dedo até que o enfiei todo e fiquei metendo com o dedo e ela gemia demonstrando muito tesão, depois comecei a alisar a xoxota dela e preparei o vibrador que aos poucos fui introduzindo na xoxota e depois de algum tempo ela começou a se contorcer e tremer e gozou gemendo alto.
Para meu deleite depois ela se virou de bruços e comecei a lamber a bunda dela e meu pau ficou duro a ponto de doer e passei bastante gel nele e comecei a penetrar aquele cuzinho maravilhoso.
Meu pau foi deslizando aos poucos até que fiquei todo dentro dela e comecei a meter bem devagar.
Mônica empinava a bunda a cada metida e com isso meu pau entrava até o fim me fazendo sentir uma sensação maravilhosa. Fui enlouquecendo de tesão e meu pau ficando mais duro ainda até que não resisti e comecei a gozar e à medida que gozava ela empinava ainda mais a bunda. Ela foi perfeita e me levou a um gozo enorme, pois sentia minha porra esguichar dentro dela a cada metida.
Gozei tanto que quando ela se levantou escorreu um monte de porra pelas pernas dela que ela teve que tomar outro banho.
Um dia comprei uma revista masculina que aparecia uns anúncios de produtos eróticos e ela ficou olhando um tempão e eu perguntei se ela gostaria de visitar uma sexshop e ela disse que achava que iria ficar inibida, mas depois aceitou e alguns dias depois, fomos a uma, e por sorte nossa estava vazia e a vendedora era bem simpática e deixei Mônica conversando com ela e fiquei olhando os produtos.
Ficamos um bom tempo na loja até que Mônica me chamou dizendo que tinha escolhido umas coisinhas e que era para eu para pagar e perguntei o que ela tinha comprado e ela disse que em casa me mostraria e fez uma cara de sacana.
Na volta para casa ela passou a mão no meu pau e disse que era para eu me preparar, pois estava bem acesa e meu pau ficou duro na hora.
Assim que chegamos fui preparar uns drinques e ela disse que tomaria um banho.
Quando cheguei no quarto ela já havia colocado um filme erótico e estava deitada somente de calcinha preta.
Meu pau já estufava minha calça e tomei um banho rápido e voltei para perto dela.
Não imaginei o que aconteceria naquele dia e depois de tomarmos o drinque, ela puxou minha toalha começou a alisar meu pau que latejava de tesão e começou a chupá-lo bem devagar.
Depois de chupar ela falou bem baixinho ao meu ouvido para eu deitar de bruços e assim que o fiz ela veio por cima de mim e começou a lamber minhas costas e logo passou para minha bunda e ficou me lambendo bem devagar até que começou a lamber entre minhas nádegas é senti a língua dela rodeando meu cu e depois tentando enfiar. O tesão que eu senti era enorme e fiquei aproveitando aquele momento até que senti um dedo entre minhas nádegas e logo ele começou a abrir caminho no meu cu e ela foi enfiando o dedo bem devagar a exemplo de como faço com ela e ela cochichou ao meu ouvido:
- Vou comer você!
E começou a enfiar o dedo enquanto com a outra mão me punhetava devagar.
Depois de um tempo segurei a mão dela fazendo parar de me punhetar, pois iria acabar gozando e ela pediu continuou metendo o dedo no meu cu até que foi retirando devagar e vi quando ela mexia em algo e comecei a sentir uma pressão maior no meu cu. Ela estava colocando um pequeno pênis que aos poucos foi entrando até que senti ele todo dentro de mim.
Mônica estava com tanto tesão que eu podia sentir a respiração ofegante dela à medida que metia o pênis em mim.
Deixei ela aproveitar bastante até que falei que precisava meter e ela retirou o pênis e ficou de quatro e não perdi tempo e comecei a esfregar a cabeça do pau no rabo dela e para minha surpresa assim que comecei a enfiar notei que já estava lubrificado e engoliu o meu pau sem muita dificuldade e enfiei até ficar somente o saco de fora.
Comecei a meter com força e segurei ela por baixo dos ombros e a medida que metia ela rebolava e não demorou comecei a gozar e senti perfeitamente o cuzinho dela apertando meu pau a cada metida.
Foi uma gozada memorável dessas que a gente fica curtindo um tempão.
Depois que meti Mônica foi ao banheiro e quando voltou deitou-se e costas então perdi tempo e comecei a lamber e chupar a xoxota dela que estava bem depiladinha ao redor deixando apenas os grandes lábios aparecendo e logo começou a ficar molhada e em pouco tempo ela começou a gemer e eu apanhei o vibrador e coloquei nela e a medida que ele vibrava ela gemia e respirava ofegante até que começou a rebolar e segurou minha mão e começou a gozar num grande frenesi.
Ficamos deitados olhando um para o outro e ela me perguntou se eu tinha gostado, pois ela disse que tinha essa fantasia há um tempão desde que viu num desses filmes a mulher meter num homem fortão um pênis e ele gozou com o pau no rabo e com ela chupando ele. Eu disse que tudo havia sido perfeito e ainda nos beijamos antes de tomarmos um drinque.
Um dia voltei a sexshop e depois de examinar vários vibradores comprei um que era idêntico a um pênis porém maior e mais grosso do que o que tínhamos e vibrava muito.
Quando cheguei em casa tratei de escondê-lo para uma ocasião especial.
No sábado ficamos na piscina e Mônica me pediu para preparar uma caipirinha e a atendi e ficamos bebericando e jogando conversa fora. Depois de algum tempo a bebida começou a fazer efeito e ela se aproximou e me deu um longo beijo o que fez com que meu pau logo começasse a endurecer.
Depois ela se deitou de costas e puxou o biquíni para o rego e ficou com a bunda toda exposta na minha frente.
Sentei-me perto dela e comecei a alisar suas coxas e bunda e não demorou ela disse que seria melhor irmos para o quarto e subimos.
Ela tomou um banho e foi a minha vez e fiquei o tempo todo de pau duro.
Quando saí ela estava deitada e com uma cara de sacana e assim que fiquei ao seu lado ela me puxou e disse que tinha colocado um filme e que eu podia ver um pouco e começou a me alisar.
Logo vi que ela estava muito excitada e depois de algumas chupadas ela parou e me pediu par deitar de bruços.
Meu coração disparou, pois imaginei que ela fosse repetir o que fizera na vez anterior e que me dera muito tesão, mas ela se aproximou do meu ouvido e disse que tinha outra surpresa e começou a lamber minha bunda e logo sua língua procurava meu cu. Ela ficou passando a língua ao redor dele e depois olhei com o canto dos olhos e vi que ela se preparava para passar um lubrificante no meu rabo e depois começou a enfiar o dedo devagar e logo enfiava até o fim enquanto lambia minha bunda.
Meu pau pulava de tesão e de repente ela pediu para eu ficar deitado e que fechasse os olhos e obedeci.
Notei que ela se movimentava atrás de mim e de repente senti algo forçando a entrada do meu cu e imaginei que seria o pênis que ela usara outro dia, mas a medida que ela empurrava senti que desta vez algo forçava mais o meu cu e ela empurrou mais um pouco senti que estava começando a entrar e para minha surpresa ela se deitou sobre mim e me segurou por baixo dos braços como eu faço quando a enrabo e empurrou mais um pouco e senti meu cu se abrindo a medida que ela empurrava e ela falou bem baixinho:
- Agora eu também tenho um pau para enrabar o meu querido.
E dizendo isso empurrou mais e se afastou para olhar e depois me falou:
- Pronto, ele está todinho dentro!
E começou a fazer os movimentos de vai e vem.
Eu estava entregue. O tesão que eu estava sentindo fazia com que meu pau doesse cada vez que roçava na cama e ela começou a dizer que estava adorando me enrabar e se afastou e me segurou pelos ombros e eu sentia o pau quase sair e depois entrar de novo bem fundo e comecei a gozar.
Ela notou e ficou me beijando no pescoço até eu terminar eu gozo.
Quando terminei soltei meu corpo e ela foi retirando lentamente o pau do meu rabo e eu fiz um gesto para ela vir para minha frente e ela ficou em pé e pude ver que ela usava uma cinta com um pau menor do que o meu acoplado.
Ela me jogou um beijo e entrou no banheiro.
Quando ela voltou foi a minha vez e quando voltei ela estava deitada de costas com as pernas abertas e fui até o armário e apanhei o vibrador que tinha comprado e o trouxe escondido para a cama e comecei a alisar a xoxota dela que mesmo depois de lavada estava toda melada e comecei a brincar com o grelinho que estava durinho e inchado.
Depois de excitá-la bastante foi a minha vez de dizer que também tinha uma surpresa para ela e peguei o vibrador e comecei a passar na xoxota dela bem de leve.
Ela perguntou:
- O que é a surpresa?
E respondi:
- Você logo vai ver.
E comecei a enfiar um pouco mais o vibrador e pude ver como era bem mais grosso que o outro, pois a xoxota dela começou a se abrir deixando o grelo todo exposto e ela disse:
- Nossa!
E abriu mais as pernas e falei:
- Isso abre bem essas coxas gostosas que esse é um pouquinho mais grosso e maior.
E ela obedeceu e o vibrador começou a entrar lentamente e a medida que entrava ela gemia e eu perguntei:
- Está bom?
E ela quase sem voz balançou a cabeça afirmativamente.
Continuei a enfiar devagar, mas ela segurou minha mão e segurou o vibrador e disse:
- É bem grosso!
E foi enfiando até que para meu espanto sumiu todo dentro dela.
Mônica começou a rebolar como nunca tinha feito antes e começou também a gemer e pediu:
- Liga!
Quando o vibrador começou a funcionar dava para escutar o motor de tanto que vibrava e ela começou a tirar até quase sair e depois enfiava até o fim.
Senti meu pau começando a endurecer de novo e fiquei admirando ela metendo aquele pirocão na xoxota e se deliciando.
Cada vez que ela o tirava vinha todo melado com a porra dela e dava para ver a xoxota bem aberta até que numa dessas vezes ela enfiou e ficou rebolando e começou a gemer dizendo que estava gozando.
Ela tremia e rebolava até que tirou o vibrador e o jogou ainda ligado na cama e cobriu o rosto com as mãos.
Desliguei o vibrador e fui ao banheiro lavá-lo.
Quando voltei meu pau estava duro de novo e ela me olhou e disse:
- Quer comer o cuzinho?
Fiz que sim e ela ficou de quatro passei a pica na xoxota para lubrificar e coloquei na entrada do cuzinho dela comecei a empurrar.
Quando meu pau começou a entrar o senti sendo envolvido e a medida que ia entrando ele ficava ainda mais duro. Quando enfiei tudo segurei Mônica pela cintura e comecei a meter e para minha surpresa a cada metida meu pau ficava mais sensível e não demorou senti que estava no limite e comecei a gozar e não parava mais. Gozei com o pau todo enfiado e quase sem me mexer. Minhas pernas tremiam. Gozara como nunca, pois raramente em minha vida gozava duas vezes e me deixei cair na cama e agradeci a Mônica pelo imenso prazer que havia me proporcionado.
Depois de descansarmos um pouco perguntei a ela se havia gostado da surpresa e ela disse que adorou, mas que como era muito grosso ela sentia que a xoxota tinha ficado um pouco aberta depois mas que tinha sido delicioso e diferente.
Nossas trepadas continuavam maravilhosas e cada vez arrumávamos um jeito de inovar e um dia apanhei um dvd do tipo sado e o casal foi visitar um local onde havia uns shows e acabaram aceitando o convite de um stripper que os levou a um ambiente onde haviam mulheres e homens transando e duas delas estavam sentadas amarradas e uma usava uma venda nos olhos.
Dois homens, um negro e um moreno altos e fortes balançavam seus paus grandes e grossos na frente delas e de vez em quando batiam em seus rostos com os paus.
Mônica assistia a tudo com atenção até que um dos homens apanhou um vibrador parecido com o que eu tinha comprado, porém este tinha um outro pênis menor acoplado a ele que era regulável e ficava preso no pau maior por uma espécie de garra que o cara podia movimentar para frente e para trás e Mônica comentou que devia ser gostoso, pois ele ficava acoplado e roçava o grelo e como ficava acoplado ao pau maior vibrava também.
As mulheres foram fodidas de todas as maneiras possíveis e às vezes por dois homens e também com um metendo e com o vibrador enfiado nelas.
Mônica começou a se masturbar lentamente até que me mandou olhar para a xoxota para ver como o grelinho estava duro e de fato estava parecendo bem inchado e ela disse que estava bom para usar aquele maior que deixa o grelo bem de fora e logo me preparei para apanhar, mas ela disse que antes queria me fazer um carinho para aumentar ainda mais o tesão dela e começou a me beijar e depois foi descendo e começou a chupar e punhetar meu pau e começou suavemente a empurrar meu corpo e entendi que era para eu virar de bruços e ela logo começou a lamber minha bunda e em pouco tempo enfiava a língua no meu cu.
Ela parou um pouco e cochichou no meu ouvido:
- Vou comer você todinho!
Meu pau começou a inchar ainda mais e a latejar e quase não acreditei no que ouvi:
- Fica de quatro!
E bem devagar me coloquei como ela pediu e ela começou a lamber meu cu e depois começou a passar um gel e enfiou um dedo e depois senti dois dedos me penetrando e olhei para trás a vi em pé atrás de mim ajeitando algo e logo entendi que ia ser enrabado.
Mônica pediu para eu me abaixar um pouco e logo senti o pênis roçando meu cu até que ela se posicionou e senti meu cu sendo invadido e aos poucos ela foi me penetrando até que senti que o pênis estava todo dentro de mim.
Mônica veio por cima de mim e me segurou por baixo dos ombros e ficou literalmente montada em mim e começou a meter.
Ela começou a falar umas coisas como a dizer que eu era o tesão dela e que estava adorando meu cu e que agora ela era meu macho e que iria gozar no meu rabo e me comeu bastante e disse que agora era a minha vez e tirou pau do meu rabo e tirou a cinta e ficou de quatro.
Eu sentia meu cu aberto e ardendo, mas meu pau latejava de tão duro e depois de esfregar na xoxota dela passei um pouco de gel nele e o posicionei no cu dela e logo comecei a empurrar.
Não demorou meu pau começou a deslizar para dentro do cu dela e assim que senti que estava todo dentro comecei a meter com força. No filme os caras a medida que metiam davam tapas nas mulheres, nos rostos, nos peitos e nas nádegas e para minha surpresa Mônica pediu que eu fizesse como o cara e dei um tapa em cada nádega dela que gemeu e pediu para eu bater forte e assim o fiz.
A bunda dela ficou vermelha e senti um tesão enorme com isso e ela continuava pedindo que batesse e metesse forte meti com força enquanto dava tapas na bunda dela que agora apareciam traços de sangue e gozei profundamente.
Mônica se deitou quase imediatamente de costas e pediu que a fodesse com o vibrador maior e passei bastante gel nele e comecei a penetrá-la e aos poucos fui enterrando o vibrador nela que se rebolava para facilitar a penetração.
Ela segurou o pau e começou a meter com ele e fiquei assistindo ela rebolar com o pau todo enterrado na xoxota.
Dali a pouco tempo ela começou a gemer alto e começou a tirar o pau e a meter de novo enquanto se rebolava até que gemeu alto e disse que estava gozando.
Ela ainda ficou com o pau enfiado um tempão até começar a tirar.
Ela cobriu o rosto com o travesseiro e ficou ainda gemendo dizendo que o grelo dela ainda se mexia e de fato a xoxota dela fazia umas contrações.
A partir daí, ficamos adeptos dessa nova forma de transar e der vez em quando ela quando está no auge da excitação começa a alisar minha bunda e diz que ela é dela e começa a me lubrificar e diz que quer ser meu homem e comer meu cuzinho e me penetra com o pênis. Uma vez ela colocou a cinta e me pediu para chupar o pênis dela que ela queria ficar me olhando enquanto chupava e atendi o desejo dela.
Eu a como de todas as formas e de todos os jeitos também e ela atende a todos os meus caprichos.
Um dia enquanto assistíamos a um dvd em que a mulher era duplamente fodida, tomei coragem e perguntei a ela se ela não achava que devia ser gostoso ser fodida assim e ela pensou um pouco e disse que talvez fosse e senti tesão em pensar nisso.
Um dia comprei uma revista masculina e li um anuncio de uma boate onde acontecem shows variados com strippers e até com sexo ao vivo e mostrei a ela e perguntei se não gostaria de ir e ela disse que se eu quisesse tudo bem e comprei entradas para uma sexta feira.
Quando nos aprontávamos para sair, Mônica disse que tinha passado o dia pensando nisso e que estava muito acesa e logo entendi.
Chegamos na boate as 21:00 hs. O ambiente era bonito com um palco e mesas dispostas ao redor com uns bancos laterais largos e acolchoados próximos as mesas.
Tomamos uns drinques e ficamos mais a vontade. O show começou as 22:00hs e restavam poucas mesas vazias.
Os strippers eram fortes e tinham o corpo bem definido as custas de muita ginástica e usavam minúsculas sungas.
Depois de dançarem por uns 15min, começaram a tirar as sungas e revelaram enormes picas que balançavam ao som das musicas. Mônica puxou meu braço e disse:
- O pau daquele cara é enorme!
De fato o pau do cara era bem grande e igualmente grosso e quando terminou a música eles passaram ao nosso lado e deu para ver bem de perto todos eles e de fato tinham paus enormes e duros.
Estávamos conversando quando vimos um movimento ao nosso lado. Era um casal que se sentou em um dos bancos e começava a se alisar e aos poucos foram tirando a roupa até que ela ficou de calcinhas e ele de sunga e dava para ver o enorme volume do pau do cara.
Ficaram se alisando até que ele começou a chupar os seios da mulher e depois começou a tirar a calcinha dela deixando-a inteiramente nua.
Depois foi a vez dela tirar a sunga dele e revelou um pau bem grosso e duro.
Cenas parecidas com essa aconteciam em outro bancos e olhávamos ora para um ora para outro mas nos fixamos no que estava próximo a nós que agora se preparavam para trepar e a mulher aos poucos foi se ajeitando sobre o cara e segurou o pau dele e colocou na xoxota dela e foi descendo sobre o cara e vimos o pau dele sumir dentro dela. Meu pau também estava duro e tive que ajeitá-lo. A mulher agora subia e descia no pau do cara e dava para ver a xoxota dela toda aberta, pois ela estava deitada sobre ele.
Mônica nem piscava e imaginava como estaria a xoxota dela e as demais que ali estavam.
Depois de meter bastante o cara parecia que ia gozar e de fato começou a gemer até que a mulher ficou deitada imóvel sobre ele e depois foi saindo de cima dele lentamente e vimos escorrer uma quantidade enorme de porra quando ela levantou.
Todos aplaudiram e depois entraram uns caras todos de branco e retiraram os bancos.
Meu pau estava muito duro e sentia escorrer aquele líquido que precede a foda.
Aproximei-me de Mônica e perguntei:
- Como está a minha xoxota, molhadinha?
E ela fez que sim com a cabeça. Minha vontade era de meter ali mesmo.
Achamos que o show tinha terminado, mas as luzes ficaram novamente fracas e entraram vários caras que foram se sentando em cadeiras vazias que estavam nas mesas. Como todos vestiam roupas iguais, calça branca e camiseta sem mangas deduzimos que eram do show.
De repente vimos um cara se aproximar e puxar uma cadeira da nossa mesa e reconheci logo, pois era o cara que Mônica havia falado que tinha pau grande.
Ele se sentou e colocou um papel a nossa frente que dizia: Caso concordem, podemos continuar o show e nos entregou duas fichas, sendo uma verde e outra vermelha e apanhei a verde e ele sorriu e entregou para um cara que logo trouxe uma espécie de tapume e colocou ao lado da nossa mesa e ela ficou indevassável. Olhei em volta e vários outros estavam sendo colocados.
Começou a tocar uma musica sensual e o cara colocou uma espécie de bacia sobre a mesa e começou a tirar a camiseta bem devagar e assim que terminou a jogou sobre uma cadeira e passou a tirar o cinto e ficou em pé esperando e como Mônica ficou parada, ele segurou a mão dela e colocou na calça e começou a empurrá-la para baixo até que a calça caiu no chão.
Ele estava usando uma minúscula sunga transparente que deixava o pau todo a mostra e parecia ainda maior agora.
Novamente ele segurou a mão de Mônica e desta vez a colocou no pau dele. Ela me olhou meio assustada e sorri, então ela deixou a mão parada, mas o cara a segurou e colocou na cintura e começou a tirar a sunga e colocou a mão dela no lado que estava mais baixo e ela entendeu e começou a abaixar a sunga dele e quando chegou no pau ela parou e ele segurou novamente a mão dela e a forçou para baixo.
O enorme pau do cara começou a ficar de fora e quando a sunga finalmente desceu, o pau dele deu um pulo e ficou ereto a nossa frente.
Era um pau enorme, grosso com uma glande brilhante e com veias por toda extensão.
Mônica não tirava os olhos dele e o homem rapidamente segurou a mão dela e colocou no pau dele e ficou segurando e começou a fazer com que ela tocasse uma lenta punheta nele.
Meu pau agora saltava dentro da calça vendo aquela cena. Minha mulher estava punhetando um pau enorme na minha frente.
À medida que ela fazia os movimentos o pau aumentava ainda mais até que de repente ele segurou a mão dela e tirou do pau dele que agora dava uns saltos e colocou as duas mãos para trás e fechou os olhos.
Achei estranho e fiquei olhando para o cara que parecia bem concentrado e olhei para o pau dele que estava duro como uma estaca e de repente o cara começou retesar os músculos e para nosso espanto começou a gozar.
O primeiro jato de esperma atingiu a bacia em cheio e depois vieram outros. Foi uma cena incrível, pois o cara estava gozando sem tocar no pau, e gozou bastante.
Aos poucos ele foi relaxando, mas o pau ainda continuava duro e com um filete de esperma pendurado.
Ele sorriu para nós e começou a se vestir. Fiquei impressionado com o que tinha acabado de ver.
Meu pau doía de tanto tesão.
Mônica disse que ia ao banheiro e assim que se afastou uma moça usando um crachá da boate se aproximou e perguntou se tínhamos gostado do show e eu disse que tinha sido ótimo e ela falou que teriam outros e que iam ficando mais quentes a medida que o tempo passava e que se quiséssemos ficar, outras opções de fichas seriam apresentadas e perguntei que tipo de show viriam e ela disse que não poderia revelar pois a surpresa faz parte da festa e eu disse que iria aguardar minha mulher que tinha ido ao banheiro e ela disse que voltaria.
Assim que Mônica chegou expliquei o que tinha acabado de ouvir e ela disse que não sabia o que dizer e que dependia de mim e fiquei numa encruzilhada, mas estava louco para descobrir o que viria e disse a ela que ficaria e ela disse que tudo bem.
Não demorou, a moça voltou e quando disse que ficaríamos, ela nos apresentou um papel que dizia: Você irá assistir ao que há de mais erótico e inclui sexo. Caso concorde em ficar apanhe a ficha rosa e entregue a moça a sua frente.
Não pensei muito e entreguei a tal ficha a ela.
Pouco tempo depois às luzes ficaram mais fracas e apareceram dois homens que colocaram mais duas divisórias em volta de nossa mesa e de um sofá e ficamos ilhados.
Apareceu uma mulher com um corpo escultural usando apenas uma tanga e se aproximou de Mônica e segurou seu rosto e começou a esfregar os seios que estavam com os bicos parecendo uma chupeta de tão duros no rosto dela e colocou um deles na boca de Mônica que parecia não saber o que fazer.
A mulher começou a pressionar o seio contra a boca de Mônica e ela abriu um pouco os lábios e a mulher ficou esfregando os bicos dos seios no rosto e boca de Mônica que já aparentava estar com muito tesão. Ela começou a alisar os seios de Mônica que logo segurou suas mãos, mas a mulher retirou sua mão e continuou alisando e desta vez ela permitiu e os seios de Mônica logo endureceram e começaram a marcar a blusa.
A mulher segurou novamente o rosto de Mônica e se afastou e veio em minha direção e para meu espanto começou a fazer o mesmo comigo. Os seios dela eram muito duros e achei que eram de silicone, mas depois pude atestar que não.
Eu fiquei meio sem jeito, pois Mônica apenas olhava até que deu um sorriso e me acalmei.
Dois homens usando apenas calças brancas se aproximaram e um deles se sentou enquanto o outro foi se aproximando lentamente de Mônica e segurou-a pela mão fazendo com que se levantasse.
O cara era bonito e forte e senti logo uma ponta de ciúmes, mas o pior ainda estava por vir.
O cara segurou as mãos dela e fez com que ela alisasse seu tórax e barriga que eram esculpidos em academia e aos poucos foi abaixando as mãos dela até que tocaram no pau dele.
Nesse momento a mulher começou a alisar meu pau e fiquei confuso, pois o tesão era enorme, mas o ciúme também e eu estava com medo do que poderia vir e nesse meio tempo chegaram dois drinques que logo comecei a tomar.
Olhei para Mônica e vi que ela passava a mão no pau do cara que fazia um grande volume e meu coração deu um salto quando ele começou a desabotoar a calça que foi descendo até deixar a sunga à mostra.
A mulher agora começou a desabotoar a minha calça e como estava puto, pois Mônica estava concordando com a sacanagem ajudei levantando o corpo e arriei minhas calças até os joelhos.
A mulher colocou a mão por baixo da minha cueca e tocou meu pau e começou a passar o dedo na glande que estava toda melada e comecei a me segurar para não gozar.
Eu já estava arrependido em ter aceitado continuar a ver o show, mas agora era tarde e vi quando o cara começou a tirar a sunga e virei o rosto.
Levei um susto quando a mulher se abaixou e colocou meu pau na boca e começou a mamar bem devagar. Ela sugava às vezes a glande e isso fez com que eu me retesasse todo.
Resolvi olhar com o canto do olho exatamente no momento que Mônica começava a chupar o pau do cara que era bem grosso que mal cabia em sua na boca.
Nisso o cara que estava sentado ficou em pé e começou a tirar a calça e rapidamente ficou nu com um pau também grande bem duro.
Minha cabeça estava a mil, pois o cara começava a despir Mônica e a mulher agora chupava e punhetava meu pau que nunca esteve tão duro.
A calça de Mônica já estava no meio das coxas e o cara começou a puxar a calcinha dela que logo foram caindo e quando o cara olhou para a bunda grande e arrebitada dela enfiou o rosto por entre as nádegas e a agarrou pela cintura.
Mônica estava se revelando uma puta, pois começou a mexer os quadris enquanto chupava o outro cara.
A mulher parou de chupar meu pau e começou a se posicionar para sentar no meu pau e segurou meu pau e senti que estava ajeitando no cu, pois estava muito apertado, mas ela começou a mexer a bunda e senti meu pau entrando apertado no rabo dela.
Olhei para Mônica e meu coração disparou, pois um cara estava sentado e ela começava a se ajeitar sobre ele e o outro segurava o pau e veio por trás dela. Ela ia ser duplamente penetrada e eu não sabia o que fazer.
Agora meu pau estava todo enterrado no rabo da mulher que se mexia bem devagar subindo e descendo. Ela tinha um cu quente e apertado.
Olhei de novo para Mônica e vi quando o cara de trás começava a fazer os movimentos de vai e vem e não tive mais dúvidas. Os dois estavam metendo nela que parecia estar gostando, pois apenas gemia, mas mexia os quadris.
Resolvi segurar a mulher pela cintura e comecei a meter com força estimulado pela visão da minha mulher sendo fodida por dois homens na minha frente.
Senti meu pau inchando dentro do cu da mulher e senti que não ia demorar para gozar e nisso ouvi os gemidos do cara que estava fodendo o rabo da minha mulher.
O cara começou a dar tapas na bunda de Mônica que agora gemia mais alto.
Ao mesmo tempo a mulher passou a rebolar no meu pau com mais força e comecei a gozar e ela subia e descia ao mesmo tempo e eu não conseguia pensar mais em nada.
Ainda ouvia os gemidos de Mônica e olhei para ela justamente no momento em que o cara retirava o pau do cu dela que estava aberto com um monte de porra escorrendo.
A mulher foi saindo de cima de mim lentamente deixando o meu pau todo melado e pulsando.
Olhei para minha mulher que estava deitada no sofá e sentei ao seu lado e ela segurou minha mão e começou a chorar.
Deixei ela chorar um pouco e depois ela começou a falar dizendo que as coisas foram acontecendo e que realmente estava muito excitada, mas que nunca tinha pensado em trepar com outra pessoa e ainda mais com dois ao mesmo tempo e eu para consolara disse que também tinha transado sem pensar, mas que enfim já acontecera e que não iria deixar de gostar dela mesmo e ela disse o mesmo e nos vestimos e logo depois fomos embora.
Chegamos em casa e tomamos um bom banho e fomos dormir.
Uns dois meses depois, quando estávamos nos preparando para dar uma trepada, esperei Mônica ficar bem excitada e comecei a puxar assunto do show e falei que quando assisti ela transando com os dois caras fiquei puto e com ciúmes mas apesar disso, meu pau ficou muito duro e meu coração disparou e ela disse que sentiu o mesmo quando me viu metendo com a mulher e perguntei o que ela sentia quando pensava nisso e enquanto falava esfregava o grelinho dela que já estava num grau de excitação grande e ela depois de ficar um pouco calada disse que ficava excitada.
Ao ouvir isso meu pau que já estava duro, começou a doer de tanto tesão e continuei falando sobre o assunto e perguntei se ela faria de novo e ela disse que achava que não porque ficou com drama de consciência além de ter ficado toda ardida.
Apanhei o vibrador maior que ela me pede para usar quando está muito excitada e comecei a passar na xoxota e ela logo abriu bem as pernas e comecei e enfiar bem devagar, mas quando estava quase no meio ela segurou minha mão e o enterrou todo a medida que suspirava.
Comecei a meter com ele e um pouco depois ela pediu para eu comer o cuzinho dela com o vibrador e ficou de quatro. Passei bastante gel no pau e no cuzinho dela e comecei a meter bem devagar, pois estava muito apertado por causa do vibrador e quando consegui enfiar o pau todo ela ligou o vibrador e a sensação que passei a sentir foi muito boa.
Enquanto metia ela falou:
- Pronto estou sendo duplamente fodida!
E perguntei:
- Está gostoso?
E ela respondeu que estava ótimo.
A vibração no meu pau estava me dando um tesão enorme e falei que não ia demorar para gozar e ela falou que também e em pouco tempo senti meu pau dilatando e ao mesmo tempo ela começou a tremer e a rebolar e disse que estava gozando e tive que agarrá-la pela cintura para que o pau não saísse do rabo dela e explodi num gozo incrível .
Passamos a incluir essa modalidade nas nossas trepadas e de vez em quando eu enrabo Mônica com o vibrador na xoxota e gozamos muito.

7:12 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

relato que vou fazer aconteceu depois de vários anos de relacionamento com a minha mulher, mas ainda me lembro da primeira vez.
Meu nome é Marcos, tenho 52 anos e sou casado com Mônica de 50.
Sempre nos relacionamos muito bem na cama e sentimos muito tesão um pelo outro e já transamos de todas as formas e sempre satisfazendo as nossas fantasias e desejos como sexo anal, e com o uso de vibradores que sempre passo no grelinho dela e a levo a gozos intensos.
Um dia comprei um lubrificante e quando fomos trepar depois de alisar bastante as coxas e a bunda dela que adoro, comecei a passar um pouco do lubrificante na xoxota dela e depois passei também no cuzinho e como estávamos vendo um filme erótico no qual a mulher transava com dois caras, ela estava bem excitada e abriu bem as pernas e sempre que tocava no cuzinho ela gemia e isso foi me incentivando e aos poucos comecei a introduzir o dedo até que o enfiei todo e fiquei metendo com o dedo e ela gemia demonstrando muito tesão, depois comecei a alisar a xoxota dela e preparei o vibrador que aos poucos fui introduzindo na xoxota e depois de algum tempo ela começou a se contorcer e tremer e gozou gemendo alto.
Para meu deleite depois ela se virou de bruços e comecei a lamber a bunda dela e meu pau ficou duro a ponto de doer e passei bastante gel nele e comecei a penetrar aquele cuzinho maravilhoso.
Meu pau foi deslizando aos poucos até que fiquei todo dentro dela e comecei a meter bem devagar.
Mônica empinava a bunda a cada metida e com isso meu pau entrava até o fim me fazendo sentir uma sensação maravilhosa. Fui enlouquecendo de tesão e meu pau ficando mais duro ainda até que não resisti e comecei a gozar e à medida que gozava ela empinava ainda mais a bunda. Ela foi perfeita e me levou a um gozo enorme, pois sentia minha porra esguichar dentro dela a cada metida.
Gozei tanto que quando ela se levantou escorreu um monte de porra pelas pernas dela que ela teve que tomar outro banho.
Um dia comprei uma revista masculina que aparecia uns anúncios de produtos eróticos e ela ficou olhando um tempão e eu perguntei se ela gostaria de visitar uma sexshop e ela disse que achava que iria ficar inibida, mas depois aceitou e alguns dias depois, fomos a uma, e por sorte nossa estava vazia e a vendedora era bem simpática e deixei Mônica conversando com ela e fiquei olhando os produtos.
Ficamos um bom tempo na loja até que Mônica me chamou dizendo que tinha escolhido umas coisinhas e que era para eu para pagar e perguntei o que ela tinha comprado e ela disse que em casa me mostraria e fez uma cara de sacana.
Na volta para casa ela passou a mão no meu pau e disse que era para eu me preparar, pois estava bem acesa e meu pau ficou duro na hora.
Assim que chegamos fui preparar uns drinques e ela disse que tomaria um banho.
Quando cheguei no quarto ela já havia colocado um filme erótico e estava deitada somente de calcinha preta.
Meu pau já estufava minha calça e tomei um banho rápido e voltei para perto dela.
Não imaginei o que aconteceria naquele dia e depois de tomarmos o drinque, ela puxou minha toalha começou a alisar meu pau que latejava de tesão e começou a chupá-lo bem devagar.
Depois de chupar ela falou bem baixinho ao meu ouvido para eu deitar de bruços e assim que o fiz ela veio por cima de mim e começou a lamber minhas costas e logo passou para minha bunda e ficou me lambendo bem devagar até que começou a lamber entre minhas nádegas é senti a língua dela rodeando meu cu e depois tentando enfiar. O tesão que eu senti era enorme e fiquei aproveitando aquele momento até que senti um dedo entre minhas nádegas e logo ele começou a abrir caminho no meu cu e ela foi enfiando o dedo bem devagar a exemplo de como faço com ela e ela cochichou ao meu ouvido:
- Vou comer você!
E começou a enfiar o dedo enquanto com a outra mão me punhetava devagar.
Depois de um tempo segurei a mão dela fazendo parar de me punhetar, pois iria acabar gozando e ela pediu continuou metendo o dedo no meu cu até que foi retirando devagar e vi quando ela mexia em algo e comecei a sentir uma pressão maior no meu cu. Ela estava colocando um pequeno pênis que aos poucos foi entrando até que senti ele todo dentro de mim.
Mônica estava com tanto tesão que eu podia sentir a respiração ofegante dela à medida que metia o pênis em mim.
Deixei ela aproveitar bastante até que falei que precisava meter e ela retirou o pênis e ficou de quatro e não perdi tempo e comecei a esfregar a cabeça do pau no rabo dela e para minha surpresa assim que comecei a enfiar notei que já estava lubrificado e engoliu o meu pau sem muita dificuldade e enfiei até ficar somente o saco de fora.
Comecei a meter com força e segurei ela por baixo dos ombros e a medida que metia ela rebolava e não demorou comecei a gozar e senti perfeitamente o cuzinho dela apertando meu pau a cada metida.
Foi uma gozada memorável dessas que a gente fica curtindo um tempão.
Depois que meti Mônica foi ao banheiro e quando voltou deitou-se e costas então perdi tempo e comecei a lamber e chupar a xoxota dela que estava bem depiladinha ao redor deixando apenas os grandes lábios aparecendo e logo começou a ficar molhada e em pouco tempo ela começou a gemer e eu apanhei o vibrador e coloquei nela e a medida que ele vibrava ela gemia e respirava ofegante até que começou a rebolar e segurou minha mão e começou a gozar num grande frenesi.
Ficamos deitados olhando um para o outro e ela me perguntou se eu tinha gostado, pois ela disse que tinha essa fantasia há um tempão desde que viu num desses filmes a mulher meter num homem fortão um pênis e ele gozou com o pau no rabo e com ela chupando ele. Eu disse que tudo havia sido perfeito e ainda nos beijamos antes de tomarmos um drinque.
Um dia voltei a sexshop e depois de examinar vários vibradores comprei um que era idêntico a um pênis porém maior e mais grosso do que o que tínhamos e vibrava muito.
Quando cheguei em casa tratei de escondê-lo para uma ocasião especial.
No sábado ficamos na piscina e Mônica me pediu para preparar uma caipirinha e a atendi e ficamos bebericando e jogando conversa fora. Depois de algum tempo a bebida começou a fazer efeito e ela se aproximou e me deu um longo beijo o que fez com que meu pau logo começasse a endurecer.
Depois ela se deitou de costas e puxou o biquíni para o rego e ficou com a bunda toda exposta na minha frente.
Sentei-me perto dela e comecei a alisar suas coxas e bunda e não demorou ela disse que seria melhor irmos para o quarto e subimos.
Ela tomou um banho e foi a minha vez e fiquei o tempo todo de pau duro.
Quando saí ela estava deitada e com uma cara de sacana e assim que fiquei ao seu lado ela me puxou e disse que tinha colocado um filme e que eu podia ver um pouco e começou a me alisar.
Logo vi que ela estava muito excitada e depois de algumas chupadas ela parou e me pediu par deitar de bruços.
Meu coração disparou, pois imaginei que ela fosse repetir o que fizera na vez anterior e que me dera muito tesão, mas ela se aproximou do meu ouvido e disse que tinha outra surpresa e começou a lamber minha bunda e logo sua língua procurava meu cu. Ela ficou passando a língua ao redor dele e depois olhei com o canto dos olhos e vi que ela se preparava para passar um lubrificante no meu rabo e depois começou a enfiar o dedo devagar e logo enfiava até o fim enquanto lambia minha bunda.
Meu pau pulava de tesão e de repente ela pediu para eu ficar deitado e que fechasse os olhos e obedeci.
Notei que ela se movimentava atrás de mim e de repente senti algo forçando a entrada do meu cu e imaginei que seria o pênis que ela usara outro dia, mas a medida que ela empurrava senti que desta vez algo forçava mais o meu cu e ela empurrou mais um pouco senti que estava começando a entrar e para minha surpresa ela se deitou sobre mim e me segurou por baixo dos braços como eu faço quando a enrabo e empurrou mais um pouco e senti meu cu se abrindo a medida que ela empurrava e ela falou bem baixinho:
- Agora eu também tenho um pau para enrabar o meu querido.
E dizendo isso empurrou mais e se afastou para olhar e depois me falou:
- Pronto, ele está todinho dentro!
E começou a fazer os movimentos de vai e vem.
Eu estava entregue. O tesão que eu estava sentindo fazia com que meu pau doesse cada vez que roçava na cama e ela começou a dizer que estava adorando me enrabar e se afastou e me segurou pelos ombros e eu sentia o pau quase sair e depois entrar de novo bem fundo e comecei a gozar.
Ela notou e ficou me beijando no pescoço até eu terminar eu gozo.
Quando terminei soltei meu corpo e ela foi retirando lentamente o pau do meu rabo e eu fiz um gesto para ela vir para minha frente e ela ficou em pé e pude ver que ela usava uma cinta com um pau menor do que o meu acoplado.
Ela me jogou um beijo e entrou no banheiro.
Quando ela voltou foi a minha vez e quando voltei ela estava deitada de costas com as pernas abertas e fui até o armário e apanhei o vibrador que tinha comprado e o trouxe escondido para a cama e comecei a alisar a xoxota dela que mesmo depois de lavada estava toda melada e comecei a brincar com o grelinho que estava durinho e inchado.
Depois de excitá-la bastante foi a minha vez de dizer que também tinha uma surpresa para ela e peguei o vibrador e comecei a passar na xoxota dela bem de leve.
Ela perguntou:
- O que é a surpresa?
E respondi:
- Você logo vai ver.
E comecei a enfiar um pouco mais o vibrador e pude ver como era bem mais grosso que o outro, pois a xoxota dela começou a se abrir deixando o grelo todo exposto e ela disse:
- Nossa!
E abriu mais as pernas e falei:
- Isso abre bem essas coxas gostosas que esse é um pouquinho mais grosso e maior.
E ela obedeceu e o vibrador começou a entrar lentamente e a medida que entrava ela gemia e eu perguntei:
- Está bom?
E ela quase sem voz balançou a cabeça afirmativamente.
Continuei a enfiar devagar, mas ela segurou minha mão e segurou o vibrador e disse:
- É bem grosso!
E foi enfiando até que para meu espanto sumiu todo dentro dela.
Mônica começou a rebolar como nunca tinha feito antes e começou também a gemer e pediu:
- Liga!
Quando o vibrador começou a funcionar dava para escutar o motor de tanto que vibrava e ela começou a tirar até quase sair e depois enfiava até o fim.
Senti meu pau começando a endurecer de novo e fiquei admirando ela metendo aquele pirocão na xoxota e se deliciando.
Cada vez que ela o tirava vinha todo melado com a porra dela e dava para ver a xoxota bem aberta até que numa dessas vezes ela enfiou e ficou rebolando e começou a gemer dizendo que estava gozando.
Ela tremia e rebolava até que tirou o vibrador e o jogou ainda ligado na cama e cobriu o rosto com as mãos.
Desliguei o vibrador e fui ao banheiro lavá-lo.
Quando voltei meu pau estava duro de novo e ela me olhou e disse:
- Quer comer o cuzinho?
Fiz que sim e ela ficou de quatro passei a pica na xoxota para lubrificar e coloquei na entrada do cuzinho dela comecei a empurrar.
Quando meu pau começou a entrar o senti sendo envolvido e a medida que ia entrando ele ficava ainda mais duro. Quando enfiei tudo segurei Mônica pela cintura e comecei a meter e para minha surpresa a cada metida meu pau ficava mais sensível e não demorou senti que estava no limite e comecei a gozar e não parava mais. Gozei com o pau todo enfiado e quase sem me mexer. Minhas pernas tremiam. Gozara como nunca, pois raramente em minha vida gozava duas vezes e me deixei cair na cama e agradeci a Mônica pelo imenso prazer que havia me proporcionado.
Depois de descansarmos um pouco perguntei a ela se havia gostado da surpresa e ela disse que adorou, mas que como era muito grosso ela sentia que a xoxota tinha ficado um pouco aberta depois mas que tinha sido delicioso e diferente.
Nossas trepadas continuavam maravilhosas e cada vez arrumávamos um jeito de inovar e um dia apanhei um dvd do tipo sado e o casal foi visitar um local onde havia uns shows e acabaram aceitando o convite de um stripper que os levou a um ambiente onde haviam mulheres e homens transando e duas delas estavam sentadas amarradas e uma usava uma venda nos olhos.
Dois homens, um negro e um moreno altos e fortes balançavam seus paus grandes e grossos na frente delas e de vez em quando batiam em seus rostos com os paus.
Mônica assistia a tudo com atenção até que um dos homens apanhou um vibrador parecido com o que eu tinha comprado, porém este tinha um outro pênis menor acoplado a ele que era regulável e ficava preso no pau maior por uma espécie de garra que o cara podia movimentar para frente e para trás e Mônica comentou que devia ser gostoso, pois ele ficava acoplado e roçava o grelo e como ficava acoplado ao pau maior vibrava também.
As mulheres foram fodidas de todas as maneiras possíveis e às vezes por dois homens e também com um metendo e com o vibrador enfiado nelas.
Mônica começou a se masturbar lentamente até que me mandou olhar para a xoxota para ver como o grelinho estava duro e de fato estava parecendo bem inchado e ela disse que estava bom para usar aquele maior que deixa o grelo bem de fora e logo me preparei para apanhar, mas ela disse que antes queria me fazer um carinho para aumentar ainda mais o tesão dela e começou a me beijar e depois foi descendo e começou a chupar e punhetar meu pau e começou suavemente a empurrar meu corpo e entendi que era para eu virar de bruços e ela logo começou a lamber minha bunda e em pouco tempo enfiava a língua no meu cu.
Ela parou um pouco e cochichou no meu ouvido:
- Vou comer você todinho!
Meu pau começou a inchar ainda mais e a latejar e quase não acreditei no que ouvi:
- Fica de quatro!
E bem devagar me coloquei como ela pediu e ela começou a lamber meu cu e depois começou a passar um gel e enfiou um dedo e depois senti dois dedos me penetrando e olhei para trás a vi em pé atrás de mim ajeitando algo e logo entendi que ia ser enrabado.
Mônica pediu para eu me abaixar um pouco e logo senti o pênis roçando meu cu até que ela se posicionou e senti meu cu sendo invadido e aos poucos ela foi me penetrando até que senti que o pênis estava todo dentro de mim.
Mônica veio por cima de mim e me segurou por baixo dos ombros e ficou literalmente montada em mim e começou a meter.
Ela começou a falar umas coisas como a dizer que eu era o tesão dela e que estava adorando meu cu e que agora ela era meu macho e que iria gozar no meu rabo e me comeu bastante e disse que agora era a minha vez e tirou pau do meu rabo e tirou a cinta e ficou de quatro.
Eu sentia meu cu aberto e ardendo, mas meu pau latejava de tão duro e depois de esfregar na xoxota dela passei um pouco de gel nele e o posicionei no cu dela e logo comecei a empurrar.
Não demorou meu pau começou a deslizar para dentro do cu dela e assim que senti que estava todo dentro comecei a meter com força. No filme os caras a medida que metiam davam tapas nas mulheres, nos rostos, nos peitos e nas nádegas e para minha surpresa Mônica pediu que eu fizesse como o cara e dei um tapa em cada nádega dela que gemeu e pediu para eu bater forte e assim o fiz.
A bunda dela ficou vermelha e senti um tesão enorme com isso e ela continuava pedindo que batesse e metesse forte meti com força enquanto dava tapas na bunda dela que agora apareciam traços de sangue e gozei profundamente.
Mônica se deitou quase imediatamente de costas e pediu que a fodesse com o vibrador maior e passei bastante gel nele e comecei a penetrá-la e aos poucos fui enterrando o vibrador nela que se rebolava para facilitar a penetração.
Ela segurou o pau e começou a meter com ele e fiquei assistindo ela rebolar com o pau todo enterrado na xoxota.
Dali a pouco tempo ela começou a gemer alto e começou a tirar o pau e a meter de novo enquanto se rebolava até que gemeu alto e disse que estava gozando.
Ela ainda ficou com o pau enfiado um tempão até começar a tirar.
Ela cobriu o rosto com o travesseiro e ficou ainda gemendo dizendo que o grelo dela ainda se mexia e de fato a xoxota dela fazia umas contrações.
A partir daí, ficamos adeptos dessa nova forma de transar e der vez em quando ela quando está no auge da excitação começa a alisar minha bunda e diz que ela é dela e começa a me lubrificar e diz que quer ser meu homem e comer meu cuzinho e me penetra com o pênis. Uma vez ela colocou a cinta e me pediu para chupar o pênis dela que ela queria ficar me olhando enquanto chupava e atendi o desejo dela.
Eu a como de todas as formas e de todos os jeitos também e ela atende a todos os meus caprichos.
Um dia enquanto assistíamos a um dvd em que a mulher era duplamente fodida, tomei coragem e perguntei a ela se ela não achava que devia ser gostoso ser fodida assim e ela pensou um pouco e disse que talvez fosse e senti tesão em pensar nisso.
Um dia comprei uma revista masculina e li um anuncio de uma boate onde acontecem shows variados com strippers e até com sexo ao vivo e mostrei a ela e perguntei se não gostaria de ir e ela disse que se eu quisesse tudo bem e comprei entradas para uma sexta feira.
Quando nos aprontávamos para sair, Mônica disse que tinha passado o dia pensando nisso e que estava muito acesa e logo entendi.
Chegamos na boate as 21:00 hs. O ambiente era bonito com um palco e mesas dispostas ao redor com uns bancos laterais largos e acolchoados próximos as mesas.
Tomamos uns drinques e ficamos mais a vontade. O show começou as 22:00hs e restavam poucas mesas vazias.
Os strippers eram fortes e tinham o corpo bem definido as custas de muita ginástica e usavam minúsculas sungas.
Depois de dançarem por uns 15min, começaram a tirar as sungas e revelaram enormes picas que balançavam ao som das musicas. Mônica puxou meu braço e disse:
- O pau daquele cara é enorme!
De fato o pau do cara era bem grande e igualmente grosso e quando terminou a música eles passaram ao nosso lado e deu para ver bem de perto todos eles e de fato tinham paus enormes e duros.
Estávamos conversando quando vimos um movimento ao nosso lado. Era um casal que se sentou em um dos bancos e começava a se alisar e aos poucos foram tirando a roupa até que ela ficou de calcinhas e ele de sunga e dava para ver o enorme volume do pau do cara.
Ficaram se alisando até que ele começou a chupar os seios da mulher e depois começou a tirar a calcinha dela deixando-a inteiramente nua.
Depois foi a vez dela tirar a sunga dele e revelou um pau bem grosso e duro.
Cenas parecidas com essa aconteciam em outro bancos e olhávamos ora para um ora para outro mas nos fixamos no que estava próximo a nós que agora se preparavam para trepar e a mulher aos poucos foi se ajeitando sobre o cara e segurou o pau dele e colocou na xoxota dela e foi descendo sobre o cara e vimos o pau dele sumir dentro dela. Meu pau também estava duro e tive que ajeitá-lo. A mulher agora subia e descia no pau do cara e dava para ver a xoxota dela toda aberta, pois ela estava deitada sobre ele.
Mônica nem piscava e imaginava como estaria a xoxota dela e as demais que ali estavam.
Depois de meter bastante o cara parecia que ia gozar e de fato começou a gemer até que a mulher ficou deitada imóvel sobre ele e depois foi saindo de cima dele lentamente e vimos escorrer uma quantidade enorme de porra quando ela levantou.
Todos aplaudiram e depois entraram uns caras todos de branco e retiraram os bancos.
Meu pau estava muito duro e sentia escorrer aquele líquido que precede a foda.
Aproximei-me de Mônica e perguntei:
- Como está a minha xoxota, molhadinha?
E ela fez que sim com a cabeça. Minha vontade era de meter ali mesmo.
Achamos que o show tinha terminado, mas as luzes ficaram novamente fracas e entraram vários caras que foram se sentando em cadeiras vazias que estavam nas mesas. Como todos vestiam roupas iguais, calça branca e camiseta sem mangas deduzimos que eram do show.
De repente vimos um cara se aproximar e puxar uma cadeira da nossa mesa e reconheci logo, pois era o cara que Mônica havia falado que tinha pau grande.
Ele se sentou e colocou um papel a nossa frente que dizia: Caso concordem, podemos continuar o show e nos entregou duas fichas, sendo uma verde e outra vermelha e apanhei a verde e ele sorriu e entregou para um cara que logo trouxe uma espécie de tapume e colocou ao lado da nossa mesa e ela ficou indevassável. Olhei em volta e vários outros estavam sendo colocados.
Começou a tocar uma musica sensual e o cara colocou uma espécie de bacia sobre a mesa e começou a tirar a camiseta bem devagar e assim que terminou a jogou sobre uma cadeira e passou a tirar o cinto e ficou em pé esperando e como Mônica ficou parada, ele segurou a mão dela e colocou na calça e começou a empurrá-la para baixo até que a calça caiu no chão.
Ele estava usando uma minúscula sunga transparente que deixava o pau todo a mostra e parecia ainda maior agora.
Novamente ele segurou a mão de Mônica e desta vez a colocou no pau dele. Ela me olhou meio assustada e sorri, então ela deixou a mão parada, mas o cara a segurou e colocou na cintura e começou a tirar a sunga e colocou a mão dela no lado que estava mais baixo e ela entendeu e começou a abaixar a sunga dele e quando chegou no pau ela parou e ele segurou novamente a mão dela e a forçou para baixo.
O enorme pau do cara começou a ficar de fora e quando a sunga finalmente desceu, o pau dele deu um pulo e ficou ereto a nossa frente.
Era um pau enorme, grosso com uma glande brilhante e com veias por toda extensão.
Mônica não tirava os olhos dele e o homem rapidamente segurou a mão dela e colocou no pau dele e ficou segurando e começou a fazer com que ela tocasse uma lenta punheta nele.
Meu pau agora saltava dentro da calça vendo aquela cena. Minha mulher estava punhetando um pau enorme na minha frente.
À medida que ela fazia os movimentos o pau aumentava ainda mais até que de repente ele segurou a mão dela e tirou do pau dele que agora dava uns saltos e colocou as duas mãos para trás e fechou os olhos.
Achei estranho e fiquei olhando para o cara que parecia bem concentrado e olhei para o pau dele que estava duro como uma estaca e de repente o cara começou retesar os músculos e para nosso espanto começou a gozar.
O primeiro jato de esperma atingiu a bacia em cheio e depois vieram outros. Foi uma cena incrível, pois o cara estava gozando sem tocar no pau, e gozou bastante.
Aos poucos ele foi relaxando, mas o pau ainda continuava duro e com um filete de esperma pendurado.
Ele sorriu para nós e começou a se vestir. Fiquei impressionado com o que tinha acabado de ver.
Meu pau doía de tanto tesão.
Mônica disse que ia ao banheiro e assim que se afastou uma moça usando um crachá da boate se aproximou e perguntou se tínhamos gostado do show e eu disse que tinha sido ótimo e ela falou que teriam outros e que iam ficando mais quentes a medida que o tempo passava e que se quiséssemos ficar, outras opções de fichas seriam apresentadas e perguntei que tipo de show viriam e ela disse que não poderia revelar pois a surpresa faz parte da festa e eu disse que iria aguardar minha mulher que tinha ido ao banheiro e ela disse que voltaria.
Assim que Mônica chegou expliquei o que tinha acabado de ouvir e ela disse que não sabia o que dizer e que dependia de mim e fiquei numa encruzilhada, mas estava louco para descobrir o que viria e disse a ela que ficaria e ela disse que tudo bem.
Não demorou, a moça voltou e quando disse que ficaríamos, ela nos apresentou um papel que dizia: Você irá assistir ao que há de mais erótico e inclui sexo. Caso concorde em ficar apanhe a ficha rosa e entregue a moça a sua frente.
Não pensei muito e entreguei a tal ficha a ela.
Pouco tempo depois às luzes ficaram mais fracas e apareceram dois homens que colocaram mais duas divisórias em volta de nossa mesa e de um sofá e ficamos ilhados.
Apareceu uma mulher com um corpo escultural usando apenas uma tanga e se aproximou de Mônica e segurou seu rosto e começou a esfregar os seios que estavam com os bicos parecendo uma chupeta de tão duros no rosto dela e colocou um deles na boca de Mônica que parecia não saber o que fazer.
A mulher começou a pressionar o seio contra a boca de Mônica e ela abriu um pouco os lábios e a mulher ficou esfregando os bicos dos seios no rosto e boca de Mônica que já aparentava estar com muito tesão. Ela começou a alisar os seios de Mônica que logo segurou suas mãos, mas a mulher retirou sua mão e continuou alisando e desta vez ela permitiu e os seios de Mônica logo endureceram e começaram a marcar a blusa.
A mulher segurou novamente o rosto de Mônica e se afastou e veio em minha direção e para meu espanto começou a fazer o mesmo comigo. Os seios dela eram muito duros e achei que eram de silicone, mas depois pude atestar que não.
Eu fiquei meio sem jeito, pois Mônica apenas olhava até que deu um sorriso e me acalmei.
Dois homens usando apenas calças brancas se aproximaram e um deles se sentou enquanto o outro foi se aproximando lentamente de Mônica e segurou-a pela mão fazendo com que se levantasse.
O cara era bonito e forte e senti logo uma ponta de ciúmes, mas o pior ainda estava por vir.
O cara segurou as mãos dela e fez com que ela alisasse seu tórax e barriga que eram esculpidos em academia e aos poucos foi abaixando as mãos dela até que tocaram no pau dele.
Nesse momento a mulher começou a alisar meu pau e fiquei confuso, pois o tesão era enorme, mas o ciúme também e eu estava com medo do que poderia vir e nesse meio tempo chegaram dois drinques que logo comecei a tomar.
Olhei para Mônica e vi que ela passava a mão no pau do cara que fazia um grande volume e meu coração deu um salto quando ele começou a desabotoar a calça que foi descendo até deixar a sunga à mostra.
A mulher agora começou a desabotoar a minha calça e como estava puto, pois Mônica estava concordando com a sacanagem ajudei levantando o corpo e arriei minhas calças até os joelhos.
A mulher colocou a mão por baixo da minha cueca e tocou meu pau e começou a passar o dedo na glande que estava toda melada e comecei a me segurar para não gozar.
Eu já estava arrependido em ter aceitado continuar a ver o show, mas agora era tarde e vi quando o cara começou a tirar a sunga e virei o rosto.
Levei um susto quando a mulher se abaixou e colocou meu pau na boca e começou a mamar bem devagar. Ela sugava às vezes a glande e isso fez com que eu me retesasse todo.
Resolvi olhar com o canto do olho exatamente no momento que Mônica começava a chupar o pau do cara que era bem grosso que mal cabia em sua na boca.
Nisso o cara que estava sentado ficou em pé e começou a tirar a calça e rapidamente ficou nu com um pau também grande bem duro.
Minha cabeça estava a mil, pois o cara começava a despir Mônica e a mulher agora chupava e punhetava meu pau que nunca esteve tão duro.
A calça de Mônica já estava no meio das coxas e o cara começou a puxar a calcinha dela que logo foram caindo e quando o cara olhou para a bunda grande e arrebitada dela enfiou o rosto por entre as nádegas e a agarrou pela cintura.
Mônica estava se revelando uma puta, pois começou a mexer os quadris enquanto chupava o outro cara.
A mulher parou de chupar meu pau e começou a se posicionar para sentar no meu pau e segurou meu pau e senti que estava ajeitando no cu, pois estava muito apertado, mas ela começou a mexer a bunda e senti meu pau entrando apertado no rabo dela.
Olhei para Mônica e meu coração disparou, pois um cara estava sentado e ela começava a se ajeitar sobre ele e o outro segurava o pau e veio por trás dela. Ela ia ser duplamente penetrada e eu não sabia o que fazer.
Agora meu pau estava todo enterrado no rabo da mulher que se mexia bem devagar subindo e descendo. Ela tinha um cu quente e apertado.
Olhei de novo para Mônica e vi quando o cara de trás começava a fazer os movimentos de vai e vem e não tive mais dúvidas. Os dois estavam metendo nela que parecia estar gostando, pois apenas gemia, mas mexia os quadris.
Resolvi segurar a mulher pela cintura e comecei a meter com força estimulado pela visão da minha mulher sendo fodida por dois homens na minha frente.
Senti meu pau inchando dentro do cu da mulher e senti que não ia demorar para gozar e nisso ouvi os gemidos do cara que estava fodendo o rabo da minha mulher.
O cara começou a dar tapas na bunda de Mônica que agora gemia mais alto.
Ao mesmo tempo a mulher passou a rebolar no meu pau com mais força e comecei a gozar e ela subia e descia ao mesmo tempo e eu não conseguia pensar mais em nada.
Ainda ouvia os gemidos de Mônica e olhei para ela justamente no momento em que o cara retirava o pau do cu dela que estava aberto com um monte de porra escorrendo.
A mulher foi saindo de cima de mim lentamente deixando o meu pau todo melado e pulsando.
Olhei para minha mulher que estava deitada no sofá e sentei ao seu lado e ela segurou minha mão e começou a chorar.
Deixei ela chorar um pouco e depois ela começou a falar dizendo que as coisas foram acontecendo e que realmente estava muito excitada, mas que nunca tinha pensado em trepar com outra pessoa e ainda mais com dois ao mesmo tempo e eu para consolara disse que também tinha transado sem pensar, mas que enfim já acontecera e que não iria deixar de gostar dela mesmo e ela disse o mesmo e nos vestimos e logo depois fomos embora.
Chegamos em casa e tomamos um bom banho e fomos dormir.
Uns dois meses depois, quando estávamos nos preparando para dar uma trepada, esperei Mônica ficar bem excitada e comecei a puxar assunto do show e falei que quando assisti ela transando com os dois caras fiquei puto e com ciúmes mas apesar disso, meu pau ficou muito duro e meu coração disparou e ela disse que sentiu o mesmo quando me viu metendo com a mulher e perguntei o que ela sentia quando pensava nisso e enquanto falava esfregava o grelinho dela que já estava num grau de excitação grande e ela depois de ficar um pouco calada disse que ficava excitada.
Ao ouvir isso meu pau que já estava duro, começou a doer de tanto tesão e continuei falando sobre o assunto e perguntei se ela faria de novo e ela disse que achava que não porque ficou com drama de consciência além de ter ficado toda ardida.
Apanhei o vibrador maior que ela me pede para usar quando está muito excitada e comecei a passar na xoxota e ela logo abriu bem as pernas e comecei e enfiar bem devagar, mas quando estava quase no meio ela segurou minha mão e o enterrou todo a medida que suspirava.
Comecei a meter com ele e um pouco depois ela pediu para eu comer o cuzinho dela com o vibrador e ficou de quatro. Passei bastante gel no pau e no cuzinho dela e comecei a meter bem devagar, pois estava muito apertado por causa do vibrador e quando consegui enfiar o pau todo ela ligou o vibrador e a sensação que passei a sentir foi muito boa.
Enquanto metia ela falou:
- Pronto estou sendo duplamente fodida!
E perguntei:
- Está gostoso?
E ela respondeu que estava ótimo.
A vibração no meu pau estava me dando um tesão enorme e falei que não ia demorar para gozar e ela falou que também e em pouco tempo senti meu pau dilatando e ao mesmo tempo ela começou a tremer e a rebolar e disse que estava gozando e tive que agarrá-la pela cintura para que o pau não saísse do rabo dela e explodi num gozo incrível .
Passamos a incluir essa modalidade nas nossas trepadas e de vez em quando eu enrabo Mônica com o vibrador na xoxota e gozamos muito.

7:12 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

relato que vou fazer aconteceu depois de vários anos de relacionamento com a minha mulher, mas ainda me lembro da primeira vez.
Meu nome é Marcos, tenho 52 anos e sou casado com Mônica de 50.
Sempre nos relacionamos muito bem na cama e sentimos muito tesão um pelo outro e já transamos de todas as formas e sempre satisfazendo as nossas fantasias e desejos como sexo anal, e com o uso de vibradores que sempre passo no grelinho dela e a levo a gozos intensos.
Um dia comprei um lubrificante e quando fomos trepar depois de alisar bastante as coxas e a bunda dela que adoro, comecei a passar um pouco do lubrificante na xoxota dela e depois passei também no cuzinho e como estávamos vendo um filme erótico no qual a mulher transava com dois caras, ela estava bem excitada e abriu bem as pernas e sempre que tocava no cuzinho ela gemia e isso foi me incentivando e aos poucos comecei a introduzir o dedo até que o enfiei todo e fiquei metendo com o dedo e ela gemia demonstrando muito tesão, depois comecei a alisar a xoxota dela e preparei o vibrador que aos poucos fui introduzindo na xoxota e depois de algum tempo ela começou a se contorcer e tremer e gozou gemendo alto.
Para meu deleite depois ela se virou de bruços e comecei a lamber a bunda dela e meu pau ficou duro a ponto de doer e passei bastante gel nele e comecei a penetrar aquele cuzinho maravilhoso.
Meu pau foi deslizando aos poucos até que fiquei todo dentro dela e comecei a meter bem devagar.
Mônica empinava a bunda a cada metida e com isso meu pau entrava até o fim me fazendo sentir uma sensação maravilhosa. Fui enlouquecendo de tesão e meu pau ficando mais duro ainda até que não resisti e comecei a gozar e à medida que gozava ela empinava ainda mais a bunda. Ela foi perfeita e me levou a um gozo enorme, pois sentia minha porra esguichar dentro dela a cada metida.
Gozei tanto que quando ela se levantou escorreu um monte de porra pelas pernas dela que ela teve que tomar outro banho.
Um dia comprei uma revista masculina que aparecia uns anúncios de produtos eróticos e ela ficou olhando um tempão e eu perguntei se ela gostaria de visitar uma sexshop e ela disse que achava que iria ficar inibida, mas depois aceitou e alguns dias depois, fomos a uma, e por sorte nossa estava vazia e a vendedora era bem simpática e deixei Mônica conversando com ela e fiquei olhando os produtos.
Ficamos um bom tempo na loja até que Mônica me chamou dizendo que tinha escolhido umas coisinhas e que era para eu para pagar e perguntei o que ela tinha comprado e ela disse que em casa me mostraria e fez uma cara de sacana.
Na volta para casa ela passou a mão no meu pau e disse que era para eu me preparar, pois estava bem acesa e meu pau ficou duro na hora.
Assim que chegamos fui preparar uns drinques e ela disse que tomaria um banho.
Quando cheguei no quarto ela já havia colocado um filme erótico e estava deitada somente de calcinha preta.
Meu pau já estufava minha calça e tomei um banho rápido e voltei para perto dela.
Não imaginei o que aconteceria naquele dia e depois de tomarmos o drinque, ela puxou minha toalha começou a alisar meu pau que latejava de tesão e começou a chupá-lo bem devagar.
Depois de chupar ela falou bem baixinho ao meu ouvido para eu deitar de bruços e assim que o fiz ela veio por cima de mim e começou a lamber minhas costas e logo passou para minha bunda e ficou me lambendo bem devagar até que começou a lamber entre minhas nádegas é senti a língua dela rodeando meu cu e depois tentando enfiar. O tesão que eu senti era enorme e fiquei aproveitando aquele momento até que senti um dedo entre minhas nádegas e logo ele começou a abrir caminho no meu cu e ela foi enfiando o dedo bem devagar a exemplo de como faço com ela e ela cochichou ao meu ouvido:
- Vou comer você!
E começou a enfiar o dedo enquanto com a outra mão me punhetava devagar.
Depois de um tempo segurei a mão dela fazendo parar de me punhetar, pois iria acabar gozando e ela pediu continuou metendo o dedo no meu cu até que foi retirando devagar e vi quando ela mexia em algo e comecei a sentir uma pressão maior no meu cu. Ela estava colocando um pequeno pênis que aos poucos foi entrando até que senti ele todo dentro de mim.
Mônica estava com tanto tesão que eu podia sentir a respiração ofegante dela à medida que metia o pênis em mim.
Deixei ela aproveitar bastante até que falei que precisava meter e ela retirou o pênis e ficou de quatro e não perdi tempo e comecei a esfregar a cabeça do pau no rabo dela e para minha surpresa assim que comecei a enfiar notei que já estava lubrificado e engoliu o meu pau sem muita dificuldade e enfiei até ficar somente o saco de fora.
Comecei a meter com força e segurei ela por baixo dos ombros e a medida que metia ela rebolava e não demorou comecei a gozar e senti perfeitamente o cuzinho dela apertando meu pau a cada metida.
Foi uma gozada memorável dessas que a gente fica curtindo um tempão.
Depois que meti Mônica foi ao banheiro e quando voltou deitou-se e costas então perdi tempo e comecei a lamber e chupar a xoxota dela que estava bem depiladinha ao redor deixando apenas os grandes lábios aparecendo e logo começou a ficar molhada e em pouco tempo ela começou a gemer e eu apanhei o vibrador e coloquei nela e a medida que ele vibrava ela gemia e respirava ofegante até que começou a rebolar e segurou minha mão e começou a gozar num grande frenesi.
Ficamos deitados olhando um para o outro e ela me perguntou se eu tinha gostado, pois ela disse que tinha essa fantasia há um tempão desde que viu num desses filmes a mulher meter num homem fortão um pênis e ele gozou com o pau no rabo e com ela chupando ele. Eu disse que tudo havia sido perfeito e ainda nos beijamos antes de tomarmos um drinque.
Um dia voltei a sexshop e depois de examinar vários vibradores comprei um que era idêntico a um pênis porém maior e mais grosso do que o que tínhamos e vibrava muito.
Quando cheguei em casa tratei de escondê-lo para uma ocasião especial.
No sábado ficamos na piscina e Mônica me pediu para preparar uma caipirinha e a atendi e ficamos bebericando e jogando conversa fora. Depois de algum tempo a bebida começou a fazer efeito e ela se aproximou e me deu um longo beijo o que fez com que meu pau logo começasse a endurecer.
Depois ela se deitou de costas e puxou o biquíni para o rego e ficou com a bunda toda exposta na minha frente.
Sentei-me perto dela e comecei a alisar suas coxas e bunda e não demorou ela disse que seria melhor irmos para o quarto e subimos.
Ela tomou um banho e foi a minha vez e fiquei o tempo todo de pau duro.
Quando saí ela estava deitada e com uma cara de sacana e assim que fiquei ao seu lado ela me puxou e disse que tinha colocado um filme e que eu podia ver um pouco e começou a me alisar.
Logo vi que ela estava muito excitada e depois de algumas chupadas ela parou e me pediu par deitar de bruços.
Meu coração disparou, pois imaginei que ela fosse repetir o que fizera na vez anterior e que me dera muito tesão, mas ela se aproximou do meu ouvido e disse que tinha outra surpresa e começou a lamber minha bunda e logo sua língua procurava meu cu. Ela ficou passando a língua ao redor dele e depois olhei com o canto dos olhos e vi que ela se preparava para passar um lubrificante no meu rabo e depois começou a enfiar o dedo devagar e logo enfiava até o fim enquanto lambia minha bunda.
Meu pau pulava de tesão e de repente ela pediu para eu ficar deitado e que fechasse os olhos e obedeci.
Notei que ela se movimentava atrás de mim e de repente senti algo forçando a entrada do meu cu e imaginei que seria o pênis que ela usara outro dia, mas a medida que ela empurrava senti que desta vez algo forçava mais o meu cu e ela empurrou mais um pouco senti que estava começando a entrar e para minha surpresa ela se deitou sobre mim e me segurou por baixo dos braços como eu faço quando a enrabo e empurrou mais um pouco e senti meu cu se abrindo a medida que ela empurrava e ela falou bem baixinho:
- Agora eu também tenho um pau para enrabar o meu querido.
E dizendo isso empurrou mais e se afastou para olhar e depois me falou:
- Pronto, ele está todinho dentro!
E começou a fazer os movimentos de vai e vem.
Eu estava entregue. O tesão que eu estava sentindo fazia com que meu pau doesse cada vez que roçava na cama e ela começou a dizer que estava adorando me enrabar e se afastou e me segurou pelos ombros e eu sentia o pau quase sair e depois entrar de novo bem fundo e comecei a gozar.
Ela notou e ficou me beijando no pescoço até eu terminar eu gozo.
Quando terminei soltei meu corpo e ela foi retirando lentamente o pau do meu rabo e eu fiz um gesto para ela vir para minha frente e ela ficou em pé e pude ver que ela usava uma cinta com um pau menor do que o meu acoplado.
Ela me jogou um beijo e entrou no banheiro.
Quando ela voltou foi a minha vez e quando voltei ela estava deitada de costas com as pernas abertas e fui até o armário e apanhei o vibrador que tinha comprado e o trouxe escondido para a cama e comecei a alisar a xoxota dela que mesmo depois de lavada estava toda melada e comecei a brincar com o grelinho que estava durinho e inchado.
Depois de excitá-la bastante foi a minha vez de dizer que também tinha uma surpresa para ela e peguei o vibrador e comecei a passar na xoxota dela bem de leve.
Ela perguntou:
- O que é a surpresa?
E respondi:
- Você logo vai ver.
E comecei a enfiar um pouco mais o vibrador e pude ver como era bem mais grosso que o outro, pois a xoxota dela começou a se abrir deixando o grelo todo exposto e ela disse:
- Nossa!
E abriu mais as pernas e falei:
- Isso abre bem essas coxas gostosas que esse é um pouquinho mais grosso e maior.
E ela obedeceu e o vibrador começou a entrar lentamente e a medida que entrava ela gemia e eu perguntei:
- Está bom?
E ela quase sem voz balançou a cabeça afirmativamente.
Continuei a enfiar devagar, mas ela segurou minha mão e segurou o vibrador e disse:
- É bem grosso!
E foi enfiando até que para meu espanto sumiu todo dentro dela.
Mônica começou a rebolar como nunca tinha feito antes e começou também a gemer e pediu:
- Liga!
Quando o vibrador começou a funcionar dava para escutar o motor de tanto que vibrava e ela começou a tirar até quase sair e depois enfiava até o fim.
Senti meu pau começando a endurecer de novo e fiquei admirando ela metendo aquele pirocão na xoxota e se deliciando.
Cada vez que ela o tirava vinha todo melado com a porra dela e dava para ver a xoxota bem aberta até que numa dessas vezes ela enfiou e ficou rebolando e começou a gemer dizendo que estava gozando.
Ela tremia e rebolava até que tirou o vibrador e o jogou ainda ligado na cama e cobriu o rosto com as mãos.
Desliguei o vibrador e fui ao banheiro lavá-lo.
Quando voltei meu pau estava duro de novo e ela me olhou e disse:
- Quer comer o cuzinho?
Fiz que sim e ela ficou de quatro passei a pica na xoxota para lubrificar e coloquei na entrada do cuzinho dela comecei a empurrar.
Quando meu pau começou a entrar o senti sendo envolvido e a medida que ia entrando ele ficava ainda mais duro. Quando enfiei tudo segurei Mônica pela cintura e comecei a meter e para minha surpresa a cada metida meu pau ficava mais sensível e não demorou senti que estava no limite e comecei a gozar e não parava mais. Gozei com o pau todo enfiado e quase sem me mexer. Minhas pernas tremiam. Gozara como nunca, pois raramente em minha vida gozava duas vezes e me deixei cair na cama e agradeci a Mônica pelo imenso prazer que havia me proporcionado.
Depois de descansarmos um pouco perguntei a ela se havia gostado da surpresa e ela disse que adorou, mas que como era muito grosso ela sentia que a xoxota tinha ficado um pouco aberta depois mas que tinha sido delicioso e diferente.
Nossas trepadas continuavam maravilhosas e cada vez arrumávamos um jeito de inovar e um dia apanhei um dvd do tipo sado e o casal foi visitar um local onde havia uns shows e acabaram aceitando o convite de um stripper que os levou a um ambiente onde haviam mulheres e homens transando e duas delas estavam sentadas amarradas e uma usava uma venda nos olhos.
Dois homens, um negro e um moreno altos e fortes balançavam seus paus grandes e grossos na frente delas e de vez em quando batiam em seus rostos com os paus.
Mônica assistia a tudo com atenção até que um dos homens apanhou um vibrador parecido com o que eu tinha comprado, porém este tinha um outro pênis menor acoplado a ele que era regulável e ficava preso no pau maior por uma espécie de garra que o cara podia movimentar para frente e para trás e Mônica comentou que devia ser gostoso, pois ele ficava acoplado e roçava o grelo e como ficava acoplado ao pau maior vibrava também.
As mulheres foram fodidas de todas as maneiras possíveis e às vezes por dois homens e também com um metendo e com o vibrador enfiado nelas.
Mônica começou a se masturbar lentamente até que me mandou olhar para a xoxota para ver como o grelinho estava duro e de fato estava parecendo bem inchado e ela disse que estava bom para usar aquele maior que deixa o grelo bem de fora e logo me preparei para apanhar, mas ela disse que antes queria me fazer um carinho para aumentar ainda mais o tesão dela e começou a me beijar e depois foi descendo e começou a chupar e punhetar meu pau e começou suavemente a empurrar meu corpo e entendi que era para eu virar de bruços e ela logo começou a lamber minha bunda e em pouco tempo enfiava a língua no meu cu.
Ela parou um pouco e cochichou no meu ouvido:
- Vou comer você todinho!
Meu pau começou a inchar ainda mais e a latejar e quase não acreditei no que ouvi:
- Fica de quatro!
E bem devagar me coloquei como ela pediu e ela começou a lamber meu cu e depois começou a passar um gel e enfiou um dedo e depois senti dois dedos me penetrando e olhei para trás a vi em pé atrás de mim ajeitando algo e logo entendi que ia ser enrabado.
Mônica pediu para eu me abaixar um pouco e logo senti o pênis roçando meu cu até que ela se posicionou e senti meu cu sendo invadido e aos poucos ela foi me penetrando até que senti que o pênis estava todo dentro de mim.
Mônica veio por cima de mim e me segurou por baixo dos ombros e ficou literalmente montada em mim e começou a meter.
Ela começou a falar umas coisas como a dizer que eu era o tesão dela e que estava adorando meu cu e que agora ela era meu macho e que iria gozar no meu rabo e me comeu bastante e disse que agora era a minha vez e tirou pau do meu rabo e tirou a cinta e ficou de quatro.
Eu sentia meu cu aberto e ardendo, mas meu pau latejava de tão duro e depois de esfregar na xoxota dela passei um pouco de gel nele e o posicionei no cu dela e logo comecei a empurrar.
Não demorou meu pau começou a deslizar para dentro do cu dela e assim que senti que estava todo dentro comecei a meter com força. No filme os caras a medida que metiam davam tapas nas mulheres, nos rostos, nos peitos e nas nádegas e para minha surpresa Mônica pediu que eu fizesse como o cara e dei um tapa em cada nádega dela que gemeu e pediu para eu bater forte e assim o fiz.
A bunda dela ficou vermelha e senti um tesão enorme com isso e ela continuava pedindo que batesse e metesse forte meti com força enquanto dava tapas na bunda dela que agora apareciam traços de sangue e gozei profundamente.
Mônica se deitou quase imediatamente de costas e pediu que a fodesse com o vibrador maior e passei bastante gel nele e comecei a penetrá-la e aos poucos fui enterrando o vibrador nela que se rebolava para facilitar a penetração.
Ela segurou o pau e começou a meter com ele e fiquei assistindo ela rebolar com o pau todo enterrado na xoxota.
Dali a pouco tempo ela começou a gemer alto e começou a tirar o pau e a meter de novo enquanto se rebolava até que gemeu alto e disse que estava gozando.
Ela ainda ficou com o pau enfiado um tempão até começar a tirar.
Ela cobriu o rosto com o travesseiro e ficou ainda gemendo dizendo que o grelo dela ainda se mexia e de fato a xoxota dela fazia umas contrações.
A partir daí, ficamos adeptos dessa nova forma de transar e der vez em quando ela quando está no auge da excitação começa a alisar minha bunda e diz que ela é dela e começa a me lubrificar e diz que quer ser meu homem e comer meu cuzinho e me penetra com o pênis. Uma vez ela colocou a cinta e me pediu para chupar o pênis dela que ela queria ficar me olhando enquanto chupava e atendi o desejo dela.
Eu a como de todas as formas e de todos os jeitos também e ela atende a todos os meus caprichos.
Um dia enquanto assistíamos a um dvd em que a mulher era duplamente fodida, tomei coragem e perguntei a ela se ela não achava que devia ser gostoso ser fodida assim e ela pensou um pouco e disse que talvez fosse e senti tesão em pensar nisso.
Um dia comprei uma revista masculina e li um anuncio de uma boate onde acontecem shows variados com strippers e até com sexo ao vivo e mostrei a ela e perguntei se não gostaria de ir e ela disse que se eu quisesse tudo bem e comprei entradas para uma sexta feira.
Quando nos aprontávamos para sair, Mônica disse que tinha passado o dia pensando nisso e que estava muito acesa e logo entendi.
Chegamos na boate as 21:00 hs. O ambiente era bonito com um palco e mesas dispostas ao redor com uns bancos laterais largos e acolchoados próximos as mesas.
Tomamos uns drinques e ficamos mais a vontade. O show começou as 22:00hs e restavam poucas mesas vazias.
Os strippers eram fortes e tinham o corpo bem definido as custas de muita ginástica e usavam minúsculas sungas.
Depois de dançarem por uns 15min, começaram a tirar as sungas e revelaram enormes picas que balançavam ao som das musicas. Mônica puxou meu braço e disse:
- O pau daquele cara é enorme!
De fato o pau do cara era bem grande e igualmente grosso e quando terminou a música eles passaram ao nosso lado e deu para ver bem de perto todos eles e de fato tinham paus enormes e duros.
Estávamos conversando quando vimos um movimento ao nosso lado. Era um casal que se sentou em um dos bancos e começava a se alisar e aos poucos foram tirando a roupa até que ela ficou de calcinhas e ele de sunga e dava para ver o enorme volume do pau do cara.
Ficaram se alisando até que ele começou a chupar os seios da mulher e depois começou a tirar a calcinha dela deixando-a inteiramente nua.
Depois foi a vez dela tirar a sunga dele e revelou um pau bem grosso e duro.
Cenas parecidas com essa aconteciam em outro bancos e olhávamos ora para um ora para outro mas nos fixamos no que estava próximo a nós que agora se preparavam para trepar e a mulher aos poucos foi se ajeitando sobre o cara e segurou o pau dele e colocou na xoxota dela e foi descendo sobre o cara e vimos o pau dele sumir dentro dela. Meu pau também estava duro e tive que ajeitá-lo. A mulher agora subia e descia no pau do cara e dava para ver a xoxota dela toda aberta, pois ela estava deitada sobre ele.
Mônica nem piscava e imaginava como estaria a xoxota dela e as demais que ali estavam.
Depois de meter bastante o cara parecia que ia gozar e de fato começou a gemer até que a mulher ficou deitada imóvel sobre ele e depois foi saindo de cima dele lentamente e vimos escorrer uma quantidade enorme de porra quando ela levantou.
Todos aplaudiram e depois entraram uns caras todos de branco e retiraram os bancos.
Meu pau estava muito duro e sentia escorrer aquele líquido que precede a foda.
Aproximei-me de Mônica e perguntei:
- Como está a minha xoxota, molhadinha?
E ela fez que sim com a cabeça. Minha vontade era de meter ali mesmo.
Achamos que o show tinha terminado, mas as luzes ficaram novamente fracas e entraram vários caras que foram se sentando em cadeiras vazias que estavam nas mesas. Como todos vestiam roupas iguais, calça branca e camiseta sem mangas deduzimos que eram do show.
De repente vimos um cara se aproximar e puxar uma cadeira da nossa mesa e reconheci logo, pois era o cara que Mônica havia falado que tinha pau grande.
Ele se sentou e colocou um papel a nossa frente que dizia: Caso concordem, podemos continuar o show e nos entregou duas fichas, sendo uma verde e outra vermelha e apanhei a verde e ele sorriu e entregou para um cara que logo trouxe uma espécie de tapume e colocou ao lado da nossa mesa e ela ficou indevassável. Olhei em volta e vários outros estavam sendo colocados.
Começou a tocar uma musica sensual e o cara colocou uma espécie de bacia sobre a mesa e começou a tirar a camiseta bem devagar e assim que terminou a jogou sobre uma cadeira e passou a tirar o cinto e ficou em pé esperando e como Mônica ficou parada, ele segurou a mão dela e colocou na calça e começou a empurrá-la para baixo até que a calça caiu no chão.
Ele estava usando uma minúscula sunga transparente que deixava o pau todo a mostra e parecia ainda maior agora.
Novamente ele segurou a mão de Mônica e desta vez a colocou no pau dele. Ela me olhou meio assustada e sorri, então ela deixou a mão parada, mas o cara a segurou e colocou na cintura e começou a tirar a sunga e colocou a mão dela no lado que estava mais baixo e ela entendeu e começou a abaixar a sunga dele e quando chegou no pau ela parou e ele segurou novamente a mão dela e a forçou para baixo.
O enorme pau do cara começou a ficar de fora e quando a sunga finalmente desceu, o pau dele deu um pulo e ficou ereto a nossa frente.
Era um pau enorme, grosso com uma glande brilhante e com veias por toda extensão.
Mônica não tirava os olhos dele e o homem rapidamente segurou a mão dela e colocou no pau dele e ficou segurando e começou a fazer com que ela tocasse uma lenta punheta nele.
Meu pau agora saltava dentro da calça vendo aquela cena. Minha mulher estava punhetando um pau enorme na minha frente.
À medida que ela fazia os movimentos o pau aumentava ainda mais até que de repente ele segurou a mão dela e tirou do pau dele que agora dava uns saltos e colocou as duas mãos para trás e fechou os olhos.
Achei estranho e fiquei olhando para o cara que parecia bem concentrado e olhei para o pau dele que estava duro como uma estaca e de repente o cara começou retesar os músculos e para nosso espanto começou a gozar.
O primeiro jato de esperma atingiu a bacia em cheio e depois vieram outros. Foi uma cena incrível, pois o cara estava gozando sem tocar no pau, e gozou bastante.
Aos poucos ele foi relaxando, mas o pau ainda continuava duro e com um filete de esperma pendurado.
Ele sorriu para nós e começou a se vestir. Fiquei impressionado com o que tinha acabado de ver.
Meu pau doía de tanto tesão.
Mônica disse que ia ao banheiro e assim que se afastou uma moça usando um crachá da boate se aproximou e perguntou se tínhamos gostado do show e eu disse que tinha sido ótimo e ela falou que teriam outros e que iam ficando mais quentes a medida que o tempo passava e que se quiséssemos ficar, outras opções de fichas seriam apresentadas e perguntei que tipo de show viriam e ela disse que não poderia revelar pois a surpresa faz parte da festa e eu disse que iria aguardar minha mulher que tinha ido ao banheiro e ela disse que voltaria.
Assim que Mônica chegou expliquei o que tinha acabado de ouvir e ela disse que não sabia o que dizer e que dependia de mim e fiquei numa encruzilhada, mas estava louco para descobrir o que viria e disse a ela que ficaria e ela disse que tudo bem.
Não demorou, a moça voltou e quando disse que ficaríamos, ela nos apresentou um papel que dizia: Você irá assistir ao que há de mais erótico e inclui sexo. Caso concorde em ficar apanhe a ficha rosa e entregue a moça a sua frente.
Não pensei muito e entreguei a tal ficha a ela.
Pouco tempo depois às luzes ficaram mais fracas e apareceram dois homens que colocaram mais duas divisórias em volta de nossa mesa e de um sofá e ficamos ilhados.
Apareceu uma mulher com um corpo escultural usando apenas uma tanga e se aproximou de Mônica e segurou seu rosto e começou a esfregar os seios que estavam com os bicos parecendo uma chupeta de tão duros no rosto dela e colocou um deles na boca de Mônica que parecia não saber o que fazer.
A mulher começou a pressionar o seio contra a boca de Mônica e ela abriu um pouco os lábios e a mulher ficou esfregando os bicos dos seios no rosto e boca de Mônica que já aparentava estar com muito tesão. Ela começou a alisar os seios de Mônica que logo segurou suas mãos, mas a mulher retirou sua mão e continuou alisando e desta vez ela permitiu e os seios de Mônica logo endureceram e começaram a marcar a blusa.
A mulher segurou novamente o rosto de Mônica e se afastou e veio em minha direção e para meu espanto começou a fazer o mesmo comigo. Os seios dela eram muito duros e achei que eram de silicone, mas depois pude atestar que não.
Eu fiquei meio sem jeito, pois Mônica apenas olhava até que deu um sorriso e me acalmei.
Dois homens usando apenas calças brancas se aproximaram e um deles se sentou enquanto o outro foi se aproximando lentamente de Mônica e segurou-a pela mão fazendo com que se levantasse.
O cara era bonito e forte e senti logo uma ponta de ciúmes, mas o pior ainda estava por vir.
O cara segurou as mãos dela e fez com que ela alisasse seu tórax e barriga que eram esculpidos em academia e aos poucos foi abaixando as mãos dela até que tocaram no pau dele.
Nesse momento a mulher começou a alisar meu pau e fiquei confuso, pois o tesão era enorme, mas o ciúme também e eu estava com medo do que poderia vir e nesse meio tempo chegaram dois drinques que logo comecei a tomar.
Olhei para Mônica e vi que ela passava a mão no pau do cara que fazia um grande volume e meu coração deu um salto quando ele começou a desabotoar a calça que foi descendo até deixar a sunga à mostra.
A mulher agora começou a desabotoar a minha calça e como estava puto, pois Mônica estava concordando com a sacanagem ajudei levantando o corpo e arriei minhas calças até os joelhos.
A mulher colocou a mão por baixo da minha cueca e tocou meu pau e começou a passar o dedo na glande que estava toda melada e comecei a me segurar para não gozar.
Eu já estava arrependido em ter aceitado continuar a ver o show, mas agora era tarde e vi quando o cara começou a tirar a sunga e virei o rosto.
Levei um susto quando a mulher se abaixou e colocou meu pau na boca e começou a mamar bem devagar. Ela sugava às vezes a glande e isso fez com que eu me retesasse todo.
Resolvi olhar com o canto do olho exatamente no momento que Mônica começava a chupar o pau do cara que era bem grosso que mal cabia em sua na boca.
Nisso o cara que estava sentado ficou em pé e começou a tirar a calça e rapidamente ficou nu com um pau também grande bem duro.
Minha cabeça estava a mil, pois o cara começava a despir Mônica e a mulher agora chupava e punhetava meu pau que nunca esteve tão duro.
A calça de Mônica já estava no meio das coxas e o cara começou a puxar a calcinha dela que logo foram caindo e quando o cara olhou para a bunda grande e arrebitada dela enfiou o rosto por entre as nádegas e a agarrou pela cintura.
Mônica estava se revelando uma puta, pois começou a mexer os quadris enquanto chupava o outro cara.
A mulher parou de chupar meu pau e começou a se posicionar para sentar no meu pau e segurou meu pau e senti que estava ajeitando no cu, pois estava muito apertado, mas ela começou a mexer a bunda e senti meu pau entrando apertado no rabo dela.
Olhei para Mônica e meu coração disparou, pois um cara estava sentado e ela começava a se ajeitar sobre ele e o outro segurava o pau e veio por trás dela. Ela ia ser duplamente penetrada e eu não sabia o que fazer.
Agora meu pau estava todo enterrado no rabo da mulher que se mexia bem devagar subindo e descendo. Ela tinha um cu quente e apertado.
Olhei de novo para Mônica e vi quando o cara de trás começava a fazer os movimentos de vai e vem e não tive mais dúvidas. Os dois estavam metendo nela que parecia estar gostando, pois apenas gemia, mas mexia os quadris.
Resolvi segurar a mulher pela cintura e comecei a meter com força estimulado pela visão da minha mulher sendo fodida por dois homens na minha frente.
Senti meu pau inchando dentro do cu da mulher e senti que não ia demorar para gozar e nisso ouvi os gemidos do cara que estava fodendo o rabo da minha mulher.
O cara começou a dar tapas na bunda de Mônica que agora gemia mais alto.
Ao mesmo tempo a mulher passou a rebolar no meu pau com mais força e comecei a gozar e ela subia e descia ao mesmo tempo e eu não conseguia pensar mais em nada.
Ainda ouvia os gemidos de Mônica e olhei para ela justamente no momento em que o cara retirava o pau do cu dela que estava aberto com um monte de porra escorrendo.
A mulher foi saindo de cima de mim lentamente deixando o meu pau todo melado e pulsando.
Olhei para minha mulher que estava deitada no sofá e sentei ao seu lado e ela segurou minha mão e começou a chorar.
Deixei ela chorar um pouco e depois ela começou a falar dizendo que as coisas foram acontecendo e que realmente estava muito excitada, mas que nunca tinha pensado em trepar com outra pessoa e ainda mais com dois ao mesmo tempo e eu para consolara disse que também tinha transado sem pensar, mas que enfim já acontecera e que não iria deixar de gostar dela mesmo e ela disse o mesmo e nos vestimos e logo depois fomos embora.
Chegamos em casa e tomamos um bom banho e fomos dormir.
Uns dois meses depois, quando estávamos nos preparando para dar uma trepada, esperei Mônica ficar bem excitada e comecei a puxar assunto do show e falei que quando assisti ela transando com os dois caras fiquei puto e com ciúmes mas apesar disso, meu pau ficou muito duro e meu coração disparou e ela disse que sentiu o mesmo quando me viu metendo com a mulher e perguntei o que ela sentia quando pensava nisso e enquanto falava esfregava o grelinho dela que já estava num grau de excitação grande e ela depois de ficar um pouco calada disse que ficava excitada.
Ao ouvir isso meu pau que já estava duro, começou a doer de tanto tesão e continuei falando sobre o assunto e perguntei se ela faria de novo e ela disse que achava que não porque ficou com drama de consciência além de ter ficado toda ardida.
Apanhei o vibrador maior que ela me pede para usar quando está muito excitada e comecei a passar na xoxota e ela logo abriu bem as pernas e comecei e enfiar bem devagar, mas quando estava quase no meio ela segurou minha mão e o enterrou todo a medida que suspirava.
Comecei a meter com ele e um pouco depois ela pediu para eu comer o cuzinho dela com o vibrador e ficou de quatro. Passei bastante gel no pau e no cuzinho dela e comecei a meter bem devagar, pois estava muito apertado por causa do vibrador e quando consegui enfiar o pau todo ela ligou o vibrador e a sensação que passei a sentir foi muito boa.
Enquanto metia ela falou:
- Pronto estou sendo duplamente fodida!
E perguntei:
- Está gostoso?
E ela respondeu que estava ótimo.
A vibração no meu pau estava me dando um tesão enorme e falei que não ia demorar para gozar e ela falou que também e em pouco tempo senti meu pau dilatando e ao mesmo tempo ela começou a tremer e a rebolar e disse que estava gozando e tive que agarrá-la pela cintura para que o pau não saísse do rabo dela e explodi num gozo incrível .
Passamos a incluir essa modalidade nas nossas trepadas e de vez em quando eu enrabo Mônica com o vibrador na xoxota e gozamos muito.

7:13 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

relato que vou fazer aconteceu depois de vários anos de relacionamento com a minha mulher, mas ainda me lembro da primeira vez.
Meu nome é Marcos, tenho 52 anos e sou casado com Mônica de 50.
Sempre nos relacionamos muito bem na cama e sentimos muito tesão um pelo outro e já transamos de todas as formas e sempre satisfazendo as nossas fantasias e desejos como sexo anal, e com o uso de vibradores que sempre passo no grelinho dela e a levo a gozos intensos.
Um dia comprei um lubrificante e quando fomos trepar depois de alisar bastante as coxas e a bunda dela que adoro, comecei a passar um pouco do lubrificante na xoxota dela e depois passei também no cuzinho e como estávamos vendo um filme erótico no qual a mulher transava com dois caras, ela estava bem excitada e abriu bem as pernas e sempre que tocava no cuzinho ela gemia e isso foi me incentivando e aos poucos comecei a introduzir o dedo até que o enfiei todo e fiquei metendo com o dedo e ela gemia demonstrando muito tesão, depois comecei a alisar a xoxota dela e preparei o vibrador que aos poucos fui introduzindo na xoxota e depois de algum tempo ela começou a se contorcer e tremer e gozou gemendo alto.
Para meu deleite depois ela se virou de bruços e comecei a lamber a bunda dela e meu pau ficou duro a ponto de doer e passei bastante gel nele e comecei a penetrar aquele cuzinho maravilhoso.
Meu pau foi deslizando aos poucos até que fiquei todo dentro dela e comecei a meter bem devagar.
Mônica empinava a bunda a cada metida e com isso meu pau entrava até o fim me fazendo sentir uma sensação maravilhosa. Fui enlouquecendo de tesão e meu pau ficando mais duro ainda até que não resisti e comecei a gozar e à medida que gozava ela empinava ainda mais a bunda. Ela foi perfeita e me levou a um gozo enorme, pois sentia minha porra esguichar dentro dela a cada metida.
Gozei tanto que quando ela se levantou escorreu um monte de porra pelas pernas dela que ela teve que tomar outro banho.
Um dia comprei uma revista masculina que aparecia uns anúncios de produtos eróticos e ela ficou olhando um tempão e eu perguntei se ela gostaria de visitar uma sexshop e ela disse que achava que iria ficar inibida, mas depois aceitou e alguns dias depois, fomos a uma, e por sorte nossa estava vazia e a vendedora era bem simpática e deixei Mônica conversando com ela e fiquei olhando os produtos.
Ficamos um bom tempo na loja até que Mônica me chamou dizendo que tinha escolhido umas coisinhas e que era para eu para pagar e perguntei o que ela tinha comprado e ela disse que em casa me mostraria e fez uma cara de sacana.
Na volta para casa ela passou a mão no meu pau e disse que era para eu me preparar, pois estava bem acesa e meu pau ficou duro na hora.
Assim que chegamos fui preparar uns drinques e ela disse que tomaria um banho.
Quando cheguei no quarto ela já havia colocado um filme erótico e estava deitada somente de calcinha preta.
Meu pau já estufava minha calça e tomei um banho rápido e voltei para perto dela.
Não imaginei o que aconteceria naquele dia e depois de tomarmos o drinque, ela puxou minha toalha começou a alisar meu pau que latejava de tesão e começou a chupá-lo bem devagar.
Depois de chupar ela falou bem baixinho ao meu ouvido para eu deitar de bruços e assim que o fiz ela veio por cima de mim e começou a lamber minhas costas e logo passou para minha bunda e ficou me lambendo bem devagar até que começou a lamber entre minhas nádegas é senti a língua dela rodeando meu cu e depois tentando enfiar. O tesão que eu senti era enorme e fiquei aproveitando aquele momento até que senti um dedo entre minhas nádegas e logo ele começou a abrir caminho no meu cu e ela foi enfiando o dedo bem devagar a exemplo de como faço com ela e ela cochichou ao meu ouvido:
- Vou comer você!
E começou a enfiar o dedo enquanto com a outra mão me punhetava devagar.
Depois de um tempo segurei a mão dela fazendo parar de me punhetar, pois iria acabar gozando e ela pediu continuou metendo o dedo no meu cu até que foi retirando devagar e vi quando ela mexia em algo e comecei a sentir uma pressão maior no meu cu. Ela estava colocando um pequeno pênis que aos poucos foi entrando até que senti ele todo dentro de mim.
Mônica estava com tanto tesão que eu podia sentir a respiração ofegante dela à medida que metia o pênis em mim.
Deixei ela aproveitar bastante até que falei que precisava meter e ela retirou o pênis e ficou de quatro e não perdi tempo e comecei a esfregar a cabeça do pau no rabo dela e para minha surpresa assim que comecei a enfiar notei que já estava lubrificado e engoliu o meu pau sem muita dificuldade e enfiei até ficar somente o saco de fora.
Comecei a meter com força e segurei ela por baixo dos ombros e a medida que metia ela rebolava e não demorou comecei a gozar e senti perfeitamente o cuzinho dela apertando meu pau a cada metida.
Foi uma gozada memorável dessas que a gente fica curtindo um tempão.
Depois que meti Mônica foi ao banheiro e quando voltou deitou-se e costas então perdi tempo e comecei a lamber e chupar a xoxota dela que estava bem depiladinha ao redor deixando apenas os grandes lábios aparecendo e logo começou a ficar molhada e em pouco tempo ela começou a gemer e eu apanhei o vibrador e coloquei nela e a medida que ele vibrava ela gemia e respirava ofegante até que começou a rebolar e segurou minha mão e começou a gozar num grande frenesi.
Ficamos deitados olhando um para o outro e ela me perguntou se eu tinha gostado, pois ela disse que tinha essa fantasia há um tempão desde que viu num desses filmes a mulher meter num homem fortão um pênis e ele gozou com o pau no rabo e com ela chupando ele. Eu disse que tudo havia sido perfeito e ainda nos beijamos antes de tomarmos um drinque.
Um dia voltei a sexshop e depois de examinar vários vibradores comprei um que era idêntico a um pênis porém maior e mais grosso do que o que tínhamos e vibrava muito.
Quando cheguei em casa tratei de escondê-lo para uma ocasião especial.
No sábado ficamos na piscina e Mônica me pediu para preparar uma caipirinha e a atendi e ficamos bebericando e jogando conversa fora. Depois de algum tempo a bebida começou a fazer efeito e ela se aproximou e me deu um longo beijo o que fez com que meu pau logo começasse a endurecer.
Depois ela se deitou de costas e puxou o biquíni para o rego e ficou com a bunda toda exposta na minha frente.
Sentei-me perto dela e comecei a alisar suas coxas e bunda e não demorou ela disse que seria melhor irmos para o quarto e subimos.
Ela tomou um banho e foi a minha vez e fiquei o tempo todo de pau duro.
Quando saí ela estava deitada e com uma cara de sacana e assim que fiquei ao seu lado ela me puxou e disse que tinha colocado um filme e que eu podia ver um pouco e começou a me alisar.
Logo vi que ela estava muito excitada e depois de algumas chupadas ela parou e me pediu par deitar de bruços.
Meu coração disparou, pois imaginei que ela fosse repetir o que fizera na vez anterior e que me dera muito tesão, mas ela se aproximou do meu ouvido e disse que tinha outra surpresa e começou a lamber minha bunda e logo sua língua procurava meu cu. Ela ficou passando a língua ao redor dele e depois olhei com o canto dos olhos e vi que ela se preparava para passar um lubrificante no meu rabo e depois começou a enfiar o dedo devagar e logo enfiava até o fim enquanto lambia minha bunda.
Meu pau pulava de tesão e de repente ela pediu para eu ficar deitado e que fechasse os olhos e obedeci.
Notei que ela se movimentava atrás de mim e de repente senti algo forçando a entrada do meu cu e imaginei que seria o pênis que ela usara outro dia, mas a medida que ela empurrava senti que desta vez algo forçava mais o meu cu e ela empurrou mais um pouco senti que estava começando a entrar e para minha surpresa ela se deitou sobre mim e me segurou por baixo dos braços como eu faço quando a enrabo e empurrou mais um pouco e senti meu cu se abrindo a medida que ela empurrava e ela falou bem baixinho:
- Agora eu também tenho um pau para enrabar o meu querido.
E dizendo isso empurrou mais e se afastou para olhar e depois me falou:
- Pronto, ele está todinho dentro!
E começou a fazer os movimentos de vai e vem.
Eu estava entregue. O tesão que eu estava sentindo fazia com que meu pau doesse cada vez que roçava na cama e ela começou a dizer que estava adorando me enrabar e se afastou e me segurou pelos ombros e eu sentia o pau quase sair e depois entrar de novo bem fundo e comecei a gozar.
Ela notou e ficou me beijando no pescoço até eu terminar eu gozo.
Quando terminei soltei meu corpo e ela foi retirando lentamente o pau do meu rabo e eu fiz um gesto para ela vir para minha frente e ela ficou em pé e pude ver que ela usava uma cinta com um pau menor do que o meu acoplado.
Ela me jogou um beijo e entrou no banheiro.
Quando ela voltou foi a minha vez e quando voltei ela estava deitada de costas com as pernas abertas e fui até o armário e apanhei o vibrador que tinha comprado e o trouxe escondido para a cama e comecei a alisar a xoxota dela que mesmo depois de lavada estava toda melada e comecei a brincar com o grelinho que estava durinho e inchado.
Depois de excitá-la bastante foi a minha vez de dizer que também tinha uma surpresa para ela e peguei o vibrador e comecei a passar na xoxota dela bem de leve.
Ela perguntou:
- O que é a surpresa?
E respondi:
- Você logo vai ver.
E comecei a enfiar um pouco mais o vibrador e pude ver como era bem mais grosso que o outro, pois a xoxota dela começou a se abrir deixando o grelo todo exposto e ela disse:
- Nossa!
E abriu mais as pernas e falei:
- Isso abre bem essas coxas gostosas que esse é um pouquinho mais grosso e maior.
E ela obedeceu e o vibrador começou a entrar lentamente e a medida que entrava ela gemia e eu perguntei:
- Está bom?
E ela quase sem voz balançou a cabeça afirmativamente.
Continuei a enfiar devagar, mas ela segurou minha mão e segurou o vibrador e disse:
- É bem grosso!
E foi enfiando até que para meu espanto sumiu todo dentro dela.
Mônica começou a rebolar como nunca tinha feito antes e começou também a gemer e pediu:
- Liga!
Quando o vibrador começou a funcionar dava para escutar o motor de tanto que vibrava e ela começou a tirar até quase sair e depois enfiava até o fim.
Senti meu pau começando a endurecer de novo e fiquei admirando ela metendo aquele pirocão na xoxota e se deliciando.
Cada vez que ela o tirava vinha todo melado com a porra dela e dava para ver a xoxota bem aberta até que numa dessas vezes ela enfiou e ficou rebolando e começou a gemer dizendo que estava gozando.
Ela tremia e rebolava até que tirou o vibrador e o jogou ainda ligado na cama e cobriu o rosto com as mãos.
Desliguei o vibrador e fui ao banheiro lavá-lo.
Quando voltei meu pau estava duro de novo e ela me olhou e disse:
- Quer comer o cuzinho?
Fiz que sim e ela ficou de quatro passei a pica na xoxota para lubrificar e coloquei na entrada do cuzinho dela comecei a empurrar.
Quando meu pau começou a entrar o senti sendo envolvido e a medida que ia entrando ele ficava ainda mais duro. Quando enfiei tudo segurei Mônica pela cintura e comecei a meter e para minha surpresa a cada metida meu pau ficava mais sensível e não demorou senti que estava no limite e comecei a gozar e não parava mais. Gozei com o pau todo enfiado e quase sem me mexer. Minhas pernas tremiam. Gozara como nunca, pois raramente em minha vida gozava duas vezes e me deixei cair na cama e agradeci a Mônica pelo imenso prazer que havia me proporcionado.
Depois de descansarmos um pouco perguntei a ela se havia gostado da surpresa e ela disse que adorou, mas que como era muito grosso ela sentia que a xoxota tinha ficado um pouco aberta depois mas que tinha sido delicioso e diferente.
Nossas trepadas continuavam maravilhosas e cada vez arrumávamos um jeito de inovar e um dia apanhei um dvd do tipo sado e o casal foi visitar um local onde havia uns shows e acabaram aceitando o convite de um stripper que os levou a um ambiente onde haviam mulheres e homens transando e duas delas estavam sentadas amarradas e uma usava uma venda nos olhos.
Dois homens, um negro e um moreno altos e fortes balançavam seus paus grandes e grossos na frente delas e de vez em quando batiam em seus rostos com os paus.
Mônica assistia a tudo com atenção até que um dos homens apanhou um vibrador parecido com o que eu tinha comprado, porém este tinha um outro pênis menor acoplado a ele que era regulável e ficava preso no pau maior por uma espécie de garra que o cara podia movimentar para frente e para trás e Mônica comentou que devia ser gostoso, pois ele ficava acoplado e roçava o grelo e como ficava acoplado ao pau maior vibrava também.
As mulheres foram fodidas de todas as maneiras possíveis e às vezes por dois homens e também com um metendo e com o vibrador enfiado nelas.
Mônica começou a se masturbar lentamente até que me mandou olhar para a xoxota para ver como o grelinho estava duro e de fato estava parecendo bem inchado e ela disse que estava bom para usar aquele maior que deixa o grelo bem de fora e logo me preparei para apanhar, mas ela disse que antes queria me fazer um carinho para aumentar ainda mais o tesão dela e começou a me beijar e depois foi descendo e começou a chupar e punhetar meu pau e começou suavemente a empurrar meu corpo e entendi que era para eu virar de bruços e ela logo começou a lamber minha bunda e em pouco tempo enfiava a língua no meu cu.
Ela parou um pouco e cochichou no meu ouvido:
- Vou comer você todinho!
Meu pau começou a inchar ainda mais e a latejar e quase não acreditei no que ouvi:
- Fica de quatro!
E bem devagar me coloquei como ela pediu e ela começou a lamber meu cu e depois começou a passar um gel e enfiou um dedo e depois senti dois dedos me penetrando e olhei para trás a vi em pé atrás de mim ajeitando algo e logo entendi que ia ser enrabado.
Mônica pediu para eu me abaixar um pouco e logo senti o pênis roçando meu cu até que ela se posicionou e senti meu cu sendo invadido e aos poucos ela foi me penetrando até que senti que o pênis estava todo dentro de mim.
Mônica veio por cima de mim e me segurou por baixo dos ombros e ficou literalmente montada em mim e começou a meter.
Ela começou a falar umas coisas como a dizer que eu era o tesão dela e que estava adorando meu cu e que agora ela era meu macho e que iria gozar no meu rabo e me comeu bastante e disse que agora era a minha vez e tirou pau do meu rabo e tirou a cinta e ficou de quatro.
Eu sentia meu cu aberto e ardendo, mas meu pau latejava de tão duro e depois de esfregar na xoxota dela passei um pouco de gel nele e o posicionei no cu dela e logo comecei a empurrar.
Não demorou meu pau começou a deslizar para dentro do cu dela e assim que senti que estava todo dentro comecei a meter com força. No filme os caras a medida que metiam davam tapas nas mulheres, nos rostos, nos peitos e nas nádegas e para minha surpresa Mônica pediu que eu fizesse como o cara e dei um tapa em cada nádega dela que gemeu e pediu para eu bater forte e assim o fiz.
A bunda dela ficou vermelha e senti um tesão enorme com isso e ela continuava pedindo que batesse e metesse forte meti com força enquanto dava tapas na bunda dela que agora apareciam traços de sangue e gozei profundamente.
Mônica se deitou quase imediatamente de costas e pediu que a fodesse com o vibrador maior e passei bastante gel nele e comecei a penetrá-la e aos poucos fui enterrando o vibrador nela que se rebolava para facilitar a penetração.
Ela segurou o pau e começou a meter com ele e fiquei assistindo ela rebolar com o pau todo enterrado na xoxota.
Dali a pouco tempo ela começou a gemer alto e começou a tirar o pau e a meter de novo enquanto se rebolava até que gemeu alto e disse que estava gozando.
Ela ainda ficou com o pau enfiado um tempão até começar a tirar.
Ela cobriu o rosto com o travesseiro e ficou ainda gemendo dizendo que o grelo dela ainda se mexia e de fato a xoxota dela fazia umas contrações.
A partir daí, ficamos adeptos dessa nova forma de transar e der vez em quando ela quando está no auge da excitação começa a alisar minha bunda e diz que ela é dela e começa a me lubrificar e diz que quer ser meu homem e comer meu cuzinho e me penetra com o pênis. Uma vez ela colocou a cinta e me pediu para chupar o pênis dela que ela queria ficar me olhando enquanto chupava e atendi o desejo dela.
Eu a como de todas as formas e de todos os jeitos também e ela atende a todos os meus caprichos.
Um dia enquanto assistíamos a um dvd em que a mulher era duplamente fodida, tomei coragem e perguntei a ela se ela não achava que devia ser gostoso ser fodida assim e ela pensou um pouco e disse que talvez fosse e senti tesão em pensar nisso.
Um dia comprei uma revista masculina e li um anuncio de uma boate onde acontecem shows variados com strippers e até com sexo ao vivo e mostrei a ela e perguntei se não gostaria de ir e ela disse que se eu quisesse tudo bem e comprei entradas para uma sexta feira.
Quando nos aprontávamos para sair, Mônica disse que tinha passado o dia pensando nisso e que estava muito acesa e logo entendi.
Chegamos na boate as 21:00 hs. O ambiente era bonito com um palco e mesas dispostas ao redor com uns bancos laterais largos e acolchoados próximos as mesas.
Tomamos uns drinques e ficamos mais a vontade. O show começou as 22:00hs e restavam poucas mesas vazias.
Os strippers eram fortes e tinham o corpo bem definido as custas de muita ginástica e usavam minúsculas sungas.
Depois de dançarem por uns 15min, começaram a tirar as sungas e revelaram enormes picas que balançavam ao som das musicas. Mônica puxou meu braço e disse:
- O pau daquele cara é enorme!
De fato o pau do cara era bem grande e igualmente grosso e quando terminou a música eles passaram ao nosso lado e deu para ver bem de perto todos eles e de fato tinham paus enormes e duros.
Estávamos conversando quando vimos um movimento ao nosso lado. Era um casal que se sentou em um dos bancos e começava a se alisar e aos poucos foram tirando a roupa até que ela ficou de calcinhas e ele de sunga e dava para ver o enorme volume do pau do cara.
Ficaram se alisando até que ele começou a chupar os seios da mulher e depois começou a tirar a calcinha dela deixando-a inteiramente nua.
Depois foi a vez dela tirar a sunga dele e revelou um pau bem grosso e duro.
Cenas parecidas com essa aconteciam em outro bancos e olhávamos ora para um ora para outro mas nos fixamos no que estava próximo a nós que agora se preparavam para trepar e a mulher aos poucos foi se ajeitando sobre o cara e segurou o pau dele e colocou na xoxota dela e foi descendo sobre o cara e vimos o pau dele sumir dentro dela. Meu pau também estava duro e tive que ajeitá-lo. A mulher agora subia e descia no pau do cara e dava para ver a xoxota dela toda aberta, pois ela estava deitada sobre ele.
Mônica nem piscava e imaginava como estaria a xoxota dela e as demais que ali estavam.
Depois de meter bastante o cara parecia que ia gozar e de fato começou a gemer até que a mulher ficou deitada imóvel sobre ele e depois foi saindo de cima dele lentamente e vimos escorrer uma quantidade enorme de porra quando ela levantou.
Todos aplaudiram e depois entraram uns caras todos de branco e retiraram os bancos.
Meu pau estava muito duro e sentia escorrer aquele líquido que precede a foda.
Aproximei-me de Mônica e perguntei:
- Como está a minha xoxota, molhadinha?
E ela fez que sim com a cabeça. Minha vontade era de meter ali mesmo.
Achamos que o show tinha terminado, mas as luzes ficaram novamente fracas e entraram vários caras que foram se sentando em cadeiras vazias que estavam nas mesas. Como todos vestiam roupas iguais, calça branca e camiseta sem mangas deduzimos que eram do show.
De repente vimos um cara se aproximar e puxar uma cadeira da nossa mesa e reconheci logo, pois era o cara que Mônica havia falado que tinha pau grande.
Ele se sentou e colocou um papel a nossa frente que dizia: Caso concordem, podemos continuar o show e nos entregou duas fichas, sendo uma verde e outra vermelha e apanhei a verde e ele sorriu e entregou para um cara que logo trouxe uma espécie de tapume e colocou ao lado da nossa mesa e ela ficou indevassável. Olhei em volta e vários outros estavam sendo colocados.
Começou a tocar uma musica sensual e o cara colocou uma espécie de bacia sobre a mesa e começou a tirar a camiseta bem devagar e assim que terminou a jogou sobre uma cadeira e passou a tirar o cinto e ficou em pé esperando e como Mônica ficou parada, ele segurou a mão dela e colocou na calça e começou a empurrá-la para baixo até que a calça caiu no chão.
Ele estava usando uma minúscula sunga transparente que deixava o pau todo a mostra e parecia ainda maior agora.
Novamente ele segurou a mão de Mônica e desta vez a colocou no pau dele. Ela me olhou meio assustada e sorri, então ela deixou a mão parada, mas o cara a segurou e colocou na cintura e começou a tirar a sunga e colocou a mão dela no lado que estava mais baixo e ela entendeu e começou a abaixar a sunga dele e quando chegou no pau ela parou e ele segurou novamente a mão dela e a forçou para baixo.
O enorme pau do cara começou a ficar de fora e quando a sunga finalmente desceu, o pau dele deu um pulo e ficou ereto a nossa frente.
Era um pau enorme, grosso com uma glande brilhante e com veias por toda extensão.
Mônica não tirava os olhos dele e o homem rapidamente segurou a mão dela e colocou no pau dele e ficou segurando e começou a fazer com que ela tocasse uma lenta punheta nele.
Meu pau agora saltava dentro da calça vendo aquela cena. Minha mulher estava punhetando um pau enorme na minha frente.
À medida que ela fazia os movimentos o pau aumentava ainda mais até que de repente ele segurou a mão dela e tirou do pau dele que agora dava uns saltos e colocou as duas mãos para trás e fechou os olhos.
Achei estranho e fiquei olhando para o cara que parecia bem concentrado e olhei para o pau dele que estava duro como uma estaca e de repente o cara começou retesar os músculos e para nosso espanto começou a gozar.
O primeiro jato de esperma atingiu a bacia em cheio e depois vieram outros. Foi uma cena incrível, pois o cara estava gozando sem tocar no pau, e gozou bastante.
Aos poucos ele foi relaxando, mas o pau ainda continuava duro e com um filete de esperma pendurado.
Ele sorriu para nós e começou a se vestir. Fiquei impressionado com o que tinha acabado de ver.
Meu pau doía de tanto tesão.
Mônica disse que ia ao banheiro e assim que se afastou uma moça usando um crachá da boate se aproximou e perguntou se tínhamos gostado do show e eu disse que tinha sido ótimo e ela falou que teriam outros e que iam ficando mais quentes a medida que o tempo passava e que se quiséssemos ficar, outras opções de fichas seriam apresentadas e perguntei que tipo de show viriam e ela disse que não poderia revelar pois a surpresa faz parte da festa e eu disse que iria aguardar minha mulher que tinha ido ao banheiro e ela disse que voltaria.
Assim que Mônica chegou expliquei o que tinha acabado de ouvir e ela disse que não sabia o que dizer e que dependia de mim e fiquei numa encruzilhada, mas estava louco para descobrir o que viria e disse a ela que ficaria e ela disse que tudo bem.
Não demorou, a moça voltou e quando disse que ficaríamos, ela nos apresentou um papel que dizia: Você irá assistir ao que há de mais erótico e inclui sexo. Caso concorde em ficar apanhe a ficha rosa e entregue a moça a sua frente.
Não pensei muito e entreguei a tal ficha a ela.
Pouco tempo depois às luzes ficaram mais fracas e apareceram dois homens que colocaram mais duas divisórias em volta de nossa mesa e de um sofá e ficamos ilhados.
Apareceu uma mulher com um corpo escultural usando apenas uma tanga e se aproximou de Mônica e segurou seu rosto e começou a esfregar os seios que estavam com os bicos parecendo uma chupeta de tão duros no rosto dela e colocou um deles na boca de Mônica que parecia não saber o que fazer.
A mulher começou a pressionar o seio contra a boca de Mônica e ela abriu um pouco os lábios e a mulher ficou esfregando os bicos dos seios no rosto e boca de Mônica que já aparentava estar com muito tesão. Ela começou a alisar os seios de Mônica que logo segurou suas mãos, mas a mulher retirou sua mão e continuou alisando e desta vez ela permitiu e os seios de Mônica logo endureceram e começaram a marcar a blusa.
A mulher segurou novamente o rosto de Mônica e se afastou e veio em minha direção e para meu espanto começou a fazer o mesmo comigo. Os seios dela eram muito duros e achei que eram de silicone, mas depois pude atestar que não.
Eu fiquei meio sem jeito, pois Mônica apenas olhava até que deu um sorriso e me acalmei.
Dois homens usando apenas calças brancas se aproximaram e um deles se sentou enquanto o outro foi se aproximando lentamente de Mônica e segurou-a pela mão fazendo com que se levantasse.
O cara era bonito e forte e senti logo uma ponta de ciúmes, mas o pior ainda estava por vir.
O cara segurou as mãos dela e fez com que ela alisasse seu tórax e barriga que eram esculpidos em academia e aos poucos foi abaixando as mãos dela até que tocaram no pau dele.
Nesse momento a mulher começou a alisar meu pau e fiquei confuso, pois o tesão era enorme, mas o ciúme também e eu estava com medo do que poderia vir e nesse meio tempo chegaram dois drinques que logo comecei a tomar.
Olhei para Mônica e vi que ela passava a mão no pau do cara que fazia um grande volume e meu coração deu um salto quando ele começou a desabotoar a calça que foi descendo até deixar a sunga à mostra.
A mulher agora começou a desabotoar a minha calça e como estava puto, pois Mônica estava concordando com a sacanagem ajudei levantando o corpo e arriei minhas calças até os joelhos.
A mulher colocou a mão por baixo da minha cueca e tocou meu pau e começou a passar o dedo na glande que estava toda melada e comecei a me segurar para não gozar.
Eu já estava arrependido em ter aceitado continuar a ver o show, mas agora era tarde e vi quando o cara começou a tirar a sunga e virei o rosto.
Levei um susto quando a mulher se abaixou e colocou meu pau na boca e começou a mamar bem devagar. Ela sugava às vezes a glande e isso fez com que eu me retesasse todo.
Resolvi olhar com o canto do olho exatamente no momento que Mônica começava a chupar o pau do cara que era bem grosso que mal cabia em sua na boca.
Nisso o cara que estava sentado ficou em pé e começou a tirar a calça e rapidamente ficou nu com um pau também grande bem duro.
Minha cabeça estava a mil, pois o cara começava a despir Mônica e a mulher agora chupava e punhetava meu pau que nunca esteve tão duro.
A calça de Mônica já estava no meio das coxas e o cara começou a puxar a calcinha dela que logo foram caindo e quando o cara olhou para a bunda grande e arrebitada dela enfiou o rosto por entre as nádegas e a agarrou pela cintura.
Mônica estava se revelando uma puta, pois começou a mexer os quadris enquanto chupava o outro cara.
A mulher parou de chupar meu pau e começou a se posicionar para sentar no meu pau e segurou meu pau e senti que estava ajeitando no cu, pois estava muito apertado, mas ela começou a mexer a bunda e senti meu pau entrando apertado no rabo dela.
Olhei para Mônica e meu coração disparou, pois um cara estava sentado e ela começava a se ajeitar sobre ele e o outro segurava o pau e veio por trás dela. Ela ia ser duplamente penetrada e eu não sabia o que fazer.
Agora meu pau estava todo enterrado no rabo da mulher que se mexia bem devagar subindo e descendo. Ela tinha um cu quente e apertado.
Olhei de novo para Mônica e vi quando o cara de trás começava a fazer os movimentos de vai e vem e não tive mais dúvidas. Os dois estavam metendo nela que parecia estar gostando, pois apenas gemia, mas mexia os quadris.
Resolvi segurar a mulher pela cintura e comecei a meter com força estimulado pela visão da minha mulher sendo fodida por dois homens na minha frente.
Senti meu pau inchando dentro do cu da mulher e senti que não ia demorar para gozar e nisso ouvi os gemidos do cara que estava fodendo o rabo da minha mulher.
O cara começou a dar tapas na bunda de Mônica que agora gemia mais alto.
Ao mesmo tempo a mulher passou a rebolar no meu pau com mais força e comecei a gozar e ela subia e descia ao mesmo tempo e eu não conseguia pensar mais em nada.
Ainda ouvia os gemidos de Mônica e olhei para ela justamente no momento em que o cara retirava o pau do cu dela que estava aberto com um monte de porra escorrendo.
A mulher foi saindo de cima de mim lentamente deixando o meu pau todo melado e pulsando.
Olhei para minha mulher que estava deitada no sofá e sentei ao seu lado e ela segurou minha mão e começou a chorar.
Deixei ela chorar um pouco e depois ela começou a falar dizendo que as coisas foram acontecendo e que realmente estava muito excitada, mas que nunca tinha pensado em trepar com outra pessoa e ainda mais com dois ao mesmo tempo e eu para consolara disse que também tinha transado sem pensar, mas que enfim já acontecera e que não iria deixar de gostar dela mesmo e ela disse o mesmo e nos vestimos e logo depois fomos embora.
Chegamos em casa e tomamos um bom banho e fomos dormir.
Uns dois meses depois, quando estávamos nos preparando para dar uma trepada, esperei Mônica ficar bem excitada e comecei a puxar assunto do show e falei que quando assisti ela transando com os dois caras fiquei puto e com ciúmes mas apesar disso, meu pau ficou muito duro e meu coração disparou e ela disse que sentiu o mesmo quando me viu metendo com a mulher e perguntei o que ela sentia quando pensava nisso e enquanto falava esfregava o grelinho dela que já estava num grau de excitação grande e ela depois de ficar um pouco calada disse que ficava excitada.
Ao ouvir isso meu pau que já estava duro, começou a doer de tanto tesão e continuei falando sobre o assunto e perguntei se ela faria de novo e ela disse que achava que não porque ficou com drama de consciência além de ter ficado toda ardida.
Apanhei o vibrador maior que ela me pede para usar quando está muito excitada e comecei a passar na xoxota e ela logo abriu bem as pernas e comecei e enfiar bem devagar, mas quando estava quase no meio ela segurou minha mão e o enterrou todo a medida que suspirava.
Comecei a meter com ele e um pouco depois ela pediu para eu comer o cuzinho dela com o vibrador e ficou de quatro. Passei bastante gel no pau e no cuzinho dela e comecei a meter bem devagar, pois estava muito apertado por causa do vibrador e quando consegui enfiar o pau todo ela ligou o vibrador e a sensação que passei a sentir foi muito boa.
Enquanto metia ela falou:
- Pronto estou sendo duplamente fodida!
E perguntei:
- Está gostoso?
E ela respondeu que estava ótimo.
A vibração no meu pau estava me dando um tesão enorme e falei que não ia demorar para gozar e ela falou que também e em pouco tempo senti meu pau dilatando e ao mesmo tempo ela começou a tremer e a rebolar e disse que estava gozando e tive que agarrá-la pela cintura para que o pau não saísse do rabo dela e explodi num gozo incrível .
Passamos a incluir essa modalidade nas nossas trepadas e de vez em quando eu enrabo Mônica com o vibrador na xoxota e gozamos muito.

7:51 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

relato que vou fazer aconteceu depois de vários anos de relacionamento com a minha mulher, mas ainda me lembro da primeira vez.
Meu nome é Marcos, tenho 52 anos e sou casado com Mônica de 50.
Sempre nos relacionamos muito bem na cama e sentimos muito tesão um pelo outro e já transamos de todas as formas e sempre satisfazendo as nossas fantasias e desejos como sexo anal, e com o uso de vibradores que sempre passo no grelinho dela e a levo a gozos intensos.
Um dia comprei um lubrificante e quando fomos trepar depois de alisar bastante as coxas e a bunda dela que adoro, comecei a passar um pouco do lubrificante na xoxota dela e depois passei também no cuzinho e como estávamos vendo um filme erótico no qual a mulher transava com dois caras, ela estava bem excitada e abriu bem as pernas e sempre que tocava no cuzinho ela gemia e isso foi me incentivando e aos poucos comecei a introduzir o dedo até que o enfiei todo e fiquei metendo com o dedo e ela gemia demonstrando muito tesão, depois comecei a alisar a xoxota dela e preparei o vibrador que aos poucos fui introduzindo na xoxota e depois de algum tempo ela começou a se contorcer e tremer e gozou gemendo alto.
Para meu deleite depois ela se virou de bruços e comecei a lamber a bunda dela e meu pau ficou duro a ponto de doer e passei bastante gel nele e comecei a penetrar aquele cuzinho maravilhoso.
Meu pau foi deslizando aos poucos até que fiquei todo dentro dela e comecei a meter bem devagar.
Mônica empinava a bunda a cada metida e com isso meu pau entrava até o fim me fazendo sentir uma sensação maravilhosa. Fui enlouquecendo de tesão e meu pau ficando mais duro ainda até que não resisti e comecei a gozar e à medida que gozava ela empinava ainda mais a bunda. Ela foi perfeita e me levou a um gozo enorme, pois sentia minha porra esguichar dentro dela a cada metida.
Gozei tanto que quando ela se levantou escorreu um monte de porra pelas pernas dela que ela teve que tomar outro banho.
Um dia comprei uma revista masculina que aparecia uns anúncios de produtos eróticos e ela ficou olhando um tempão e eu perguntei se ela gostaria de visitar uma sexshop e ela disse que achava que iria ficar inibida, mas depois aceitou e alguns dias depois, fomos a uma, e por sorte nossa estava vazia e a vendedora era bem simpática e deixei Mônica conversando com ela e fiquei olhando os produtos.
Ficamos um bom tempo na loja até que Mônica me chamou dizendo que tinha escolhido umas coisinhas e que era para eu para pagar e perguntei o que ela tinha comprado e ela disse que em casa me mostraria e fez uma cara de sacana.
Na volta para casa ela passou a mão no meu pau e disse que era para eu me preparar, pois estava bem acesa e meu pau ficou duro na hora.
Assim que chegamos fui preparar uns drinques e ela disse que tomaria um banho.
Quando cheguei no quarto ela já havia colocado um filme erótico e estava deitada somente de calcinha preta.
Meu pau já estufava minha calça e tomei um banho rápido e voltei para perto dela.
Não imaginei o que aconteceria naquele dia e depois de tomarmos o drinque, ela puxou minha toalha começou a alisar meu pau que latejava de tesão e começou a chupá-lo bem devagar.
Depois de chupar ela falou bem baixinho ao meu ouvido para eu deitar de bruços e assim que o fiz ela veio por cima de mim e começou a lamber minhas costas e logo passou para minha bunda e ficou me lambendo bem devagar até que começou a lamber entre minhas nádegas é senti a língua dela rodeando meu cu e depois tentando enfiar. O tesão que eu senti era enorme e fiquei aproveitando aquele momento até que senti um dedo entre minhas nádegas e logo ele começou a abrir caminho no meu cu e ela foi enfiando o dedo bem devagar a exemplo de como faço com ela e ela cochichou ao meu ouvido:
- Vou comer você!
E começou a enfiar o dedo enquanto com a outra mão me punhetava devagar.
Depois de um tempo segurei a mão dela fazendo parar de me punhetar, pois iria acabar gozando e ela pediu continuou metendo o dedo no meu cu até que foi retirando devagar e vi quando ela mexia em algo e comecei a sentir uma pressão maior no meu cu. Ela estava colocando um pequeno pênis que aos poucos foi entrando até que senti ele todo dentro de mim.
Mônica estava com tanto tesão que eu podia sentir a respiração ofegante dela à medida que metia o pênis em mim.
Deixei ela aproveitar bastante até que falei que precisava meter e ela retirou o pênis e ficou de quatro e não perdi tempo e comecei a esfregar a cabeça do pau no rabo dela e para minha surpresa assim que comecei a enfiar notei que já estava lubrificado e engoliu o meu pau sem muita dificuldade e enfiei até ficar somente o saco de fora.
Comecei a meter com força e segurei ela por baixo dos ombros e a medida que metia ela rebolava e não demorou comecei a gozar e senti perfeitamente o cuzinho dela apertando meu pau a cada metida.
Foi uma gozada memorável dessas que a gente fica curtindo um tempão.
Depois que meti Mônica foi ao banheiro e quando voltou deitou-se e costas então perdi tempo e comecei a lamber e chupar a xoxota dela que estava bem depiladinha ao redor deixando apenas os grandes lábios aparecendo e logo começou a ficar molhada e em pouco tempo ela começou a gemer e eu apanhei o vibrador e coloquei nela e a medida que ele vibrava ela gemia e respirava ofegante até que começou a rebolar e segurou minha mão e começou a gozar num grande frenesi.
Ficamos deitados olhando um para o outro e ela me perguntou se eu tinha gostado, pois ela disse que tinha essa fantasia há um tempão desde que viu num desses filmes a mulher meter num homem fortão um pênis e ele gozou com o pau no rabo e com ela chupando ele. Eu disse que tudo havia sido perfeito e ainda nos beijamos antes de tomarmos um drinque.
Um dia voltei a sexshop e depois de examinar vários vibradores comprei um que era idêntico a um pênis porém maior e mais grosso do que o que tínhamos e vibrava muito.
Quando cheguei em casa tratei de escondê-lo para uma ocasião especial.
No sábado ficamos na piscina e Mônica me pediu para preparar uma caipirinha e a atendi e ficamos bebericando e jogando conversa fora. Depois de algum tempo a bebida começou a fazer efeito e ela se aproximou e me deu um longo beijo o que fez com que meu pau logo começasse a endurecer.
Depois ela se deitou de costas e puxou o biquíni para o rego e ficou com a bunda toda exposta na minha frente.
Sentei-me perto dela e comecei a alisar suas coxas e bunda e não demorou ela disse que seria melhor irmos para o quarto e subimos.
Ela tomou um banho e foi a minha vez e fiquei o tempo todo de pau duro.
Quando saí ela estava deitada e com uma cara de sacana e assim que fiquei ao seu lado ela me puxou e disse que tinha colocado um filme e que eu podia ver um pouco e começou a me alisar.
Logo vi que ela estava muito excitada e depois de algumas chupadas ela parou e me pediu par deitar de bruços.
Meu coração disparou, pois imaginei que ela fosse repetir o que fizera na vez anterior e que me dera muito tesão, mas ela se aproximou do meu ouvido e disse que tinha outra surpresa e começou a lamber minha bunda e logo sua língua procurava meu cu. Ela ficou passando a língua ao redor dele e depois olhei com o canto dos olhos e vi que ela se preparava para passar um lubrificante no meu rabo e depois começou a enfiar o dedo devagar e logo enfiava até o fim enquanto lambia minha bunda.
Meu pau pulava de tesão e de repente ela pediu para eu ficar deitado e que fechasse os olhos e obedeci.
Notei que ela se movimentava atrás de mim e de repente senti algo forçando a entrada do meu cu e imaginei que seria o pênis que ela usara outro dia, mas a medida que ela empurrava senti que desta vez algo forçava mais o meu cu e ela empurrou mais um pouco senti que estava começando a entrar e para minha surpresa ela se deitou sobre mim e me segurou por baixo dos braços como eu faço quando a enrabo e empurrou mais um pouco e senti meu cu se abrindo a medida que ela empurrava e ela falou bem baixinho:
- Agora eu também tenho um pau para enrabar o meu querido.
E dizendo isso empurrou mais e se afastou para olhar e depois me falou:
- Pronto, ele está todinho dentro!
E começou a fazer os movimentos de vai e vem.
Eu estava entregue. O tesão que eu estava sentindo fazia com que meu pau doesse cada vez que roçava na cama e ela começou a dizer que estava adorando me enrabar e se afastou e me segurou pelos ombros e eu sentia o pau quase sair e depois entrar de novo bem fundo e comecei a gozar.
Ela notou e ficou me beijando no pescoço até eu terminar eu gozo.
Quando terminei soltei meu corpo e ela foi retirando lentamente o pau do meu rabo e eu fiz um gesto para ela vir para minha frente e ela ficou em pé e pude ver que ela usava uma cinta com um pau menor do que o meu acoplado.
Ela me jogou um beijo e entrou no banheiro.
Quando ela voltou foi a minha vez e quando voltei ela estava deitada de costas com as pernas abertas e fui até o armário e apanhei o vibrador que tinha comprado e o trouxe escondido para a cama e comecei a alisar a xoxota dela que mesmo depois de lavada estava toda melada e comecei a brincar com o grelinho que estava durinho e inchado.
Depois de excitá-la bastante foi a minha vez de dizer que também tinha uma surpresa para ela e peguei o vibrador e comecei a passar na xoxota dela bem de leve.
Ela perguntou:
- O que é a surpresa?
E respondi:
- Você logo vai ver.
E comecei a enfiar um pouco mais o vibrador e pude ver como era bem mais grosso que o outro, pois a xoxota dela começou a se abrir deixando o grelo todo exposto e ela disse:
- Nossa!
E abriu mais as pernas e falei:
- Isso abre bem essas coxas gostosas que esse é um pouquinho mais grosso e maior.
E ela obedeceu e o vibrador começou a entrar lentamente e a medida que entrava ela gemia e eu perguntei:
- Está bom?
E ela quase sem voz balançou a cabeça afirmativamente.
Continuei a enfiar devagar, mas ela segurou minha mão e segurou o vibrador e disse:
- É bem grosso!
E foi enfiando até que para meu espanto sumiu todo dentro dela.
Mônica começou a rebolar como nunca tinha feito antes e começou também a gemer e pediu:
- Liga!
Quando o vibrador começou a funcionar dava para escutar o motor de tanto que vibrava e ela começou a tirar até quase sair e depois enfiava até o fim.
Senti meu pau começando a endurecer de novo e fiquei admirando ela metendo aquele pirocão na xoxota e se deliciando.
Cada vez que ela o tirava vinha todo melado com a porra dela e dava para ver a xoxota bem aberta até que numa dessas vezes ela enfiou e ficou rebolando e começou a gemer dizendo que estava gozando.
Ela tremia e rebolava até que tirou o vibrador e o jogou ainda ligado na cama e cobriu o rosto com as mãos.
Desliguei o vibrador e fui ao banheiro lavá-lo.
Quando voltei meu pau estava duro de novo e ela me olhou e disse:
- Quer comer o cuzinho?
Fiz que sim e ela ficou de quatro passei a pica na xoxota para lubrificar e coloquei na entrada do cuzinho dela comecei a empurrar.
Quando meu pau começou a entrar o senti sendo envolvido e a medida que ia entrando ele ficava ainda mais duro. Quando enfiei tudo segurei Mônica pela cintura e comecei a meter e para minha surpresa a cada metida meu pau ficava mais sensível e não demorou senti que estava no limite e comecei a gozar e não parava mais. Gozei com o pau todo enfiado e quase sem me mexer. Minhas pernas tremiam. Gozara como nunca, pois raramente em minha vida gozava duas vezes e me deixei cair na cama e agradeci a Mônica pelo imenso prazer que havia me proporcionado.
Depois de descansarmos um pouco perguntei a ela se havia gostado da surpresa e ela disse que adorou, mas que como era muito grosso ela sentia que a xoxota tinha ficado um pouco aberta depois mas que tinha sido delicioso e diferente.
Nossas trepadas continuavam maravilhosas e cada vez arrumávamos um jeito de inovar e um dia apanhei um dvd do tipo sado e o casal foi visitar um local onde havia uns shows e acabaram aceitando o convite de um stripper que os levou a um ambiente onde haviam mulheres e homens transando e duas delas estavam sentadas amarradas e uma usava uma venda nos olhos.
Dois homens, um negro e um moreno altos e fortes balançavam seus paus grandes e grossos na frente delas e de vez em quando batiam em seus rostos com os paus.
Mônica assistia a tudo com atenção até que um dos homens apanhou um vibrador parecido com o que eu tinha comprado, porém este tinha um outro pênis menor acoplado a ele que era regulável e ficava preso no pau maior por uma espécie de garra que o cara podia movimentar para frente e para trás e Mônica comentou que devia ser gostoso, pois ele ficava acoplado e roçava o grelo e como ficava acoplado ao pau maior vibrava também.
As mulheres foram fodidas de todas as maneiras possíveis e às vezes por dois homens e também com um metendo e com o vibrador enfiado nelas.
Mônica começou a se masturbar lentamente até que me mandou olhar para a xoxota para ver como o grelinho estava duro e de fato estava parecendo bem inchado e ela disse que estava bom para usar aquele maior que deixa o grelo bem de fora e logo me preparei para apanhar, mas ela disse que antes queria me fazer um carinho para aumentar ainda mais o tesão dela e começou a me beijar e depois foi descendo e começou a chupar e punhetar meu pau e começou suavemente a empurrar meu corpo e entendi que era para eu virar de bruços e ela logo começou a lamber minha bunda e em pouco tempo enfiava a língua no meu cu.
Ela parou um pouco e cochichou no meu ouvido:
- Vou comer você todinho!
Meu pau começou a inchar ainda mais e a latejar e quase não acreditei no que ouvi:
- Fica de quatro!
E bem devagar me coloquei como ela pediu e ela começou a lamber meu cu e depois começou a passar um gel e enfiou um dedo e depois senti dois dedos me penetrando e olhei para trás a vi em pé atrás de mim ajeitando algo e logo entendi que ia ser enrabado.
Mônica pediu para eu me abaixar um pouco e logo senti o pênis roçando meu cu até que ela se posicionou e senti meu cu sendo invadido e aos poucos ela foi me penetrando até que senti que o pênis estava todo dentro de mim.
Mônica veio por cima de mim e me segurou por baixo dos ombros e ficou literalmente montada em mim e começou a meter.
Ela começou a falar umas coisas como a dizer que eu era o tesão dela e que estava adorando meu cu e que agora ela era meu macho e que iria gozar no meu rabo e me comeu bastante e disse que agora era a minha vez e tirou pau do meu rabo e tirou a cinta e ficou de quatro.
Eu sentia meu cu aberto e ardendo, mas meu pau latejava de tão duro e depois de esfregar na xoxota dela passei um pouco de gel nele e o posicionei no cu dela e logo comecei a empurrar.
Não demorou meu pau começou a deslizar para dentro do cu dela e assim que senti que estava todo dentro comecei a meter com força. No filme os caras a medida que metiam davam tapas nas mulheres, nos rostos, nos peitos e nas nádegas e para minha surpresa Mônica pediu que eu fizesse como o cara e dei um tapa em cada nádega dela que gemeu e pediu para eu bater forte e assim o fiz.
A bunda dela ficou vermelha e senti um tesão enorme com isso e ela continuava pedindo que batesse e metesse forte meti com força enquanto dava tapas na bunda dela que agora apareciam traços de sangue e gozei profundamente.
Mônica se deitou quase imediatamente de costas e pediu que a fodesse com o vibrador maior e passei bastante gel nele e comecei a penetrá-la e aos poucos fui enterrando o vibrador nela que se rebolava para facilitar a penetração.
Ela segurou o pau e começou a meter com ele e fiquei assistindo ela rebolar com o pau todo enterrado na xoxota.
Dali a pouco tempo ela começou a gemer alto e começou a tirar o pau e a meter de novo enquanto se rebolava até que gemeu alto e disse que estava gozando.
Ela ainda ficou com o pau enfiado um tempão até começar a tirar.
Ela cobriu o rosto com o travesseiro e ficou ainda gemendo dizendo que o grelo dela ainda se mexia e de fato a xoxota dela fazia umas contrações.
A partir daí, ficamos adeptos dessa nova forma de transar e der vez em quando ela quando está no auge da excitação começa a alisar minha bunda e diz que ela é dela e começa a me lubrificar e diz que quer ser meu homem e comer meu cuzinho e me penetra com o pênis. Uma vez ela colocou a cinta e me pediu para chupar o pênis dela que ela queria ficar me olhando enquanto chupava e atendi o desejo dela.
Eu a como de todas as formas e de todos os jeitos também e ela atende a todos os meus caprichos.
Um dia enquanto assistíamos a um dvd em que a mulher era duplamente fodida, tomei coragem e perguntei a ela se ela não achava que devia ser gostoso ser fodida assim e ela pensou um pouco e disse que talvez fosse e senti tesão em pensar nisso.
Um dia comprei uma revista masculina e li um anuncio de uma boate onde acontecem shows variados com strippers e até com sexo ao vivo e mostrei a ela e perguntei se não gostaria de ir e ela disse que se eu quisesse tudo bem e comprei entradas para uma sexta feira.
Quando nos aprontávamos para sair, Mônica disse que tinha passado o dia pensando nisso e que estava muito acesa e logo entendi.
Chegamos na boate as 21:00 hs. O ambiente era bonito com um palco e mesas dispostas ao redor com uns bancos laterais largos e acolchoados próximos as mesas.
Tomamos uns drinques e ficamos mais a vontade. O show começou as 22:00hs e restavam poucas mesas vazias.
Os strippers eram fortes e tinham o corpo bem definido as custas de muita ginástica e usavam minúsculas sungas.
Depois de dançarem por uns 15min, começaram a tirar as sungas e revelaram enormes picas que balançavam ao som das musicas. Mônica puxou meu braço e disse:
- O pau daquele cara é enorme!
De fato o pau do cara era bem grande e igualmente grosso e quando terminou a música eles passaram ao nosso lado e deu para ver bem de perto todos eles e de fato tinham paus enormes e duros.
Estávamos conversando quando vimos um movimento ao nosso lado. Era um casal que se sentou em um dos bancos e começava a se alisar e aos poucos foram tirando a roupa até que ela ficou de calcinhas e ele de sunga e dava para ver o enorme volume do pau do cara.
Ficaram se alisando até que ele começou a chupar os seios da mulher e depois começou a tirar a calcinha dela deixando-a inteiramente nua.
Depois foi a vez dela tirar a sunga dele e revelou um pau bem grosso e duro.
Cenas parecidas com essa aconteciam em outro bancos e olhávamos ora para um ora para outro mas nos fixamos no que estava próximo a nós que agora se preparavam para trepar e a mulher aos poucos foi se ajeitando sobre o cara e segurou o pau dele e colocou na xoxota dela e foi descendo sobre o cara e vimos o pau dele sumir dentro dela. Meu pau também estava duro e tive que ajeitá-lo. A mulher agora subia e descia no pau do cara e dava para ver a xoxota dela toda aberta, pois ela estava deitada sobre ele.
Mônica nem piscava e imaginava como estaria a xoxota dela e as demais que ali estavam.
Depois de meter bastante o cara parecia que ia gozar e de fato começou a gemer até que a mulher ficou deitada imóvel sobre ele e depois foi saindo de cima dele lentamente e vimos escorrer uma quantidade enorme de porra quando ela levantou.
Todos aplaudiram e depois entraram uns caras todos de branco e retiraram os bancos.
Meu pau estava muito duro e sentia escorrer aquele líquido que precede a foda.
Aproximei-me de Mônica e perguntei:
- Como está a minha xoxota, molhadinha?
E ela fez que sim com a cabeça. Minha vontade era de meter ali mesmo.
Achamos que o show tinha terminado, mas as luzes ficaram novamente fracas e entraram vários caras que foram se sentando em cadeiras vazias que estavam nas mesas. Como todos vestiam roupas iguais, calça branca e camiseta sem mangas deduzimos que eram do show.
De repente vimos um cara se aproximar e puxar uma cadeira da nossa mesa e reconheci logo, pois era o cara que Mônica havia falado que tinha pau grande.
Ele se sentou e colocou um papel a nossa frente que dizia: Caso concordem, podemos continuar o show e nos entregou duas fichas, sendo uma verde e outra vermelha e apanhei a verde e ele sorriu e entregou para um cara que logo trouxe uma espécie de tapume e colocou ao lado da nossa mesa e ela ficou indevassável. Olhei em volta e vários outros estavam sendo colocados.
Começou a tocar uma musica sensual e o cara colocou uma espécie de bacia sobre a mesa e começou a tirar a camiseta bem devagar e assim que terminou a jogou sobre uma cadeira e passou a tirar o cinto e ficou em pé esperando e como Mônica ficou parada, ele segurou a mão dela e colocou na calça e começou a empurrá-la para baixo até que a calça caiu no chão.
Ele estava usando uma minúscula sunga transparente que deixava o pau todo a mostra e parecia ainda maior agora.
Novamente ele segurou a mão de Mônica e desta vez a colocou no pau dele. Ela me olhou meio assustada e sorri, então ela deixou a mão parada, mas o cara a segurou e colocou na cintura e começou a tirar a sunga e colocou a mão dela no lado que estava mais baixo e ela entendeu e começou a abaixar a sunga dele e quando chegou no pau ela parou e ele segurou novamente a mão dela e a forçou para baixo.
O enorme pau do cara começou a ficar de fora e quando a sunga finalmente desceu, o pau dele deu um pulo e ficou ereto a nossa frente.
Era um pau enorme, grosso com uma glande brilhante e com veias por toda extensão.
Mônica não tirava os olhos dele e o homem rapidamente segurou a mão dela e colocou no pau dele e ficou segurando e começou a fazer com que ela tocasse uma lenta punheta nele.
Meu pau agora saltava dentro da calça vendo aquela cena. Minha mulher estava punhetando um pau enorme na minha frente.
À medida que ela fazia os movimentos o pau aumentava ainda mais até que de repente ele segurou a mão dela e tirou do pau dele que agora dava uns saltos e colocou as duas mãos para trás e fechou os olhos.
Achei estranho e fiquei olhando para o cara que parecia bem concentrado e olhei para o pau dele que estava duro como uma estaca e de repente o cara começou retesar os músculos e para nosso espanto começou a gozar.
O primeiro jato de esperma atingiu a bacia em cheio e depois vieram outros. Foi uma cena incrível, pois o cara estava gozando sem tocar no pau, e gozou bastante.
Aos poucos ele foi relaxando, mas o pau ainda continuava duro e com um filete de esperma pendurado.
Ele sorriu para nós e começou a se vestir. Fiquei impressionado com o que tinha acabado de ver.
Meu pau doía de tanto tesão.
Mônica disse que ia ao banheiro e assim que se afastou uma moça usando um crachá da boate se aproximou e perguntou se tínhamos gostado do show e eu disse que tinha sido ótimo e ela falou que teriam outros e que iam ficando mais quentes a medida que o tempo passava e que se quiséssemos ficar, outras opções de fichas seriam apresentadas e perguntei que tipo de show viriam e ela disse que não poderia revelar pois a surpresa faz parte da festa e eu disse que iria aguardar minha mulher que tinha ido ao banheiro e ela disse que voltaria.
Assim que Mônica chegou expliquei o que tinha acabado de ouvir e ela disse que não sabia o que dizer e que dependia de mim e fiquei numa encruzilhada, mas estava louco para descobrir o que viria e disse a ela que ficaria e ela disse que tudo bem.
Não demorou, a moça voltou e quando disse que ficaríamos, ela nos apresentou um papel que dizia: Você irá assistir ao que há de mais erótico e inclui sexo. Caso concorde em ficar apanhe a ficha rosa e entregue a moça a sua frente.
Não pensei muito e entreguei a tal ficha a ela.
Pouco tempo depois às luzes ficaram mais fracas e apareceram dois homens que colocaram mais duas divisórias em volta de nossa mesa e de um sofá e ficamos ilhados.
Apareceu uma mulher com um corpo escultural usando apenas uma tanga e se aproximou de Mônica e segurou seu rosto e começou a esfregar os seios que estavam com os bicos parecendo uma chupeta de tão duros no rosto dela e colocou um deles na boca de Mônica que parecia não saber o que fazer.
A mulher começou a pressionar o seio contra a boca de Mônica e ela abriu um pouco os lábios e a mulher ficou esfregando os bicos dos seios no rosto e boca de Mônica que já aparentava estar com muito tesão. Ela começou a alisar os seios de Mônica que logo segurou suas mãos, mas a mulher retirou sua mão e continuou alisando e desta vez ela permitiu e os seios de Mônica logo endureceram e começaram a marcar a blusa.
A mulher segurou novamente o rosto de Mônica e se afastou e veio em minha direção e para meu espanto começou a fazer o mesmo comigo. Os seios dela eram muito duros e achei que eram de silicone, mas depois pude atestar que não.
Eu fiquei meio sem jeito, pois Mônica apenas olhava até que deu um sorriso e me acalmei.
Dois homens usando apenas calças brancas se aproximaram e um deles se sentou enquanto o outro foi se aproximando lentamente de Mônica e segurou-a pela mão fazendo com que se levantasse.
O cara era bonito e forte e senti logo uma ponta de ciúmes, mas o pior ainda estava por vir.
O cara segurou as mãos dela e fez com que ela alisasse seu tórax e barriga que eram esculpidos em academia e aos poucos foi abaixando as mãos dela até que tocaram no pau dele.
Nesse momento a mulher começou a alisar meu pau e fiquei confuso, pois o tesão era enorme, mas o ciúme também e eu estava com medo do que poderia vir e nesse meio tempo chegaram dois drinques que logo comecei a tomar.
Olhei para Mônica e vi que ela passava a mão no pau do cara que fazia um grande volume e meu coração deu um salto quando ele começou a desabotoar a calça que foi descendo até deixar a sunga à mostra.
A mulher agora começou a desabotoar a minha calça e como estava puto, pois Mônica estava concordando com a sacanagem ajudei levantando o corpo e arriei minhas calças até os joelhos.
A mulher colocou a mão por baixo da minha cueca e tocou meu pau e começou a passar o dedo na glande que estava toda melada e comecei a me segurar para não gozar.
Eu já estava arrependido em ter aceitado continuar a ver o show, mas agora era tarde e vi quando o cara começou a tirar a sunga e virei o rosto.
Levei um susto quando a mulher se abaixou e colocou meu pau na boca e começou a mamar bem devagar. Ela sugava às vezes a glande e isso fez com que eu me retesasse todo.
Resolvi olhar com o canto do olho exatamente no momento que Mônica começava a chupar o pau do cara que era bem grosso que mal cabia em sua na boca.
Nisso o cara que estava sentado ficou em pé e começou a tirar a calça e rapidamente ficou nu com um pau também grande bem duro.
Minha cabeça estava a mil, pois o cara começava a despir Mônica e a mulher agora chupava e punhetava meu pau que nunca esteve tão duro.
A calça de Mônica já estava no meio das coxas e o cara começou a puxar a calcinha dela que logo foram caindo e quando o cara olhou para a bunda grande e arrebitada dela enfiou o rosto por entre as nádegas e a agarrou pela cintura.
Mônica estava se revelando uma puta, pois começou a mexer os quadris enquanto chupava o outro cara.
A mulher parou de chupar meu pau e começou a se posicionar para sentar no meu pau e segurou meu pau e senti que estava ajeitando no cu, pois estava muito apertado, mas ela começou a mexer a bunda e senti meu pau entrando apertado no rabo dela.
Olhei para Mônica e meu coração disparou, pois um cara estava sentado e ela começava a se ajeitar sobre ele e o outro segurava o pau e veio por trás dela. Ela ia ser duplamente penetrada e eu não sabia o que fazer.
Agora meu pau estava todo enterrado no rabo da mulher que se mexia bem devagar subindo e descendo. Ela tinha um cu quente e apertado.
Olhei de novo para Mônica e vi quando o cara de trás começava a fazer os movimentos de vai e vem e não tive mais dúvidas. Os dois estavam metendo nela que parecia estar gostando, pois apenas gemia, mas mexia os quadris.
Resolvi segurar a mulher pela cintura e comecei a meter com força estimulado pela visão da minha mulher sendo fodida por dois homens na minha frente.
Senti meu pau inchando dentro do cu da mulher e senti que não ia demorar para gozar e nisso ouvi os gemidos do cara que estava fodendo o rabo da minha mulher.
O cara começou a dar tapas na bunda de Mônica que agora gemia mais alto.
Ao mesmo tempo a mulher passou a rebolar no meu pau com mais força e comecei a gozar e ela subia e descia ao mesmo tempo e eu não conseguia pensar mais em nada.
Ainda ouvia os gemidos de Mônica e olhei para ela justamente no momento em que o cara retirava o pau do cu dela que estava aberto com um monte de porra escorrendo.
A mulher foi saindo de cima de mim lentamente deixando o meu pau todo melado e pulsando.
Olhei para minha mulher que estava deitada no sofá e sentei ao seu lado e ela segurou minha mão e começou a chorar.
Deixei ela chorar um pouco e depois ela começou a falar dizendo que as coisas foram acontecendo e que realmente estava muito excitada, mas que nunca tinha pensado em trepar com outra pessoa e ainda mais com dois ao mesmo tempo e eu para consolara disse que também tinha transado sem pensar, mas que enfim já acontecera e que não iria deixar de gostar dela mesmo e ela disse o mesmo e nos vestimos e logo depois fomos embora.
Chegamos em casa e tomamos um bom banho e fomos dormir.
Uns dois meses depois, quando estávamos nos preparando para dar uma trepada, esperei Mônica ficar bem excitada e comecei a puxar assunto do show e falei que quando assisti ela transando com os dois caras fiquei puto e com ciúmes mas apesar disso, meu pau ficou muito duro e meu coração disparou e ela disse que sentiu o mesmo quando me viu metendo com a mulher e perguntei o que ela sentia quando pensava nisso e enquanto falava esfregava o grelinho dela que já estava num grau de excitação grande e ela depois de ficar um pouco calada disse que ficava excitada.
Ao ouvir isso meu pau que já estava duro, começou a doer de tanto tesão e continuei falando sobre o assunto e perguntei se ela faria de novo e ela disse que achava que não porque ficou com drama de consciência além de ter ficado toda ardida.
Apanhei o vibrador maior que ela me pede para usar quando está muito excitada e comecei a passar na xoxota e ela logo abriu bem as pernas e comecei e enfiar bem devagar, mas quando estava quase no meio ela segurou minha mão e o enterrou todo a medida que suspirava.
Comecei a meter com ele e um pouco depois ela pediu para eu comer o cuzinho dela com o vibrador e ficou de quatro. Passei bastante gel no pau e no cuzinho dela e comecei a meter bem devagar, pois estava muito apertado por causa do vibrador e quando consegui enfiar o pau todo ela ligou o vibrador e a sensação que passei a sentir foi muito boa.
Enquanto metia ela falou:
- Pronto estou sendo duplamente fodida!
E perguntei:
- Está gostoso?
E ela respondeu que estava ótimo.
A vibração no meu pau estava me dando um tesão enorme e falei que não ia demorar para gozar e ela falou que também e em pouco tempo senti meu pau dilatando e ao mesmo tempo ela começou a tremer e a rebolar e disse que estava gozando e tive que agarrá-la pela cintura para que o pau não saísse do rabo dela e explodi num gozo incrível .
Passamos a incluir essa modalidade nas nossas trepadas e de vez em quando eu enrabo Mônica com o vibrador na xoxota e gozamos muito.

7:51 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

relato que vou fazer aconteceu depois de vários anos de relacionamento com a minha mulher, mas ainda me lembro da primeira vez.
Meu nome é Marcos, tenho 52 anos e sou casado com Mônica de 50.
Sempre nos relacionamos muito bem na cama e sentimos muito tesão um pelo outro e já transamos de todas as formas e sempre satisfazendo as nossas fantasias e desejos como sexo anal, e com o uso de vibradores que sempre passo no grelinho dela e a levo a gozos intensos.
Um dia comprei um lubrificante e quando fomos trepar depois de alisar bastante as coxas e a bunda dela que adoro, comecei a passar um pouco do lubrificante na xoxota dela e depois passei também no cuzinho e como estávamos vendo um filme erótico no qual a mulher transava com dois caras, ela estava bem excitada e abriu bem as pernas e sempre que tocava no cuzinho ela gemia e isso foi me incentivando e aos poucos comecei a introduzir o dedo até que o enfiei todo e fiquei metendo com o dedo e ela gemia demonstrando muito tesão, depois comecei a alisar a xoxota dela e preparei o vibrador que aos poucos fui introduzindo na xoxota e depois de algum tempo ela começou a se contorcer e tremer e gozou gemendo alto.
Para meu deleite depois ela se virou de bruços e comecei a lamber a bunda dela e meu pau ficou duro a ponto de doer e passei bastante gel nele e comecei a penetrar aquele cuzinho maravilhoso.
Meu pau foi deslizando aos poucos até que fiquei todo dentro dela e comecei a meter bem devagar.
Mônica empinava a bunda a cada metida e com isso meu pau entrava até o fim me fazendo sentir uma sensação maravilhosa. Fui enlouquecendo de tesão e meu pau ficando mais duro ainda até que não resisti e comecei a gozar e à medida que gozava ela empinava ainda mais a bunda. Ela foi perfeita e me levou a um gozo enorme, pois sentia minha porra esguichar dentro dela a cada metida.
Gozei tanto que quando ela se levantou escorreu um monte de porra pelas pernas dela que ela teve que tomar outro banho.
Um dia comprei uma revista masculina que aparecia uns anúncios de produtos eróticos e ela ficou olhando um tempão e eu perguntei se ela gostaria de visitar uma sexshop e ela disse que achava que iria ficar inibida, mas depois aceitou e alguns dias depois, fomos a uma, e por sorte nossa estava vazia e a vendedora era bem simpática e deixei Mônica conversando com ela e fiquei olhando os produtos.
Ficamos um bom tempo na loja até que Mônica me chamou dizendo que tinha escolhido umas coisinhas e que era para eu para pagar e perguntei o que ela tinha comprado e ela disse que em casa me mostraria e fez uma cara de sacana.
Na volta para casa ela passou a mão no meu pau e disse que era para eu me preparar, pois estava bem acesa e meu pau ficou duro na hora.
Assim que chegamos fui preparar uns drinques e ela disse que tomaria um banho.
Quando cheguei no quarto ela já havia colocado um filme erótico e estava deitada somente de calcinha preta.
Meu pau já estufava minha calça e tomei um banho rápido e voltei para perto dela.
Não imaginei o que aconteceria naquele dia e depois de tomarmos o drinque, ela puxou minha toalha começou a alisar meu pau que latejava de tesão e começou a chupá-lo bem devagar.
Depois de chupar ela falou bem baixinho ao meu ouvido para eu deitar de bruços e assim que o fiz ela veio por cima de mim e começou a lamber minhas costas e logo passou para minha bunda e ficou me lambendo bem devagar até que começou a lamber entre minhas nádegas é senti a língua dela rodeando meu cu e depois tentando enfiar. O tesão que eu senti era enorme e fiquei aproveitando aquele momento até que senti um dedo entre minhas nádegas e logo ele começou a abrir caminho no meu cu e ela foi enfiando o dedo bem devagar a exemplo de como faço com ela e ela cochichou ao meu ouvido:
- Vou comer você!
E começou a enfiar o dedo enquanto com a outra mão me punhetava devagar.
Depois de um tempo segurei a mão dela fazendo parar de me punhetar, pois iria acabar gozando e ela pediu continuou metendo o dedo no meu cu até que foi retirando devagar e vi quando ela mexia em algo e comecei a sentir uma pressão maior no meu cu. Ela estava colocando um pequeno pênis que aos poucos foi entrando até que senti ele todo dentro de mim.
Mônica estava com tanto tesão que eu podia sentir a respiração ofegante dela à medida que metia o pênis em mim.
Deixei ela aproveitar bastante até que falei que precisava meter e ela retirou o pênis e ficou de quatro e não perdi tempo e comecei a esfregar a cabeça do pau no rabo dela e para minha surpresa assim que comecei a enfiar notei que já estava lubrificado e engoliu o meu pau sem muita dificuldade e enfiei até ficar somente o saco de fora.
Comecei a meter com força e segurei ela por baixo dos ombros e a medida que metia ela rebolava e não demorou comecei a gozar e senti perfeitamente o cuzinho dela apertando meu pau a cada metida.
Foi uma gozada memorável dessas que a gente fica curtindo um tempão.
Depois que meti Mônica foi ao banheiro e quando voltou deitou-se e costas então perdi tempo e comecei a lamber e chupar a xoxota dela que estava bem depiladinha ao redor deixando apenas os grandes lábios aparecendo e logo começou a ficar molhada e em pouco tempo ela começou a gemer e eu apanhei o vibrador e coloquei nela e a medida que ele vibrava ela gemia e respirava ofegante até que começou a rebolar e segurou minha mão e começou a gozar num grande frenesi.
Ficamos deitados olhando um para o outro e ela me perguntou se eu tinha gostado, pois ela disse que tinha essa fantasia há um tempão desde que viu num desses filmes a mulher meter num homem fortão um pênis e ele gozou com o pau no rabo e com ela chupando ele. Eu disse que tudo havia sido perfeito e ainda nos beijamos antes de tomarmos um drinque.
Um dia voltei a sexshop e depois de examinar vários vibradores comprei um que era idêntico a um pênis porém maior e mais grosso do que o que tínhamos e vibrava muito.
Quando cheguei em casa tratei de escondê-lo para uma ocasião especial.
No sábado ficamos na piscina e Mônica me pediu para preparar uma caipirinha e a atendi e ficamos bebericando e jogando conversa fora. Depois de algum tempo a bebida começou a fazer efeito e ela se aproximou e me deu um longo beijo o que fez com que meu pau logo começasse a endurecer.
Depois ela se deitou de costas e puxou o biquíni para o rego e ficou com a bunda toda exposta na minha frente.
Sentei-me perto dela e comecei a alisar suas coxas e bunda e não demorou ela disse que seria melhor irmos para o quarto e subimos.
Ela tomou um banho e foi a minha vez e fiquei o tempo todo de pau duro.
Quando saí ela estava deitada e com uma cara de sacana e assim que fiquei ao seu lado ela me puxou e disse que tinha colocado um filme e que eu podia ver um pouco e começou a me alisar.
Logo vi que ela estava muito excitada e depois de algumas chupadas ela parou e me pediu par deitar de bruços.
Meu coração disparou, pois imaginei que ela fosse repetir o que fizera na vez anterior e que me dera muito tesão, mas ela se aproximou do meu ouvido e disse que tinha outra surpresa e começou a lamber minha bunda e logo sua língua procurava meu cu. Ela ficou passando a língua ao redor dele e depois olhei com o canto dos olhos e vi que ela se preparava para passar um lubrificante no meu rabo e depois começou a enfiar o dedo devagar e logo enfiava até o fim enquanto lambia minha bunda.
Meu pau pulava de tesão e de repente ela pediu para eu ficar deitado e que fechasse os olhos e obedeci.
Notei que ela se movimentava atrás de mim e de repente senti algo forçando a entrada do meu cu e imaginei que seria o pênis que ela usara outro dia, mas a medida que ela empurrava senti que desta vez algo forçava mais o meu cu e ela empurrou mais um pouco senti que estava começando a entrar e para minha surpresa ela se deitou sobre mim e me segurou por baixo dos braços como eu faço quando a enrabo e empurrou mais um pouco e senti meu cu se abrindo a medida que ela empurrava e ela falou bem baixinho:
- Agora eu também tenho um pau para enrabar o meu querido.
E dizendo isso empurrou mais e se afastou para olhar e depois me falou:
- Pronto, ele está todinho dentro!
E começou a fazer os movimentos de vai e vem.
Eu estava entregue. O tesão que eu estava sentindo fazia com que meu pau doesse cada vez que roçava na cama e ela começou a dizer que estava adorando me enrabar e se afastou e me segurou pelos ombros e eu sentia o pau quase sair e depois entrar de novo bem fundo e comecei a gozar.
Ela notou e ficou me beijando no pescoço até eu terminar eu gozo.
Quando terminei soltei meu corpo e ela foi retirando lentamente o pau do meu rabo e eu fiz um gesto para ela vir para minha frente e ela ficou em pé e pude ver que ela usava uma cinta com um pau menor do que o meu acoplado.
Ela me jogou um beijo e entrou no banheiro.
Quando ela voltou foi a minha vez e quando voltei ela estava deitada de costas com as pernas abertas e fui até o armário e apanhei o vibrador que tinha comprado e o trouxe escondido para a cama e comecei a alisar a xoxota dela que mesmo depois de lavada estava toda melada e comecei a brincar com o grelinho que estava durinho e inchado.
Depois de excitá-la bastante foi a minha vez de dizer que também tinha uma surpresa para ela e peguei o vibrador e comecei a passar na xoxota dela bem de leve.
Ela perguntou:
- O que é a surpresa?
E respondi:
- Você logo vai ver.
E comecei a enfiar um pouco mais o vibrador e pude ver como era bem mais grosso que o outro, pois a xoxota dela começou a se abrir deixando o grelo todo exposto e ela disse:
- Nossa!
E abriu mais as pernas e falei:
- Isso abre bem essas coxas gostosas que esse é um pouquinho mais grosso e maior.
E ela obedeceu e o vibrador começou a entrar lentamente e a medida que entrava ela gemia e eu perguntei:
- Está bom?
E ela quase sem voz balançou a cabeça afirmativamente.
Continuei a enfiar devagar, mas ela segurou minha mão e segurou o vibrador e disse:
- É bem grosso!
E foi enfiando até que para meu espanto sumiu todo dentro dela.
Mônica começou a rebolar como nunca tinha feito antes e começou também a gemer e pediu:
- Liga!
Quando o vibrador começou a funcionar dava para escutar o motor de tanto que vibrava e ela começou a tirar até quase sair e depois enfiava até o fim.
Senti meu pau começando a endurecer de novo e fiquei admirando ela metendo aquele pirocão na xoxota e se deliciando.
Cada vez que ela o tirava vinha todo melado com a porra dela e dava para ver a xoxota bem aberta até que numa dessas vezes ela enfiou e ficou rebolando e começou a gemer dizendo que estava gozando.
Ela tremia e rebolava até que tirou o vibrador e o jogou ainda ligado na cama e cobriu o rosto com as mãos.
Desliguei o vibrador e fui ao banheiro lavá-lo.
Quando voltei meu pau estava duro de novo e ela me olhou e disse:
- Quer comer o cuzinho?
Fiz que sim e ela ficou de quatro passei a pica na xoxota para lubrificar e coloquei na entrada do cuzinho dela comecei a empurrar.
Quando meu pau começou a entrar o senti sendo envolvido e a medida que ia entrando ele ficava ainda mais duro. Quando enfiei tudo segurei Mônica pela cintura e comecei a meter e para minha surpresa a cada metida meu pau ficava mais sensível e não demorou senti que estava no limite e comecei a gozar e não parava mais. Gozei com o pau todo enfiado e quase sem me mexer. Minhas pernas tremiam. Gozara como nunca, pois raramente em minha vida gozava duas vezes e me deixei cair na cama e agradeci a Mônica pelo imenso prazer que havia me proporcionado.
Depois de descansarmos um pouco perguntei a ela se havia gostado da surpresa e ela disse que adorou, mas que como era muito grosso ela sentia que a xoxota tinha ficado um pouco aberta depois mas que tinha sido delicioso e diferente.
Nossas trepadas continuavam maravilhosas e cada vez arrumávamos um jeito de inovar e um dia apanhei um dvd do tipo sado e o casal foi visitar um local onde havia uns shows e acabaram aceitando o convite de um stripper que os levou a um ambiente onde haviam mulheres e homens transando e duas delas estavam sentadas amarradas e uma usava uma venda nos olhos.
Dois homens, um negro e um moreno altos e fortes balançavam seus paus grandes e grossos na frente delas e de vez em quando batiam em seus rostos com os paus.
Mônica assistia a tudo com atenção até que um dos homens apanhou um vibrador parecido com o que eu tinha comprado, porém este tinha um outro pênis menor acoplado a ele que era regulável e ficava preso no pau maior por uma espécie de garra que o cara podia movimentar para frente e para trás e Mônica comentou que devia ser gostoso, pois ele ficava acoplado e roçava o grelo e como ficava acoplado ao pau maior vibrava também.
As mulheres foram fodidas de todas as maneiras possíveis e às vezes por dois homens e também com um metendo e com o vibrador enfiado nelas.
Mônica começou a se masturbar lentamente até que me mandou olhar para a xoxota para ver como o grelinho estava duro e de fato estava parecendo bem inchado e ela disse que estava bom para usar aquele maior que deixa o grelo bem de fora e logo me preparei para apanhar, mas ela disse que antes queria me fazer um carinho para aumentar ainda mais o tesão dela e começou a me beijar e depois foi descendo e começou a chupar e punhetar meu pau e começou suavemente a empurrar meu corpo e entendi que era para eu virar de bruços e ela logo começou a lamber minha bunda e em pouco tempo enfiava a língua no meu cu.
Ela parou um pouco e cochichou no meu ouvido:
- Vou comer você todinho!
Meu pau começou a inchar ainda mais e a latejar e quase não acreditei no que ouvi:
- Fica de quatro!
E bem devagar me coloquei como ela pediu e ela começou a lamber meu cu e depois começou a passar um gel e enfiou um dedo e depois senti dois dedos me penetrando e olhei para trás a vi em pé atrás de mim ajeitando algo e logo entendi que ia ser enrabado.
Mônica pediu para eu me abaixar um pouco e logo senti o pênis roçando meu cu até que ela se posicionou e senti meu cu sendo invadido e aos poucos ela foi me penetrando até que senti que o pênis estava todo dentro de mim.
Mônica veio por cima de mim e me segurou por baixo dos ombros e ficou literalmente montada em mim e começou a meter.
Ela começou a falar umas coisas como a dizer que eu era o tesão dela e que estava adorando meu cu e que agora ela era meu macho e que iria gozar no meu rabo e me comeu bastante e disse que agora era a minha vez e tirou pau do meu rabo e tirou a cinta e ficou de quatro.
Eu sentia meu cu aberto e ardendo, mas meu pau latejava de tão duro e depois de esfregar na xoxota dela passei um pouco de gel nele e o posicionei no cu dela e logo comecei a empurrar.
Não demorou meu pau começou a deslizar para dentro do cu dela e assim que senti que estava todo dentro comecei a meter com força. No filme os caras a medida que metiam davam tapas nas mulheres, nos rostos, nos peitos e nas nádegas e para minha surpresa Mônica pediu que eu fizesse como o cara e dei um tapa em cada nádega dela que gemeu e pediu para eu bater forte e assim o fiz.
A bunda dela ficou vermelha e senti um tesão enorme com isso e ela continuava pedindo que batesse e metesse forte meti com força enquanto dava tapas na bunda dela que agora apareciam traços de sangue e gozei profundamente.
Mônica se deitou quase imediatamente de costas e pediu que a fodesse com o vibrador maior e passei bastante gel nele e comecei a penetrá-la e aos poucos fui enterrando o vibrador nela que se rebolava para facilitar a penetração.
Ela segurou o pau e começou a meter com ele e fiquei assistindo ela rebolar com o pau todo enterrado na xoxota.
Dali a pouco tempo ela começou a gemer alto e começou a tirar o pau e a meter de novo enquanto se rebolava até que gemeu alto e disse que estava gozando.
Ela ainda ficou com o pau enfiado um tempão até começar a tirar.
Ela cobriu o rosto com o travesseiro e ficou ainda gemendo dizendo que o grelo dela ainda se mexia e de fato a xoxota dela fazia umas contrações.
A partir daí, ficamos adeptos dessa nova forma de transar e der vez em quando ela quando está no auge da excitação começa a alisar minha bunda e diz que ela é dela e começa a me lubrificar e diz que quer ser meu homem e comer meu cuzinho e me penetra com o pênis. Uma vez ela colocou a cinta e me pediu para chupar o pênis dela que ela queria ficar me olhando enquanto chupava e atendi o desejo dela.
Eu a como de todas as formas e de todos os jeitos também e ela atende a todos os meus caprichos.
Um dia enquanto assistíamos a um dvd em que a mulher era duplamente fodida, tomei coragem e perguntei a ela se ela não achava que devia ser gostoso ser fodida assim e ela pensou um pouco e disse que talvez fosse e senti tesão em pensar nisso.
Um dia comprei uma revista masculina e li um anuncio de uma boate onde acontecem shows variados com strippers e até com sexo ao vivo e mostrei a ela e perguntei se não gostaria de ir e ela disse que se eu quisesse tudo bem e comprei entradas para uma sexta feira.
Quando nos aprontávamos para sair, Mônica disse que tinha passado o dia pensando nisso e que estava muito acesa e logo entendi.
Chegamos na boate as 21:00 hs. O ambiente era bonito com um palco e mesas dispostas ao redor com uns bancos laterais largos e acolchoados próximos as mesas.
Tomamos uns drinques e ficamos mais a vontade. O show começou as 22:00hs e restavam poucas mesas vazias.
Os strippers eram fortes e tinham o corpo bem definido as custas de muita ginástica e usavam minúsculas sungas.
Depois de dançarem por uns 15min, começaram a tirar as sungas e revelaram enormes picas que balançavam ao som das musicas. Mônica puxou meu braço e disse:
- O pau daquele cara é enorme!
De fato o pau do cara era bem grande e igualmente grosso e quando terminou a música eles passaram ao nosso lado e deu para ver bem de perto todos eles e de fato tinham paus enormes e duros.
Estávamos conversando quando vimos um movimento ao nosso lado. Era um casal que se sentou em um dos bancos e começava a se alisar e aos poucos foram tirando a roupa até que ela ficou de calcinhas e ele de sunga e dava para ver o enorme volume do pau do cara.
Ficaram se alisando até que ele começou a chupar os seios da mulher e depois começou a tirar a calcinha dela deixando-a inteiramente nua.
Depois foi a vez dela tirar a sunga dele e revelou um pau bem grosso e duro.
Cenas parecidas com essa aconteciam em outro bancos e olhávamos ora para um ora para outro mas nos fixamos no que estava próximo a nós que agora se preparavam para trepar e a mulher aos poucos foi se ajeitando sobre o cara e segurou o pau dele e colocou na xoxota dela e foi descendo sobre o cara e vimos o pau dele sumir dentro dela. Meu pau também estava duro e tive que ajeitá-lo. A mulher agora subia e descia no pau do cara e dava para ver a xoxota dela toda aberta, pois ela estava deitada sobre ele.
Mônica nem piscava e imaginava como estaria a xoxota dela e as demais que ali estavam.
Depois de meter bastante o cara parecia que ia gozar e de fato começou a gemer até que a mulher ficou deitada imóvel sobre ele e depois foi saindo de cima dele lentamente e vimos escorrer uma quantidade enorme de porra quando ela levantou.
Todos aplaudiram e depois entraram uns caras todos de branco e retiraram os bancos.
Meu pau estava muito duro e sentia escorrer aquele líquido que precede a foda.
Aproximei-me de Mônica e perguntei:
- Como está a minha xoxota, molhadinha?
E ela fez que sim com a cabeça. Minha vontade era de meter ali mesmo.
Achamos que o show tinha terminado, mas as luzes ficaram novamente fracas e entraram vários caras que foram se sentando em cadeiras vazias que estavam nas mesas. Como todos vestiam roupas iguais, calça branca e camiseta sem mangas deduzimos que eram do show.
De repente vimos um cara se aproximar e puxar uma cadeira da nossa mesa e reconheci logo, pois era o cara que Mônica havia falado que tinha pau grande.
Ele se sentou e colocou um papel a nossa frente que dizia: Caso concordem, podemos continuar o show e nos entregou duas fichas, sendo uma verde e outra vermelha e apanhei a verde e ele sorriu e entregou para um cara que logo trouxe uma espécie de tapume e colocou ao lado da nossa mesa e ela ficou indevassável. Olhei em volta e vários outros estavam sendo colocados.
Começou a tocar uma musica sensual e o cara colocou uma espécie de bacia sobre a mesa e começou a tirar a camiseta bem devagar e assim que terminou a jogou sobre uma cadeira e passou a tirar o cinto e ficou em pé esperando e como Mônica ficou parada, ele segurou a mão dela e colocou na calça e começou a empurrá-la para baixo até que a calça caiu no chão.
Ele estava usando uma minúscula sunga transparente que deixava o pau todo a mostra e parecia ainda maior agora.
Novamente ele segurou a mão de Mônica e desta vez a colocou no pau dele. Ela me olhou meio assustada e sorri, então ela deixou a mão parada, mas o cara a segurou e colocou na cintura e começou a tirar a sunga e colocou a mão dela no lado que estava mais baixo e ela entendeu e começou a abaixar a sunga dele e quando chegou no pau ela parou e ele segurou novamente a mão dela e a forçou para baixo.
O enorme pau do cara começou a ficar de fora e quando a sunga finalmente desceu, o pau dele deu um pulo e ficou ereto a nossa frente.
Era um pau enorme, grosso com uma glande brilhante e com veias por toda extensão.
Mônica não tirava os olhos dele e o homem rapidamente segurou a mão dela e colocou no pau dele e ficou segurando e começou a fazer com que ela tocasse uma lenta punheta nele.
Meu pau agora saltava dentro da calça vendo aquela cena. Minha mulher estava punhetando um pau enorme na minha frente.
À medida que ela fazia os movimentos o pau aumentava ainda mais até que de repente ele segurou a mão dela e tirou do pau dele que agora dava uns saltos e colocou as duas mãos para trás e fechou os olhos.
Achei estranho e fiquei olhando para o cara que parecia bem concentrado e olhei para o pau dele que estava duro como uma estaca e de repente o cara começou retesar os músculos e para nosso espanto começou a gozar.
O primeiro jato de esperma atingiu a bacia em cheio e depois vieram outros. Foi uma cena incrível, pois o cara estava gozando sem tocar no pau, e gozou bastante.
Aos poucos ele foi relaxando, mas o pau ainda continuava duro e com um filete de esperma pendurado.
Ele sorriu para nós e começou a se vestir. Fiquei impressionado com o que tinha acabado de ver.
Meu pau doía de tanto tesão.
Mônica disse que ia ao banheiro e assim que se afastou uma moça usando um crachá da boate se aproximou e perguntou se tínhamos gostado do show e eu disse que tinha sido ótimo e ela falou que teriam outros e que iam ficando mais quentes a medida que o tempo passava e que se quiséssemos ficar, outras opções de fichas seriam apresentadas e perguntei que tipo de show viriam e ela disse que não poderia revelar pois a surpresa faz parte da festa e eu disse que iria aguardar minha mulher que tinha ido ao banheiro e ela disse que voltaria.
Assim que Mônica chegou expliquei o que tinha acabado de ouvir e ela disse que não sabia o que dizer e que dependia de mim e fiquei numa encruzilhada, mas estava louco para descobrir o que viria e disse a ela que ficaria e ela disse que tudo bem.
Não demorou, a moça voltou e quando disse que ficaríamos, ela nos apresentou um papel que dizia: Você irá assistir ao que há de mais erótico e inclui sexo. Caso concorde em ficar apanhe a ficha rosa e entregue a moça a sua frente.
Não pensei muito e entreguei a tal ficha a ela.
Pouco tempo depois às luzes ficaram mais fracas e apareceram dois homens que colocaram mais duas divisórias em volta de nossa mesa e de um sofá e ficamos ilhados.
Apareceu uma mulher com um corpo escultural usando apenas uma tanga e se aproximou de Mônica e segurou seu rosto e começou a esfregar os seios que estavam com os bicos parecendo uma chupeta de tão duros no rosto dela e colocou um deles na boca de Mônica que parecia não saber o que fazer.
A mulher começou a pressionar o seio contra a boca de Mônica e ela abriu um pouco os lábios e a mulher ficou esfregando os bicos dos seios no rosto e boca de Mônica que já aparentava estar com muito tesão. Ela começou a alisar os seios de Mônica que logo segurou suas mãos, mas a mulher retirou sua mão e continuou alisando e desta vez ela permitiu e os seios de Mônica logo endureceram e começaram a marcar a blusa.
A mulher segurou novamente o rosto de Mônica e se afastou e veio em minha direção e para meu espanto começou a fazer o mesmo comigo. Os seios dela eram muito duros e achei que eram de silicone, mas depois pude atestar que não.
Eu fiquei meio sem jeito, pois Mônica apenas olhava até que deu um sorriso e me acalmei.
Dois homens usando apenas calças brancas se aproximaram e um deles se sentou enquanto o outro foi se aproximando lentamente de Mônica e segurou-a pela mão fazendo com que se levantasse.
O cara era bonito e forte e senti logo uma ponta de ciúmes, mas o pior ainda estava por vir.
O cara segurou as mãos dela e fez com que ela alisasse seu tórax e barriga que eram esculpidos em academia e aos poucos foi abaixando as mãos dela até que tocaram no pau dele.
Nesse momento a mulher começou a alisar meu pau e fiquei confuso, pois o tesão era enorme, mas o ciúme também e eu estava com medo do que poderia vir e nesse meio tempo chegaram dois drinques que logo comecei a tomar.
Olhei para Mônica e vi que ela passava a mão no pau do cara que fazia um grande volume e meu coração deu um salto quando ele começou a desabotoar a calça que foi descendo até deixar a sunga à mostra.
A mulher agora começou a desabotoar a minha calça e como estava puto, pois Mônica estava concordando com a sacanagem ajudei levantando o corpo e arriei minhas calças até os joelhos.
A mulher colocou a mão por baixo da minha cueca e tocou meu pau e começou a passar o dedo na glande que estava toda melada e comecei a me segurar para não gozar.
Eu já estava arrependido em ter aceitado continuar a ver o show, mas agora era tarde e vi quando o cara começou a tirar a sunga e virei o rosto.
Levei um susto quando a mulher se abaixou e colocou meu pau na boca e começou a mamar bem devagar. Ela sugava às vezes a glande e isso fez com que eu me retesasse todo.
Resolvi olhar com o canto do olho exatamente no momento que Mônica começava a chupar o pau do cara que era bem grosso que mal cabia em sua na boca.
Nisso o cara que estava sentado ficou em pé e começou a tirar a calça e rapidamente ficou nu com um pau também grande bem duro.
Minha cabeça estava a mil, pois o cara começava a despir Mônica e a mulher agora chupava e punhetava meu pau que nunca esteve tão duro.
A calça de Mônica já estava no meio das coxas e o cara começou a puxar a calcinha dela que logo foram caindo e quando o cara olhou para a bunda grande e arrebitada dela enfiou o rosto por entre as nádegas e a agarrou pela cintura.
Mônica estava se revelando uma puta, pois começou a mexer os quadris enquanto chupava o outro cara.
A mulher parou de chupar meu pau e começou a se posicionar para sentar no meu pau e segurou meu pau e senti que estava ajeitando no cu, pois estava muito apertado, mas ela começou a mexer a bunda e senti meu pau entrando apertado no rabo dela.
Olhei para Mônica e meu coração disparou, pois um cara estava sentado e ela começava a se ajeitar sobre ele e o outro segurava o pau e veio por trás dela. Ela ia ser duplamente penetrada e eu não sabia o que fazer.
Agora meu pau estava todo enterrado no rabo da mulher que se mexia bem devagar subindo e descendo. Ela tinha um cu quente e apertado.
Olhei de novo para Mônica e vi quando o cara de trás começava a fazer os movimentos de vai e vem e não tive mais dúvidas. Os dois estavam metendo nela que parecia estar gostando, pois apenas gemia, mas mexia os quadris.
Resolvi segurar a mulher pela cintura e comecei a meter com força estimulado pela visão da minha mulher sendo fodida por dois homens na minha frente.
Senti meu pau inchando dentro do cu da mulher e senti que não ia demorar para gozar e nisso ouvi os gemidos do cara que estava fodendo o rabo da minha mulher.
O cara começou a dar tapas na bunda de Mônica que agora gemia mais alto.
Ao mesmo tempo a mulher passou a rebolar no meu pau com mais força e comecei a gozar e ela subia e descia ao mesmo tempo e eu não conseguia pensar mais em nada.
Ainda ouvia os gemidos de Mônica e olhei para ela justamente no momento em que o cara retirava o pau do cu dela que estava aberto com um monte de porra escorrendo.
A mulher foi saindo de cima de mim lentamente deixando o meu pau todo melado e pulsando.
Olhei para minha mulher que estava deitada no sofá e sentei ao seu lado e ela segurou minha mão e começou a chorar.
Deixei ela chorar um pouco e depois ela começou a falar dizendo que as coisas foram acontecendo e que realmente estava muito excitada, mas que nunca tinha pensado em trepar com outra pessoa e ainda mais com dois ao mesmo tempo e eu para consolara disse que também tinha transado sem pensar, mas que enfim já acontecera e que não iria deixar de gostar dela mesmo e ela disse o mesmo e nos vestimos e logo depois fomos embora.
Chegamos em casa e tomamos um bom banho e fomos dormir.
Uns dois meses depois, quando estávamos nos preparando para dar uma trepada, esperei Mônica ficar bem excitada e comecei a puxar assunto do show e falei que quando assisti ela transando com os dois caras fiquei puto e com ciúmes mas apesar disso, meu pau ficou muito duro e meu coração disparou e ela disse que sentiu o mesmo quando me viu metendo com a mulher e perguntei o que ela sentia quando pensava nisso e enquanto falava esfregava o grelinho dela que já estava num grau de excitação grande e ela depois de ficar um pouco calada disse que ficava excitada.
Ao ouvir isso meu pau que já estava duro, começou a doer de tanto tesão e continuei falando sobre o assunto e perguntei se ela faria de novo e ela disse que achava que não porque ficou com drama de consciência além de ter ficado toda ardida.
Apanhei o vibrador maior que ela me pede para usar quando está muito excitada e comecei a passar na xoxota e ela logo abriu bem as pernas e comecei e enfiar bem devagar, mas quando estava quase no meio ela segurou minha mão e o enterrou todo a medida que suspirava.
Comecei a meter com ele e um pouco depois ela pediu para eu comer o cuzinho dela com o vibrador e ficou de quatro. Passei bastante gel no pau e no cuzinho dela e comecei a meter bem devagar, pois estava muito apertado por causa do vibrador e quando consegui enfiar o pau todo ela ligou o vibrador e a sensação que passei a sentir foi muito boa.
Enquanto metia ela falou:
- Pronto estou sendo duplamente fodida!
E perguntei:
- Está gostoso?
E ela respondeu que estava ótimo.
A vibração no meu pau estava me dando um tesão enorme e falei que não ia demorar para gozar e ela falou que também e em pouco tempo senti meu pau dilatando e ao mesmo tempo ela começou a tremer e a rebolar e disse que estava gozando e tive que agarrá-la pela cintura para que o pau não saísse do rabo dela e explodi num gozo incrível .
Passamos a incluir essa modalidade nas nossas trepadas e de vez em quando eu enrabo Mônica com o vibrador na xoxota e gozamos muito.

7:52 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Nathali diz:
Qual seu nome lá?.. ; )
lindemberg diz:
to sem entrei no de um amigo
lindemberg diz:

lindemberg diz:
vc e linda
lindemberg diz:

Nathali diz:
Ok... estou saindo.. pois tenho um trabalho a fazer.. quando quiser, me peça permissão pelo orkut e então nos conheceremos melhor..
Um beijo... *apressada*... fui!

8:16 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

"Letícia e eu formamos um jovem casal e curtimos o sexo em toda sua plenitude. Nossas relações são recheadas de gozos fantásticos e muitas fantasias em que sempre experimentamos situações novas e diferentes. Percebendo que Letícia era a mulher dos meus sonhos e me realizava, contei a ela uma antiga fantasia que cultivo desde a adolescência: ver duas gatas transando entre si e em seguida realizar um delicioso ménage. No início, relutou e não quis nem pensar no assunto. Com o tempo, foi ficando curiosa e me fazia várias perguntas, até que adquiriu uma pequena vontade em realizar o que eu havia lhe contado.

Certa noite, estávamos numa famosa casa noturna de São Paulo, já era tarde e quase todos que estavam conosco haviam ido embora quando fomos beber mais alguma coisa antes de irmos também. Sentamos numa mesa de canto e, enquanto aguardávamos nosso pedido, notei que uma gatinha, sozinha em outra mesa, olhava insistentemente em nossa direção. A princípio, pensei que ela estaria me paquerando, mas depois pude perceber que ela também observava Letícia, que nada havia notado. Letícia olhou para a outra garota e as duas trocaram um breve sorriso. Nossa admiradora se levantou e, aproximando-se, perguntou se poderia sentar-se junto a nós. Ela se chamava Bia e havia mudado recentemente para São Paulo, onde morava com a irmã. Letícia e Bia eram completamente opostas. Minha gata tem pele branca, cabelos negros, olhos castanhos; Bia tinha a pele bastante bronzeada, cabelos louros, olhos azuis...

Nos entendemos bem e logo conversávamos como se fôssemos velhos amigos. O lugar começou a ficar vazio e decidimos ir embora, não sem antes trocarmos telefones. Chegando em casa, transamos loucamente, imaginando Bia ali conosco.

Na semana seguinte, Bia nos ligou, conversamos um pouco e, em seguida, passei o telefone para Letícia. As duas conversavam animadamente quando Letícia me chamou perguntando se poderíamos aceitar o convite de Bia para irmos até sua casa no próximo final de semana, pois a irmã viajaria e ela estaria sozinha em casa. Diante desse convite, vi a possibilidade de concretizarmos nossos desejos e disse a Letícia que aceitasse o convite.

Fazia muito frio naquele sábado. Bia nos recebeu apenas com um vestido curto e decotado, sugerindo que tirássemos logo nossas roupas mais pesadas. Começamos a conversar e eu ali, sentado, observando aquelas duas gatas: Letícia, vestida de preto, o que realça a beleza de sua pele clara, e Bia, de branco, em contraste com a pele bronzeada.

Eu já imaginava as mil e uma que poderíamos aprontar até que Bia foi à cozinha. Aproveitei para perguntar a Letícia se ela realmente queria ir em frente. Um beijo gostoso foi a resposta. 'Estou morrendo de tesão para realizar nossos sonhos', completou. Quando Bia voltou da sala, sugeriu que assistíssemos a um vídeo e pediu que eu escolhesse, indicando-me uma estante repleta de fitas. Logo que vi alguns eróticos, escolhi um com cenas de lesbianismo, ménage feminino e grupal. Sentamos os três juntos no mesmo sofá e assistíamos a duas garotas se chupando na tela quando Bia inclinou a cabeça no ombro de Letícia e, em seguida, passou a beijá-la no pescoço. Letícia soltou um leve gemido e eu parti para o ataque. Fui logo beijando a boca da minha mulher enquanto as mãos apertavam os seios com os biquinhos duros de tesão. Neste momento, Bia levantou-se e puxou Letícia, começando a fazer com ela um delicioso strip tease para mim.

Primeiro, Bia tirou o vestido de Letícia, entre muitos beijos e carícias. As duas estavam com lingeries semelhantes e calcinhas fio-dental, enterradas nas bundinhas. Logo, Letícia se deitou no sofá e a outra veio por cima. Bia começou a explorar todo o corpo com uma língua ágil. Passou pelo pescoço e chegou aos seios, onde mamou carinhosa e demoradamente os mamilos de Letícia, que gemia de prazer. Foi descendo pela barriga até chegar às coxas, fazendo Letícia implorar para que ela chupasse sua bocetinha, que já estava encharcada de desejo. Bia arrancou a minúscula calcinha de Letícia com os dentes e demostrou uma certa satisfação ao ver que a boceta dela estava depilada. Bia passou a língua vagarosamente pelo rabinho da amiga, que piscava a cada lambida.

Finalmente, Bia começou a chupar a bocetinha de Letícia, fazendo movimentos lentos que arrancavam altos gemidos da minha gata. A danada lambeu o grelinho saliente, passou a língua em toda a xoxota e enfiou a língua o mais fundo que podia.

Quando passou a fazer movimentos mais rápidos em torno do grelo, Letícia pediu que não parasse e gozou, gritando de prazer. Então, foi a vez dela retribuir o prazer que havia sentido, iniciando longas carícias com a boquinha no corpo de Bia, indo direto aos seios da gata. Sugou lentamente cada um dos peitinhos, arrancando muitos gemidos. Era maravilhoso ver aquelas fêmeas se amando loucamente. Até que chegou a minha vez de entrar na festa.

Permaneci sentado no sofá e elas arrancaram todas as minhas roupas, começando uma deliciosa chupação por todo o meu corpo. Letícia me deu um gostoso beijo e pude sentir em seus lábios o gostinho da boceta de Bia. As duas usavam um forte batom vermelho que eu adoro e chuparam juntas meu peito, coxas, até que se ajoelharam entre minhas pernas. Primeiro, as duas seguraram meu pau enquanto chupavam minhas bolas. Em seguida, ficaram um bom tempo percorrendo toda a extensão do meu cacete ao mesmo tempo. Iam da cabeça até as bolas e voltavam, provocando uma sensação maravilhosa. Até que Letícia caiu de boca, engolindo o máximo que conseguia de meu pau levando-me às nuvens. Logo, foi a vez de Bia encher a boca com meu pau e Letícia sentou-se sobre meu rosto para que eu chupasse a boceta depiladinha, que mais parecia um vulcãozinho em chamas, jorrando aquela larva de prazer.

Caí de boca na xoxota, saboreando todo aquele delicioso líqüido com lentas lambidas, enquanto Bia continuava devorando meu cacete. Então, fui acelerando os movimentos de minha língua naquela boceta e fiz com que Letícia gozasse soltando altos gemidos e cravando as unhas vermelhas em meu peito.

Refeita deste gozo, Letícia voltou a chupar meu cacete e Bia começou a mamá-la. Assim, formamos um delicioso triângulo de chupadas. Eu chupava a boceta de Bia, que lambia a de Lelê que, por sua vez, devorava meu cacete. Elas gozaram quase ao mesmo tempo, mas ningúem parou de chupar. Era demais estarmos os três ali em meio a muitos gemidos, vendo minha gatinha se deliciando na língua de Lídia.

Após essa maravilhosa sessão que sentimos ao gozarmos juntos, permanecemos algum tempo abraçados e falando o quanto tinha sido tudo tão bom. Até que Bia sugeriu que tomássemos um banho na hidromassagem, que era grande o suficiente para nós três. As duas tiraram a meia, caíram na água e logo trocavam beijos e carícias por todo o corpo. Mais uma vez, eu assistia a tudo e ficava excitado. Letícia passava a língua pela bundinha de Bia quando me sentei na borda da banheira e as duas me atacaram. Vieram direto em cima do meu cacete, alternando as bocas, passando as duas ao mesmo tempo: engoliam a cabeça, chupavam as bolas, repetindo o ritual do sofá. Era bom demais sentir aquelas duas boquinhas ávidas pelo meu pau numa deliciosa chupeta dupla. As duas estavam na minha frente, de quatro dentro d'água. Então, caí na banheira e logo me posicionei atrás de Bia. Passei a lamber o rabinho dela enquanto Letícia se sentou na banheira por baixo de Lídia e passou a chupar os seios. Encostei a cabeça do meu pau no rabinho de Bia e dava leves estocadas, tentando entrar, mas tinha dificuldades por ela ser bem apertadinha. Percebendo minha intenção e com muita vontade de ser enrabada, ela empinou a bundinha em minha direção e pediu para ir devagar. Lentamente, meu pau foi entrando e, com um delicioso vaivém, desapareceu por inteiro dentro daquele cuzinho fechadinho. Bia gemia num mistura de dor e muito prazer.

Letícia agora estava sentada na beira da banheira e tinha a bocetinha chupada por Bia, que passou a receber fortes e rápidas estocadas de meu pau em seu rabinho. 'Agora, parou de doer, vai mais rápido', ordenava. Depois de muito sexo, gozamos alucinadamente. Caímos mais uma vez na água e então percebemos que era quase manhã de domingo.

Depois disso, descansamos um pouco e passamos o domingo inteiro juntos, transando de todas as formas: na cama, cozinha, sala e até no terraço de onde tínhamos uma grande vista da cidade. No fim do dia, estávamos exaustos. As duas diziam estar com os buraquinhos ardidos. Eu também estava com o pau dolorido de tanto foder e tínhamos marcas pelo corpo dos deliciosos chupões. Mas valeu demais!"

8:17 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

"Letícia e eu formamos um jovem casal e curtimos o sexo em toda sua plenitude. Nossas relações são recheadas de gozos fantásticos e muitas fantasias em que sempre experimentamos situações novas e diferentes. Percebendo que Letícia era a mulher dos meus sonhos e me realizava, contei a ela uma antiga fantasia que cultivo desde a adolescência: ver duas gatas transando entre si e em seguida realizar um delicioso ménage. No início, relutou e não quis nem pensar no assunto. Com o tempo, foi ficando curiosa e me fazia várias perguntas, até que adquiriu uma pequena vontade em realizar o que eu havia lhe contado.

Certa noite, estávamos numa famosa casa noturna de São Paulo, já era tarde e quase todos que estavam conosco haviam ido embora quando fomos beber mais alguma coisa antes de irmos também. Sentamos numa mesa de canto e, enquanto aguardávamos nosso pedido, notei que uma gatinha, sozinha em outra mesa, olhava insistentemente em nossa direção. A princípio, pensei que ela estaria me paquerando, mas depois pude perceber que ela também observava Letícia, que nada havia notado. Letícia olhou para a outra garota e as duas trocaram um breve sorriso. Nossa admiradora se levantou e, aproximando-se, perguntou se poderia sentar-se junto a nós. Ela se chamava Bia e havia mudado recentemente para São Paulo, onde morava com a irmã. Letícia e Bia eram completamente opostas. Minha gata tem pele branca, cabelos negros, olhos castanhos; Bia tinha a pele bastante bronzeada, cabelos louros, olhos azuis...

Nos entendemos bem e logo conversávamos como se fôssemos velhos amigos. O lugar começou a ficar vazio e decidimos ir embora, não sem antes trocarmos telefones. Chegando em casa, transamos loucamente, imaginando Bia ali conosco.

Na semana seguinte, Bia nos ligou, conversamos um pouco e, em seguida, passei o telefone para Letícia. As duas conversavam animadamente quando Letícia me chamou perguntando se poderíamos aceitar o convite de Bia para irmos até sua casa no próximo final de semana, pois a irmã viajaria e ela estaria sozinha em casa. Diante desse convite, vi a possibilidade de concretizarmos nossos desejos e disse a Letícia que aceitasse o convite.

Fazia muito frio naquele sábado. Bia nos recebeu apenas com um vestido curto e decotado, sugerindo que tirássemos logo nossas roupas mais pesadas. Começamos a conversar e eu ali, sentado, observando aquelas duas gatas: Letícia, vestida de preto, o que realça a beleza de sua pele clara, e Bia, de branco, em contraste com a pele bronzeada.

Eu já imaginava as mil e uma que poderíamos aprontar até que Bia foi à cozinha. Aproveitei para perguntar a Letícia se ela realmente queria ir em frente. Um beijo gostoso foi a resposta. 'Estou morrendo de tesão para realizar nossos sonhos', completou. Quando Bia voltou da sala, sugeriu que assistíssemos a um vídeo e pediu que eu escolhesse, indicando-me uma estante repleta de fitas. Logo que vi alguns eróticos, escolhi um com cenas de lesbianismo, ménage feminino e grupal. Sentamos os três juntos no mesmo sofá e assistíamos a duas garotas se chupando na tela quando Bia inclinou a cabeça no ombro de Letícia e, em seguida, passou a beijá-la no pescoço. Letícia soltou um leve gemido e eu parti para o ataque. Fui logo beijando a boca da minha mulher enquanto as mãos apertavam os seios com os biquinhos duros de tesão. Neste momento, Bia levantou-se e puxou Letícia, começando a fazer com ela um delicioso strip tease para mim.

Primeiro, Bia tirou o vestido de Letícia, entre muitos beijos e carícias. As duas estavam com lingeries semelhantes e calcinhas fio-dental, enterradas nas bundinhas. Logo, Letícia se deitou no sofá e a outra veio por cima. Bia começou a explorar todo o corpo com uma língua ágil. Passou pelo pescoço e chegou aos seios, onde mamou carinhosa e demoradamente os mamilos de Letícia, que gemia de prazer. Foi descendo pela barriga até chegar às coxas, fazendo Letícia implorar para que ela chupasse sua bocetinha, que já estava encharcada de desejo. Bia arrancou a minúscula calcinha de Letícia com os dentes e demostrou uma certa satisfação ao ver que a boceta dela estava depilada. Bia passou a língua vagarosamente pelo rabinho da amiga, que piscava a cada lambida.

Finalmente, Bia começou a chupar a bocetinha de Letícia, fazendo movimentos lentos que arrancavam altos gemidos da minha gata. A danada lambeu o grelinho saliente, passou a língua em toda a xoxota e enfiou a língua o mais fundo que podia.

Quando passou a fazer movimentos mais rápidos em torno do grelo, Letícia pediu que não parasse e gozou, gritando de prazer. Então, foi a vez dela retribuir o prazer que havia sentido, iniciando longas carícias com a boquinha no corpo de Bia, indo direto aos seios da gata. Sugou lentamente cada um dos peitinhos, arrancando muitos gemidos. Era maravilhoso ver aquelas fêmeas se amando loucamente. Até que chegou a minha vez de entrar na festa.

Permaneci sentado no sofá e elas arrancaram todas as minhas roupas, começando uma deliciosa chupação por todo o meu corpo. Letícia me deu um gostoso beijo e pude sentir em seus lábios o gostinho da boceta de Bia. As duas usavam um forte batom vermelho que eu adoro e chuparam juntas meu peito, coxas, até que se ajoelharam entre minhas pernas. Primeiro, as duas seguraram meu pau enquanto chupavam minhas bolas. Em seguida, ficaram um bom tempo percorrendo toda a extensão do meu cacete ao mesmo tempo. Iam da cabeça até as bolas e voltavam, provocando uma sensação maravilhosa. Até que Letícia caiu de boca, engolindo o máximo que conseguia de meu pau levando-me às nuvens. Logo, foi a vez de Bia encher a boca com meu pau e Letícia sentou-se sobre meu rosto para que eu chupasse a boceta depiladinha, que mais parecia um vulcãozinho em chamas, jorrando aquela larva de prazer.

Caí de boca na xoxota, saboreando todo aquele delicioso líqüido com lentas lambidas, enquanto Bia continuava devorando meu cacete. Então, fui acelerando os movimentos de minha língua naquela boceta e fiz com que Letícia gozasse soltando altos gemidos e cravando as unhas vermelhas em meu peito.

Refeita deste gozo, Letícia voltou a chupar meu cacete e Bia começou a mamá-la. Assim, formamos um delicioso triângulo de chupadas. Eu chupava a boceta de Bia, que lambia a de Lelê que, por sua vez, devorava meu cacete. Elas gozaram quase ao mesmo tempo, mas ningúem parou de chupar. Era demais estarmos os três ali em meio a muitos gemidos, vendo minha gatinha se deliciando na língua de Lídia.

Após essa maravilhosa sessão que sentimos ao gozarmos juntos, permanecemos algum tempo abraçados e falando o quanto tinha sido tudo tão bom. Até que Bia sugeriu que tomássemos um banho na hidromassagem, que era grande o suficiente para nós três. As duas tiraram a meia, caíram na água e logo trocavam beijos e carícias por todo o corpo. Mais uma vez, eu assistia a tudo e ficava excitado. Letícia passava a língua pela bundinha de Bia quando me sentei na borda da banheira e as duas me atacaram. Vieram direto em cima do meu cacete, alternando as bocas, passando as duas ao mesmo tempo: engoliam a cabeça, chupavam as bolas, repetindo o ritual do sofá. Era bom demais sentir aquelas duas boquinhas ávidas pelo meu pau numa deliciosa chupeta dupla. As duas estavam na minha frente, de quatro dentro d'água. Então, caí na banheira e logo me posicionei atrás de Bia. Passei a lamber o rabinho dela enquanto Letícia se sentou na banheira por baixo de Lídia e passou a chupar os seios. Encostei a cabeça do meu pau no rabinho de Bia e dava leves estocadas, tentando entrar, mas tinha dificuldades por ela ser bem apertadinha. Percebendo minha intenção e com muita vontade de ser enrabada, ela empinou a bundinha em minha direção e pediu para ir devagar. Lentamente, meu pau foi entrando e, com um delicioso vaivém, desapareceu por inteiro dentro daquele cuzinho fechadinho. Bia gemia num mistura de dor e muito prazer.

Letícia agora estava sentada na beira da banheira e tinha a bocetinha chupada por Bia, que passou a receber fortes e rápidas estocadas de meu pau em seu rabinho. 'Agora, parou de doer, vai mais rápido', ordenava. Depois de muito sexo, gozamos alucinadamente. Caímos mais uma vez na água e então percebemos que era quase manhã de domingo.

Depois disso, descansamos um pouco e passamos o domingo inteiro juntos, transando de todas as formas: na cama, cozinha, sala e até no terraço de onde tínhamos uma grande vista da cidade. No fim do dia, estávamos exaustos. As duas diziam estar com os buraquinhos ardidos. Eu também estava com o pau dolorido de tanto foder e tínhamos marcas pelo corpo dos deliciosos chupões. Mas valeu demais!"

8:17 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

"Letícia e eu formamos um jovem casal e curtimos o sexo em toda sua plenitude. Nossas relações são recheadas de gozos fantásticos e muitas fantasias em que sempre experimentamos situações novas e diferentes. Percebendo que Letícia era a mulher dos meus sonhos e me realizava, contei a ela uma antiga fantasia que cultivo desde a adolescência: ver duas gatas transando entre si e em seguida realizar um delicioso ménage. No início, relutou e não quis nem pensar no assunto. Com o tempo, foi ficando curiosa e me fazia várias perguntas, até que adquiriu uma pequena vontade em realizar o que eu havia lhe contado.

Certa noite, estávamos numa famosa casa noturna de São Paulo, já era tarde e quase todos que estavam conosco haviam ido embora quando fomos beber mais alguma coisa antes de irmos também. Sentamos numa mesa de canto e, enquanto aguardávamos nosso pedido, notei que uma gatinha, sozinha em outra mesa, olhava insistentemente em nossa direção. A princípio, pensei que ela estaria me paquerando, mas depois pude perceber que ela também observava Letícia, que nada havia notado. Letícia olhou para a outra garota e as duas trocaram um breve sorriso. Nossa admiradora se levantou e, aproximando-se, perguntou se poderia sentar-se junto a nós. Ela se chamava Bia e havia mudado recentemente para São Paulo, onde morava com a irmã. Letícia e Bia eram completamente opostas. Minha gata tem pele branca, cabelos negros, olhos castanhos; Bia tinha a pele bastante bronzeada, cabelos louros, olhos azuis...

Nos entendemos bem e logo conversávamos como se fôssemos velhos amigos. O lugar começou a ficar vazio e decidimos ir embora, não sem antes trocarmos telefones. Chegando em casa, transamos loucamente, imaginando Bia ali conosco.

Na semana seguinte, Bia nos ligou, conversamos um pouco e, em seguida, passei o telefone para Letícia. As duas conversavam animadamente quando Letícia me chamou perguntando se poderíamos aceitar o convite de Bia para irmos até sua casa no próximo final de semana, pois a irmã viajaria e ela estaria sozinha em casa. Diante desse convite, vi a possibilidade de concretizarmos nossos desejos e disse a Letícia que aceitasse o convite.

Fazia muito frio naquele sábado. Bia nos recebeu apenas com um vestido curto e decotado, sugerindo que tirássemos logo nossas roupas mais pesadas. Começamos a conversar e eu ali, sentado, observando aquelas duas gatas: Letícia, vestida de preto, o que realça a beleza de sua pele clara, e Bia, de branco, em contraste com a pele bronzeada.

Eu já imaginava as mil e uma que poderíamos aprontar até que Bia foi à cozinha. Aproveitei para perguntar a Letícia se ela realmente queria ir em frente. Um beijo gostoso foi a resposta. 'Estou morrendo de tesão para realizar nossos sonhos', completou. Quando Bia voltou da sala, sugeriu que assistíssemos a um vídeo e pediu que eu escolhesse, indicando-me uma estante repleta de fitas. Logo que vi alguns eróticos, escolhi um com cenas de lesbianismo, ménage feminino e grupal. Sentamos os três juntos no mesmo sofá e assistíamos a duas garotas se chupando na tela quando Bia inclinou a cabeça no ombro de Letícia e, em seguida, passou a beijá-la no pescoço. Letícia soltou um leve gemido e eu parti para o ataque. Fui logo beijando a boca da minha mulher enquanto as mãos apertavam os seios com os biquinhos duros de tesão. Neste momento, Bia levantou-se e puxou Letícia, começando a fazer com ela um delicioso strip tease para mim.

Primeiro, Bia tirou o vestido de Letícia, entre muitos beijos e carícias. As duas estavam com lingeries semelhantes e calcinhas fio-dental, enterradas nas bundinhas. Logo, Letícia se deitou no sofá e a outra veio por cima. Bia começou a explorar todo o corpo com uma língua ágil. Passou pelo pescoço e chegou aos seios, onde mamou carinhosa e demoradamente os mamilos de Letícia, que gemia de prazer. Foi descendo pela barriga até chegar às coxas, fazendo Letícia implorar para que ela chupasse sua bocetinha, que já estava encharcada de desejo. Bia arrancou a minúscula calcinha de Letícia com os dentes e demostrou uma certa satisfação ao ver que a boceta dela estava depilada. Bia passou a língua vagarosamente pelo rabinho da amiga, que piscava a cada lambida.

Finalmente, Bia começou a chupar a bocetinha de Letícia, fazendo movimentos lentos que arrancavam altos gemidos da minha gata. A danada lambeu o grelinho saliente, passou a língua em toda a xoxota e enfiou a língua o mais fundo que podia.

Quando passou a fazer movimentos mais rápidos em torno do grelo, Letícia pediu que não parasse e gozou, gritando de prazer. Então, foi a vez dela retribuir o prazer que havia sentido, iniciando longas carícias com a boquinha no corpo de Bia, indo direto aos seios da gata. Sugou lentamente cada um dos peitinhos, arrancando muitos gemidos. Era maravilhoso ver aquelas fêmeas se amando loucamente. Até que chegou a minha vez de entrar na festa.

Permaneci sentado no sofá e elas arrancaram todas as minhas roupas, começando uma deliciosa chupação por todo o meu corpo. Letícia me deu um gostoso beijo e pude sentir em seus lábios o gostinho da boceta de Bia. As duas usavam um forte batom vermelho que eu adoro e chuparam juntas meu peito, coxas, até que se ajoelharam entre minhas pernas. Primeiro, as duas seguraram meu pau enquanto chupavam minhas bolas. Em seguida, ficaram um bom tempo percorrendo toda a extensão do meu cacete ao mesmo tempo. Iam da cabeça até as bolas e voltavam, provocando uma sensação maravilhosa. Até que Letícia caiu de boca, engolindo o máximo que conseguia de meu pau levando-me às nuvens. Logo, foi a vez de Bia encher a boca com meu pau e Letícia sentou-se sobre meu rosto para que eu chupasse a boceta depiladinha, que mais parecia um vulcãozinho em chamas, jorrando aquela larva de prazer.

Caí de boca na xoxota, saboreando todo aquele delicioso líqüido com lentas lambidas, enquanto Bia continuava devorando meu cacete. Então, fui acelerando os movimentos de minha língua naquela boceta e fiz com que Letícia gozasse soltando altos gemidos e cravando as unhas vermelhas em meu peito.

Refeita deste gozo, Letícia voltou a chupar meu cacete e Bia começou a mamá-la. Assim, formamos um delicioso triângulo de chupadas. Eu chupava a boceta de Bia, que lambia a de Lelê que, por sua vez, devorava meu cacete. Elas gozaram quase ao mesmo tempo, mas ningúem parou de chupar. Era demais estarmos os três ali em meio a muitos gemidos, vendo minha gatinha se deliciando na língua de Lídia.

Após essa maravilhosa sessão que sentimos ao gozarmos juntos, permanecemos algum tempo abraçados e falando o quanto tinha sido tudo tão bom. Até que Bia sugeriu que tomássemos um banho na hidromassagem, que era grande o suficiente para nós três. As duas tiraram a meia, caíram na água e logo trocavam beijos e carícias por todo o corpo. Mais uma vez, eu assistia a tudo e ficava excitado. Letícia passava a língua pela bundinha de Bia quando me sentei na borda da banheira e as duas me atacaram. Vieram direto em cima do meu cacete, alternando as bocas, passando as duas ao mesmo tempo: engoliam a cabeça, chupavam as bolas, repetindo o ritual do sofá. Era bom demais sentir aquelas duas boquinhas ávidas pelo meu pau numa deliciosa chupeta dupla. As duas estavam na minha frente, de quatro dentro d'água. Então, caí na banheira e logo me posicionei atrás de Bia. Passei a lamber o rabinho dela enquanto Letícia se sentou na banheira por baixo de Lídia e passou a chupar os seios. Encostei a cabeça do meu pau no rabinho de Bia e dava leves estocadas, tentando entrar, mas tinha dificuldades por ela ser bem apertadinha. Percebendo minha intenção e com muita vontade de ser enrabada, ela empinou a bundinha em minha direção e pediu para ir devagar. Lentamente, meu pau foi entrando e, com um delicioso vaivém, desapareceu por inteiro dentro daquele cuzinho fechadinho. Bia gemia num mistura de dor e muito prazer.

Letícia agora estava sentada na beira da banheira e tinha a bocetinha chupada por Bia, que passou a receber fortes e rápidas estocadas de meu pau em seu rabinho. 'Agora, parou de doer, vai mais rápido', ordenava. Depois de muito sexo, gozamos alucinadamente. Caímos mais uma vez na água e então percebemos que era quase manhã de domingo.

Depois disso, descansamos um pouco e passamos o domingo inteiro juntos, transando de todas as formas: na cama, cozinha, sala e até no terraço de onde tínhamos uma grande vista da cidade. No fim do dia, estávamos exaustos. As duas diziam estar com os buraquinhos ardidos. Eu também estava com o pau dolorido de tanto foder e tínhamos marcas pelo corpo dos deliciosos chupões. Mas valeu demais!"

8:20 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

"Letícia e eu formamos um jovem casal e curtimos o sexo em toda sua plenitude. Nossas relações são recheadas de gozos fantásticos e muitas fantasias em que sempre experimentamos situações novas e diferentes. Percebendo que Letícia era a mulher dos meus sonhos e me realizava, contei a ela uma antiga fantasia que cultivo desde a adolescência: ver duas gatas transando entre si e em seguida realizar um delicioso ménage. No início, relutou e não quis nem pensar no assunto. Com o tempo, foi ficando curiosa e me fazia várias perguntas, até que adquiriu uma pequena vontade em realizar o que eu havia lhe contado.

Certa noite, estávamos numa famosa casa noturna de São Paulo, já era tarde e quase todos que estavam conosco haviam ido embora quando fomos beber mais alguma coisa antes de irmos também. Sentamos numa mesa de canto e, enquanto aguardávamos nosso pedido, notei que uma gatinha, sozinha em outra mesa, olhava insistentemente em nossa direção. A princípio, pensei que ela estaria me paquerando, mas depois pude perceber que ela também observava Letícia, que nada havia notado. Letícia olhou para a outra garota e as duas trocaram um breve sorriso. Nossa admiradora se levantou e, aproximando-se, perguntou se poderia sentar-se junto a nós. Ela se chamava Bia e havia mudado recentemente para São Paulo, onde morava com a irmã. Letícia e Bia eram completamente opostas. Minha gata tem pele branca, cabelos negros, olhos castanhos; Bia tinha a pele bastante bronzeada, cabelos louros, olhos azuis...

Nos entendemos bem e logo conversávamos como se fôssemos velhos amigos. O lugar começou a ficar vazio e decidimos ir embora, não sem antes trocarmos telefones. Chegando em casa, transamos loucamente, imaginando Bia ali conosco.

Na semana seguinte, Bia nos ligou, conversamos um pouco e, em seguida, passei o telefone para Letícia. As duas conversavam animadamente quando Letícia me chamou perguntando se poderíamos aceitar o convite de Bia para irmos até sua casa no próximo final de semana, pois a irmã viajaria e ela estaria sozinha em casa. Diante desse convite, vi a possibilidade de concretizarmos nossos desejos e disse a Letícia que aceitasse o convite.

Fazia muito frio naquele sábado. Bia nos recebeu apenas com um vestido curto e decotado, sugerindo que tirássemos logo nossas roupas mais pesadas. Começamos a conversar e eu ali, sentado, observando aquelas duas gatas: Letícia, vestida de preto, o que realça a beleza de sua pele clara, e Bia, de branco, em contraste com a pele bronzeada.

Eu já imaginava as mil e uma que poderíamos aprontar até que Bia foi à cozinha. Aproveitei para perguntar a Letícia se ela realmente queria ir em frente. Um beijo gostoso foi a resposta. 'Estou morrendo de tesão para realizar nossos sonhos', completou. Quando Bia voltou da sala, sugeriu que assistíssemos a um vídeo e pediu que eu escolhesse, indicando-me uma estante repleta de fitas. Logo que vi alguns eróticos, escolhi um com cenas de lesbianismo, ménage feminino e grupal. Sentamos os três juntos no mesmo sofá e assistíamos a duas garotas se chupando na tela quando Bia inclinou a cabeça no ombro de Letícia e, em seguida, passou a beijá-la no pescoço. Letícia soltou um leve gemido e eu parti para o ataque. Fui logo beijando a boca da minha mulher enquanto as mãos apertavam os seios com os biquinhos duros de tesão. Neste momento, Bia levantou-se e puxou Letícia, começando a fazer com ela um delicioso strip tease para mim.

Primeiro, Bia tirou o vestido de Letícia, entre muitos beijos e carícias. As duas estavam com lingeries semelhantes e calcinhas fio-dental, enterradas nas bundinhas. Logo, Letícia se deitou no sofá e a outra veio por cima. Bia começou a explorar todo o corpo com uma língua ágil. Passou pelo pescoço e chegou aos seios, onde mamou carinhosa e demoradamente os mamilos de Letícia, que gemia de prazer. Foi descendo pela barriga até chegar às coxas, fazendo Letícia implorar para que ela chupasse sua bocetinha, que já estava encharcada de desejo. Bia arrancou a minúscula calcinha de Letícia com os dentes e demostrou uma certa satisfação ao ver que a boceta dela estava depilada. Bia passou a língua vagarosamente pelo rabinho da amiga, que piscava a cada lambida.

Finalmente, Bia começou a chupar a bocetinha de Letícia, fazendo movimentos lentos que arrancavam altos gemidos da minha gata. A danada lambeu o grelinho saliente, passou a língua em toda a xoxota e enfiou a língua o mais fundo que podia.

Quando passou a fazer movimentos mais rápidos em torno do grelo, Letícia pediu que não parasse e gozou, gritando de prazer. Então, foi a vez dela retribuir o prazer que havia sentido, iniciando longas carícias com a boquinha no corpo de Bia, indo direto aos seios da gata. Sugou lentamente cada um dos peitinhos, arrancando muitos gemidos. Era maravilhoso ver aquelas fêmeas se amando loucamente. Até que chegou a minha vez de entrar na festa.

Permaneci sentado no sofá e elas arrancaram todas as minhas roupas, começando uma deliciosa chupação por todo o meu corpo. Letícia me deu um gostoso beijo e pude sentir em seus lábios o gostinho da boceta de Bia. As duas usavam um forte batom vermelho que eu adoro e chuparam juntas meu peito, coxas, até que se ajoelharam entre minhas pernas. Primeiro, as duas seguraram meu pau enquanto chupavam minhas bolas. Em seguida, ficaram um bom tempo percorrendo toda a extensão do meu cacete ao mesmo tempo. Iam da cabeça até as bolas e voltavam, provocando uma sensação maravilhosa. Até que Letícia caiu de boca, engolindo o máximo que conseguia de meu pau levando-me às nuvens. Logo, foi a vez de Bia encher a boca com meu pau e Letícia sentou-se sobre meu rosto para que eu chupasse a boceta depiladinha, que mais parecia um vulcãozinho em chamas, jorrando aquela larva de prazer.

Caí de boca na xoxota, saboreando todo aquele delicioso líqüido com lentas lambidas, enquanto Bia continuava devorando meu cacete. Então, fui acelerando os movimentos de minha língua naquela boceta e fiz com que Letícia gozasse soltando altos gemidos e cravando as unhas vermelhas em meu peito.

Refeita deste gozo, Letícia voltou a chupar meu cacete e Bia começou a mamá-la. Assim, formamos um delicioso triângulo de chupadas. Eu chupava a boceta de Bia, que lambia a de Lelê que, por sua vez, devorava meu cacete. Elas gozaram quase ao mesmo tempo, mas ningúem parou de chupar. Era demais estarmos os três ali em meio a muitos gemidos, vendo minha gatinha se deliciando na língua de Lídia.

Após essa maravilhosa sessão que sentimos ao gozarmos juntos, permanecemos algum tempo abraçados e falando o quanto tinha sido tudo tão bom. Até que Bia sugeriu que tomássemos um banho na hidromassagem, que era grande o suficiente para nós três. As duas tiraram a meia, caíram na água e logo trocavam beijos e carícias por todo o corpo. Mais uma vez, eu assistia a tudo e ficava excitado. Letícia passava a língua pela bundinha de Bia quando me sentei na borda da banheira e as duas me atacaram. Vieram direto em cima do meu cacete, alternando as bocas, passando as duas ao mesmo tempo: engoliam a cabeça, chupavam as bolas, repetindo o ritual do sofá. Era bom demais sentir aquelas duas boquinhas ávidas pelo meu pau numa deliciosa chupeta dupla. As duas estavam na minha frente, de quatro dentro d'água. Então, caí na banheira e logo me posicionei atrás de Bia. Passei a lamber o rabinho dela enquanto Letícia se sentou na banheira por baixo de Lídia e passou a chupar os seios. Encostei a cabeça do meu pau no rabinho de Bia e dava leves estocadas, tentando entrar, mas tinha dificuldades por ela ser bem apertadinha. Percebendo minha intenção e com muita vontade de ser enrabada, ela empinou a bundinha em minha direção e pediu para ir devagar. Lentamente, meu pau foi entrando e, com um delicioso vaivém, desapareceu por inteiro dentro daquele cuzinho fechadinho. Bia gemia num mistura de dor e muito prazer.

Letícia agora estava sentada na beira da banheira e tinha a bocetinha chupada por Bia, que passou a receber fortes e rápidas estocadas de meu pau em seu rabinho. 'Agora, parou de doer, vai mais rápido', ordenava. Depois de muito sexo, gozamos alucinadamente. Caímos mais uma vez na água e então percebemos que era quase manhã de domingo.

Depois disso, descansamos um pouco e passamos o domingo inteiro juntos, transando de todas as formas: na cama, cozinha, sala e até no terraço de onde tínhamos uma grande vista da cidade. No fim do dia, estávamos exaustos. As duas diziam estar com os buraquinhos ardidos. Eu também estava com o pau dolorido de tanto foder e tínhamos marcas pelo corpo dos deliciosos chupões. Mas valeu demais!"

8:20 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

"Letícia e eu formamos um jovem casal e curtimos o sexo em toda sua plenitude. Nossas relações são recheadas de gozos fantásticos e muitas fantasias em que sempre experimentamos situações novas e diferentes. Percebendo que Letícia era a mulher dos meus sonhos e me realizava, contei a ela uma antiga fantasia que cultivo desde a adolescência: ver duas gatas transando entre si e em seguida realizar um delicioso ménage. No início, relutou e não quis nem pensar no assunto. Com o tempo, foi ficando curiosa e me fazia várias perguntas, até que adquiriu uma pequena vontade em realizar o que eu havia lhe contado.

Certa noite, estávamos numa famosa casa noturna de São Paulo, já era tarde e quase todos que estavam conosco haviam ido embora quando fomos beber mais alguma coisa antes de irmos também. Sentamos numa mesa de canto e, enquanto aguardávamos nosso pedido, notei que uma gatinha, sozinha em outra mesa, olhava insistentemente em nossa direção. A princípio, pensei que ela estaria me paquerando, mas depois pude perceber que ela também observava Letícia, que nada havia notado. Letícia olhou para a outra garota e as duas trocaram um breve sorriso. Nossa admiradora se levantou e, aproximando-se, perguntou se poderia sentar-se junto a nós. Ela se chamava Bia e havia mudado recentemente para São Paulo, onde morava com a irmã. Letícia e Bia eram completamente opostas. Minha gata tem pele branca, cabelos negros, olhos castanhos; Bia tinha a pele bastante bronzeada, cabelos louros, olhos azuis...

Nos entendemos bem e logo conversávamos como se fôssemos velhos amigos. O lugar começou a ficar vazio e decidimos ir embora, não sem antes trocarmos telefones. Chegando em casa, transamos loucamente, imaginando Bia ali conosco.

Na semana seguinte, Bia nos ligou, conversamos um pouco e, em seguida, passei o telefone para Letícia. As duas conversavam animadamente quando Letícia me chamou perguntando se poderíamos aceitar o convite de Bia para irmos até sua casa no próximo final de semana, pois a irmã viajaria e ela estaria sozinha em casa. Diante desse convite, vi a possibilidade de concretizarmos nossos desejos e disse a Letícia que aceitasse o convite.

Fazia muito frio naquele sábado. Bia nos recebeu apenas com um vestido curto e decotado, sugerindo que tirássemos logo nossas roupas mais pesadas. Começamos a conversar e eu ali, sentado, observando aquelas duas gatas: Letícia, vestida de preto, o que realça a beleza de sua pele clara, e Bia, de branco, em contraste com a pele bronzeada.

Eu já imaginava as mil e uma que poderíamos aprontar até que Bia foi à cozinha. Aproveitei para perguntar a Letícia se ela realmente queria ir em frente. Um beijo gostoso foi a resposta. 'Estou morrendo de tesão para realizar nossos sonhos', completou. Quando Bia voltou da sala, sugeriu que assistíssemos a um vídeo e pediu que eu escolhesse, indicando-me uma estante repleta de fitas. Logo que vi alguns eróticos, escolhi um com cenas de lesbianismo, ménage feminino e grupal. Sentamos os três juntos no mesmo sofá e assistíamos a duas garotas se chupando na tela quando Bia inclinou a cabeça no ombro de Letícia e, em seguida, passou a beijá-la no pescoço. Letícia soltou um leve gemido e eu parti para o ataque. Fui logo beijando a boca da minha mulher enquanto as mãos apertavam os seios com os biquinhos duros de tesão. Neste momento, Bia levantou-se e puxou Letícia, começando a fazer com ela um delicioso strip tease para mim.

Primeiro, Bia tirou o vestido de Letícia, entre muitos beijos e carícias. As duas estavam com lingeries semelhantes e calcinhas fio-dental, enterradas nas bundinhas. Logo, Letícia se deitou no sofá e a outra veio por cima. Bia começou a explorar todo o corpo com uma língua ágil. Passou pelo pescoço e chegou aos seios, onde mamou carinhosa e demoradamente os mamilos de Letícia, que gemia de prazer. Foi descendo pela barriga até chegar às coxas, fazendo Letícia implorar para que ela chupasse sua bocetinha, que já estava encharcada de desejo. Bia arrancou a minúscula calcinha de Letícia com os dentes e demostrou uma certa satisfação ao ver que a boceta dela estava depilada. Bia passou a língua vagarosamente pelo rabinho da amiga, que piscava a cada lambida.

Finalmente, Bia começou a chupar a bocetinha de Letícia, fazendo movimentos lentos que arrancavam altos gemidos da minha gata. A danada lambeu o grelinho saliente, passou a língua em toda a xoxota e enfiou a língua o mais fundo que podia.

Quando passou a fazer movimentos mais rápidos em torno do grelo, Letícia pediu que não parasse e gozou, gritando de prazer. Então, foi a vez dela retribuir o prazer que havia sentido, iniciando longas carícias com a boquinha no corpo de Bia, indo direto aos seios da gata. Sugou lentamente cada um dos peitinhos, arrancando muitos gemidos. Era maravilhoso ver aquelas fêmeas se amando loucamente. Até que chegou a minha vez de entrar na festa.

Permaneci sentado no sofá e elas arrancaram todas as minhas roupas, começando uma deliciosa chupação por todo o meu corpo. Letícia me deu um gostoso beijo e pude sentir em seus lábios o gostinho da boceta de Bia. As duas usavam um forte batom vermelho que eu adoro e chuparam juntas meu peito, coxas, até que se ajoelharam entre minhas pernas. Primeiro, as duas seguraram meu pau enquanto chupavam minhas bolas. Em seguida, ficaram um bom tempo percorrendo toda a extensão do meu cacete ao mesmo tempo. Iam da cabeça até as bolas e voltavam, provocando uma sensação maravilhosa. Até que Letícia caiu de boca, engolindo o máximo que conseguia de meu pau levando-me às nuvens. Logo, foi a vez de Bia encher a boca com meu pau e Letícia sentou-se sobre meu rosto para que eu chupasse a boceta depiladinha, que mais parecia um vulcãozinho em chamas, jorrando aquela larva de prazer.

Caí de boca na xoxota, saboreando todo aquele delicioso líqüido com lentas lambidas, enquanto Bia continuava devorando meu cacete. Então, fui acelerando os movimentos de minha língua naquela boceta e fiz com que Letícia gozasse soltando altos gemidos e cravando as unhas vermelhas em meu peito.

Refeita deste gozo, Letícia voltou a chupar meu cacete e Bia começou a mamá-la. Assim, formamos um delicioso triângulo de chupadas. Eu chupava a boceta de Bia, que lambia a de Lelê que, por sua vez, devorava meu cacete. Elas gozaram quase ao mesmo tempo, mas ningúem parou de chupar. Era demais estarmos os três ali em meio a muitos gemidos, vendo minha gatinha se deliciando na língua de Lídia.

Após essa maravilhosa sessão que sentimos ao gozarmos juntos, permanecemos algum tempo abraçados e falando o quanto tinha sido tudo tão bom. Até que Bia sugeriu que tomássemos um banho na hidromassagem, que era grande o suficiente para nós três. As duas tiraram a meia, caíram na água e logo trocavam beijos e carícias por todo o corpo. Mais uma vez, eu assistia a tudo e ficava excitado. Letícia passava a língua pela bundinha de Bia quando me sentei na borda da banheira e as duas me atacaram. Vieram direto em cima do meu cacete, alternando as bocas, passando as duas ao mesmo tempo: engoliam a cabeça, chupavam as bolas, repetindo o ritual do sofá. Era bom demais sentir aquelas duas boquinhas ávidas pelo meu pau numa deliciosa chupeta dupla. As duas estavam na minha frente, de quatro dentro d'água. Então, caí na banheira e logo me posicionei atrás de Bia. Passei a lamber o rabinho dela enquanto Letícia se sentou na banheira por baixo de Lídia e passou a chupar os seios. Encostei a cabeça do meu pau no rabinho de Bia e dava leves estocadas, tentando entrar, mas tinha dificuldades por ela ser bem apertadinha. Percebendo minha intenção e com muita vontade de ser enrabada, ela empinou a bundinha em minha direção e pediu para ir devagar. Lentamente, meu pau foi entrando e, com um delicioso vaivém, desapareceu por inteiro dentro daquele cuzinho fechadinho. Bia gemia num mistura de dor e muito prazer.

Letícia agora estava sentada na beira da banheira e tinha a bocetinha chupada por Bia, que passou a receber fortes e rápidas estocadas de meu pau em seu rabinho. 'Agora, parou de doer, vai mais rápido', ordenava. Depois de muito sexo, gozamos alucinadamente. Caímos mais uma vez na água e então percebemos que era quase manhã de domingo.

Depois disso, descansamos um pouco e passamos o domingo inteiro juntos, transando de todas as formas: na cama, cozinha, sala e até no terraço de onde tínhamos uma grande vista da cidade. No fim do dia, estávamos exaustos. As duas diziam estar com os buraquinhos ardidos. Eu também estava com o pau dolorido de tanto foder e tínhamos marcas pelo corpo dos deliciosos chupões. Mas valeu demais!"

8:21 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Roleta Russa - casada de POA e uma história inacreditável mas verdadeira

Meu nome é Patrícia e eu trabalho como secretária em um escritório grande de advocacia em Porto Alegre. Tenho pele clara, cabelos castanhos, um corpo tipo violão e sei que muitos homens me acham gostosa. Tenho 29 anos, sou casada à 5 anos com meu marido que amo, mas que não sabe nada disso.... e espero que nunca venha a saber, pois apesar dessa história ser extremamente excitante seria uma bomba na vida dele...
Sempre recebi cantadas diretas e indiretas de muita gente, inclusive meu próprio chefe, mas nunca dei bola. Um dia eu tive que ficar até mais tarde para cuidar de uma papelada e uma amiga e colega minha, Laura, ficou me ajudando. Lá pelas 8 da noite e com muito serviço pela frente, depois de ligar para meu marido que ia me atrasar, Laura trouxe um vinho da sala do chefe dela para relaxar, enquanto continuávamos o trabalho.... foi nesse ambiente que ela me contou do que ela chamava de ‘roleta russa’...
Ela descobriu que o chefe dela, o Pedro, um homem nos seus 40 anos, casado e com filhos, tem uma espécie de ‘perversão’, se é que dá para se chamar disso. Ele adora comer mulheres casadas e já tinha até dado em cima dela. Até aí tudo bem, meu chefe também já tinha feito isso, até já achava normal. Mas ele tem uma página na internet sobre isso, onde ele esconde o rosto dele e os detalhes pessoais, mas Laura já sabe que é ele mesmo. Descobriu passando-se por uma outra mulher na internet e levou ele a confessar onde trabalhava. Mas nunca teve nada com ele. Mas tudo bem, pensei, hoje em dia a internet permite muitas coisas, achei interessante mas nada de mais. Mas aí ela me contou que o site é sobre a ‘roleta russa’... mas nesse ponto chegou mais uns colegas nossos para ajudar no trabalho e a conversa morreu aí. Mas fiquei muito interessada e fui atrás do site dele. O site fala que ele adora isso, mas não explica o que é, pede para as mulheres, casadas, entre em contato por chat. Então resolvei entrar em contato com ele, anonimamente.
Pedro trabalha muitos dias além do expediente, e descobri que é por causa dessa fantasia. Quando ele não está trabalhando, está viajando “a trabalho”, mas na verdade colocando a fantasia em prática. Me loguei como casadacarente e comecei a conversar com ele... disse que eu estava muito interessada no assunto e que ele me explicasse o que era. No momento eu estava mais entediada e louca para saber das fofocas dele, mas ele exigiu que fizéssemos sexo virtual antes. Eu nunca tinha feito isso, até achava traição (ainda acho) mas resolvi ir adiante, afinal, não estávamos realmente fazendo sexo. Nossa, a sensação que tive foi sensacional! Nos dias seguintes continuamos a fazer sexo virtual enquanto ele criava confiança em mim... e o engraçado é que estávamos no mesmo andar do prédio, risos... o sexo incluia tudo, até colocar a camisinha com a boca. Mas no final ele pedia sempre para gozar “dentro de mim” e se podia tirar a camisinha, é claro que eu dizia que sim e geralmente eu tinha meu orgasmo nessa hora, enquanto me masturbava.
Finalmente consegui convencer ele a me contar... nesse momento eu já estava super envolvida com ele, estava até pensando em ir adiante. Ele então me explicou tudinho... ‘Roleta Russa’ para ele era fazer amor com uma mulher casada no período fértil dela, sem camisinha... se o tiro desse certo ela iria engravidar. Mais ainda, não era para a mulher transar com o marido naquela semana. A revelação foi como um soco no estômago para mim, enquanto que eu sentia uma sensação de formigamento que vinha da virilha para o corpo todo. Fiquei em choque e disse que ia pensar.
Naquela noite não conseguia dormir de tesão. Coincidentemente estávamos tentando nosso primeiro filho, eu até estava tomando alguns remédios para facilitar a gravidez. Não me encontrei com ele no chat no dia seguinte, mas de novo não conseguia dormir. O tesão era tão grande que finalmente me decidi. Iria ir adiante. Não tinha motivo para fazer isso, nem para trair o meu marido que eu amo tanto, mas a sensação no corpo era mais do que eu podia aguentar. Eu não tinha controle. Marquei um encontro com ele em um restaurante afastado, em um dia que meu marido tinha ido à outro estado em um congresso. Coloquei a roupa que ele pediu (um espartilho preto, calcinha e sutiãs pretos, um amor, disse para o meu marido que era para ele!) . Estava morrendo de medo mas a sensação no meio das pernas era mais forte. Cheguei no restaurante com a calcinha quase pingando de tão molhadinha que eu estava.
Pedro teve um choque quando me viu. Tive que repetir várias vezes que eu não iria contar para ninguém, que iria ficar entre nós. Quando ele notou que eu ia adiante, tomou controle da situação. Ele finalmente ficou o macho que estava em controle. Me deu um beijo na boca enquanto massageava meus seios. Mordeu meu pescoço, passou a língua na minha orelha e disse “é hoje que eu te faço um filho”. Quase gozei nessa hora.
Ele então pediu para eu ir no banheiro e usar um teste de ovulação. Estava me sentindo dominada por aquele macho. O teste deu no máximo possível. Ele então perguntou se eu tinha seguido o ‘script’. Falei que não tive sexo com meu marido, menti que estava menstruada (ele nunca presta atenção nessas coisas). Falei também que ele tinha ido em um congresso e só voltava no fim de semana, dali à 4 dias. Os olhos de Pedro se acenderam e perguntou se tinha mais alguém em casa. Eu falei que não, era só eu, mas que jamais poderíamos fazer o que ele estava pensando. Ele disse que era ele quem mandava, que ele era o macho, que iria me comer e me emprenhar na minha cama de casal. Tive um calafrio no corpo todo. Eu não queria fazer isso, mas meu corpo já tinha tomado a decisão. E eu amo meu marido!
Chegamos em casa, eu não acreditava no que eu estava fazendo. Tinha impressão que meu marido iria aparecer a qualquer instante. Levei ele ao quarto, sem falarmos. Disse para eu tirar a roupa e fiquei só com o espartilho. Ele, ainda de roupa, me deu um beijo forte, me puxou pela bunda, colocou um dedo sobre a calcinha no cuzinho. Depois foi para o pescoço enquanto as mãos já iam por dentro da calcinha, nos lugares quentes. Pedro então tirou a roupa, ficou só de cueca. Pediu para eu tirar a cueca com os dentes, o que fiz. Saltou um pau enorme, bem maior que o do meu marido. Mas o que mais me impressionou foi o saco, grande, cheio de esperma. Uma dor no coração me lembrou do meu marido, mas o tesão era impressionante. Ele disse para lamber o saco, com carinho, do macho que iria me emprenhar. Lambi tudo, o pau duro, batendo no meu rosto. Coloquei na boca e fiz um vai e vém. Ele quase gozou na minha boca, mas tirou abruptamente. Ali não era o lugar para desperdiçar seu líquido precioso. Mandou eu tirar o resto da roupa. Era agora. Não tinha mais volta.
Pedro então me jogou na cama de bruços e começou a lamber meu cuzinho. Eu mordia o travesseiro com tesão, nunca tinha dado ele para o meu marido de medo. Eu sabia que ele ia fazer isso, pelo nosso sexo virtual, mas agora era para valer. Com o pau molhado e o cuzinho também ele posicionou ele, sem camisinha, na entradinha do meu cu. Me preparei para o pior. Mas ele é um expert, me dedilhava na buceta com uma mão, mordia o meu pescoço, apertava um seio, ia bem devagar. Ficamos quase 40 minutos nisso até que notei seu saco batendo na minha bunda. Ele tinha enfiado tudo e a sensação era maravilhosa! Mordia meu lábio, doía um pouco, mas bem menos do que eu esperava. E a sensação de ter um macho dentro de mim, de eu dar prazer para ele pela minha bunda, pelo meu corpo de mulher, é inimaginável. Me sentia sua mulher total.
Gozei várias vezes nesse vai e vém, o tempo passava e nós colados um no outro. No fim, ele tirou, sem gozar. Mas o que eu queria, e só pensava nisso, era ter ele dentro de mim, enchendo meu útero, me fazendo mulher dele em definitivo. Ele falou que tinha mais uma condição. Não acreditei no que ele falou. Falou que iria filmar tudo. Eu prontamente disse que não, e não. Falou que iria embora. O que mais ele queria? Já tinha a grande possibilidade de me engravidar, por que filmar? Ele disse que iria guardar a fita como troféu, e que serviria de garantia que eu sempre iria transar com ele quando ele quisesse, por medo que eu iria mostrar a fita para o meu marido. Me espantei com a sinceridade. Minha mente dizia “sai dessa agora!”, mas meu corpo estava cada vez mais dominado por aquele macho que sabia fazer as coisas. Dei um beijo nele e com uma culpa enorme que se misturava ao tesão disse “sou tua, faz o que quiseres”. Ele montou a câmera de pau duro. Era uma câmera profissional, não aquelas que vemos por aí. Procurou enquadrar bem. Pediu para eu deitar de costas na cama e abrir as pernas. Fiz isso, fechei os olhos e me preparei. Ele veio por cima, me deu um beijo profundo de língua, e pediu para eu direcionar o pau dele no meu útero. Que sensação, só de entrar a cabeça tive um orgasmo ali mesmo. Ele enfiou tudo e nunca tinha me sentido tão preenchida. Quase que sentia algo no estômago. Ele então se ajoelhou com o pau todo enfiado e me perguntou “o que você quer de mim, sua puta”. Sem saber o que dizer, com a câmera ligada, eu perguntei “como assim”, no meio de uns gemidos. Ele perguntou de novo “me diz o que tu quer de mim”. Era a humilhação final, ter a razão de tudo gravada em fita. Naquele ponto, o que eu podia fazer? Eu disse “me faz um filho”. “Eu não ouvi”, disse ele. “ME FAZ UM FILHO! ME ENGRAVIDA! ME DOMINA!”, gritei. Ele deu dois puxões nos meus quadris e enfiou forte. Eu gemia sem parar. “E o seu marido”, perguntou?. “Meu marido é um corno, ele não sabe de nada!”. Começou a acelerar. Ele falou “Se ele tiver vendo essa fita, conta prá ele agora!”. “SIM!”, gritei, “ELE QUE É MEU MACHO, ELE QUE ME FEZ O FILHO”. Eu estava gozando sem parar. Nisso toca o telefone e nós dois paramos olhando um para o outro. Sem saber o que fazer, ele falou “Atende. agora!”. Eu estava imóvel. Ele alcançou o telefone e passou para o mim. “Alô?” perguntei, respiração rápida, meio que em gemidos. Ele perguntou “o que houve, estava correndo?”. Falei “Sim! Não, digo, estava fazendo uns exercícios!”. Consegui enganar ele e ele começou a contar do que estava fazendo. Pedro recomeçou o vai-e-vem e eu não acreditava. Era isso que ele queria, estava completando a fantasia dele de um jeito que ele jamais seria possível. Fiquei um pouco braba com isso, mas notei que a fantasia dele também era a minha, e soltei um gemido. Por um momento meu marido desconfiou, mas falei que tinha me machucado o dedo em algum lugar. Rapidamente despistei ele, desliguei o telefone e Pedro fazia cada vez mais rápido. “Quem é o teu macho?” perguntava. “Quero te engravidar agora, sua puta, tu só quer saber de homem bom para te emprenhar”. Eu dizia, “me come, me engravida, me faz um filho, me enche de porra”. De repente sinto um jato dentro do meu útero e no mesmo momento começo a ver estrelas. Gozei tantas vezes durante aquilo, mas o gozo final fez os outros parecerem nada. Quase desmaiei, parecia em transe. Meus quadris apertavam pedro e parecia que não parava de jorra esperma de seu pau. Deu mais três estocadas e parou completamente. Nós ofegantes, o copro dele em cima do meu, seu pau e esperma me enchendo meu corpo. Depois de um tempo ele saiu. Mandou eu ficar com as pernas levantadas por uns 20 minutos. Me deu um beijo na boca longo, de paixão mesmo. Antes de sair ainda começou a passar a mão no esperma que saia da buceta, aos montes, molhando a cama e colocava na minha boca para chupar. Eu adorei. Disse para ficar fazendo aquilo, colhendo e comendo o esperma do meu macho. E então falou: “me aguarde amanhã, aqui, no mesmo horário”. Agora, passado o tesão, veio a culpa, pesada, coitado do meu marido. Ele levou todo o equipamento e eu sabia que minha vida tinha dado um giro de 180 graus.
Ele veio nos próximos 3 dias e fez a mesma rotina, todas as vezes. Eu fiquei cada vez mais arrombada, cada vez mais satisfeita, cada vez mais mulher. No final, descobri que sou super fértil e o problema provavelmente era o meu marido. Um mês depois, veio o resultado. Eu estava grávida. Dado o momento em que tinha acontecido, o pai só podia ser ele. Meu marido, é claro, achou que era dele, afinal fizemos sexo na semana seguinte, um sexo sem muito tesão da minha parte... A Roleta Russa do Pedro tinha dado certo.
Achei que a fantasia tinha terminado, mas que nada. Ainda iria ter um final inesperado. Pedro, quando soube do acontecido, me avisou que faltava ainda uma coisa. Mais uma vez não acreditei. Como ele tinha conseguido me engravidar, eu tinha que ser marcada por ele mais uma vez. Mandou eu fazer um ‘P’ com um certo estilo acima da forquilha da minha bunda. Boquiaberta, falei que não. Mas ele tinha o vídeo, eu não tive opção. Como eu iria explicar para o meu marido? Por sorte, o nome do meu marido começa com R, então menti para ele, aos choros, que estava fazendo um ‘R’ mas não aguentei. Meu marido, super carinhoso e compreensivo, dize que não tinha problema, que eu podia remover assim que eu estivesse pronta. É claro que eu procurei nunca mais trazer o assunto à tona. Pedro ainda fez um filme onde me comeu, mostrou a tatuagem e me fez dizer a razão dela. Minha barriga de grávida ainda não mostrava. Eu estava completamente à mercê dele. Qualquer biquini que eu usasse mostrava o P e muita gente achou estranho. Ainda bem que meu marido não faz idéia...
Hoje meu filho está com 2 anos e estou grávida de novo, desta vez com certeza é do meu marido, ufa. Tentamos mais uma vez a roleta russa (ele fez questão), mas quando eu estava ovulando ele estava viajando. Mesmo assim, toda a vez que eu vou para o web site dele, vejo as nossas fotos (com os rostos escondidos) e me dá um tesão sem parar. Quem sabe depois desse ele não me faz outro? Risos.... Um aviso às navegantes.... ser dominada dessa maneira por outro homem que não for o seu marido é o máximo do tesão. Os riscos são grandes, mas a recompensa é enorme. Beijos a todos, por favor não publiquem meu e-mail.

7:18 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Roleta Russa - casada de POA e uma história inacreditável mas verdadeira

Meu nome é Patrícia e eu trabalho como secretária em um escritório grande de advocacia em Porto Alegre. Tenho pele clara, cabelos castanhos, um corpo tipo violão e sei que muitos homens me acham gostosa. Tenho 29 anos, sou casada à 5 anos com meu marido que amo, mas que não sabe nada disso.... e espero que nunca venha a saber, pois apesar dessa história ser extremamente excitante seria uma bomba na vida dele...
Sempre recebi cantadas diretas e indiretas de muita gente, inclusive meu próprio chefe, mas nunca dei bola. Um dia eu tive que ficar até mais tarde para cuidar de uma papelada e uma amiga e colega minha, Laura, ficou me ajudando. Lá pelas 8 da noite e com muito serviço pela frente, depois de ligar para meu marido que ia me atrasar, Laura trouxe um vinho da sala do chefe dela para relaxar, enquanto continuávamos o trabalho.... foi nesse ambiente que ela me contou do que ela chamava de ‘roleta russa’...
Ela descobriu que o chefe dela, o Pedro, um homem nos seus 40 anos, casado e com filhos, tem uma espécie de ‘perversão’, se é que dá para se chamar disso. Ele adora comer mulheres casadas e já tinha até dado em cima dela. Até aí tudo bem, meu chefe também já tinha feito isso, até já achava normal. Mas ele tem uma página na internet sobre isso, onde ele esconde o rosto dele e os detalhes pessoais, mas Laura já sabe que é ele mesmo. Descobriu passando-se por uma outra mulher na internet e levou ele a confessar onde trabalhava. Mas nunca teve nada com ele. Mas tudo bem, pensei, hoje em dia a internet permite muitas coisas, achei interessante mas nada de mais. Mas aí ela me contou que o site é sobre a ‘roleta russa’... mas nesse ponto chegou mais uns colegas nossos para ajudar no trabalho e a conversa morreu aí. Mas fiquei muito interessada e fui atrás do site dele. O site fala que ele adora isso, mas não explica o que é, pede para as mulheres, casadas, entre em contato por chat. Então resolvei entrar em contato com ele, anonimamente.
Pedro trabalha muitos dias além do expediente, e descobri que é por causa dessa fantasia. Quando ele não está trabalhando, está viajando “a trabalho”, mas na verdade colocando a fantasia em prática. Me loguei como casadacarente e comecei a conversar com ele... disse que eu estava muito interessada no assunto e que ele me explicasse o que era. No momento eu estava mais entediada e louca para saber das fofocas dele, mas ele exigiu que fizéssemos sexo virtual antes. Eu nunca tinha feito isso, até achava traição (ainda acho) mas resolvi ir adiante, afinal, não estávamos realmente fazendo sexo. Nossa, a sensação que tive foi sensacional! Nos dias seguintes continuamos a fazer sexo virtual enquanto ele criava confiança em mim... e o engraçado é que estávamos no mesmo andar do prédio, risos... o sexo incluia tudo, até colocar a camisinha com a boca. Mas no final ele pedia sempre para gozar “dentro de mim” e se podia tirar a camisinha, é claro que eu dizia que sim e geralmente eu tinha meu orgasmo nessa hora, enquanto me masturbava.
Finalmente consegui convencer ele a me contar... nesse momento eu já estava super envolvida com ele, estava até pensando em ir adiante. Ele então me explicou tudinho... ‘Roleta Russa’ para ele era fazer amor com uma mulher casada no período fértil dela, sem camisinha... se o tiro desse certo ela iria engravidar. Mais ainda, não era para a mulher transar com o marido naquela semana. A revelação foi como um soco no estômago para mim, enquanto que eu sentia uma sensação de formigamento que vinha da virilha para o corpo todo. Fiquei em choque e disse que ia pensar.
Naquela noite não conseguia dormir de tesão. Coincidentemente estávamos tentando nosso primeiro filho, eu até estava tomando alguns remédios para facilitar a gravidez. Não me encontrei com ele no chat no dia seguinte, mas de novo não conseguia dormir. O tesão era tão grande que finalmente me decidi. Iria ir adiante. Não tinha motivo para fazer isso, nem para trair o meu marido que eu amo tanto, mas a sensação no corpo era mais do que eu podia aguentar. Eu não tinha controle. Marquei um encontro com ele em um restaurante afastado, em um dia que meu marido tinha ido à outro estado em um congresso. Coloquei a roupa que ele pediu (um espartilho preto, calcinha e sutiãs pretos, um amor, disse para o meu marido que era para ele!) . Estava morrendo de medo mas a sensação no meio das pernas era mais forte. Cheguei no restaurante com a calcinha quase pingando de tão molhadinha que eu estava.
Pedro teve um choque quando me viu. Tive que repetir várias vezes que eu não iria contar para ninguém, que iria ficar entre nós. Quando ele notou que eu ia adiante, tomou controle da situação. Ele finalmente ficou o macho que estava em controle. Me deu um beijo na boca enquanto massageava meus seios. Mordeu meu pescoço, passou a língua na minha orelha e disse “é hoje que eu te faço um filho”. Quase gozei nessa hora.
Ele então pediu para eu ir no banheiro e usar um teste de ovulação. Estava me sentindo dominada por aquele macho. O teste deu no máximo possível. Ele então perguntou se eu tinha seguido o ‘script’. Falei que não tive sexo com meu marido, menti que estava menstruada (ele nunca presta atenção nessas coisas). Falei também que ele tinha ido em um congresso e só voltava no fim de semana, dali à 4 dias. Os olhos de Pedro se acenderam e perguntou se tinha mais alguém em casa. Eu falei que não, era só eu, mas que jamais poderíamos fazer o que ele estava pensando. Ele disse que era ele quem mandava, que ele era o macho, que iria me comer e me emprenhar na minha cama de casal. Tive um calafrio no corpo todo. Eu não queria fazer isso, mas meu corpo já tinha tomado a decisão. E eu amo meu marido!
Chegamos em casa, eu não acreditava no que eu estava fazendo. Tinha impressão que meu marido iria aparecer a qualquer instante. Levei ele ao quarto, sem falarmos. Disse para eu tirar a roupa e fiquei só com o espartilho. Ele, ainda de roupa, me deu um beijo forte, me puxou pela bunda, colocou um dedo sobre a calcinha no cuzinho. Depois foi para o pescoço enquanto as mãos já iam por dentro da calcinha, nos lugares quentes. Pedro então tirou a roupa, ficou só de cueca. Pediu para eu tirar a cueca com os dentes, o que fiz. Saltou um pau enorme, bem maior que o do meu marido. Mas o que mais me impressionou foi o saco, grande, cheio de esperma. Uma dor no coração me lembrou do meu marido, mas o tesão era impressionante. Ele disse para lamber o saco, com carinho, do macho que iria me emprenhar. Lambi tudo, o pau duro, batendo no meu rosto. Coloquei na boca e fiz um vai e vém. Ele quase gozou na minha boca, mas tirou abruptamente. Ali não era o lugar para desperdiçar seu líquido precioso. Mandou eu tirar o resto da roupa. Era agora. Não tinha mais volta.
Pedro então me jogou na cama de bruços e começou a lamber meu cuzinho. Eu mordia o travesseiro com tesão, nunca tinha dado ele para o meu marido de medo. Eu sabia que ele ia fazer isso, pelo nosso sexo virtual, mas agora era para valer. Com o pau molhado e o cuzinho também ele posicionou ele, sem camisinha, na entradinha do meu cu. Me preparei para o pior. Mas ele é um expert, me dedilhava na buceta com uma mão, mordia o meu pescoço, apertava um seio, ia bem devagar. Ficamos quase 40 minutos nisso até que notei seu saco batendo na minha bunda. Ele tinha enfiado tudo e a sensação era maravilhosa! Mordia meu lábio, doía um pouco, mas bem menos do que eu esperava. E a sensação de ter um macho dentro de mim, de eu dar prazer para ele pela minha bunda, pelo meu corpo de mulher, é inimaginável. Me sentia sua mulher total.
Gozei várias vezes nesse vai e vém, o tempo passava e nós colados um no outro. No fim, ele tirou, sem gozar. Mas o que eu queria, e só pensava nisso, era ter ele dentro de mim, enchendo meu útero, me fazendo mulher dele em definitivo. Ele falou que tinha mais uma condição. Não acreditei no que ele falou. Falou que iria filmar tudo. Eu prontamente disse que não, e não. Falou que iria embora. O que mais ele queria? Já tinha a grande possibilidade de me engravidar, por que filmar? Ele disse que iria guardar a fita como troféu, e que serviria de garantia que eu sempre iria transar com ele quando ele quisesse, por medo que eu iria mostrar a fita para o meu marido. Me espantei com a sinceridade. Minha mente dizia “sai dessa agora!”, mas meu corpo estava cada vez mais dominado por aquele macho que sabia fazer as coisas. Dei um beijo nele e com uma culpa enorme que se misturava ao tesão disse “sou tua, faz o que quiseres”. Ele montou a câmera de pau duro. Era uma câmera profissional, não aquelas que vemos por aí. Procurou enquadrar bem. Pediu para eu deitar de costas na cama e abrir as pernas. Fiz isso, fechei os olhos e me preparei. Ele veio por cima, me deu um beijo profundo de língua, e pediu para eu direcionar o pau dele no meu útero. Que sensação, só de entrar a cabeça tive um orgasmo ali mesmo. Ele enfiou tudo e nunca tinha me sentido tão preenchida. Quase que sentia algo no estômago. Ele então se ajoelhou com o pau todo enfiado e me perguntou “o que você quer de mim, sua puta”. Sem saber o que dizer, com a câmera ligada, eu perguntei “como assim”, no meio de uns gemidos. Ele perguntou de novo “me diz o que tu quer de mim”. Era a humilhação final, ter a razão de tudo gravada em fita. Naquele ponto, o que eu podia fazer? Eu disse “me faz um filho”. “Eu não ouvi”, disse ele. “ME FAZ UM FILHO! ME ENGRAVIDA! ME DOMINA!”, gritei. Ele deu dois puxões nos meus quadris e enfiou forte. Eu gemia sem parar. “E o seu marido”, perguntou?. “Meu marido é um corno, ele não sabe de nada!”. Começou a acelerar. Ele falou “Se ele tiver vendo essa fita, conta prá ele agora!”. “SIM!”, gritei, “ELE QUE É MEU MACHO, ELE QUE ME FEZ O FILHO”. Eu estava gozando sem parar. Nisso toca o telefone e nós dois paramos olhando um para o outro. Sem saber o que fazer, ele falou “Atende. agora!”. Eu estava imóvel. Ele alcançou o telefone e passou para o mim. “Alô?” perguntei, respiração rápida, meio que em gemidos. Ele perguntou “o que houve, estava correndo?”. Falei “Sim! Não, digo, estava fazendo uns exercícios!”. Consegui enganar ele e ele começou a contar do que estava fazendo. Pedro recomeçou o vai-e-vem e eu não acreditava. Era isso que ele queria, estava completando a fantasia dele de um jeito que ele jamais seria possível. Fiquei um pouco braba com isso, mas notei que a fantasia dele também era a minha, e soltei um gemido. Por um momento meu marido desconfiou, mas falei que tinha me machucado o dedo em algum lugar. Rapidamente despistei ele, desliguei o telefone e Pedro fazia cada vez mais rápido. “Quem é o teu macho?” perguntava. “Quero te engravidar agora, sua puta, tu só quer saber de homem bom para te emprenhar”. Eu dizia, “me come, me engravida, me faz um filho, me enche de porra”. De repente sinto um jato dentro do meu útero e no mesmo momento começo a ver estrelas. Gozei tantas vezes durante aquilo, mas o gozo final fez os outros parecerem nada. Quase desmaiei, parecia em transe. Meus quadris apertavam pedro e parecia que não parava de jorra esperma de seu pau. Deu mais três estocadas e parou completamente. Nós ofegantes, o copro dele em cima do meu, seu pau e esperma me enchendo meu corpo. Depois de um tempo ele saiu. Mandou eu ficar com as pernas levantadas por uns 20 minutos. Me deu um beijo na boca longo, de paixão mesmo. Antes de sair ainda começou a passar a mão no esperma que saia da buceta, aos montes, molhando a cama e colocava na minha boca para chupar. Eu adorei. Disse para ficar fazendo aquilo, colhendo e comendo o esperma do meu macho. E então falou: “me aguarde amanhã, aqui, no mesmo horário”. Agora, passado o tesão, veio a culpa, pesada, coitado do meu marido. Ele levou todo o equipamento e eu sabia que minha vida tinha dado um giro de 180 graus.
Ele veio nos próximos 3 dias e fez a mesma rotina, todas as vezes. Eu fiquei cada vez mais arrombada, cada vez mais satisfeita, cada vez mais mulher. No final, descobri que sou super fértil e o problema provavelmente era o meu marido. Um mês depois, veio o resultado. Eu estava grávida. Dado o momento em que tinha acontecido, o pai só podia ser ele. Meu marido, é claro, achou que era dele, afinal fizemos sexo na semana seguinte, um sexo sem muito tesão da minha parte... A Roleta Russa do Pedro tinha dado certo.
Achei que a fantasia tinha terminado, mas que nada. Ainda iria ter um final inesperado. Pedro, quando soube do acontecido, me avisou que faltava ainda uma coisa. Mais uma vez não acreditei. Como ele tinha conseguido me engravidar, eu tinha que ser marcada por ele mais uma vez. Mandou eu fazer um ‘P’ com um certo estilo acima da forquilha da minha bunda. Boquiaberta, falei que não. Mas ele tinha o vídeo, eu não tive opção. Como eu iria explicar para o meu marido? Por sorte, o nome do meu marido começa com R, então menti para ele, aos choros, que estava fazendo um ‘R’ mas não aguentei. Meu marido, super carinhoso e compreensivo, dize que não tinha problema, que eu podia remover assim que eu estivesse pronta. É claro que eu procurei nunca mais trazer o assunto à tona. Pedro ainda fez um filme onde me comeu, mostrou a tatuagem e me fez dizer a razão dela. Minha barriga de grávida ainda não mostrava. Eu estava completamente à mercê dele. Qualquer biquini que eu usasse mostrava o P e muita gente achou estranho. Ainda bem que meu marido não faz idéia...
Hoje meu filho está com 2 anos e estou grávida de novo, desta vez com certeza é do meu marido, ufa. Tentamos mais uma vez a roleta russa (ele fez questão), mas quando eu estava ovulando ele estava viajando. Mesmo assim, toda a vez que eu vou para o web site dele, vejo as nossas fotos (com os rostos escondidos) e me dá um tesão sem parar. Quem sabe depois desse ele não me faz outro? Risos.... Um aviso às navegantes.... ser dominada dessa maneira por outro homem que não for o seu marido é o máximo do tesão. Os riscos são grandes, mas a recompensa é enorme. Beijos a todos, por favor não publiquem meu e-mail.

7:19 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Roleta Russa - casada de POA e uma história inacreditável mas verdadeira

Meu nome é Patrícia e eu trabalho como secretária em um escritório grande de advocacia em Porto Alegre. Tenho pele clara, cabelos castanhos, um corpo tipo violão e sei que muitos homens me acham gostosa. Tenho 29 anos, sou casada à 5 anos com meu marido que amo, mas que não sabe nada disso.... e espero que nunca venha a saber, pois apesar dessa história ser extremamente excitante seria uma bomba na vida dele...
Sempre recebi cantadas diretas e indiretas de muita gente, inclusive meu próprio chefe, mas nunca dei bola. Um dia eu tive que ficar até mais tarde para cuidar de uma papelada e uma amiga e colega minha, Laura, ficou me ajudando. Lá pelas 8 da noite e com muito serviço pela frente, depois de ligar para meu marido que ia me atrasar, Laura trouxe um vinho da sala do chefe dela para relaxar, enquanto continuávamos o trabalho.... foi nesse ambiente que ela me contou do que ela chamava de ‘roleta russa’...
Ela descobriu que o chefe dela, o Pedro, um homem nos seus 40 anos, casado e com filhos, tem uma espécie de ‘perversão’, se é que dá para se chamar disso. Ele adora comer mulheres casadas e já tinha até dado em cima dela. Até aí tudo bem, meu chefe também já tinha feito isso, até já achava normal. Mas ele tem uma página na internet sobre isso, onde ele esconde o rosto dele e os detalhes pessoais, mas Laura já sabe que é ele mesmo. Descobriu passando-se por uma outra mulher na internet e levou ele a confessar onde trabalhava. Mas nunca teve nada com ele. Mas tudo bem, pensei, hoje em dia a internet permite muitas coisas, achei interessante mas nada de mais. Mas aí ela me contou que o site é sobre a ‘roleta russa’... mas nesse ponto chegou mais uns colegas nossos para ajudar no trabalho e a conversa morreu aí. Mas fiquei muito interessada e fui atrás do site dele. O site fala que ele adora isso, mas não explica o que é, pede para as mulheres, casadas, entre em contato por chat. Então resolvei entrar em contato com ele, anonimamente.
Pedro trabalha muitos dias além do expediente, e descobri que é por causa dessa fantasia. Quando ele não está trabalhando, está viajando “a trabalho”, mas na verdade colocando a fantasia em prática. Me loguei como casadacarente e comecei a conversar com ele... disse que eu estava muito interessada no assunto e que ele me explicasse o que era. No momento eu estava mais entediada e louca para saber das fofocas dele, mas ele exigiu que fizéssemos sexo virtual antes. Eu nunca tinha feito isso, até achava traição (ainda acho) mas resolvi ir adiante, afinal, não estávamos realmente fazendo sexo. Nossa, a sensação que tive foi sensacional! Nos dias seguintes continuamos a fazer sexo virtual enquanto ele criava confiança em mim... e o engraçado é que estávamos no mesmo andar do prédio, risos... o sexo incluia tudo, até colocar a camisinha com a boca. Mas no final ele pedia sempre para gozar “dentro de mim” e se podia tirar a camisinha, é claro que eu dizia que sim e geralmente eu tinha meu orgasmo nessa hora, enquanto me masturbava.
Finalmente consegui convencer ele a me contar... nesse momento eu já estava super envolvida com ele, estava até pensando em ir adiante. Ele então me explicou tudinho... ‘Roleta Russa’ para ele era fazer amor com uma mulher casada no período fértil dela, sem camisinha... se o tiro desse certo ela iria engravidar. Mais ainda, não era para a mulher transar com o marido naquela semana. A revelação foi como um soco no estômago para mim, enquanto que eu sentia uma sensação de formigamento que vinha da virilha para o corpo todo. Fiquei em choque e disse que ia pensar.
Naquela noite não conseguia dormir de tesão. Coincidentemente estávamos tentando nosso primeiro filho, eu até estava tomando alguns remédios para facilitar a gravidez. Não me encontrei com ele no chat no dia seguinte, mas de novo não conseguia dormir. O tesão era tão grande que finalmente me decidi. Iria ir adiante. Não tinha motivo para fazer isso, nem para trair o meu marido que eu amo tanto, mas a sensação no corpo era mais do que eu podia aguentar. Eu não tinha controle. Marquei um encontro com ele em um restaurante afastado, em um dia que meu marido tinha ido à outro estado em um congresso. Coloquei a roupa que ele pediu (um espartilho preto, calcinha e sutiãs pretos, um amor, disse para o meu marido que era para ele!) . Estava morrendo de medo mas a sensação no meio das pernas era mais forte. Cheguei no restaurante com a calcinha quase pingando de tão molhadinha que eu estava.
Pedro teve um choque quando me viu. Tive que repetir várias vezes que eu não iria contar para ninguém, que iria ficar entre nós. Quando ele notou que eu ia adiante, tomou controle da situação. Ele finalmente ficou o macho que estava em controle. Me deu um beijo na boca enquanto massageava meus seios. Mordeu meu pescoço, passou a língua na minha orelha e disse “é hoje que eu te faço um filho”. Quase gozei nessa hora.
Ele então pediu para eu ir no banheiro e usar um teste de ovulação. Estava me sentindo dominada por aquele macho. O teste deu no máximo possível. Ele então perguntou se eu tinha seguido o ‘script’. Falei que não tive sexo com meu marido, menti que estava menstruada (ele nunca presta atenção nessas coisas). Falei também que ele tinha ido em um congresso e só voltava no fim de semana, dali à 4 dias. Os olhos de Pedro se acenderam e perguntou se tinha mais alguém em casa. Eu falei que não, era só eu, mas que jamais poderíamos fazer o que ele estava pensando. Ele disse que era ele quem mandava, que ele era o macho, que iria me comer e me emprenhar na minha cama de casal. Tive um calafrio no corpo todo. Eu não queria fazer isso, mas meu corpo já tinha tomado a decisão. E eu amo meu marido!
Chegamos em casa, eu não acreditava no que eu estava fazendo. Tinha impressão que meu marido iria aparecer a qualquer instante. Levei ele ao quarto, sem falarmos. Disse para eu tirar a roupa e fiquei só com o espartilho. Ele, ainda de roupa, me deu um beijo forte, me puxou pela bunda, colocou um dedo sobre a calcinha no cuzinho. Depois foi para o pescoço enquanto as mãos já iam por dentro da calcinha, nos lugares quentes. Pedro então tirou a roupa, ficou só de cueca. Pediu para eu tirar a cueca com os dentes, o que fiz. Saltou um pau enorme, bem maior que o do meu marido. Mas o que mais me impressionou foi o saco, grande, cheio de esperma. Uma dor no coração me lembrou do meu marido, mas o tesão era impressionante. Ele disse para lamber o saco, com carinho, do macho que iria me emprenhar. Lambi tudo, o pau duro, batendo no meu rosto. Coloquei na boca e fiz um vai e vém. Ele quase gozou na minha boca, mas tirou abruptamente. Ali não era o lugar para desperdiçar seu líquido precioso. Mandou eu tirar o resto da roupa. Era agora. Não tinha mais volta.
Pedro então me jogou na cama de bruços e começou a lamber meu cuzinho. Eu mordia o travesseiro com tesão, nunca tinha dado ele para o meu marido de medo. Eu sabia que ele ia fazer isso, pelo nosso sexo virtual, mas agora era para valer. Com o pau molhado e o cuzinho também ele posicionou ele, sem camisinha, na entradinha do meu cu. Me preparei para o pior. Mas ele é um expert, me dedilhava na buceta com uma mão, mordia o meu pescoço, apertava um seio, ia bem devagar. Ficamos quase 40 minutos nisso até que notei seu saco batendo na minha bunda. Ele tinha enfiado tudo e a sensação era maravilhosa! Mordia meu lábio, doía um pouco, mas bem menos do que eu esperava. E a sensação de ter um macho dentro de mim, de eu dar prazer para ele pela minha bunda, pelo meu corpo de mulher, é inimaginável. Me sentia sua mulher total.
Gozei várias vezes nesse vai e vém, o tempo passava e nós colados um no outro. No fim, ele tirou, sem gozar. Mas o que eu queria, e só pensava nisso, era ter ele dentro de mim, enchendo meu útero, me fazendo mulher dele em definitivo. Ele falou que tinha mais uma condição. Não acreditei no que ele falou. Falou que iria filmar tudo. Eu prontamente disse que não, e não. Falou que iria embora. O que mais ele queria? Já tinha a grande possibilidade de me engravidar, por que filmar? Ele disse que iria guardar a fita como troféu, e que serviria de garantia que eu sempre iria transar com ele quando ele quisesse, por medo que eu iria mostrar a fita para o meu marido. Me espantei com a sinceridade. Minha mente dizia “sai dessa agora!”, mas meu corpo estava cada vez mais dominado por aquele macho que sabia fazer as coisas. Dei um beijo nele e com uma culpa enorme que se misturava ao tesão disse “sou tua, faz o que quiseres”. Ele montou a câmera de pau duro. Era uma câmera profissional, não aquelas que vemos por aí. Procurou enquadrar bem. Pediu para eu deitar de costas na cama e abrir as pernas. Fiz isso, fechei os olhos e me preparei. Ele veio por cima, me deu um beijo profundo de língua, e pediu para eu direcionar o pau dele no meu útero. Que sensação, só de entrar a cabeça tive um orgasmo ali mesmo. Ele enfiou tudo e nunca tinha me sentido tão preenchida. Quase que sentia algo no estômago. Ele então se ajoelhou com o pau todo enfiado e me perguntou “o que você quer de mim, sua puta”. Sem saber o que dizer, com a câmera ligada, eu perguntei “como assim”, no meio de uns gemidos. Ele perguntou de novo “me diz o que tu quer de mim”. Era a humilhação final, ter a razão de tudo gravada em fita. Naquele ponto, o que eu podia fazer? Eu disse “me faz um filho”. “Eu não ouvi”, disse ele. “ME FAZ UM FILHO! ME ENGRAVIDA! ME DOMINA!”, gritei. Ele deu dois puxões nos meus quadris e enfiou forte. Eu gemia sem parar. “E o seu marido”, perguntou?. “Meu marido é um corno, ele não sabe de nada!”. Começou a acelerar. Ele falou “Se ele tiver vendo essa fita, conta prá ele agora!”. “SIM!”, gritei, “ELE QUE É MEU MACHO, ELE QUE ME FEZ O FILHO”. Eu estava gozando sem parar. Nisso toca o telefone e nós dois paramos olhando um para o outro. Sem saber o que fazer, ele falou “Atende. agora!”. Eu estava imóvel. Ele alcançou o telefone e passou para o mim. “Alô?” perguntei, respiração rápida, meio que em gemidos. Ele perguntou “o que houve, estava correndo?”. Falei “Sim! Não, digo, estava fazendo uns exercícios!”. Consegui enganar ele e ele começou a contar do que estava fazendo. Pedro recomeçou o vai-e-vem e eu não acreditava. Era isso que ele queria, estava completando a fantasia dele de um jeito que ele jamais seria possível. Fiquei um pouco braba com isso, mas notei que a fantasia dele também era a minha, e soltei um gemido. Por um momento meu marido desconfiou, mas falei que tinha me machucado o dedo em algum lugar. Rapidamente despistei ele, desliguei o telefone e Pedro fazia cada vez mais rápido. “Quem é o teu macho?” perguntava. “Quero te engravidar agora, sua puta, tu só quer saber de homem bom para te emprenhar”. Eu dizia, “me come, me engravida, me faz um filho, me enche de porra”. De repente sinto um jato dentro do meu útero e no mesmo momento começo a ver estrelas. Gozei tantas vezes durante aquilo, mas o gozo final fez os outros parecerem nada. Quase desmaiei, parecia em transe. Meus quadris apertavam pedro e parecia que não parava de jorra esperma de seu pau. Deu mais três estocadas e parou completamente. Nós ofegantes, o copro dele em cima do meu, seu pau e esperma me enchendo meu corpo. Depois de um tempo ele saiu. Mandou eu ficar com as pernas levantadas por uns 20 minutos. Me deu um beijo na boca longo, de paixão mesmo. Antes de sair ainda começou a passar a mão no esperma que saia da buceta, aos montes, molhando a cama e colocava na minha boca para chupar. Eu adorei. Disse para ficar fazendo aquilo, colhendo e comendo o esperma do meu macho. E então falou: “me aguarde amanhã, aqui, no mesmo horário”. Agora, passado o tesão, veio a culpa, pesada, coitado do meu marido. Ele levou todo o equipamento e eu sabia que minha vida tinha dado um giro de 180 graus.
Ele veio nos próximos 3 dias e fez a mesma rotina, todas as vezes. Eu fiquei cada vez mais arrombada, cada vez mais satisfeita, cada vez mais mulher. No final, descobri que sou super fértil e o problema provavelmente era o meu marido. Um mês depois, veio o resultado. Eu estava grávida. Dado o momento em que tinha acontecido, o pai só podia ser ele. Meu marido, é claro, achou que era dele, afinal fizemos sexo na semana seguinte, um sexo sem muito tesão da minha parte... A Roleta Russa do Pedro tinha dado certo.
Achei que a fantasia tinha terminado, mas que nada. Ainda iria ter um final inesperado. Pedro, quando soube do acontecido, me avisou que faltava ainda uma coisa. Mais uma vez não acreditei. Como ele tinha conseguido me engravidar, eu tinha que ser marcada por ele mais uma vez. Mandou eu fazer um ‘P’ com um certo estilo acima da forquilha da minha bunda. Boquiaberta, falei que não. Mas ele tinha o vídeo, eu não tive opção. Como eu iria explicar para o meu marido? Por sorte, o nome do meu marido começa com R, então menti para ele, aos choros, que estava fazendo um ‘R’ mas não aguentei. Meu marido, super carinhoso e compreensivo, dize que não tinha problema, que eu podia remover assim que eu estivesse pronta. É claro que eu procurei nunca mais trazer o assunto à tona. Pedro ainda fez um filme onde me comeu, mostrou a tatuagem e me fez dizer a razão dela. Minha barriga de grávida ainda não mostrava. Eu estava completamente à mercê dele. Qualquer biquini que eu usasse mostrava o P e muita gente achou estranho. Ainda bem que meu marido não faz idéia...
Hoje meu filho está com 2 anos e estou grávida de novo, desta vez com certeza é do meu marido, ufa. Tentamos mais uma vez a roleta russa (ele fez questão), mas quando eu estava ovulando ele estava viajando. Mesmo assim, toda a vez que eu vou para o web site dele, vejo as nossas fotos (com os rostos escondidos) e me dá um tesão sem parar. Quem sabe depois desse ele não me faz outro? Risos.... Um aviso às navegantes.... ser dominada dessa maneira por outro homem que não for o seu marido é o máximo do tesão. Os riscos são grandes, mas a recompensa é enorme. Beijos a todos, por favor não publiquem meu e-mail.

7:28 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Roleta Russa - casada de POA e uma história inacreditável mas verdadeira

Meu nome é Patrícia e eu trabalho como secretária em um escritório grande de advocacia em Porto Alegre. Tenho pele clara, cabelos castanhos, um corpo tipo violão e sei que muitos homens me acham gostosa. Tenho 29 anos, sou casada à 5 anos com meu marido que amo, mas que não sabe nada disso.... e espero que nunca venha a saber, pois apesar dessa história ser extremamente excitante seria uma bomba na vida dele...
Sempre recebi cantadas diretas e indiretas de muita gente, inclusive meu próprio chefe, mas nunca dei bola. Um dia eu tive que ficar até mais tarde para cuidar de uma papelada e uma amiga e colega minha, Laura, ficou me ajudando. Lá pelas 8 da noite e com muito serviço pela frente, depois de ligar para meu marido que ia me atrasar, Laura trouxe um vinho da sala do chefe dela para relaxar, enquanto continuávamos o trabalho.... foi nesse ambiente que ela me contou do que ela chamava de ‘roleta russa’...
Ela descobriu que o chefe dela, o Pedro, um homem nos seus 40 anos, casado e com filhos, tem uma espécie de ‘perversão’, se é que dá para se chamar disso. Ele adora comer mulheres casadas e já tinha até dado em cima dela. Até aí tudo bem, meu chefe também já tinha feito isso, até já achava normal. Mas ele tem uma página na internet sobre isso, onde ele esconde o rosto dele e os detalhes pessoais, mas Laura já sabe que é ele mesmo. Descobriu passando-se por uma outra mulher na internet e levou ele a confessar onde trabalhava. Mas nunca teve nada com ele. Mas tudo bem, pensei, hoje em dia a internet permite muitas coisas, achei interessante mas nada de mais. Mas aí ela me contou que o site é sobre a ‘roleta russa’... mas nesse ponto chegou mais uns colegas nossos para ajudar no trabalho e a conversa morreu aí. Mas fiquei muito interessada e fui atrás do site dele. O site fala que ele adora isso, mas não explica o que é, pede para as mulheres, casadas, entre em contato por chat. Então resolvei entrar em contato com ele, anonimamente.
Pedro trabalha muitos dias além do expediente, e descobri que é por causa dessa fantasia. Quando ele não está trabalhando, está viajando “a trabalho”, mas na verdade colocando a fantasia em prática. Me loguei como casadacarente e comecei a conversar com ele... disse que eu estava muito interessada no assunto e que ele me explicasse o que era. No momento eu estava mais entediada e louca para saber das fofocas dele, mas ele exigiu que fizéssemos sexo virtual antes. Eu nunca tinha feito isso, até achava traição (ainda acho) mas resolvi ir adiante, afinal, não estávamos realmente fazendo sexo. Nossa, a sensação que tive foi sensacional! Nos dias seguintes continuamos a fazer sexo virtual enquanto ele criava confiança em mim... e o engraçado é que estávamos no mesmo andar do prédio, risos... o sexo incluia tudo, até colocar a camisinha com a boca. Mas no final ele pedia sempre para gozar “dentro de mim” e se podia tirar a camisinha, é claro que eu dizia que sim e geralmente eu tinha meu orgasmo nessa hora, enquanto me masturbava.
Finalmente consegui convencer ele a me contar... nesse momento eu já estava super envolvida com ele, estava até pensando em ir adiante. Ele então me explicou tudinho... ‘Roleta Russa’ para ele era fazer amor com uma mulher casada no período fértil dela, sem camisinha... se o tiro desse certo ela iria engravidar. Mais ainda, não era para a mulher transar com o marido naquela semana. A revelação foi como um soco no estômago para mim, enquanto que eu sentia uma sensação de formigamento que vinha da virilha para o corpo todo. Fiquei em choque e disse que ia pensar.
Naquela noite não conseguia dormir de tesão. Coincidentemente estávamos tentando nosso primeiro filho, eu até estava tomando alguns remédios para facilitar a gravidez. Não me encontrei com ele no chat no dia seguinte, mas de novo não conseguia dormir. O tesão era tão grande que finalmente me decidi. Iria ir adiante. Não tinha motivo para fazer isso, nem para trair o meu marido que eu amo tanto, mas a sensação no corpo era mais do que eu podia aguentar. Eu não tinha controle. Marquei um encontro com ele em um restaurante afastado, em um dia que meu marido tinha ido à outro estado em um congresso. Coloquei a roupa que ele pediu (um espartilho preto, calcinha e sutiãs pretos, um amor, disse para o meu marido que era para ele!) . Estava morrendo de medo mas a sensação no meio das pernas era mais forte. Cheguei no restaurante com a calcinha quase pingando de tão molhadinha que eu estava.
Pedro teve um choque quando me viu. Tive que repetir várias vezes que eu não iria contar para ninguém, que iria ficar entre nós. Quando ele notou que eu ia adiante, tomou controle da situação. Ele finalmente ficou o macho que estava em controle. Me deu um beijo na boca enquanto massageava meus seios. Mordeu meu pescoço, passou a língua na minha orelha e disse “é hoje que eu te faço um filho”. Quase gozei nessa hora.
Ele então pediu para eu ir no banheiro e usar um teste de ovulação. Estava me sentindo dominada por aquele macho. O teste deu no máximo possível. Ele então perguntou se eu tinha seguido o ‘script’. Falei que não tive sexo com meu marido, menti que estava menstruada (ele nunca presta atenção nessas coisas). Falei também que ele tinha ido em um congresso e só voltava no fim de semana, dali à 4 dias. Os olhos de Pedro se acenderam e perguntou se tinha mais alguém em casa. Eu falei que não, era só eu, mas que jamais poderíamos fazer o que ele estava pensando. Ele disse que era ele quem mandava, que ele era o macho, que iria me comer e me emprenhar na minha cama de casal. Tive um calafrio no corpo todo. Eu não queria fazer isso, mas meu corpo já tinha tomado a decisão. E eu amo meu marido!
Chegamos em casa, eu não acreditava no que eu estava fazendo. Tinha impressão que meu marido iria aparecer a qualquer instante. Levei ele ao quarto, sem falarmos. Disse para eu tirar a roupa e fiquei só com o espartilho. Ele, ainda de roupa, me deu um beijo forte, me puxou pela bunda, colocou um dedo sobre a calcinha no cuzinho. Depois foi para o pescoço enquanto as mãos já iam por dentro da calcinha, nos lugares quentes. Pedro então tirou a roupa, ficou só de cueca. Pediu para eu tirar a cueca com os dentes, o que fiz. Saltou um pau enorme, bem maior que o do meu marido. Mas o que mais me impressionou foi o saco, grande, cheio de esperma. Uma dor no coração me lembrou do meu marido, mas o tesão era impressionante. Ele disse para lamber o saco, com carinho, do macho que iria me emprenhar. Lambi tudo, o pau duro, batendo no meu rosto. Coloquei na boca e fiz um vai e vém. Ele quase gozou na minha boca, mas tirou abruptamente. Ali não era o lugar para desperdiçar seu líquido precioso. Mandou eu tirar o resto da roupa. Era agora. Não tinha mais volta.
Pedro então me jogou na cama de bruços e começou a lamber meu cuzinho. Eu mordia o travesseiro com tesão, nunca tinha dado ele para o meu marido de medo. Eu sabia que ele ia fazer isso, pelo nosso sexo virtual, mas agora era para valer. Com o pau molhado e o cuzinho também ele posicionou ele, sem camisinha, na entradinha do meu cu. Me preparei para o pior. Mas ele é um expert, me dedilhava na buceta com uma mão, mordia o meu pescoço, apertava um seio, ia bem devagar. Ficamos quase 40 minutos nisso até que notei seu saco batendo na minha bunda. Ele tinha enfiado tudo e a sensação era maravilhosa! Mordia meu lábio, doía um pouco, mas bem menos do que eu esperava. E a sensação de ter um macho dentro de mim, de eu dar prazer para ele pela minha bunda, pelo meu corpo de mulher, é inimaginável. Me sentia sua mulher total.
Gozei várias vezes nesse vai e vém, o tempo passava e nós colados um no outro. No fim, ele tirou, sem gozar. Mas o que eu queria, e só pensava nisso, era ter ele dentro de mim, enchendo meu útero, me fazendo mulher dele em definitivo. Ele falou que tinha mais uma condição. Não acreditei no que ele falou. Falou que iria filmar tudo. Eu prontamente disse que não, e não. Falou que iria embora. O que mais ele queria? Já tinha a grande possibilidade de me engravidar, por que filmar? Ele disse que iria guardar a fita como troféu, e que serviria de garantia que eu sempre iria transar com ele quando ele quisesse, por medo que eu iria mostrar a fita para o meu marido. Me espantei com a sinceridade. Minha mente dizia “sai dessa agora!”, mas meu corpo estava cada vez mais dominado por aquele macho que sabia fazer as coisas. Dei um beijo nele e com uma culpa enorme que se misturava ao tesão disse “sou tua, faz o que quiseres”. Ele montou a câmera de pau duro. Era uma câmera profissional, não aquelas que vemos por aí. Procurou enquadrar bem. Pediu para eu deitar de costas na cama e abrir as pernas. Fiz isso, fechei os olhos e me preparei. Ele veio por cima, me deu um beijo profundo de língua, e pediu para eu direcionar o pau dele no meu útero. Que sensação, só de entrar a cabeça tive um orgasmo ali mesmo. Ele enfiou tudo e nunca tinha me sentido tão preenchida. Quase que sentia algo no estômago. Ele então se ajoelhou com o pau todo enfiado e me perguntou “o que você quer de mim, sua puta”. Sem saber o que dizer, com a câmera ligada, eu perguntei “como assim”, no meio de uns gemidos. Ele perguntou de novo “me diz o que tu quer de mim”. Era a humilhação final, ter a razão de tudo gravada em fita. Naquele ponto, o que eu podia fazer? Eu disse “me faz um filho”. “Eu não ouvi”, disse ele. “ME FAZ UM FILHO! ME ENGRAVIDA! ME DOMINA!”, gritei. Ele deu dois puxões nos meus quadris e enfiou forte. Eu gemia sem parar. “E o seu marido”, perguntou?. “Meu marido é um corno, ele não sabe de nada!”. Começou a acelerar. Ele falou “Se ele tiver vendo essa fita, conta prá ele agora!”. “SIM!”, gritei, “ELE QUE É MEU MACHO, ELE QUE ME FEZ O FILHO”. Eu estava gozando sem parar. Nisso toca o telefone e nós dois paramos olhando um para o outro. Sem saber o que fazer, ele falou “Atende. agora!”. Eu estava imóvel. Ele alcançou o telefone e passou para o mim. “Alô?” perguntei, respiração rápida, meio que em gemidos. Ele perguntou “o que houve, estava correndo?”. Falei “Sim! Não, digo, estava fazendo uns exercícios!”. Consegui enganar ele e ele começou a contar do que estava fazendo. Pedro recomeçou o vai-e-vem e eu não acreditava. Era isso que ele queria, estava completando a fantasia dele de um jeito que ele jamais seria possível. Fiquei um pouco braba com isso, mas notei que a fantasia dele também era a minha, e soltei um gemido. Por um momento meu marido desconfiou, mas falei que tinha me machucado o dedo em algum lugar. Rapidamente despistei ele, desliguei o telefone e Pedro fazia cada vez mais rápido. “Quem é o teu macho?” perguntava. “Quero te engravidar agora, sua puta, tu só quer saber de homem bom para te emprenhar”. Eu dizia, “me come, me engravida, me faz um filho, me enche de porra”. De repente sinto um jato dentro do meu útero e no mesmo momento começo a ver estrelas. Gozei tantas vezes durante aquilo, mas o gozo final fez os outros parecerem nada. Quase desmaiei, parecia em transe. Meus quadris apertavam pedro e parecia que não parava de jorra esperma de seu pau. Deu mais três estocadas e parou completamente. Nós ofegantes, o copro dele em cima do meu, seu pau e esperma me enchendo meu corpo. Depois de um tempo ele saiu. Mandou eu ficar com as pernas levantadas por uns 20 minutos. Me deu um beijo na boca longo, de paixão mesmo. Antes de sair ainda começou a passar a mão no esperma que saia da buceta, aos montes, molhando a cama e colocava na minha boca para chupar. Eu adorei. Disse para ficar fazendo aquilo, colhendo e comendo o esperma do meu macho. E então falou: “me aguarde amanhã, aqui, no mesmo horário”. Agora, passado o tesão, veio a culpa, pesada, coitado do meu marido. Ele levou todo o equipamento e eu sabia que minha vida tinha dado um giro de 180 graus.
Ele veio nos próximos 3 dias e fez a mesma rotina, todas as vezes. Eu fiquei cada vez mais arrombada, cada vez mais satisfeita, cada vez mais mulher. No final, descobri que sou super fértil e o problema provavelmente era o meu marido. Um mês depois, veio o resultado. Eu estava grávida. Dado o momento em que tinha acontecido, o pai só podia ser ele. Meu marido, é claro, achou que era dele, afinal fizemos sexo na semana seguinte, um sexo sem muito tesão da minha parte... A Roleta Russa do Pedro tinha dado certo.
Achei que a fantasia tinha terminado, mas que nada. Ainda iria ter um final inesperado. Pedro, quando soube do acontecido, me avisou que faltava ainda uma coisa. Mais uma vez não acreditei. Como ele tinha conseguido me engravidar, eu tinha que ser marcada por ele mais uma vez. Mandou eu fazer um ‘P’ com um certo estilo acima da forquilha da minha bunda. Boquiaberta, falei que não. Mas ele tinha o vídeo, eu não tive opção. Como eu iria explicar para o meu marido? Por sorte, o nome do meu marido começa com R, então menti para ele, aos choros, que estava fazendo um ‘R’ mas não aguentei. Meu marido, super carinhoso e compreensivo, dize que não tinha problema, que eu podia remover assim que eu estivesse pronta. É claro que eu procurei nunca mais trazer o assunto à tona. Pedro ainda fez um filme onde me comeu, mostrou a tatuagem e me fez dizer a razão dela. Minha barriga de grávida ainda não mostrava. Eu estava completamente à mercê dele. Qualquer biquini que eu usasse mostrava o P e muita gente achou estranho. Ainda bem que meu marido não faz idéia...
Hoje meu filho está com 2 anos e estou grávida de novo, desta vez com certeza é do meu marido, ufa. Tentamos mais uma vez a roleta russa (ele fez questão), mas quando eu estava ovulando ele estava viajando. Mesmo assim, toda a vez que eu vou para o web site dele, vejo as nossas fotos (com os rostos escondidos) e me dá um tesão sem parar. Quem sabe depois desse ele não me faz outro? Risos.... Um aviso às navegantes.... ser dominada dessa maneira por outro homem que não for o seu marido é o máximo do tesão. Os riscos são grandes, mas a recompensa é enorme. Beijos a todos, por favor não publiquem meu e-mail.

7:29 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Roleta Russa - casada de POA e uma história inacreditável mas verdadeira

Meu nome é Patrícia e eu trabalho como secretária em um escritório grande de advocacia em Porto Alegre. Tenho pele clara, cabelos castanhos, um corpo tipo violão e sei que muitos homens me acham gostosa. Tenho 29 anos, sou casada à 5 anos com meu marido que amo, mas que não sabe nada disso.... e espero que nunca venha a saber, pois apesar dessa história ser extremamente excitante seria uma bomba na vida dele...
Sempre recebi cantadas diretas e indiretas de muita gente, inclusive meu próprio chefe, mas nunca dei bola. Um dia eu tive que ficar até mais tarde para cuidar de uma papelada e uma amiga e colega minha, Laura, ficou me ajudando. Lá pelas 8 da noite e com muito serviço pela frente, depois de ligar para meu marido que ia me atrasar, Laura trouxe um vinho da sala do chefe dela para relaxar, enquanto continuávamos o trabalho.... foi nesse ambiente que ela me contou do que ela chamava de ‘roleta russa’...
Ela descobriu que o chefe dela, o Pedro, um homem nos seus 40 anos, casado e com filhos, tem uma espécie de ‘perversão’, se é que dá para se chamar disso. Ele adora comer mulheres casadas e já tinha até dado em cima dela. Até aí tudo bem, meu chefe também já tinha feito isso, até já achava normal. Mas ele tem uma página na internet sobre isso, onde ele esconde o rosto dele e os detalhes pessoais, mas Laura já sabe que é ele mesmo. Descobriu passando-se por uma outra mulher na internet e levou ele a confessar onde trabalhava. Mas nunca teve nada com ele. Mas tudo bem, pensei, hoje em dia a internet permite muitas coisas, achei interessante mas nada de mais. Mas aí ela me contou que o site é sobre a ‘roleta russa’... mas nesse ponto chegou mais uns colegas nossos para ajudar no trabalho e a conversa morreu aí. Mas fiquei muito interessada e fui atrás do site dele. O site fala que ele adora isso, mas não explica o que é, pede para as mulheres, casadas, entre em contato por chat. Então resolvei entrar em contato com ele, anonimamente.
Pedro trabalha muitos dias além do expediente, e descobri que é por causa dessa fantasia. Quando ele não está trabalhando, está viajando “a trabalho”, mas na verdade colocando a fantasia em prática. Me loguei como casadacarente e comecei a conversar com ele... disse que eu estava muito interessada no assunto e que ele me explicasse o que era. No momento eu estava mais entediada e louca para saber das fofocas dele, mas ele exigiu que fizéssemos sexo virtual antes. Eu nunca tinha feito isso, até achava traição (ainda acho) mas resolvi ir adiante, afinal, não estávamos realmente fazendo sexo. Nossa, a sensação que tive foi sensacional! Nos dias seguintes continuamos a fazer sexo virtual enquanto ele criava confiança em mim... e o engraçado é que estávamos no mesmo andar do prédio, risos... o sexo incluia tudo, até colocar a camisinha com a boca. Mas no final ele pedia sempre para gozar “dentro de mim” e se podia tirar a camisinha, é claro que eu dizia que sim e geralmente eu tinha meu orgasmo nessa hora, enquanto me masturbava.
Finalmente consegui convencer ele a me contar... nesse momento eu já estava super envolvida com ele, estava até pensando em ir adiante. Ele então me explicou tudinho... ‘Roleta Russa’ para ele era fazer amor com uma mulher casada no período fértil dela, sem camisinha... se o tiro desse certo ela iria engravidar. Mais ainda, não era para a mulher transar com o marido naquela semana. A revelação foi como um soco no estômago para mim, enquanto que eu sentia uma sensação de formigamento que vinha da virilha para o corpo todo. Fiquei em choque e disse que ia pensar.
Naquela noite não conseguia dormir de tesão. Coincidentemente estávamos tentando nosso primeiro filho, eu até estava tomando alguns remédios para facilitar a gravidez. Não me encontrei com ele no chat no dia seguinte, mas de novo não conseguia dormir. O tesão era tão grande que finalmente me decidi. Iria ir adiante. Não tinha motivo para fazer isso, nem para trair o meu marido que eu amo tanto, mas a sensação no corpo era mais do que eu podia aguentar. Eu não tinha controle. Marquei um encontro com ele em um restaurante afastado, em um dia que meu marido tinha ido à outro estado em um congresso. Coloquei a roupa que ele pediu (um espartilho preto, calcinha e sutiãs pretos, um amor, disse para o meu marido que era para ele!) . Estava morrendo de medo mas a sensação no meio das pernas era mais forte. Cheguei no restaurante com a calcinha quase pingando de tão molhadinha que eu estava.
Pedro teve um choque quando me viu. Tive que repetir várias vezes que eu não iria contar para ninguém, que iria ficar entre nós. Quando ele notou que eu ia adiante, tomou controle da situação. Ele finalmente ficou o macho que estava em controle. Me deu um beijo na boca enquanto massageava meus seios. Mordeu meu pescoço, passou a língua na minha orelha e disse “é hoje que eu te faço um filho”. Quase gozei nessa hora.
Ele então pediu para eu ir no banheiro e usar um teste de ovulação. Estava me sentindo dominada por aquele macho. O teste deu no máximo possível. Ele então perguntou se eu tinha seguido o ‘script’. Falei que não tive sexo com meu marido, menti que estava menstruada (ele nunca presta atenção nessas coisas). Falei também que ele tinha ido em um congresso e só voltava no fim de semana, dali à 4 dias. Os olhos de Pedro se acenderam e perguntou se tinha mais alguém em casa. Eu falei que não, era só eu, mas que jamais poderíamos fazer o que ele estava pensando. Ele disse que era ele quem mandava, que ele era o macho, que iria me comer e me emprenhar na minha cama de casal. Tive um calafrio no corpo todo. Eu não queria fazer isso, mas meu corpo já tinha tomado a decisão. E eu amo meu marido!
Chegamos em casa, eu não acreditava no que eu estava fazendo. Tinha impressão que meu marido iria aparecer a qualquer instante. Levei ele ao quarto, sem falarmos. Disse para eu tirar a roupa e fiquei só com o espartilho. Ele, ainda de roupa, me deu um beijo forte, me puxou pela bunda, colocou um dedo sobre a calcinha no cuzinho. Depois foi para o pescoço enquanto as mãos já iam por dentro da calcinha, nos lugares quentes. Pedro então tirou a roupa, ficou só de cueca. Pediu para eu tirar a cueca com os dentes, o que fiz. Saltou um pau enorme, bem maior que o do meu marido. Mas o que mais me impressionou foi o saco, grande, cheio de esperma. Uma dor no coração me lembrou do meu marido, mas o tesão era impressionante. Ele disse para lamber o saco, com carinho, do macho que iria me emprenhar. Lambi tudo, o pau duro, batendo no meu rosto. Coloquei na boca e fiz um vai e vém. Ele quase gozou na minha boca, mas tirou abruptamente. Ali não era o lugar para desperdiçar seu líquido precioso. Mandou eu tirar o resto da roupa. Era agora. Não tinha mais volta.
Pedro então me jogou na cama de bruços e começou a lamber meu cuzinho. Eu mordia o travesseiro com tesão, nunca tinha dado ele para o meu marido de medo. Eu sabia que ele ia fazer isso, pelo nosso sexo virtual, mas agora era para valer. Com o pau molhado e o cuzinho também ele posicionou ele, sem camisinha, na entradinha do meu cu. Me preparei para o pior. Mas ele é um expert, me dedilhava na buceta com uma mão, mordia o meu pescoço, apertava um seio, ia bem devagar. Ficamos quase 40 minutos nisso até que notei seu saco batendo na minha bunda. Ele tinha enfiado tudo e a sensação era maravilhosa! Mordia meu lábio, doía um pouco, mas bem menos do que eu esperava. E a sensação de ter um macho dentro de mim, de eu dar prazer para ele pela minha bunda, pelo meu corpo de mulher, é inimaginável. Me sentia sua mulher total.
Gozei várias vezes nesse vai e vém, o tempo passava e nós colados um no outro. No fim, ele tirou, sem gozar. Mas o que eu queria, e só pensava nisso, era ter ele dentro de mim, enchendo meu útero, me fazendo mulher dele em definitivo. Ele falou que tinha mais uma condição. Não acreditei no que ele falou. Falou que iria filmar tudo. Eu prontamente disse que não, e não. Falou que iria embora. O que mais ele queria? Já tinha a grande possibilidade de me engravidar, por que filmar? Ele disse que iria guardar a fita como troféu, e que serviria de garantia que eu sempre iria transar com ele quando ele quisesse, por medo que eu iria mostrar a fita para o meu marido. Me espantei com a sinceridade. Minha mente dizia “sai dessa agora!”, mas meu corpo estava cada vez mais dominado por aquele macho que sabia fazer as coisas. Dei um beijo nele e com uma culpa enorme que se misturava ao tesão disse “sou tua, faz o que quiseres”. Ele montou a câmera de pau duro. Era uma câmera profissional, não aquelas que vemos por aí. Procurou enquadrar bem. Pediu para eu deitar de costas na cama e abrir as pernas. Fiz isso, fechei os olhos e me preparei. Ele veio por cima, me deu um beijo profundo de língua, e pediu para eu direcionar o pau dele no meu útero. Que sensação, só de entrar a cabeça tive um orgasmo ali mesmo. Ele enfiou tudo e nunca tinha me sentido tão preenchida. Quase que sentia algo no estômago. Ele então se ajoelhou com o pau todo enfiado e me perguntou “o que você quer de mim, sua puta”. Sem saber o que dizer, com a câmera ligada, eu perguntei “como assim”, no meio de uns gemidos. Ele perguntou de novo “me diz o que tu quer de mim”. Era a humilhação final, ter a razão de tudo gravada em fita. Naquele ponto, o que eu podia fazer? Eu disse “me faz um filho”. “Eu não ouvi”, disse ele. “ME FAZ UM FILHO! ME ENGRAVIDA! ME DOMINA!”, gritei. Ele deu dois puxões nos meus quadris e enfiou forte. Eu gemia sem parar. “E o seu marido”, perguntou?. “Meu marido é um corno, ele não sabe de nada!”. Começou a acelerar. Ele falou “Se ele tiver vendo essa fita, conta prá ele agora!”. “SIM!”, gritei, “ELE QUE É MEU MACHO, ELE QUE ME FEZ O FILHO”. Eu estava gozando sem parar. Nisso toca o telefone e nós dois paramos olhando um para o outro. Sem saber o que fazer, ele falou “Atende. agora!”. Eu estava imóvel. Ele alcançou o telefone e passou para o mim. “Alô?” perguntei, respiração rápida, meio que em gemidos. Ele perguntou “o que houve, estava correndo?”. Falei “Sim! Não, digo, estava fazendo uns exercícios!”. Consegui enganar ele e ele começou a contar do que estava fazendo. Pedro recomeçou o vai-e-vem e eu não acreditava. Era isso que ele queria, estava completando a fantasia dele de um jeito que ele jamais seria possível. Fiquei um pouco braba com isso, mas notei que a fantasia dele também era a minha, e soltei um gemido. Por um momento meu marido desconfiou, mas falei que tinha me machucado o dedo em algum lugar. Rapidamente despistei ele, desliguei o telefone e Pedro fazia cada vez mais rápido. “Quem é o teu macho?” perguntava. “Quero te engravidar agora, sua puta, tu só quer saber de homem bom para te emprenhar”. Eu dizia, “me come, me engravida, me faz um filho, me enche de porra”. De repente sinto um jato dentro do meu útero e no mesmo momento começo a ver estrelas. Gozei tantas vezes durante aquilo, mas o gozo final fez os outros parecerem nada. Quase desmaiei, parecia em transe. Meus quadris apertavam pedro e parecia que não parava de jorra esperma de seu pau. Deu mais três estocadas e parou completamente. Nós ofegantes, o copro dele em cima do meu, seu pau e esperma me enchendo meu corpo. Depois de um tempo ele saiu. Mandou eu ficar com as pernas levantadas por uns 20 minutos. Me deu um beijo na boca longo, de paixão mesmo. Antes de sair ainda começou a passar a mão no esperma que saia da buceta, aos montes, molhando a cama e colocava na minha boca para chupar. Eu adorei. Disse para ficar fazendo aquilo, colhendo e comendo o esperma do meu macho. E então falou: “me aguarde amanhã, aqui, no mesmo horário”. Agora, passado o tesão, veio a culpa, pesada, coitado do meu marido. Ele levou todo o equipamento e eu sabia que minha vida tinha dado um giro de 180 graus.
Ele veio nos próximos 3 dias e fez a mesma rotina, todas as vezes. Eu fiquei cada vez mais arrombada, cada vez mais satisfeita, cada vez mais mulher. No final, descobri que sou super fértil e o problema provavelmente era o meu marido. Um mês depois, veio o resultado. Eu estava grávida. Dado o momento em que tinha acontecido, o pai só podia ser ele. Meu marido, é claro, achou que era dele, afinal fizemos sexo na semana seguinte, um sexo sem muito tesão da minha parte... A Roleta Russa do Pedro tinha dado certo.
Achei que a fantasia tinha terminado, mas que nada. Ainda iria ter um final inesperado. Pedro, quando soube do acontecido, me avisou que faltava ainda uma coisa. Mais uma vez não acreditei. Como ele tinha conseguido me engravidar, eu tinha que ser marcada por ele mais uma vez. Mandou eu fazer um ‘P’ com um certo estilo acima da forquilha da minha bunda. Boquiaberta, falei que não. Mas ele tinha o vídeo, eu não tive opção. Como eu iria explicar para o meu marido? Por sorte, o nome do meu marido começa com R, então menti para ele, aos choros, que estava fazendo um ‘R’ mas não aguentei. Meu marido, super carinhoso e compreensivo, dize que não tinha problema, que eu podia remover assim que eu estivesse pronta. É claro que eu procurei nunca mais trazer o assunto à tona. Pedro ainda fez um filme onde me comeu, mostrou a tatuagem e me fez dizer a razão dela. Minha barriga de grávida ainda não mostrava. Eu estava completamente à mercê dele. Qualquer biquini que eu usasse mostrava o P e muita gente achou estranho. Ainda bem que meu marido não faz idéia...
Hoje meu filho está com 2 anos e estou grávida de novo, desta vez com certeza é do meu marido, ufa. Tentamos mais uma vez a roleta russa (ele fez questão), mas quando eu estava ovulando ele estava viajando. Mesmo assim, toda a vez que eu vou para o web site dele, vejo as nossas fotos (com os rostos escondidos) e me dá um tesão sem parar. Quem sabe depois desse ele não me faz outro? Risos.... Um aviso às navegantes.... ser dominada dessa maneira por outro homem que não for o seu marido é o máximo do tesão. Os riscos são grandes, mas a recompensa é enorme. Beijos a todos, por favor não publiquem meu e-mail.

7:32 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Roleta Russa - casada de POA e uma história inacreditável mas verdadeira

Meu nome é Patrícia e eu trabalho como secretária em um escritório grande de advocacia em Porto Alegre. Tenho pele clara, cabelos castanhos, um corpo tipo violão e sei que muitos homens me acham gostosa. Tenho 29 anos, sou casada à 5 anos com meu marido que amo, mas que não sabe nada disso.... e espero que nunca venha a saber, pois apesar dessa história ser extremamente excitante seria uma bomba na vida dele...
Sempre recebi cantadas diretas e indiretas de muita gente, inclusive meu próprio chefe, mas nunca dei bola. Um dia eu tive que ficar até mais tarde para cuidar de uma papelada e uma amiga e colega minha, Laura, ficou me ajudando. Lá pelas 8 da noite e com muito serviço pela frente, depois de ligar para meu marido que ia me atrasar, Laura trouxe um vinho da sala do chefe dela para relaxar, enquanto continuávamos o trabalho.... foi nesse ambiente que ela me contou do que ela chamava de ‘roleta russa’...
Ela descobriu que o chefe dela, o Pedro, um homem nos seus 40 anos, casado e com filhos, tem uma espécie de ‘perversão’, se é que dá para se chamar disso. Ele adora comer mulheres casadas e já tinha até dado em cima dela. Até aí tudo bem, meu chefe também já tinha feito isso, até já achava normal. Mas ele tem uma página na internet sobre isso, onde ele esconde o rosto dele e os detalhes pessoais, mas Laura já sabe que é ele mesmo. Descobriu passando-se por uma outra mulher na internet e levou ele a confessar onde trabalhava. Mas nunca teve nada com ele. Mas tudo bem, pensei, hoje em dia a internet permite muitas coisas, achei interessante mas nada de mais. Mas aí ela me contou que o site é sobre a ‘roleta russa’... mas nesse ponto chegou mais uns colegas nossos para ajudar no trabalho e a conversa morreu aí. Mas fiquei muito interessada e fui atrás do site dele. O site fala que ele adora isso, mas não explica o que é, pede para as mulheres, casadas, entre em contato por chat. Então resolvei entrar em contato com ele, anonimamente.
Pedro trabalha muitos dias além do expediente, e descobri que é por causa dessa fantasia. Quando ele não está trabalhando, está viajando “a trabalho”, mas na verdade colocando a fantasia em prática. Me loguei como casadacarente e comecei a conversar com ele... disse que eu estava muito interessada no assunto e que ele me explicasse o que era. No momento eu estava mais entediada e louca para saber das fofocas dele, mas ele exigiu que fizéssemos sexo virtual antes. Eu nunca tinha feito isso, até achava traição (ainda acho) mas resolvi ir adiante, afinal, não estávamos realmente fazendo sexo. Nossa, a sensação que tive foi sensacional! Nos dias seguintes continuamos a fazer sexo virtual enquanto ele criava confiança em mim... e o engraçado é que estávamos no mesmo andar do prédio, risos... o sexo incluia tudo, até colocar a camisinha com a boca. Mas no final ele pedia sempre para gozar “dentro de mim” e se podia tirar a camisinha, é claro que eu dizia que sim e geralmente eu tinha meu orgasmo nessa hora, enquanto me masturbava.
Finalmente consegui convencer ele a me contar... nesse momento eu já estava super envolvida com ele, estava até pensando em ir adiante. Ele então me explicou tudinho... ‘Roleta Russa’ para ele era fazer amor com uma mulher casada no período fértil dela, sem camisinha... se o tiro desse certo ela iria engravidar. Mais ainda, não era para a mulher transar com o marido naquela semana. A revelação foi como um soco no estômago para mim, enquanto que eu sentia uma sensação de formigamento que vinha da virilha para o corpo todo. Fiquei em choque e disse que ia pensar.
Naquela noite não conseguia dormir de tesão. Coincidentemente estávamos tentando nosso primeiro filho, eu até estava tomando alguns remédios para facilitar a gravidez. Não me encontrei com ele no chat no dia seguinte, mas de novo não conseguia dormir. O tesão era tão grande que finalmente me decidi. Iria ir adiante. Não tinha motivo para fazer isso, nem para trair o meu marido que eu amo tanto, mas a sensação no corpo era mais do que eu podia aguentar. Eu não tinha controle. Marquei um encontro com ele em um restaurante afastado, em um dia que meu marido tinha ido à outro estado em um congresso. Coloquei a roupa que ele pediu (um espartilho preto, calcinha e sutiãs pretos, um amor, disse para o meu marido que era para ele!) . Estava morrendo de medo mas a sensação no meio das pernas era mais forte. Cheguei no restaurante com a calcinha quase pingando de tão molhadinha que eu estava.
Pedro teve um choque quando me viu. Tive que repetir várias vezes que eu não iria contar para ninguém, que iria ficar entre nós. Quando ele notou que eu ia adiante, tomou controle da situação. Ele finalmente ficou o macho que estava em controle. Me deu um beijo na boca enquanto massageava meus seios. Mordeu meu pescoço, passou a língua na minha orelha e disse “é hoje que eu te faço um filho”. Quase gozei nessa hora.
Ele então pediu para eu ir no banheiro e usar um teste de ovulação. Estava me sentindo dominada por aquele macho. O teste deu no máximo possível. Ele então perguntou se eu tinha seguido o ‘script’. Falei que não tive sexo com meu marido, menti que estava menstruada (ele nunca presta atenção nessas coisas). Falei também que ele tinha ido em um congresso e só voltava no fim de semana, dali à 4 dias. Os olhos de Pedro se acenderam e perguntou se tinha mais alguém em casa. Eu falei que não, era só eu, mas que jamais poderíamos fazer o que ele estava pensando. Ele disse que era ele quem mandava, que ele era o macho, que iria me comer e me emprenhar na minha cama de casal. Tive um calafrio no corpo todo. Eu não queria fazer isso, mas meu corpo já tinha tomado a decisão. E eu amo meu marido!
Chegamos em casa, eu não acreditava no que eu estava fazendo. Tinha impressão que meu marido iria aparecer a qualquer instante. Levei ele ao quarto, sem falarmos. Disse para eu tirar a roupa e fiquei só com o espartilho. Ele, ainda de roupa, me deu um beijo forte, me puxou pela bunda, colocou um dedo sobre a calcinha no cuzinho. Depois foi para o pescoço enquanto as mãos já iam por dentro da calcinha, nos lugares quentes. Pedro então tirou a roupa, ficou só de cueca. Pediu para eu tirar a cueca com os dentes, o que fiz. Saltou um pau enorme, bem maior que o do meu marido. Mas o que mais me impressionou foi o saco, grande, cheio de esperma. Uma dor no coração me lembrou do meu marido, mas o tesão era impressionante. Ele disse para lamber o saco, com carinho, do macho que iria me emprenhar. Lambi tudo, o pau duro, batendo no meu rosto. Coloquei na boca e fiz um vai e vém. Ele quase gozou na minha boca, mas tirou abruptamente. Ali não era o lugar para desperdiçar seu líquido precioso. Mandou eu tirar o resto da roupa. Era agora. Não tinha mais volta.
Pedro então me jogou na cama de bruços e começou a lamber meu cuzinho. Eu mordia o travesseiro com tesão, nunca tinha dado ele para o meu marido de medo. Eu sabia que ele ia fazer isso, pelo nosso sexo virtual, mas agora era para valer. Com o pau molhado e o cuzinho também ele posicionou ele, sem camisinha, na entradinha do meu cu. Me preparei para o pior. Mas ele é um expert, me dedilhava na buceta com uma mão, mordia o meu pescoço, apertava um seio, ia bem devagar. Ficamos quase 40 minutos nisso até que notei seu saco batendo na minha bunda. Ele tinha enfiado tudo e a sensação era maravilhosa! Mordia meu lábio, doía um pouco, mas bem menos do que eu esperava. E a sensação de ter um macho dentro de mim, de eu dar prazer para ele pela minha bunda, pelo meu corpo de mulher, é inimaginável. Me sentia sua mulher total.
Gozei várias vezes nesse vai e vém, o tempo passava e nós colados um no outro. No fim, ele tirou, sem gozar. Mas o que eu queria, e só pensava nisso, era ter ele dentro de mim, enchendo meu útero, me fazendo mulher dele em definitivo. Ele falou que tinha mais uma condição. Não acreditei no que ele falou. Falou que iria filmar tudo. Eu prontamente disse que não, e não. Falou que iria embora. O que mais ele queria? Já tinha a grande possibilidade de me engravidar, por que filmar? Ele disse que iria guardar a fita como troféu, e que serviria de garantia que eu sempre iria transar com ele quando ele quisesse, por medo que eu iria mostrar a fita para o meu marido. Me espantei com a sinceridade. Minha mente dizia “sai dessa agora!”, mas meu corpo estava cada vez mais dominado por aquele macho que sabia fazer as coisas. Dei um beijo nele e com uma culpa enorme que se misturava ao tesão disse “sou tua, faz o que quiseres”. Ele montou a câmera de pau duro. Era uma câmera profissional, não aquelas que vemos por aí. Procurou enquadrar bem. Pediu para eu deitar de costas na cama e abrir as pernas. Fiz isso, fechei os olhos e me preparei. Ele veio por cima, me deu um beijo profundo de língua, e pediu para eu direcionar o pau dele no meu útero. Que sensação, só de entrar a cabeça tive um orgasmo ali mesmo. Ele enfiou tudo e nunca tinha me sentido tão preenchida. Quase que sentia algo no estômago. Ele então se ajoelhou com o pau todo enfiado e me perguntou “o que você quer de mim, sua puta”. Sem saber o que dizer, com a câmera ligada, eu perguntei “como assim”, no meio de uns gemidos. Ele perguntou de novo “me diz o que tu quer de mim”. Era a humilhação final, ter a razão de tudo gravada em fita. Naquele ponto, o que eu podia fazer? Eu disse “me faz um filho”. “Eu não ouvi”, disse ele. “ME FAZ UM FILHO! ME ENGRAVIDA! ME DOMINA!”, gritei. Ele deu dois puxões nos meus quadris e enfiou forte. Eu gemia sem parar. “E o seu marido”, perguntou?. “Meu marido é um corno, ele não sabe de nada!”. Começou a acelerar. Ele falou “Se ele tiver vendo essa fita, conta prá ele agora!”. “SIM!”, gritei, “ELE QUE É MEU MACHO, ELE QUE ME FEZ O FILHO”. Eu estava gozando sem parar. Nisso toca o telefone e nós dois paramos olhando um para o outro. Sem saber o que fazer, ele falou “Atende. agora!”. Eu estava imóvel. Ele alcançou o telefone e passou para o mim. “Alô?” perguntei, respiração rápida, meio que em gemidos. Ele perguntou “o que houve, estava correndo?”. Falei “Sim! Não, digo, estava fazendo uns exercícios!”. Consegui enganar ele e ele começou a contar do que estava fazendo. Pedro recomeçou o vai-e-vem e eu não acreditava. Era isso que ele queria, estava completando a fantasia dele de um jeito que ele jamais seria possível. Fiquei um pouco braba com isso, mas notei que a fantasia dele também era a minha, e soltei um gemido. Por um momento meu marido desconfiou, mas falei que tinha me machucado o dedo em algum lugar. Rapidamente despistei ele, desliguei o telefone e Pedro fazia cada vez mais rápido. “Quem é o teu macho?” perguntava. “Quero te engravidar agora, sua puta, tu só quer saber de homem bom para te emprenhar”. Eu dizia, “me come, me engravida, me faz um filho, me enche de porra”. De repente sinto um jato dentro do meu útero e no mesmo momento começo a ver estrelas. Gozei tantas vezes durante aquilo, mas o gozo final fez os outros parecerem nada. Quase desmaiei, parecia em transe. Meus quadris apertavam pedro e parecia que não parava de jorra esperma de seu pau. Deu mais três estocadas e parou completamente. Nós ofegantes, o copro dele em cima do meu, seu pau e esperma me enchendo meu corpo. Depois de um tempo ele saiu. Mandou eu ficar com as pernas levantadas por uns 20 minutos. Me deu um beijo na boca longo, de paixão mesmo. Antes de sair ainda começou a passar a mão no esperma que saia da buceta, aos montes, molhando a cama e colocava na minha boca para chupar. Eu adorei. Disse para ficar fazendo aquilo, colhendo e comendo o esperma do meu macho. E então falou: “me aguarde amanhã, aqui, no mesmo horário”. Agora, passado o tesão, veio a culpa, pesada, coitado do meu marido. Ele levou todo o equipamento e eu sabia que minha vida tinha dado um giro de 180 graus.
Ele veio nos próximos 3 dias e fez a mesma rotina, todas as vezes. Eu fiquei cada vez mais arrombada, cada vez mais satisfeita, cada vez mais mulher. No final, descobri que sou super fértil e o problema provavelmente era o meu marido. Um mês depois, veio o resultado. Eu estava grávida. Dado o momento em que tinha acontecido, o pai só podia ser ele. Meu marido, é claro, achou que era dele, afinal fizemos sexo na semana seguinte, um sexo sem muito tesão da minha parte... A Roleta Russa do Pedro tinha dado certo.
Achei que a fantasia tinha terminado, mas que nada. Ainda iria ter um final inesperado. Pedro, quando soube do acontecido, me avisou que faltava ainda uma coisa. Mais uma vez não acreditei. Como ele tinha conseguido me engravidar, eu tinha que ser marcada por ele mais uma vez. Mandou eu fazer um ‘P’ com um certo estilo acima da forquilha da minha bunda. Boquiaberta, falei que não. Mas ele tinha o vídeo, eu não tive opção. Como eu iria explicar para o meu marido? Por sorte, o nome do meu marido começa com R, então menti para ele, aos choros, que estava fazendo um ‘R’ mas não aguentei. Meu marido, super carinhoso e compreensivo, dize que não tinha problema, que eu podia remover assim que eu estivesse pronta. É claro que eu procurei nunca mais trazer o assunto à tona. Pedro ainda fez um filme onde me comeu, mostrou a tatuagem e me fez dizer a razão dela. Minha barriga de grávida ainda não mostrava. Eu estava completamente à mercê dele. Qualquer biquini que eu usasse mostrava o P e muita gente achou estranho. Ainda bem que meu marido não faz idéia...
Hoje meu filho está com 2 anos e estou grávida de novo, desta vez com certeza é do meu marido, ufa. Tentamos mais uma vez a roleta russa (ele fez questão), mas quando eu estava ovulando ele estava viajando. Mesmo assim, toda a vez que eu vou para o web site dele, vejo as nossas fotos (com os rostos escondidos) e me dá um tesão sem parar. Quem sabe depois desse ele não me faz outro? Risos.... Um aviso às navegantes.... ser dominada dessa maneira por outro homem que não for o seu marido é o máximo do tesão. Os riscos são grandes, mas a recompensa é enorme. Beijos a todos, por favor não publiquem meu e-mail.

7:32 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Meu nome é Cezar, tenho 22 anos, e essa história que eu vou contar agora aconteceu há dois anos.
Tenho uma prima que na época estava com 14 anos, ela era muito gostoso, peitinho rosado, bundinha rebitada, lábios carnudos, um tesão de menina, toda deliciosa. Ela vivia lá em casa, sempre ficava lá ajudando minha mãe nos afazeres de casa, quando ela estava em casa e ficava com um micro short cravado naquele reguinho virgem, e uma blusinha toda solta e ficava sem sultian que dava pra ver até a marca do biquinho do peito dela, eu ficava louco de tesão com aquela visão maravilhosa, mesmo ficando doido a ponto de explodir eu nuca tive coragem de tentar alguma coisa, mesmo porque ela era muito menina e nunca tinha me dado muita idéia. Mas a coragem veio em um dia que minha mãe precisou sair e ficou só eu e aquela delícia. Então começamos a conversar, papo vai papo vem, a conversa começou a esquentar, até começarmos a falar de sexo, ai perguntei a ela se ainda era vigem, ela respondeu que sim, que nunca tinha tido nenhum contato com nenhum cara, quando ela valou isso meus olhos até brilharam, pensei é hoje que eu como essa gostosa. Chamei ela para irmos pra piscina, ela topou, então nos trocamos e fomos pra lá, começamos uma brincadeira, ela passava debaixo da minha perna e eu passava debaixo da dela, mas sempre que eu passava e ia subir, eu roçava meu pau naquela bundinha gostosa, com isso ela foi se excitando, depois comecei a passar a mão bem de leve pelo corpo dela, vi que ela já estava tremendo, daí então virei e tasquei um beijo nela, que por um momento resistiu, mas segurei-a com mais força ai ela sedeu e se soltou, fiquei só roçando meu pau nela até que ela me chamou para sairmos da piscina e irmos pro quarto, chegando lá arranquei aquele biquíni tendo a visão mais esplendorosa de toda minha vida, comecei a chupar aqueles peitinhos, que delicia, estava quase gozando só de fazer isto, fui beijando todo o seu corpo até em sua grutinha virgem, quente e molhada, fiz ela ficar louca, depois ela retribuiu com um boquete muito gostoso, parecia uma puta profissional, era demais. Então fui subindo novamente e pedi que ela abrisse as pernas, fui forçando meu pau na entrada daquela bucetinha deliciosa e ela começou a gemer, até que enfiei tudo em uma só estocada, ela deu um grito e começou a gemer feito uma louca, fui bombando mais forte, aquilo era um delicia , pedi para ela ficar de quatro, ela me atendeu com gosto, arrebitou aquela bundinha todinha só pra mim, deu uma lambida em seu cuzinho e fui colocando minha pica centímetro por centímetro, comecei a bombar forte feito um louco, ela gemia alto, aquilo me dava ainda mais tesão, ficava rebolando aquela bundinha lisinha, depois de ter arregaçado o seu cuzinho pedi pra ela bater um boquete, novamente ela fez com muita vontade, em pouco tempo gozei dentro daquela boquinha quente, ela não deixou cair nada sugou até a ultima gota, foi a trepada mais gostosa de toda minha vida, comer uma menininha virgem e inocente, até hoje quando nos encontramos sempre relembramos os velhos tempos...

7:33 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

A PRIMEIRA VEZ QUE DEI O RABO

Minha primeira experiencia sendo enrabada foi a sensação mais gostosa, mais tesuda que já senti em toda a minha vida.
Nunca tinha dado o rabo e o meu parceiro vivia com aqueles olhos pidões e sempre quando estava fazendo sexo na minha bucetinha, vinha com aqueles dedos tentando alargar meu cuzinho.
Eu sentia muito prazer quando ele passava o dedo na portinha.
Quando era penetrada na xaninha e ele alisava meu cuzinho com o dedo eu ficava com muito tesão, mas tinha muito medo de dar o rabo.
Sempre que estavamos na rua e quando eu dava as costas e me voltava rapidamente para ve-lo, era no meu rabo que seus olhos estavam cravados, e isso não saía da minha cabeça.. pois meu cuzinho piscava de tanta vontade de dar..
Até que um dia.. ele estava se deliciando, enfiando na minha bucetinha toda umida por tras, quando começou a esfregar aquele grosso melado no meu anus.... ssssssssssssss...ahh... que sensação deliciosa... que vontade de ser enrabada.. de dar todos os buracos, de ser fudida que nem uma puta safada.
E ele com aquela voz do caralho de gostosa, perguntou no meu ouvido se eu queria experimentar.
É irrisestivel ver um macho gostoso, que me fodE gostoso na buceta, se rastejar por um rabo... sss...
Não pensei duas vezes e disse que estava preparada...
Ele era todo cuidadoso comigo e tiha muito medo de me machucar. me ensinou que eu devia me tocar enquanto estivesse sentindo muita dor.
Ele ficou forçando na portinha... e o que eu sentia era um puto tesão daquele caralho que parecia uma pedra me penetrando e me rasgando toda.
O que aconteceu a seguir é algo que jamais irei esquecer..logo após ter entrado a cabecinha.. aquela pica gigantesca deslizou pelo meu rabo a dentro... e ele inicialmente começou a me cavalgar devagar... e o que eu sentia era desconhecido e estupendamente gostoso.
Fiquei louca e percebi que dar o rabo é a coisa mais excitante, mais fudida de gostosa que tem na minha vida..
estou sempre depilando meu cuzinho...e quando não tenho o pau dele me penetrando, eu enfio o que tiver de duro pela frente..
Hoje em dia, acho que não viveria mais uma boa transa sem dar o meu rabo, não teria mais graça nenhuma.
Eu fico muito gostosa, muito vadia.. e fico com um tesão que não é desse mundo..
Hoje eu peço para ele me bater na bunda...sss... é delicioso...
Adoro que puxe meus cabelos e adoro procurar sua boca tendo que encaixar a minha bunda em todo o seu pau para virar prá tras..
Ele me come que nem um animal.. se lambuza todo... treme..
parece um cachorro de rua, grudado no rabo da sua cadela..
E eu.. adoro ser arrombada por aquele pau latejando... e adoro ser puta dando o cu.. adoro sentir um caralho dentro do meu rabo e adoro quando ele me bate e cospe no meu cu..
É tudo gostoso e sujo que eu nao tenho vontade de fazer outra coisa..
Agora o meu cuzinho deu pra piscar quando estou com vontade e sempre tenho vontade de dar o rabo, acordo pensando e vou dormir pensando.

Quem quiser experimentar a delícia do meu rabo, me escrevam e se quiserem inventar algo mais, se quiserem me enfiar objetos, me usar que nem uma vadia suja... fiquem a vontade, garanto que não se arrependerão.

10:58 PM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

A PRIMEIRA VEZ QUE DEI O RABO

Minha primeira experiencia sendo enrabada foi a sensação mais gostosa, mais tesuda que já senti em toda a minha vida.
Nunca tinha dado o rabo e o meu parceiro vivia com aqueles olhos pidões e sempre quando estava fazendo sexo na minha bucetinha, vinha com aqueles dedos tentando alargar meu cuzinho.
Eu sentia muito prazer quando ele passava o dedo na portinha.
Quando era penetrada na xaninha e ele alisava meu cuzinho com o dedo eu ficava com muito tesão, mas tinha muito medo de dar o rabo.
Sempre que estavamos na rua e quando eu dava as costas e me voltava rapidamente para ve-lo, era no meu rabo que seus olhos estavam cravados, e isso não saía da minha cabeça.. pois meu cuzinho piscava de tanta vontade de dar..
Até que um dia.. ele estava se deliciando, enfiando na minha bucetinha toda umida por tras, quando começou a esfregar aquele grosso melado no meu anus.... ssssssssssssss...ahh... que sensação deliciosa... que vontade de ser enrabada.. de dar todos os buracos, de ser fudida que nem uma puta safada.
E ele com aquela voz do caralho de gostosa, perguntou no meu ouvido se eu queria experimentar.
É irrisestivel ver um macho gostoso, que me fodE gostoso na buceta, se rastejar por um rabo... sss...
Não pensei duas vezes e disse que estava preparada...
Ele era todo cuidadoso comigo e tiha muito medo de me machucar. me ensinou que eu devia me tocar enquanto estivesse sentindo muita dor.
Ele ficou forçando na portinha... e o que eu sentia era um puto tesão daquele caralho que parecia uma pedra me penetrando e me rasgando toda.
O que aconteceu a seguir é algo que jamais irei esquecer..logo após ter entrado a cabecinha.. aquela pica gigantesca deslizou pelo meu rabo a dentro... e ele inicialmente começou a me cavalgar devagar... e o que eu sentia era desconhecido e estupendamente gostoso.
Fiquei louca e percebi que dar o rabo é a coisa mais excitante, mais fudida de gostosa que tem na minha vida..
estou sempre depilando meu cuzinho...e quando não tenho o pau dele me penetrando, eu enfio o que tiver de duro pela frente..
Hoje em dia, acho que não viveria mais uma boa transa sem dar o meu rabo, não teria mais graça nenhuma.
Eu fico muito gostosa, muito vadia.. e fico com um tesão que não é desse mundo..
Hoje eu peço para ele me bater na bunda...sss... é delicioso...
Adoro que puxe meus cabelos e adoro procurar sua boca tendo que encaixar a minha bunda em todo o seu pau para virar prá tras..
Ele me come que nem um animal.. se lambuza todo... treme..
parece um cachorro de rua, grudado no rabo da sua cadela..
E eu.. adoro ser arrombada por aquele pau latejando... e adoro ser puta dando o cu.. adoro sentir um caralho dentro do meu rabo e adoro quando ele me bate e cospe no meu cu..
É tudo gostoso e sujo que eu nao tenho vontade de fazer outra coisa..
Agora o meu cuzinho deu pra piscar quando estou com vontade e sempre tenho vontade de dar o rabo, acordo pensando e vou dormir pensando.

Quem quiser experimentar a delícia do meu rabo, me escrevam e se quiserem inventar algo mais, se quiserem me enfiar objetos, me usar que nem uma vadia suja... fiquem a vontade, garanto que não se arrependerão.

10:58 PM, March 03, 2005  

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