Sunday, February 27, 2005

Pra quem acha que me conhece...

DISPARO CONTRA O SOL
SOU FORTE, SOU POR ACASO
MINHA METRALHADORA CHEIA DE MÁGOAS
EU SOU UM CARA
CANSADO DE CORRER NA DIREÇÃO CONTRÁRIA
SEM PÓDIO DE CHEGADA
OU BEIJO DE NAMORADA
EU SOU MAIS UM CARA
MAS SE VOCÊ ACHAR QUE EU ESTOU DERROTADO
SAIBA QUE AINDA ESTÃO ROLANDO OS DADOS

PORQUE O TEMPO, O TEMPO NÃO PÁRA
DIAS SIM, DIAS NÃO
EU VOU SOBREVIVENDO SEM UM ARRANHÃO
DA CARIDADE DE QUEM ME DETESTA
A TUA PISCINA ESTÁ CHEIA DE RATOS
SUAS IDÉIAS NÃO CORRESPONDEM AOS FATOS
O TEMPO NÃO PÁRA
EU VEJO O FUTURO REPETIR O PASSADO
EU VEJO UM MUSEU DE GRANDES NOVIDADES
O TEMPO NÃO PÁRA, NÃO PÁRA NÃO, NÃO PÁRA
EU NÃO TENHO DATA PRA COMEMORAR
ÀS VEZES OS MEUS DIAS SÃO DE BAR EM BAR
PROCURANDO UMA AGULHA NO PALHEIRO
NAS NOITES DE FRIO É MELHOR NEM NASCER
NAS DE CALOR, SE ESCOLHE:
É MATAR OU MORRER
E ASSIM NOS TORNAMOS BRASILEIROS

TE CHAMAM DE LADRÃO, DE BICHA, MACONHEIRO
TRANSFORMAM UM PAÍS INTEIRO NUM PUTEIRO
POIS ASSIM SE GANHA MAIS DINHEIRO

A TUA PISCINA ESTÁ CHEIA DE RATOS
SUAS IDÉIAS NÃO CORRESPONDEM AOS FATOS
O TEMPO NÃO PÁRA
EU VEJO O FUTURO REPETIR O PASSADO
EU VEJO UM MUSEU DE GRANDES NOVIDADES
O TEMPO NÃO PÁRA, NÃO PÁRA NÃO, NÃO PÁRA
DIAS SIM, DIAS NÃO
EU VOU SOBREVIVENDO SEM UM ARRANHÃO
DA CARIDADE DE QUEM ME DETESTA
A TUA PISCINA ESTÁ CHEIA DE RATOS
SUAS IDÉIAS NÃO CORRESPONDEM AOS FATOS
O TEMPO NÃO PÁRA

EU VEJO O FUTURO REPETIR O PASSADO
EU VEJO UM MUSEU DE GRANDES NOVIDADES
O TEMPO NÃO PÁRA,
NÃO PÁRA NÃO, NÃO, NÃO, NÃO, NÃO, NÃO

56 Comments:

Anonymous Anonymous said...

Cazuza realemtne sabia as palavras certas.... Linda música, mas espero que vc troque para "pro dia nascer feliz"

PS. vc tera a explicação sobre eu não ter gostado de closer.

Beijos

Jana
www.entretantas-eu.blogger.com.br

3:20 AM, February 28, 2005  
Anonymous Anonymous said...

primeira vez que mamei num caralho

Meu nome é Leticia, tenho 16 anos, sou morena , baixinha(1.55 cm de altura), olhos verdes, cabelos compridos e um corpo estilo violão, bem tesudinho. Eu moro no interior de SP, numa fazenda com meus pais. Desde pequena eu sempre fui muito inocente e não maldava as coisas que aconteciam ao meu redor, mas o tempo foi passando e eu comecei a perceber certos fatos... Eu sempre adorei beber um leitin ho quente colhido da vaca, certa vez um peão da fazenda me disse que as vaquinhas estavam doentes e que não poderia recolher leite para mim, eu comecei a chorar dizendo que queria o meuu leitinho, daí o peão perguntou se eu conhecia \" leite de tora\" e que se eu quisesse ele me dava leitinho e eu inocente que era não sabia o que era \"tora\" e que só gostava de leite da minha vaquinha. Passado algum tempo e as vacas não melhoravame eu já estava deseperada pelo meu leitinho, foi quando lembrei que o Pedro(esse é o nome do peão) me falou sobre o leitinho de tora. Naquela noite eu dormi decidida a experimentar esse tal leite. DE manhã fui direto para o celeiro e falei com o Pedro que já não aguentava mais ficar sem meu leitinho e que queria experimentar o tal leite de tora. O Pedro me olhou e disse que quando fosse por volta do meio-dia eu voltasse ao celeiro que ele me deixaria mamar o quanto eu quisesse.Voltei para a casa grande muito feliz , pois teria leitinho para eu beber. Lá pelas 10:30 da manhã meus pais foram à capital visitar a minha avó que estava internada, eles queriam me levar, mas eu protestei muito, pois queria ficar na fazenda para experimentar esse \"leitinho misterioso\". Quando deram 11:50h eu partí para o celeiro, pois estava louca para tomar o meu leitinho. Quando cheguei cheguei logo chamei o Pedro que apareceu de prontidão e me levou para os fundos do celeiro e disse que já voltava, eu me sentei na palha e fiquei esperando, quando oPedro voltou, notei que estava com as calças abertas e falei com ele, no que ele virou para mim e falou para eu chegar mais perto, quando me aproximei logo reparei que Pedro tinha colocado para fora das calças algo grande e duro. Eu tentei me esquivar , mas ele segurou no meu braço e disse que eu já era muito grandinha para beber leitinho de vaca e que já era hora de me ensinar a mamar a tora dele. Ele começou a me beijar de mansinho e eucomecei a sentir um arrepio subindo pelas permnas , ele me beijava com vontade e eu corrspondia , meio inexperiente, aos poucos fui me soltando, ele tirou minha blusae começou a acariciar meus peitinhos pequenos e durinhos de tesão, eu comecei a gemer baixinho igual uma gata no cio, ele parou de me beijar e começou a mamar meus peitinhos me chamando de vaquinha safada e tesuda, eu já estava com as pernas moles e ele colou o corpo no meu, foi quando eu senti aquele caralho duro roçando nas minhas coxas, nisso a minha xoxotinha já estava ensopada de tesão, dai o Pedro me disse. - Vc não quer leitinho? Vem, mama aqui na minha tora, vou te dar leite quentinho. Ele me fez ajoelhar e botou aquele caralho imenso para fora ( fiquei sabendo depois, 23X6) e me falou para mamar, eu comecei a chupar aquela cabeçona vermelha que já estava toda melada, chupava devagar, meio que com medo, mas como sou espertinha fui pegando o jeito e mamava sem parar, engolindo a cabeça daquele caralhãoigual uma bola de sorvete, quanto mais eu mamava mais alto o Pedro gemia, eu já estava ficando experiente e agora já mamava sem medo, engolindo aquela tora maravilhosa, lambendo tduo,cabeça, saco, pau, tudo, foi quando o Pedro disse para eu me preparar que ele iria gozar e me draia o leitinho que eu tanto queria, mamaei com mais vontade ainda, de repente senti o Pedro começar a tremere meter todo aquele caralho maravilhoso na minha boca e gozar de forma fenomenal, eu mamei tudinho, cada gotinha daquele leitinho gostoso que ele me dava. Quando ele acabou de gozar, eu já estava empanturrada de tanata porra que mamei. Daí ele me deu um beijo na boca e perguntou se eu havia gostado do leitinho, e eu mais que satisfeita disse que sim, então ele viroub pra mime disse que agora era ele quem queria mamar meu leitinho, nisso ele já foi me deitando na palha e arreganhando minhas pernas e caiu de boca na minha xoxotinha toda melada, chupando o meu grelinho, passando a lingua em volta e metendo um dedo na minha grutinha, nessa hora eu já estava gemendo alto como uma verdadeira putinha safada, e o Pedro enterrando a lingua na minha xoxota, quando eu gozei foi demais e o Pedro mamou todo o meu melzinho...depois de algum tempo nos vestimos , mas não sem antes fazer o Pedro prometer que me draia \"leitinho e tora\" novamente.Foi assim que eu comecei a gostar de mamar num caralho, desse dia em diante nunca mais tomei leite de vaca, agora só bebo \"leitinho de tora\" que é mais saudável. Esse é o primeiro conto que eu mando, espero que vcs tenham gostado, agora quem quiser uma mamada ou torcar experiencias me escrevam na_fazenda@yahoo.com.br
Beijinhos para todos

5:10 PM, February 28, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Sobremesa depravada com a filhinha puta

Sobremesa depravada com minha filha

Acho que esse relato ficou extenso demais, mas a transa foi boa! Gostaria de receber comentários e críticas.

No relato anterior, contei sobre o que minha filha Sabrina aprontou conosco - uau! como foi bom!
Depois da farra, eu e minha esposa fomos para a sala, seguindo as intruções de nossa pequena. Minha esposa, Leila, sentou-se ao meu lado no sofá e, acariciando meu pau (ainda sujo de molho), me perguntou o que tinha achado. Respondi perguntando-lhe se aquilo havia sido idéia dela, o que me respondeu que não.
Ela sorriu maliciosamente para mim, ainda me masturbando, e lambeu meu rosto. Depois, perto do meu ouvido, disse:
- Ah! Nossa filha será uma puta melhor que eu. Vou ensinar tudinho para ela, mas quero que ela me supere! O macarrão estava delicioso, estou ansiosa pela sobremesa!
- Tal mãe, tal filha - lhe respondi puxando para um forte beijo.
Enquanto nos beijávamos ouvi um pigarrear. Era Sabrina, com uma lata de chantilly (aquelas spray para confeitar bolo), um pires e uma colher, além, é óbvio, do seu \"brinquedo\".
Ela se aproximou de nós, sentou-se no colo de minha esposa e a beijou. Depois sorriu para mim e me beijou também. Eu e minha esposa estávamos sentados lado-a-lado e Sabrina estava sentada no colo de sua mãe e com as pernas sobre o meu colo. Ela dobrou uma perna e espalhou chantilly sobre seus dedinhos, depois passou o pé em meu rosto. Eu segurei seu pezinho delicado e comecei a chupar seus dedinhos, que estavam bezuntados pelo creme.
Eu chupava cada um de seus dedinhos, passava a língua entre eles, lambia a sola delicada de seus pés, colocava mais chantilly e voltava a lamber. Enquanto eu brincava com seu pezinho, Sabrina chupava os seios de sua mãe, dizia que ainda estava com fome e precisava mamar. Minha mulher se divertia com isso e esfregava o peito no rostinho de nossa putinha. Sua mão masturbava a xaninha ninfeta de Sabrina que já dava sinais que iria gozar...
Ficamos nessa brincadeira, até que Sabrina se levantou e disse para mim:
- Gostou do meu pezinho com chantilly? Então vamos fazer direitinho! Deite-se no chão!
A vadiazinha ainda se acha no direito de mandar no pai...
Ela encheu o pires de chantilly e me mandou deitar no chão aos pés do tapete, disse ainda para a mãe se senhtar ao seu lado no sofá. As duas pisaram no pires deixando os pés completamente labuzados e começaram a se esfregar em meu rosto e meu peito. Ora espalhavam o creme em meu corpo com os pés, ora pisavam no meu rosto me fazendo comer a cobertura, e assim fomos brincando.
Meu pau já queria pular fora da calça e eu levei minha mão para ele, na tentativa de começar uma deliciosa punheta. Quando Sabrina percebeu me impediu e falou para sua mãe vir tirar minha roupa.
Leila se deitou sobre mim, lambendo meu rosto, descendo pelo meu pescoço, peito, barriga, chegando ao meu pau. Tirou minhas calças ecomeçou a chupar meu pau, que estava já duro e vermelho de tesão! sabrina continua brincando com o chantilly em seus pés, passando no meu rosto. Nisso, Leila enche sua boca de creme volta a chupar meu pau, ele fica todo lambuzado com a \"sobremesa\" e ela passa a cuspir sobre a cabeça dele, fazendo com que aquela mistura de saliva e chantilly escorra pelo meu pau, pelo meu saco e se espalhe pelo piso da sala.
Sabrina diz que quer incrementar a brincadeira, então ela, de pé, apoia as mãos no sofá, deixando assim seu rabinho exposto para nós. Ela enfia o bico da lata no seu cuzinho e aperta, depois olha para mim e, com cara de tarada, diz: \"não quer docinho papai? Vem chupar meu cu!\"
Na hora me levanto e começo a chupar aquele anelzinho rosado e sem pelos, passo a língua em volta, e como todo o chantilly. Ela põe mais, eu abro sua bundinha e enfio minha lígua naquele rabinho gostoso!
Enquanto isso, minha esposa se masturbava e chupava meu pau. Depois de alguns minutos, não aguentei mais e disse que já iria gozar!
A Sabrina se levantou e mandou que eu gozasse no pires, que estava cheio de chantilly. Eu nunca a vi tão faminta assim por porra! E assim eu fiz.
Ela lambeu um pouco, como se fosse uma cadelinha e o restante ofereceu para a mãe, que com cara de safada, enfiou o rosto no pires espalhando toda a \"cobertura\" e ficando com a cara toda lambuzada. Eu já estava cansado, quando a Sabrina enfiou toda a ponta do tubo no rabinho e apertou o gatilho e se encheu de creme.
Depois, quando já estava visivelmente cheinha, pôs-se de cócoras sobre meu rosto e começou a soltar seu estoque anal :o)
Ela olhou para baixo, sorrindo maliciosamente para mim e falou: \"vai papai! come meu cocozinho doce! é a sua sobremesa!\"
Comi tudinho e depois limpei seu cu com a língua. Ah! Que tesão...
Depois disso, comi minha esposa na frente de Sabrina, que enfiava o consolo no rabinho da mãe. E assim passamos o resto da tarde.

5:12 PM, February 28, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Sobremesa depravada com a filhinha puta

Sobremesa depravada com minha filha

Acho que esse relato ficou extenso demais, mas a transa foi boa! Gostaria de receber comentários e críticas.

No relato anterior, contei sobre o que minha filha Sabrina aprontou conosco - uau! como foi bom!
Depois da farra, eu e minha esposa fomos para a sala, seguindo as intruções de nossa pequena. Minha esposa, Leila, sentou-se ao meu lado no sofá e, acariciando meu pau (ainda sujo de molho), me perguntou o que tinha achado. Respondi perguntando-lhe se aquilo havia sido idéia dela, o que me respondeu que não.
Ela sorriu maliciosamente para mim, ainda me masturbando, e lambeu meu rosto. Depois, perto do meu ouvido, disse:
- Ah! Nossa filha será uma puta melhor que eu. Vou ensinar tudinho para ela, mas quero que ela me supere! O macarrão estava delicioso, estou ansiosa pela sobremesa!
- Tal mãe, tal filha - lhe respondi puxando para um forte beijo.
Enquanto nos beijávamos ouvi um pigarrear. Era Sabrina, com uma lata de chantilly (aquelas spray para confeitar bolo), um pires e uma colher, além, é óbvio, do seu \"brinquedo\".
Ela se aproximou de nós, sentou-se no colo de minha esposa e a beijou. Depois sorriu para mim e me beijou também. Eu e minha esposa estávamos sentados lado-a-lado e Sabrina estava sentada no colo de sua mãe e com as pernas sobre o meu colo. Ela dobrou uma perna e espalhou chantilly sobre seus dedinhos, depois passou o pé em meu rosto. Eu segurei seu pezinho delicado e comecei a chupar seus dedinhos, que estavam bezuntados pelo creme.
Eu chupava cada um de seus dedinhos, passava a língua entre eles, lambia a sola delicada de seus pés, colocava mais chantilly e voltava a lamber. Enquanto eu brincava com seu pezinho, Sabrina chupava os seios de sua mãe, dizia que ainda estava com fome e precisava mamar. Minha mulher se divertia com isso e esfregava o peito no rostinho de nossa putinha. Sua mão masturbava a xaninha ninfeta de Sabrina que já dava sinais que iria gozar...
Ficamos nessa brincadeira, até que Sabrina se levantou e disse para mim:
- Gostou do meu pezinho com chantilly? Então vamos fazer direitinho! Deite-se no chão!
A vadiazinha ainda se acha no direito de mandar no pai...
Ela encheu o pires de chantilly e me mandou deitar no chão aos pés do tapete, disse ainda para a mãe se senhtar ao seu lado no sofá. As duas pisaram no pires deixando os pés completamente labuzados e começaram a se esfregar em meu rosto e meu peito. Ora espalhavam o creme em meu corpo com os pés, ora pisavam no meu rosto me fazendo comer a cobertura, e assim fomos brincando.
Meu pau já queria pular fora da calça e eu levei minha mão para ele, na tentativa de começar uma deliciosa punheta. Quando Sabrina percebeu me impediu e falou para sua mãe vir tirar minha roupa.
Leila se deitou sobre mim, lambendo meu rosto, descendo pelo meu pescoço, peito, barriga, chegando ao meu pau. Tirou minhas calças ecomeçou a chupar meu pau, que estava já duro e vermelho de tesão! sabrina continua brincando com o chantilly em seus pés, passando no meu rosto. Nisso, Leila enche sua boca de creme volta a chupar meu pau, ele fica todo lambuzado com a \"sobremesa\" e ela passa a cuspir sobre a cabeça dele, fazendo com que aquela mistura de saliva e chantilly escorra pelo meu pau, pelo meu saco e se espalhe pelo piso da sala.
Sabrina diz que quer incrementar a brincadeira, então ela, de pé, apoia as mãos no sofá, deixando assim seu rabinho exposto para nós. Ela enfia o bico da lata no seu cuzinho e aperta, depois olha para mim e, com cara de tarada, diz: \"não quer docinho papai? Vem chupar meu cu!\"
Na hora me levanto e começo a chupar aquele anelzinho rosado e sem pelos, passo a língua em volta, e como todo o chantilly. Ela põe mais, eu abro sua bundinha e enfio minha lígua naquele rabinho gostoso!
Enquanto isso, minha esposa se masturbava e chupava meu pau. Depois de alguns minutos, não aguentei mais e disse que já iria gozar!
A Sabrina se levantou e mandou que eu gozasse no pires, que estava cheio de chantilly. Eu nunca a vi tão faminta assim por porra! E assim eu fiz.
Ela lambeu um pouco, como se fosse uma cadelinha e o restante ofereceu para a mãe, que com cara de safada, enfiou o rosto no pires espalhando toda a \"cobertura\" e ficando com a cara toda lambuzada. Eu já estava cansado, quando a Sabrina enfiou toda a ponta do tubo no rabinho e apertou o gatilho e se encheu de creme.
Depois, quando já estava visivelmente cheinha, pôs-se de cócoras sobre meu rosto e começou a soltar seu estoque anal :o)
Ela olhou para baixo, sorrindo maliciosamente para mim e falou: \"vai papai! come meu cocozinho doce! é a sua sobremesa!\"
Comi tudinho e depois limpei seu cu com a língua. Ah! Que tesão...
Depois disso, comi minha esposa na frente de Sabrina, que enfiava o consolo no rabinho da mãe. E assim passamos o resto da tarde.

5:12 PM, February 28, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Sobremesa depravada com a filhinha puta

Sobremesa depravada com minha filha

Acho que esse relato ficou extenso demais, mas a transa foi boa! Gostaria de receber comentários e críticas.

No relato anterior, contei sobre o que minha filha Sabrina aprontou conosco - uau! como foi bom!
Depois da farra, eu e minha esposa fomos para a sala, seguindo as intruções de nossa pequena. Minha esposa, Leila, sentou-se ao meu lado no sofá e, acariciando meu pau (ainda sujo de molho), me perguntou o que tinha achado. Respondi perguntando-lhe se aquilo havia sido idéia dela, o que me respondeu que não.
Ela sorriu maliciosamente para mim, ainda me masturbando, e lambeu meu rosto. Depois, perto do meu ouvido, disse:
- Ah! Nossa filha será uma puta melhor que eu. Vou ensinar tudinho para ela, mas quero que ela me supere! O macarrão estava delicioso, estou ansiosa pela sobremesa!
- Tal mãe, tal filha - lhe respondi puxando para um forte beijo.
Enquanto nos beijávamos ouvi um pigarrear. Era Sabrina, com uma lata de chantilly (aquelas spray para confeitar bolo), um pires e uma colher, além, é óbvio, do seu \"brinquedo\".
Ela se aproximou de nós, sentou-se no colo de minha esposa e a beijou. Depois sorriu para mim e me beijou também. Eu e minha esposa estávamos sentados lado-a-lado e Sabrina estava sentada no colo de sua mãe e com as pernas sobre o meu colo. Ela dobrou uma perna e espalhou chantilly sobre seus dedinhos, depois passou o pé em meu rosto. Eu segurei seu pezinho delicado e comecei a chupar seus dedinhos, que estavam bezuntados pelo creme.
Eu chupava cada um de seus dedinhos, passava a língua entre eles, lambia a sola delicada de seus pés, colocava mais chantilly e voltava a lamber. Enquanto eu brincava com seu pezinho, Sabrina chupava os seios de sua mãe, dizia que ainda estava com fome e precisava mamar. Minha mulher se divertia com isso e esfregava o peito no rostinho de nossa putinha. Sua mão masturbava a xaninha ninfeta de Sabrina que já dava sinais que iria gozar...
Ficamos nessa brincadeira, até que Sabrina se levantou e disse para mim:
- Gostou do meu pezinho com chantilly? Então vamos fazer direitinho! Deite-se no chão!
A vadiazinha ainda se acha no direito de mandar no pai...
Ela encheu o pires de chantilly e me mandou deitar no chão aos pés do tapete, disse ainda para a mãe se senhtar ao seu lado no sofá. As duas pisaram no pires deixando os pés completamente labuzados e começaram a se esfregar em meu rosto e meu peito. Ora espalhavam o creme em meu corpo com os pés, ora pisavam no meu rosto me fazendo comer a cobertura, e assim fomos brincando.
Meu pau já queria pular fora da calça e eu levei minha mão para ele, na tentativa de começar uma deliciosa punheta. Quando Sabrina percebeu me impediu e falou para sua mãe vir tirar minha roupa.
Leila se deitou sobre mim, lambendo meu rosto, descendo pelo meu pescoço, peito, barriga, chegando ao meu pau. Tirou minhas calças ecomeçou a chupar meu pau, que estava já duro e vermelho de tesão! sabrina continua brincando com o chantilly em seus pés, passando no meu rosto. Nisso, Leila enche sua boca de creme volta a chupar meu pau, ele fica todo lambuzado com a \"sobremesa\" e ela passa a cuspir sobre a cabeça dele, fazendo com que aquela mistura de saliva e chantilly escorra pelo meu pau, pelo meu saco e se espalhe pelo piso da sala.
Sabrina diz que quer incrementar a brincadeira, então ela, de pé, apoia as mãos no sofá, deixando assim seu rabinho exposto para nós. Ela enfia o bico da lata no seu cuzinho e aperta, depois olha para mim e, com cara de tarada, diz: \"não quer docinho papai? Vem chupar meu cu!\"
Na hora me levanto e começo a chupar aquele anelzinho rosado e sem pelos, passo a língua em volta, e como todo o chantilly. Ela põe mais, eu abro sua bundinha e enfio minha lígua naquele rabinho gostoso!
Enquanto isso, minha esposa se masturbava e chupava meu pau. Depois de alguns minutos, não aguentei mais e disse que já iria gozar!
A Sabrina se levantou e mandou que eu gozasse no pires, que estava cheio de chantilly. Eu nunca a vi tão faminta assim por porra! E assim eu fiz.
Ela lambeu um pouco, como se fosse uma cadelinha e o restante ofereceu para a mãe, que com cara de safada, enfiou o rosto no pires espalhando toda a \"cobertura\" e ficando com a cara toda lambuzada. Eu já estava cansado, quando a Sabrina enfiou toda a ponta do tubo no rabinho e apertou o gatilho e se encheu de creme.
Depois, quando já estava visivelmente cheinha, pôs-se de cócoras sobre meu rosto e começou a soltar seu estoque anal :o)
Ela olhou para baixo, sorrindo maliciosamente para mim e falou: \"vai papai! come meu cocozinho doce! é a sua sobremesa!\"
Comi tudinho e depois limpei seu cu com a língua. Ah! Que tesão...
Depois disso, comi minha esposa na frente de Sabrina, que enfiava o consolo no rabinho da mãe. E assim passamos o resto da tarde.

5:12 PM, February 28, 2005  
Anonymous Anonymous said...

PERDI O MEU CABAÇO NO CU COM UM CAVALO

CHAMO-ME PAULO, TENHO 22 ANOS E SEMPRE ADOREI SER ENRABADO, MAS NUNCA TINHA TIDO CORAGEM
DEVIDO A TER MEDO DE SER DESCOBERTO. SEMPRE QUE PODIA VESTIA AS CALCINHAS DA MINHA IRMÃ E IA PARA
A ESCOLA. UMA VEZ DEPILEI O MEU CU TODO E VESTI CINTO DE LIGAS E MEIAS SEM CALCINHAS E FUI MONTAR A CAVALO
PARA A QUINTA DO MEU PAI. AO SAIR A CAVALO REPAREI QUE O MEU CAVALO ESTAVA EXCITADO DEVIDO A UMAS EGUAS QUE ESTAVAM
POR PERTO, DEIXANDO SEU PAU DE FORA E FICANDO MUITO BRAVO. AO SENTIR AQUILO SAI DE CIMA DELE E FUI CAMINHANDO A PÉ PARA
VER SE O ACALMAVA. PASSADO UM POUCO VI QUE EKE CONTINUAVA IGUAL, COM UM PAU ENORME, E SENTI UMA VONTADE ENORME DE LHE TOCAR
PARA O ACALMAR, MAS FOI PIOR POIS AINDA SE EXCITOU MAIS. FOI QUANDO ME VEIO UMA IDEIA Á CABEÇA, METE-LO NA BOCA, AO TENTAR METER
A CABEÇA ENORME VI QUE SABIA MAL, ENTÃO DESPI AS CALÇAS E METI ENTRE AS PERNAS PARA O FAZER GOZAR. E COMESEI A METER O LIQUIDO QUE
ELE DEITAVA DO PAU NO MEU CU DEIXANDO-O BEM MOLHASO. FOI QUANDO NUM EXTINTO ENCOSTEI AQULA CABEÇA ENORME NO MEU CU PENSANDO QUE NÃO
PODIA ENTRAR SEVIDO AO SEU TAMANHO. SENTI TANTO PRAZER QUE ESTAVA QUASE GOZANDO E, ENPINEI MAIS A BUNDA, METENDO BEM NA ENTRADA DO CU,
FOI QUANDO AO MESMO TEMPO O CAVALO ME DÁ UMA ESTOCADA FORTE QUASE METENDO A CABEÇA PROVOCANDO-ME UMA DOR TÃO FORTE QUE IMEDIATAMENTE
TENTEI DESISTIR, MAS AO OLHAR PARA FRENTE ESTAVAM OS MEUS DOIS TIOS ME DIZENDO QUE NÃO PODIA DEIXAR O CAVALO ASSIM E ME AGARRARAM
METENDO-ME DE NOVO DEBAIXO DO CAVALO COM O PAU APONTADO AO MEU CU.. AO SENTIR AQUILO O CAVALO DA-ME OUTRA ESTOCADA LEVANDO-ME A TENTAR FUGIR
MAS NÃO FOI POSSIVEL POIS OS MEUS ME AGARRARAM COM FORÇA DEIXANDO-ME INDEFESO. QUANDO O CAVALO TORNOU A IR PARA A FRENTE, SENTI A MAIOR DOR DA
MINHA VIDA E COMECEI A CHORAR. MAS OS MEUS TIOS ME ABRIRAM O CU AINDA MAIS E ME ENPINARAM MAIS O CU PARA ENTRAR MELHOR. FOIQUANDOSENTI SER
COMPLETAMENTE RASGADO, OUVINDO O MEU TIO DIZER QUE JÁ TINHA ENTRADO A CABEÇA E QUE A PARTIR DE AGORA JÁ NÃO DOIA TANTO. PASSADO UM POUCO
SENTI QUE JÁ A DOR ESTAVA- ME EXCITANDO E SENTI ENTÃO ENTRAR UM BOCASO TÃO GRANDE QUE ME TOCOU NA BARRIGA FAZENDO COMQUE EU SAI-SE COMPLETAMENTE
OS MEUS TIOS ENTÃO ME TORNARAM A ENCOSTAR AQUELE PAU AO MEU CU , ENTRANDO QUASE METADE DE UMA VEZ DEIXANDO O CAVALO GOZAR DENTRO DE MIM

5:13 PM, February 28, 2005  
Anonymous Anonymous said...

PERDI O MEU CABAÇO NO CU COM UM CAVALO

CHAMO-ME PAULO, TENHO 22 ANOS E SEMPRE ADOREI SER ENRABADO, MAS NUNCA TINHA TIDO CORAGEM
DEVIDO A TER MEDO DE SER DESCOBERTO. SEMPRE QUE PODIA VESTIA AS CALCINHAS DA MINHA IRMÃ E IA PARA
A ESCOLA. UMA VEZ DEPILEI O MEU CU TODO E VESTI CINTO DE LIGAS E MEIAS SEM CALCINHAS E FUI MONTAR A CAVALO
PARA A QUINTA DO MEU PAI. AO SAIR A CAVALO REPAREI QUE O MEU CAVALO ESTAVA EXCITADO DEVIDO A UMAS EGUAS QUE ESTAVAM
POR PERTO, DEIXANDO SEU PAU DE FORA E FICANDO MUITO BRAVO. AO SENTIR AQUILO SAI DE CIMA DELE E FUI CAMINHANDO A PÉ PARA
VER SE O ACALMAVA. PASSADO UM POUCO VI QUE EKE CONTINUAVA IGUAL, COM UM PAU ENORME, E SENTI UMA VONTADE ENORME DE LHE TOCAR
PARA O ACALMAR, MAS FOI PIOR POIS AINDA SE EXCITOU MAIS. FOI QUANDO ME VEIO UMA IDEIA Á CABEÇA, METE-LO NA BOCA, AO TENTAR METER
A CABEÇA ENORME VI QUE SABIA MAL, ENTÃO DESPI AS CALÇAS E METI ENTRE AS PERNAS PARA O FAZER GOZAR. E COMESEI A METER O LIQUIDO QUE
ELE DEITAVA DO PAU NO MEU CU DEIXANDO-O BEM MOLHASO. FOI QUANDO NUM EXTINTO ENCOSTEI AQULA CABEÇA ENORME NO MEU CU PENSANDO QUE NÃO
PODIA ENTRAR SEVIDO AO SEU TAMANHO. SENTI TANTO PRAZER QUE ESTAVA QUASE GOZANDO E, ENPINEI MAIS A BUNDA, METENDO BEM NA ENTRADA DO CU,
FOI QUANDO AO MESMO TEMPO O CAVALO ME DÁ UMA ESTOCADA FORTE QUASE METENDO A CABEÇA PROVOCANDO-ME UMA DOR TÃO FORTE QUE IMEDIATAMENTE
TENTEI DESISTIR, MAS AO OLHAR PARA FRENTE ESTAVAM OS MEUS DOIS TIOS ME DIZENDO QUE NÃO PODIA DEIXAR O CAVALO ASSIM E ME AGARRARAM
METENDO-ME DE NOVO DEBAIXO DO CAVALO COM O PAU APONTADO AO MEU CU.. AO SENTIR AQUILO O CAVALO DA-ME OUTRA ESTOCADA LEVANDO-ME A TENTAR FUGIR
MAS NÃO FOI POSSIVEL POIS OS MEUS ME AGARRARAM COM FORÇA DEIXANDO-ME INDEFESO. QUANDO O CAVALO TORNOU A IR PARA A FRENTE, SENTI A MAIOR DOR DA
MINHA VIDA E COMECEI A CHORAR. MAS OS MEUS TIOS ME ABRIRAM O CU AINDA MAIS E ME ENPINARAM MAIS O CU PARA ENTRAR MELHOR. FOIQUANDOSENTI SER
COMPLETAMENTE RASGADO, OUVINDO O MEU TIO DIZER QUE JÁ TINHA ENTRADO A CABEÇA E QUE A PARTIR DE AGORA JÁ NÃO DOIA TANTO. PASSADO UM POUCO
SENTI QUE JÁ A DOR ESTAVA- ME EXCITANDO E SENTI ENTÃO ENTRAR UM BOCASO TÃO GRANDE QUE ME TOCOU NA BARRIGA FAZENDO COMQUE EU SAI-SE COMPLETAMENTE
OS MEUS TIOS ENTÃO ME TORNARAM A ENCOSTAR AQUELE PAU AO MEU CU , ENTRANDO QUASE METADE DE UMA VEZ DEIXANDO O CAVALO GOZAR DENTRO DE MIM

5:13 PM, February 28, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Olá, meus leitores espero que gosta de minha esperiência que vou contar....
Tudo começou no sabado de manhã dia: 22/01/05, eu e meu namorado foi passar um final semana com a mãe dele na roça, chegando lá a gente combinamos de ir a cachoeira mais o seu irmão e tio quase todos da mesma idade; O meu namorado e um cara romantico e ciumento e naum ficava nenhum minuto longe de mim.
A gente estava tudo em rodinha no rio, meu namora atras de mim logico penetrado, o meu cunhado estava um pouco na frente e seu tio do lado, como meu namorado estava atras de mim, eles perceberam logo que eu estava com maior tensão com meu namorado me penetrando, e ele começaram a sentir tbm fiquei piscando pra eles e desejava eles tbm, mais nem podia toca-los.
Mais td bem o dia foi passando eu e meu namorado só na cachoeira a gente meteu umas 5 vezes de manhã até a tarde e o meu dia só estava começando...no caminho de volta como eu percebi q seu irmão e seu tio estavam me despindo com os olhos e estava todos eretos....
Chegando na casa da minha sogra eu e meu namorado fomos tomar banho juntos e o nosso banho foi de 2horas pra mais pois só no banho metemos mais 2 vezes com ele gozando né...Depois no chugamos e fomos pro quarto,(o meu namora estava descontrolavel naum queria parar de meter e quanto mais metia mais eu queria né e ele tbm. Ele naum queria nem parar pra repor energia e nem pra comer alguma coisa)daí começamos td denovo eu já todo arronmbada mais querendo + , isso ainda era umas 18:00hs da noite a estava lá deu umas 20:00hs a gente paramos um pouco e fomos repor energias e comer. Ele exitado, estava comendo e me comendo com os olhos fiquei ate com vergonha dos pessoal de lá porque eles nunca tinha..............................depois eu continuo pessoal ate mais mil bjs...

http://www.megasex.com.br

6:11 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Sou fruto de uma tradicional família mineira, onde os valores sociais são de importância vital, portanto o que eu vou lhes narrar vem de encontro às minhas mais profundas raízes.
Sou uma mulher de 35 anos, casada há 18 anos com um homem maravilhoso, muito amigo, companheiro e um amante maravilhoso mas extremamente conservador dentro dos padrões sociais. Não tinha necessidade e nem passava pela minha cabeça uma aventura diferente, se alguém pensasse em me sugerir algo neste sentido tenho certeza de que me sentiria profundamente ofendida. Mas como a vida costuma nos ensina a cada minuto que passa, às vezes nos surpreendemos agindo de uma maneira completamente inusitada.
Carlos, meu marido, é um empresário da área de telecomunicação e como tal tem um bom círculo de amizades. Constantemente estamos participando de eventos sociais, e recentemente houve um congresso na nossa cidade. O qual reuniu profissionais do Brasil inteiro. Nesta ocasião, veio participar um grande amigo de Carlos, que mora em Curitiba, o que o deixou muito feliz, pois há muito tempo não se viam, Carlos me consultou se eu me importaria de ele convidar o seu amigo Lucio para ficar na nossa casa. Logicamente não me opus. Após o primeiro dia de congresso fui me encontrar com eles para jantar. Nesta oportunidade fui apresentada a Lucio, não pude deixar de notar o quanto ele era bonito, moreno jambo, com um bom porte atlético e um sorriso que cativa ao primeiro olhar. Fomos a um bom restaurante e depois demos uma esticada para dançar, isso tudo regado a boas doses de whisky, fomos ficando cada vez mais à vontade e como Lucio era o único do grupo que estava sozinho, perguntou a Carlos se poderia me tirar para dançar, é claro que Carlos disse que não teria o menor problema. Fomos para o meio da pista curtir um belo rock, após algumas musicas começou uma sequência de musicas lentas, já ia voltar para a mesa quando ele me segurou pelo braço e disse que gostaria de continuar dançando, senti um estranho frio na barriga, olhei rapidamente para a mesa e vi que Carlos estava completamente envolvido no papo com os outros amigos, em poucos segundos me vi sendo impulsionada a me aproximar daquele corpo que tanto tinha me impressionado, coloquei a mão no seu ombro, encostei o meu rosto no seu e me inebriei com o seu perfume. Comecei a notar que ele me levava para o outro lado da pista, onde a visão da mesa seria praticamente nenhuma, não estava me reconhecendo, estávamos mantendo um silencio de cúmplice, nada precisava ser dito, tínhamos consciência que estávamos entrando em um caminho perigoso e completamente excitante pelo risco que ele representava.
Quando ele se sentiu em uma posição mais segura na pista, começou a pressionar o meu corpo contra o seu e comecei a sentir um volume rígido encostando em minhas coxas e completamente surpresa me peguei alisando o seus cabelos, nesta hora com uma centelha de bom senso, sugeri que voltássemos para a mesa, no que fui prontamente atendida. O resto da noite transcorreu normal para os outros, mas para nos dois cada olhar era transformado em uma carga de energia que tomava conta do meu corpo.
Retornamos para casa pôr volta das 3 horas da madrugada, fui logo tomar meu banho e coloquei um vestido bem solto que dava um toque todo especial ao meu corpo, Carlos em seguida também foi tomar banho, mas antes pediu que eu preparasse o quarto pára Silvio, não sei se gostei ou se me apavorei, só sei que fui mostrar o quarto para ele depois de escutar o barulho do chuveiro, isso me deu uma certa confiança, separei a roupa de cama e ao entregar para ele dei oportunidade para que segurasse nas minhas mãos e lentamente me puxasse de encontro a ele e me beijasse sem que eu pudesse ter forças para impedir.
Escutamos o chuveiro sendo desligado e eu assustada saí correndo do quarto e fui direto para a cama, como se fosse o único lugar seguro para a minha consciência. Carlos saiu do banho e, para minha sorte, estava cansado demais para tentar alguma coisa pois estava apavorada que pudesse transparecer a minha culpa.
No dia seguinte, Carlos levantou cedo, me acordou e me informou que iria passar na empresa para depois ir para o congresso e pediu que eu avisasse ao Silvio que eles se encontrariam pôr lá. Novamente eu me colocaria em teste. Esperei o tempo necessário para que tivesse a certeza que ele não voltaria, abri lentamente a porta do quarto de Silvio, não estava me reconhecendo, só que agora não tinha mais volta, tinha que ir até o fim. Entrei e encontrei Silvio dormindo só de short, sentei na cama e comecei a alisar as suas pernas, ele acordou, me olhou e disse que fizesse tudo o que tinha vontade, fui subindo a mão até alcançar o short, lentamente fui colando a minha mão dentro dele, estava perto de pela primeira vez ter um membro que não fosse o do meu marido nas mãos, que loucura o tesão que tomava conta do meu corpo, quando senti minhas mãos encostarem naquela carne dura e quente eu perdi completamente a razão, tirei o short e comecei a chupá-lo como uma alucinada e ele também arrancou o meu vestido, agora eu era totalmente dele e para que a loucura fosse completa eu sugeri que fossemos para o meu quarto, agora sim este desvario estava completo. Na nossa cama eu transava com o amigo do meu marido, perdi a conta do numero de vezes que eu gozei, ele era simplesmente maravilhoso, após mais de duas horas de puro sexo resolvemos voltar à nossa realidade, combinamos que já que conseguimos chegar até o fundo iríamos respeitar a nossa condição de esposa e amigo de uma pessoa maravilhosa, ele foi se encontrar com o Carlos e eu dei uma desculpara para não sair com eles de novo.
Até hoje Carlos nem sonha com o que aconteceu e o nosso casamento continua sendo perfeito, principalmente porque descobri que liberando este lado mundano eu passei a ser uma esposa muito mais especial.

6:12 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Este conto é continuação de outro que escrevi de título \"Iniciando em Belo Horizonte\" de numero 11495. Contei que quando eu tinha 13 anos, meu amigo Marcelo de 14 anos me fez lhe fazer um boquete, e de brinde saí com a boca cheia. Era nossa primeira vez, e fiquei constrangido, apenas com o brinde.
Depois daquele dia, nosso próximo encontro, já no dia seguinte, Marcelo pediu novamente que lhe chupasse, e que eu não deveria temer, pois guardaria segredo e não gozaria na minha boca. Antes me deu uma aula explicando que a porra era uma coisa limpa, não faria mal e que havia pessoas que até engolia aquilo. Aceitei o convite, mas nada de gozar na minha boca, insisti. Ele tirou o pau para fora já bem duro e foi neste dia já mais calmo que pude observar a beleza da ferramenta e o enorme tamanho. Nunca tinha visto um pau tão grande. Ele disse; \"chupa como você fez ontem, mamando,... isso você aprendeu\". Eu chupava com desenvoltura. De repente ele tirou rápido o pinto, e disse que estava quase gozando, \"ufa\". Suspirou. E me fez o pedido que eu já esperava, queria me comer. Eu disse não, sem chance, meu cuzinho virgem e um pau daquele tamanho, não agüentaria. Marcelo insistiu, teria cuidado, colocaria devagar, seria só a cabecinha, passaria cuspe, se doesse ele tiraria, falou um monte de coisas, ah, jurou pela alma da vó que se doesse ele tiraria. Eu tinha muito medo da dor, já havia enfiado meu dedo com dificuldade jamais agüentaria aquilo tudo no rabo. Então pensei um pouco e concordei, mas eu ficaria de calça, ele só encostaria por cima da calça. Ele não aceitou. A discussão se prolongou, eu estava irredutível. Ele então já irritado, começou a dizer coisas que me abalou as estruturas; \"se você não deixar, nunca mais faremos mais nada de sexo, nada mesmo e, aliás, nem virei mais à sua casa, para não ter vontade de transar, só nos veremos na escola, eu estou falando sério e você me conhece... olha, meu pau já até baixou de raiva, estou indo embora...\" E guardou o pinto, que na verdade não estava mole, e foi saindo. (como eu contei no outro conto eu estava doido pra transar com o garoto, mas isto foi há 20 anos atrás e as pessoas não eram tão liberais como hoje, havia muito preconceito e pior eu era tímido e medroso) Mas então voltei atrás, disse que daria meu virgem jilozinho para ele, mas por misericórdia não judiasse de mim. Tirei a calça devagar como quem estivesse indo para a forca. Deitei de bundinha para cima, ele ficou passando a mão. Olhei para trás, sua carinha era só felicidade. Então ele abriu meu reguinho com as mãos e ficou olhando meu cuzinho. Achei ruim e pus a mão tampando. Ele segurou aquele cacetão e mirou na portinha. Olhei aquilo e fiquei com muito tesão, mas gelado de medo e falei; \"não tem lógica isto caber ai, olha o tamanho...mas você quer me matar...\" eu choramingava. Ele então passou um pouco de cuspe no pau, abriu meu bumbum, colocou a cabeça na entradinha e deitou em cima de mim. Eu estava com as pernas juntas e apertando a bunda. Marcelo pediu que eu abrisse tudo. Abri só a bunda e ele foi forçando a cabecinha, (cabeçona). Eu sentia muita dor, não entrava, ele falou que eu estava apertando o cuzinho. Então relaxei um pouco, ele bombou pra dentro. Gritei, chorei, ele forçou mais ainda, fui deslizando o corpo para frente até minha cabeça encostar-se à cabeceira da cama sem ter mais pra onde ir. Senti o pau dele me rasgando e pedi; \"por favor, para, para, eu deixo você gozar na minha boca, eu juro\". Não tinha mais volta, ele enfiou as mãos por debaixo do meu peito me segurando firme no ombro, e com a cara no meu ouvido foi tentando me tranqüilizar. Então enfiou as pernas dele entre as minhas pernas que estavam juntas fazendo abri-las e se colocando em melhor posição. Senti-me totalmente sem defesa. Começou então a estocar com firmeza. Eu suava e chorava. Sentia aquele pau enorme me penetrando, não estava acreditando no que estava acontecendo, cheguei a colocar a mão para trás na minha bunda para ter certeza que aquilo estava dentro de mim. Aquela situação pra mim era dolorosa, prazerosa e um tanto curiosa também, eu ainda não tinha visto aquilo nem em vídeo, não existia computador nem Internet. Não acreditava que ele conseguiria me penetrar, então estava feliz apesar da dor. Estava orgulhoso do meu garoto, queria muito beijá-lo, mas ainda não foi desta vez. Era muito prazeroso ter aquele menino dentro de mim. Seu pau começou a pulsar na minha bunda, ele estava gozando e gemia baixinho.Terminamos, ele quis saber se eu estava bem, disse que sim. Passei a mão atrás, estava melado, tinha um pouco de sangue também. \"Você tirou meu cabaço\", disse a ele. Rimos. Saímos calados. Fomos pro boteco jogar sinuca. Felizes...
Tivemos um caso legal que depois contarei em mais um conto. Podem me escrever, docedobom@hotmail.com

6:13 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

docedobom@hotmail.com

6:14 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

TAMBÉM TENHO MEUS SONHOS, E QUERO RELIZA-LOS.

Antes de relatar os sonhos que gostaria de realizar, quero contar-lhes mais uma aventura, em uma noite qualquer meu esposo resolveu irmos a um motel para outra jornada de sexo com o nosso amigo, é engraçado como é fácil sair-se da rotina com um pouco de criatividade, e esta parece que não falta a meu marido e nosso grande amigo. Ao entrarmos no quarto já sabia que levaria uma surra de pau em minha bocetinha, e não só nela, meu cuzinho também seria arregaçado e muito bem comido por algum de meus dois amantes; chegava a pensar como sempre:- É hoje que saio novamente extenuada deste ninho de selvageria sexual, quando digo selvageria não é pela violência e sim porque se lá ficávamos quatro ou mais horas meu amante pouco tempo ficava sem passar-me aquele pau sempre duro e disposto a penetrar-me profundamente nas mais diversas posições.Engraçado como ele tinha uma disposição incrível para o sexo, credito isto a vida saudável aqui do interior deste nosso querido estado do Rio Grande do Sul, além é claro de não fumar, não que eu seja contra a quem fuma, mas cheguei a conclusão que realmente tira a potencia do homem, eu saía cansada mas completamente satisfeita e realizada sexualmente. Mesmo depois de um tempo ainda sentia-me tímida em sua frente pelo menos nos primeiros momentos. Então sempre ao chegar ia ao banho, era um modo de me soltar, desta vez ele entrou logo atrás e foi acariciando-me com sua calma peculiar, encheu a banheira colocou fragrâncias na água e ficou arretando-me, beijava-me a boca o pescoço e mamava em meus peitinhos, eu não agüento ser acariciada, o calor sobe e o tezão vem a flor da pele, ele pediu para ficar de quatro apoiada na beirada da banheira e alisando minhas costas cravou sem dó seu potente pau em minha gruta do amor, o vaivém violento aquecia meu útero e as paredes vaginais, ele tirava quase todo e enterrava tudo de uma vez só ficando lá no fundo a mexer para os lados, quanta delicia sentir-me preenchida por aquele caralho, sentir que aquele homem sentia prazer ao me comer.Eu sentia a cabeça cutucar meu útero e ele tirava novamente para depois enterrar tudo, quando gozou, eu me derreti toda em gozo. Ele banhou-me gentilmente e fomos para a cama e lá deitei de costas em cima dele, meu marido por cima beijava meus peitos, meu umbigo e voltava para cima para chupar meu pescoço e orelhas, nosso amigo estava com o pau todo enterrado em minha xoxota, quando vejo meu esposo abre minhas pernas e tenta enfiar junto com ele seu pau em minha bucetinha, eu no tezão que estava me abri toda e seu pau foi entrando, é uma delicia sentir-se preenchida por dois paus, quando começaram o vaivém eu não sei explicar o que senti, o prazer era demais, dois paus a bombear dentro de mim sentia o ir e vir de um e de outro, que sensação diferente e gostosa, quando inventavam algo diferente ou quando me penetravam os dois sempre gozavam juntos e desta vez gozaram juntos novamente, meu marido com tanto tezão encheu-me de uma quantidade grande de porra, mais a de nosso amigo, não tinha lugar para sair, é interessante mas quando sinto o leite jorrar dentro de mim é que vem a sensação de ser mulher receptora do agrado e do prazer do macho,meu marido bombeou mais um pouco e deixou o garanhão a estocar-me, eu não sei dizer quantas vezes havia gozado só sei que ia gozar novamente quando nosso amigo gozasse dentro de mim pois com o tezão que sentia quando ele gozasse eu iría ao prazer outra vez. Depois desta fóda em que senti muito prazer, eu sabia que eles dariam um tempo e me fariam sentir prazer novamente ao comerem meu cuzinho, virei-me de frente para o garanhão e desta vez foi meu marido quem me enrabou prazerosamente, enquanto isto ele alisava meus peitos e minha bucetinha, gozei junto com meu querido.enquanto meu marido me comeu o garanhão endureceu seu pau e ao ele me deixar livre, nosso amigo pediu-me para ficar de quatro e novamente comeu-me a bucetinha com aquele seu vaivém potente fazendo-me mulher mais uma vez.Depois de deixar satisfeitos aqueles dois homens que tanto prazer me proporcionavam, banhei-me por uns dez minutos, recuperando a energia, eles conversavam e descansavam, se pensam que meu descanso durou, que nada, o garanhão veio, continuou a banhar-me com muita meiguice, contradizendo com seu jeito rude do campo, neste dia ele me queria somente de quatro sempre por traz só que agora ele encostava a cabeça de seu pau em meu cuzinho, com carinho enterrou tudo e começou a bombar com a mesma força quando me come na frente, eu sinto um enorme prazer em dar meu cuzinho, ainda mais quando sou tratada com tanto carinho.Disse-lhes que falaria de meus sonhos, são simples, adoro flores e animais, gosto muito de viajar com meu marido, quem sabe surja algum amigo que seja livre, educado e de preferência simples como nós, eu quando sou acariciada sinto pegar fogo, havendo simpatia não pretendo viver trocando de parceiro, este amigo foi o único outro homem depois de meu marido, meu esposo acostumou-me mal, gosto muito de sexo, adoraria ter um outro amigo viril e que goste de bastante sexo, pois viciei-me em carinhos sem ser promiscua, adoro uma boa conversa de companheirismo, nos convide a passear por sua cidade, somos pequenos comerciantes em POA—RS hoje nós temos 44 e 40 anos , a natureza privilegiou-me com uma aparência jovem, quando acontecer novas aventuras com o novo amigo, tenham a certeza de escreverei, não sei quando surgirá um novo amigo mas como adorei escrever-lhes de vez em quando vou contando algumas peraltices que fizemos com este amigo, sempre preparadas por meu marido a quem tenho como amigo e companheiro. O que não quero é tornar-me repetitiva. Deixo novamente um abraço a todos os visitantes deste prazeroso site.

6:16 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

“-É melhor perder a virgindade com um safado muito do gostoso e tarado que te faça gozar feito uma potranca e que te leve nas nuvens do que com aquele seu namoradinho ou amiguinho que vai transar com você lhe dando cheirinho e beijinho e nada de orgasmo, só o tempo passando e vocês brincando.”
Se você também pensa assim e quer perder a virgindade, escreve-me: supremo_descabacador@yahoo.com.br. Tenho um tesão muito grande por virgens e um tratamento VIP especial que ao longo dos anos aprendi. Satisfação total. Aposto que você não conseguirá me esquecer pelos próximos mil anos. Risos.
Beijo na bucetinha de todas e até a minha próxima história verídica de minha vida.

6:18 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

“-É melhor perder a virgindade com um safado muito do gostoso e tarado que te faça gozar feito uma potranca e que te leve nas nuvens do que com aquele seu namoradinho ou amiguinho que vai transar com você lhe dando cheirinho e beijinho e nada de orgasmo, só o tempo passando e vocês brincando.”
Se você também pensa assim e quer perder a virgindade, escreve-me: supremo_descabacador@yahoo.com.br. Tenho um tesão muito grande por virgens e um tratamento VIP especial que ao longo dos anos aprendi. Satisfação total. Aposto que você não conseguirá me esquecer pelos próximos mil anos. Risos.
Beijo na bucetinha de todas e até a minha próxima história verídica de minha vida.

6:18 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

“-É melhor perder a virgindade com um safado muito do gostoso e tarado que te faça gozar feito uma potranca e que te leve nas nuvens do que com aquele seu namoradinho ou amiguinho que vai transar com você lhe dando cheirinho e beijinho e nada de orgasmo, só o tempo passando e vocês brincando.”
Se você também pensa assim e quer perder a virgindade, escreve-me: supremo_descabacador@yahoo.com.br. Tenho um tesão muito grande por virgens e um tratamento VIP especial que ao longo dos anos aprendi. Satisfação total. Aposto que você não conseguirá me esquecer pelos próximos mil anos. Risos.
Beijo na bucetinha de todas e até a minha próxima história verídica de minha vida.

6:18 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

“-É melhor perder a virgindade com um safado muito do gostoso e tarado que te faça gozar feito uma potranca e que te leve nas nuvens do que com aquele seu namoradinho ou amiguinho que vai transar com você lhe dando cheirinho e beijinho e nada de orgasmo, só o tempo passando e vocês brincando.”
Se você também pensa assim e quer perder a virgindade, escreve-me: supremo_descabacador@yahoo.com.br. Tenho um tesão muito grande por virgens e um tratamento VIP especial que ao longo dos anos aprendi. Satisfação total. Aposto que você não conseguirá me esquecer pelos próximos mil anos. Risos.
Beijo na bucetinha de todas e até a minha próxima história verídica de minha vida.

6:18 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

OLÁ AMIGOS E AMIGAS, EM OUTRA OPURTUNIDADE RELATEI O Q ACONTECEU, COMIGO MINHA PRIMA MARCIA E MINHA COMADRE SANDRA EM SURPRESA NA VIAGEM, AGORA VOU RELATAR UM FATO POSTERIOR, BOM APÓS ESTA VIAGEM A MINHA PRIMA MARCIA FICOU MTO MAIS PROXIMA DE VISITAS EM CASA, SEMPRE ESTAVA POR LÁ, PASSADOS UNS 6 MESES MAIS OU MENOS, ELA JÁ ESTAVA NAMORANDO, QDO TEVE A OPURTUNIDADE DE CONVERSAR COMIGO MAIS PARTICULAR E VEIO ME FAZER UMA PROPOSTA, ELA ME DISSE Q TINHA UMA VONTADE DE TRANSAR C/ 2 HOMENS, E Q JÁ HAVIA COMBINADO C/ SEU NAMORADO, ELA DISSE Q NO COMEÇO ELE CONTRARIOU A IDEIA ACHANDO Q Ñ QUERIA SER CORNO, MAS ELA INSISTIU E DISSE Q P/ ELA Ñ SE SENTIR CORNO Q ELA CHAMARIA ALGUEM DA FAMILIA, UM PRIMO POR EXEMPLO, ELE PERGUNTOU QUAL, FOI AI Q ELA CITOU MEU NOME, E ELE DISSE MAS O RICARDO É CASADO, E ELA DISSE MELHOR AINDA A CONFIDENCIA É TOTAL E VC Ñ SERA CORNO MAS PARTICIPARA DE MINHA FANTASIA, ENTÃO ELE TOPOU SE FOSSE EU, BOM EU DISSE A ELA ENTÃO Ñ VOU DECEPCIONA-LA E NEM A ELE, MARCAMOS O DIA, TERIA Q SER DE DIA POIS É A UNICA CHANCE Q TENHO, DESPISTEI NO SERVIÇO C/ UM TRABALHO EXTERNO E FUI EU AO ENCONTRO DELES, AO CHEGAR NO LOCAL MARCADO, ELE FOI P/ O PORTA MALA DO CARRO E EU ENTREI NO MOTEL C/ ELA, QDO ENTRAMOS NO QUARTO, FUI DIRETO TOMAR UM BANHO, POIS GOSTO DE SER HEGIENICO E PEÇO ISSO A COMPANIA Q ESTIVER COMIGO, SAI C/ UM ROPÃO, E ELA FOI TOMAR O SEU, VOLTOU TB C/ ROUPÃO, EM SEGUIDA FOI DANIEL SEU NAMORADO, MAS EU Ñ O ESPEREI CAIA DE BOCA NAQUELA BUCETINHA MARAVILHOSA REVESANDO CHUPADAS E LAMBIDAS NO CUZINHO, PESCOÇO E SEIOS, JÁ DEIXANDO ELA DOIDA DE TESÃO, FOI QDO ELE SAIU DO BANHEIRO, VENDO AQUILO FICOU DOIDINHO, ELE FOI BEIJA-LA E EU COMECEI UMA PENETRAÇÃO BEM LENTA SÓ P/ PROVOCALA, ENTÃO PAREI E PEDI P/ Q ELA CAVALGASSE SEU NAMORADO, FOI O Q ELA FEZ, EMPURREI SUA CABEÇA ATÉ A DELE, JÁ SABENDO O Q EU QUERIA PEGUEI O GEL Q LEVEI, PASSEI EM MEU PAU E EM SEU CUZINHO, ELA ME OLHOU E EU DISSE HOJE VC VAI TER TUDO, PUS A CABEÇA NA MIRA E EMPURREI DEVAGAR, ELA GEMIA E CHORAVA, POIS ERA VIRGEM NO CUZINHO, EU DISSE VAI DOER UM POUCO MAS VC JÁ VAI ACOSTUMAR E SENTIR PRAZER, O DANIEL COMEÇOU A BOMBALA E ELA FOI TROCANDO A DOR PELO PRAZER E EU COMECEI O VAI E VEM DEVAGAR ATÉ IR MAIS FORTE, DANIEL Ñ AGUENTOU E COMEÇOU A EXPLODIR EM GOZO, EM SEGUIDA FOI EU Q ENCHI AQUELE CUZINHO, ELA FICOU NO CIU, SAI DO CUZINHO, MAS QUERIA MAIS, DANIEL JÁ ESTAVA RECOMPOSTO, MAS Ñ DESENGATOU DAQUELA BUCETINHA GOSTOSA, PEDI P/ ELA ABRIR MAIS AS PERNAS PASSEI MAIS UM POUQUINHO DO GEL E FORCEI A ENTRADA EM SUA BOCETINHA JUNTO C/ O PAU DE DANIEL, FOI UMA DP, FOI UMA LOUCURA, MARCIA GEMIA E GRITAVA, E JÁ PEDIA P/ SER ARROMBADA POR SEUS MACHOS, E FOI O Q FIZEMOS, COMEÇAMOS O VAI E VEM, ERA UMA LOUCURA, EU MECHIA MAIS Q O DANIEL, POIS MINHA POSIÇÃO AJUDAVA, E COMECEI A SOCAR FORTE, E DANIEL AVISOU Q IRIA GOZAR, EU DISSE Ñ ESPERA MAIS UM POUCO E RETIREI MEU PAU E ELE O DELE P/ ESFRIAR-SE, MANDEI ELA SENTAR NO PAU DE DANIEL, SÓ Q C/ O CUZINHO, FOI O Q ELA FEZ, DEPOIS EMPURREI ELA ATÉ ELE, E COMO MEU PAU ESTAVA BEM LUBRIFICADO FORCEI EM SEU CUZINHO O MEU TB, NESTA HORA ELA CHOROU E DISSE Q Ñ AGUENTARIA, MAS EU Ñ PODIA DEIXAR PASSAR ESTA CHANCE E SOQUEI DE UMA VEZ, ELA QUASE DESMAIOU, MAS AGUENTOU, ESPEREI UM POUCO ELA JÁ RECUPERADA COMECEI O VAI E VEM, APÓS ELA ESTAR BEM DILATADA O DANIEL TB CONSEGUIU O VAI E VEM, E FOMOS METENDO JUNTO ATÉ Q DANIEL Ñ AGUENTOU MAIS E GOZOU, APÓS UM POUCO EU TB GOZEI QUASE JUNTO C/ DANIEL, O CUZINHO DA MARCIA ENCHEU DE PORRA Q COMEÇOU AVAZAR, TIREI MEU PAU E DEIXEI VAZAR EM CIMA DEMEU PAU E POS EM SUA BOCA P/ Q ELA O LIMPASSE E SENTISSE A MISTURA DE DUAS PORRAS, E ELA AMOU, FICOU DEITADA NA CAMA LARGADA ARROMBADA, SATISFEITA E REALIZADA, E EU AMEI FODER MINHA PRIMA MAIS UMA VEZ, E Ñ ESPERAVA TIRAR A VIRGINDADE DE SEU CUZINHO E AINDA FAZER UMA DP EM SEGUIDA DA ESTREIA.
ABRAÇOS E BEIJOS A TODOS.
AS GAROTAS Q TIVEREM A CURIOSIDADE DE ME CONHCER SOU DE STO ANDRE - SP, MEU E-MAIL É romantikco@ig.com.br
FUI ATÉ UMA PRÓXIMA

6:19 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

AS GAROTAS Q TIVEREM A CURIOSIDADE DE ME CONHCER SOU DE STO ANDRE - SP, MEU E-MAIL É romantikco@ig.com.br

6:20 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

AS GAROTAS Q TIVEREM A CURIOSIDADE DE ME CONHCER SOU DE STO ANDRE - SP, MEU E-MAIL É romantikco@ig.com.br

6:21 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

AS GAROTAS Q TIVEREM A CURIOSIDADE DE ME CONHCER SOU DE STO ANDRE - SP, MEU E-MAIL É romantikco@ig.com.br
FUI ATÉ UMA PRÓXIMA

6:22 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

COMO O SEU CUZINHO
QUER ME CONHECER?

macalister.cc@bol.com.br

aguardo

6:24 AM, March 01, 2005  
Blogger Tristany said...

Jo no n'haig de fer res, però voleu dir que no feu els comentaris masa llargs ? :)

6:24 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

COMO O SEU CUZINHO
QUER ME CONHECER?

macalister.cc@bol.com.br

aguardo

6:24 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

COMO O SEU CUZINHO
QUER ME CONHECER?

macalister.cc@bol.com.br

aguardo

6:25 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

COMO O SEU CUZINHO
QUER ME CONHECER?

macalister.cc@bol.com.br

aguardo

6:25 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

"Letícia e eu formamos um jovem casal e curtimos o sexo em toda sua plenitude. Nossas relações são recheadas de gozos fantásticos e muitas fantasias em que sempre experimentamos situações novas e diferentes. Percebendo que Letícia era a mulher dos meus sonhos e me realizava, contei a ela uma antiga fantasia que cultivo desde a adolescência: ver duas gatas transando entre si e em seguida realizar um delicioso ménage. No início, relutou e não quis nem pensar no assunto. Com o tempo, foi ficando curiosa e me fazia várias perguntas, até que adquiriu uma pequena vontade em realizar o que eu havia lhe contado.

Certa noite, estávamos numa famosa casa noturna de São Paulo, já era tarde e quase todos que estavam conosco haviam ido embora quando fomos beber mais alguma coisa antes de irmos também. Sentamos numa mesa de canto e, enquanto aguardávamos nosso pedido, notei que uma gatinha, sozinha em outra mesa, olhava insistentemente em nossa direção. A princípio, pensei que ela estaria me paquerando, mas depois pude perceber que ela também observava Letícia, que nada havia notado. Letícia olhou para a outra garota e as duas trocaram um breve sorriso. Nossa admiradora se levantou e, aproximando-se, perguntou se poderia sentar-se junto a nós. Ela se chamava Bia e havia mudado recentemente para São Paulo, onde morava com a irmã. Letícia e Bia eram completamente opostas. Minha gata tem pele branca, cabelos negros, olhos castanhos; Bia tinha a pele bastante bronzeada, cabelos louros, olhos azuis...

Nos entendemos bem e logo conversávamos como se fôssemos velhos amigos. O lugar começou a ficar vazio e decidimos ir embora, não sem antes trocarmos telefones. Chegando em casa, transamos loucamente, imaginando Bia ali conosco.

Na semana seguinte, Bia nos ligou, conversamos um pouco e, em seguida, passei o telefone para Letícia. As duas conversavam animadamente quando Letícia me chamou perguntando se poderíamos aceitar o convite de Bia para irmos até sua casa no próximo final de semana, pois a irmã viajaria e ela estaria sozinha em casa. Diante desse convite, vi a possibilidade de concretizarmos nossos desejos e disse a Letícia que aceitasse o convite.

Fazia muito frio naquele sábado. Bia nos recebeu apenas com um vestido curto e decotado, sugerindo que tirássemos logo nossas roupas mais pesadas. Começamos a conversar e eu ali, sentado, observando aquelas duas gatas: Letícia, vestida de preto, o que realça a beleza de sua pele clara, e Bia, de branco, em contraste com a pele bronzeada.

Eu já imaginava as mil e uma que poderíamos aprontar até que Bia foi à cozinha. Aproveitei para perguntar a Letícia se ela realmente queria ir em frente. Um beijo gostoso foi a resposta. 'Estou morrendo de tesão para realizar nossos sonhos', completou. Quando Bia voltou da sala, sugeriu que assistíssemos a um vídeo e pediu que eu escolhesse, indicando-me uma estante repleta de fitas. Logo que vi alguns eróticos, escolhi um com cenas de lesbianismo, ménage feminino e grupal. Sentamos os três juntos no mesmo sofá e assistíamos a duas garotas se chupando na tela quando Bia inclinou a cabeça no ombro de Letícia e, em seguida, passou a beijá-la no pescoço. Letícia soltou um leve gemido e eu parti para o ataque. Fui logo beijando a boca da minha mulher enquanto as mãos apertavam os seios com os biquinhos duros de tesão. Neste momento, Bia levantou-se e puxou Letícia, começando a fazer com ela um delicioso strip tease para mim.

Primeiro, Bia tirou o vestido de Letícia, entre muitos beijos e carícias. As duas estavam com lingeries semelhantes e calcinhas fio-dental, enterradas nas bundinhas. Logo, Letícia se deitou no sofá e a outra veio por cima. Bia começou a explorar todo o corpo com uma língua ágil. Passou pelo pescoço e chegou aos seios, onde mamou carinhosa e demoradamente os mamilos de Letícia, que gemia de prazer. Foi descendo pela barriga até chegar às coxas, fazendo Letícia implorar para que ela chupasse sua bocetinha, que já estava encharcada de desejo. Bia arrancou a minúscula calcinha de Letícia com os dentes e demostrou uma certa satisfação ao ver que a boceta dela estava depilada. Bia passou a língua vagarosamente pelo rabinho da amiga, que piscava a cada lambida.

Finalmente, Bia começou a chupar a bocetinha de Letícia, fazendo movimentos lentos que arrancavam altos gemidos da minha gata. A danada lambeu o grelinho saliente, passou a língua em toda a xoxota e enfiou a língua o mais fundo que podia.

Quando passou a fazer movimentos mais rápidos em torno do grelo, Letícia pediu que não parasse e gozou, gritando de prazer. Então, foi a vez dela retribuir o prazer que havia sentido, iniciando longas carícias com a boquinha no corpo de Bia, indo direto aos seios da gata. Sugou lentamente cada um dos peitinhos, arrancando muitos gemidos. Era maravilhoso ver aquelas fêmeas se amando loucamente. Até que chegou a minha vez de entrar na festa.

Permaneci sentado no sofá e elas arrancaram todas as minhas roupas, começando uma deliciosa chupação por todo o meu corpo. Letícia me deu um gostoso beijo e pude sentir em seus lábios o gostinho da boceta de Bia. As duas usavam um forte batom vermelho que eu adoro e chuparam juntas meu peito, coxas, até que se ajoelharam entre minhas pernas. Primeiro, as duas seguraram meu pau enquanto chupavam minhas bolas. Em seguida, ficaram um bom tempo percorrendo toda a extensão do meu cacete ao mesmo tempo. Iam da cabeça até as bolas e voltavam, provocando uma sensação maravilhosa. Até que Letícia caiu de boca, engolindo o máximo que conseguia de meu pau levando-me às nuvens. Logo, foi a vez de Bia encher a boca com meu pau e Letícia sentou-se sobre meu rosto para que eu chupasse a boceta depiladinha, que mais parecia um vulcãozinho em chamas, jorrando aquela larva de prazer.

Caí de boca na xoxota, saboreando todo aquele delicioso líqüido com lentas lambidas, enquanto Bia continuava devorando meu cacete. Então, fui acelerando os movimentos de minha língua naquela boceta e fiz com que Letícia gozasse soltando altos gemidos e cravando as unhas vermelhas em meu peito.

Refeita deste gozo, Letícia voltou a chupar meu cacete e Bia começou a mamá-la. Assim, formamos um delicioso triângulo de chupadas. Eu chupava a boceta de Bia, que lambia a de Lelê que, por sua vez, devorava meu cacete. Elas gozaram quase ao mesmo tempo, mas ningúem parou de chupar. Era demais estarmos os três ali em meio a muitos gemidos, vendo minha gatinha se deliciando na língua de Lídia.

Após essa maravilhosa sessão que sentimos ao gozarmos juntos, permanecemos algum tempo abraçados e falando o quanto tinha sido tudo tão bom. Até que Bia sugeriu que tomássemos um banho na hidromassagem, que era grande o suficiente para nós três. As duas tiraram a meia, caíram na água e logo trocavam beijos e carícias por todo o corpo. Mais uma vez, eu assistia a tudo e ficava excitado. Letícia passava a língua pela bundinha de Bia quando me sentei na borda da banheira e as duas me atacaram. Vieram direto em cima do meu cacete, alternando as bocas, passando as duas ao mesmo tempo: engoliam a cabeça, chupavam as bolas, repetindo o ritual do sofá. Era bom demais sentir aquelas duas boquinhas ávidas pelo meu pau numa deliciosa chupeta dupla. As duas estavam na minha frente, de quatro dentro d'água. Então, caí na banheira e logo me posicionei atrás de Bia. Passei a lamber o rabinho dela enquanto Letícia se sentou na banheira por baixo de Lídia e passou a chupar os seios. Encostei a cabeça do meu pau no rabinho de Bia e dava leves estocadas, tentando entrar, mas tinha dificuldades por ela ser bem apertadinha. Percebendo minha intenção e com muita vontade de ser enrabada, ela empinou a bundinha em minha direção e pediu para ir devagar. Lentamente, meu pau foi entrando e, com um delicioso vaivém, desapareceu por inteiro dentro daquele cuzinho fechadinho. Bia gemia num mistura de dor e muito prazer.

Letícia agora estava sentada na beira da banheira e tinha a bocetinha chupada por Bia, que passou a receber fortes e rápidas estocadas de meu pau em seu rabinho. 'Agora, parou de doer, vai mais rápido', ordenava. Depois de muito sexo, gozamos alucinadamente. Caímos mais uma vez na água e então percebemos que era quase manhã de domingo.

Depois disso, descansamos um pouco e passamos o domingo inteiro juntos, transando de todas as formas: na cama, cozinha, sala e até no terraço de onde tínhamos uma grande vista da cidade. No fim do dia, estávamos exaustos. As duas diziam estar com os buraquinhos ardidos. Eu também estava com o pau dolorido de tanto foder e tínhamos marcas pelo corpo dos deliciosos chupões. Mas valeu demais!"

8:22 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

"Letícia e eu formamos um jovem casal e curtimos o sexo em toda sua plenitude. Nossas relações são recheadas de gozos fantásticos e muitas fantasias em que sempre experimentamos situações novas e diferentes. Percebendo que Letícia era a mulher dos meus sonhos e me realizava, contei a ela uma antiga fantasia que cultivo desde a adolescência: ver duas gatas transando entre si e em seguida realizar um delicioso ménage. No início, relutou e não quis nem pensar no assunto. Com o tempo, foi ficando curiosa e me fazia várias perguntas, até que adquiriu uma pequena vontade em realizar o que eu havia lhe contado.

Certa noite, estávamos numa famosa casa noturna de São Paulo, já era tarde e quase todos que estavam conosco haviam ido embora quando fomos beber mais alguma coisa antes de irmos também. Sentamos numa mesa de canto e, enquanto aguardávamos nosso pedido, notei que uma gatinha, sozinha em outra mesa, olhava insistentemente em nossa direção. A princípio, pensei que ela estaria me paquerando, mas depois pude perceber que ela também observava Letícia, que nada havia notado. Letícia olhou para a outra garota e as duas trocaram um breve sorriso. Nossa admiradora se levantou e, aproximando-se, perguntou se poderia sentar-se junto a nós. Ela se chamava Bia e havia mudado recentemente para São Paulo, onde morava com a irmã. Letícia e Bia eram completamente opostas. Minha gata tem pele branca, cabelos negros, olhos castanhos; Bia tinha a pele bastante bronzeada, cabelos louros, olhos azuis...

Nos entendemos bem e logo conversávamos como se fôssemos velhos amigos. O lugar começou a ficar vazio e decidimos ir embora, não sem antes trocarmos telefones. Chegando em casa, transamos loucamente, imaginando Bia ali conosco.

Na semana seguinte, Bia nos ligou, conversamos um pouco e, em seguida, passei o telefone para Letícia. As duas conversavam animadamente quando Letícia me chamou perguntando se poderíamos aceitar o convite de Bia para irmos até sua casa no próximo final de semana, pois a irmã viajaria e ela estaria sozinha em casa. Diante desse convite, vi a possibilidade de concretizarmos nossos desejos e disse a Letícia que aceitasse o convite.

Fazia muito frio naquele sábado. Bia nos recebeu apenas com um vestido curto e decotado, sugerindo que tirássemos logo nossas roupas mais pesadas. Começamos a conversar e eu ali, sentado, observando aquelas duas gatas: Letícia, vestida de preto, o que realça a beleza de sua pele clara, e Bia, de branco, em contraste com a pele bronzeada.

Eu já imaginava as mil e uma que poderíamos aprontar até que Bia foi à cozinha. Aproveitei para perguntar a Letícia se ela realmente queria ir em frente. Um beijo gostoso foi a resposta. 'Estou morrendo de tesão para realizar nossos sonhos', completou. Quando Bia voltou da sala, sugeriu que assistíssemos a um vídeo e pediu que eu escolhesse, indicando-me uma estante repleta de fitas. Logo que vi alguns eróticos, escolhi um com cenas de lesbianismo, ménage feminino e grupal. Sentamos os três juntos no mesmo sofá e assistíamos a duas garotas se chupando na tela quando Bia inclinou a cabeça no ombro de Letícia e, em seguida, passou a beijá-la no pescoço. Letícia soltou um leve gemido e eu parti para o ataque. Fui logo beijando a boca da minha mulher enquanto as mãos apertavam os seios com os biquinhos duros de tesão. Neste momento, Bia levantou-se e puxou Letícia, começando a fazer com ela um delicioso strip tease para mim.

Primeiro, Bia tirou o vestido de Letícia, entre muitos beijos e carícias. As duas estavam com lingeries semelhantes e calcinhas fio-dental, enterradas nas bundinhas. Logo, Letícia se deitou no sofá e a outra veio por cima. Bia começou a explorar todo o corpo com uma língua ágil. Passou pelo pescoço e chegou aos seios, onde mamou carinhosa e demoradamente os mamilos de Letícia, que gemia de prazer. Foi descendo pela barriga até chegar às coxas, fazendo Letícia implorar para que ela chupasse sua bocetinha, que já estava encharcada de desejo. Bia arrancou a minúscula calcinha de Letícia com os dentes e demostrou uma certa satisfação ao ver que a boceta dela estava depilada. Bia passou a língua vagarosamente pelo rabinho da amiga, que piscava a cada lambida.

Finalmente, Bia começou a chupar a bocetinha de Letícia, fazendo movimentos lentos que arrancavam altos gemidos da minha gata. A danada lambeu o grelinho saliente, passou a língua em toda a xoxota e enfiou a língua o mais fundo que podia.

Quando passou a fazer movimentos mais rápidos em torno do grelo, Letícia pediu que não parasse e gozou, gritando de prazer. Então, foi a vez dela retribuir o prazer que havia sentido, iniciando longas carícias com a boquinha no corpo de Bia, indo direto aos seios da gata. Sugou lentamente cada um dos peitinhos, arrancando muitos gemidos. Era maravilhoso ver aquelas fêmeas se amando loucamente. Até que chegou a minha vez de entrar na festa.

Permaneci sentado no sofá e elas arrancaram todas as minhas roupas, começando uma deliciosa chupação por todo o meu corpo. Letícia me deu um gostoso beijo e pude sentir em seus lábios o gostinho da boceta de Bia. As duas usavam um forte batom vermelho que eu adoro e chuparam juntas meu peito, coxas, até que se ajoelharam entre minhas pernas. Primeiro, as duas seguraram meu pau enquanto chupavam minhas bolas. Em seguida, ficaram um bom tempo percorrendo toda a extensão do meu cacete ao mesmo tempo. Iam da cabeça até as bolas e voltavam, provocando uma sensação maravilhosa. Até que Letícia caiu de boca, engolindo o máximo que conseguia de meu pau levando-me às nuvens. Logo, foi a vez de Bia encher a boca com meu pau e Letícia sentou-se sobre meu rosto para que eu chupasse a boceta depiladinha, que mais parecia um vulcãozinho em chamas, jorrando aquela larva de prazer.

Caí de boca na xoxota, saboreando todo aquele delicioso líqüido com lentas lambidas, enquanto Bia continuava devorando meu cacete. Então, fui acelerando os movimentos de minha língua naquela boceta e fiz com que Letícia gozasse soltando altos gemidos e cravando as unhas vermelhas em meu peito.

Refeita deste gozo, Letícia voltou a chupar meu cacete e Bia começou a mamá-la. Assim, formamos um delicioso triângulo de chupadas. Eu chupava a boceta de Bia, que lambia a de Lelê que, por sua vez, devorava meu cacete. Elas gozaram quase ao mesmo tempo, mas ningúem parou de chupar. Era demais estarmos os três ali em meio a muitos gemidos, vendo minha gatinha se deliciando na língua de Lídia.

Após essa maravilhosa sessão que sentimos ao gozarmos juntos, permanecemos algum tempo abraçados e falando o quanto tinha sido tudo tão bom. Até que Bia sugeriu que tomássemos um banho na hidromassagem, que era grande o suficiente para nós três. As duas tiraram a meia, caíram na água e logo trocavam beijos e carícias por todo o corpo. Mais uma vez, eu assistia a tudo e ficava excitado. Letícia passava a língua pela bundinha de Bia quando me sentei na borda da banheira e as duas me atacaram. Vieram direto em cima do meu cacete, alternando as bocas, passando as duas ao mesmo tempo: engoliam a cabeça, chupavam as bolas, repetindo o ritual do sofá. Era bom demais sentir aquelas duas boquinhas ávidas pelo meu pau numa deliciosa chupeta dupla. As duas estavam na minha frente, de quatro dentro d'água. Então, caí na banheira e logo me posicionei atrás de Bia. Passei a lamber o rabinho dela enquanto Letícia se sentou na banheira por baixo de Lídia e passou a chupar os seios. Encostei a cabeça do meu pau no rabinho de Bia e dava leves estocadas, tentando entrar, mas tinha dificuldades por ela ser bem apertadinha. Percebendo minha intenção e com muita vontade de ser enrabada, ela empinou a bundinha em minha direção e pediu para ir devagar. Lentamente, meu pau foi entrando e, com um delicioso vaivém, desapareceu por inteiro dentro daquele cuzinho fechadinho. Bia gemia num mistura de dor e muito prazer.

Letícia agora estava sentada na beira da banheira e tinha a bocetinha chupada por Bia, que passou a receber fortes e rápidas estocadas de meu pau em seu rabinho. 'Agora, parou de doer, vai mais rápido', ordenava. Depois de muito sexo, gozamos alucinadamente. Caímos mais uma vez na água e então percebemos que era quase manhã de domingo.

Depois disso, descansamos um pouco e passamos o domingo inteiro juntos, transando de todas as formas: na cama, cozinha, sala e até no terraço de onde tínhamos uma grande vista da cidade. No fim do dia, estávamos exaustos. As duas diziam estar com os buraquinhos ardidos. Eu também estava com o pau dolorido de tanto foder e tínhamos marcas pelo corpo dos deliciosos chupões. Mas valeu demais!"

8:22 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

"Letícia e eu formamos um jovem casal e curtimos o sexo em toda sua plenitude. Nossas relações são recheadas de gozos fantásticos e muitas fantasias em que sempre experimentamos situações novas e diferentes. Percebendo que Letícia era a mulher dos meus sonhos e me realizava, contei a ela uma antiga fantasia que cultivo desde a adolescência: ver duas gatas transando entre si e em seguida realizar um delicioso ménage. No início, relutou e não quis nem pensar no assunto. Com o tempo, foi ficando curiosa e me fazia várias perguntas, até que adquiriu uma pequena vontade em realizar o que eu havia lhe contado.

Certa noite, estávamos numa famosa casa noturna de São Paulo, já era tarde e quase todos que estavam conosco haviam ido embora quando fomos beber mais alguma coisa antes de irmos também. Sentamos numa mesa de canto e, enquanto aguardávamos nosso pedido, notei que uma gatinha, sozinha em outra mesa, olhava insistentemente em nossa direção. A princípio, pensei que ela estaria me paquerando, mas depois pude perceber que ela também observava Letícia, que nada havia notado. Letícia olhou para a outra garota e as duas trocaram um breve sorriso. Nossa admiradora se levantou e, aproximando-se, perguntou se poderia sentar-se junto a nós. Ela se chamava Bia e havia mudado recentemente para São Paulo, onde morava com a irmã. Letícia e Bia eram completamente opostas. Minha gata tem pele branca, cabelos negros, olhos castanhos; Bia tinha a pele bastante bronzeada, cabelos louros, olhos azuis...

Nos entendemos bem e logo conversávamos como se fôssemos velhos amigos. O lugar começou a ficar vazio e decidimos ir embora, não sem antes trocarmos telefones. Chegando em casa, transamos loucamente, imaginando Bia ali conosco.

Na semana seguinte, Bia nos ligou, conversamos um pouco e, em seguida, passei o telefone para Letícia. As duas conversavam animadamente quando Letícia me chamou perguntando se poderíamos aceitar o convite de Bia para irmos até sua casa no próximo final de semana, pois a irmã viajaria e ela estaria sozinha em casa. Diante desse convite, vi a possibilidade de concretizarmos nossos desejos e disse a Letícia que aceitasse o convite.

Fazia muito frio naquele sábado. Bia nos recebeu apenas com um vestido curto e decotado, sugerindo que tirássemos logo nossas roupas mais pesadas. Começamos a conversar e eu ali, sentado, observando aquelas duas gatas: Letícia, vestida de preto, o que realça a beleza de sua pele clara, e Bia, de branco, em contraste com a pele bronzeada.

Eu já imaginava as mil e uma que poderíamos aprontar até que Bia foi à cozinha. Aproveitei para perguntar a Letícia se ela realmente queria ir em frente. Um beijo gostoso foi a resposta. 'Estou morrendo de tesão para realizar nossos sonhos', completou. Quando Bia voltou da sala, sugeriu que assistíssemos a um vídeo e pediu que eu escolhesse, indicando-me uma estante repleta de fitas. Logo que vi alguns eróticos, escolhi um com cenas de lesbianismo, ménage feminino e grupal. Sentamos os três juntos no mesmo sofá e assistíamos a duas garotas se chupando na tela quando Bia inclinou a cabeça no ombro de Letícia e, em seguida, passou a beijá-la no pescoço. Letícia soltou um leve gemido e eu parti para o ataque. Fui logo beijando a boca da minha mulher enquanto as mãos apertavam os seios com os biquinhos duros de tesão. Neste momento, Bia levantou-se e puxou Letícia, começando a fazer com ela um delicioso strip tease para mim.

Primeiro, Bia tirou o vestido de Letícia, entre muitos beijos e carícias. As duas estavam com lingeries semelhantes e calcinhas fio-dental, enterradas nas bundinhas. Logo, Letícia se deitou no sofá e a outra veio por cima. Bia começou a explorar todo o corpo com uma língua ágil. Passou pelo pescoço e chegou aos seios, onde mamou carinhosa e demoradamente os mamilos de Letícia, que gemia de prazer. Foi descendo pela barriga até chegar às coxas, fazendo Letícia implorar para que ela chupasse sua bocetinha, que já estava encharcada de desejo. Bia arrancou a minúscula calcinha de Letícia com os dentes e demostrou uma certa satisfação ao ver que a boceta dela estava depilada. Bia passou a língua vagarosamente pelo rabinho da amiga, que piscava a cada lambida.

Finalmente, Bia começou a chupar a bocetinha de Letícia, fazendo movimentos lentos que arrancavam altos gemidos da minha gata. A danada lambeu o grelinho saliente, passou a língua em toda a xoxota e enfiou a língua o mais fundo que podia.

Quando passou a fazer movimentos mais rápidos em torno do grelo, Letícia pediu que não parasse e gozou, gritando de prazer. Então, foi a vez dela retribuir o prazer que havia sentido, iniciando longas carícias com a boquinha no corpo de Bia, indo direto aos seios da gata. Sugou lentamente cada um dos peitinhos, arrancando muitos gemidos. Era maravilhoso ver aquelas fêmeas se amando loucamente. Até que chegou a minha vez de entrar na festa.

Permaneci sentado no sofá e elas arrancaram todas as minhas roupas, começando uma deliciosa chupação por todo o meu corpo. Letícia me deu um gostoso beijo e pude sentir em seus lábios o gostinho da boceta de Bia. As duas usavam um forte batom vermelho que eu adoro e chuparam juntas meu peito, coxas, até que se ajoelharam entre minhas pernas. Primeiro, as duas seguraram meu pau enquanto chupavam minhas bolas. Em seguida, ficaram um bom tempo percorrendo toda a extensão do meu cacete ao mesmo tempo. Iam da cabeça até as bolas e voltavam, provocando uma sensação maravilhosa. Até que Letícia caiu de boca, engolindo o máximo que conseguia de meu pau levando-me às nuvens. Logo, foi a vez de Bia encher a boca com meu pau e Letícia sentou-se sobre meu rosto para que eu chupasse a boceta depiladinha, que mais parecia um vulcãozinho em chamas, jorrando aquela larva de prazer.

Caí de boca na xoxota, saboreando todo aquele delicioso líqüido com lentas lambidas, enquanto Bia continuava devorando meu cacete. Então, fui acelerando os movimentos de minha língua naquela boceta e fiz com que Letícia gozasse soltando altos gemidos e cravando as unhas vermelhas em meu peito.

Refeita deste gozo, Letícia voltou a chupar meu cacete e Bia começou a mamá-la. Assim, formamos um delicioso triângulo de chupadas. Eu chupava a boceta de Bia, que lambia a de Lelê que, por sua vez, devorava meu cacete. Elas gozaram quase ao mesmo tempo, mas ningúem parou de chupar. Era demais estarmos os três ali em meio a muitos gemidos, vendo minha gatinha se deliciando na língua de Lídia.

Após essa maravilhosa sessão que sentimos ao gozarmos juntos, permanecemos algum tempo abraçados e falando o quanto tinha sido tudo tão bom. Até que Bia sugeriu que tomássemos um banho na hidromassagem, que era grande o suficiente para nós três. As duas tiraram a meia, caíram na água e logo trocavam beijos e carícias por todo o corpo. Mais uma vez, eu assistia a tudo e ficava excitado. Letícia passava a língua pela bundinha de Bia quando me sentei na borda da banheira e as duas me atacaram. Vieram direto em cima do meu cacete, alternando as bocas, passando as duas ao mesmo tempo: engoliam a cabeça, chupavam as bolas, repetindo o ritual do sofá. Era bom demais sentir aquelas duas boquinhas ávidas pelo meu pau numa deliciosa chupeta dupla. As duas estavam na minha frente, de quatro dentro d'água. Então, caí na banheira e logo me posicionei atrás de Bia. Passei a lamber o rabinho dela enquanto Letícia se sentou na banheira por baixo de Lídia e passou a chupar os seios. Encostei a cabeça do meu pau no rabinho de Bia e dava leves estocadas, tentando entrar, mas tinha dificuldades por ela ser bem apertadinha. Percebendo minha intenção e com muita vontade de ser enrabada, ela empinou a bundinha em minha direção e pediu para ir devagar. Lentamente, meu pau foi entrando e, com um delicioso vaivém, desapareceu por inteiro dentro daquele cuzinho fechadinho. Bia gemia num mistura de dor e muito prazer.

Letícia agora estava sentada na beira da banheira e tinha a bocetinha chupada por Bia, que passou a receber fortes e rápidas estocadas de meu pau em seu rabinho. 'Agora, parou de doer, vai mais rápido', ordenava. Depois de muito sexo, gozamos alucinadamente. Caímos mais uma vez na água e então percebemos que era quase manhã de domingo.

Depois disso, descansamos um pouco e passamos o domingo inteiro juntos, transando de todas as formas: na cama, cozinha, sala e até no terraço de onde tínhamos uma grande vista da cidade. No fim do dia, estávamos exaustos. As duas diziam estar com os buraquinhos ardidos. Eu também estava com o pau dolorido de tanto foder e tínhamos marcas pelo corpo dos deliciosos chupões. Mas valeu demais!"

8:22 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

"Letícia e eu formamos um jovem casal e curtimos o sexo em toda sua plenitude. Nossas relações são recheadas de gozos fantásticos e muitas fantasias em que sempre experimentamos situações novas e diferentes. Percebendo que Letícia era a mulher dos meus sonhos e me realizava, contei a ela uma antiga fantasia que cultivo desde a adolescência: ver duas gatas transando entre si e em seguida realizar um delicioso ménage. No início, relutou e não quis nem pensar no assunto. Com o tempo, foi ficando curiosa e me fazia várias perguntas, até que adquiriu uma pequena vontade em realizar o que eu havia lhe contado.

Certa noite, estávamos numa famosa casa noturna de São Paulo, já era tarde e quase todos que estavam conosco haviam ido embora quando fomos beber mais alguma coisa antes de irmos também. Sentamos numa mesa de canto e, enquanto aguardávamos nosso pedido, notei que uma gatinha, sozinha em outra mesa, olhava insistentemente em nossa direção. A princípio, pensei que ela estaria me paquerando, mas depois pude perceber que ela também observava Letícia, que nada havia notado. Letícia olhou para a outra garota e as duas trocaram um breve sorriso. Nossa admiradora se levantou e, aproximando-se, perguntou se poderia sentar-se junto a nós. Ela se chamava Bia e havia mudado recentemente para São Paulo, onde morava com a irmã. Letícia e Bia eram completamente opostas. Minha gata tem pele branca, cabelos negros, olhos castanhos; Bia tinha a pele bastante bronzeada, cabelos louros, olhos azuis...

Nos entendemos bem e logo conversávamos como se fôssemos velhos amigos. O lugar começou a ficar vazio e decidimos ir embora, não sem antes trocarmos telefones. Chegando em casa, transamos loucamente, imaginando Bia ali conosco.

Na semana seguinte, Bia nos ligou, conversamos um pouco e, em seguida, passei o telefone para Letícia. As duas conversavam animadamente quando Letícia me chamou perguntando se poderíamos aceitar o convite de Bia para irmos até sua casa no próximo final de semana, pois a irmã viajaria e ela estaria sozinha em casa. Diante desse convite, vi a possibilidade de concretizarmos nossos desejos e disse a Letícia que aceitasse o convite.

Fazia muito frio naquele sábado. Bia nos recebeu apenas com um vestido curto e decotado, sugerindo que tirássemos logo nossas roupas mais pesadas. Começamos a conversar e eu ali, sentado, observando aquelas duas gatas: Letícia, vestida de preto, o que realça a beleza de sua pele clara, e Bia, de branco, em contraste com a pele bronzeada.

Eu já imaginava as mil e uma que poderíamos aprontar até que Bia foi à cozinha. Aproveitei para perguntar a Letícia se ela realmente queria ir em frente. Um beijo gostoso foi a resposta. 'Estou morrendo de tesão para realizar nossos sonhos', completou. Quando Bia voltou da sala, sugeriu que assistíssemos a um vídeo e pediu que eu escolhesse, indicando-me uma estante repleta de fitas. Logo que vi alguns eróticos, escolhi um com cenas de lesbianismo, ménage feminino e grupal. Sentamos os três juntos no mesmo sofá e assistíamos a duas garotas se chupando na tela quando Bia inclinou a cabeça no ombro de Letícia e, em seguida, passou a beijá-la no pescoço. Letícia soltou um leve gemido e eu parti para o ataque. Fui logo beijando a boca da minha mulher enquanto as mãos apertavam os seios com os biquinhos duros de tesão. Neste momento, Bia levantou-se e puxou Letícia, começando a fazer com ela um delicioso strip tease para mim.

Primeiro, Bia tirou o vestido de Letícia, entre muitos beijos e carícias. As duas estavam com lingeries semelhantes e calcinhas fio-dental, enterradas nas bundinhas. Logo, Letícia se deitou no sofá e a outra veio por cima. Bia começou a explorar todo o corpo com uma língua ágil. Passou pelo pescoço e chegou aos seios, onde mamou carinhosa e demoradamente os mamilos de Letícia, que gemia de prazer. Foi descendo pela barriga até chegar às coxas, fazendo Letícia implorar para que ela chupasse sua bocetinha, que já estava encharcada de desejo. Bia arrancou a minúscula calcinha de Letícia com os dentes e demostrou uma certa satisfação ao ver que a boceta dela estava depilada. Bia passou a língua vagarosamente pelo rabinho da amiga, que piscava a cada lambida.

Finalmente, Bia começou a chupar a bocetinha de Letícia, fazendo movimentos lentos que arrancavam altos gemidos da minha gata. A danada lambeu o grelinho saliente, passou a língua em toda a xoxota e enfiou a língua o mais fundo que podia.

Quando passou a fazer movimentos mais rápidos em torno do grelo, Letícia pediu que não parasse e gozou, gritando de prazer. Então, foi a vez dela retribuir o prazer que havia sentido, iniciando longas carícias com a boquinha no corpo de Bia, indo direto aos seios da gata. Sugou lentamente cada um dos peitinhos, arrancando muitos gemidos. Era maravilhoso ver aquelas fêmeas se amando loucamente. Até que chegou a minha vez de entrar na festa.

Permaneci sentado no sofá e elas arrancaram todas as minhas roupas, começando uma deliciosa chupação por todo o meu corpo. Letícia me deu um gostoso beijo e pude sentir em seus lábios o gostinho da boceta de Bia. As duas usavam um forte batom vermelho que eu adoro e chuparam juntas meu peito, coxas, até que se ajoelharam entre minhas pernas. Primeiro, as duas seguraram meu pau enquanto chupavam minhas bolas. Em seguida, ficaram um bom tempo percorrendo toda a extensão do meu cacete ao mesmo tempo. Iam da cabeça até as bolas e voltavam, provocando uma sensação maravilhosa. Até que Letícia caiu de boca, engolindo o máximo que conseguia de meu pau levando-me às nuvens. Logo, foi a vez de Bia encher a boca com meu pau e Letícia sentou-se sobre meu rosto para que eu chupasse a boceta depiladinha, que mais parecia um vulcãozinho em chamas, jorrando aquela larva de prazer.

Caí de boca na xoxota, saboreando todo aquele delicioso líqüido com lentas lambidas, enquanto Bia continuava devorando meu cacete. Então, fui acelerando os movimentos de minha língua naquela boceta e fiz com que Letícia gozasse soltando altos gemidos e cravando as unhas vermelhas em meu peito.

Refeita deste gozo, Letícia voltou a chupar meu cacete e Bia começou a mamá-la. Assim, formamos um delicioso triângulo de chupadas. Eu chupava a boceta de Bia, que lambia a de Lelê que, por sua vez, devorava meu cacete. Elas gozaram quase ao mesmo tempo, mas ningúem parou de chupar. Era demais estarmos os três ali em meio a muitos gemidos, vendo minha gatinha se deliciando na língua de Lídia.

Após essa maravilhosa sessão que sentimos ao gozarmos juntos, permanecemos algum tempo abraçados e falando o quanto tinha sido tudo tão bom. Até que Bia sugeriu que tomássemos um banho na hidromassagem, que era grande o suficiente para nós três. As duas tiraram a meia, caíram na água e logo trocavam beijos e carícias por todo o corpo. Mais uma vez, eu assistia a tudo e ficava excitado. Letícia passava a língua pela bundinha de Bia quando me sentei na borda da banheira e as duas me atacaram. Vieram direto em cima do meu cacete, alternando as bocas, passando as duas ao mesmo tempo: engoliam a cabeça, chupavam as bolas, repetindo o ritual do sofá. Era bom demais sentir aquelas duas boquinhas ávidas pelo meu pau numa deliciosa chupeta dupla. As duas estavam na minha frente, de quatro dentro d'água. Então, caí na banheira e logo me posicionei atrás de Bia. Passei a lamber o rabinho dela enquanto Letícia se sentou na banheira por baixo de Lídia e passou a chupar os seios. Encostei a cabeça do meu pau no rabinho de Bia e dava leves estocadas, tentando entrar, mas tinha dificuldades por ela ser bem apertadinha. Percebendo minha intenção e com muita vontade de ser enrabada, ela empinou a bundinha em minha direção e pediu para ir devagar. Lentamente, meu pau foi entrando e, com um delicioso vaivém, desapareceu por inteiro dentro daquele cuzinho fechadinho. Bia gemia num mistura de dor e muito prazer.

Letícia agora estava sentada na beira da banheira e tinha a bocetinha chupada por Bia, que passou a receber fortes e rápidas estocadas de meu pau em seu rabinho. 'Agora, parou de doer, vai mais rápido', ordenava. Depois de muito sexo, gozamos alucinadamente. Caímos mais uma vez na água e então percebemos que era quase manhã de domingo.

Depois disso, descansamos um pouco e passamos o domingo inteiro juntos, transando de todas as formas: na cama, cozinha, sala e até no terraço de onde tínhamos uma grande vista da cidade. No fim do dia, estávamos exaustos. As duas diziam estar com os buraquinhos ardidos. Eu também estava com o pau dolorido de tanto foder e tínhamos marcas pelo corpo dos deliciosos chupões. Mas valeu demais!"

8:22 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

"Letícia e eu formamos um jovem casal e curtimos o sexo em toda sua plenitude. Nossas relações são recheadas de gozos fantásticos e muitas fantasias em que sempre experimentamos situações novas e diferentes. Percebendo que Letícia era a mulher dos meus sonhos e me realizava, contei a ela uma antiga fantasia que cultivo desde a adolescência: ver duas gatas transando entre si e em seguida realizar um delicioso ménage. No início, relutou e não quis nem pensar no assunto. Com o tempo, foi ficando curiosa e me fazia várias perguntas, até que adquiriu uma pequena vontade em realizar o que eu havia lhe contado.

Certa noite, estávamos numa famosa casa noturna de São Paulo, já era tarde e quase todos que estavam conosco haviam ido embora quando fomos beber mais alguma coisa antes de irmos também. Sentamos numa mesa de canto e, enquanto aguardávamos nosso pedido, notei que uma gatinha, sozinha em outra mesa, olhava insistentemente em nossa direção. A princípio, pensei que ela estaria me paquerando, mas depois pude perceber que ela também observava Letícia, que nada havia notado. Letícia olhou para a outra garota e as duas trocaram um breve sorriso. Nossa admiradora se levantou e, aproximando-se, perguntou se poderia sentar-se junto a nós. Ela se chamava Bia e havia mudado recentemente para São Paulo, onde morava com a irmã. Letícia e Bia eram completamente opostas. Minha gata tem pele branca, cabelos negros, olhos castanhos; Bia tinha a pele bastante bronzeada, cabelos louros, olhos azuis...

Nos entendemos bem e logo conversávamos como se fôssemos velhos amigos. O lugar começou a ficar vazio e decidimos ir embora, não sem antes trocarmos telefones. Chegando em casa, transamos loucamente, imaginando Bia ali conosco.

Na semana seguinte, Bia nos ligou, conversamos um pouco e, em seguida, passei o telefone para Letícia. As duas conversavam animadamente quando Letícia me chamou perguntando se poderíamos aceitar o convite de Bia para irmos até sua casa no próximo final de semana, pois a irmã viajaria e ela estaria sozinha em casa. Diante desse convite, vi a possibilidade de concretizarmos nossos desejos e disse a Letícia que aceitasse o convite.

Fazia muito frio naquele sábado. Bia nos recebeu apenas com um vestido curto e decotado, sugerindo que tirássemos logo nossas roupas mais pesadas. Começamos a conversar e eu ali, sentado, observando aquelas duas gatas: Letícia, vestida de preto, o que realça a beleza de sua pele clara, e Bia, de branco, em contraste com a pele bronzeada.

Eu já imaginava as mil e uma que poderíamos aprontar até que Bia foi à cozinha. Aproveitei para perguntar a Letícia se ela realmente queria ir em frente. Um beijo gostoso foi a resposta. 'Estou morrendo de tesão para realizar nossos sonhos', completou. Quando Bia voltou da sala, sugeriu que assistíssemos a um vídeo e pediu que eu escolhesse, indicando-me uma estante repleta de fitas. Logo que vi alguns eróticos, escolhi um com cenas de lesbianismo, ménage feminino e grupal. Sentamos os três juntos no mesmo sofá e assistíamos a duas garotas se chupando na tela quando Bia inclinou a cabeça no ombro de Letícia e, em seguida, passou a beijá-la no pescoço. Letícia soltou um leve gemido e eu parti para o ataque. Fui logo beijando a boca da minha mulher enquanto as mãos apertavam os seios com os biquinhos duros de tesão. Neste momento, Bia levantou-se e puxou Letícia, começando a fazer com ela um delicioso strip tease para mim.

Primeiro, Bia tirou o vestido de Letícia, entre muitos beijos e carícias. As duas estavam com lingeries semelhantes e calcinhas fio-dental, enterradas nas bundinhas. Logo, Letícia se deitou no sofá e a outra veio por cima. Bia começou a explorar todo o corpo com uma língua ágil. Passou pelo pescoço e chegou aos seios, onde mamou carinhosa e demoradamente os mamilos de Letícia, que gemia de prazer. Foi descendo pela barriga até chegar às coxas, fazendo Letícia implorar para que ela chupasse sua bocetinha, que já estava encharcada de desejo. Bia arrancou a minúscula calcinha de Letícia com os dentes e demostrou uma certa satisfação ao ver que a boceta dela estava depilada. Bia passou a língua vagarosamente pelo rabinho da amiga, que piscava a cada lambida.

Finalmente, Bia começou a chupar a bocetinha de Letícia, fazendo movimentos lentos que arrancavam altos gemidos da minha gata. A danada lambeu o grelinho saliente, passou a língua em toda a xoxota e enfiou a língua o mais fundo que podia.

Quando passou a fazer movimentos mais rápidos em torno do grelo, Letícia pediu que não parasse e gozou, gritando de prazer. Então, foi a vez dela retribuir o prazer que havia sentido, iniciando longas carícias com a boquinha no corpo de Bia, indo direto aos seios da gata. Sugou lentamente cada um dos peitinhos, arrancando muitos gemidos. Era maravilhoso ver aquelas fêmeas se amando loucamente. Até que chegou a minha vez de entrar na festa.

Permaneci sentado no sofá e elas arrancaram todas as minhas roupas, começando uma deliciosa chupação por todo o meu corpo. Letícia me deu um gostoso beijo e pude sentir em seus lábios o gostinho da boceta de Bia. As duas usavam um forte batom vermelho que eu adoro e chuparam juntas meu peito, coxas, até que se ajoelharam entre minhas pernas. Primeiro, as duas seguraram meu pau enquanto chupavam minhas bolas. Em seguida, ficaram um bom tempo percorrendo toda a extensão do meu cacete ao mesmo tempo. Iam da cabeça até as bolas e voltavam, provocando uma sensação maravilhosa. Até que Letícia caiu de boca, engolindo o máximo que conseguia de meu pau levando-me às nuvens. Logo, foi a vez de Bia encher a boca com meu pau e Letícia sentou-se sobre meu rosto para que eu chupasse a boceta depiladinha, que mais parecia um vulcãozinho em chamas, jorrando aquela larva de prazer.

Caí de boca na xoxota, saboreando todo aquele delicioso líqüido com lentas lambidas, enquanto Bia continuava devorando meu cacete. Então, fui acelerando os movimentos de minha língua naquela boceta e fiz com que Letícia gozasse soltando altos gemidos e cravando as unhas vermelhas em meu peito.

Refeita deste gozo, Letícia voltou a chupar meu cacete e Bia começou a mamá-la. Assim, formamos um delicioso triângulo de chupadas. Eu chupava a boceta de Bia, que lambia a de Lelê que, por sua vez, devorava meu cacete. Elas gozaram quase ao mesmo tempo, mas ningúem parou de chupar. Era demais estarmos os três ali em meio a muitos gemidos, vendo minha gatinha se deliciando na língua de Lídia.

Após essa maravilhosa sessão que sentimos ao gozarmos juntos, permanecemos algum tempo abraçados e falando o quanto tinha sido tudo tão bom. Até que Bia sugeriu que tomássemos um banho na hidromassagem, que era grande o suficiente para nós três. As duas tiraram a meia, caíram na água e logo trocavam beijos e carícias por todo o corpo. Mais uma vez, eu assistia a tudo e ficava excitado. Letícia passava a língua pela bundinha de Bia quando me sentei na borda da banheira e as duas me atacaram. Vieram direto em cima do meu cacete, alternando as bocas, passando as duas ao mesmo tempo: engoliam a cabeça, chupavam as bolas, repetindo o ritual do sofá. Era bom demais sentir aquelas duas boquinhas ávidas pelo meu pau numa deliciosa chupeta dupla. As duas estavam na minha frente, de quatro dentro d'água. Então, caí na banheira e logo me posicionei atrás de Bia. Passei a lamber o rabinho dela enquanto Letícia se sentou na banheira por baixo de Lídia e passou a chupar os seios. Encostei a cabeça do meu pau no rabinho de Bia e dava leves estocadas, tentando entrar, mas tinha dificuldades por ela ser bem apertadinha. Percebendo minha intenção e com muita vontade de ser enrabada, ela empinou a bundinha em minha direção e pediu para ir devagar. Lentamente, meu pau foi entrando e, com um delicioso vaivém, desapareceu por inteiro dentro daquele cuzinho fechadinho. Bia gemia num mistura de dor e muito prazer.

Letícia agora estava sentada na beira da banheira e tinha a bocetinha chupada por Bia, que passou a receber fortes e rápidas estocadas de meu pau em seu rabinho. 'Agora, parou de doer, vai mais rápido', ordenava. Depois de muito sexo, gozamos alucinadamente. Caímos mais uma vez na água e então percebemos que era quase manhã de domingo.

Depois disso, descansamos um pouco e passamos o domingo inteiro juntos, transando de todas as formas: na cama, cozinha, sala e até no terraço de onde tínhamos uma grande vista da cidade. No fim do dia, estávamos exaustos. As duas diziam estar com os buraquinhos ardidos. Eu também estava com o pau dolorido de tanto foder e tínhamos marcas pelo corpo dos deliciosos chupões. Mas valeu demais!"

8:25 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

"Letícia e eu formamos um jovem casal e curtimos o sexo em toda sua plenitude. Nossas relações são recheadas de gozos fantásticos e muitas fantasias em que sempre experimentamos situações novas e diferentes. Percebendo que Letícia era a mulher dos meus sonhos e me realizava, contei a ela uma antiga fantasia que cultivo desde a adolescência: ver duas gatas transando entre si e em seguida realizar um delicioso ménage. No início, relutou e não quis nem pensar no assunto. Com o tempo, foi ficando curiosa e me fazia várias perguntas, até que adquiriu uma pequena vontade em realizar o que eu havia lhe contado.

Certa noite, estávamos numa famosa casa noturna de São Paulo, já era tarde e quase todos que estavam conosco haviam ido embora quando fomos beber mais alguma coisa antes de irmos também. Sentamos numa mesa de canto e, enquanto aguardávamos nosso pedido, notei que uma gatinha, sozinha em outra mesa, olhava insistentemente em nossa direção. A princípio, pensei que ela estaria me paquerando, mas depois pude perceber que ela também observava Letícia, que nada havia notado. Letícia olhou para a outra garota e as duas trocaram um breve sorriso. Nossa admiradora se levantou e, aproximando-se, perguntou se poderia sentar-se junto a nós. Ela se chamava Bia e havia mudado recentemente para São Paulo, onde morava com a irmã. Letícia e Bia eram completamente opostas. Minha gata tem pele branca, cabelos negros, olhos castanhos; Bia tinha a pele bastante bronzeada, cabelos louros, olhos azuis...

Nos entendemos bem e logo conversávamos como se fôssemos velhos amigos. O lugar começou a ficar vazio e decidimos ir embora, não sem antes trocarmos telefones. Chegando em casa, transamos loucamente, imaginando Bia ali conosco.

Na semana seguinte, Bia nos ligou, conversamos um pouco e, em seguida, passei o telefone para Letícia. As duas conversavam animadamente quando Letícia me chamou perguntando se poderíamos aceitar o convite de Bia para irmos até sua casa no próximo final de semana, pois a irmã viajaria e ela estaria sozinha em casa. Diante desse convite, vi a possibilidade de concretizarmos nossos desejos e disse a Letícia que aceitasse o convite.

Fazia muito frio naquele sábado. Bia nos recebeu apenas com um vestido curto e decotado, sugerindo que tirássemos logo nossas roupas mais pesadas. Começamos a conversar e eu ali, sentado, observando aquelas duas gatas: Letícia, vestida de preto, o que realça a beleza de sua pele clara, e Bia, de branco, em contraste com a pele bronzeada.

Eu já imaginava as mil e uma que poderíamos aprontar até que Bia foi à cozinha. Aproveitei para perguntar a Letícia se ela realmente queria ir em frente. Um beijo gostoso foi a resposta. 'Estou morrendo de tesão para realizar nossos sonhos', completou. Quando Bia voltou da sala, sugeriu que assistíssemos a um vídeo e pediu que eu escolhesse, indicando-me uma estante repleta de fitas. Logo que vi alguns eróticos, escolhi um com cenas de lesbianismo, ménage feminino e grupal. Sentamos os três juntos no mesmo sofá e assistíamos a duas garotas se chupando na tela quando Bia inclinou a cabeça no ombro de Letícia e, em seguida, passou a beijá-la no pescoço. Letícia soltou um leve gemido e eu parti para o ataque. Fui logo beijando a boca da minha mulher enquanto as mãos apertavam os seios com os biquinhos duros de tesão. Neste momento, Bia levantou-se e puxou Letícia, começando a fazer com ela um delicioso strip tease para mim.

Primeiro, Bia tirou o vestido de Letícia, entre muitos beijos e carícias. As duas estavam com lingeries semelhantes e calcinhas fio-dental, enterradas nas bundinhas. Logo, Letícia se deitou no sofá e a outra veio por cima. Bia começou a explorar todo o corpo com uma língua ágil. Passou pelo pescoço e chegou aos seios, onde mamou carinhosa e demoradamente os mamilos de Letícia, que gemia de prazer. Foi descendo pela barriga até chegar às coxas, fazendo Letícia implorar para que ela chupasse sua bocetinha, que já estava encharcada de desejo. Bia arrancou a minúscula calcinha de Letícia com os dentes e demostrou uma certa satisfação ao ver que a boceta dela estava depilada. Bia passou a língua vagarosamente pelo rabinho da amiga, que piscava a cada lambida.

Finalmente, Bia começou a chupar a bocetinha de Letícia, fazendo movimentos lentos que arrancavam altos gemidos da minha gata. A danada lambeu o grelinho saliente, passou a língua em toda a xoxota e enfiou a língua o mais fundo que podia.

Quando passou a fazer movimentos mais rápidos em torno do grelo, Letícia pediu que não parasse e gozou, gritando de prazer. Então, foi a vez dela retribuir o prazer que havia sentido, iniciando longas carícias com a boquinha no corpo de Bia, indo direto aos seios da gata. Sugou lentamente cada um dos peitinhos, arrancando muitos gemidos. Era maravilhoso ver aquelas fêmeas se amando loucamente. Até que chegou a minha vez de entrar na festa.

Permaneci sentado no sofá e elas arrancaram todas as minhas roupas, começando uma deliciosa chupação por todo o meu corpo. Letícia me deu um gostoso beijo e pude sentir em seus lábios o gostinho da boceta de Bia. As duas usavam um forte batom vermelho que eu adoro e chuparam juntas meu peito, coxas, até que se ajoelharam entre minhas pernas. Primeiro, as duas seguraram meu pau enquanto chupavam minhas bolas. Em seguida, ficaram um bom tempo percorrendo toda a extensão do meu cacete ao mesmo tempo. Iam da cabeça até as bolas e voltavam, provocando uma sensação maravilhosa. Até que Letícia caiu de boca, engolindo o máximo que conseguia de meu pau levando-me às nuvens. Logo, foi a vez de Bia encher a boca com meu pau e Letícia sentou-se sobre meu rosto para que eu chupasse a boceta depiladinha, que mais parecia um vulcãozinho em chamas, jorrando aquela larva de prazer.

Caí de boca na xoxota, saboreando todo aquele delicioso líqüido com lentas lambidas, enquanto Bia continuava devorando meu cacete. Então, fui acelerando os movimentos de minha língua naquela boceta e fiz com que Letícia gozasse soltando altos gemidos e cravando as unhas vermelhas em meu peito.

Refeita deste gozo, Letícia voltou a chupar meu cacete e Bia começou a mamá-la. Assim, formamos um delicioso triângulo de chupadas. Eu chupava a boceta de Bia, que lambia a de Lelê que, por sua vez, devorava meu cacete. Elas gozaram quase ao mesmo tempo, mas ningúem parou de chupar. Era demais estarmos os três ali em meio a muitos gemidos, vendo minha gatinha se deliciando na língua de Lídia.

Após essa maravilhosa sessão que sentimos ao gozarmos juntos, permanecemos algum tempo abraçados e falando o quanto tinha sido tudo tão bom. Até que Bia sugeriu que tomássemos um banho na hidromassagem, que era grande o suficiente para nós três. As duas tiraram a meia, caíram na água e logo trocavam beijos e carícias por todo o corpo. Mais uma vez, eu assistia a tudo e ficava excitado. Letícia passava a língua pela bundinha de Bia quando me sentei na borda da banheira e as duas me atacaram. Vieram direto em cima do meu cacete, alternando as bocas, passando as duas ao mesmo tempo: engoliam a cabeça, chupavam as bolas, repetindo o ritual do sofá. Era bom demais sentir aquelas duas boquinhas ávidas pelo meu pau numa deliciosa chupeta dupla. As duas estavam na minha frente, de quatro dentro d'água. Então, caí na banheira e logo me posicionei atrás de Bia. Passei a lamber o rabinho dela enquanto Letícia se sentou na banheira por baixo de Lídia e passou a chupar os seios. Encostei a cabeça do meu pau no rabinho de Bia e dava leves estocadas, tentando entrar, mas tinha dificuldades por ela ser bem apertadinha. Percebendo minha intenção e com muita vontade de ser enrabada, ela empinou a bundinha em minha direção e pediu para ir devagar. Lentamente, meu pau foi entrando e, com um delicioso vaivém, desapareceu por inteiro dentro daquele cuzinho fechadinho. Bia gemia num mistura de dor e muito prazer.

Letícia agora estava sentada na beira da banheira e tinha a bocetinha chupada por Bia, que passou a receber fortes e rápidas estocadas de meu pau em seu rabinho. 'Agora, parou de doer, vai mais rápido', ordenava. Depois de muito sexo, gozamos alucinadamente. Caímos mais uma vez na água e então percebemos que era quase manhã de domingo.

Depois disso, descansamos um pouco e passamos o domingo inteiro juntos, transando de todas as formas: na cama, cozinha, sala e até no terraço de onde tínhamos uma grande vista da cidade. No fim do dia, estávamos exaustos. As duas diziam estar com os buraquinhos ardidos. Eu também estava com o pau dolorido de tanto foder e tínhamos marcas pelo corpo dos deliciosos chupões. Mas valeu demais!"

8:26 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

primeira vez que mamei num caralho

Meu nome é Leticia, tenho 16 anos, sou morena , baixinha(1.55 cm de altura), olhos verdes, cabelos compridos e um corpo estilo violão, bem tesudinho. Eu moro no interior de SP, numa fazenda com meus pais. Desde pequena eu sempre fui muito inocente e não maldava as coisas que aconteciam ao meu redor, mas o tempo foi passando e eu comecei a perceber certos fatos... Eu sempre adorei beber um leitin ho quente colhido da vaca, certa vez um peão da fazenda me disse que as vaquinhas estavam doentes e que não poderia recolher leite para mim, eu comecei a chorar dizendo que queria o meuu leitinho, daí o peão perguntou se eu conhecia \" leite de tora\" e que se eu quisesse ele me dava leitinho e eu inocente que era não sabia o que era \"tora\" e que só gostava de leite da minha vaquinha. Passado algum tempo e as vacas não melhoravame eu já estava deseperada pelo meu leitinho, foi quando lembrei que o Pedro(esse é o nome do peão) me falou sobre o leitinho de tora. Naquela noite eu dormi decidida a experimentar esse tal leite. DE manhã fui direto para o celeiro e falei com o Pedro que já não aguentava mais ficar sem meu leitinho e que queria experimentar o tal leite de tora. O Pedro me olhou e disse que quando fosse por volta do meio-dia eu voltasse ao celeiro que ele me deixaria mamar o quanto eu quisesse.Voltei para a casa grande muito feliz , pois teria leitinho para eu beber. Lá pelas 10:30 da manhã meus pais foram à capital visitar a minha avó que estava internada, eles queriam me levar, mas eu protestei muito, pois queria ficar na fazenda para experimentar esse \"leitinho misterioso\". Quando deram 11:50h eu partí para o celeiro, pois estava louca para tomar o meu leitinho. Quando cheguei cheguei logo chamei o Pedro que apareceu de prontidão e me levou para os fundos do celeiro e disse que já voltava, eu me sentei na palha e fiquei esperando, quando oPedro voltou, notei que estava com as calças abertas e falei com ele, no que ele virou para mim e falou para eu chegar mais perto, quando me aproximei logo reparei que Pedro tinha colocado para fora das calças algo grande e duro. Eu tentei me esquivar , mas ele segurou no meu braço e disse que eu já era muito grandinha para beber leitinho de vaca e que já era hora de me ensinar a mamar a tora dele. Ele começou a me beijar de mansinho e eucomecei a sentir um arrepio subindo pelas permnas , ele me beijava com vontade e eu corrspondia , meio inexperiente, aos poucos fui me soltando, ele tirou minha blusae começou a acariciar meus peitinhos pequenos e durinhos de tesão, eu comecei a gemer baixinho igual uma gata no cio, ele parou de me beijar e começou a mamar meus peitinhos me chamando de vaquinha safada e tesuda, eu já estava com as pernas moles e ele colou o corpo no meu, foi quando eu senti aquele caralho duro roçando nas minhas coxas, nisso a minha xoxotinha já estava ensopada de tesão, dai o Pedro me disse. - Vc não quer leitinho? Vem, mama aqui na minha tora, vou te dar leite quentinho. Ele me fez ajoelhar e botou aquele caralho imenso para fora ( fiquei sabendo depois, 23X6) e me falou para mamar, eu comecei a chupar aquela cabeçona vermelha que já estava toda melada, chupava devagar, meio que com medo, mas como sou espertinha fui pegando o jeito e mamava sem parar, engolindo a cabeça daquele caralhãoigual uma bola de sorvete, quanto mais eu mamava mais alto o Pedro gemia, eu já estava ficando experiente e agora já mamava sem medo, engolindo aquela tora maravilhosa, lambendo tduo,cabeça, saco, pau, tudo, foi quando o Pedro disse para eu me preparar que ele iria gozar e me draia o leitinho que eu tanto queria, mamaei com mais vontade ainda, de repente senti o Pedro começar a tremere meter todo aquele caralho maravilhoso na minha boca e gozar de forma fenomenal, eu mamei tudinho, cada gotinha daquele leitinho gostoso que ele me dava. Quando ele acabou de gozar, eu já estava empanturrada de tanata porra que mamei. Daí ele me deu um beijo na boca e perguntou se eu havia gostado do leitinho, e eu mais que satisfeita disse que sim, então ele viroub pra mime disse que agora era ele quem queria mamar meu leitinho, nisso ele já foi me deitando na palha e arreganhando minhas pernas e caiu de boca na minha xoxotinha toda melada, chupando o meu grelinho, passando a lingua em volta e metendo um dedo na minha grutinha, nessa hora eu já estava gemendo alto como uma verdadeira putinha safada, e o Pedro enterrando a lingua na minha xoxota, quando eu gozei foi demais e o Pedro mamou todo o meu melzinho...depois de algum tempo nos vestimos , mas não sem antes fazer o Pedro prometer que me draia \"leitinho e tora\" novamente.Foi assim que eu comecei a gostar de mamar num caralho, desse dia em diante nunca mais tomei leite de vaca, agora só bebo \"leitinho de tora\" que é mais saudável. Esse é o primeiro conto que eu mando, espero que vcs tenham gostado, agora quem quiser uma mamada ou torcar experiencias me escrevam na_fazenda@yahoo.com.br
Beijinhos para todos

8:26 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

primeira vez que mamei num caralho

Meu nome é Leticia, tenho 16 anos, sou morena , baixinha(1.55 cm de altura), olhos verdes, cabelos compridos e um corpo estilo violão, bem tesudinho. Eu moro no interior de SP, numa fazenda com meus pais. Desde pequena eu sempre fui muito inocente e não maldava as coisas que aconteciam ao meu redor, mas o tempo foi passando e eu comecei a perceber certos fatos... Eu sempre adorei beber um leitin ho quente colhido da vaca, certa vez um peão da fazenda me disse que as vaquinhas estavam doentes e que não poderia recolher leite para mim, eu comecei a chorar dizendo que queria o meuu leitinho, daí o peão perguntou se eu conhecia \" leite de tora\" e que se eu quisesse ele me dava leitinho e eu inocente que era não sabia o que era \"tora\" e que só gostava de leite da minha vaquinha. Passado algum tempo e as vacas não melhoravame eu já estava deseperada pelo meu leitinho, foi quando lembrei que o Pedro(esse é o nome do peão) me falou sobre o leitinho de tora. Naquela noite eu dormi decidida a experimentar esse tal leite. DE manhã fui direto para o celeiro e falei com o Pedro que já não aguentava mais ficar sem meu leitinho e que queria experimentar o tal leite de tora. O Pedro me olhou e disse que quando fosse por volta do meio-dia eu voltasse ao celeiro que ele me deixaria mamar o quanto eu quisesse.Voltei para a casa grande muito feliz , pois teria leitinho para eu beber. Lá pelas 10:30 da manhã meus pais foram à capital visitar a minha avó que estava internada, eles queriam me levar, mas eu protestei muito, pois queria ficar na fazenda para experimentar esse \"leitinho misterioso\". Quando deram 11:50h eu partí para o celeiro, pois estava louca para tomar o meu leitinho. Quando cheguei cheguei logo chamei o Pedro que apareceu de prontidão e me levou para os fundos do celeiro e disse que já voltava, eu me sentei na palha e fiquei esperando, quando oPedro voltou, notei que estava com as calças abertas e falei com ele, no que ele virou para mim e falou para eu chegar mais perto, quando me aproximei logo reparei que Pedro tinha colocado para fora das calças algo grande e duro. Eu tentei me esquivar , mas ele segurou no meu braço e disse que eu já era muito grandinha para beber leitinho de vaca e que já era hora de me ensinar a mamar a tora dele. Ele começou a me beijar de mansinho e eucomecei a sentir um arrepio subindo pelas permnas , ele me beijava com vontade e eu corrspondia , meio inexperiente, aos poucos fui me soltando, ele tirou minha blusae começou a acariciar meus peitinhos pequenos e durinhos de tesão, eu comecei a gemer baixinho igual uma gata no cio, ele parou de me beijar e começou a mamar meus peitinhos me chamando de vaquinha safada e tesuda, eu já estava com as pernas moles e ele colou o corpo no meu, foi quando eu senti aquele caralho duro roçando nas minhas coxas, nisso a minha xoxotinha já estava ensopada de tesão, dai o Pedro me disse. - Vc não quer leitinho? Vem, mama aqui na minha tora, vou te dar leite quentinho. Ele me fez ajoelhar e botou aquele caralho imenso para fora ( fiquei sabendo depois, 23X6) e me falou para mamar, eu comecei a chupar aquela cabeçona vermelha que já estava toda melada, chupava devagar, meio que com medo, mas como sou espertinha fui pegando o jeito e mamava sem parar, engolindo a cabeça daquele caralhãoigual uma bola de sorvete, quanto mais eu mamava mais alto o Pedro gemia, eu já estava ficando experiente e agora já mamava sem medo, engolindo aquela tora maravilhosa, lambendo tduo,cabeça, saco, pau, tudo, foi quando o Pedro disse para eu me preparar que ele iria gozar e me draia o leitinho que eu tanto queria, mamaei com mais vontade ainda, de repente senti o Pedro começar a tremere meter todo aquele caralho maravilhoso na minha boca e gozar de forma fenomenal, eu mamei tudinho, cada gotinha daquele leitinho gostoso que ele me dava. Quando ele acabou de gozar, eu já estava empanturrada de tanata porra que mamei. Daí ele me deu um beijo na boca e perguntou se eu havia gostado do leitinho, e eu mais que satisfeita disse que sim, então ele viroub pra mime disse que agora era ele quem queria mamar meu leitinho, nisso ele já foi me deitando na palha e arreganhando minhas pernas e caiu de boca na minha xoxotinha toda melada, chupando o meu grelinho, passando a lingua em volta e metendo um dedo na minha grutinha, nessa hora eu já estava gemendo alto como uma verdadeira putinha safada, e o Pedro enterrando a lingua na minha xoxota, quando eu gozei foi demais e o Pedro mamou todo o meu melzinho...depois de algum tempo nos vestimos , mas não sem antes fazer o Pedro prometer que me draia \"leitinho e tora\" novamente.Foi assim que eu comecei a gostar de mamar num caralho, desse dia em diante nunca mais tomei leite de vaca, agora só bebo \"leitinho de tora\" que é mais saudável. Esse é o primeiro conto que eu mando, espero que vcs tenham gostado, agora quem quiser uma mamada ou torcar experiencias me escrevam na_fazenda@yahoo.com.br
Beijinhos para todos

8:26 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Eu me chamo Helena e tenho hoje 41 anos, apesar disso, tenho uma figura enxuta e bem malhada. Talvez por eu gostar tanto de sexo, consegui me manter desejável e atraente em todos esses anos. Resolvi contar um pouco de minhas experiências para encontrar talvez alguém que tenha afinidade com este meu temperamento e que talvez possa compartilhar junto conosco alguns momentos sensuais.

Na minha juventude eu estudava no Mackenzie, próximo a Avenida Higienopolis onde eu morava. Como não podia deixar de ser, devido esta escola ser para um nível elevado, eu encontrava freqüentemente muitos gatinhos que compartilhavam das mesmas intenções que eu. Eu participava de uma peça de teatro na escola e após as aulas, na parte da tarde, dizia a minha mãe que iria ensaiar e me encontrava com o grupo de teatro novamente. Com toda a nossa criatividade de adolescentes, representávamos peças deliciosas, como Nero, Romeu e Julieta, etc. A peça que mais me agradou foi a de Romeu e Julieta, pois eu entrava vestida com toda aquela roupa da época, vendada e ficava à frente do meu castelo para a escolha do meu Romeu. A minha entrada começava com uma música de fundo e eu dançava, e lentamente, ia tirando toda a minha roupa. Eu sentia a tensão crescendo a medida que ia me despindo, e quando a música terminava a única coisa que eu ainda trazia no corpo era a minha venda nos olhos. Eu tinha que me ajoelhar e lentamente todos os pretendentes a Romeu, paravam à minha frente, e eu lhes massageava as "Espadas" com a minha boca. Aquele que mais me agradasse (claro que no sabor e tamanho) era o meu escolhido. Representávamos esta peça, pelo menos uma vez por semana durante seis meses. O meu escolhido me levantava e virando-me colocava-me de bruços sobre uma mesa para o banquete dos convidados (os não escolhidos). O meu escolhido tinha o "previlégio" de ficar olhando enquanto os outros todos me fodiam e chupavam ou eram chupados por mim e finalmente era a vez dele. Neste momento (claro que não da pra aguentar) o Romeu ja estava em ponto de bala, mas para provar o meu "amor" eu dava a ele o melhor tratamento. Essa era a segunda parte da peça: Eu era retirada do Palco por alguns instantes para lavar a porra toda que já escorria pelas pernas e ainda vendada, voltava e era colocada inclinada sobre uma mesa curta, com a bunda arrebitada. O Romeu se aproximava e eu mamava novamente sem usar as mãos, até sentir o seu pau duríssimo dentro de minha boca. Ele se aproximava por trás e devagar ia penetrando o meu cuzinho. A deliciosa parte disso era não saber quem está entrando em voce, mas somente sentir o calor e a pressão avançando dentro do seu rabo ate parecer que ele vai explodir. A minha buceta ficava derramando líquidos sem parar, e normalmente eu sentia o meu gozo simultâneo com o do Romeu que enchia todas as minhas entranhas de líquido e prazer. Todos os outros ficavam olhando calados estes momentos de tesão, e no final, depois de ter saciado o meu Romeu, todos também podiam se satisfazer com o banquete. Eu sentia a enxurrada de paus e gozo em todos os buracos do meu corpo e isso era maravilhoso.

1:21 AM, March 01, 2005
Anonymous said...
Minha história aconteceu no princípio do ano. Meu nome é Claudia, sou casada com João Carlos, temos 42 e 48 anos, sou aloirada, tenho um corpo bonito pois sempre fiz ginástica e meu marido é moreno e bem forte pois sempre praticou natação.
Somos casados há 18 anos e sempre nos demos muito bem e somos muito liberais na cama. Ge-ralmente assistimos filmes eróticos e demoramos bastante nas preliminares antes de gozarmos o que nos dá muito prazer.
Apesar desse tempo todo em que estamos casados sempre inovamos, mais ele, em termos de sexo.
Certa vez ele comentou que vira um vibrador em uma revista e perguntou o que eu achava e fiquei superexcitada com a idéia e resolvemos comprar um. Fomos a uma sexyshop e escolhemos um modelo e fiquei logo com vontade de usá-lo. Assim que chegamos em casa tomamos banho e fomos para a cama pois estávamos excitadíssimos e começamos as carícias e logo começamos a usar o vibrador.
Assim que João Carlos começou a massagear minha xoxota senti que não demoraria a gozar e logo estava gozando com vibrador todo enterrado na xoxota.
A partir desta trepada passei a usá-lo com freqüência e praticamente só gozava com o auxílio do vibrador.
Um dia João Carlos me mostrou um anúncio de um show de nus masculinos e me perguntou se eu gostaria de ver e eu disse que sim, até por curiosidade. Nesta noite quando fazíamos as prelimina-res eu fazia um boquete nele e de repente tive a idéia de passar o vibrador pelo saco dele e o fiz bem devagar e notei que ele gostou e continuei a passá-lo agora bem perto do cu e me detinha nele colocando a cabecinha do vibrador na portinha do cu dele e notei que seu pau ficou teso e ele gozou intensamente.
Alguns dias depois voltamos a trepar e eu resolvi tomar a iniciativa e comecei a chupar seus mami-los que ficaram durinhos e alisar seu pau que logo endureceu, então apanhei o vibrador e deixei-o do meu lado e pedi a João Carlos que deitasse de costas e comecei um boquete e fui descendo até chegar no seu cu que lambi bastante e deixei-o todo melado e bem disfarçadamente liguei o vibrador e comecei a passá-lo no seu saco e fui descendo até encontrar a entrada do cu e fiquei passando o vibrador um pouco em torno dele e de vez em quando bem devagar empurrava um pouquinho e fiquei nessa brincadeira até que empurrei mais um pouquinho e a cabeça entrou e deixei nesta posição para sentir a reação dele e fui empurrando mais um pouco até quase a meta-de e então ele retesou o corpo e fui lentamente retirando o vibrador e ele gozou muito na minha boca.
Alguns dias depois, João Carlos me disse que ia comprar entradas para o tal show e fiquei logo excitada.
À noite ele chegou em casa com os ingressos que seria para sexta feira, dois dias depois.
Nos tickets apareciam as fotos de uns rapazes todos fortes de tanga e que no show tinham várias surpresas e fiquei curiosa.
Finalmente o dia chegou e as 8:30hs estávamos na fila do show que seria as 9:00hs.
Ao entrarmos sentamos em uma espécie de platéia e ficamos logo na primeira fila no horário mar-cado as luzes se apagaram. Começou uma música e apareceu um foco de luz em um homem pre-to que usava um terno branco e quando ele se aproximou vimos que seu pau estava de fora e era enorme o que causou logo uns comentários, e quando ele ficou parado bem a nossa frente com o pau dando uns pulos e ele virou de lado e constatei que seu pau era imenso. Então ele virou-se de costas e se afastou e todos bateram palmas.
Logo apareceram focos de luz em vários homens que estavam de calça e camisa e dançavam se rebolando e os focos se apagaram e novas palmas se ouviram e assim o show prosseguiu e sem-pre que os focos se acendiam os homens tinham menos uma peça de roupa até ficarem de sunga.
Então entrou um homem no palco e anunciou o show de nus e que era para as mulheres se prepa-rarem que veriam belos modelos e belos e enormes membros e as luzes se apagaram de repente um foco se acendeu e apareceu um loiro forte de sunga e calmamente ele começou a retirá-la e surgiu uma piroca grande que balançava e outro foco e desta vez um moreno forte já nu de costas e quando se virou apareceu uma piroca enorme e grossa que arrancou suspiros e comentários e outro foco e desta vez um crioulo também de costas e ele ficou de lado e a piroca além de grande e grossa estava virada para cima o que vez com que algumas mulheres e homem fizessem excla-mações e a cada foco surgia um homem com um pau enorme. eu estava superexcitada e anuncia-ram que começariam as surpresas e de repente um homem apontou para a platéia e chamou uma mulher que subiu ao palco e ele deu adeus para todos e a levou para dentro, outro homem e outra mulher escolhida e saíram do palco e novamente um homem apontou uma mulher e desta vez ficaram no palco e assim foi até que um moreno alto bem forte me apontou e olhei para meu mari-do que disse: Vá! e subi no palco.
Meu coração pulsava e quando cheguei ele segurou minhas mãos e me levou para trás do palco e disse: Seu show é individual e me levou para um cômodo onde existiam uma bela cama e uma cadeira e ele ao entrar fechou a porta e chegou bem perto de mim e perguntou: Gostou? E apon-tou para o seu pau que era enorme e grosso e estava duríssimo e eu meio tímida disse que sim e ele começou a dançar bem sensualmente e ia se aproximando de mim até que segurou minha mão e colocou no pau dele.
Eu delicadamente a retirei e ele desta vez a segurou com força e disse :Segure! E fiquei segurando aquele pau duro e quente e então ele segurou minha mão e a movimentou me fazendo tocar uma punheta nele e segurando minha blusa começou a tirá-la. Eu estava excitada mas com muito medo e não esbocei nenhuma reação e ele a tirou e ficou olhando meus seios e segurou-me pela cintura e começou a chupar um deles e logo chupava os dois freneticamente e eu nada fiz ,então ele me mandou tirar a saia, relutei e ele com uma força estúpida me segurou e disse que o quarto era a prova de som e que eu devia obedecê-lo e vagarosamente comecei a tia à saia e fiquei de calcinha e ele logo disse: Tira! e ali estava eu nua com um homem enorme com um pau também enorme me alisando e então ele disse: Quer o show somente comigo? Você tem direito a três modelos e eu como estava bloqueada nada respondi e quando olhei a minha frente vi o crioulo com o pau enorme e outro moreno, e todos estavam nus.
Começaram a dançar e depois de uns dez minutos se aproximaram de mim e o moreno disse: Vamos fazer uma coisa: Se sua xoxota não estiver molhada você está liberada, e se estiver mo-lhada vamos brincar um pouco e segurou minhas mãos e começou a alisar minhas coxas e logo começou a procurar com o dedo minha xoxota e disse: Nossa, está tão molhada que acho que está escorrendo e o pior que era verdade, pois sentia minhas coxas meladas e ele disse: Amor, senta aqui e sentou-se na cadeira ficando com o pau em pé e me puxou. Eu fui em sua direção e relutei mas ele me puxou e disse: Abra as pernas e sente nele, eu sei que você quer, afinal foi para isso que seu marido a trouxe aqui e me puxou de novo e de repente me pegou no colo e me encai-xou na sua piroca que senti deslizar por minha xoxota adentro até que senti seu pau todo enterra-do e pude constatar que era muito grosso pois apesar de estar com a xoxota bem molhada eu sentia ela sendo alargada e ele me segurou pela cintura e começou a fazer com que eu o caval-gasse e seu pau esfregava meu grelo que estava bem inchado.
Então ele se virou para mim e disse: Já fez dupla penetração? E eu disse que não e ele disse: Então vai fazer pela primeira vez hoje, e eu pedi que não pois não agüentaria e ele disse: Agüenta sim e comecei a sentir um dedo alisando meu cu e ao olhar para trás vi o crioulo atrás de mim e senti um calafrio de medo e disse que não queria mas senti sua pica esfregando a portinha do meu cu e tentei recuar o corpo porem o moreno me empurrou para trás e senti uma pressão enorme e logo sentia a pica do crioulo me invadindo e me senti sendo arrombada e novamente fui empurrada contra o crioulo que empurrou a pica e a senti entrando pelo meu cu e imaginei que devia estar muito lubrificada pois para minha surpresa ela deslizou direto .
Fui segura pela cintura pelo crioulo e pelos ombros pelo moreno que passaram a meter em mim no mesmo ritmo e enquanto o moreno metia na minha xoxota chupava meus seios e então o crioulo me fez deitar sobre o outro de forma que minha bunda ficou toda aberta e a pica do moreno ficou esfregando em meu grelo.
Eu nunca imaginei que pudesse agüentar uma pica daquele tamanho e muito menos duas, e sentia que meu grelo estava bem inchado e rezava que eles gozassem logo, mas não pareciam dispostos a isso não pois estavam metendo agora devagar e começou a me dar vontade de gozar e apesar de não querer senti a sensação do gozo chegando e não teve jeito comecei a gozar e com isso contraí minha xoxota e meu cu e ouvi o moreno dizer : Isso princesa, goze bastante que também vou gozar e eu estava gozando muito e senti sua pica latejando e sabia que ele também estava e me segurou com força e então o crioulo também me segurou com força e enterrou o pau até o fim e se manteve assim e senti sua pica latejando e despejando esperma em meu cu.
Ainda meteram bastante e começaram a tirar as picas e a primeira a sair foi a do crioulo e senti um alívio enorme e o moreno me segurou pela cintura e disse: Fique tranqüila princesa que todos nós fazemos exames semanalmente e nós fizemos ontem e estamos ok.
Eu fiquei aliviada mas nada falei. e ele disse ainda, Ah outra coisa, quem vem ao nosso show re-cebe as explicações sobre tudo que acontecerá quando compram os ingressos e aquilo me intri-gou.
Eles finalmente saíram de dentro de mim e o moreno segurou minha mão e a beijou e disse: Espe-ro que você volte, pois você é show de mulher, seu marido é um sortudo.
Comecei a me vestir e me levaram de volta a platéia por uma porta lateral e me sentei ao lado do meu marido.
Ele me olhou e perguntou se o show tinha sido bom e respondi que tinha sido meio forte mas que foi, e assistimos o resto do show e fomos embora.
Durante o percurso de volta para casa, ele disse que queria saber mais detalhes e eu disse que às vezes passavam a mão na gente e tal mas que não aconteceu nada demais e chegamos em casa.
Fui direto tomar banho e demorei bastante e me sentia ainda dilatada pois afinal os dois tinham paus enormes.
Alguns dias depois quando estávamos na cama nas preliminares João Carlos sentindo que eu estava muito excitada apanhou o vibrador e me perguntou se eu gostaria de experimentar uma dupla penetração e eu disse que sim e ele lubrificou-o com saliva e colocou em minha xoxota e ficou colocando e tirando e segurou em minha cintura e me virou de bruços e começou a passar a pau no meu rego depois lubrificou o dedo e o introduziu no meu cu e colocou a cabeça da pica e foi forçando e começou a entrar bem devagar e logo a alojou toda em meu cu e com a outra mão colocava e tirava o vibrador me proporcionando uma sensação muito gostosa.
Senti que não demoraria a gozar pois ele encontrou uma posição ideal tanto para frente como por trás e comecei a gozar e segurei em sua cintura por trás e o puxei fazendo com que me enrabasse até o fim e tive um gozo maravilhoso e logo ele também começou a gozar bem enterrado em mim. Foi uma trepada muito gostosa.
Alguns dias depois ele disse que comprara uns presentes para mim e eram dois pênis sendo um menor sem vibrador e outro de silicone azul que parecia muito macio.
Lógico que resolvemos experimentar naquela noite e enquanto estávamos nas sacanagens resolvi bem disfarçadamente pegar o pênis menor e fui lubrificando-o e comecei a chupar seu pau e fui passando ele no rego de João Carlos que estava com o pau enorme de duro e lentamente comecei a introduzi-lo no cu dele e como não houve resistência fui empurrando até colocá-lo todo e fiquei movimentando como se estivesse metendo. Eu já tinha lido que às vezes os homens sentem tesão dessa forma pois massageia um órgão deles chamado próstata e devia ser o que estava aconte-cendo pois meu marido parecia que estava com tesão e continuei e com a outra mão comecei a punhetá-lo e fiquei assim até que vi seu pau brilhando e ficando mais duro e ele começou a gozar e logo jatos de esperma melaram todo o seu saco e pernas. Também gozei muito com ele me chu-pando.
Agora de vez em quando uso o pênis nele e quando lubrifico bem até ponho o maior e ligo o vibra-dor e o enrabo também.
Eu nunca contei o que acontecera no show e algumas vezes gozo pensando na trepada que dei, mas tenho certeza que meu marido sabia o que aconteceria naquela noite.

1:21 AM, March 01, 2005
Anonymous said...
Como contei anteriormente já transei com a Fátima, a Telma e a Tati, por quem tenho uma forte atração. Falei também da Thais, que espero transar com ela, brevemente. Mas hoje vou falar um pouco de como começou tudo entre eu e a Tati.
Ela tem um corpinho maravilhoso, uma boca suculenta, uns seios durinhos e muito saborosos. Ela estava fazendo um curso de informática e quase sempre eu a levava para o curso em meu carro.
Falávamos de tudo, mas eu sentia que ela se amarrava quando o papo referia-se a sexo. Eu ficava excitadíssimo, mas me controlava, pois se tratava da filha de Fátima, minha amante. Tati ia sempre de calça jeans e blusa e nunca usava sutiãs.
No outro dia, ao encontrar-se comigo, para levá-la para o curso, ela me surgiu com uma mini-saia jeans e um top bastante provocante.
Ao sentar-se no meu carro, ao meu lado, sua saia subiu um pouco mostrando mais ainda suas coxas maravilhosas, bem torneadas e muito tenrinhas. Instintivamente coloquei minha mão sobre suas coxas e comecei a alisá-las ao mesmo tempo em que dei um leve beijo em sua boca. Percebi que ela cerrou seus olhos, num consentimento ao que eu lhe fazia.
Liguei o carro e quando começamos a andar ela disse que não tinha aula naquele dia e poderíamos passear e aproveitar o dia todo que tínhamos.
Mudei, imediatamente o meu rumo e levei-a para um Motel, claro receoso que ela não aceitasse.
Mas, ao chegarmos na entrada do Motel ela se manteve calada e imóvel. Recebi a chave e a indicação do apartamento e, pra lá nos dirigimos. Coloquei o carro na garagem e entramos no apto.
Assim que ela entrou, ficou admirando tudo, os espelhos, a cama, o banheiro, um sofá que tinha no canto, a TV e o som. Deixei a vontade, pois assim ela se livraria de algum bloqueio. Aproximei-me dela e agarrei-a, por trás e comecei a beijar a sua nuca.
Ela se mostrou um pouco nervosa. Então, a virei de frente para mim e beijei a sua boca freneticamente, tendo ela correspondido totalmente, Ficamos nos beijando com muita volúpia.
Minhas mãos, abraçando-a, passou por suas nádegas e meus lábios desceram até seus seios, pois eu levantava seu top. Deitei-a na cama e tirei sua mini-saia, deixando-a só de calcinha, que era preta de rendinha. Comecei a percorrer todo seu corpo com minha língua.
Ela gemia baixinho e se tremia toda, se arrepiando por cada ponto que eu sugava de seu corpo, até que alcancei a sua xaninha, cheirosa e já toda molhadinha.
Quando passei a língua em seu grelinho, ela se estremeceu toda e soltou um gritinho de puro prazer. Agarrou minha cabeça com suas mãos, apertando-a contra sua xana e dizendo que estava adorando e que ela estava louca de fazer aquilo comigo. Naquele momento eu enfiava, bem devagarzinho, um dedo meu em seu cuzinho.
Ela gemia e dizia que estava adorando aquilo. Levantei-me e coloquei meu pau em sua boca. De princípio ela não sabia o que fazer, mas rapidamente começou a sugá-lo de forma deliciosa. Virei-a de bruços e coloquei a cabeça de meu pau na entrada de seu cuzinho. Ela relutou um pouco, alegando que iria doer, mas disse-lhe que eu teria todo o cuidado para não machucá-la. Aos poucos fui colocando, primeiro a cabeça. Parei um pouco e depois fui empurrando com muita calma. Ela gemia e se mostrava feliz e cheia de vontade em receber meu pau em seu cuzinho, até que senti ele todo dentro dela. Segurei-a pelas suas ancas e com um dedo alisava seu grelinho.
Não demorou muito e ela começou a gozar alucinadamente o que fez com que eu gozasse também, abundantemente eu seu cu.
Ficamos assim, ainda por algum tempo. Depois nos viramos e ficamos nos beijando loucamente. Não parou aí não. Mas isto vai ser assunto para outra vez. Quem quiser mandar e-mail para mim é: palves8@aol.com

1:22 AM, March 01, 2005
Anonymous said...
Como já disse antes, tenho um amo e senhor, e faço tudo que ele me ordena, adoro quando ele me manda fazer coisas... e esta história começa em 02 de Fevereiro agora passado. Desde Outubro de 2002, meu amo e senhor vinha acertando com um italiano amigo seu, o meu aluguel durante o período de férias do mesmo aqui na cidade do Rio de Janeiro, ele já era amigo de meu amo há muitos anos e sempre que vinha de férias pedia ajuda, queria uma companhia e sempre que precisava pedia ao meu dono. Desta vez, ele pediu uma coisa que fosse especial, e como tinha visto algumas fotos minhas, queria que fosse eu a sua acompanhante durante suas ferias, meu dono passou-lhe o valor do aluguel e imediatamente ele enviou um e-mail concordando e pedindo o numero de conta corrente para já fazer o deposito de cinquenta porcento, mais ele me queria de uma forma total, ou seja, queria me fotografar, me filmar, Ter fotos minhas com a boca cheia de porra, Ter fotos de minha bundinha sendo invadido por uma caceta (que poderia ser a dele ou não), me queria Ter como acompanhante em termas, onde ele escolheria mulheres para ficar com a gente, queria Ter o prazer de sair caçando travestis, pois ele tinha vontade de me ver transando intensamente com um travesti, e em todas estas coisas meu amo e senhor concordou e eu mais ainda, tinha certeza que eu iria adorar muito todas as travessuras que o italiano estava querendo me proporcionar. Só posso dizer que antes da chegada do italiano eu havia gozado muito com meu amo, sozinha, com amigas e amigos nossos, tudo tendo como motivação as vontades do italiano... O tempo passava e o dia de sua chegada estava próxima, passei uma semana inteirinha bebendo só leitinho diretamente da fonte, para ver como eu ficava com a boca cheinha, minha xotinha estava já preparada para invasões de qualquer tamanho e formato, meu cuzinho já piscava sozinho só de pensar que seria arrombado de muitas formas e jeitos... eu era gozo ambulante, pensava nas coisas que faríamos e já gozava. Finalmente o dia 02 de Fevereiro chegou e meu amo e senhor foi levar-me ao apartamento onde seu amigo estava hospedado, fui entregue a domicilio, ao chegarmos e ser apresentada ao mesmo, observei-o e fiquei cheia de tesão, o italiano tinha uma caceta monumental, e fazia questão de deixar o short frouxo para que o detalhe aparecesse, também no apartamento estava uma menina que havia vindo com ele da Itália, cabelos negros até a cintura, branca como a neve, pernas perfeitas, seios com bicos durinhos que pareciam que iriam furar a camisolinha que ela estava, mais o que mais me chamou a atenção foi sua xotinha, pois ela estava somente com a parte de cima da camisola, ou seja, estava sem calcinhas, e sua xotinha me chamou a atenção, labios gorduchos, sem um único pelinho, totalmente lisinha e também amiga de meu amo e senhor e que ao vê-lo veio dar-lhe as boas vindas com beijos na boca onde as línguas se entrelaçaram e as mãos de meu amo e senhor passearam por seu corpo, ato continuo meu amo me chama, manda que eu me ajoelhe perante a ela e de as boas vindas a sua xotinha que a partir daquele momento também deveria receber carinhos super especiais vindos de minha parte... ato continuo abri aqueles lábios vaginais que tanto haviam me dado tesão e mamei-os delicadamente, peguei seu grelhinho em minha língua e avidamente coloquei-o em estado de tesão que logo foi correspondido com um forte jorro de seu gozo em minha boca, que gosto bom, e como ela ficava linda quando gozava... parecia que tudo iria correr as mil maravilhas, mais notei tambem que em toda a minha brincadeira com a italianinha, onde meu amo e senhor foi devidamente mamado pela boquinha atrevida da italiana que sorveu todo seu gozo, a caceta do italiano não se mexeu, continuou ali inerte, adormecida... achei estranho, mais não preocupante, afinal eles haviam acabado de chegar na noite anterior e de repente o cansaço estava ocasionando aquele estado, mais eu queria era poder gozar com a italianinha e ela parece que queria mais, pois pegou-me pela mão e levou-me para o quarto do apartamento. Só saímos do quarto lá pelas 16.00 horas, e ambas estávamos extasiadas de tanto gozo, de tanta brincadeira entre nos duas, eu estava totalmente arrombada em todos os sentidos e ela tambem, pois tudo que ela fazia em mim, pedia que eu fizesse nela, e eu a obedecia em todas as suas vontades, e nem assim contamos com a presença dele. Mais como eu estava ali para servir, não fiz perguntas que talvez não tivessem respostas, preferi continuar servindo por enquanto a italianinha.
Descemos para almoçarmos alguma coisa, e aproveitamos fomos passear em um shopping próximo onde almoçamos, seria uma forma de fazermos nossa digestão mais rápida. Em breve voltamos ao apartamento, deitamos os três na imensa cama de casal e adormecemos, sendo que a italianinha colocou as pernas compridas por cima de meu corpo, de forma que ele não encostou em mim, tirei um soninho rápido e ao abrir os olhos vi que ela ressonava, estava bem adormecida, retirei vagarosamente suas pernas de cima de mim, levantei-me e pude deslumbrar aquela caceta enorme, ajoelhei-me ao lado da cama e comecei a mama-la, de inicio vagarosamente, depois fui aumentando o movimento de minha língua e minha boca já engolia um bom tamanho da mesma, e sem nenhum sinal de que havia chegado o momento, ele descarregou em minha boca uma grande quantidade de porra que bebi todinha, sem deixar cair uma gotinha no lençol, mais sua caceta continuava inerte, achei estranho, e continuei a mamar aquela caceta monstruosa de grande, tinha ali naquele estado inerte bem uns trinta centímetros, era uma piroca de jumento, e com certeza aquilo não daria todinha dentro de mim, nem na xota, muito menos em meu cuzinho, a menos que eu quisesse morrer empalada e mais uma vez após uns quinze minutos mamando-a, volto a receber em minha boca uma nova descarga de porra que novamente bebi sem derramar uma gotinha... afinal eu adorava tomar leitinho diretamente da fonte. A noite vinha chegando e estávamos nos arrumando para sairmos em busca de aventuras, a italianinha mostrava-se quente, suas genitálias queimavam e eu pude sentir em meus dedos, pois ela pediu que eu visse como ela estava, adorei aquilo, havia encontrado uma fêmea que também adorava se sentir puta vadia, e aquela noite prometia, fiz um comentário com ela que eu ainda não havia visto a piroca do italiano dura, e que parecia ser uma bela piroca, mais eu queria vê-la dura, ela sorriu e disse-me que tivesse calma, e que enquanto ela não estivesse dura, que eu fosse tirando o leitinho dela, como eu havia feito a tarde, pois ela havia visto tudo e só não entrou na brincadeira, para não atrapalhar o que eu estava fazendo. Saímos para a noite, e fomos para uma boate de travestis, lá chegando a italianinha me dizia no ouvido que o que ela mais gostava era de fuder com travestis, pois tinha a sensação de estar com uma mulher e ao mesmo tempo podia sentir a caceta da traveca em sua xota, ou em sua boca e as vezes até em seu cuzinho, e ela me disse que adorava também ver o italiano comer o cuzinho do traveco que estivessem com eles, e sempre faziam um trenzinho de sexo, e que naquele dia o trenzinho ganharia mais uma composição, eu... ela só não sabia ainda onde iria me colocar, se como locomotiva puxando o restante dos vagões, ou se me deixaria como vagão intermediária, ela ainda estava pensando. Só sei que saímos dali acompanhadas de dois travestis lindos e bem pintudos, uma era loira e a outra era uma negra, ambas lindas, belas e bem femininas. Já no carro, enquanto o italiano dirigia, nós duas no banco traseiro nos divertíamos mamando aquelas coisas lindas que os mesmos traziam entre as pernas, enquanto elas se beijavam e acariciavam nossas xotinhas com as pontas dos dedos, sei que ao chegarmos ao apartamento, eu estava com dois dedos do traveco dentro de meu cuzinho e a promessa de que eu teria meu cuzinho comido por um deles, ou se eu deixasse pelos dois ao mesmo tempo... vibrei com aquela promessa e me desfiz em um gozo gostoso e suave. Chegamos ao apartamento e continuamos a brincar da forma como vínhamos fazendo, só que desta vez estávamos todos nus, e podíamos deslumbrar os belos corpos dos travecos, suas belas cacetas em riste, e de repente sou colocada sentada encima de uma das travecas, o encaixe foi perfeito, pois estava com minha xotinha totalmente lubrificada e senti sua caceta entrar centimetro por centimetro dentro de mim, comecei a cavalgar até a ponta da mesma, adorava sentir ela entrando todinha dentro de mim, quando a italianinha com as duas maõzinhas abre meu cuzinho e ordena que o outro traveco invada meu cuzinho, que loucura, como era gostoso ser duplamente preenchida, que belas cacetas tinha dentro de mim, duras iguais a ferro, e que sabiam fuder uma fêmea, sem pressa, sem machucar, buscando os limites do prazer que a fêmea preenchida poderia lhes proporcionar. E ai comecei a notar que a caceta do italiano começou a dar sinais de vida, começou a ficar dura, a italianinha estava de boca nela, babando-a, preparando-a, e quando totalmente dura, ele penetrou o traveco que estava comendo meu cuzinho, e cada vez que ele empurrava, eu sentia a caceta do travesti vir em minha goela, comecei a Ter orgasmos múltiplos, comecei a pedir que me fudessem com mais força, que me dessem suas cacetas para que eu pudesse beber seus leitinhos, no que fui atendida e tive meu rosto, boca, seios, barriga, totalmente cheias de leitinho e que foi devidamente lambidos pela boquinha gostosa da minha italianinha, sei que sua boca foi parar em meu cuzinho, chupando, beijando-o, molhando-o e dizendo que agora eu teria uma caceta de um macho gigantesco dentro de mim, enquanto ela seria dos dois nossos amiguinhos, e senti o italiano ir rasgando meu cuzinho, com sofreguidão o mesmo conseguiu colocar um pouco mais do que a metade, o restante não entrou e eu me senti aliviada por ele não tentar colocar tudo, mais que eu queria muito, isso eu queria com certeza. Divertimo-nos até as 06.00 da manhã, quando nossos amiguinhos tiveram que ir embora, mais ficou a promessa de novas brincadeiras.
Naquele dia, fomos a praia, namorei bastante minha italianinha, que tinha uma boca super gostosa de ser beijada, e como adorava beijar, sua língua invadia minha boca e brincávamos com nossas línguas e somente com aqueles gestos chegavamos a alguns orgasmos, calmos, tranqüilos, mais cheios de sensualidade, fazíamos questão de nos exibirmos como se fossemos um casalsinho de namorados, e as pessoas olhavam, o nosso contraste era gostoso de ser olhado e as vezes sentíamos nos olhos dos outros a vontade que tinham de estarem ali com a gente. Voltamos a tardinha, nosso italiano precisava sair para resolver alguns problemas particulares, e ficamos nós duas dentro do apartamento, deitadas naquela cama enorme e devagarinho fomos nos tocando, fomos nos apalpando e em pouco tempo estávamos as duas invadindo nossas xotinhas, usamos os dedos, as mãos, a boca, tudo que estava ao nosso alcance, até que apareceu um consolo duplo, medindo quase sessenta centímetros de cumprimento, por uns oito de espessura, e resolvemos as duas dar nosso cuzinho para aquele consolo, ficamos de quatro na cama, bunda com bunda, e devagarinho fomos enfiando nosso novo amiguinho que se acomodou gostosamente em nossos cuzinhos, chegamos ao gozo aos berros, gemidos e muito palavrão, pois minha italianinha adorava também ser chamada de puta, vadia, cadela, vagabunda, e ai como nós duas éramos muito iguais, chegamos diversas vezes ao gozo, e cada vez enfiando mais e mais em nossos cuzinhos o bendito consolo... com certeza aquela noite, não teríamos como levar cacetas de verdade em nossos rabinhos, pois os mesmos ficaram completamente inchados com a nossa brincadeira, mais que valeu a pena, isso com certeza valeu.
Quando a noite esta chegando, nosso italiano chega da rua, vimos que ele estava meio triste, dando sinais de cansaço e resolvemos ficar quietinhas e tentar ver o que estava acontecendo com ele, a minha italianinha riu, e disse que com certeza sabia o que estava acontecendo, é que ele havia se apaixonado por um mulher, e ela tinha muitos segredos que não compartilhava com ele, e isso o agoniava, ela também me falou que já havia conversado com ele, que talvez ela tivesse uma vida dupla, ou até mesmo tripla, e isso com certeza o martirizava e talvez ele estivesse assim por Ter tido alguma briguinha com ela, e estávamos naquela fofoquinha quando a campanhia da porta toca, e quando a italianinha vai abrir se surpreende, pois é a paixão do italiano, chama-o, deixa ela com ele, me faz sinal para nos retirarmos e vamos para o quarto, e como com certeza não sairíamos naquela noite, tiramos nossas roupas e nos deitamos nuazinhas, e começamos a nos dedilhar, a nos beijar e nem percebemos que na porta do quarto estavam parados o italiano e sua paixão, a mesma nos olhava e seus olhos transmitiam tesão, fogo, vontade de estar ali, e com eles nos olhando, continuamos a nos envolver cada vez mais, sei que quando estava mamando a xotinha da minha italianinha, fui afastada pelo italiano que ofereceu para sua amada, que não se fazendo de rogada caiu de boca, de uma forma que engolia toda a xotinha da minha italianinha, que se debatia de prazer, soltava barulhos de dentro de sua xotinha como se fossem gazes, e em cada explosão dessa, a amada do nosso italiano ficava com o rosto todo molhado de respingos de gozo, eu nunca havia visto aquilo, e de imediato me posicionei mamando aquela piroca que sem fazer nada estava dura como pedra, comecei a prepara-la para que sua amada entrasse na brincadeira junto com a gente, mamava-o um pouco e forçava as pernas da amada para que se flexionassem e ficassem abertas as minhas mãos, e qual não foi a surpresa que tive quando ao conseguir penetrar minha mão por dentro da calça, tive em minhas mãos uma outra caceta, não grande, mais uma caceta com certeza e para que a certeza fosse maior, virei-me em sua direção e comecei a mama-la com força e tesão, engolia ela todinha em minha boca, e ainda enfiava uma de suas bolas em minha boca, em poucos minutos estávamos os quatro fudendo como animais, tentando de todas as formas arrancar o máximo possível de gozo do outro, o lençol da cama estava melado de porra por todos os lados, e sugávamos a porra que estava presa no lençol como se tivesse acabado de sair de uma caceta.
E nos próximos cinco dias, ficamos os quatro juntinhos, a tristeza acabou na face do meu italiano, ele estava feliz e Marinete (este era o nome do travesti – da amada do nosso italiano) estaria viajando para a Itália com ele e com a minha italianinha, que com o passar dos dias vim descobrir que era sua irmã caçula, e que desde quando ela tinha dez anos de idade eles eram amantes, ele havia sido seu primeiro homem, e hoje ela era a peça mais importante no jogo sexual que era a vida dele, e ela jogava muito bem.
No dia seguinte eles voltariam para a Itália, eu voltaria para meu amo e senhor, pois já estava com saudades dele, eles voltariam em breve ao Brasil e mais uma vez com certeza eu seria chamada para ser sua cadelinha, naquela noite amei de todas as formas a minha italianinha, me dei de todas as formas para os três, deixei que me amassem juntos, fui duplamente penetrada por aquelas duas cacetas a nossa disposição e tive o prazer de sugar a xotinha da minha italianinha, da mesma forma que Marinete havia feito e consegui arrancar o mesmo gozo antes nunca visto, e mais ainda, ela pediu-me que enfiasse minha mão em sua xotinha, pois queria viajar sentindo como se minha mão estivesse dentro dela.
Ainda não se passou tanto tempo e já estamos morrendo de saudades uma da outra, diariamente nos contatamos através de e-mail e desta forma vamos matando a saudade e sabendo cada vez mais que ela passou a me amar... e quer que eu seja somente sua... mais já falei para ela, que ser de uma só pessoa, eu sou de meu amo e senhor, e que eu quero ser dividida com outras pessoas, quero atender a cada desejo de meu macho, quero atender as suas ordens sem discutir, quero continuar a ser sua puta, sua vadia, sua vagabunda, sua do jeito que ele quiser, mais sempre sua... beijos em todos... babinha... ninfadininfa@ig.com.br

1:23 AM, March 01, 2005
Anonymous said...
Sou negra, não sou linda, mas, “dou pro gasto” tenho 20 anos, 1.70cm de altura, um corpo perfeito, lindo e desejado, minha constituição física é do tipo “galinha caipira” (carne dura e enxuta)! Bumbum redondo e arrebitado, pernas grossas, enfim, sou gostosa pra cacete!!!
Sempre fui uma garota sapeca, nunca desisti de uma coisa mesmo que quebrasse a cara, procurava repetir de outro modo!
Aos dez anos, meus pais mudaram-se para outra cidade e tive que fazer novos amigos.
Próximo da minha casa moravam um casal e dois filhos, um menino e uma menina. A menina, dois anos mais velha que Eu, toda a família são de cor branca, quase loiros!
Em pouco tempo, Eu e “Nina” a filha única do casal, éramos como irmãs! Seus pais tinham na época 40 anos e eram sempre alegres e joviais.
Passaram-se 6 anos e nossa amizade continuava de vento em popa, comecei a namorar um rapaz e em menos de um mês de namoro, ao voltarmos para casa depois de participar de uma festinha de aniversário, ele notando que Eu estava “alta”, me seduziu e tivemos relações sexuais!
Foi um horror! Doeu pra cacete, não tive prazer nenhum e o maior prejuízo; perdi minha virgindade!
Dias depois, o sacana acabou o namoro e fiquei a ver navios!
Tentei voltar à normalidade, visitando minha amiga e voltar a velha amizade, pois tinha me afastado desde que comecei a namorar!
Uma tarde, ao jogar com ela no computador, contei-lhe o que me tinha acontecido e ela como uma boa amiga, me consolou!
– Esqueça esse vagabundo! Com o tempo você vai encontrar outro rapaz e dessa vez veja se escolhe um cara legal!
– Quem dera! Preta do jeito que sou, e a fama de descabaçada, só vou encontrar quem queira se aproveitar de mim! – respondi.
– Nem pense nisso, você não é linda, mas, é uma garota legal e tem um corpo invejável! Se dê o valor e não ligue pro azar!
Estávamos nesse bate papo distraídas quando notei que “seu Paulo”, o pai da minha amiga, estava escutando toda a conversa! Disfarçamos e continuamos a jogar.
Ao me despedir, notei seu olhar penetrante! Fiquei encabulada e fui pra casa pensando naquele olhar!
À noite, não consegui dormir direito! Aquele olhar me perseguia durante o sono!
Sempre notei que às vezes ele olhava pra mim diferente, principalmente quando estava de saia curta e sentava de “mau jeito” deixando à mostra minha calcinha! Mas, como era uma garotinha, não via maldade nenhuma nisso! E, agora depois de “mal descabaçada”, desconfiava de tudo!
No sábado seguinte, fui à casa de minha amiga. Como de costume, abri a porta sem bater, e fui direto ao seu quarto. Não tinha ninguém! Procurei nos cômodos e nada! Escutei barulho de chuveiro e tranqüilamente, abri a porta do banheiro e fiquei petrificada! Seu Paulo estava tomando banho! De toda sua nudez, só olhava pra seu cacete! Era enorme!
Ele olhou pra mim, sorriu e disse:
– Espere na sala garota, quero ter uma conversinha com você!
Saí e me sentei no sofá extasiada com o que vi!
Após dez minutos, ele chegou enrolado na toalha ainda penteando os cabelos. Ficou em pé à minha frente e começou a falar:
– Já que todos foram passar o fim de semana na casa da avó pra onde Eu vou também daqui a pouco, queria ter uma conversa com você antes de viajar!
Eu ouvia tudo, mas a imagem do seu cacete enorme não me saía da cabeça!
– Ouvi sem querer sua conversa com “Nina” mas não entendi completamente, queria que você me contasse em todos os detalhes como aconteceu o estupro, não me esconda nada!
Ao ouvir a palavra estupro, arregalei os olhos e disse:
– Foi quase isso seu Paulo! Estávamos vindo do aniversário de uma colega, quando meu namorado parou num canto escuro e começou a me beijar, fiquei logo de pernas bambas, ele aproveitou para pegar nos meus seios, desceu a mão para minha... “coisa”, fechei os olhos sentindo uma coisa boa e nem notei quando ele tirou minha calcinha e em pé mesmo enfiou o pinto nela! Demorou pouco ele tirou, ajudou-me a vestir e fomos pra casa! Só no dia seguinte, foi que vi minha calcinha melada de sangue e uma “coisa branca!” Uma semana depois, o sacana acabou o namoro e foi pra casa de parentes em São Paulo!
Ele me escutava com atenção! Balançou a cabeça e disse:
– Se fosse com minha filha, o filho da puta já estava sendo comido pelos urubus!
Instintivamente, me levantei e abracei-o fraternalmente como se fosse meu pai! Ele beijou-me no rosto e começou a falar carinhosamente as mesmas palavras de conforto de sua filha!
Mas, senti um volume entre suas pernas aumentando! Soltei-o discretamente e sentei-me novamente com as pernas entreabertas naturalmente, ele sentou-se à minha frente e continuou a dizer palavras de conforto e esperança no futuro!
Eu nem ouvia direito, só pensava no volume entre suas pernas, duro, encostada na minha xana!
Seu Paulo é um homem bonito, mas é gordo, totalmente fora dos padrões de beleza corporal como esses babacas “bombados” que vemos desfilando por aí e acima de tudo, pai de minha melhor amiga e sua esposa me adora! Demonstra um carinho por mim o mesmo que tem por seus filhos.
Tudo isso se misturava com a imagem do cacete dele, girando dentro de minha cabeça!
Sem pensar nas conseqüências, falei de repente:
– Seu Paulo, o senhor me acha feia?
– Não, cada um tem uma beleza particular. – respondeu.
– Não, seu Paulo, quero saber se o senhor me acha gostosa, tesuda, rabuda, etc. etc!
Disse isso e dei mais abertura nas minhas pernas, deixando a mostra minha calcinha branca de rendas, provocando-o!
Ele parou de falar, olhou para meus olhos e finalmente disse:
– Sempre achei você gostosinha desde menina! Tem as carnes duras, pernas roliças, seios apontando pro céu!
Dito isso, ele levantou-se, foi até a porta, passou a chave e voltou, Eu fiquei eufórica e nervosa ao mesmo tempo!
Ele sentou-se e disse:
– Levante-se, tire toda a roupa e desfile pra mim. Não tenha vergonha nenhuma, vou analisar direito e te digo depois se você é gostosa ou não!
Naturalmente, despi-me toda e fui até a porta da cozinha e voltei desfilando! Parecia uma modelo na passarela! Passei várias vezes à sua frente e finalmente parei e disse:
– E agora o que acha! Sou ou não sou gostosa?
Ele sem dizer nada, levantou-se e a toalha caiu. O que vi me assustou. Nunca tinha visto um homem nu e muito mais de cacete duro! Achei que aquela “coisa” não entraria em mim sem me rasgar toda!
Ele calmamente me abraçou e procurou meus lábios para um beijo que nunca tinha experimentado antes! Quente, com língua, saliva, e demorado.
Seu cacete quente entre minhas pernas me deu uma sensação de prazer! Seu corpo colado ao meu, sua língua enroscada na minha, tudo aquilo me fez sentir a chegada do meu primeiro orgasmo!
Tudo rodou em minha volta e tive um ligeiro desmaio em seus braços fortes!
Ele me sentou no sofá e desceu os lábios para meus seios, cada toque de sua língua, me arrepiava! Sugou os biquinhos, lambeu em volta, desceu a língua para meu umbigo, automaticamente abri as pernas mesmo sem saber o que ele faria em seguida, achei que ele ia enfiar o cacete em mim como fez meu ex-namorado!
Foi uma sensação indescritível quando senti sua língua tocar meu grelinho! A única coisa que fiz foi abrir as pernas o máximo que pude! Ele calmamente colocou-as nos ombros e enfiou a cara na minha xoxotinha!
Gozei novamente! Ele lambia minha xota e o cu alternadamente! Cada toque da língua Eu estremecia, quando já estava exausta, ele levantou-se e seu cacete ficou na altura do meu rosto. Imediatamente, coloquei a cabeçorra na boca para sentir o sabor! Ele chiou e se contorceu todo colocando um pouco mais pra dentro quase me sufocando!
Em segundos, senti minha garganta inundada de esperma!
Engoli, gostei e suguei tudo, deixando seu cacete limpo!
Seu Paulo ainda tremendo, sentou-se no sofá à minha frente. Notei que seu cacete estava amolecendo e perguntei:
– Não vai me comer?
– Quer me matar antes do tempo garota? Dê um tempo porque não sou mais um garotão! – respondeu, aproximei-me dele e beijei-lhe gostoso! Desci para seus peitos e mamei naquelas tetas gordas, como ele havia mamado em mim, desci para sua barriga enorme, e finalmente coloquei novamente, aquele cacete que agora já estava endurecendo, na boca.
Mamei bastante! Quando ele refez as forças, mandou-me parar e sentar no sofá. Ficou de joelhos entre minhas pernas, levantou-as e colocou-as nos ombros, como havia feito antes para me chupar.
Senti a cabeça daquele cacete quente e enorme encostar-se à minha xana, e eu disse:
– Será que vai me rasgar?
– Relaxe! Você vai sentir o verdadeiro orgasmo com um cacete de verdade dentro de você!
Empurrou mais um pouco e senti uma pressão invadindo minha xana, doeu e ele notando, parou, debruçou-se e começou a lamber e mordiscar os bicos dos meus peitinhos. Que sensação gostosa! Comecei a rebolar e aos poucos, ele enfiou tudinho dentro de mim! Naquele momento só tinha prazer! Eu estava solta pra rebolar como uma cobra e ia as alturas em cada estocada dele! Demoramos bastante nessa posição. Ele suava em bicas e não agüentando mais a posição desconfortável, ele saiu de dentro de mim e deitou-se no chão, para descansar!
Levantei-me e fiquei acocorada com ele entre minhas pernas, cavalgando, esfregando todo seu cacete na minha xana, de repente ploft! Entrou de uma só vez! Gozei como uma louca!!!!!
Ele sentindo as contrações da minha xana gozou gostoso novamente!
Ficamos abraçados por um tempão. Senti quando seu cacete saiu de dentro de mim, mole e melado!
Tomamos um banho sem que Eu molhasse meus cabelos é claro! Notei a espuma com a cor de sangue escorrendo pelas minhas pernas e perguntei:
– Será que tinha continuado virgem mesmo após o “estupro” do meu namorado?
– Talvez ele não tenha colocado tudo e gozou logo, porque uma xoxota apertada e quente é gostosa de mais, qualquer um goza logo e como ele deve ter só colocado a cabeça, rompeu só um pouco o hímen, já que é só uma membrana! Agora que você fodeu de verdade, o bichinho se lascou todo!- respondeu sorrindo!
Sorrimos bastante com a “traquinagem”
Nos vestimos e ele disse:
– Dependendo de você, posso te mostrar todo o prazer que uma relação sexual pode te dar e o quanto você pode ser feliz!
– Como?
– Se você me prometer silenciar nossos momentos de prazer, vamos voltar a ter momentos mais prazerosos que esses que passamos, quer?
– Claro que quero e pode ficar tranqüilo que sei viver seu Paulo! Quero sentir o máximo de prazer que posso ter nessa vida!

1:24 AM, March 01, 2005
Anonymous said...
O relato que vou fazer aconteceu depois de vários anos de relacionamento com a minha mulher, mas ainda me lembro da primeira vez.
Meu nome é Marcos, tenho 52 anos e sou casado com Mônica de 50.
Sempre nos relacionamos muito bem na cama e sentimos muito tesão um pelo outro e já transamos de todas as formas e sempre satisfazendo as nossas fantasias e desejos como sexo anal, e com o uso de vibradores que sempre passo no grelinho dela e a levo a gozos intensos.
Um dia comprei um lubrificante e quando fomos trepar depois de alisar bastante as coxas e a bunda dela que adoro, comecei a passar um pouco do lubrificante na xoxota dela e depois passei também no cuzinho e como estávamos vendo um filme erótico no qual a mulher transava com dois caras, ela estava bem excitada e abriu bem as pernas e sempre que tocava no cuzinho ela gemia e isso foi me incentivando e aos poucos comecei a introduzir o dedo até que o enfiei todo e fiquei metendo com o dedo e ela gemia demonstrando muito tesão, depois comecei a alisar a xoxota dela e preparei o vibrador que aos poucos fui introduzindo na xoxota e depois de algum tempo ela começou a se contorcer e tremer e gozou gemendo alto.
Para meu deleite depois ela se virou de bruços e comecei a lamber a bunda dela e meu pau ficou duro a ponto de doer e passei bastante gel nele e comecei a penetrar aquele cuzinho maravilhoso.
Meu pau foi deslizando aos poucos até que fiquei todo dentro dela e comecei a meter bem devagar.
Mônica empinava a bunda a cada metida e com isso meu pau entrava até o fim me fazendo sentir uma sensação maravilhosa. Fui enlouquecendo de tesão e meu pau ficando mais duro ainda até que não resisti e comecei a gozar e à medida que gozava ela empinava ainda mais a bunda. Ela foi perfeita e me levou a um gozo enorme, pois sentia minha porra esguichar dentro dela a cada metida.
Gozei tanto que quando ela se levantou escorreu um monte de porra pelas pernas dela que ela teve que tomar outro banho.
Um dia comprei uma revista masculina que aparecia uns anúncios de produtos eróticos e ela ficou olhando um tempão e eu perguntei se ela gostaria de visitar uma sexshop e ela disse que achava que iria ficar inibida, mas depois aceitou e alguns dias depois, fomos a uma, e por sorte nossa estava vazia e a vendedora era bem simpática e deixei Mônica conversando com ela e fiquei olhando os produtos.
Ficamos um bom tempo na loja até que Mônica me chamou dizendo que tinha escolhido umas coisinhas e que era para eu para pagar e perguntei o que ela tinha comprado e ela disse que em casa me mostraria e fez uma cara de sacana.
Na volta para casa ela passou a mão no meu pau e disse que era para eu me preparar, pois estava bem acesa e meu pau ficou duro na hora.
Assim que chegamos fui preparar uns drinques e ela disse que tomaria um banho.
Quando cheguei no quarto ela já havia colocado um filme erótico e estava deitada somente de calcinha preta.
Meu pau já estufava minha calça e tomei um banho rápido e voltei para perto dela.
Não imaginei o que aconteceria naquele dia e depois de tomarmos o drinque, ela puxou minha toalha começou a alisar meu pau que latejava de tesão e começou a chupá-lo bem devagar.
Depois de chupar ela falou bem baixinho ao meu ouvido para eu deitar de bruços e assim que o fiz ela veio por cima de mim e começou a lamber minhas costas e logo passou para minha bunda e ficou me lambendo bem devagar até que começou a lamber entre minhas nádegas é senti a língua dela rodeando meu cu e depois tentando enfiar. O tesão que eu senti era enorme e fiquei aproveitando aquele momento até que senti um dedo entre minhas nádegas e logo ele começou a abrir caminho no meu cu e ela foi enfiando o dedo bem devagar a exemplo de como faço com ela e ela cochichou ao meu ouvido:
- Vou comer você!
E começou a enfiar o dedo enquanto com a outra mão me punhetava devagar.
Depois de um tempo segurei a mão dela fazendo parar de me punhetar, pois iria acabar gozando e ela pediu continuou metendo o dedo no meu cu até que foi retirando devagar e vi quando ela mexia em algo e comecei a sentir uma pressão maior no meu cu. Ela estava colocando um pequeno pênis que aos poucos foi entrando até que senti ele todo dentro de mim.
Mônica estava com tanto tesão que eu podia sentir a respiração ofegante dela à medida que metia o pênis em mim.
Deixei ela aproveitar bastante até que falei que precisava meter e ela retirou o pênis e ficou de quatro e não perdi tempo e comecei a esfregar a cabeça do pau no rabo dela e para minha surpresa assim que comecei a enfiar notei que já estava lubrificado e engoliu o meu pau sem muita dificuldade e enfiei até ficar somente o saco de fora.
Comecei a meter com força e segurei ela por baixo dos ombros e a medida que metia ela rebolava e não demorou comecei a gozar e senti perfeitamente o cuzinho dela apertando meu pau a cada metida.
Foi uma gozada memorável dessas que a gente fica curtindo um tempão.
Depois que meti Mônica foi ao banheiro e quando voltou deitou-se e costas então perdi tempo e comecei a lamber e chupar a xoxota dela que estava bem depiladinha ao redor deixando apenas os grandes lábios aparecendo e logo começou a ficar molhada e em pouco tempo ela começou a gemer e eu apanhei o vibrador e coloquei nela e a medida que ele vibrava ela gemia e respirava ofegante até que começou a rebolar e segurou minha mão e começou a gozar num grande frenesi.
Ficamos deitados olhando um para o outro e ela me perguntou se eu tinha gostado, pois ela disse que tinha essa fantasia há um tempão desde que viu num desses filmes a mulher meter num homem fortão um pênis e ele gozou com o pau no rabo e com ela chupando ele. Eu disse que tudo havia sido perfeito e ainda nos beijamos antes de tomarmos um drinque.
Um dia voltei a sexshop e depois de examinar vários vibradores comprei um que era idêntico a um pênis porém maior e mais grosso do que o que tínhamos e vibrava muito.
Quando cheguei em casa tratei de escondê-lo para uma ocasião especial.
No sábado ficamos na piscina e Mônica me pediu para preparar uma caipirinha e a atendi e ficamos bebericando e jogando conversa fora. Depois de algum tempo a bebida começou a fazer efeito e ela se aproximou e me deu um longo beijo o que fez com que meu pau logo começasse a endurecer.
Depois ela se deitou de costas e puxou o biquíni para o rego e ficou com a bunda toda exposta na minha frente.
Sentei-me perto dela e comecei a alisar suas coxas e bunda e não demorou ela disse que seria melhor irmos para o quarto e subimos.
Ela tomou um banho e foi a minha vez e fiquei o tempo todo de pau duro.
Quando saí ela estava deitada e com uma cara de sacana e assim que fiquei ao seu lado ela me puxou e disse que tinha colocado um filme e que eu podia ver um pouco e começou a me alisar.
Logo vi que ela estava muito excitada e depois de algumas chupadas ela parou e me pediu par deitar de bruços.
Meu coração disparou, pois imaginei que ela fosse repetir o que fizera na vez anterior e que me dera muito tesão, mas ela se aproximou do meu ouvido e disse que tinha outra surpresa e começou a lamber minha bunda e logo sua língua procurava meu cu. Ela ficou passando a língua ao redor dele e depois olhei com o canto dos olhos e vi que ela se preparava para passar um lubrificante no meu rabo e depois começou a enfiar o dedo devagar e logo enfiava até o fim enquanto lambia minha bunda.
Meu pau pulava de tesão e de repente ela pediu para eu ficar deitado e que fechasse os olhos e obedeci.
Notei que ela se movimentava atrás de mim e de repente senti algo forçando a entrada do meu cu e imaginei que seria o pênis que ela usara outro dia, mas a medida que ela empurrava senti que desta vez algo forçava mais o meu cu e ela empurrou mais um pouco senti que estava começando a entrar e para minha surpresa ela se deitou sobre mim e me segurou por baixo dos braços como eu faço quando a enrabo e empurrou mais um pouco e senti meu cu se abrindo a medida que ela empurrava e ela falou bem baixinho:
- Agora eu também tenho um pau para enrabar o meu querido.
E dizendo isso empurrou mais e se afastou para olhar e depois me falou:
- Pronto, ele está todinho dentro!
E começou a fazer os movimentos de vai e vem.
Eu estava entregue. O tesão que eu estava sentindo fazia com que meu pau doesse cada vez que roçava na cama e ela começou a dizer que estava adorando me enrabar e se afastou e me segurou pelos ombros e eu sentia o pau quase sair e depois entrar de novo bem fundo e comecei a gozar.
Ela notou e ficou me beijando no pescoço até eu terminar eu gozo.
Quando terminei soltei meu corpo e ela foi retirando lentamente o pau do meu rabo e eu fiz um gesto para ela vir para minha frente e ela ficou em pé e pude ver que ela usava uma cinta com um pau menor do que o meu acoplado.
Ela me jogou um beijo e entrou no banheiro.
Quando ela voltou foi a minha vez e quando voltei ela estava deitada de costas com as pernas abertas e fui até o armário e apanhei o vibrador que tinha comprado e o trouxe escondido para a cama e comecei a alisar a xoxota dela que mesmo depois de lavada estava toda melada e comecei a brincar com o grelinho que estava durinho e inchado.
Depois de excitá-la bastante foi a minha vez de dizer que também tinha uma surpresa para ela e peguei o vibrador e comecei a passar na xoxota dela bem de leve.
Ela perguntou:
- O que é a surpresa?
E respondi:
- Você logo vai ver.
E comecei a enfiar um pouco mais o vibrador e pude ver como era bem mais grosso que o outro, pois a xoxota dela começou a se abrir deixando o grelo todo exposto e ela disse:
- Nossa!
E abriu mais as pernas e falei:
- Isso abre bem essas coxas gostosas que esse é um pouquinho mais grosso e maior.
E ela obedeceu e o vibrador começou a entrar lentamente e a medida que entrava ela gemia e eu perguntei:
- Está bom?
E ela quase sem voz balançou a cabeça afirmativamente.
Continuei a enfiar devagar, mas ela segurou minha mão e segurou o vibrador e disse:
- É bem grosso!
E foi enfiando até que para meu espanto sumiu todo dentro dela.
Mônica começou a rebolar como nunca tinha feito antes e começou também a gemer e pediu:
- Liga!
Quando o vibrador começou a funcionar dava para escutar o motor de tanto que vibrava e ela começou a tirar até quase sair e depois enfiava até o fim.
Senti meu pau começando a endurecer de novo e fiquei admirando ela metendo aquele pirocão na xoxota e se deliciando.
Cada vez que ela o tirava vinha todo melado com a porra dela e dava para ver a xoxota bem aberta até que numa dessas vezes ela enfiou e ficou rebolando e começou a gemer dizendo que estava gozando.
Ela tremia e rebolava até que tirou o vibrador e o jogou ainda ligado na cama e cobriu o rosto com as mãos.
Desliguei o vibrador e fui ao banheiro lavá-lo.
Quando voltei meu pau estava duro de novo e ela me olhou e disse:
- Quer comer o cuzinho?
Fiz que sim e ela ficou de quatro passei a pica na xoxota para lubrificar e coloquei na entrada do cuzinho dela comecei a empurrar.
Quando meu pau começou a entrar o senti sendo envolvido e a medida que ia entrando ele ficava ainda mais duro. Quando enfiei tudo segurei Mônica pela cintura e comecei a meter e para minha surpresa a cada metida meu pau ficava mais sensível e não demorou senti que estava no limite e comecei a gozar e não parava mais. Gozei com o pau todo enfiado e quase sem me mexer. Minhas pernas tremiam. Gozara como nunca, pois raramente em minha vida gozava duas vezes e me deixei cair na cama e agradeci a Mônica pelo imenso prazer que havia me proporcionado.
Depois de descansarmos um pouco perguntei a ela se havia gostado da surpresa e ela disse que adorou, mas que como era muito grosso ela sentia que a xoxota tinha ficado um pouco aberta depois mas que tinha sido delicioso e diferente.
Nossas trepadas continuavam maravilhosas e cada vez arrumávamos um jeito de inovar e um dia apanhei um dvd do tipo sado e o casal foi visitar um local onde havia uns shows e acabaram aceitando o convite de um stripper que os levou a um ambiente onde haviam mulheres e homens transando e duas delas estavam sentadas amarradas e uma usava uma venda nos olhos.
Dois homens, um negro e um moreno altos e fortes balançavam seus paus grandes e grossos na frente delas e de vez em quando batiam em seus rostos com os paus.
Mônica assistia a tudo com atenção até que um dos homens apanhou um vibrador parecido com o que eu tinha comprado, porém este tinha um outro pênis menor acoplado a ele que era regulável e ficava preso no pau maior por uma espécie de garra que o cara podia movimentar para frente e para trás e Mônica comentou que devia ser gostoso, pois ele ficava acoplado e roçava o grelo e como ficava acoplado ao pau maior vibrava também.
As mulheres foram fodidas de todas as maneiras possíveis e às vezes por dois homens e também com um metendo e com o vibrador enfiado nelas.
Mônica começou a se masturbar lentamente até que me mandou olhar para a xoxota para ver como o grelinho estava duro e de fato estava parecendo bem inchado e ela disse que estava bom para usar aquele maior que deixa o grelo bem de fora e logo me preparei para apanhar, mas ela disse que antes queria me fazer um carinho para aumentar ainda mais o tesão dela e começou a me beijar e depois foi descendo e começou a chupar e punhetar meu pau e começou suavemente a empurrar meu corpo e entendi que era para eu virar de bruços e ela logo começou a lamber minha bunda e em pouco tempo enfiava a língua no meu cu.
Ela parou um pouco e cochichou no meu ouvido:
- Vou comer você todinho!
Meu pau começou a inchar ainda mais e a latejar e quase não acreditei no que ouvi:
- Fica de quatro!
E bem devagar me coloquei como ela pediu e ela começou a lamber meu cu e depois começou a passar um gel e enfiou um dedo e depois senti dois dedos me penetrando e olhei para trás a vi em pé atrás de mim ajeitando algo e logo entendi que ia ser enrabado.
Mônica pediu para eu me abaixar um pouco e logo senti o pênis roçando meu cu até que ela se posicionou e senti meu cu sendo invadido e aos poucos ela foi me penetrando até que senti que o pênis estava todo dentro de mim.
Mônica veio por cima de mim e me segurou por baixo dos ombros e ficou literalmente montada em mim e começou a meter.
Ela começou a falar umas coisas como a dizer que eu era o tesão dela e que estava adorando meu cu e que agora ela era meu macho e que iria gozar no meu rabo e me comeu bastante e disse que agora era a minha vez e tirou pau do meu rabo e tirou a cinta e ficou de quatro.
Eu sentia meu cu aberto e ardendo, mas meu pau latejava de tão duro e depois de esfregar na xoxota dela passei um pouco de gel nele e o posicionei no cu dela e logo comecei a empurrar.
Não demorou meu pau começou a deslizar para dentro do cu dela e assim que senti que estava todo dentro comecei a meter com força. No filme os caras a medida que metiam davam tapas nas mulheres, nos rostos, nos peitos e nas nádegas e para minha surpresa Mônica pediu que eu fizesse como o cara e dei um tapa em cada nádega dela que gemeu e pediu para eu bater forte e assim o fiz.
A bunda dela ficou vermelha e senti um tesão enorme com isso e ela continuava pedindo que batesse e metesse forte meti com força enquanto dava tapas na bunda dela que agora apareciam traços de sangue e gozei profundamente.
Mônica se deitou quase imediatamente de costas e pediu que a fodesse com o vibrador maior e passei bastante gel nele e comecei a penetrá-la e aos poucos fui enterrando o vibrador nela que se rebolava para facilitar a penetração.
Ela segurou o pau e começou a meter com ele e fiquei assistindo ela rebolar com o pau todo enterrado na xoxota.
Dali a pouco tempo ela começou a gemer alto e começou a tirar o pau e a meter de novo enquanto se rebolava até que gemeu alto e disse que estava gozando.
Ela ainda ficou com o pau enfiado um tempão até começar a tirar.
Ela cobriu o rosto com o travesseiro e ficou ainda gemendo dizendo que o grelo dela ainda se mexia e de fato a xoxota dela fazia umas contrações.
A partir daí, ficamos adeptos dessa nova forma de transar e der vez em quando ela quando está no auge da excitação começa a alisar minha bunda e diz que ela é dela e começa a me lubrificar e diz que quer ser meu homem e comer meu cuzinho e me penetra com o pênis. Uma vez ela colocou a cinta e me pediu para chupar o pênis dela que ela queria ficar me olhando enquanto chupava e atendi o desejo dela.
Eu a como de todas as formas e de todos os jeitos também e ela atende a todos os meus caprichos.
Um dia enquanto assistíamos a um dvd em que a mulher era duplamente fodida, tomei coragem e perguntei a ela se ela não achava que devia ser gostoso ser fodida assim e ela pensou um pouco e disse que talvez fosse e senti tesão em pensar nisso.
Um dia comprei uma revista masculina e li um anuncio de uma boate onde acontecem shows variados com strippers e até com sexo ao vivo e mostrei a ela e perguntei se não gostaria de ir e ela disse que se eu quisesse tudo bem e comprei entradas para uma sexta feira.
Quando nos aprontávamos para sair, Mônica disse que tinha passado o dia pensando nisso e que estava muito acesa e logo entendi.
Chegamos na boate as 21:00 hs. O ambiente era bonito com um palco e mesas dispostas ao redor com uns bancos laterais largos e acolchoados próximos as mesas.
Tomamos uns drinques e ficamos mais a vontade. O show começou as 22:00hs e restavam poucas mesas vazias.
Os strippers eram fortes e tinham o corpo bem definido as custas de muita ginástica e usavam minúsculas sungas.
Depois de dançarem por uns 15min, começaram a tirar as sungas e revelaram enormes picas que balançavam ao som das musicas. Mônica puxou meu braço e disse:
- O pau daquele cara é enorme!
De fato o pau do cara era bem grande e igualmente grosso e quando terminou a música eles passaram ao nosso lado e deu para ver bem de perto todos eles e de fato tinham paus enormes e duros.
Estávamos conversando quando vimos um movimento ao nosso lado. Era um casal que se sentou em um dos bancos e começava a se alisar e aos poucos foram tirando a roupa até que ela ficou de calcinhas e ele de sunga e dava para ver o enorme volume do pau do cara.
Ficaram se alisando até que ele começou a chupar os seios da mulher e depois começou a tirar a calcinha dela deixando-a inteiramente nua.
Depois foi a vez dela tirar a sunga dele e revelou um pau bem grosso e duro.
Cenas parecidas com essa aconteciam em outro bancos e olhávamos ora para um ora para outro mas nos fixamos no que estava próximo a nós que agora se preparavam para trepar e a mulher aos poucos foi se ajeitando sobre o cara e segurou o pau dele e colocou na xoxota dela e foi descendo sobre o cara e vimos o pau dele sumir dentro dela. Meu pau também estava duro e tive que ajeitá-lo. A mulher agora subia e descia no pau do cara e dava para ver a xoxota dela toda aberta, pois ela estava deitada sobre ele.
Mônica nem piscava e imaginava como estaria a xoxota dela e as demais que ali estavam.
Depois de meter bastante o cara parecia que ia gozar e de fato começou a gemer até que a mulher ficou deitada imóvel sobre ele e depois foi saindo de cima dele lentamente e vimos escorrer uma quantidade enorme de porra quando ela levantou.
Todos aplaudiram e depois entraram uns caras todos de branco e retiraram os bancos.
Meu pau estava muito duro e sentia escorrer aquele líquido que precede a foda.
Aproximei-me de Mônica e perguntei:
- Como está a minha xoxota, molhadinha?
E ela fez que sim com a cabeça. Minha vontade era de meter ali mesmo.
Achamos que o show tinha terminado, mas as luzes ficaram novamente fracas e entraram vários caras que foram se sentando em cadeiras vazias que estavam nas mesas. Como todos vestiam roupas iguais, calça branca e camiseta sem mangas deduzimos que eram do show.
De repente vimos um cara se aproximar e puxar uma cadeira da nossa mesa e reconheci logo, pois era o cara que Mônica havia falado que tinha pau grande.
Ele se sentou e colocou um papel a nossa frente que dizia: Caso concordem, podemos continuar o show e nos entregou duas fichas, sendo uma verde e outra vermelha e apanhei a verde e ele sorriu e entregou para um cara que logo trouxe uma espécie de tapume e colocou ao lado da nossa mesa e ela ficou indevassável. Olhei em volta e vários outros estavam sendo colocados.
Começou a tocar uma musica sensual e o cara colocou uma espécie de bacia sobre a mesa e começou a tirar a camiseta bem devagar e assim que terminou a jogou sobre uma cadeira e passou a tirar o cinto e ficou em pé esperando e como Mônica ficou parada, ele segurou a mão dela e colocou na calça e começou a empurrá-la para baixo até que a calça caiu no chão.
Ele estava usando uma minúscula sunga transparente que deixava o pau todo a mostra e parecia ainda maior agora.
Novamente ele segurou a mão de Mônica e desta vez a colocou no pau dele. Ela me olhou meio assustada e sorri, então ela deixou a mão parada, mas o cara a segurou e colocou na cintura e começou a tirar a sunga e colocou a mão dela no lado que estava mais baixo e ela entendeu e começou a abaixar a sunga dele e quando chegou no pau ela parou e ele segurou novamente a mão dela e a forçou para baixo.
O enorme pau do cara começou a ficar de fora e quando a sunga finalmente desceu, o pau dele deu um pulo e ficou ereto a nossa frente.
Era um pau enorme, grosso com uma glande brilhante e com veias por toda extensão.
Mônica não tirava os olhos dele e o homem rapidamente segurou a mão dela e colocou no pau dele e ficou segurando e começou a fazer com que ela tocasse uma lenta punheta nele.
Meu pau agora saltava dentro da calça vendo aquela cena. Minha mulher estava punhetando um pau enorme na minha frente.
À medida que ela fazia os movimentos o pau aumentava ainda mais até que de repente ele segurou a mão dela e tirou do pau dele que agora dava uns saltos e colocou as duas mãos para trás e fechou os olhos.
Achei estranho e fiquei olhando para o cara que parecia bem concentrado e olhei para o pau dele que estava duro como uma estaca e de repente o cara começou retesar os músculos e para nosso espanto começou a gozar.
O primeiro jato de esperma atingiu a bacia em cheio e depois vieram outros. Foi uma cena incrível, pois o cara estava gozando sem tocar no pau, e gozou bastante.
Aos poucos ele foi relaxando, mas o pau ainda continuava duro e com um filete de esperma pendurado.
Ele sorriu para nós e começou a se vestir. Fiquei impressionado com o que tinha acabado de ver.
Meu pau doía de tanto tesão.
Mônica disse que ia ao banheiro e assim que se afastou uma moça usando um crachá da boate se aproximou e perguntou se tínhamos gostado do show e eu disse que tinha sido ótimo e ela falou que teriam outros e que iam ficando mais quentes a medida que o tempo passava e que se quiséssemos ficar, outras opções de fichas seriam apresentadas e perguntei que tipo de show viriam e ela disse que não poderia revelar pois a surpresa faz parte da festa e eu disse que iria aguardar minha mulher que tinha ido ao banheiro e ela disse que voltaria.
Assim que Mônica chegou expliquei o que tinha acabado de ouvir e ela disse que não sabia o que dizer e que dependia de mim e fiquei numa encruzilhada, mas estava louco para descobrir o que viria e disse a ela que ficaria e ela disse que tudo bem.
Não demorou, a moça voltou e quando disse que ficaríamos, ela nos apresentou um papel que dizia: Você irá assistir ao que há de mais erótico e inclui sexo. Caso concorde em ficar apanhe a ficha rosa e entregue a moça a sua frente.
Não pensei muito e entreguei a tal ficha a ela.
Pouco tempo depois às luzes ficaram mais fracas e apareceram dois homens que colocaram mais duas divisórias em volta de nossa mesa e de um sofá e ficamos ilhados.
Apareceu uma mulher com um corpo escultural usando apenas uma tanga e se aproximou de Mônica e segurou seu rosto e começou a esfregar os seios que estavam com os bicos parecendo uma chupeta de tão duros no rosto dela e colocou um deles na boca de Mônica que parecia não saber o que fazer.
A mulher começou a pressionar o seio contra a boca de Mônica e ela abriu um pouco os lábios e a mulher ficou esfregando os bicos dos seios no rosto e boca de Mônica que já aparentava estar com muito tesão. Ela começou a alisar os seios de Mônica que logo segurou suas mãos, mas a mulher retirou sua mão e continuou alisando e desta vez ela permitiu e os seios de Mônica logo endureceram e começaram a marcar a blusa.
A mulher segurou novamente o rosto de Mônica e se afastou e veio em minha direção e para meu espanto começou a fazer o mesmo comigo. Os seios dela eram muito duros e achei que eram de silicone, mas depois pude atestar que não.
Eu fiquei meio sem jeito, pois Mônica apenas olhava até que deu um sorriso e me acalmei.
Dois homens usando apenas calças brancas se aproximaram e um deles se sentou enquanto o outro foi se aproximando lentamente de Mônica e segurou-a pela mão fazendo com que se levantasse.
O cara era bonito e forte e senti logo uma ponta de ciúmes, mas o pior ainda estava por vir.
O cara segurou as mãos dela e fez com que ela alisasse seu tórax e barriga que eram esculpidos em academia e aos poucos foi abaixando as mãos dela até que tocaram no pau dele.
Nesse momento a mulher começou a alisar meu pau e fiquei confuso, pois o tesão era enorme, mas o ciúme também e eu estava com medo do que poderia vir e nesse meio tempo chegaram dois drinques que logo comecei a tomar.
Olhei para Mônica e vi que ela passava a mão no pau do cara que fazia um grande volume e meu coração deu um salto quando ele começou a desabotoar a calça que foi descendo até deixar a sunga à mostra.
A mulher agora começou a desabotoar a minha calça e como estava puto, pois Mônica estava concordando com a sacanagem ajudei levantando o corpo e arriei minhas calças até os joelhos.
A mulher colocou a mão por baixo da minha cueca e tocou meu pau e começou a passar o dedo na glande que estava toda melada e comecei a me segurar para não gozar.
Eu já estava arrependido em ter aceitado continuar a ver o show, mas agora era tarde e vi quando o cara começou a tirar a sunga e virei o rosto.
Levei um susto quando a mulher se abaixou e colocou meu pau na boca e começou a mamar bem devagar. Ela sugava às vezes a glande e isso fez com que eu me retesasse todo.
Resolvi olhar com o canto do olho exatamente no momento que Mônica começava a chupar o pau do cara que era bem grosso que mal cabia em sua na boca.
Nisso o cara que estava sentado ficou em pé e começou a tirar a calça e rapidamente ficou nu com um pau também grande bem duro.
Minha cabeça estava a mil, pois o cara começava a despir Mônica e a mulher agora chupava e punhetava meu pau que nunca esteve tão duro.
A calça de Mônica já estava no meio das coxas e o cara começou a puxar a calcinha dela que logo foram caindo e quando o cara olhou para a bunda grande e arrebitada dela enfiou o rosto por entre as nádegas e a agarrou pela cintura.
Mônica estava se revelando uma puta, pois começou a mexer os quadris enquanto chupava o outro cara.
A mulher parou de chupar meu pau e começou a se posicionar para sentar no meu pau e segurou meu pau e senti que estava ajeitando no cu, pois estava muito apertado, mas ela começou a mexer a bunda e senti meu pau entrando apertado no rabo dela.
Olhei para Mônica e meu coração disparou, pois um cara estava sentado e ela começava a se ajeitar sobre ele e o outro segurava o pau e veio por trás dela. Ela ia ser duplamente penetrada e eu não sabia o que fazer.
Agora meu pau estava todo enterrado no rabo da mulher que se mexia bem devagar subindo e descendo. Ela tinha um cu quente e apertado.
Olhei de novo para Mônica e vi quando o cara de trás começava a fazer os movimentos de vai e vem e não tive mais dúvidas. Os dois estavam metendo nela que parecia estar gostando, pois apenas gemia, mas mexia os quadris.
Resolvi segurar a mulher pela cintura e comecei a meter com força estimulado pela visão da minha mulher sendo fodida por dois homens na minha frente.
Senti meu pau inchando dentro do cu da mulher e senti que não ia demorar para gozar e nisso ouvi os gemidos do cara que estava fodendo o rabo da minha mulher.
O cara começou a dar tapas na bunda de Mônica que agora gemia mais alto.
Ao mesmo tempo a mulher passou a rebolar no meu pau com mais força e comecei a gozar e ela subia e descia ao mesmo tempo e eu não conseguia pensar mais em nada.
Ainda ouvia os gemidos de Mônica e olhei para ela justamente no momento em que o cara retirava o pau do cu dela que estava aberto com um monte de porra escorrendo.
A mulher foi saindo de cima de mim lentamente deixando o meu pau todo melado e pulsando.
Olhei para minha mulher que estava deitada no sofá e sentei ao seu lado e ela segurou minha mão e começou a chorar.
Deixei ela chorar um pouco e depois ela começou a falar dizendo que as coisas foram acontecendo e que realmente estava muito excitada, mas que nunca tinha pensado em trepar com outra pessoa e ainda mais com dois ao mesmo tempo e eu para consolara disse que também tinha transado sem pensar, mas que enfim já acontecera e que não iria deixar de gostar dela mesmo e ela disse o mesmo e nos vestimos e logo depois fomos embora.
Chegamos em casa e tomamos um bom banho e fomos dormir.
Uns dois meses depois, quando estávamos nos preparando para dar uma trepada, esperei Mônica ficar bem excitada e comecei a puxar assunto do show e falei que quando assisti ela transando com os dois caras fiquei puto e com ciúmes mas apesar disso, meu pau ficou muito duro e meu coração disparou e ela disse que sentiu o mesmo quando me viu metendo com a mulher e perguntei o que ela sentia quando pensava nisso e enquanto falava esfregava o grelinho dela que já estava num grau de excitação grande e ela depois de ficar um pouco calada disse que ficava excitada.
Ao ouvir isso meu pau que já estava duro, começou a doer de tanto tesão e continuei falando sobre o assunto e perguntei se ela faria de novo e ela disse que achava que não porque ficou com drama de consciência além de ter ficado toda ardida.
Apanhei o vibrador maior que ela me pede para usar quando está muito excitada e comecei a passar na xoxota e ela logo abriu bem as pernas e comecei e enfiar bem devagar, mas quando estava quase no meio ela segurou minha mão e o enterrou todo a medida que suspirava.
Comecei a meter com ele e um pouco depois ela pediu para eu comer o cuzinho dela com o vibrador e ficou de quatro. Passei bastante gel no pau e no cuzinho dela e comecei a meter bem devagar, pois estava muito apertado por causa do vibrador e quando consegui enfiar o pau todo ela ligou o vibrador e a sensação que passei a sentir foi muito boa.
Enquanto metia ela falou:
- Pronto estou sendo duplamente fodida!
E perguntei:
- Está gostoso?
E ela respondeu que estava ótimo.
A vibração no meu pau estava me dando um tesão enorme e falei que não ia demorar para gozar e ela falou que também e em pouco tempo senti meu pau dilatando e ao mesmo tempo ela começou a tremer e a rebolar e disse que estava gozando e tive que agarrá-la pela cintura para que o pau não saísse do rabo dela e explodi num gozo incrível .
Passamos a incluir essa modalidade nas nossas trepadas e de vez em quando eu enrabo Mônica com o vibrador na xoxota e gozamos muito.

1:26 AM, March 01, 2005
Anonymous said...
Meu nome é Rafael e minha mulher e Diana . Somos um casal normal , vivemos nossa vida sem nenhuma extravagância sexual nesses 11 anos de casados , até que um dia...
... Chego em casa as 21:00h após mais um dia de trabalho árduo , louco prá relaxar e sou surpreendido com um ambiente diferente : A sala estava as escuras somente uma vela ardia na mesinha de canto deixando o ambiente numa penumbra sensual e erótica. Minha mulher vestia uma camisolinha curta de gaze negra com fitas de seda da mesma cor , todo aquele corpo exuberante ardia de desejo , seus seios são redondos e pontudos , tem uma bunda cheia e durinha bem torneada naquela pele morena jambo , uma loucura.
Meu tesão aflorou e o cansaço foi se transformando num desejo intenso , delicioso...
Aquela lingua sedenta invadia minha boca , suas mãos tocavam com carinho meu pau duro e seus seios roçavam suavemente meu peito . Não sou nenhum atleta mas tenho um corpo bem cuidado , sem barriga , não possuo pêlos por natureza mesmo .
Quando tentei tocar aquela bucetinha molhada de desejo ela recuou dizendo que tinha imaginado uma noite diferente , tinha lido um conto erótico onde a mulher dominava o homem , vestia-o de femea e fazia literalmente de tudo com ele antes de se entregar aos prazeres do gozo. Confesso que a idéia não me agradou de inicio mas sendo Diana até que eu toparia . Pagando pra ver até onde ela ia concordei com a idéia. Ela foi ao quarto e retornou com um pacote que abrindo me ofereceu dizendo vou transformar voce em uma linda puta .
A calcinha era toda de renda enfiadinha no rego , o soutiem era meia taça , daqueles de metal com enchimento , as meias eram ¾ de renda com barra de seda , tudo preto . Como tenho cabelos grande e uso rabo-de-cavalo , ela soltou , penteou de forma diferente , maquiou meu rosto, olhos e lábios , perfumou meu peito e coxas com sansara e após quase meia hora me apresentou ao espelho . Levei um susto imenso . Não me reconheci naquela linda mulher diante de meus olhos , minha bundinha estava empinada , meus seios estavam ligeiramente grandes e como meu corpo é liso as meias deram o toque final.
Quando pensei que a surprêsa terminaria por ai , aí é que veio o grande momento .
Fui “conduzida” até o quarto , deitada de lado na nossa cama e naquela penumbra senti uma lingua quente chupando meu rabo , subindo pelas minhas costas , mordendo minha nuca , suas mãos alisavam meus mamilos e meu ventre lisinho . Aquilo me deu um tesão tão grande que comecei a ficar de pau duro , quase de ferro . Quando toquei seu corpo percebi que Diana estava nua em pelo , beijei seus seios e a ouvi dizer : Chupa minha puta linda , mama a mulher que vai te foder gostoso !
Confesso que me surpreendi com aquela atitude dela , nem parecia a minha mulher.
A coisa ficou pior ainda , senti uma coisa dura na entradinha de meu rego , quando ela delicadamente retirou a calcinha do rego , afastando para o lado , enfiou a lingua dentro de meu cuzinho que a essa altura estava cheio de tesão , brincou com ele de todas as formas que uma lingua safada pode fazer . Meu tesão estava a ponto de me fazer gozar , eu rebolava naquela lingua freneticamente , me sentia verdadeiramente uma femea no cio . Olhei para o espelho grande na parede e a visão era magnífica uma mulher deitada quase de quatro e outra se deliciando naquela bunda branquinha semi coberta pela calcinha de rendas negra . Ela chupava , lambia , mordia meu cu enquanto suas mãos me punhetavam com perícia , gozei , gozei muito , esporei a cama toda e num atmo de segundo ela se virou e com destreza limpou as gotas que ainda saiam da cabeça do meu pau.

Nos beijamos longa e apaixonadamente , sem me dar tempo de pensar ela me jogou na cama , me virou de bruços , e retirando a calcinha falava com a voz rouca de tesão dentro do meu ouvido: Minha putinha gostou da gozada? Respondi que sim e ela retrucou: Então vai adorar me dar esse rabinho lindo e cheiroso , todinho para sua mulher fuder bem gostoso.
Senti um frio na espinha e não era de receio mas de tesão . Naquela hora eu perdera já todo o meu referencial de homem , eu me sentia não um viadinho sendo fudido mas uma fêmea linda sendo desejada por aquela mulher linda e maravilhosa , eu podia sentir o cheiro daquela buceta cheia de tesão , tesão em mim , uma mulher perfeira e linda também .
Sua boca e mãos enchiam minhas costas de carícias , meu corpo era todo arrepio de prazer quando senti um dedinho com algo gelado entrando no cuzinho , tentei me livrar mas ela com um movimento firme falava : Não tenha medo minha fêmea , eu vou te fuder com carinho e te fazer gozr neste cuzinho gostoso .Dizendo isso ela foi enfiando um dedo com gel ou creme , não sei bem , depois dois e brincando com meu anelzinho ia alargando , como se o preparasse para receber uma pica bem gostosa . Eu rebolava como uma puta louca , gritava palavras sem nexo, ria , chorava de prazer quando de repente ela parou e eu como que me preparando para algo novo empinei a bundinha para cima e virando o rosto pude ver que ela tinha atado a cinta um consolo de quase 25 cm . Tremi de medo e desejo eu sentia um misto de vontade e reprovação , pensei em me virar e acabar com aquilo mas ela foi mais rápida e me segurando pela cintura me penetrou fundo , a dor era insuportável , sentia meu cú dilacerado por aquela piroca grande e linda , sim eu achei linda aquela pica grossa , cheia de veias, a cabeça grande vermelha , era quase real de tão perfeita . Ela com esperiência de quem toma no cú e adora , modestia parte eu sempre soube comer um cú , esperou que eu me acostumasse com o tamanho . A dor passou e eu comecei a sentir prazer , já não queria mais ficar parada , rebolava minha bunda e me sentia desejada , comida , amada por aquela mulher que acabava de retirar o meu cabaço do cú . Ela estocava forte e eu ia e vinha com o cú naquele caralho gostoso . Suas mãos e boca se serviam de meu corpo a vontade , deixava meus mamilos entumescidos de desejo , todo o meu corpo pedia para ser fodida por aquela femea . A imagem refletida no espelho do quarto era de uma mulher gostosa , bem puta , fudendo o pau da outra , duas femeas lindas fudendo muito . A cada estocada dela meu corpo ardia de desejo e num golpe lento mas firme ela intruduziu toda a pica , de repente senti a cabeça da pica tocar algo dentro de mim e não aguentando mais gozei , gozei muito mesmo sem tocar no meu pau , eu gozei muito , quase desfaleci caindo na cama suando e morrendo de prazer . Então Diana retirou a pirocona de dentro de mim , e livrando-se das suas roupas encaixou minha pica ainda dura dentro daquela buceta melada , entrei todo nela e em duas estocadas o tesão dela era tanto que gozou como uma louca.
Mais tarde já refeitos comentamos sobre aquela noite deitados lado a lado ela perguta de gostei da surpresa . Respondo que foi a melhor trepada de minha vida com ela . Abrindo um grande sorriso de felicidade ela me mostra que ainda estou vestida de femea e se não me importo com aquilo , eu respondo que agora sabia como uma mulher gosta de ser tratada na cama por um homem , e que adorei usar aquelas roupas lindas.
Desde desse dia que nossas transas nunca mais foram normais , quando vejo na rua uma langerie linda compro e visto pra ela a noite e ela já comprou mais duas picas diferentes pra nós usarmos juntas na cama .
Não me considero homosexual , só um cara que curte a vida a dois de todas as formas de prazer com a mulher que ama, ela tenta me convercer a dar realmente para um homem , tenho me pego com tesão na idéia de ser relamente fodido no cú por uma pica de verdade com Diana assistindo e me acariciando ao mesmo tempo . Chegou um sobrinho distante dela aqui em casa a dois dias e estamos preparando o terreno , ele tem 23 anos e lindo , sem pelos como eu e pude perceber que a pica é bem grande e é gay . Ou seja alem de ser comido vou também fuder um cuzinho branquinho e macio que ele tem . Mas isso conto depois ...
NUNCA DEIXE DE TENTAR ENCONTRAR A FELICIDADE SEXUAL , ELA PODE ESTAR EM SUA CASA E VC NÃO PERCEBER.

1:27 AM, March 01, 2005
Anonymous said...
Adoraria te conhecer para trocar experiências.

amaiseu@hotmail.com

6:30 AM, March 01, 2005
PICADEIRO DO GOZO said...
TEU BLOG ME DEU UM TESÃO DO CARALHO..
TE FODO GOSTOSO E AS TUAS PUTAS TAMBEM.

rdacostam@bol.com.br

6:35 AM, March 01, 2005
PICADEIRO DO GOZO said...
TEU BLOG ME DEU UM TESÃO DO CARALHO..
TE FODO GOSTOSO

rdacostam@bol.com.br

6:36 AM, March 01, 2005
PICADEIRO DO GOZO said...
TEU BLOG ME DEU UM TESÃO DO CARALHO..
TE FODO GOSTOSO

rdacostam@bol.com.br

6:37 AM, March 01, 2005
PICADEIRO DO GOZO said...
TEU BLOG ME DEU UM TESÃO DO CARALHO..
TE FODO GOSTOSO

rdacostam@bol.com.br

6:38 AM, March 01, 2005
Anonymous said...
ONTEM VÍ UM ANÚNCIO NO JORNAL
VI NA TV NO OUT DOOR E EM DIGITAL
PEDIAM MULHERES COM CORPO ESCULTURAL
PRA DAR PRAZER A HOMENS, MULHERES E ATÉ CASAL
MAS NA REAL O QUE EU QUERO É SER ARTISTA
DAR AUTÓGRAFOS, ENTREVISTA SER CAPA DE REVISTA
QUERO SER VISTA BEM BONITA NA TELEVISÃO
ROLÉ DE CARRO E NÃO MAIS DE CAMBURÃO,NÃO
TÔ DEPRIMIDA NESSE AMBIENTE DE DESGRAÇA
TRAFICANTES, PARASITAS, VICIADOS PSICOPATAS
UM BASEADO PRA AFASTAR ESSA FADIGA
DESSA NOITE SEDENTÁRIA DE ORGIA E MAL DORMIDA
NÃO CHORO MAIS, SEI QUE ME PERDI
TÔ CONSCIENTE , O MEU DESTINO EU ESCOLHI
DAS PRAGAS SOCIAIS SOU A PIOR
COCOROCOCÓ EU SOU O EFEITO DOMINÓ
O LENOCÍNIO OFUSCA, INDUZ,COAGE , ATRAÍ
O MARINHEIRO AVENTUREIRO SORRATEIRO DESEMBARCA E CAI
SOU DE QUEM ME VIR PRIMEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

OS CRENTES DIZEM QUE VENDO A ALMA PRO CAPETA
SEI MUITO BEM QUE NÃO SOU MAIS MULHER DIREITA
NÃO SEI SE É CERTO, MAS FAÇO PARTE DO BORDEL
UM REDEVÚ , QUE MAIS PARECE A TORRE DE BABEL
SINTO OS SINTOMAS DA FADIGA NO MEU CORPO
MAIS SEDATIVOS ALIVIAM AS CONSEQÜÊNCIAS DESSE ABORTO
A PERVERSÃO DEIXA PROFUNDAS CICRATIZES
EM DESESPERO JÁ TENTEI VÁRIOS SUICÍDIOS
QUEM ME VÊ AQUI, SORRI ASSIM TÃO INOCENTE
NÃO PERCEBE A MALÍCIA DA SERPENTE
DOU MAIS UM DOIS E ALIVIO ESSA TENSÃO,OU NÃO?
NA MADRUGADA TODA PUTA É A IMAGEM DO CÃO,OU NÃO?
SEM CARTEIRA VOU GUIANDO , SENTIDO CONTRA MÃO
ARTIGO CINCO NOVE LEI DA CONTRAVENÇÃO
VOU DESPERTANDO A LIBIDO DE UM VELHO OU DE UM MENINO
CONSIDERADA AQUI NA ZONA A RAINHA DO EROTISMO
STO AGOSTINHO É MEU SANTO PROTETOR
CONTRADIÇÃO É MINHA MARCA NA REZA E NA DOR
SOU O RETRATO TRÊS POR QUATRO DESSE POVO BRASILEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SER MERETRIZ TRISTE E FELIZ, CODINOME VAGABUNDA
ENTRE O MAL E O BEM VOU DEIXAR DE SER IMUNDA
VOCÊ ACHA QUE É FALTA DE MORAL. PROMISCUIDADE EXCESSIVA
SEJA PUTA DOIS MINUTOS E SOBREVIVA
TENHO SONHO , AMOR E VAIDADE
UM TÉCO AJUDA SUPORTAR A ENFERMIDADE
AS FAMÍLIAS ME ODEIAM POR CAUSA DA LUXÚRIA
MAS SÓ VENDO A MINHA CARNE , E MEU CARINHO AQUEM PROCURA
ENTRE LOGO, FECHE A PORTA MEU CLIENTE
TIRE A ROUPA LAVE O SEXO , TOME A PASTA ESCOVE O DENTE
NÃO PENSE NO PECADO, TENHA DECISÃO
SOU SEU VÍDEO GAME, LIGUE AQUI NESSE BOTÃO
GOZE LOGO O TEMPO É CURTO O PREÇO É JUSTO
OUTROS HOMENS ME ESPERAM VÁ SEM SUSTO
A POLICIA É APENAS NOSSO RISCO
A JUSTIÇA É APENAS NOSSO CISCO
A NECESSIDADE ME LEVA A SOBREVIVÊNCIA
A MISÉRIA ME LEVA A INDECÊNCIA
AS DUAS À LOUCURA, INTENSO DEVANEIO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SOU PROSTITUTA NA BOCA DO POVO CONHECIDA COMO PUTA
OBRIGADA A CONHECER AS POSIÇÕES DO KAMA SUTRA
SE MEU FILHO CHORA SOU EU , A MÃE QUE ESCUTA
MEU DEUS DESCULPA, NÃO TENHO CULPA SÓ FUI A LUTA
NÃO SEI SE TENHO O VALOR QUE MEREÇO
MAS PRA DEITAR COMIGO TEM UM PREÇO
PELA MINHA MÃE PELO MEU FILHO TENHO MUITO APREÇO
FOI NUM PROSTÍBULO QUE ACHEI MEU ENDEREÇO
NÃO ME ORGULHO MAS ME ASSUMO, MENOS MAL
QUEM RODA BOLSA OU FAZ PROGRAMA, PRA MIM É TUDO IGUAL
DAS CINZAS AS CINZAS, DO PÓ AO PÓ
SEM DÓ, OS MEGANHAS CHEGAM O TEMPO FICA BEM PIOR
VEM DÍ MENOR, VEM COMIGO NO XILINDRÓ
ESTAR EM CASA COM MEU FILHO AGORA SERIA BEM MELHOR
NÃO ESTOU SÓ, TENHO DEUS COMIGO
MAS CORRO O RISCO DE DEITAR COM O INIMIGO
BATE O SINO, MEU FILHO DEVE TÁ DORMINDO
ENQUANTO EU INICIO A VIDA SEXUAL DE UM MENINO
AOS DEZESSEIS SÓ CURTIÇÃO, PENSAVA EM NADA
HOJE AOS 23 NEUROSE A MIL SÓ TRANSO ANGUSTIADA
AOS 33 QUEM SABE VELHA E ARREPENDIDA
AOS 43 SÓ NO ESQUELETO RECORDO A VIDA
MINHA PUTA VIDA
REFLETE O DESESPERO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

Nao e preciso dizer mais nd so posso falar q SOU PUTA SIM!!!

http://axaks.flogbrasil.terra.com.br

6:42 AM, March 01, 2005
Anonymous said...
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6:43 AM, March 01, 2005
Anonymous said...
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6:43 AM, March 01, 2005
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6:43 AM, March 01, 2005
Anonymous said...
ONTEM VÍ UM ANÚNCIO NO JORNAL
VI NA TV NO OUT DOOR E EM DIGITAL
PEDIAM MULHERES COM CORPO ESCULTURAL
PRA DAR PRAZER A HOMENS, MULHERES E ATÉ CASAL
MAS NA REAL O QUE EU QUERO É SER ARTISTA
DAR AUTÓGRAFOS, ENTREVISTA SER CAPA DE REVISTA
QUERO SER VISTA BEM BONITA NA TELEVISÃO
ROLÉ DE CARRO E NÃO MAIS DE CAMBURÃO,NÃO
TÔ DEPRIMIDA NESSE AMBIENTE DE DESGRAÇA
TRAFICANTES, PARASITAS, VICIADOS PSICOPATAS
UM BASEADO PRA AFASTAR ESSA FADIGA
DESSA NOITE SEDENTÁRIA DE ORGIA E MAL DORMIDA
NÃO CHORO MAIS, SEI QUE ME PERDI
TÔ CONSCIENTE , O MEU DESTINO EU ESCOLHI
DAS PRAGAS SOCIAIS SOU A PIOR
COCOROCOCÓ EU SOU O EFEITO DOMINÓ
O LENOCÍNIO OFUSCA, INDUZ,COAGE , ATRAÍ
O MARINHEIRO AVENTUREIRO SORRATEIRO DESEMBARCA E CAI
SOU DE QUEM ME VIR PRIMEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

OS CRENTES DIZEM QUE VENDO A ALMA PRO CAPETA
SEI MUITO BEM QUE NÃO SOU MAIS MULHER DIREITA
NÃO SEI SE É CERTO, MAS FAÇO PARTE DO BORDEL
UM REDEVÚ , QUE MAIS PARECE A TORRE DE BABEL
SINTO OS SINTOMAS DA FADIGA NO MEU CORPO
MAIS SEDATIVOS ALIVIAM AS CONSEQÜÊNCIAS DESSE ABORTO
A PERVERSÃO DEIXA PROFUNDAS CICRATIZES
EM DESESPERO JÁ TENTEI VÁRIOS SUICÍDIOS
QUEM ME VÊ AQUI, SORRI ASSIM TÃO INOCENTE
NÃO PERCEBE A MALÍCIA DA SERPENTE
DOU MAIS UM DOIS E ALIVIO ESSA TENSÃO,OU NÃO?
NA MADRUGADA TODA PUTA É A IMAGEM DO CÃO,OU NÃO?
SEM CARTEIRA VOU GUIANDO , SENTIDO CONTRA MÃO
ARTIGO CINCO NOVE LEI DA CONTRAVENÇÃO
VOU DESPERTANDO A LIBIDO DE UM VELHO OU DE UM MENINO
CONSIDERADA AQUI NA ZONA A RAINHA DO EROTISMO
STO AGOSTINHO É MEU SANTO PROTETOR
CONTRADIÇÃO É MINHA MARCA NA REZA E NA DOR
SOU O RETRATO TRÊS POR QUATRO DESSE POVO BRASILEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SER MERETRIZ TRISTE E FELIZ, CODINOME VAGABUNDA
ENTRE O MAL E O BEM VOU DEIXAR DE SER IMUNDA
VOCÊ ACHA QUE É FALTA DE MORAL. PROMISCUIDADE EXCESSIVA
SEJA PUTA DOIS MINUTOS E SOBREVIVA
TENHO SONHO , AMOR E VAIDADE
UM TÉCO AJUDA SUPORTAR A ENFERMIDADE
AS FAMÍLIAS ME ODEIAM POR CAUSA DA LUXÚRIA
MAS SÓ VENDO A MINHA CARNE , E MEU CARINHO AQUEM PROCURA
ENTRE LOGO, FECHE A PORTA MEU CLIENTE
TIRE A ROUPA LAVE O SEXO , TOME A PASTA ESCOVE O DENTE
NÃO PENSE NO PECADO, TENHA DECISÃO
SOU SEU VÍDEO GAME, LIGUE AQUI NESSE BOTÃO
GOZE LOGO O TEMPO É CURTO O PREÇO É JUSTO
OUTROS HOMENS ME ESPERAM VÁ SEM SUSTO
A POLICIA É APENAS NOSSO RISCO
A JUSTIÇA É APENAS NOSSO CISCO
A NECESSIDADE ME LEVA A SOBREVIVÊNCIA
A MISÉRIA ME LEVA A INDECÊNCIA
AS DUAS À LOUCURA, INTENSO DEVANEIO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SOU PROSTITUTA NA BOCA DO POVO CONHECIDA COMO PUTA
OBRIGADA A CONHECER AS POSIÇÕES DO KAMA SUTRA
SE MEU FILHO CHORA SOU EU , A MÃE QUE ESCUTA
MEU DEUS DESCULPA, NÃO TENHO CULPA SÓ FUI A LUTA
NÃO SEI SE TENHO O VALOR QUE MEREÇO
MAS PRA DEITAR COMIGO TEM UM PREÇO
PELA MINHA MÃE PELO MEU FILHO TENHO MUITO APREÇO
FOI NUM PROSTÍBULO QUE ACHEI MEU ENDEREÇO
NÃO ME ORGULHO MAS ME ASSUMO, MENOS MAL
QUEM RODA BOLSA OU FAZ PROGRAMA, PRA MIM É TUDO IGUAL
DAS CINZAS AS CINZAS, DO PÓ AO PÓ
SEM DÓ, OS MEGANHAS CHEGAM O TEMPO FICA BEM PIOR
VEM DÍ MENOR, VEM COMIGO NO XILINDRÓ
ESTAR EM CASA COM MEU FILHO AGORA SERIA BEM MELHOR
NÃO ESTOU SÓ, TENHO DEUS COMIGO
MAS CORRO O RISCO DE DEITAR COM O INIMIGO
BATE O SINO, MEU FILHO DEVE TÁ DORMINDO
ENQUANTO EU INICIO A VIDA SEXUAL DE UM MENINO
AOS DEZESSEIS SÓ CURTIÇÃO, PENSAVA EM NADA
HOJE AOS 23 NEUROSE A MIL SÓ TRANSO ANGUSTIADA
AOS 33 QUEM SABE VELHA E ARREPENDIDA
AOS 43 SÓ NO ESQUELETO RECORDO A VIDA
MINHA PUTA VIDA
REFLETE O DESESPERO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

Nao e preciso dizer mais nd so posso falar q SOU PUTA SIM!!!

6:43 AM, March 01, 2005
Anonymous said...
ONTEM VÍ UM ANÚNCIO NO JORNAL
VI NA TV NO OUT DOOR E EM DIGITAL
PEDIAM MULHERES COM CORPO ESCULTURAL
PRA DAR PRAZER A HOMENS, MULHERES E ATÉ CASAL
MAS NA REAL O QUE EU QUERO É SER ARTISTA
DAR AUTÓGRAFOS, ENTREVISTA SER CAPA DE REVISTA
QUERO SER VISTA BEM BONITA NA TELEVISÃO
ROLÉ DE CARRO E NÃO MAIS DE CAMBURÃO,NÃO
TÔ DEPRIMIDA NESSE AMBIENTE DE DESGRAÇA
TRAFICANTES, PARASITAS, VICIADOS PSICOPATAS
UM BASEADO PRA AFASTAR ESSA FADIGA
DESSA NOITE SEDENTÁRIA DE ORGIA E MAL DORMIDA
NÃO CHORO MAIS, SEI QUE ME PERDI
TÔ CONSCIENTE , O MEU DESTINO EU ESCOLHI
DAS PRAGAS SOCIAIS SOU A PIOR
COCOROCOCÓ EU SOU O EFEITO DOMINÓ
O LENOCÍNIO OFUSCA, INDUZ,COAGE , ATRAÍ
O MARINHEIRO AVENTUREIRO SORRATEIRO DESEMBARCA E CAI
SOU DE QUEM ME VIR PRIMEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

OS CRENTES DIZEM QUE VENDO A ALMA PRO CAPETA
SEI MUITO BEM QUE NÃO SOU MAIS MULHER DIREITA
NÃO SEI SE É CERTO, MAS FAÇO PARTE DO BORDEL
UM REDEVÚ , QUE MAIS PARECE A TORRE DE BABEL
SINTO OS SINTOMAS DA FADIGA NO MEU CORPO
MAIS SEDATIVOS ALIVIAM AS CONSEQÜÊNCIAS DESSE ABORTO
A PERVERSÃO DEIXA PROFUNDAS CICRATIZES
EM DESESPERO JÁ TENTEI VÁRIOS SUICÍDIOS
QUEM ME VÊ AQUI, SORRI ASSIM TÃO INOCENTE
NÃO PERCEBE A MALÍCIA DA SERPENTE
DOU MAIS UM DOIS E ALIVIO ESSA TENSÃO,OU NÃO?
NA MADRUGADA TODA PUTA É A IMAGEM DO CÃO,OU NÃO?
SEM CARTEIRA VOU GUIANDO , SENTIDO CONTRA MÃO
ARTIGO CINCO NOVE LEI DA CONTRAVENÇÃO
VOU DESPERTANDO A LIBIDO DE UM VELHO OU DE UM MENINO
CONSIDERADA AQUI NA ZONA A RAINHA DO EROTISMO
STO AGOSTINHO É MEU SANTO PROTETOR
CONTRADIÇÃO É MINHA MARCA NA REZA E NA DOR
SOU O RETRATO TRÊS POR QUATRO DESSE POVO BRASILEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SER MERETRIZ TRISTE E FELIZ, CODINOME VAGABUNDA
ENTRE O MAL E O BEM VOU DEIXAR DE SER IMUNDA
VOCÊ ACHA QUE É FALTA DE MORAL. PROMISCUIDADE EXCESSIVA
SEJA PUTA DOIS MINUTOS E SOBREVIVA
TENHO SONHO , AMOR E VAIDADE
UM TÉCO AJUDA SUPORTAR A ENFERMIDADE
AS FAMÍLIAS ME ODEIAM POR CAUSA DA LUXÚRIA
MAS SÓ VENDO A MINHA CARNE , E MEU CARINHO AQUEM PROCURA
ENTRE LOGO, FECHE A PORTA MEU CLIENTE
TIRE A ROUPA LAVE O SEXO , TOME A PASTA ESCOVE O DENTE
NÃO PENSE NO PECADO, TENHA DECISÃO
SOU SEU VÍDEO GAME, LIGUE AQUI NESSE BOTÃO
GOZE LOGO O TEMPO É CURTO O PREÇO É JUSTO
OUTROS HOMENS ME ESPERAM VÁ SEM SUSTO
A POLICIA É APENAS NOSSO RISCO
A JUSTIÇA É APENAS NOSSO CISCO
A NECESSIDADE ME LEVA A SOBREVIVÊNCIA
A MISÉRIA ME LEVA A INDECÊNCIA
AS DUAS À LOUCURA, INTENSO DEVANEIO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SOU PROSTITUTA NA BOCA DO POVO CONHECIDA COMO PUTA
OBRIGADA A CONHECER AS POSIÇÕES DO KAMA SUTRA
SE MEU FILHO CHORA SOU EU , A MÃE QUE ESCUTA
MEU DEUS DESCULPA, NÃO TENHO CULPA SÓ FUI A LUTA
NÃO SEI SE TENHO O VALOR QUE MEREÇO
MAS PRA DEITAR COMIGO TEM UM PREÇO
PELA MINHA MÃE PELO MEU FILHO TENHO MUITO APREÇO
FOI NUM PROSTÍBULO QUE ACHEI MEU ENDEREÇO
NÃO ME ORGULHO MAS ME ASSUMO, MENOS MAL
QUEM RODA BOLSA OU FAZ PROGRAMA, PRA MIM É TUDO IGUAL
DAS CINZAS AS CINZAS, DO PÓ AO PÓ
SEM DÓ, OS MEGANHAS CHEGAM O TEMPO FICA BEM PIOR
VEM DÍ MENOR, VEM COMIGO NO XILINDRÓ
ESTAR EM CASA COM MEU FILHO AGORA SERIA BEM MELHOR
NÃO ESTOU SÓ, TENHO DEUS COMIGO
MAS CORRO O RISCO DE DEITAR COM O INIMIGO
BATE O SINO, MEU FILHO DEVE TÁ DORMINDO
ENQUANTO EU INICIO A VIDA SEXUAL DE UM MENINO
AOS DEZESSEIS SÓ CURTIÇÃO, PENSAVA EM NADA
HOJE AOS 23 NEUROSE A MIL SÓ TRANSO ANGUSTIADA
AOS 33 QUEM SABE VELHA E ARREPENDIDA
AOS 43 SÓ NO ESQUELETO RECORDO A VIDA
MINHA PUTA VIDA
REFLETE O DESESPERO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

Nao e preciso dizer mais nd so posso falar q SOU PUTA SIM!!!

6:43 AM, March 01, 2005
Anonymous said...
Galera aqui estou....
Putz, no último post eu esqueci de tirar a parte de comentários... falha minha!!!
Bom, o meu telefone disparou, estou achando que vou ter que montar um Disk-Bruna 0800. Rs...
Ah, eu tenho recebido muitas mensagens de texto também pelo celular, quero dizer que eu leio TODAS mas que não respondo NENHUMA porque eu não tenho paciência de ficar apertando as teclinhas procurando as letras. Me desculpem... mas podem continuar mandando porque eu leio sim, tá???
Eu recebo umas muito interessantes, tipo tem pessoas que só me mandam: '' Bom dia...'' ou '' Boa noite'' . Rs. Mas eu recebi uma ontem que eu não posso deixar de escrever aqui porque eu ri muito. Eis:
'' Vc cobra qnto?? Eh por hora ou por buraco tipo anal tem um preço. E vc leva mais de um pinto no mesmo buraco? Bjs e aguardo resposta''
Ai...
Putz, este tempo é muito louco, está ameaçando cair o maior toró por aqui...
Bom, acabei de postar os dias e os programas dos últimos dias tá?
E quando ao '' segredo'' dos meus mais quinze minutos de fama, infelizmente não poderei ainda revelar já que o responsável me pediu sigilo porque ainda é projeto e eu poderei contar apenas quando o lance estiver concreto. Me desculpem, eu sei que eu prometi que contaria, mas pelo menos estou dando uma satisfação né...
http://www.brunasurfistinha.com/blogs

6:46 AM, March 01, 2005
Anonymous said...
http://www.brunasurfistinha.com/blogs/

6:46 AM, March 01, 2005
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Qual é neguinho? Qual é?
A certeza de qualquer coisa é o pior dos erros
O caminho da Liberdade e da Felicidade
É preciso coragem para viver e morrer

8:28 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Sobremesa depravada com a filhinha puta

Sobremesa depravada com minha filha

Acho que esse relato ficou extenso demais, mas a transa foi boa! Gostaria de receber comentários e críticas.

No relato anterior, contei sobre o que minha filha Sabrina aprontou conosco - uau! como foi bom!
Depois da farra, eu e minha esposa fomos para a sala, seguindo as intruções de nossa pequena. Minha esposa, Leila, sentou-se ao meu lado no sofá e, acariciando meu pau (ainda sujo de molho), me perguntou o que tinha achado. Respondi perguntando-lhe se aquilo havia sido idéia dela, o que me respondeu que não.
Ela sorriu maliciosamente para mim, ainda me masturbando, e lambeu meu rosto. Depois, perto do meu ouvido, disse:
- Ah! Nossa filha será uma puta melhor que eu. Vou ensinar tudinho para ela, mas quero que ela me supere! O macarrão estava delicioso, estou ansiosa pela sobremesa!
- Tal mãe, tal filha - lhe respondi puxando para um forte beijo.
Enquanto nos beijávamos ouvi um pigarrear. Era Sabrina, com uma lata de chantilly (aquelas spray para confeitar bolo), um pires e uma colher, além, é óbvio, do seu \"brinquedo\".
Ela se aproximou de nós, sentou-se no colo de minha esposa e a beijou. Depois sorriu para mim e me beijou também. Eu e minha esposa estávamos sentados lado-a-lado e Sabrina estava sentada no colo de sua mãe e com as pernas sobre o meu colo. Ela dobrou uma perna e espalhou chantilly sobre seus dedinhos, depois passou o pé em meu rosto. Eu segurei seu pezinho delicado e comecei a chupar seus dedinhos, que estavam bezuntados pelo creme.
Eu chupava cada um de seus dedinhos, passava a língua entre eles, lambia a sola delicada de seus pés, colocava mais chantilly e voltava a lamber. Enquanto eu brincava com seu pezinho, Sabrina chupava os seios de sua mãe, dizia que ainda estava com fome e precisava mamar. Minha mulher se divertia com isso e esfregava o peito no rostinho de nossa putinha. Sua mão masturbava a xaninha ninfeta de Sabrina que já dava sinais que iria gozar...
Ficamos nessa brincadeira, até que Sabrina se levantou e disse para mim:
- Gostou do meu pezinho com chantilly? Então vamos fazer direitinho! Deite-se no chão!
A vadiazinha ainda se acha no direito de mandar no pai...
Ela encheu o pires de chantilly e me mandou deitar no chão aos pés do tapete, disse ainda para a mãe se senhtar ao seu lado no sofá. As duas pisaram no pires deixando os pés completamente labuzados e começaram a se esfregar em meu rosto e meu peito. Ora espalhavam o creme em meu corpo com os pés, ora pisavam no meu rosto me fazendo comer a cobertura, e assim fomos brincando.
Meu pau já queria pular fora da calça e eu levei minha mão para ele, na tentativa de começar uma deliciosa punheta. Quando Sabrina percebeu me impediu e falou para sua mãe vir tirar minha roupa.
Leila se deitou sobre mim, lambendo meu rosto, descendo pelo meu pescoço, peito, barriga, chegando ao meu pau. Tirou minhas calças ecomeçou a chupar meu pau, que estava já duro e vermelho de tesão! sabrina continua brincando com o chantilly em seus pés, passando no meu rosto. Nisso, Leila enche sua boca de creme volta a chupar meu pau, ele fica todo lambuzado com a \"sobremesa\" e ela passa a cuspir sobre a cabeça dele, fazendo com que aquela mistura de saliva e chantilly escorra pelo meu pau, pelo meu saco e se espalhe pelo piso da sala.
Sabrina diz que quer incrementar a brincadeira, então ela, de pé, apoia as mãos no sofá, deixando assim seu rabinho exposto para nós. Ela enfia o bico da lata no seu cuzinho e aperta, depois olha para mim e, com cara de tarada, diz: \"não quer docinho papai? Vem chupar meu cu!\"
Na hora me levanto e começo a chupar aquele anelzinho rosado e sem pelos, passo a língua em volta, e como todo o chantilly. Ela põe mais, eu abro sua bundinha e enfio minha lígua naquele rabinho gostoso!
Enquanto isso, minha esposa se masturbava e chupava meu pau. Depois de alguns minutos, não aguentei mais e disse que já iria gozar!
A Sabrina se levantou e mandou que eu gozasse no pires, que estava cheio de chantilly. Eu nunca a vi tão faminta assim por porra! E assim eu fiz.
Ela lambeu um pouco, como se fosse uma cadelinha e o restante ofereceu para a mãe, que com cara de safada, enfiou o rosto no pires espalhando toda a \"cobertura\" e ficando com a cara toda lambuzada. Eu já estava cansado, quando a Sabrina enfiou toda a ponta do tubo no rabinho e apertou o gatilho e se encheu de creme.
Depois, quando já estava visivelmente cheinha, pôs-se de cócoras sobre meu rosto e começou a soltar seu estoque anal :o)
Ela olhou para baixo, sorrindo maliciosamente para mim e falou: \"vai papai! come meu cocozinho doce! é a sua sobremesa!\"
Comi tudinho e depois limpei seu cu com a língua. Ah! Que tesão...
Depois disso, comi minha esposa na frente de Sabrina, que enfiava o consolo no rabinho da mãe. E assim passamos o resto da tarde.

8:29 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

PERDI O MEU CABAÇO NO CU COM UM CAVALO

CHAMO-ME PAULO, TENHO 22 ANOS E SEMPRE ADOREI SER ENRABADO, MAS NUNCA TINHA TIDO CORAGEM
DEVIDO A TER MEDO DE SER DESCOBERTO. SEMPRE QUE PODIA VESTIA AS CALCINHAS DA MINHA IRMÃ E IA PARA
A ESCOLA. UMA VEZ DEPILEI O MEU CU TODO E VESTI CINTO DE LIGAS E MEIAS SEM CALCINHAS E FUI MONTAR A CAVALO
PARA A QUINTA DO MEU PAI. AO SAIR A CAVALO REPAREI QUE O MEU CAVALO ESTAVA EXCITADO DEVIDO A UMAS EGUAS QUE ESTAVAM
POR PERTO, DEIXANDO SEU PAU DE FORA E FICANDO MUITO BRAVO. AO SENTIR AQUILO SAI DE CIMA DELE E FUI CAMINHANDO A PÉ PARA
VER SE O ACALMAVA. PASSADO UM POUCO VI QUE EKE CONTINUAVA IGUAL, COM UM PAU ENORME, E SENTI UMA VONTADE ENORME DE LHE TOCAR
PARA O ACALMAR, MAS FOI PIOR POIS AINDA SE EXCITOU MAIS. FOI QUANDO ME VEIO UMA IDEIA Á CABEÇA, METE-LO NA BOCA, AO TENTAR METER
A CABEÇA ENORME VI QUE SABIA MAL, ENTÃO DESPI AS CALÇAS E METI ENTRE AS PERNAS PARA O FAZER GOZAR. E COMESEI A METER O LIQUIDO QUE
ELE DEITAVA DO PAU NO MEU CU DEIXANDO-O BEM MOLHASO. FOI QUANDO NUM EXTINTO ENCOSTEI AQULA CABEÇA ENORME NO MEU CU PENSANDO QUE NÃO
PODIA ENTRAR SEVIDO AO SEU TAMANHO. SENTI TANTO PRAZER QUE ESTAVA QUASE GOZANDO E, ENPINEI MAIS A BUNDA, METENDO BEM NA ENTRADA DO CU,
FOI QUANDO AO MESMO TEMPO O CAVALO ME DÁ UMA ESTOCADA FORTE QUASE METENDO A CABEÇA PROVOCANDO-ME UMA DOR TÃO FORTE QUE IMEDIATAMENTE
TENTEI DESISTIR, MAS AO OLHAR PARA FRENTE ESTAVAM OS MEUS DOIS TIOS ME DIZENDO QUE NÃO PODIA DEIXAR O CAVALO ASSIM E ME AGARRARAM
METENDO-ME DE NOVO DEBAIXO DO CAVALO COM O PAU APONTADO AO MEU CU.. AO SENTIR AQUILO O CAVALO DA-ME OUTRA ESTOCADA LEVANDO-ME A TENTAR FUGIR
MAS NÃO FOI POSSIVEL POIS OS MEUS ME AGARRARAM COM FORÇA DEIXANDO-ME INDEFESO. QUANDO O CAVALO TORNOU A IR PARA A FRENTE, SENTI A MAIOR DOR DA
MINHA VIDA E COMECEI A CHORAR. MAS OS MEUS TIOS ME ABRIRAM O CU AINDA MAIS E ME ENPINARAM MAIS O CU PARA ENTRAR MELHOR. FOIQUANDOSENTI SER
COMPLETAMENTE RASGADO, OUVINDO O MEU TIO DIZER QUE JÁ TINHA ENTRADO A CABEÇA E QUE A PARTIR DE AGORA JÁ NÃO DOIA TANTO. PASSADO UM POUCO
SENTI QUE JÁ A DOR ESTAVA- ME EXCITANDO E SENTI ENTÃO ENTRAR UM BOCASO TÃO GRANDE QUE ME TOCOU NA BARRIGA FAZENDO COMQUE EU SAI-SE COMPLETAMENTE
OS MEUS TIOS ENTÃO ME TORNARAM A ENCOSTAR AQUELE PAU AO MEU CU , ENTRANDO QUASE METADE DE UMA VEZ DEIXANDO O CAVALO GOZAR DENTRO DE MIM

8:29 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

PERDI O MEU CABAÇO NO CU COM UM CAVALO

CHAMO-ME PAULO, TENHO 22 ANOS E SEMPRE ADOREI SER ENRABADO, MAS NUNCA TINHA TIDO CORAGEM
DEVIDO A TER MEDO DE SER DESCOBERTO. SEMPRE QUE PODIA VESTIA AS CALCINHAS DA MINHA IRMÃ E IA PARA
A ESCOLA. UMA VEZ DEPILEI O MEU CU TODO E VESTI CINTO DE LIGAS E MEIAS SEM CALCINHAS E FUI MONTAR A CAVALO
PARA A QUINTA DO MEU PAI. AO SAIR A CAVALO REPAREI QUE O MEU CAVALO ESTAVA EXCITADO DEVIDO A UMAS EGUAS QUE ESTAVAM
POR PERTO, DEIXANDO SEU PAU DE FORA E FICANDO MUITO BRAVO. AO SENTIR AQUILO SAI DE CIMA DELE E FUI CAMINHANDO A PÉ PARA
VER SE O ACALMAVA. PASSADO UM POUCO VI QUE EKE CONTINUAVA IGUAL, COM UM PAU ENORME, E SENTI UMA VONTADE ENORME DE LHE TOCAR
PARA O ACALMAR, MAS FOI PIOR POIS AINDA SE EXCITOU MAIS. FOI QUANDO ME VEIO UMA IDEIA Á CABEÇA, METE-LO NA BOCA, AO TENTAR METER
A CABEÇA ENORME VI QUE SABIA MAL, ENTÃO DESPI AS CALÇAS E METI ENTRE AS PERNAS PARA O FAZER GOZAR. E COMESEI A METER O LIQUIDO QUE
ELE DEITAVA DO PAU NO MEU CU DEIXANDO-O BEM MOLHASO. FOI QUANDO NUM EXTINTO ENCOSTEI AQULA CABEÇA ENORME NO MEU CU PENSANDO QUE NÃO
PODIA ENTRAR SEVIDO AO SEU TAMANHO. SENTI TANTO PRAZER QUE ESTAVA QUASE GOZANDO E, ENPINEI MAIS A BUNDA, METENDO BEM NA ENTRADA DO CU,
FOI QUANDO AO MESMO TEMPO O CAVALO ME DÁ UMA ESTOCADA FORTE QUASE METENDO A CABEÇA PROVOCANDO-ME UMA DOR TÃO FORTE QUE IMEDIATAMENTE
TENTEI DESISTIR, MAS AO OLHAR PARA FRENTE ESTAVAM OS MEUS DOIS TIOS ME DIZENDO QUE NÃO PODIA DEIXAR O CAVALO ASSIM E ME AGARRARAM
METENDO-ME DE NOVO DEBAIXO DO CAVALO COM O PAU APONTADO AO MEU CU.. AO SENTIR AQUILO O CAVALO DA-ME OUTRA ESTOCADA LEVANDO-ME A TENTAR FUGIR
MAS NÃO FOI POSSIVEL POIS OS MEUS ME AGARRARAM COM FORÇA DEIXANDO-ME INDEFESO. QUANDO O CAVALO TORNOU A IR PARA A FRENTE, SENTI A MAIOR DOR DA
MINHA VIDA E COMECEI A CHORAR. MAS OS MEUS TIOS ME ABRIRAM O CU AINDA MAIS E ME ENPINARAM MAIS O CU PARA ENTRAR MELHOR. FOIQUANDOSENTI SER
COMPLETAMENTE RASGADO, OUVINDO O MEU TIO DIZER QUE JÁ TINHA ENTRADO A CABEÇA E QUE A PARTIR DE AGORA JÁ NÃO DOIA TANTO. PASSADO UM POUCO
SENTI QUE JÁ A DOR ESTAVA- ME EXCITANDO E SENTI ENTÃO ENTRAR UM BOCASO TÃO GRANDE QUE ME TOCOU NA BARRIGA FAZENDO COMQUE EU SAI-SE COMPLETAMENTE
OS MEUS TIOS ENTÃO ME TORNARAM A ENCOSTAR AQUELE PAU AO MEU CU , ENTRANDO QUASE METADE DE UMA VEZ DEIXANDO O CAVALO GOZAR DENTRO DE MIM

8:30 AM, March 02, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Gostei dos treus comentários no Mude. Mas parece-me que não havia presunção nas minhas intenções...

Teu texto casúsico destrava nossas línguas. Deliriosamente.


Se você não encontrar razões para serlivre, invente-as!


www.mude.weblogger.com.br

Edson.

6:23 AM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Olá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabun

12:30 PM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Olá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabun

12:31 PM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Olá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabun

12:32 PM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Olá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabun

12:32 PM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Olá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabun

12:32 PM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Olá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele 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que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, 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vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabun

12:33 PM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Olá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou 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língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a 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levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabunOlá, meu nome é Angela 32 anos, casada, um corpo normal e temos (eu e meu marido) um atacado de laticínios, tem um vendedor que até então eu não sabia que ele era tão safado, ate um dia que brincando falei que tava subindo pelas paredes, ai começando a conversar sacanagens, sentamos no sofá do meu escritório e começamos a conversar sobre sexo, do que um gostava do que o outro gostava, se a mulher dele fazia isso ou aquilo e eu mesma coisa, confessei que adoro trepar demorado, chupando, sendo chupada, dar o cuzinho de 4 levando palmadas na bunda e sendo chamada de vagabunda de puta, cadela, safada e outras coisas, de frango assado, de ladinho com a perna pra cima e adoro beber uma porra, e ele me confessou que gostava de tudo isso, mas que tb a mulher dele não gostava tanto quanto ele (não acreditei), mas percebi que naquela conversa ele ficou de pau duro e eu toda melada e os meus seios mostravam a excitação, a conversa acabou naquilo, mas desde esse dia todas as vezes que vinha nos visitar ligava antes pra saber se meu marido estava , e quando sabia que ele não estava então ele vinha fazer a visita de praxe, e todas as vezes conversamos sobre trepar então começamos a ter intimidade neste assunto, e um dia me mostrou o pau dele, eu sentada na minha cadeira e ele na cadeira do visitante na minha sala, era um lindo caralho moreno de 19 cm sempre que não tinha ninguém olhando começou a me encoxar sempre de pau-duro e um dia desses me pegou se surpresa no estoque e começou a se esfregar em mim e eu gostando, apertou meu seio e me chamou de puta gostosa, fui as alturas de tesão, que meu marido tinha que ser corno porque tinha uma puta safada em casa, e não sabia comer, fiquei meladinha, arrepiada, ele abriu o zíper, botou o pau pra fora, e como eu estava de mini-saia meteu nas minhas coxas, eu ali rebolando, não podia gemer pois tinha empregados no estoque conosco, enfiou o dedo na minha buceta melada e disse que eu precisava de um macho de verdade, que o corno do meu marido não era macho pra mim, ficamos ali na sacanagem por 10 minutos +/-, até que ouvi o carro do meu marido chegar ele botou o pau pra dentro e disse que ia me comer qualquer dia desses de verdade que estava só esperando a deixa, e ainda disse que não meteu o pau na minha buceta naquela hora porque queria meter e me ouvir gemer como a cadela que sou na cama, então se passou 2 meses, chegou o grande dia, meu marido teve que viajar pra fazer uma visita a um fornecedor em minas e como ele tem parentes lá ficaria por três dias, leitores já podem imaginar o tesão que estava, na véspera do meu marido viajar trepei com ele como mas sem muita vontade, pois queria gozar com o meu vendedor, ele ficou espantado pela minha falta vontade, eu disse a ele que era porque ia ficar 1 semana sem vê-lo e já estava com saudade, não queria trepar com ele pois estava com sede de pau no rabo e na buceta pra dar pro meu vendedor, as 9:00 hrs ele embarca pra minas, amigos, voltei pra casa, vesti uma cinta-liga preta, salto alto e coloquei uma roupa bem comportada de senhora casada por cima, só não vesti as meias pois era dia, deixei pra vestir no carro, encontrei com ele no estacionamento do supermercado as 11:00, entrei no carro dele e começou a viajem de sexo pra nos dois, já no carro ele me chamava de safada, de casada cachorra, que ia levar uma surra por cornear meu marido otário, que ele ia me dar essa surra mas era um surra de caralho, dizia que ia me comer como nunca tinha sido comida, que ia me arrombar, que ia me deixar arregaçada e esfolada de tanto meter no meu cu e na minha buceta, confesso que senti um pouco de medo, mas sabia que ele era do bem, comecei e vestir as meias ai ele pirou e disse, encontrei a puta que tanto queria, ele me excitada sem tocar em mim, abriu o zíper e me mostrou o caralho dele duro como aço e disse desde o dia que soube quando ia te comer não trepo com minha mulher, vou enterrar todo em v/c, todinho sua vadia, que vai chorar e pedir pra eu parar vou te fazer chorar no meu pau vagabunda....eu estava com muito tesão, chegamos ao motel, quando eu ia sair do carro ele me segura pelo braço e me pergunta aonde vou, porque a pressa, que vagabunda tem que chupar um pau no carro, puxou a minha cabeça pro pau dele segurou nos meus cabelos e começou a socar o pau na minha boca até o talo, delirei, queria, mas aquele pau enorme na minha boca me sufocava, ele me mandava: chupa puta, chupa vadia e dava tapas no meu rosto, chupei aquele caralho com gosto e babei todinho, ele gemia e eu estava adorando aquilo e cada vez que eu queria tirar ele metia com mais força na minha boca sempre segurando nos meus cabelos, eu cheia de tesão, ele era tão bonzinho mas naquele dia estava um homem feroz de tesão, até que sem gozar ele tirou o pau dele da minha boca e me deu um beijo na boca e disse, hoje você vai ser a minha puta e se reclamar ligo pro teu marido quando tiver te enrabando e digo que a mulher dele esta sendo comida pôr um macho de verdade, confesso que fiquei com medo dele aquela hora, descemos do carro e entramos na suite, ele começou a tirar a minha roupa me deixando só com as roupas intimas e as sandálias, sempre passando a mão no meio das minhas pernas e apertando meus seios e a minha buceta, estava louca de tesão, me levou até a cama eu me sentei e ele começou a me lamber dos pés a cabeça, ia me lambendo e passando o dedo na minha buceta que já estava encharcada, sempre me chamando de puta gostosa, vadia casada, que eu era o sonho de todo homem macho, que agora era a puta dele, me colocou de 4, e começou a fazer caricias no meu buraquinho, cuspiu nele e enfiou 1 dedo e deu um urro dizendo que buraco apertado eu gemia e pedia pra meter outro dedo, em vez dele colocar outro dedo ele tirou deu um tapa na minha bunda e mandou eu continuar de 4, ele tirou a própria roupa e veio pra cima de mim com aquele caralho moreno perfeito e duro como aço mandando eu mamar nele, ficou de lado a medida que eu chupava ele enfiava um dedo no meu cu eu rebolava como nunca, até que senti 3 dedos no meu rabo, eu não agüentava mais, queria gozar, eu vou gozar avisava pra ele, ele falava, ta gostando safada, mama da vara do teu macho, mama, ai que delicia vou gozar nessa cara de piranha safada, ele vendo que eu estava quase gozando mandou eu ficar de pé com as mão apoiadas na parede afastou a minha calcinha e de uma só vez meteu aquele caralho grande e grosso em mim eu gritei de dor e tesão, senti me rasgar todo o meu cu, ele me apertava e dizia isso grita vagabunda, safada, puta, grita que eu gosto, amigos ele metia tão forte que pensei que ia desmaiar, eu gritava e ele adorava me ouvir gritar, isso grita safada, grita, do doendo tá? E metia com força e me apertava em todos os lugares, nos meus seios, mordia meu pescoço apertava meu grelo, eu gritava e gemia pedindo mais e dizendo que delicia, tinha horas que ele metia tão forte que urrava de prazer, ele metendo no meu rabo com força e tesão, tinha horas que tirava até a portinha do meu cú e depois metia de uma só vez, então gozei, como nunca imaginei, gemi muito, pedi pra socar mais rápido, revirava os olhos e gritava, mais, mete mais filho da puta, mete tudo, senti o saco e os pentelhos encostarem no meu cu, gozei muito e ele dizia isso goza como a cadela que vc é, goza cachorra, grita que eu gosto de ouvir safada, isso toma nesse cu, toma nesse rabo gostoso, toma no cu, toma, toma, gente eu gritava, delirava, gemia ,até que parou de falar e deu uma 3 metidas mais forte e um urro que nunca me esqueço, parecia que eu era uma égua e ele um cavalo, gozou no meu cu, era grande a quantidade de porra que ele despejava em dentro de mim, depois de gozar ainda ficou metendo e mexendo e eu sentindo a porra espirrar e escorrer pelas minha pernas já bambas e ele me chamando de gostosa, safada, vagabunda e eu dizia que queria mais, mais..... então com todo carinho me deitou na cama, começou a tirar minhas roupas e minha sandália, me lambeu inteira, gozei de novo na língua dele, pois cada peça que tirava era uma sessão de chupada no meu grelo, e dizia que sempre quis trepar com uma mulher de salto e cinta-liga, me chupava com força, era um agradecimento por ter deixado ele me comer como ele sempre quis comer uma mulher, me fazia dele, como seu eu fosse um objeto para o prazer dele, confesso que adorei, gemia e queria ficar lá a merce daquele macho gostoso resto da vida, me sentia femea, mulher , mas uma mulher gostosa, tomamos banho e voltamos pro quarto, lá ele me mandou ficar de 4, pois queria ver como tinha ficado o meu rabo... fiquei de 4 pra ele, já melada de novo, ele parecia um médico examinando o paciente, mas em vez de só olhar ele passava a língua e dizia, arrombei o cu dela, arrombei o cu dessa safada, da puta, da cachorra, e me dava palmadas na bunda, eu rebolava, ele mandava eu piscar o cu pra ele e passava a língua no meu cu e no meu grelo, ela ta arrombada mais quer mais vara nesse cu e nessa buceta, dizia isso e enfiava os dedos na minha buceta e chupava meu cu, me virou e começamos um 69 sensacional, até que não agüentei gozei denovo, e ele dizendo: isso goza na minha língua cadela, goza puta, vagabun

12:33 PM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

A PRIMEIRA VEZ QUE DEI O RABO

Minha primeira experiencia sendo enrabada foi a sensação mais gostosa, mais tesuda que já senti em toda a minha vida.
Nunca tinha dado o rabo e o meu parceiro vivia com aqueles olhos pidões e sempre quando estava fazendo sexo na minha bucetinha, vinha com aqueles dedos tentando alargar meu cuzinho.
Eu sentia muito prazer quando ele passava o dedo na portinha.
Quando era penetrada na xaninha e ele alisava meu cuzinho com o dedo eu ficava com muito tesão, mas tinha muito medo de dar o rabo.
Sempre que estavamos na rua e quando eu dava as costas e me voltava rapidamente para ve-lo, era no meu rabo que seus olhos estavam cravados, e isso não saía da minha cabeça.. pois meu cuzinho piscava de tanta vontade de dar..
Até que um dia.. ele estava se deliciando, enfiando na minha bucetinha toda umida por tras, quando começou a esfregar aquele grosso melado no meu anus.... ssssssssssssss...ahh... que sensação deliciosa... que vontade de ser enrabada.. de dar todos os buracos, de ser fudida que nem uma puta safada.
E ele com aquela voz do caralho de gostosa, perguntou no meu ouvido se eu queria experimentar.
É irrisestivel ver um macho gostoso, que me fodE gostoso na buceta, se rastejar por um rabo... sss...
Não pensei duas vezes e disse que estava preparada...
Ele era todo cuidadoso comigo e tiha muito medo de me machucar. me ensinou que eu devia me tocar enquanto estivesse sentindo muita dor.
Ele ficou forçando na portinha... e o que eu sentia era um puto tesão daquele caralho que parecia uma pedra me penetrando e me rasgando toda.
O que aconteceu a seguir é algo que jamais irei esquecer..logo após ter entrado a cabecinha.. aquela pica gigantesca deslizou pelo meu rabo a dentro... e ele inicialmente começou a me cavalgar devagar... e o que eu sentia era desconhecido e estupendamente gostoso.
Fiquei louca e percebi que dar o rabo é a coisa mais excitante, mais fudida de gostosa que tem na minha vida..
estou sempre depilando meu cuzinho...e quando não tenho o pau dele me penetrando, eu enfio o que tiver de duro pela frente..
Hoje em dia, acho que não viveria mais uma boa transa sem dar o meu rabo, não teria mais graça nenhuma.
Eu fico muito gostosa, muito vadia.. e fico com um tesão que não é desse mundo..
Hoje eu peço para ele me bater na bunda...sss... é delicioso...
Adoro que puxe meus cabelos e adoro procurar sua boca tendo que encaixar a minha bunda em todo o seu pau para virar prá tras..
Ele me come que nem um animal.. se lambuza todo... treme..
parece um cachorro de rua, grudado no rabo da sua cadela..
E eu.. adoro ser arrombada por aquele pau latejando... e adoro ser puta dando o cu.. adoro sentir um caralho dentro do meu rabo e adoro quando ele me bate e cospe no meu cu..
É tudo gostoso e sujo que eu nao tenho vontade de fazer outra coisa..
Agora o meu cuzinho deu pra piscar quando estou com vontade e sempre tenho vontade de dar o rabo, acordo pensando e vou dormir pensando.

Quem quiser experimentar a delícia do meu rabo, me escrevam e se quiserem inventar algo mais, se quiserem me enfiar objetos, me usar que nem uma vadia suja... fiquem a vontade, garanto que não se arrependerão.

10:51 PM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

A PRIMEIRA VEZ QUE DEI O RABO

Minha primeira experiencia sendo enrabada foi a sensação mais gostosa, mais tesuda que já senti em toda a minha vida.
Nunca tinha dado o rabo e o meu parceiro vivia com aqueles olhos pidões e sempre quando estava fazendo sexo na minha bucetinha, vinha com aqueles dedos tentando alargar meu cuzinho.
Eu sentia muito prazer quando ele passava o dedo na portinha.
Quando era penetrada na xaninha e ele alisava meu cuzinho com o dedo eu ficava com muito tesão, mas tinha muito medo de dar o rabo.
Sempre que estavamos na rua e quando eu dava as costas e me voltava rapidamente para ve-lo, era no meu rabo que seus olhos estavam cravados, e isso não saía da minha cabeça.. pois meu cuzinho piscava de tanta vontade de dar..
Até que um dia.. ele estava se deliciando, enfiando na minha bucetinha toda umida por tras, quando começou a esfregar aquele grosso melado no meu anus.... ssssssssssssss...ahh... que sensação deliciosa... que vontade de ser enrabada.. de dar todos os buracos, de ser fudida que nem uma puta safada.
E ele com aquela voz do caralho de gostosa, perguntou no meu ouvido se eu queria experimentar.
É irrisestivel ver um macho gostoso, que me fodE gostoso na buceta, se rastejar por um rabo... sss...
Não pensei duas vezes e disse que estava preparada...
Ele era todo cuidadoso comigo e tiha muito medo de me machucar. me ensinou que eu devia me tocar enquanto estivesse sentindo muita dor.
Ele ficou forçando na portinha... e o que eu sentia era um puto tesão daquele caralho que parecia uma pedra me penetrando e me rasgando toda.
O que aconteceu a seguir é algo que jamais irei esquecer..logo após ter entrado a cabecinha.. aquela pica gigantesca deslizou pelo meu rabo a dentro... e ele inicialmente começou a me cavalgar devagar... e o que eu sentia era desconhecido e estupendamente gostoso.
Fiquei louca e percebi que dar o rabo é a coisa mais excitante, mais fudida de gostosa que tem na minha vida..
estou sempre depilando meu cuzinho...e quando não tenho o pau dele me penetrando, eu enfio o que tiver de duro pela frente..
Hoje em dia, acho que não viveria mais uma boa transa sem dar o meu rabo, não teria mais graça nenhuma.
Eu fico muito gostosa, muito vadia.. e fico com um tesão que não é desse mundo..
Hoje eu peço para ele me bater na bunda...sss... é delicioso...
Adoro que puxe meus cabelos e adoro procurar sua boca tendo que encaixar a minha bunda em todo o seu pau para virar prá tras..
Ele me come que nem um animal.. se lambuza todo... treme..
parece um cachorro de rua, grudado no rabo da sua cadela..
E eu.. adoro ser arrombada por aquele pau latejando... e adoro ser puta dando o cu.. adoro sentir um caralho dentro do meu rabo e adoro quando ele me bate e cospe no meu cu..
É tudo gostoso e sujo que eu nao tenho vontade de fazer outra coisa..
Agora o meu cuzinho deu pra piscar quando estou com vontade e sempre tenho vontade de dar o rabo, acordo pensando e vou dormir pensando.

Quem quiser experimentar a delícia do meu rabo, me escrevam e se quiserem inventar algo mais, se quiserem me enfiar objetos, me usar que nem uma vadia suja... fiquem a vontade, garanto que não se arrependerão.

10:54 PM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

A PRIMEIRA VEZ QUE DEI O RABO

Minha primeira experiencia sendo enrabada foi a sensação mais gostosa, mais tesuda que já senti em toda a minha vida.
Nunca tinha dado o rabo e o meu parceiro vivia com aqueles olhos pidões e sempre quando estava fazendo sexo na minha bucetinha, vinha com aqueles dedos tentando alargar meu cuzinho.
Eu sentia muito prazer quando ele passava o dedo na portinha.
Quando era penetrada na xaninha e ele alisava meu cuzinho com o dedo eu ficava com muito tesão, mas tinha muito medo de dar o rabo.
Sempre que estavamos na rua e quando eu dava as costas e me voltava rapidamente para ve-lo, era no meu rabo que seus olhos estavam cravados, e isso não saía da minha cabeça.. pois meu cuzinho piscava de tanta vontade de dar..
Até que um dia.. ele estava se deliciando, enfiando na minha bucetinha toda umida por tras, quando começou a esfregar aquele grosso melado no meu anus.... ssssssssssssss...ahh... que sensação deliciosa... que vontade de ser enrabada.. de dar todos os buracos, de ser fudida que nem uma puta safada.
E ele com aquela voz do caralho de gostosa, perguntou no meu ouvido se eu queria experimentar.
É irrisestivel ver um macho gostoso, que me fodE gostoso na buceta, se rastejar por um rabo... sss...
Não pensei duas vezes e disse que estava preparada...
Ele era todo cuidadoso comigo e tiha muito medo de me machucar. me ensinou que eu devia me tocar enquanto estivesse sentindo muita dor.
Ele ficou forçando na portinha... e o que eu sentia era um puto tesão daquele caralho que parecia uma pedra me penetrando e me rasgando toda.
O que aconteceu a seguir é algo que jamais irei esquecer..logo após ter entrado a cabecinha.. aquela pica gigantesca deslizou pelo meu rabo a dentro... e ele inicialmente começou a me cavalgar devagar... e o que eu sentia era desconhecido e estupendamente gostoso.
Fiquei louca e percebi que dar o rabo é a coisa mais excitante, mais fudida de gostosa que tem na minha vida..
estou sempre depilando meu cuzinho...e quando não tenho o pau dele me penetrando, eu enfio o que tiver de duro pela frente..
Hoje em dia, acho que não viveria mais uma boa transa sem dar o meu rabo, não teria mais graça nenhuma.
Eu fico muito gostosa, muito vadia.. e fico com um tesão que não é desse mundo..
Hoje eu peço para ele me bater na bunda...sss... é delicioso...
Adoro que puxe meus cabelos e adoro procurar sua boca tendo que encaixar a minha bunda em todo o seu pau para virar prá tras..
Ele me come que nem um animal.. se lambuza todo... treme..
parece um cachorro de rua, grudado no rabo da sua cadela..
E eu.. adoro ser arrombada por aquele pau latejando... e adoro ser puta dando o cu.. adoro sentir um caralho dentro do meu rabo e adoro quando ele me bate e cospe no meu cu..
É tudo gostoso e sujo que eu nao tenho vontade de fazer outra coisa..
Agora o meu cuzinho deu pra piscar quando estou com vontade e sempre tenho vontade de dar o rabo, acordo pensando e vou dormir pensando.

Quem quiser experimentar a delícia do meu rabo, me escrevam e se quiserem inventar algo mais, se quiserem me enfiar objetos, me usar que nem uma vadia suja... fiquem a vontade, garanto que não se arrependerão.

10:56 PM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Julia & Cintia - Uma historia diferente

\" O marido de Júlia a deixou quando ela tinha vinte e um, dois meses antes do nascimento da filha, Cíntia. Ele se converteu a uma religião e a abandonou para seguir o grupo. Na verdade não foi um impacto grande para Júlia, ela tinha sido auto-suficiente ao longo da sua recente adolescência, quando o pai morreu e deixou uma razoável soma de dinheiro para ela. Ela decidiu economizar e trabalhar para que sua a criança pudesse ir para faculdade, algo que ela quis fazer, mas não pôde. Criou a filha até muito bem para uma mãe solteira. Porém, ela nunca achou nenhuma companhia séria, e sua vida sexual foi deixada de lado. Ela se voltou principalmente para a fantasia e a masturbação, que ela praticava reservadamente quando possível. Quando Cíntia tinha onze anos, começou a mostrar um pouco de interesse no seu corpo, e Júlia sabia que logo ela teria que responder quaisquer perguntas que surgissem. Cíntia estava tomando um banho uma noite, quando Júlia entrou para a espiar. Ela a encontrou deitada na água quente, movendo a esponja em cima da sua vagina, dando risada. Quando ela viu a mãe entrar, se sentou, um pouco envergonhada, e tentou fazer parecer como se ela estivesse se lavando. Júlia sorriu e disse, \" Cíntia, você não tem que ficar envergonhada sobre o que você está fazendo. Todas as meninas fazem isto em algum momento, e é uma coisa maravilhosa, pessoal, bonita, que você pode fazer. Uma coisa privada, mas não algo para ficar envergonhada\". Cíntia, uma menina sincera como era, se endireitou e perguntou, \" Todas as meninas fazem isto, mãe? Fazem?\" A pergunta não era o que ela esperava, mas ela disse, \" Bem, sim, meu bem. Reservadamente \". \" Como você faz isto \"? perguntou Cíntia. Perdida, Júlia repetiu, \"Ah, ahn, isso é uma coisa muito íntima. Eu vou sair agora, e lhe dar alguma privacidade. Me avise quando você terminar, eu preciso tomar uma ducha\". Júlia deixou o banheiro, virando para ver a filha movendo a esponja com vigor em cima da vulva dela outra vez. Depois naquela noite, após deitar no sofá por um longo tempo, Júlia se recolheu ao seu quarto e começou a se despir. Os eventos da noite tinham causado um estímulo curioso, e ela esfregava as coxas uma contra a outra enquantou cruzava o quarto nua. Abriu o armário para pegar a camisola e viu Cíntia, que estava abaixada lá, nua, encarando o peitos e a vagina da mãe. \" Por que você está fora da cama \"? ela perguntou suavemente, sem vergonha. \"Eu quero te ver fazer\" ela disse simplesmente, e começou a se levantar em direção à mãe. Antes que tocasse as coxas de Júlia, ela a agarrou pelo braço e a levou para o quarto. \"Deixe de besteira, Cíntia. Vista uma camisola e vá dormir\". Assim que ela se deitou na cama, os dedos de Cíntia mergulharam no seu clitóris. Júlia partiu depressa e confusa. Ela ficou inquieta com o descaramento da filha, e se masturbou até dormir. Alguns anos depois, quando Cíntia tinha dezoito anos e tinha ido a um jogo de volleyball, Júlia, sozinha na casa, se sentido excitada, decidiu se masturbar. Ela guardara alguns livros e vídeos adultos e tinha um vibrador, mas a excitação dela era tal que ela apenas deitou no sofá com um pouco de música tocando e começou a se acariciar lentamente em cima da sua blusa fina de verão. Ela passava as mãos pelo rosto e as beijava, se estirando enquanto Steely Dan rolava no estéreo. As suas mãos acariciaram o pano em cima da sua barriga e a parte de baixo dos seus peitos. Os seus dedos circularam e beliscaram seus mamilos entumescidos pelo tecido do vestido. Ela começou a mover os quadris, fazendo a saia subir para os joelhos. Fechando os olhos, abaixou as calcinhas até os joelhos, então foi por baixo do vestido e acariciou suas coxas. Com a outra mão ela continuou acariciando os seios, lambendo as pontas dos dedos e esfregando os mamilos quentes pelo tecido da blusa. Antes que pudesse perceber, tocou seus lábios molhados e gemeu. Os dedos dela vagaram da extremidade da vagina ao redor, incitando a umidade nos lábios sensíveis, em chamas. Ela moveu o corpo mais pra baixo no sofá, arqueando suas costas enquanto o orgasmo se aproximava muito mais rápido que ela esperava. A outra mão deixou os seios e passou a esfregar o clitóris dela, suavemente no princípio, mas não por muito tempo, pois a excitação dela crescia rapidamente. Os dedos de Júlia esfregavam freneticamente para cima e para baixo contra seu clitóris, assim como os outros três dedos mergulhados, entrando e saindo da sua racha. O seu corpo se enrijeceu com o climax, escorrendo fluidos por ambas as mãos com ela gritando como se acometida por uma forte dor. Seus olhos se fecharam, ela elevou os dedos aos lábios e lambeu seus sucos, apreciando o gosto que ela tinha aprendido desfrutar nos últimos anos. Respirou um pouco e levantou a calcinha, quando notou algo no canto da visão. Virando a cabeça depressa, ela viu Cíntia, de pé, boquiaberta, ainda de uniforme. Depois de um momento de silêncio, Cíntia deu risada e disse, \" Nós perdemos. Tomamos um passeio de...\" Júlia recobrou os sentidos e disse, \" Há quanto tempo você estava de pé aí\"? \" Tempo o bastante, mãe. Eu vi você...\" ela interrompeu no meio a fala. Eles se encararam uma a outra. Júlia começou a levantar suas calcinhas lentamente. Ela estava obviamente confusa como controlar a situação. Cíntia continuou, \"com que freqüência faz você isso\"? Chocada, Júlia respondeu num rompante, \" isso não é da sua conta \". Cíntia se sentou próximo à mãe e disse, descaradamente, \"eu faço isto duas vezes por semana, às vezes mais. Mãe, não há nenhuma razão para estar envergonhada, você me ensinou isso. Além do mais, eu acho que você deveria fazer mais vezes. Eu estava preocupada com você.\" Júlia começou a desejar saber sobre a masturbação da filha. Ela estava estonteada e ainda excitada com o gozo de instantes atrás. Ela olhou para Cíntia e a viu se tocando por cima do short, esfregando de um lado para outro. Ela disse, \" eu sei que você não tem ninguém que a ama além de mim, mãe. Eu acredito que eu deveria te ajudar tanto quanto você me ajuda, Mãe \". \" O...o qu...que\" gaguejou a Júlia, e olhou novamente para a filha dela se tocando. Cíntia esticou a outra mão para a mãe, lentamente, titubeante. Antes que mão dela alcançasse o seu peito, Júlia saltou para cima e se afastou, ofegando, confusa, temerosa, e mais que tudo com uma pequena excitação. Ela não pôde mover sua boca para dizer \"Não\". Cíntia continuou olhando para ela e fez uma cara feia. \"Eu só queria.... eu sinto muito\". \" Não, não, é só ...você é minha filha. E, deus, uma menina, que\" ela começou a chorar ligeiramente, \" e faz...tanto...tempo...\" Cíntia continuou acariciando a frente do seu uniforme. \" É porque eu a vi? Eu a assisti fazendo? Você quer me ver?\" \"Te ver?\" \" É, me ver. Uma garota, se masturbando. Sua filha, mãe \". Ela não poderia ter dito isto, mas disse. Mas a Júlia ainda estava lá de pé, incrédula. Cíntia subiu, e disse, \"Eu vou para meu quarto. Você pode me seguir, se você quiser \". Ela roçou na Júlia ao passar e foi aos degraus. Depois de um momento de silencio, Júlia foi atrás. Ela estava ansiosa e ofegante. Subir degraus acima era quase impossível. Ela chegou ao quarto da filha; a porta estava aberta. Cíntia estava se despindo, tirando o top dela. Ela sorriu quando viu a mãe dela a assistindo. \"Vem cá, mãe. Senta na cama, \" ela acenou. Júlia sentou. Cíntia tirou o sutiã e os peitinhos pequenos e bicudos dela despontaram. Júlia pensou como eles estavam bonitos. Ela estava começando a relaxar, excitada com a visão das tetinhas da filha dela. Cíntia abaixou as calças e calcinhas de uma vez e revelou a bucetinha à mãe, com seus pentelhinhos claros de cabelo castanho. Os pelos estava molhados e brilhando com suas próprias carícias. Cíntia saiu do monte de roupa no chão e se sentou próximo à mãe. Não perdendo tempo, ela mergulhou os dedos diretamente na xaninha dela, esfregando com ambas as mãos, metendo seus dedos dentro. A mãe dela se envolveu no desejo dela, e se inclinou para lamber os peitos da filha. Cíntia gritou e se contorceu, então se deitou de costas. \" Por que... você gozou tão depressa?\" quis saber Júlia. \" Eu estava pensando em você se tocando, mãe. Eu não consegui segurar. Posso... \" ela enfiou a mão por debaixo do vestido da mãe e tocou os lábios debaixo do tecido encharcado das calcinhas dela. Júlia gemeu e segurou a bainha da blusa dela com duas mãos, confusa. Inclinada para trás contra o encosto de metal da cama, Júlia abriu as pernas e fechou os olhos. Sentia sua calcinha sendo tirada para longe do seu sexo, e olhou para baixo vendo a cabeça da sua filha desaparecer em baixo da saia azul. Quando a filha dela a lambeu, Júlia gemeu e tirou sua blusa fora, revelando seus seios.\"Querida, vem cá, me beija\" ela sussurrou. Cíntia subiu no corpo da mãe, colando seus lábios nos dela. Suas línguas se encontraram em suas bocas quantes. O ventre de Cíntia se fundiu ao da mãe, esmagando a pélvis das duas. Júlia apertou a coxa dela contra a vulva da filha, e a filha dela fez o mesmo. Os peitos delas se esfregaram um contra o outro. Júlia enfiou a mão por baixo e meteu sua mão entre a viscosidade ao redor das coxas que se roçavam. Se beijaram na boca, chuparam e morderam ambos pescoços e faces. Cíntia sentia a mãe dela movendo mais rapidamente contra suas partes mais baixas, e aumentou a pressão dela ao ritmo da mãe. Júlia gozou tremendamente, e usando a mão dela para estimular a filha a levou ao clímax também. Gozo. As duas permaneceram abraçadas durante algum tempo, em um sono leve. Júlia acordou sentindo Cíntia alisando seus quadris e pernas. Ela disse, \" Meu bem, vem cá. Vamos para meu quarto \". Júlia disse para Cíntia que se deitasse na cama dela, então foi para uma gaveta e tirou um vibrador longo, fálico. Era feito de silicone, que esquentou ao toque. Você alguma vez usou um destes\"? ela perguntou para Cíntia. A filha dela respondeu, \"Não, mas eu às vezes uso o massageador no chuveiro\". A Júlia sorriu furtivamente e se deitou próximo à filha. Ela ainda estava flutuando nos sentimentos tão deliciosos de ter o corpo tocado por outra pessoa que não ela mesma, e não questionou o incesto em que se envolvia. Tudo que ela queria era que a noite nunca terminasse, para nunca haver uma hora quando ela teria que parar e examinar o que estava fazendo. Viver sem conseqüências. Ela ligou o vibrador que zumbiu suavemente. Ela beijou a filha de forma sensual, acariciando o mamilo de Cíntia com o vibrador. Cíntia começou a gemer e esfregar as coxas. Júlia moveu o vibrador abaixo na barriga de Cíntia, passando para o umbigo dela. Então, abaixo, para o clitóris dela. Concentrando as vibrações lá, o clímax veio depressa e docemente, mas a Júlia deixou o vibrador no lugar. Ela se sentou e assistiu. Assistiu a filha dela se contorcendo, de olhos fechados, sob a massagem impiedosa no clitóris dela. Cíntia gozou três ou quatro vezes, curtindo o completo abandono às carícias da mãe. Cíntia pediu, \" Ai, mãe, me fode, me come\". Cíntia tentou ajustar seu corpo para permitir a penetração do vibrador. Júlia, com um desejo selvagem, se virou sobre a filha e manobrou o palpitante aparelho na racha de Cíntia, então passou a outra ponta nela própria. Júlia montou sobre a filha, esmagando o agora completamente devorado vibrador entre os dois corpos. Seus quadris iniciaram um movimento gentil, forçando as vibrações de um lado para outro. Elas deixavam seus quadris se moverem sem nem pensar, só apreciando as sensações que eles causavam. Júlia olhou fundo nos olhos de Cíntia; Cíntia parecia perdida no prazer que estava sentindo. Ocasionalmente, a língua de Cíntia serpenteou fora da boca e lambeu ao redor e dentro do lábios abertos da mãe. O tesão cresceu e explodiu novamente, de novo para as duas, e outra vez, cada vez os movimentos delas ficando menos frenéticos e mais desfalecido. Júlia colocou a mão entre elas e afastou o vibrador coberto de silicone, derrubando-o no chão ao lado delas. Estava muito tarde, e Cíntia e Júlia acariciaram uma a outra, com sono, ligeiramente até que desmaiaram, Cíntia ainda nua sobre a mãe. Júlia despertou cedo na manhã seguinte cedo ao som de Cíntia no chuveiro. Era um dia de semana, e Cíntia tinha que ir para a escola. Júlia tinha o dia livre, assim não estava com nenhuma pressa de se levantar. Era só colocar algum vestido velho e levar a Júlia para escola quando ela estivesse pronta. Tudo de uma vez, os eventos da noite anterior começaram a assombrá-la. O que diabos ela tinha feito? Certamente esta não poderia ter sido uma coisa saudável para uma filha e mãe fazerem. Incesto é destrutivo e alienante. Mas, ao mesmo tempo, Júlia não poderia negar a verdadeira e profunda atração pela filha que tinha sido revelada a ela. O que ia fazer? Como iria Cíntia, sempre o tipo independente, reagir a uma mãe que tinha se tornado uma amante de repente? Poderia esperar que reação? O barulho do chuveiro parou. Ela ouviu Cíntia caminhar do banheiro para o quarto dela. Júlia conhecia a rotina de Cíntia de todas as manhãs; ela a tinha ajudado desde que ela tinha começado na escola particular na oitava série. Primeiro, estendia uma blusa branca limpa e a saia azul plissada do uniforme escolar. Júlia ouviu a gaveta da cômoda sendo aberta e fechada quando Cíntia escolhia a roupa íntima. Júlia não pôde evitar imaginar a filha dela puxando as calcinhas sumárias de algodão ao longo de suas pernas compridas. O sutiã pequeno sendo afivelado nas costas. Júlia começou a esfregar as coxas, imaginando a filha dela se vestindo. O uniforme que Cíntia usava sempre a tinha envergonhado, mas a Júlia achava que era muito atraente. Ultimamente, Cíntia tinha começado a superar isto, pois não havia mais nada que ela pudesse usar na escola sem ser suspensa. Antes de perceber, Júlia já tinha levantado e caminhado, nua, corredor abaixo em direção ao quarto de Cíntia. Ela entrou. Cíntia estava só com a roupa íntima dela, segurando o vestido em uma mão. Júlia disse, \" Docinho, eu vim lhe ajudar a vestir \". Cíntia respondeu, \" ah, mãe, eu posso me vestir...\" ela parecia incomodada também. Mas ela ainda era a mais corajosa das duas. \"Se você quer ajudar, entretanto ...okay \". A Júlia deu um passo à frente e pegou o vestido. Caminhou ao redor, indo atrás de Cíntia, ficando de pé muito próximo a ela. Cíntia podia sentir a respiração da mãe na parte de trás do seu pescoço. Na orelha dela, a Júlia sussurrou \"Vem querida, vamos por o vestido\". Cíntia ergueu a perna esquerda dela. Júlia se ajoelhou, esbarrando seu corpo nas costas nuas de Cíntia. Ela moveu o vestido de forma que uma das pernas de Cíntia entrou até em cima. \"Agora a outra\". Cíntia desceu uma perna e levantou a outra. A Júlia segurou o joelho, passando pelo vestido. Quando Cíntia abaixou a perna, as mãos de Júlia permaneceram ali, acariciando enquanto o joelho e coxa passavam. Júlia moveu a roupa lentamente para cima do corpo da filha, movendo as mãos dela ao longo dos quadris dela. Uma vez que o vestido estava no lugar, Júlia alisou na frente e atrás o pano. Se levantando novamente, a Júlia pegou a blusa de Cíntia na cama. Ficando atrás dela, segurou o braço de Cíntia. Ela moveu a blusa abrindo a manga para o braço de Cíntia. Cíntia estava tendo dificuldade de se manter de pe. Quando o outro braço entrou na camisa, Cíntia começou a trocar o peso dela de uma perna para a outra, mas não ousou nenhum movimento. A Júlia se moveu para mais perto da filha para abotoar a blusa. Cíntia podia sentir os peitos da mãe dela tocando seus ombros, os mamilos deles esquentando, cutucando insistentemente. Júlia movia as mãos dela por cima da camisa, achando os botões e as casas de botão através de toque. Quando ela alcançou o segundo botão, Cíntia começou a respirar pesadamente. Júlia teve muita dificuldade em localizar o terceiro botão. Se abaixando, mas mantendo o corpo nu contra o da filha, ela fez seu caminho até o botão mais baixo. O fechou depressa. Então, para deleite de Cíntia, ela foi para a parte de trás e ajeitou a blusa no vestido de Cíntia. Da parte de trás, ao redor indo para a frente, as mãos de Júlia enfiaram a blusa debaixo do vestido, assegurando que ele estava desamarrotado. Cíntia gemeu e se excitou, até que ela terminou. Logo, Júlia apanhou a jaqueta esporte azul marinho. Passando à frente, vestiu Cíntia com ela, sendo cuidadosa para tocá-la o menos possível. Estava ficando difícil se manter de pé. Júlia pôs a mão dela no tórax de Cíntia e ligeiramente a empurrou para sentar na cama. Se ajoelhando, a Júlia pegou as meias brancas e as esticou. Colocou o pé esquerdo de Cíntia na meia, e lentamente a desenrolou canela acima, ligeiramente abaixo do joelho dela. Cíntia suspirou suavemente. A Júlia a ignorou e pegou a outra meia. Repetindo o processo, ela deixou sua mão continuar além do joelho direito da filha até a metade da coxa dela antes de parar. Ela observou. As pernas de Cíntia foram separadas ligeiramente, e ela pode ver um traço de algodão. Estava começando a ficar umedecido. A Júlia lambeu os lábios, esperando que Cíntia não se manchasse. Levantando, a Júlia disse para Cíntia que ficasse de pé. Ela olhou para sua bonita filha. A blusa era fina, e podia entrever o esboço dos mamilos entusiasmados de Cíntia. As meias até o joelho eram bastante infantis e curtas nas pernas longas, musculosas dela. O vestido ia pouco abaixo das nádegas dela apenas. Ela se levantou com as pernas dela separadas, a saia caindo ao redor de suas coxas. Cíntia não sabia o que fazer com as mãos dela; elas estavam esfregando sua barriga. \"Cíntia, você está muito linda. Venha, me dê um beijo\". Cíntia deu um passo adiante, e pôs os braços ao redor da mãe, nua. Ela olhou para a face dela por um longo instante, então mergulhou os lábios nos de Júlia. As mãos de Cíntia se moveram pelas costas nuas de Júlia, indo à nuca e ao cabelo dela. Júlia acariciou a espinha de Cíntia, e baixou o vestido dela. O beijo ficou mais intenso com Cíntia se aproximando mais pra perto da mãe. A mão de Júlia foi em baixo da saia de Cíntia e começou a acariciar a bundinha redonda por cima das calcinhas. A perna dela achou seu lugar entre as de Cíntia, e Cíntia se esfregou nelas. Lábios abrindo, línguas que circulavam se tocando, Cíntia começou a gemer do fundo de sua garganta. O algodão que segurava seus seios e vagina se tornou um obstáculo e um intensificador do prazer. A Júlia continuou acariciando ligeiramente o traseiro e as coxas da filha, sem tocá-la na frente. Os peitos de Cíntia se esmagavam na mãe dela, e seus quadris balançavam loucamente de um lado para outro em cima da coxa de Júlia. De repente, Cíntia deixou escapar um grito e apertou a mãe contra seu corpo. As pernas de Cíntia, fechadas apertando a coxa de Júlia, estremeceram e apertaram com mais força. O beijo terminou devagar, com Cíntia se afastando. Ela endireitou sua blusa e seu vestido. Ofegante, tirou a calcinha úmida e a deixou no chão. Ela não fez nenhum movimento para pegar outra limpa. Júlia olhou longamente para a filha e disse, \"Agora, pegue seus sapatos. Eu vou vesir algo e levarei você pra escola\". Acernando com a cabeça, ofegante, Cíntia passou pela mãe e seguiu escada abaixo. Júlia virou e foi para o quarto dela, acariciando os peitos ligeiramente. Vinte minutos depois, a Júlia e Cíntia chegaram à escola. A Júlia virou à filha dela e disse, \"Tenha um dia bom na escola, meu amor\". Cíntia simplesmente se inclinou e beijou a mãe dela, mais longo que normalmente, nos lábios. A mão dela serpenteou brevemente entre as pernas da mãe. Então ela pegou os livros e saiu do carro. A Júlia observou a filha dela correndo pro edifício, o pequeno ser de saia lançado pelos passos largos, revelando a parte de trás das coxas brancas. A Júlia se sentou lá durante um minuto, encarando as portas fechadas por quais Cíntia tinha desaparecido. Então ela pôs o carro em primeira e seguiu para casa, em silêncio...\"

7:01 AM, March 04, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Julia & Cintia - Uma historia diferente

\" O marido de Júlia a deixou quando ela tinha vinte e um, dois meses antes do nascimento da filha, Cíntia. Ele se converteu a uma religião e a abandonou para seguir o grupo. Na verdade não foi um impacto grande para Júlia, ela tinha sido auto-suficiente ao longo da sua recente adolescência, quando o pai morreu e deixou uma razoável soma de dinheiro para ela. Ela decidiu economizar e trabalhar para que sua a criança pudesse ir para faculdade, algo que ela quis fazer, mas não pôde. Criou a filha até muito bem para uma mãe solteira. Porém, ela nunca achou nenhuma companhia séria, e sua vida sexual foi deixada de lado. Ela se voltou principalmente para a fantasia e a masturbação, que ela praticava reservadamente quando possível. Quando Cíntia tinha onze anos, começou a mostrar um pouco de interesse no seu corpo, e Júlia sabia que logo ela teria que responder quaisquer perguntas que surgissem. Cíntia estava tomando um banho uma noite, quando Júlia entrou para a espiar. Ela a encontrou deitada na água quente, movendo a esponja em cima da sua vagina, dando risada. Quando ela viu a mãe entrar, se sentou, um pouco envergonhada, e tentou fazer parecer como se ela estivesse se lavando. Júlia sorriu e disse, \" Cíntia, você não tem que ficar envergonhada sobre o que você está fazendo. Todas as meninas fazem isto em algum momento, e é uma coisa maravilhosa, pessoal, bonita, que você pode fazer. Uma coisa privada, mas não algo para ficar envergonhada\". Cíntia, uma menina sincera como era, se endireitou e perguntou, \" Todas as meninas fazem isto, mãe? Fazem?\" A pergunta não era o que ela esperava, mas ela disse, \" Bem, sim, meu bem. Reservadamente \". \" Como você faz isto \"? perguntou Cíntia. Perdida, Júlia repetiu, \"Ah, ahn, isso é uma coisa muito íntima. Eu vou sair agora, e lhe dar alguma privacidade. Me avise quando você terminar, eu preciso tomar uma ducha\". Júlia deixou o banheiro, virando para ver a filha movendo a esponja com vigor em cima da vulva dela outra vez. Depois naquela noite, após deitar no sofá por um longo tempo, Júlia se recolheu ao seu quarto e começou a se despir. Os eventos da noite tinham causado um estímulo curioso, e ela esfregava as coxas uma contra a outra enquantou cruzava o quarto nua. Abriu o armário para pegar a camisola e viu Cíntia, que estava abaixada lá, nua, encarando o peitos e a vagina da mãe. \" Por que você está fora da cama \"? ela perguntou suavemente, sem vergonha. \"Eu quero te ver fazer\" ela disse simplesmente, e começou a se levantar em direção à mãe. Antes que tocasse as coxas de Júlia, ela a agarrou pelo braço e a levou para o quarto. \"Deixe de besteira, Cíntia. Vista uma camisola e vá dormir\". Assim que ela se deitou na cama, os dedos de Cíntia mergulharam no seu clitóris. Júlia partiu depressa e confusa. Ela ficou inquieta com o descaramento da filha, e se masturbou até dormir. Alguns anos depois, quando Cíntia tinha dezoito anos e tinha ido a um jogo de volleyball, Júlia, sozinha na casa, se sentido excitada, decidiu se masturbar. Ela guardara alguns livros e vídeos adultos e tinha um vibrador, mas a excitação dela era tal que ela apenas deitou no sofá com um pouco de música tocando e começou a se acariciar lentamente em cima da sua blusa fina de verão. Ela passava as mãos pelo rosto e as beijava, se estirando enquanto Steely Dan rolava no estéreo. As suas mãos acariciaram o pano em cima da sua barriga e a parte de baixo dos seus peitos. Os seus dedos circularam e beliscaram seus mamilos entumescidos pelo tecido do vestido. Ela começou a mover os quadris, fazendo a saia subir para os joelhos. Fechando os olhos, abaixou as calcinhas até os joelhos, então foi por baixo do vestido e acariciou suas coxas. Com a outra mão ela continuou acariciando os seios, lambendo as pontas dos dedos e esfregando os mamilos quentes pelo tecido da blusa. Antes que pudesse perceber, tocou seus lábios molhados e gemeu. Os dedos dela vagaram da extremidade da vagina ao redor, incitando a umidade nos lábios sensíveis, em chamas. Ela moveu o corpo mais pra baixo no sofá, arqueando suas costas enquanto o orgasmo se aproximava muito mais rápido que ela esperava. A outra mão deixou os seios e passou a esfregar o clitóris dela, suavemente no princípio, mas não por muito tempo, pois a excitação dela crescia rapidamente. Os dedos de Júlia esfregavam freneticamente para cima e para baixo contra seu clitóris, assim como os outros três dedos mergulhados, entrando e saindo da sua racha. O seu corpo se enrijeceu com o climax, escorrendo fluidos por ambas as mãos com ela gritando como se acometida por uma forte dor. Seus olhos se fecharam, ela elevou os dedos aos lábios e lambeu seus sucos, apreciando o gosto que ela tinha aprendido desfrutar nos últimos anos. Respirou um pouco e levantou a calcinha, quando notou algo no canto da visão. Virando a cabeça depressa, ela viu Cíntia, de pé, boquiaberta, ainda de uniforme. Depois de um momento de silêncio, Cíntia deu risada e disse, \" Nós perdemos. Tomamos um passeio de...\" Júlia recobrou os sentidos e disse, \" Há quanto tempo você estava de pé aí\"? \" Tempo o bastante, mãe. Eu vi você...\" ela interrompeu no meio a fala. Eles se encararam uma a outra. Júlia começou a levantar suas calcinhas lentamente. Ela estava obviamente confusa como controlar a situação. Cíntia continuou, \"com que freqüência faz você isso\"? Chocada, Júlia respondeu num rompante, \" isso não é da sua conta \". Cíntia se sentou próximo à mãe e disse, descaradamente, \"eu faço isto duas vezes por semana, às vezes mais. Mãe, não há nenhuma razão para estar envergonhada, você me ensinou isso. Além do mais, eu acho que você deveria fazer mais vezes. Eu estava preocupada com você.\" Júlia começou a desejar saber sobre a masturbação da filha. Ela estava estonteada e ainda excitada com o gozo de instantes atrás. Ela olhou para Cíntia e a viu se tocando por cima do short, esfregando de um lado para outro. Ela disse, \" eu sei que você não tem ninguém que a ama além de mim, mãe. Eu acredito que eu deveria te ajudar tanto quanto você me ajuda, Mãe \". \" O...o qu...que\" gaguejou a Júlia, e olhou novamente para a filha dela se tocando. Cíntia esticou a outra mão para a mãe, lentamente, titubeante. Antes que mão dela alcançasse o seu peito, Júlia saltou para cima e se afastou, ofegando, confusa, temerosa, e mais que tudo com uma pequena excitação. Ela não pôde mover sua boca para dizer \"Não\". Cíntia continuou olhando para ela e fez uma cara feia. \"Eu só queria.... eu sinto muito\". \" Não, não, é só ...você é minha filha. E, deus, uma menina, que\" ela começou a chorar ligeiramente, \" e faz...tanto...tempo...\" Cíntia continuou acariciando a frente do seu uniforme. \" É porque eu a vi? Eu a assisti fazendo? Você quer me ver?\" \"Te ver?\" \" É, me ver. Uma garota, se masturbando. Sua filha, mãe \". Ela não poderia ter dito isto, mas disse. Mas a Júlia ainda estava lá de pé, incrédula. Cíntia subiu, e disse, \"Eu vou para meu quarto. Você pode me seguir, se você quiser \". Ela roçou na Júlia ao passar e foi aos degraus. Depois de um momento de silencio, Júlia foi atrás. Ela estava ansiosa e ofegante. Subir degraus acima era quase impossível. Ela chegou ao quarto da filha; a porta estava aberta. Cíntia estava se despindo, tirando o top dela. Ela sorriu quando viu a mãe dela a assistindo. \"Vem cá, mãe. Senta na cama, \" ela acenou. Júlia sentou. Cíntia tirou o sutiã e os peitinhos pequenos e bicudos dela despontaram. Júlia pensou como eles estavam bonitos. Ela estava começando a relaxar, excitada com a visão das tetinhas da filha dela. Cíntia abaixou as calças e calcinhas de uma vez e revelou a bucetinha à mãe, com seus pentelhinhos claros de cabelo castanho. Os pelos estava molhados e brilhando com suas próprias carícias. Cíntia saiu do monte de roupa no chão e se sentou próximo à mãe. Não perdendo tempo, ela mergulhou os dedos diretamente na xaninha dela, esfregando com ambas as mãos, metendo seus dedos dentro. A mãe dela se envolveu no desejo dela, e se inclinou para lamber os peitos da filha. Cíntia gritou e se contorceu, então se deitou de costas. \" Por que... você gozou tão depressa?\" quis saber Júlia. \" Eu estava pensando em você se tocando, mãe. Eu não consegui segurar. Posso... \" ela enfiou a mão por debaixo do vestido da mãe e tocou os lábios debaixo do tecido encharcado das calcinhas dela. Júlia gemeu e segurou a bainha da blusa dela com duas mãos, confusa. Inclinada para trás contra o encosto de metal da cama, Júlia abriu as pernas e fechou os olhos. Sentia sua calcinha sendo tirada para longe do seu sexo, e olhou para baixo vendo a cabeça da sua filha desaparecer em baixo da saia azul. Quando a filha dela a lambeu, Júlia gemeu e tirou sua blusa fora, revelando seus seios.\"Querida, vem cá, me beija\" ela sussurrou. Cíntia subiu no corpo da mãe, colando seus lábios nos dela. Suas línguas se encontraram em suas bocas quantes. O ventre de Cíntia se fundiu ao da mãe, esmagando a pélvis das duas. Júlia apertou a coxa dela contra a vulva da filha, e a filha dela fez o mesmo. Os peitos delas se esfregaram um contra o outro. Júlia enfiou a mão por baixo e meteu sua mão entre a viscosidade ao redor das coxas que se roçavam. Se beijaram na boca, chuparam e morderam ambos pescoços e faces. Cíntia sentia a mãe dela movendo mais rapidamente contra suas partes mais baixas, e aumentou a pressão dela ao ritmo da mãe. Júlia gozou tremendamente, e usando a mão dela para estimular a filha a levou ao clímax também. Gozo. As duas permaneceram abraçadas durante algum tempo, em um sono leve. Júlia acordou sentindo Cíntia alisando seus quadris e pernas. Ela disse, \" Meu bem, vem cá. Vamos para meu quarto \". Júlia disse para Cíntia que se deitasse na cama dela, então foi para uma gaveta e tirou um vibrador longo, fálico. Era feito de silicone, que esquentou ao toque. Você alguma vez usou um destes\"? ela perguntou para Cíntia. A filha dela respondeu, \"Não, mas eu às vezes uso o massageador no chuveiro\". A Júlia sorriu furtivamente e se deitou próximo à filha. Ela ainda estava flutuando nos sentimentos tão deliciosos de ter o corpo tocado por outra pessoa que não ela mesma, e não questionou o incesto em que se envolvia. Tudo que ela queria era que a noite nunca terminasse, para nunca haver uma hora quando ela teria que parar e examinar o que estava fazendo. Viver sem conseqüências. Ela ligou o vibrador que zumbiu suavemente. Ela beijou a filha de forma sensual, acariciando o mamilo de Cíntia com o vibrador. Cíntia começou a gemer e esfregar as coxas. Júlia moveu o vibrador abaixo na barriga de Cíntia, passando para o umbigo dela. Então, abaixo, para o clitóris dela. Concentrando as vibrações lá, o clímax veio depressa e docemente, mas a Júlia deixou o vibrador no lugar. Ela se sentou e assistiu. Assistiu a filha dela se contorcendo, de olhos fechados, sob a massagem impiedosa no clitóris dela. Cíntia gozou três ou quatro vezes, curtindo o completo abandono às carícias da mãe. Cíntia pediu, \" Ai, mãe, me fode, me come\". Cíntia tentou ajustar seu corpo para permitir a penetração do vibrador. Júlia, com um desejo selvagem, se virou sobre a filha e manobrou o palpitante aparelho na racha de Cíntia, então passou a outra ponta nela própria. Júlia montou sobre a filha, esmagando o agora completamente devorado vibrador entre os dois corpos. Seus quadris iniciaram um movimento gentil, forçando as vibrações de um lado para outro. Elas deixavam seus quadris se moverem sem nem pensar, só apreciando as sensações que eles causavam. Júlia olhou fundo nos olhos de Cíntia; Cíntia parecia perdida no prazer que estava sentindo. Ocasionalmente, a língua de Cíntia serpenteou fora da boca e lambeu ao redor e dentro do lábios abertos da mãe. O tesão cresceu e explodiu novamente, de novo para as duas, e outra vez, cada vez os movimentos delas ficando menos frenéticos e mais desfalecido. Júlia colocou a mão entre elas e afastou o vibrador coberto de silicone, derrubando-o no chão ao lado delas. Estava muito tarde, e Cíntia e Júlia acariciaram uma a outra, com sono, ligeiramente até que desmaiaram, Cíntia ainda nua sobre a mãe. Júlia despertou cedo na manhã seguinte cedo ao som de Cíntia no chuveiro. Era um dia de semana, e Cíntia tinha que ir para a escola. Júlia tinha o dia livre, assim não estava com nenhuma pressa de se levantar. Era só colocar algum vestido velho e levar a Júlia para escola quando ela estivesse pronta. Tudo de uma vez, os eventos da noite anterior começaram a assombrá-la. O que diabos ela tinha feito? Certamente esta não poderia ter sido uma coisa saudável para uma filha e mãe fazerem. Incesto é destrutivo e alienante. Mas, ao mesmo tempo, Júlia não poderia negar a verdadeira e profunda atração pela filha que tinha sido revelada a ela. O que ia fazer? Como iria Cíntia, sempre o tipo independente, reagir a uma mãe que tinha se tornado uma amante de repente? Poderia esperar que reação? O barulho do chuveiro parou. Ela ouviu Cíntia caminhar do banheiro para o quarto dela. Júlia conhecia a rotina de Cíntia de todas as manhãs; ela a tinha ajudado desde que ela tinha começado na escola particular na oitava série. Primeiro, estendia uma blusa branca limpa e a saia azul plissada do uniforme escolar. Júlia ouviu a gaveta da cômoda sendo aberta e fechada quando Cíntia escolhia a roupa íntima. Júlia não pôde evitar imaginar a filha dela puxando as calcinhas sumárias de algodão ao longo de suas pernas compridas. O sutiã pequeno sendo afivelado nas costas. Júlia começou a esfregar as coxas, imaginando a filha dela se vestindo. O uniforme que Cíntia usava sempre a tinha envergonhado, mas a Júlia achava que era muito atraente. Ultimamente, Cíntia tinha começado a superar isto, pois não havia mais nada que ela pudesse usar na escola sem ser suspensa. Antes de perceber, Júlia já tinha levantado e caminhado, nua, corredor abaixo em direção ao quarto de Cíntia. Ela entrou. Cíntia estava só com a roupa íntima dela, segurando o vestido em uma mão. Júlia disse, \" Docinho, eu vim lhe ajudar a vestir \". Cíntia respondeu, \" ah, mãe, eu posso me vestir...\" ela parecia incomodada também. Mas ela ainda era a mais corajosa das duas. \"Se você quer ajudar, entretanto ...okay \". A Júlia deu um passo à frente e pegou o vestido. Caminhou ao redor, indo atrás de Cíntia, ficando de pé muito próximo a ela. Cíntia podia sentir a respiração da mãe na parte de trás do seu pescoço. Na orelha dela, a Júlia sussurrou \"Vem querida, vamos por o vestido\". Cíntia ergueu a perna esquerda dela. Júlia se ajoelhou, esbarrando seu corpo nas costas nuas de Cíntia. Ela moveu o vestido de forma que uma das pernas de Cíntia entrou até em cima. \"Agora a outra\". Cíntia desceu uma perna e levantou a outra. A Júlia segurou o joelho, passando pelo vestido. Quando Cíntia abaixou a perna, as mãos de Júlia permaneceram ali, acariciando enquanto o joelho e coxa passavam. Júlia moveu a roupa lentamente para cima do corpo da filha, movendo as mãos dela ao longo dos quadris dela. Uma vez que o vestido estava no lugar, Júlia alisou na frente e atrás o pano. Se levantando novamente, a Júlia pegou a blusa de Cíntia na cama. Ficando atrás dela, segurou o braço de Cíntia. Ela moveu a blusa abrindo a manga para o braço de Cíntia. Cíntia estava tendo dificuldade de se manter de pe. Quando o outro braço entrou na camisa, Cíntia começou a trocar o peso dela de uma perna para a outra, mas não ousou nenhum movimento. A Júlia se moveu para mais perto da filha para abotoar a blusa. Cíntia podia sentir os peitos da mãe dela tocando seus ombros, os mamilos deles esquentando, cutucando insistentemente. Júlia movia as mãos dela por cima da camisa, achando os botões e as casas de botão através de toque. Quando ela alcançou o segundo botão, Cíntia começou a respirar pesadamente. Júlia teve muita dificuldade em localizar o terceiro botão. Se abaixando, mas mantendo o corpo nu contra o da filha, ela fez seu caminho até o botão mais baixo. O fechou depressa. Então, para deleite de Cíntia, ela foi para a parte de trás e ajeitou a blusa no vestido de Cíntia. Da parte de trás, ao redor indo para a frente, as mãos de Júlia enfiaram a blusa debaixo do vestido, assegurando que ele estava desamarrotado. Cíntia gemeu e se excitou, até que ela terminou. Logo, Júlia apanhou a jaqueta esporte azul marinho. Passando à frente, vestiu Cíntia com ela, sendo cuidadosa para tocá-la o menos possível. Estava ficando difícil se manter de pé. Júlia pôs a mão dela no tórax de Cíntia e ligeiramente a empurrou para sentar na cama. Se ajoelhando, a Júlia pegou as meias brancas e as esticou. Colocou o pé esquerdo de Cíntia na meia, e lentamente a desenrolou canela acima, ligeiramente abaixo do joelho dela. Cíntia suspirou suavemente. A Júlia a ignorou e pegou a outra meia. Repetindo o processo, ela deixou sua mão continuar além do joelho direito da filha até a metade da coxa dela antes de parar. Ela observou. As pernas de Cíntia foram separadas ligeiramente, e ela pode ver um traço de algodão. Estava começando a ficar umedecido. A Júlia lambeu os lábios, esperando que Cíntia não se manchasse. Levantando, a Júlia disse para Cíntia que ficasse de pé. Ela olhou para sua bonita filha. A blusa era fina, e podia entrever o esboço dos mamilos entusiasmados de Cíntia. As meias até o joelho eram bastante infantis e curtas nas pernas longas, musculosas dela. O vestido ia pouco abaixo das nádegas dela apenas. Ela se levantou com as pernas dela separadas, a saia caindo ao redor de suas coxas. Cíntia não sabia o que fazer com as mãos dela; elas estavam esfregando sua barriga. \"Cíntia, você está muito linda. Venha, me dê um beijo\". Cíntia deu um passo adiante, e pôs os braços ao redor da mãe, nua. Ela olhou para a face dela por um longo instante, então mergulhou os lábios nos de Júlia. As mãos de Cíntia se moveram pelas costas nuas de Júlia, indo à nuca e ao cabelo dela. Júlia acariciou a espinha de Cíntia, e baixou o vestido dela. O beijo ficou mais intenso com Cíntia se aproximando mais pra perto da mãe. A mão de Júlia foi em baixo da saia de Cíntia e começou a acariciar a bundinha redonda por cima das calcinhas. A perna dela achou seu lugar entre as de Cíntia, e Cíntia se esfregou nelas. Lábios abrindo, línguas que circulavam se tocando, Cíntia começou a gemer do fundo de sua garganta. O algodão que segurava seus seios e vagina se tornou um obstáculo e um intensificador do prazer. A Júlia continuou acariciando ligeiramente o traseiro e as coxas da filha, sem tocá-la na frente. Os peitos de Cíntia se esmagavam na mãe dela, e seus quadris balançavam loucamente de um lado para outro em cima da coxa de Júlia. De repente, Cíntia deixou escapar um grito e apertou a mãe contra seu corpo. As pernas de Cíntia, fechadas apertando a coxa de Júlia, estremeceram e apertaram com mais força. O beijo terminou devagar, com Cíntia se afastando. Ela endireitou sua blusa e seu vestido. Ofegante, tirou a calcinha úmida e a deixou no chão. Ela não fez nenhum movimento para pegar outra limpa. Júlia olhou longamente para a filha e disse, \"Agora, pegue seus sapatos. Eu vou vesir algo e levarei você pra escola\". Acernando com a cabeça, ofegante, Cíntia passou pela mãe e seguiu escada abaixo. Júlia virou e foi para o quarto dela, acariciando os peitos ligeiramente. Vinte minutos depois, a Júlia e Cíntia chegaram à escola. A Júlia virou à filha dela e disse, \"Tenha um dia bom na escola, meu amor\". Cíntia simplesmente se inclinou e beijou a mãe dela, mais longo que normalmente, nos lábios. A mão dela serpenteou brevemente entre as pernas da mãe. Então ela pegou os livros e saiu do carro. A Júlia observou a filha dela correndo pro edifício, o pequeno ser de saia lançado pelos passos largos, revelando a parte de trás das coxas brancas. A Júlia se sentou lá durante um minuto, encarando as portas fechadas por quais Cíntia tinha desaparecido. Então ela pôs o carro em primeira e seguiu para casa, em silêncio...\"

7:02 AM, March 04, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Julia & Cintia - Uma historia diferente

\" O marido de Júlia a deixou quando ela tinha vinte e um, dois meses antes do nascimento da filha, Cíntia. Ele se converteu a uma religião e a abandonou para seguir o grupo. Na verdade não foi um impacto grande para Júlia, ela tinha sido auto-suficiente ao longo da sua recente adolescência, quando o pai morreu e deixou uma razoável soma de dinheiro para ela. Ela decidiu economizar e trabalhar para que sua a criança pudesse ir para faculdade, algo que ela quis fazer, mas não pôde. Criou a filha até muito bem para uma mãe solteira. Porém, ela nunca achou nenhuma companhia séria, e sua vida sexual foi deixada de lado. Ela se voltou principalmente para a fantasia e a masturbação, que ela praticava reservadamente quando possível. Quando Cíntia tinha onze anos, começou a mostrar um pouco de interesse no seu corpo, e Júlia sabia que logo ela teria que responder quaisquer perguntas que surgissem. Cíntia estava tomando um banho uma noite, quando Júlia entrou para a espiar. Ela a encontrou deitada na água quente, movendo a esponja em cima da sua vagina, dando risada. Quando ela viu a mãe entrar, se sentou, um pouco envergonhada, e tentou fazer parecer como se ela estivesse se lavando. Júlia sorriu e disse, \" Cíntia, você não tem que ficar envergonhada sobre o que você está fazendo. Todas as meninas fazem isto em algum momento, e é uma coisa maravilhosa, pessoal, bonita, que você pode fazer. Uma coisa privada, mas não algo para ficar envergonhada\". Cíntia, uma menina sincera como era, se endireitou e perguntou, \" Todas as meninas fazem isto, mãe? Fazem?\" A pergunta não era o que ela esperava, mas ela disse, \" Bem, sim, meu bem. Reservadamente \". \" Como você faz isto \"? perguntou Cíntia. Perdida, Júlia repetiu, \"Ah, ahn, isso é uma coisa muito íntima. Eu vou sair agora, e lhe dar alguma privacidade. Me avise quando você terminar, eu preciso tomar uma ducha\". Júlia deixou o banheiro, virando para ver a filha movendo a esponja com vigor em cima da vulva dela outra vez. Depois naquela noite, após deitar no sofá por um longo tempo, Júlia se recolheu ao seu quarto e começou a se despir. Os eventos da noite tinham causado um estímulo curioso, e ela esfregava as coxas uma contra a outra enquantou cruzava o quarto nua. Abriu o armário para pegar a camisola e viu Cíntia, que estava abaixada lá, nua, encarando o peitos e a vagina da mãe. \" Por que você está fora da cama \"? ela perguntou suavemente, sem vergonha. \"Eu quero te ver fazer\" ela disse simplesmente, e começou a se levantar em direção à mãe. Antes que tocasse as coxas de Júlia, ela a agarrou pelo braço e a levou para o quarto. \"Deixe de besteira, Cíntia. Vista uma camisola e vá dormir\". Assim que ela se deitou na cama, os dedos de Cíntia mergulharam no seu clitóris. Júlia partiu depressa e confusa. Ela ficou inquieta com o descaramento da filha, e se masturbou até dormir. Alguns anos depois, quando Cíntia tinha dezoito anos e tinha ido a um jogo de volleyball, Júlia, sozinha na casa, se sentido excitada, decidiu se masturbar. Ela guardara alguns livros e vídeos adultos e tinha um vibrador, mas a excitação dela era tal que ela apenas deitou no sofá com um pouco de música tocando e começou a se acariciar lentamente em cima da sua blusa fina de verão. Ela passava as mãos pelo rosto e as beijava, se estirando enquanto Steely Dan rolava no estéreo. As suas mãos acariciaram o pano em cima da sua barriga e a parte de baixo dos seus peitos. Os seus dedos circularam e beliscaram seus mamilos entumescidos pelo tecido do vestido. Ela começou a mover os quadris, fazendo a saia subir para os joelhos. Fechando os olhos, abaixou as calcinhas até os joelhos, então foi por baixo do vestido e acariciou suas coxas. Com a outra mão ela continuou acariciando os seios, lambendo as pontas dos dedos e esfregando os mamilos quentes pelo tecido da blusa. Antes que pudesse perceber, tocou seus lábios molhados e gemeu. Os dedos dela vagaram da extremidade da vagina ao redor, incitando a umidade nos lábios sensíveis, em chamas. Ela moveu o corpo mais pra baixo no sofá, arqueando suas costas enquanto o orgasmo se aproximava muito mais rápido que ela esperava. A outra mão deixou os seios e passou a esfregar o clitóris dela, suavemente no princípio, mas não por muito tempo, pois a excitação dela crescia rapidamente. Os dedos de Júlia esfregavam freneticamente para cima e para baixo contra seu clitóris, assim como os outros três dedos mergulhados, entrando e saindo da sua racha. O seu corpo se enrijeceu com o climax, escorrendo fluidos por ambas as mãos com ela gritando como se acometida por uma forte dor. Seus olhos se fecharam, ela elevou os dedos aos lábios e lambeu seus sucos, apreciando o gosto que ela tinha aprendido desfrutar nos últimos anos. Respirou um pouco e levantou a calcinha, quando notou algo no canto da visão. Virando a cabeça depressa, ela viu Cíntia, de pé, boquiaberta, ainda de uniforme. Depois de um momento de silêncio, Cíntia deu risada e disse, \" Nós perdemos. Tomamos um passeio de...\" Júlia recobrou os sentidos e disse, \" Há quanto tempo você estava de pé aí\"? \" Tempo o bastante, mãe. Eu vi você...\" ela interrompeu no meio a fala. Eles se encararam uma a outra. Júlia começou a levantar suas calcinhas lentamente. Ela estava obviamente confusa como controlar a situação. Cíntia continuou, \"com que freqüência faz você isso\"? Chocada, Júlia respondeu num rompante, \" isso não é da sua conta \". Cíntia se sentou próximo à mãe e disse, descaradamente, \"eu faço isto duas vezes por semana, às vezes mais. Mãe, não há nenhuma razão para estar envergonhada, você me ensinou isso. Além do mais, eu acho que você deveria fazer mais vezes. Eu estava preocupada com você.\" Júlia começou a desejar saber sobre a masturbação da filha. Ela estava estonteada e ainda excitada com o gozo de instantes atrás. Ela olhou para Cíntia e a viu se tocando por cima do short, esfregando de um lado para outro. Ela disse, \" eu sei que você não tem ninguém que a ama além de mim, mãe. Eu acredito que eu deveria te ajudar tanto quanto você me ajuda, Mãe \". \" O...o qu...que\" gaguejou a Júlia, e olhou novamente para a filha dela se tocando. Cíntia esticou a outra mão para a mãe, lentamente, titubeante. Antes que mão dela alcançasse o seu peito, Júlia saltou para cima e se afastou, ofegando, confusa, temerosa, e mais que tudo com uma pequena excitação. Ela não pôde mover sua boca para dizer \"Não\". Cíntia continuou olhando para ela e fez uma cara feia. \"Eu só queria.... eu sinto muito\". \" Não, não, é só ...você é minha filha. E, deus, uma menina, que\" ela começou a chorar ligeiramente, \" e faz...tanto...tempo...\" Cíntia continuou acariciando a frente do seu uniforme. \" É porque eu a vi? Eu a assisti fazendo? Você quer me ver?\" \"Te ver?\" \" É, me ver. Uma garota, se masturbando. Sua filha, mãe \". Ela não poderia ter dito isto, mas disse. Mas a Júlia ainda estava lá de pé, incrédula. Cíntia subiu, e disse, \"Eu vou para meu quarto. Você pode me seguir, se você quiser \". Ela roçou na Júlia ao passar e foi aos degraus. Depois de um momento de silencio, Júlia foi atrás. Ela estava ansiosa e ofegante. Subir degraus acima era quase impossível. Ela chegou ao quarto da filha; a porta estava aberta. Cíntia estava se despindo, tirando o top dela. Ela sorriu quando viu a mãe dela a assistindo. \"Vem cá, mãe. Senta na cama, \" ela acenou. Júlia sentou. Cíntia tirou o sutiã e os peitinhos pequenos e bicudos dela despontaram. Júlia pensou como eles estavam bonitos. Ela estava começando a relaxar, excitada com a visão das tetinhas da filha dela. Cíntia abaixou as calças e calcinhas de uma vez e revelou a bucetinha à mãe, com seus pentelhinhos claros de cabelo castanho. Os pelos estava molhados e brilhando com suas próprias carícias. Cíntia saiu do monte de roupa no chão e se sentou próximo à mãe. Não perdendo tempo, ela mergulhou os dedos diretamente na xaninha dela, esfregando com ambas as mãos, metendo seus dedos dentro. A mãe dela se envolveu no desejo dela, e se inclinou para lamber os peitos da filha. Cíntia gritou e se contorceu, então se deitou de costas. \" Por que... você gozou tão depressa?\" quis saber Júlia. \" Eu estava pensando em você se tocando, mãe. Eu não consegui segurar. Posso... \" ela enfiou a mão por debaixo do vestido da mãe e tocou os lábios debaixo do tecido encharcado das calcinhas dela. Júlia gemeu e segurou a bainha da blusa dela com duas mãos, confusa. Inclinada para trás contra o encosto de metal da cama, Júlia abriu as pernas e fechou os olhos. Sentia sua calcinha sendo tirada para longe do seu sexo, e olhou para baixo vendo a cabeça da sua filha desaparecer em baixo da saia azul. Quando a filha dela a lambeu, Júlia gemeu e tirou sua blusa fora, revelando seus seios.\"Querida, vem cá, me beija\" ela sussurrou. Cíntia subiu no corpo da mãe, colando seus lábios nos dela. Suas línguas se encontraram em suas bocas quantes. O ventre de Cíntia se fundiu ao da mãe, esmagando a pélvis das duas. Júlia apertou a coxa dela contra a vulva da filha, e a filha dela fez o mesmo. Os peitos delas se esfregaram um contra o outro. Júlia enfiou a mão por baixo e meteu sua mão entre a viscosidade ao redor das coxas que se roçavam. Se beijaram na boca, chuparam e morderam ambos pescoços e faces. Cíntia sentia a mãe dela movendo mais rapidamente contra suas partes mais baixas, e aumentou a pressão dela ao ritmo da mãe. Júlia gozou tremendamente, e usando a mão dela para estimular a filha a levou ao clímax também. Gozo. As duas permaneceram abraçadas durante algum tempo, em um sono leve. Júlia acordou sentindo Cíntia alisando seus quadris e pernas. Ela disse, \" Meu bem, vem cá. Vamos para meu quarto \". Júlia disse para Cíntia que se deitasse na cama dela, então foi para uma gaveta e tirou um vibrador longo, fálico. Era feito de silicone, que esquentou ao toque. Você alguma vez usou um destes\"? ela perguntou para Cíntia. A filha dela respondeu, \"Não, mas eu às vezes uso o massageador no chuveiro\". A Júlia sorriu furtivamente e se deitou próximo à filha. Ela ainda estava flutuando nos sentimentos tão deliciosos de ter o corpo tocado por outra pessoa que não ela mesma, e não questionou o incesto em que se envolvia. Tudo que ela queria era que a noite nunca terminasse, para nunca haver uma hora quando ela teria que parar e examinar o que estava fazendo. Viver sem conseqüências. Ela ligou o vibrador que zumbiu suavemente. Ela beijou a filha de forma sensual, acariciando o mamilo de Cíntia com o vibrador. Cíntia começou a gemer e esfregar as coxas. Júlia moveu o vibrador abaixo na barriga de Cíntia, passando para o umbigo dela. Então, abaixo, para o clitóris dela. Concentrando as vibrações lá, o clímax veio depressa e docemente, mas a Júlia deixou o vibrador no lugar. Ela se sentou e assistiu. Assistiu a filha dela se contorcendo, de olhos fechados, sob a massagem impiedosa no clitóris dela. Cíntia gozou três ou quatro vezes, curtindo o completo abandono às carícias da mãe. Cíntia pediu, \" Ai, mãe, me fode, me come\". Cíntia tentou ajustar seu corpo para permitir a penetração do vibrador. Júlia, com um desejo selvagem, se virou sobre a filha e manobrou o palpitante aparelho na racha de Cíntia, então passou a outra ponta nela própria. Júlia montou sobre a filha, esmagando o agora completamente devorado vibrador entre os dois corpos. Seus quadris iniciaram um movimento gentil, forçando as vibrações de um lado para outro. Elas deixavam seus quadris se moverem sem nem pensar, só apreciando as sensações que eles causavam. Júlia olhou fundo nos olhos de Cíntia; Cíntia parecia perdida no prazer que estava sentindo. Ocasionalmente, a língua de Cíntia serpenteou fora da boca e lambeu ao redor e dentro do lábios abertos da mãe. O tesão cresceu e explodiu novamente, de novo para as duas, e outra vez, cada vez os movimentos delas ficando menos frenéticos e mais desfalecido. Júlia colocou a mão entre elas e afastou o vibrador coberto de silicone, derrubando-o no chão ao lado delas. Estava muito tarde, e Cíntia e Júlia acariciaram uma a outra, com sono, ligeiramente até que desmaiaram, Cíntia ainda nua sobre a mãe. Júlia despertou cedo na manhã seguinte cedo ao som de Cíntia no chuveiro. Era um dia de semana, e Cíntia tinha que ir para a escola. Júlia tinha o dia livre, assim não estava com nenhuma pressa de se levantar. Era só colocar algum vestido velho e levar a Júlia para escola quando ela estivesse pronta. Tudo de uma vez, os eventos da noite anterior começaram a assombrá-la. O que diabos ela tinha feito? Certamente esta não poderia ter sido uma coisa saudável para uma filha e mãe fazerem. Incesto é destrutivo e alienante. Mas, ao mesmo tempo, Júlia não poderia negar a verdadeira e profunda atração pela filha que tinha sido revelada a ela. O que ia fazer? Como iria Cíntia, sempre o tipo independente, reagir a uma mãe que tinha se tornado uma amante de repente? Poderia esperar que reação? O barulho do chuveiro parou. Ela ouviu Cíntia caminhar do banheiro para o quarto dela. Júlia conhecia a rotina de Cíntia de todas as manhãs; ela a tinha ajudado desde que ela tinha começado na escola particular na oitava série. Primeiro, estendia uma blusa branca limpa e a saia azul plissada do uniforme escolar. Júlia ouviu a gaveta da cômoda sendo aberta e fechada quando Cíntia escolhia a roupa íntima. Júlia não pôde evitar imaginar a filha dela puxando as calcinhas sumárias de algodão ao longo de suas pernas compridas. O sutiã pequeno sendo afivelado nas costas. Júlia começou a esfregar as coxas, imaginando a filha dela se vestindo. O uniforme que Cíntia usava sempre a tinha envergonhado, mas a Júlia achava que era muito atraente. Ultimamente, Cíntia tinha começado a superar isto, pois não havia mais nada que ela pudesse usar na escola sem ser suspensa. Antes de perceber, Júlia já tinha levantado e caminhado, nua, corredor abaixo em direção ao quarto de Cíntia. Ela entrou. Cíntia estava só com a roupa íntima dela, segurando o vestido em uma mão. Júlia disse, \" Docinho, eu vim lhe ajudar a vestir \". Cíntia respondeu, \" ah, mãe, eu posso me vestir...\" ela parecia incomodada também. Mas ela ainda era a mais corajosa das duas. \"Se você quer ajudar, entretanto ...okay \". A Júlia deu um passo à frente e pegou o vestido. Caminhou ao redor, indo atrás de Cíntia, ficando de pé muito próximo a ela. Cíntia podia sentir a respiração da mãe na parte de trás do seu pescoço. Na orelha dela, a Júlia sussurrou \"Vem querida, vamos por o vestido\". Cíntia ergueu a perna esquerda dela. Júlia se ajoelhou, esbarrando seu corpo nas costas nuas de Cíntia. Ela moveu o vestido de forma que uma das pernas de Cíntia entrou até em cima. \"Agora a outra\". Cíntia desceu uma perna e levantou a outra. A Júlia segurou o joelho, passando pelo vestido. Quando Cíntia abaixou a perna, as mãos de Júlia permaneceram ali, acariciando enquanto o joelho e coxa passavam. Júlia moveu a roupa lentamente para cima do corpo da filha, movendo as mãos dela ao longo dos quadris dela. Uma vez que o vestido estava no lugar, Júlia alisou na frente e atrás o pano. Se levantando novamente, a Júlia pegou a blusa de Cíntia na cama. Ficando atrás dela, segurou o braço de Cíntia. Ela moveu a blusa abrindo a manga para o braço de Cíntia. Cíntia estava tendo dificuldade de se manter de pe. Quando o outro braço entrou na camisa, Cíntia começou a trocar o peso dela de uma perna para a outra, mas não ousou nenhum movimento. A Júlia se moveu para mais perto da filha para abotoar a blusa. Cíntia podia sentir os peitos da mãe dela tocando seus ombros, os mamilos deles esquentando, cutucando insistentemente. Júlia movia as mãos dela por cima da camisa, achando os botões e as casas de botão através de toque. Quando ela alcançou o segundo botão, Cíntia começou a respirar pesadamente. Júlia teve muita dificuldade em localizar o terceiro botão. Se abaixando, mas mantendo o corpo nu contra o da filha, ela fez seu caminho até o botão mais baixo. O fechou depressa. Então, para deleite de Cíntia, ela foi para a parte de trás e ajeitou a blusa no vestido de Cíntia. Da parte de trás, ao redor indo para a frente, as mãos de Júlia enfiaram a blusa debaixo do vestido, assegurando que ele estava desamarrotado. Cíntia gemeu e se excitou, até que ela terminou. Logo, Júlia apanhou a jaqueta esporte azul marinho. Passando à frente, vestiu Cíntia com ela, sendo cuidadosa para tocá-la o menos possível. Estava ficando difícil se manter de pé. Júlia pôs a mão dela no tórax de Cíntia e ligeiramente a empurrou para sentar na cama. Se ajoelhando, a Júlia pegou as meias brancas e as esticou. Colocou o pé esquerdo de Cíntia na meia, e lentamente a desenrolou canela acima, ligeiramente abaixo do joelho dela. Cíntia suspirou suavemente. A Júlia a ignorou e pegou a outra meia. Repetindo o processo, ela deixou sua mão continuar além do joelho direito da filha até a metade da coxa dela antes de parar. Ela observou. As pernas de Cíntia foram separadas ligeiramente, e ela pode ver um traço de algodão. Estava começando a ficar umedecido. A Júlia lambeu os lábios, esperando que Cíntia não se manchasse. Levantando, a Júlia disse para Cíntia que ficasse de pé. Ela olhou para sua bonita filha. A blusa era fina, e podia entrever o esboço dos mamilos entusiasmados de Cíntia. As meias até o joelho eram bastante infantis e curtas nas pernas longas, musculosas dela. O vestido ia pouco abaixo das nádegas dela apenas. Ela se levantou com as pernas dela separadas, a saia caindo ao redor de suas coxas. Cíntia não sabia o que fazer com as mãos dela; elas estavam esfregando sua barriga. \"Cíntia, você está muito linda. Venha, me dê um beijo\". Cíntia deu um passo adiante, e pôs os braços ao redor da mãe, nua. Ela olhou para a face dela por um longo instante, então mergulhou os lábios nos de Júlia. As mãos de Cíntia se moveram pelas costas nuas de Júlia, indo à nuca e ao cabelo dela. Júlia acariciou a espinha de Cíntia, e baixou o vestido dela. O beijo ficou mais intenso com Cíntia se aproximando mais pra perto da mãe. A mão de Júlia foi em baixo da saia de Cíntia e começou a acariciar a bundinha redonda por cima das calcinhas. A perna dela achou seu lugar entre as de Cíntia, e Cíntia se esfregou nelas. Lábios abrindo, línguas que circulavam se tocando, Cíntia começou a gemer do fundo de sua garganta. O algodão que segurava seus seios e vagina se tornou um obstáculo e um intensificador do prazer. A Júlia continuou acariciando ligeiramente o traseiro e as coxas da filha, sem tocá-la na frente. Os peitos de Cíntia se esmagavam na mãe dela, e seus quadris balançavam loucamente de um lado para outro em cima da coxa de Júlia. De repente, Cíntia deixou escapar um grito e apertou a mãe contra seu corpo. As pernas de Cíntia, fechadas apertando a coxa de Júlia, estremeceram e apertaram com mais força. O beijo terminou devagar, com Cíntia se afastando. Ela endireitou sua blusa e seu vestido. Ofegante, tirou a calcinha úmida e a deixou no chão. Ela não fez nenhum movimento para pegar outra limpa. Júlia olhou longamente para a filha e disse, \"Agora, pegue seus sapatos. Eu vou vesir algo e levarei você pra escola\". Acernando com a cabeça, ofegante, Cíntia passou pela mãe e seguiu escada abaixo. Júlia virou e foi para o quarto dela, acariciando os peitos ligeiramente. Vinte minutos depois, a Júlia e Cíntia chegaram à escola. A Júlia virou à filha dela e disse, \"Tenha um dia bom na escola, meu amor\". Cíntia simplesmente se inclinou e beijou a mãe dela, mais longo que normalmente, nos lábios. A mão dela serpenteou brevemente entre as pernas da mãe. Então ela pegou os livros e saiu do carro. A Júlia observou a filha dela correndo pro edifício, o pequeno ser de saia lançado pelos passos largos, revelando a parte de trás das coxas brancas. A Júlia se sentou lá durante um minuto, encarando as portas fechadas por quais Cíntia tinha desaparecido. Então ela pôs o carro em primeira e seguiu para casa, em silêncio...\"

7:03 AM, March 04, 2005  
Anonymous Anonymous said...

TAMBÉM TENHO MEUS SONHOS, E QUERO RELIZA-LOS.

Antes de relatar os sonhos que gostaria de realizar, quero contar-lhes mais uma aventura, em uma noite qualquer meu esposo resolveu irmos a um motel para outra jornada de sexo com o nosso amigo, é engraçado como é fácil sair-se da rotina com um pouco de criatividade, e esta parece que não falta a meu marido e nosso grande amigo. Ao entrarmos no quarto já sabia que levaria uma surra de pau em minha bocetinha, e não só nela, meu cuzinho também seria arregaçado e muito bem comido por algum de meus dois amantes; chegava a pensar como sempre:- É hoje que saio novamente extenuada deste ninho de selvageria sexual, quando digo selvageria não é pela violência e sim porque se lá ficávamos quatro ou mais horas meu amante pouco tempo ficava sem passar-me aquele pau sempre duro e disposto a penetrar-me profundamente nas mais diversas posições.Engraçado como ele tinha uma disposição incrível para o sexo, credito isto a vida saudável aqui do interior deste nosso querido estado do Rio Grande do Sul, além é claro de não fumar, não que eu seja contra a quem fuma, mas cheguei a conclusão que realmente tira a potencia do homem, eu saía cansada mas completamente satisfeita e realizada sexualmente. Mesmo depois de um tempo ainda sentia-me tímida em sua frente pelo menos nos primeiros momentos. Então sempre ao chegar ia ao banho, era um modo de me soltar, desta vez ele entrou logo atrás e foi acariciando-me com sua calma peculiar, encheu a banheira colocou fragrâncias na água e ficou arretando-me, beijava-me a boca o pescoço e mamava em meus peitinhos, eu não agüento ser acariciada, o calor sobe e o tezão vem a flor da pele, ele pediu para ficar de quatro apoiada na beirada da banheira e alisando minhas costas cravou sem dó seu potente pau em minha gruta do amor, o vaivém violento aquecia meu útero e as paredes vaginais, ele tirava quase todo e enterrava tudo de uma vez só ficando lá no fundo a mexer para os lados, quanta delicia sentir-me preenchida por aquele caralho, sentir que aquele homem sentia prazer ao me comer.Eu sentia a cabeça cutucar meu útero e ele tirava novamente para depois enterrar tudo, quando gozou, eu me derreti toda em gozo. Ele banhou-me gentilmente e fomos para a cama e lá deitei de costas em cima dele, meu marido por cima beijava meus peitos, meu umbigo e voltava para cima para chupar meu pescoço e orelhas, nosso amigo estava com o pau todo enterrado em minha xoxota, quando vejo meu esposo abre minhas pernas e tenta enfiar junto com ele seu pau em minha bucetinha, eu no tezão que estava me abri toda e seu pau foi entrando, é uma delicia sentir-se preenchida por dois paus, quando começaram o vaivém eu não sei explicar o que senti, o prazer era demais, dois paus a bombear dentro de mim sentia o ir e vir de um e de outro, que sensação diferente e gostosa, quando inventavam algo diferente ou quando me penetravam os dois sempre gozavam juntos e desta vez gozaram juntos novamente, meu marido com tanto tezão encheu-me de uma quantidade grande de porra, mais a de nosso amigo, não tinha lugar para sair, é interessante mas quando sinto o leite jorrar dentro de mim é que vem a sensação de ser mulher receptora do agrado e do prazer do macho,meu marido bombeou mais um pouco e deixou o garanhão a estocar-me, eu não sei dizer quantas vezes havia gozado só sei que ia gozar novamente quando nosso amigo gozasse dentro de mim pois com o tezão que sentia quando ele gozasse eu iría ao prazer outra vez. Depois desta fóda em que senti muito prazer, eu sabia que eles dariam um tempo e me fariam sentir prazer novamente ao comerem meu cuzinho, virei-me de frente para o garanhão e desta vez foi meu marido quem me enrabou prazerosamente, enquanto isto ele alisava meus peitos e minha bucetinha, gozei junto com meu querido.enquanto meu marido me comeu o garanhão endureceu seu pau e ao ele me deixar livre, nosso amigo pediu-me para ficar de quatro e novamente comeu-me a bucetinha com aquele seu vaivém potente fazendo-me mulher mais uma vez.Depois de deixar satisfeitos aqueles dois homens que tanto prazer me proporcionavam, banhei-me por uns dez minutos, recuperando a energia, eles conversavam e descansavam, se pensam que meu descanso durou, que nada, o garanhão veio, continuou a banhar-me com muita meiguice, contradizendo com seu jeito rude do campo, neste dia ele me queria somente de quatro sempre por traz só que agora ele encostava a cabeça de seu pau em meu cuzinho, com carinho enterrou tudo e começou a bombar com a mesma força quando me come na frente, eu sinto um enorme prazer em dar meu cuzinho, ainda mais quando sou tratada com tanto carinho.Disse-lhes que falaria de meus sonhos, são simples, adoro flores e animais, gosto muito de viajar com meu marido, quem sabe surja algum amigo que seja livre, educado e de preferência simples como nós, eu quando sou acariciada sinto pegar fogo, havendo simpatia não pretendo viver trocando de parceiro, este amigo foi o único outro homem depois de meu marido, meu esposo acostumou-me mal, gosto muito de sexo, adoraria ter um outro amigo viril e que goste de bastante sexo, pois viciei-me em carinhos sem ser promiscua, adoro uma boa conversa de companheirismo, nos convide a passear por sua cidade, somos pequenos comerciantes em POA—RS hoje nós temos 44 e 40 anos , a natureza privilegiou-me com uma aparência jovem, quando acontecer novas aventuras com o novo amigo, tenham a certeza de escreverei, não sei quando surgirá um novo amigo mas como adorei escrever-lhes de vez em quando vou contando algumas peraltices que fizemos com este amigo, sempre preparadas por meu marido a quem tenho como amigo e companheiro. O que não quero é tornar-me repetitiva.

12:52 PM, March 04, 2005  
Anonymous Anonymous said...

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