Wednesday, February 16, 2005

Qual é neguinho? Qual é?

Qual é?

Ih, eu tenho algo a dizer
Vou me explicar pra você
Mas não garanto porém que engraçado eu serei dessa vez
Para os parceiros daqui
Para os parceiros de lá
Se você se porta como um homem um homem
Será que você mantém a conduta
Será que segue firme e forte na luta
Aonde os caminhos da vida vão te levar
Se você aguenta ou não
O que será será
Mas sem esse caô de que tá ruim, não dá
Isso eu já vi, vivi, venci
Deixa pra lá
Tá ruim pra você, também tá ruim pra mim
Tá ruim pra todo mundo o jogo é assim
Sem sorte no jogo, feliz no amor
Quem nasceu pra malandragem não quer ser doutor
Há 500 anos essa banca manda a vera
Abaixou a cabeça já era
Então diz
Essa onda que tu tira qual é?
Essa marra que tu tem qual é?
Tira onda com ninguém qual é?
Qual é neguinho? Qual é?
Então vem, devagar no miudinho
Então vem, chega devagar no sapatinho
Malandro que sou não vou vacilar
Sou o que sou e ninguém vai me mudar
Porque eu tenho um escudo contra o vacilão
Papel e caneta e um beck na minha mão
E é isso é que é preciso
Coragem e humildade
Atitude certa na hora da verdade
E o que você precisa para evoluir
Me diz o que você precisa pra sair daí
O samba é o som e o Brasil é o lugar
O incomodado que se mude, eu to aqui pra incomodar
Ô de que lado você samba? você samba de que lado?
Na hora que o côro come é melhor ta preparado
E lembrando do Chico comecei a pensar, que eu me organizando posso desorganizar
Essa onda que tu tira qual é?
Essa marra que tu tem qual é?
Tira onda com ninguém qual é?
Qual é neguinho? Qual é?
Me diz
Essa onda que tu tira qual é?
Essa marra que tu tem qual é?
Tira onda com ninguém qual é?
Qual é neguinho? Qual é?
Amar como ama um black, brother
Falar como fala um black, brother
Andar como anda um black, brother
Usar sempre o complemento black, brother
Quantas vezes já cheguei no fim da festa
Quantas vezes o bagaço da laranja é o que resta
Não me dou por vencido, vejo a luz no fim do túnel
A corrente tá cerrada, como meus punhos
Vai dizer que você é um perdedor?
Daqueles que quando sua família precisa c dá no pé?
Vai dizer que você prefere o ódio ou amor?
Então me diz neguinho...Qual é?
Essa onda que tu tira qual é?
Essa marra que tu tem qual é?
Tira onda com ninguém qual é?
Qual é neguinho? Qual é?
Essa onda que tu tira qual é?
Essa marra que tu tem qual é?
Tira onda com ninguém qual é?
Qual é neguinho? Qual é?
Qual é? Qual é? Qual é?
Qual é neguinho? Qual é?

17 Comments:

Anonymous Anonymous said...

A PRIMEIRA VEZ QUE DEI O RABO

Minha primeira experiencia sendo enrabada foi a sensação mais gostosa, mais tesuda que já senti em toda a minha vida.
Nunca tinha dado o rabo e o meu parceiro vivia com aqueles olhos pidões e sempre quando estava fazendo sexo na minha bucetinha, vinha com aqueles dedos tentando alargar meu cuzinho.
Eu sentia muito prazer quando ele passava o dedo na portinha.
Quando era penetrada na xaninha e ele alisava meu cuzinho com o dedo eu ficava com muito tesão, mas tinha muito medo de dar o rabo.
Sempre que estavamos na rua e quando eu dava as costas e me voltava rapidamente para ve-lo, era no meu rabo que seus olhos estavam cravados, e isso não saía da minha cabeça.. pois meu cuzinho piscava de tanta vontade de dar..
Até que um dia.. ele estava se deliciando, enfiando na minha bucetinha toda umida por tras, quando começou a esfregar aquele grosso melado no meu anus.... ssssssssssssss...ahh... que sensação deliciosa... que vontade de ser enrabada.. de dar todos os buracos, de ser fudida que nem uma puta safada.
E ele com aquela voz do caralho de gostosa, perguntou no meu ouvido se eu queria experimentar.
É irrisestivel ver um macho gostoso, que me fodE gostoso na buceta, se rastejar por um rabo... sss...
Não pensei duas vezes e disse que estava preparada...
Ele era todo cuidadoso comigo e tiha muito medo de me machucar. me ensinou que eu devia me tocar enquanto estivesse sentindo muita dor.
Ele ficou forçando na portinha... e o que eu sentia era um puto tesão daquele caralho que parecia uma pedra me penetrando e me rasgando toda.
O que aconteceu a seguir é algo que jamais irei esquecer..logo após ter entrado a cabecinha.. aquela pica gigantesca deslizou pelo meu rabo a dentro... e ele inicialmente começou a me cavalgar devagar... e o que eu sentia era desconhecido e estupendamente gostoso.
Fiquei louca e percebi que dar o rabo é a coisa mais excitante, mais fudida de gostosa que tem na minha vida..
estou sempre depilando meu cuzinho...e quando não tenho o pau dele me penetrando, eu enfio o que tiver de duro pela frente..
Hoje em dia, acho que não viveria mais uma boa transa sem dar o meu rabo, não teria mais graça nenhuma.
Eu fico muito gostosa, muito vadia.. e fico com um tesão que não é desse mundo..
Hoje eu peço para ele me bater na bunda...sss... é delicioso...
Adoro que puxe meus cabelos e adoro procurar sua boca tendo que encaixar a minha bunda em todo o seu pau para virar prá tras..
Ele me come que nem um animal.. se lambuza todo... treme..
parece um cachorro de rua, grudado no rabo da sua cadela..
E eu.. adoro ser arrombada por aquele pau latejando... e adoro ser puta dando o cu.. adoro sentir um caralho dentro do meu rabo e adoro quando ele me bate e cospe no meu cu..
É tudo gostoso e sujo que eu nao tenho vontade de fazer outra coisa..
Agora o meu cuzinho deu pra piscar quando estou com vontade e sempre tenho vontade de dar o rabo, acordo pensando e vou dormir pensando.

Quem quiser experimentar a delícia do meu rabo, me escrevam e se quiserem inventar algo mais, se quiserem me enfiar objetos, me usar que nem uma vadia suja... fiquem a vontade, garanto que não se arrependerão.

11:06 PM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

A PRIMEIRA VEZ QUE DEI O RABO

Minha primeira experiencia sendo enrabada foi a sensação mais gostosa, mais tesuda que já senti em toda a minha vida.
Nunca tinha dado o rabo e o meu parceiro vivia com aqueles olhos pidões e sempre quando estava fazendo sexo na minha bucetinha, vinha com aqueles dedos tentando alargar meu cuzinho.
Eu sentia muito prazer quando ele passava o dedo na portinha.
Quando era penetrada na xaninha e ele alisava meu cuzinho com o dedo eu ficava com muito tesão, mas tinha muito medo de dar o rabo.
Sempre que estavamos na rua e quando eu dava as costas e me voltava rapidamente para ve-lo, era no meu rabo que seus olhos estavam cravados, e isso não saía da minha cabeça.. pois meu cuzinho piscava de tanta vontade de dar..
Até que um dia.. ele estava se deliciando, enfiando na minha bucetinha toda umida por tras, quando começou a esfregar aquele grosso melado no meu anus.... ssssssssssssss...ahh... que sensação deliciosa... que vontade de ser enrabada.. de dar todos os buracos, de ser fudida que nem uma puta safada.
E ele com aquela voz do caralho de gostosa, perguntou no meu ouvido se eu queria experimentar.
É irrisestivel ver um macho gostoso, que me fodE gostoso na buceta, se rastejar por um rabo... sss...
Não pensei duas vezes e disse que estava preparada...
Ele era todo cuidadoso comigo e tiha muito medo de me machucar. me ensinou que eu devia me tocar enquanto estivesse sentindo muita dor.
Ele ficou forçando na portinha... e o que eu sentia era um puto tesão daquele caralho que parecia uma pedra me penetrando e me rasgando toda.
O que aconteceu a seguir é algo que jamais irei esquecer..logo após ter entrado a cabecinha.. aquela pica gigantesca deslizou pelo meu rabo a dentro... e ele inicialmente começou a me cavalgar devagar... e o que eu sentia era desconhecido e estupendamente gostoso.
Fiquei louca e percebi que dar o rabo é a coisa mais excitante, mais fudida de gostosa que tem na minha vida..
estou sempre depilando meu cuzinho...e quando não tenho o pau dele me penetrando, eu enfio o que tiver de duro pela frente..
Hoje em dia, acho que não viveria mais uma boa transa sem dar o meu rabo, não teria mais graça nenhuma.
Eu fico muito gostosa, muito vadia.. e fico com um tesão que não é desse mundo..
Hoje eu peço para ele me bater na bunda...sss... é delicioso...
Adoro que puxe meus cabelos e adoro procurar sua boca tendo que encaixar a minha bunda em todo o seu pau para virar prá tras..
Ele me come que nem um animal.. se lambuza todo... treme..
parece um cachorro de rua, grudado no rabo da sua cadela..
E eu.. adoro ser arrombada por aquele pau latejando... e adoro ser puta dando o cu.. adoro sentir um caralho dentro do meu rabo e adoro quando ele me bate e cospe no meu cu..
É tudo gostoso e sujo que eu nao tenho vontade de fazer outra coisa..
Agora o meu cuzinho deu pra piscar quando estou com vontade e sempre tenho vontade de dar o rabo, acordo pensando e vou dormir pensando.

Quem quiser experimentar a delícia do meu rabo, me escrevam e se quiserem inventar algo mais, se quiserem me enfiar objetos, me usar que nem uma vadia suja... fiquem a vontade, garanto que não se arrependerão.

11:06 PM, March 03, 2005  
Anonymous Anonymous said...

A PRIMEIRA VEZ QUE DEI O RABO

Minha primeira experiencia sendo enrabada foi a sensação mais gostosa, mais tesuda que já senti em toda a minha vida.
Nunca tinha dado o rabo e o meu parceiro vivia com aqueles olhos pidões e sempre quando estava fazendo sexo na minha bucetinha, vinha com aqueles dedos tentando alargar meu cuzinho.
Eu sentia muito prazer quando ele passava o dedo na portinha.
Quando era penetrada na xaninha e ele alisava meu cuzinho com o dedo eu ficava com muito tesão, mas tinha muito medo de dar o rabo.
Sempre que estavamos na rua e quando eu dava as costas e me voltava rapidamente para ve-lo, era no meu rabo que seus olhos estavam cravados, e isso não saía da minha cabeça.. pois meu cuzinho piscava de tanta vontade de dar..
Até que um dia.. ele estava se deliciando, enfiando na minha bucetinha toda umida por tras, quando começou a esfregar aquele grosso melado no meu anus.... ssssssssssssss...ahh... que sensação deliciosa... que vontade de ser enrabada.. de dar todos os buracos, de ser fudida que nem uma puta safada.
E ele com aquela voz do caralho de gostosa, perguntou no meu ouvido se eu queria experimentar.
É irrisestivel ver um macho gostoso, que me fodE gostoso na buceta, se rastejar por um rabo... sss...
Não pensei duas vezes e disse que estava preparada...
Ele era todo cuidadoso comigo e tiha muito medo de me machucar. me ensinou que eu devia me tocar enquanto estivesse sentindo muita dor.
Ele ficou forçando na portinha... e o que eu sentia era um puto tesão daquele caralho que parecia uma pedra me penetrando e me rasgando toda.
O que aconteceu a seguir é algo que jamais irei esquecer..logo após ter entrado a cabecinha.. aquela pica gigantesca deslizou pelo meu rabo a dentro... e ele inicialmente começou a me cavalgar devagar... e o que eu sentia era desconhecido e estupendamente gostoso.
Fiquei louca e percebi que dar o rabo é a coisa mais excitante, mais fudida de gostosa que tem na minha vida..
estou sempre depilando meu cuzinho...e quando não tenho o pau dele me penetrando, eu enfio o que tiver de duro pela frente..
Hoje em dia, acho que não viveria mais uma boa transa sem dar o meu rabo, não teria mais graça nenhuma.
Eu fico muito gostosa, muito vadia.. e fico com um tesão que não é desse mundo..
Hoje eu peço para ele me bater na bunda...sss... é delicioso...
Adoro que puxe meus cabelos e adoro procurar sua boca tendo que encaixar a minha bunda em todo o seu pau para virar prá tras..
Ele me come que nem um animal.. se lambuza todo... treme..
parece um cachorro de rua, grudado no rabo da sua cadela..
E eu.. adoro ser arrombada por aquele pau latejando... e adoro ser puta dando o cu.. adoro sentir um caralho dentro do meu rabo e adoro quando ele me bate e cospe no meu cu..
É tudo gostoso e sujo que eu nao tenho vontade de fazer outra coisa..
Agora o meu cuzinho deu pra piscar quando estou com vontade e sempre tenho vontade de dar o rabo, acordo pensando e vou dormir pensando.

Quem quiser experimentar a delícia do meu rabo, me escrevam e se quiserem inventar algo mais, se quiserem me enfiar objetos, me usar que nem uma vadia suja... fiquem a vontade, garanto que não se arrependerão.

11:06 PM, March 03, 2005


Anonymous said...
A PRIMEIRA VEZ QUE DEI O RABO

Minha primeira experiencia sendo enrabada foi a sensação mais gostosa, mais tesuda que já senti em toda a minha vida.
Nunca tinha dado o rabo e o meu parceiro vivia com aqueles olhos pidões e sempre quando estava fazendo sexo na minha bucetinha, vinha com aqueles dedos tentando alargar meu cuzinho.
Eu sentia muito prazer quando ele passava o dedo na portinha.
Quando era penetrada na xaninha e ele alisava meu cuzinho com o dedo eu ficava com muito tesão, mas tinha muito medo de dar o rabo.
Sempre que estavamos na rua e quando eu dava as costas e me voltava rapidamente para ve-lo, era no meu rabo que seus olhos estavam cravados, e isso não saía da minha cabeça.. pois meu cuzinho piscava de tanta vontade de dar..
Até que um dia.. ele estava se deliciando, enfiando na minha bucetinha toda umida por tras, quando começou a esfregar aquele grosso melado no meu anus.... ssssssssssssss...ahh... que sensação deliciosa... que vontade de ser enrabada.. de dar todos os buracos, de ser fudida que nem uma puta safada.
E ele com aquela voz do caralho de gostosa, perguntou no meu ouvido se eu queria experimentar.
É irrisestivel ver um macho gostoso, que me fodE gostoso na buceta, se rastejar por um rabo... sss...
Não pensei duas vezes e disse que estava preparada...
Ele era todo cuidadoso comigo e tiha muito medo de me machucar. me ensinou que eu devia me tocar enquanto estivesse sentindo muita dor.
Ele ficou forçando na portinha... e o que eu sentia era um puto tesão daquele caralho que parecia uma pedra me penetrando e me rasgando toda.
O que aconteceu a seguir é algo que jamais irei esquecer..logo após ter entrado a cabecinha.. aquela pica gigantesca deslizou pelo meu rabo a dentro... e ele inicialmente começou a me cavalgar devagar... e o que eu sentia era desconhecido e estupendamente gostoso.
Fiquei louca e percebi que dar o rabo é a coisa mais excitante, mais fudida de gostosa que tem na minha vida..
estou sempre depilando meu cuzinho...e quando não tenho o pau dele me penetrando, eu enfio o que tiver de duro pela frente..
Hoje em dia, acho que não viveria mais uma boa transa sem dar o meu rabo, não teria mais graça nenhuma.
Eu fico muito gostosa, muito vadia.. e fico com um tesão que não é desse mundo..
Hoje eu peço para ele me bater na bunda...sss... é delicioso...
Adoro que puxe meus cabelos e adoro procurar sua boca tendo que encaixar a minha bunda em todo o seu pau para virar prá tras..
Ele me come que nem um animal.. se lambuza todo... treme..
parece um cachorro de rua, grudado no rabo da sua cadela..
E eu.. adoro ser arrombada por aquele pau latejando... e adoro ser puta dando o cu.. adoro sentir um caralho dentro do meu rabo e adoro quando ele me bate e cospe no meu cu..
É tudo gostoso e sujo que eu nao tenho vontade de fazer outra coisa..
Agora o meu cuzinho deu pra piscar quando estou com vontade e sempre tenho vontade de dar o rabo, acordo pensando e vou dormir pensando.

Quem quiser experimentar a delícia do meu rabo, me escrevam e se quiserem inventar algo mais, se quiserem me enfiar objetos, me usar que nem uma vadia suja... fiquem a vontade, garanto que não se arrependerão.

11:06 PM, March 03, 2005


Anonymous said...
ONTEM VÍ UM ANÚNCIO NO JORNAL
VI NA TV NO OUT DOOR E EM DIGITAL
PEDIAM MULHERES COM CORPO ESCULTURAL
PRA DAR PRAZER A HOMENS, MULHERES E ATÉ CASAL
MAS NA REAL O QUE EU QUERO É SER ARTISTA
DAR AUTÓGRAFOS, ENTREVISTA SER CAPA DE REVISTA
QUERO SER VISTA BEM BONITA NA TELEVISÃO
ROLÉ DE CARRO E NÃO MAIS DE CAMBURÃO,NÃO
TÔ DEPRIMIDA NESSE AMBIENTE DE DESGRAÇA
TRAFICANTES, PARASITAS, VICIADOS PSICOPATAS
UM BASEADO PRA AFASTAR ESSA FADIGA
DESSA NOITE SEDENTÁRIA DE ORGIA E MAL DORMIDA
NÃO CHORO MAIS, SEI QUE ME PERDI
TÔ CONSCIENTE , O MEU DESTINO EU ESCOLHI
DAS PRAGAS SOCIAIS SOU A PIOR
COCOROCOCÓ EU SOU O EFEITO DOMINÓ
O LENOCÍNIO OFUSCA, INDUZ,COAGE , ATRAÍ
O MARINHEIRO AVENTUREIRO SORRATEIRO DESEMBARCA E CAI
SOU DE QUEM ME VIR PRIMEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

OS CRENTES DIZEM QUE VENDO A ALMA PRO CAPETA
SEI MUITO BEM QUE NÃO SOU MAIS MULHER DIREITA
NÃO SEI SE É CERTO, MAS FAÇO PARTE DO BORDEL
UM REDEVÚ , QUE MAIS PARECE A TORRE DE BABEL
SINTO OS SINTOMAS DA FADIGA NO MEU CORPO
MAIS SEDATIVOS ALIVIAM AS CONSEQÜÊNCIAS DESSE ABORTO
A PERVERSÃO DEIXA PROFUNDAS CICRATIZES
EM DESESPERO JÁ TENTEI VÁRIOS SUICÍDIOS
QUEM ME VÊ AQUI, SORRI ASSIM TÃO INOCENTE
NÃO PERCEBE A MALÍCIA DA SERPENTE
DOU MAIS UM DOIS E ALIVIO ESSA TENSÃO,OU NÃO?
NA MADRUGADA TODA PUTA É A IMAGEM DO CÃO,OU NÃO?
SEM CARTEIRA VOU GUIANDO , SENTIDO CONTRA MÃO
ARTIGO CINCO NOVE LEI DA CONTRAVENÇÃO
VOU DESPERTANDO A LIBIDO DE UM VELHO OU DE UM MENINO
CONSIDERADA AQUI NA ZONA A RAINHA DO EROTISMO
STO AGOSTINHO É MEU SANTO PROTETOR
CONTRADIÇÃO É MINHA MARCA NA REZA E NA DOR
SOU O RETRATO TRÊS POR QUATRO DESSE POVO BRASILEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SER MERETRIZ TRISTE E FELIZ, CODINOME VAGABUNDA
ENTRE O MAL E O BEM VOU DEIXAR DE SER IMUNDA
VOCÊ ACHA QUE É FALTA DE MORAL. PROMISCUIDADE EXCESSIVA
SEJA PUTA DOIS MINUTOS E SOBREVIVA
TENHO SONHO , AMOR E VAIDADE
UM TÉCO AJUDA SUPORTAR A ENFERMIDADE
AS FAMÍLIAS ME ODEIAM POR CAUSA DA LUXÚRIA
MAS SÓ VENDO A MINHA CARNE , E MEU CARINHO AQUEM PROCURA
ENTRE LOGO, FECHE A PORTA MEU CLIENTE
TIRE A ROUPA LAVE O SEXO , TOME A PASTA ESCOVE O DENTE
NÃO PENSE NO PECADO, TENHA DECISÃO
SOU SEU VÍDEO GAME, LIGUE AQUI NESSE BOTÃO
GOZE LOGO O TEMPO É CURTO O PREÇO É JUSTO
OUTROS HOMENS ME ESPERAM VÁ SEM SUSTO
A POLICIA É APENAS NOSSO RISCO
A JUSTIÇA É APENAS NOSSO CISCO
A NECESSIDADE ME LEVA A SOBREVIVÊNCIA
A MISÉRIA ME LEVA A INDECÊNCIA
AS DUAS À LOUCURA, INTENSO DEVANEIO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SOU PROSTITUTA NA BOCA DO POVO CONHECIDA COMO PUTA
OBRIGADA A CONHECER AS POSIÇÕES DO KAMA SUTRA
SE MEU FILHO CHORA SOU EU , A MÃE QUE ESCUTA
MEU DEUS DESCULPA, NÃO TENHO CULPA SÓ FUI A LUTA
NÃO SEI SE TENHO O VALOR QUE MEREÇO
MAS PRA DEITAR COMIGO TEM UM PREÇO
PELA MINHA MÃE PELO MEU FILHO TENHO MUITO APREÇO
FOI NUM PROSTÍBULO QUE ACHEI MEU ENDEREÇO
NÃO ME ORGULHO MAS ME ASSUMO, MENOS MAL
QUEM RODA BOLSA OU FAZ PROGRAMA, PRA MIM É TUDO IGUAL
DAS CINZAS AS CINZAS, DO PÓ AO PÓ
SEM DÓ, OS MEGANHAS CHEGAM O TEMPO FICA BEM PIOR
VEM DÍ MENOR, VEM COMIGO NO XILINDRÓ
ESTAR EM CASA COM MEU FILHO AGORA SERIA BEM MELHOR
NÃO ESTOU SÓ, TENHO DEUS COMIGO
MAS CORRO O RISCO DE DEITAR COM O INIMIGO
BATE O SINO, MEU FILHO DEVE TÁ DORMINDO
ENQUANTO EU INICIO A VIDA SEXUAL DE UM MENINO
AOS DEZESSEIS SÓ CURTIÇÃO, PENSAVA EM NADA
HOJE AOS 23 NEUROSE A MIL SÓ TRANSO ANGUSTIADA
AOS 33 QUEM SABE VELHA E ARREPENDIDA
AOS 43 SÓ NO ESQUELETO RECORDO A VIDA
MINHA PUTA VIDA
REFLETE O DESESPERO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

Nao e preciso dizer mais nd so posso falar q SOU PUTA SIM!!!

11:09 PM, March 03, 2005


Anonymous said...
ONTEM VÍ UM ANÚNCIO NO JORNAL
VI NA TV NO OUT DOOR E EM DIGITAL
PEDIAM MULHERES COM CORPO ESCULTURAL
PRA DAR PRAZER A HOMENS, MULHERES E ATÉ CASAL
MAS NA REAL O QUE EU QUERO É SER ARTISTA
DAR AUTÓGRAFOS, ENTREVISTA SER CAPA DE REVISTA
QUERO SER VISTA BEM BONITA NA TELEVISÃO
ROLÉ DE CARRO E NÃO MAIS DE CAMBURÃO,NÃO
TÔ DEPRIMIDA NESSE AMBIENTE DE DESGRAÇA
TRAFICANTES, PARASITAS, VICIADOS PSICOPATAS
UM BASEADO PRA AFASTAR ESSA FADIGA
DESSA NOITE SEDENTÁRIA DE ORGIA E MAL DORMIDA
NÃO CHORO MAIS, SEI QUE ME PERDI
TÔ CONSCIENTE , O MEU DESTINO EU ESCOLHI
DAS PRAGAS SOCIAIS SOU A PIOR
COCOROCOCÓ EU SOU O EFEITO DOMINÓ
O LENOCÍNIO OFUSCA, INDUZ,COAGE , ATRAÍ
O MARINHEIRO AVENTUREIRO SORRATEIRO DESEMBARCA E CAI
SOU DE QUEM ME VIR PRIMEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

OS CRENTES DIZEM QUE VENDO A ALMA PRO CAPETA
SEI MUITO BEM QUE NÃO SOU MAIS MULHER DIREITA
NÃO SEI SE É CERTO, MAS FAÇO PARTE DO BORDEL
UM REDEVÚ , QUE MAIS PARECE A TORRE DE BABEL
SINTO OS SINTOMAS DA FADIGA NO MEU CORPO
MAIS SEDATIVOS ALIVIAM AS CONSEQÜÊNCIAS DESSE ABORTO
A PERVERSÃO DEIXA PROFUNDAS CICRATIZES
EM DESESPERO JÁ TENTEI VÁRIOS SUICÍDIOS
QUEM ME VÊ AQUI, SORRI ASSIM TÃO INOCENTE
NÃO PERCEBE A MALÍCIA DA SERPENTE
DOU MAIS UM DOIS E ALIVIO ESSA TENSÃO,OU NÃO?
NA MADRUGADA TODA PUTA É A IMAGEM DO CÃO,OU NÃO?
SEM CARTEIRA VOU GUIANDO , SENTIDO CONTRA MÃO
ARTIGO CINCO NOVE LEI DA CONTRAVENÇÃO
VOU DESPERTANDO A LIBIDO DE UM VELHO OU DE UM MENINO
CONSIDERADA AQUI NA ZONA A RAINHA DO EROTISMO
STO AGOSTINHO É MEU SANTO PROTETOR
CONTRADIÇÃO É MINHA MARCA NA REZA E NA DOR
SOU O RETRATO TRÊS POR QUATRO DESSE POVO BRASILEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SER MERETRIZ TRISTE E FELIZ, CODINOME VAGABUNDA
ENTRE O MAL E O BEM VOU DEIXAR DE SER IMUNDA
VOCÊ ACHA QUE É FALTA DE MORAL. PROMISCUIDADE EXCESSIVA
SEJA PUTA DOIS MINUTOS E SOBREVIVA
TENHO SONHO , AMOR E VAIDADE
UM TÉCO AJUDA SUPORTAR A ENFERMIDADE
AS FAMÍLIAS ME ODEIAM POR CAUSA DA LUXÚRIA
MAS SÓ VENDO A MINHA CARNE , E MEU CARINHO AQUEM PROCURA
ENTRE LOGO, FECHE A PORTA MEU CLIENTE
TIRE A ROUPA LAVE O SEXO , TOME A PASTA ESCOVE O DENTE
NÃO PENSE NO PECADO, TENHA DECISÃO
SOU SEU VÍDEO GAME, LIGUE AQUI NESSE BOTÃO
GOZE LOGO O TEMPO É CURTO O PREÇO É JUSTO
OUTROS HOMENS ME ESPERAM VÁ SEM SUSTO
A POLICIA É APENAS NOSSO RISCO
A JUSTIÇA É APENAS NOSSO CISCO
A NECESSIDADE ME LEVA A SOBREVIVÊNCIA
A MISÉRIA ME LEVA A INDECÊNCIA
AS DUAS À LOUCURA, INTENSO DEVANEIO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SOU PROSTITUTA NA BOCA DO POVO CONHECIDA COMO PUTA
OBRIGADA A CONHECER AS POSIÇÕES DO KAMA SUTRA
SE MEU FILHO CHORA SOU EU , A MÃE QUE ESCUTA
MEU DEUS DESCULPA, NÃO TENHO CULPA SÓ FUI A LUTA
NÃO SEI SE TENHO O VALOR QUE MEREÇO
MAS PRA DEITAR COMIGO TEM UM PREÇO
PELA MINHA MÃE PELO MEU FILHO TENHO MUITO APREÇO
FOI NUM PROSTÍBULO QUE ACHEI MEU ENDEREÇO
NÃO ME ORGULHO MAS ME ASSUMO, MENOS MAL
QUEM RODA BOLSA OU FAZ PROGRAMA, PRA MIM É TUDO IGUAL
DAS CINZAS AS CINZAS, DO PÓ AO PÓ
SEM DÓ, OS MEGANHAS CHEGAM O TEMPO FICA BEM PIOR
VEM DÍ MENOR, VEM COMIGO NO XILINDRÓ
ESTAR EM CASA COM MEU FILHO AGORA SERIA BEM MELHOR
NÃO ESTOU SÓ, TENHO DEUS COMIGO
MAS CORRO O RISCO DE DEITAR COM O INIMIGO
BATE O SINO, MEU FILHO DEVE TÁ DORMINDO
ENQUANTO EU INICIO A VIDA SEXUAL DE UM MENINO
AOS DEZESSEIS SÓ CURTIÇÃO, PENSAVA EM NADA
HOJE AOS 23 NEUROSE A MIL SÓ TRANSO ANGUSTIADA
AOS 33 QUEM SABE VELHA E ARREPENDIDA
AOS 43 SÓ NO ESQUELETO RECORDO A VIDA
MINHA PUTA VIDA
REFLETE O DESESPERO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

Nao e preciso dizer mais nd so posso falar q SOU PUTA SIM!!!

11:09 PM, March 03, 2005


Anonymous said...
ONTEM VÍ UM ANÚNCIO NO JORNAL
VI NA TV NO OUT DOOR E EM DIGITAL
PEDIAM MULHERES COM CORPO ESCULTURAL
PRA DAR PRAZER A HOMENS, MULHERES E ATÉ CASAL
MAS NA REAL O QUE EU QUERO É SER ARTISTA
DAR AUTÓGRAFOS, ENTREVISTA SER CAPA DE REVISTA
QUERO SER VISTA BEM BONITA NA TELEVISÃO
ROLÉ DE CARRO E NÃO MAIS DE CAMBURÃO,NÃO
TÔ DEPRIMIDA NESSE AMBIENTE DE DESGRAÇA
TRAFICANTES, PARASITAS, VICIADOS PSICOPATAS
UM BASEADO PRA AFASTAR ESSA FADIGA
DESSA NOITE SEDENTÁRIA DE ORGIA E MAL DORMIDA
NÃO CHORO MAIS, SEI QUE ME PERDI
TÔ CONSCIENTE , O MEU DESTINO EU ESCOLHI
DAS PRAGAS SOCIAIS SOU A PIOR
COCOROCOCÓ EU SOU O EFEITO DOMINÓ
O LENOCÍNIO OFUSCA, INDUZ,COAGE , ATRAÍ
O MARINHEIRO AVENTUREIRO SORRATEIRO DESEMBARCA E CAI
SOU DE QUEM ME VIR PRIMEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

OS CRENTES DIZEM QUE VENDO A ALMA PRO CAPETA
SEI MUITO BEM QUE NÃO SOU MAIS MULHER DIREITA
NÃO SEI SE É CERTO, MAS FAÇO PARTE DO BORDEL
UM REDEVÚ , QUE MAIS PARECE A TORRE DE BABEL
SINTO OS SINTOMAS DA FADIGA NO MEU CORPO
MAIS SEDATIVOS ALIVIAM AS CONSEQÜÊNCIAS DESSE ABORTO
A PERVERSÃO DEIXA PROFUNDAS CICRATIZES
EM DESESPERO JÁ TENTEI VÁRIOS SUICÍDIOS
QUEM ME VÊ AQUI, SORRI ASSIM TÃO INOCENTE
NÃO PERCEBE A MALÍCIA DA SERPENTE
DOU MAIS UM DOIS E ALIVIO ESSA TENSÃO,OU NÃO?
NA MADRUGADA TODA PUTA É A IMAGEM DO CÃO,OU NÃO?
SEM CARTEIRA VOU GUIANDO , SENTIDO CONTRA MÃO
ARTIGO CINCO NOVE LEI DA CONTRAVENÇÃO
VOU DESPERTANDO A LIBIDO DE UM VELHO OU DE UM MENINO
CONSIDERADA AQUI NA ZONA A RAINHA DO EROTISMO
STO AGOSTINHO É MEU SANTO PROTETOR
CONTRADIÇÃO É MINHA MARCA NA REZA E NA DOR
SOU O RETRATO TRÊS POR QUATRO DESSE POVO BRASILEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SER MERETRIZ TRISTE E FELIZ, CODINOME VAGABUNDA
ENTRE O MAL E O BEM VOU DEIXAR DE SER IMUNDA
VOCÊ ACHA QUE É FALTA DE MORAL. PROMISCUIDADE EXCESSIVA
SEJA PUTA DOIS MINUTOS E SOBREVIVA
TENHO SONHO , AMOR E VAIDADE
UM TÉCO AJUDA SUPORTAR A ENFERMIDADE
AS FAMÍLIAS ME ODEIAM POR CAUSA DA LUXÚRIA
MAS SÓ VENDO A MINHA CARNE , E MEU CARINHO AQUEM PROCURA
ENTRE LOGO, FECHE A PORTA MEU CLIENTE
TIRE A ROUPA LAVE O SEXO , TOME A PASTA ESCOVE O DENTE
NÃO PENSE NO PECADO, TENHA DECISÃO
SOU SEU VÍDEO GAME, LIGUE AQUI NESSE BOTÃO
GOZE LOGO O TEMPO É CURTO O PREÇO É JUSTO
OUTROS HOMENS ME ESPERAM VÁ SEM SUSTO
A POLICIA É APENAS NOSSO RISCO
A JUSTIÇA É APENAS NOSSO CISCO
A NECESSIDADE ME LEVA A SOBREVIVÊNCIA
A MISÉRIA ME LEVA A INDECÊNCIA
AS DUAS À LOUCURA, INTENSO DEVANEIO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SOU PROSTITUTA NA BOCA DO POVO CONHECIDA COMO PUTA
OBRIGADA A CONHECER AS POSIÇÕES DO KAMA SUTRA
SE MEU FILHO CHORA SOU EU , A MÃE QUE ESCUTA
MEU DEUS DESCULPA, NÃO TENHO CULPA SÓ FUI A LUTA
NÃO SEI SE TENHO O VALOR QUE MEREÇO
MAS PRA DEITAR COMIGO TEM UM PREÇO
PELA MINHA MÃE PELO MEU FILHO TENHO MUITO APREÇO
FOI NUM PROSTÍBULO QUE ACHEI MEU ENDEREÇO
NÃO ME ORGULHO MAS ME ASSUMO, MENOS MAL
QUEM RODA BOLSA OU FAZ PROGRAMA, PRA MIM É TUDO IGUAL
DAS CINZAS AS CINZAS, DO PÓ AO PÓ
SEM DÓ, OS MEGANHAS CHEGAM O TEMPO FICA BEM PIOR
VEM DÍ MENOR, VEM COMIGO NO XILINDRÓ
ESTAR EM CASA COM MEU FILHO AGORA SERIA BEM MELHOR
NÃO ESTOU SÓ, TENHO DEUS COMIGO
MAS CORRO O RISCO DE DEITAR COM O INIMIGO
BATE O SINO, MEU FILHO DEVE TÁ DORMINDO
ENQUANTO EU INICIO A VIDA SEXUAL DE UM MENINO
AOS DEZESSEIS SÓ CURTIÇÃO, PENSAVA EM NADA
HOJE AOS 23 NEUROSE A MIL SÓ TRANSO ANGUSTIADA
AOS 33 QUEM SABE VELHA E ARREPENDIDA
AOS 43 SÓ NO ESQUELETO RECORDO A VIDA
MINHA PUTA VIDA
REFLETE O DESESPERO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

Nao e preciso dizer mais nd so posso falar q SOU PUTA SIM!!!

11:09 PM, March 03, 2005

6:54 AM, March 04, 2005  
Anonymous Anonymous said...

A PRIMEIRA VEZ QUE DEI O RABO

Minha primeira experiencia sendo enrabada foi a sensação mais gostosa, mais tesuda que já senti em toda a minha vida.
Nunca tinha dado o rabo e o meu parceiro vivia com aqueles olhos pidões e sempre quando estava fazendo sexo na minha bucetinha, vinha com aqueles dedos tentando alargar meu cuzinho.
Eu sentia muito prazer quando ele passava o dedo na portinha.
Quando era penetrada na xaninha e ele alisava meu cuzinho com o dedo eu ficava com muito tesão, mas tinha muito medo de dar o rabo.
Sempre que estavamos na rua e quando eu dava as costas e me voltava rapidamente para ve-lo, era no meu rabo que seus olhos estavam cravados, e isso não saía da minha cabeça.. pois meu cuzinho piscava de tanta vontade de dar..
Até que um dia.. ele estava se deliciando, enfiando na minha bucetinha toda umida por tras, quando começou a esfregar aquele grosso melado no meu anus.... ssssssssssssss...ahh... que sensação deliciosa... que vontade de ser enrabada.. de dar todos os buracos, de ser fudida que nem uma puta safada.
E ele com aquela voz do caralho de gostosa, perguntou no meu ouvido se eu queria experimentar.
É irrisestivel ver um macho gostoso, que me fodE gostoso na buceta, se rastejar por um rabo... sss...
Não pensei duas vezes e disse que estava preparada...
Ele era todo cuidadoso comigo e tiha muito medo de me machucar. me ensinou que eu devia me tocar enquanto estivesse sentindo muita dor.
Ele ficou forçando na portinha... e o que eu sentia era um puto tesão daquele caralho que parecia uma pedra me penetrando e me rasgando toda.
O que aconteceu a seguir é algo que jamais irei esquecer..logo após ter entrado a cabecinha.. aquela pica gigantesca deslizou pelo meu rabo a dentro... e ele inicialmente começou a me cavalgar devagar... e o que eu sentia era desconhecido e estupendamente gostoso.
Fiquei louca e percebi que dar o rabo é a coisa mais excitante, mais fudida de gostosa que tem na minha vida..
estou sempre depilando meu cuzinho...e quando não tenho o pau dele me penetrando, eu enfio o que tiver de duro pela frente..
Hoje em dia, acho que não viveria mais uma boa transa sem dar o meu rabo, não teria mais graça nenhuma.
Eu fico muito gostosa, muito vadia.. e fico com um tesão que não é desse mundo..
Hoje eu peço para ele me bater na bunda...sss... é delicioso...
Adoro que puxe meus cabelos e adoro procurar sua boca tendo que encaixar a minha bunda em todo o seu pau para virar prá tras..
Ele me come que nem um animal.. se lambuza todo... treme..
parece um cachorro de rua, grudado no rabo da sua cadela..
E eu.. adoro ser arrombada por aquele pau latejando... e adoro ser puta dando o cu.. adoro sentir um caralho dentro do meu rabo e adoro quando ele me bate e cospe no meu cu..
É tudo gostoso e sujo que eu nao tenho vontade de fazer outra coisa..
Agora o meu cuzinho deu pra piscar quando estou com vontade e sempre tenho vontade de dar o rabo, acordo pensando e vou dormir pensando.

Quem quiser experimentar a delícia do meu rabo, me escrevam e se quiserem inventar algo mais, se quiserem me enfiar objetos, me usar que nem uma vadia suja... fiquem a vontade, garanto que não se arrependerão.

11:06 PM, March 03, 2005


Anonymous said...
A PRIMEIRA VEZ QUE DEI O RABO

Minha primeira experiencia sendo enrabada foi a sensação mais gostosa, mais tesuda que já senti em toda a minha vida.
Nunca tinha dado o rabo e o meu parceiro vivia com aqueles olhos pidões e sempre quando estava fazendo sexo na minha bucetinha, vinha com aqueles dedos tentando alargar meu cuzinho.
Eu sentia muito prazer quando ele passava o dedo na portinha.
Quando era penetrada na xaninha e ele alisava meu cuzinho com o dedo eu ficava com muito tesão, mas tinha muito medo de dar o rabo.
Sempre que estavamos na rua e quando eu dava as costas e me voltava rapidamente para ve-lo, era no meu rabo que seus olhos estavam cravados, e isso não saía da minha cabeça.. pois meu cuzinho piscava de tanta vontade de dar..
Até que um dia.. ele estava se deliciando, enfiando na minha bucetinha toda umida por tras, quando começou a esfregar aquele grosso melado no meu anus.... ssssssssssssss...ahh... que sensação deliciosa... que vontade de ser enrabada.. de dar todos os buracos, de ser fudida que nem uma puta safada.
E ele com aquela voz do caralho de gostosa, perguntou no meu ouvido se eu queria experimentar.
É irrisestivel ver um macho gostoso, que me fodE gostoso na buceta, se rastejar por um rabo... sss...
Não pensei duas vezes e disse que estava preparada...
Ele era todo cuidadoso comigo e tiha muito medo de me machucar. me ensinou que eu devia me tocar enquanto estivesse sentindo muita dor.
Ele ficou forçando na portinha... e o que eu sentia era um puto tesão daquele caralho que parecia uma pedra me penetrando e me rasgando toda.
O que aconteceu a seguir é algo que jamais irei esquecer..logo após ter entrado a cabecinha.. aquela pica gigantesca deslizou pelo meu rabo a dentro... e ele inicialmente começou a me cavalgar devagar... e o que eu sentia era desconhecido e estupendamente gostoso.
Fiquei louca e percebi que dar o rabo é a coisa mais excitante, mais fudida de gostosa que tem na minha vida..
estou sempre depilando meu cuzinho...e quando não tenho o pau dele me penetrando, eu enfio o que tiver de duro pela frente..
Hoje em dia, acho que não viveria mais uma boa transa sem dar o meu rabo, não teria mais graça nenhuma.
Eu fico muito gostosa, muito vadia.. e fico com um tesão que não é desse mundo..
Hoje eu peço para ele me bater na bunda...sss... é delicioso...
Adoro que puxe meus cabelos e adoro procurar sua boca tendo que encaixar a minha bunda em todo o seu pau para virar prá tras..
Ele me come que nem um animal.. se lambuza todo... treme..
parece um cachorro de rua, grudado no rabo da sua cadela..
E eu.. adoro ser arrombada por aquele pau latejando... e adoro ser puta dando o cu.. adoro sentir um caralho dentro do meu rabo e adoro quando ele me bate e cospe no meu cu..
É tudo gostoso e sujo que eu nao tenho vontade de fazer outra coisa..
Agora o meu cuzinho deu pra piscar quando estou com vontade e sempre tenho vontade de dar o rabo, acordo pensando e vou dormir pensando.

Quem quiser experimentar a delícia do meu rabo, me escrevam e se quiserem inventar algo mais, se quiserem me enfiar objetos, me usar que nem uma vadia suja... fiquem a vontade, garanto que não se arrependerão.

11:06 PM, March 03, 2005


Anonymous said...
ONTEM VÍ UM ANÚNCIO NO JORNAL
VI NA TV NO OUT DOOR E EM DIGITAL
PEDIAM MULHERES COM CORPO ESCULTURAL
PRA DAR PRAZER A HOMENS, MULHERES E ATÉ CASAL
MAS NA REAL O QUE EU QUERO É SER ARTISTA
DAR AUTÓGRAFOS, ENTREVISTA SER CAPA DE REVISTA
QUERO SER VISTA BEM BONITA NA TELEVISÃO
ROLÉ DE CARRO E NÃO MAIS DE CAMBURÃO,NÃO
TÔ DEPRIMIDA NESSE AMBIENTE DE DESGRAÇA
TRAFICANTES, PARASITAS, VICIADOS PSICOPATAS
UM BASEADO PRA AFASTAR ESSA FADIGA
DESSA NOITE SEDENTÁRIA DE ORGIA E MAL DORMIDA
NÃO CHORO MAIS, SEI QUE ME PERDI
TÔ CONSCIENTE , O MEU DESTINO EU ESCOLHI
DAS PRAGAS SOCIAIS SOU A PIOR
COCOROCOCÓ EU SOU O EFEITO DOMINÓ
O LENOCÍNIO OFUSCA, INDUZ,COAGE , ATRAÍ
O MARINHEIRO AVENTUREIRO SORRATEIRO DESEMBARCA E CAI
SOU DE QUEM ME VIR PRIMEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

OS CRENTES DIZEM QUE VENDO A ALMA PRO CAPETA
SEI MUITO BEM QUE NÃO SOU MAIS MULHER DIREITA
NÃO SEI SE É CERTO, MAS FAÇO PARTE DO BORDEL
UM REDEVÚ , QUE MAIS PARECE A TORRE DE BABEL
SINTO OS SINTOMAS DA FADIGA NO MEU CORPO
MAIS SEDATIVOS ALIVIAM AS CONSEQÜÊNCIAS DESSE ABORTO
A PERVERSÃO DEIXA PROFUNDAS CICRATIZES
EM DESESPERO JÁ TENTEI VÁRIOS SUICÍDIOS
QUEM ME VÊ AQUI, SORRI ASSIM TÃO INOCENTE
NÃO PERCEBE A MALÍCIA DA SERPENTE
DOU MAIS UM DOIS E ALIVIO ESSA TENSÃO,OU NÃO?
NA MADRUGADA TODA PUTA É A IMAGEM DO CÃO,OU NÃO?
SEM CARTEIRA VOU GUIANDO , SENTIDO CONTRA MÃO
ARTIGO CINCO NOVE LEI DA CONTRAVENÇÃO
VOU DESPERTANDO A LIBIDO DE UM VELHO OU DE UM MENINO
CONSIDERADA AQUI NA ZONA A RAINHA DO EROTISMO
STO AGOSTINHO É MEU SANTO PROTETOR
CONTRADIÇÃO É MINHA MARCA NA REZA E NA DOR
SOU O RETRATO TRÊS POR QUATRO DESSE POVO BRASILEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SER MERETRIZ TRISTE E FELIZ, CODINOME VAGABUNDA
ENTRE O MAL E O BEM VOU DEIXAR DE SER IMUNDA
VOCÊ ACHA QUE É FALTA DE MORAL. PROMISCUIDADE EXCESSIVA
SEJA PUTA DOIS MINUTOS E SOBREVIVA
TENHO SONHO , AMOR E VAIDADE
UM TÉCO AJUDA SUPORTAR A ENFERMIDADE
AS FAMÍLIAS ME ODEIAM POR CAUSA DA LUXÚRIA
MAS SÓ VENDO A MINHA CARNE , E MEU CARINHO AQUEM PROCURA
ENTRE LOGO, FECHE A PORTA MEU CLIENTE
TIRE A ROUPA LAVE O SEXO , TOME A PASTA ESCOVE O DENTE
NÃO PENSE NO PECADO, TENHA DECISÃO
SOU SEU VÍDEO GAME, LIGUE AQUI NESSE BOTÃO
GOZE LOGO O TEMPO É CURTO O PREÇO É JUSTO
OUTROS HOMENS ME ESPERAM VÁ SEM SUSTO
A POLICIA É APENAS NOSSO RISCO
A JUSTIÇA É APENAS NOSSO CISCO
A NECESSIDADE ME LEVA A SOBREVIVÊNCIA
A MISÉRIA ME LEVA A INDECÊNCIA
AS DUAS À LOUCURA, INTENSO DEVANEIO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SOU PROSTITUTA NA BOCA DO POVO CONHECIDA COMO PUTA
OBRIGADA A CONHECER AS POSIÇÕES DO KAMA SUTRA
SE MEU FILHO CHORA SOU EU , A MÃE QUE ESCUTA
MEU DEUS DESCULPA, NÃO TENHO CULPA SÓ FUI A LUTA
NÃO SEI SE TENHO O VALOR QUE MEREÇO
MAS PRA DEITAR COMIGO TEM UM PREÇO
PELA MINHA MÃE PELO MEU FILHO TENHO MUITO APREÇO
FOI NUM PROSTÍBULO QUE ACHEI MEU ENDEREÇO
NÃO ME ORGULHO MAS ME ASSUMO, MENOS MAL
QUEM RODA BOLSA OU FAZ PROGRAMA, PRA MIM É TUDO IGUAL
DAS CINZAS AS CINZAS, DO PÓ AO PÓ
SEM DÓ, OS MEGANHAS CHEGAM O TEMPO FICA BEM PIOR
VEM DÍ MENOR, VEM COMIGO NO XILINDRÓ
ESTAR EM CASA COM MEU FILHO AGORA SERIA BEM MELHOR
NÃO ESTOU SÓ, TENHO DEUS COMIGO
MAS CORRO O RISCO DE DEITAR COM O INIMIGO
BATE O SINO, MEU FILHO DEVE TÁ DORMINDO
ENQUANTO EU INICIO A VIDA SEXUAL DE UM MENINO
AOS DEZESSEIS SÓ CURTIÇÃO, PENSAVA EM NADA
HOJE AOS 23 NEUROSE A MIL SÓ TRANSO ANGUSTIADA
AOS 33 QUEM SABE VELHA E ARREPENDIDA
AOS 43 SÓ NO ESQUELETO RECORDO A VIDA
MINHA PUTA VIDA
REFLETE O DESESPERO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

Nao e preciso dizer mais nd so posso falar q SOU PUTA SIM!!!

11:09 PM, March 03, 2005


Anonymous said...
ONTEM VÍ UM ANÚNCIO NO JORNAL
VI NA TV NO OUT DOOR E EM DIGITAL
PEDIAM MULHERES COM CORPO ESCULTURAL
PRA DAR PRAZER A HOMENS, MULHERES E ATÉ CASAL
MAS NA REAL O QUE EU QUERO É SER ARTISTA
DAR AUTÓGRAFOS, ENTREVISTA SER CAPA DE REVISTA
QUERO SER VISTA BEM BONITA NA TELEVISÃO
ROLÉ DE CARRO E NÃO MAIS DE CAMBURÃO,NÃO
TÔ DEPRIMIDA NESSE AMBIENTE DE DESGRAÇA
TRAFICANTES, PARASITAS, VICIADOS PSICOPATAS
UM BASEADO PRA AFASTAR ESSA FADIGA
DESSA NOITE SEDENTÁRIA DE ORGIA E MAL DORMIDA
NÃO CHORO MAIS, SEI QUE ME PERDI
TÔ CONSCIENTE , O MEU DESTINO EU ESCOLHI
DAS PRAGAS SOCIAIS SOU A PIOR
COCOROCOCÓ EU SOU O EFEITO DOMINÓ
O LENOCÍNIO OFUSCA, INDUZ,COAGE , ATRAÍ
O MARINHEIRO AVENTUREIRO SORRATEIRO DESEMBARCA E CAI
SOU DE QUEM ME VIR PRIMEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

OS CRENTES DIZEM QUE VENDO A ALMA PRO CAPETA
SEI MUITO BEM QUE NÃO SOU MAIS MULHER DIREITA
NÃO SEI SE É CERTO, MAS FAÇO PARTE DO BORDEL
UM REDEVÚ , QUE MAIS PARECE A TORRE DE BABEL
SINTO OS SINTOMAS DA FADIGA NO MEU CORPO
MAIS SEDATIVOS ALIVIAM AS CONSEQÜÊNCIAS DESSE ABORTO
A PERVERSÃO DEIXA PROFUNDAS CICRATIZES
EM DESESPERO JÁ TENTEI VÁRIOS SUICÍDIOS
QUEM ME VÊ AQUI, SORRI ASSIM TÃO INOCENTE
NÃO PERCEBE A MALÍCIA DA SERPENTE
DOU MAIS UM DOIS E ALIVIO ESSA TENSÃO,OU NÃO?
NA MADRUGADA TODA PUTA É A IMAGEM DO CÃO,OU NÃO?
SEM CARTEIRA VOU GUIANDO , SENTIDO CONTRA MÃO
ARTIGO CINCO NOVE LEI DA CONTRAVENÇÃO
VOU DESPERTANDO A LIBIDO DE UM VELHO OU DE UM MENINO
CONSIDERADA AQUI NA ZONA A RAINHA DO EROTISMO
STO AGOSTINHO É MEU SANTO PROTETOR
CONTRADIÇÃO É MINHA MARCA NA REZA E NA DOR
SOU O RETRATO TRÊS POR QUATRO DESSE POVO BRASILEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SER MERETRIZ TRISTE E FELIZ, CODINOME VAGABUNDA
ENTRE O MAL E O BEM VOU DEIXAR DE SER IMUNDA
VOCÊ ACHA QUE É FALTA DE MORAL. PROMISCUIDADE EXCESSIVA
SEJA PUTA DOIS MINUTOS E SOBREVIVA
TENHO SONHO , AMOR E VAIDADE
UM TÉCO AJUDA SUPORTAR A ENFERMIDADE
AS FAMÍLIAS ME ODEIAM POR CAUSA DA LUXÚRIA
MAS SÓ VENDO A MINHA CARNE , E MEU CARINHO AQUEM PROCURA
ENTRE LOGO, FECHE A PORTA MEU CLIENTE
TIRE A ROUPA LAVE O SEXO , TOME A PASTA ESCOVE O DENTE
NÃO PENSE NO PECADO, TENHA DECISÃO
SOU SEU VÍDEO GAME, LIGUE AQUI NESSE BOTÃO
GOZE LOGO O TEMPO É CURTO O PREÇO É JUSTO
OUTROS HOMENS ME ESPERAM VÁ SEM SUSTO
A POLICIA É APENAS NOSSO RISCO
A JUSTIÇA É APENAS NOSSO CISCO
A NECESSIDADE ME LEVA A SOBREVIVÊNCIA
A MISÉRIA ME LEVA A INDECÊNCIA
AS DUAS À LOUCURA, INTENSO DEVANEIO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SOU PROSTITUTA NA BOCA DO POVO CONHECIDA COMO PUTA
OBRIGADA A CONHECER AS POSIÇÕES DO KAMA SUTRA
SE MEU FILHO CHORA SOU EU , A MÃE QUE ESCUTA
MEU DEUS DESCULPA, NÃO TENHO CULPA SÓ FUI A LUTA
NÃO SEI SE TENHO O VALOR QUE MEREÇO
MAS PRA DEITAR COMIGO TEM UM PREÇO
PELA MINHA MÃE PELO MEU FILHO TENHO MUITO APREÇO
FOI NUM PROSTÍBULO QUE ACHEI MEU ENDEREÇO
NÃO ME ORGULHO MAS ME ASSUMO, MENOS MAL
QUEM RODA BOLSA OU FAZ PROGRAMA, PRA MIM É TUDO IGUAL
DAS CINZAS AS CINZAS, DO PÓ AO PÓ
SEM DÓ, OS MEGANHAS CHEGAM O TEMPO FICA BEM PIOR
VEM DÍ MENOR, VEM COMIGO NO XILINDRÓ
ESTAR EM CASA COM MEU FILHO AGORA SERIA BEM MELHOR
NÃO ESTOU SÓ, TENHO DEUS COMIGO
MAS CORRO O RISCO DE DEITAR COM O INIMIGO
BATE O SINO, MEU FILHO DEVE TÁ DORMINDO
ENQUANTO EU INICIO A VIDA SEXUAL DE UM MENINO
AOS DEZESSEIS SÓ CURTIÇÃO, PENSAVA EM NADA
HOJE AOS 23 NEUROSE A MIL SÓ TRANSO ANGUSTIADA
AOS 33 QUEM SABE VELHA E ARREPENDIDA
AOS 43 SÓ NO ESQUELETO RECORDO A VIDA
MINHA PUTA VIDA
REFLETE O DESESPERO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

Nao e preciso dizer mais nd so posso falar q SOU PUTA SIM!!!

11:09 PM, March 03, 2005


Anonymous said...
ONTEM VÍ UM ANÚNCIO NO JORNAL
VI NA TV NO OUT DOOR E EM DIGITAL
PEDIAM MULHERES COM CORPO ESCULTURAL
PRA DAR PRAZER A HOMENS, MULHERES E ATÉ CASAL
MAS NA REAL O QUE EU QUERO É SER ARTISTA
DAR AUTÓGRAFOS, ENTREVISTA SER CAPA DE REVISTA
QUERO SER VISTA BEM BONITA NA TELEVISÃO
ROLÉ DE CARRO E NÃO MAIS DE CAMBURÃO,NÃO
TÔ DEPRIMIDA NESSE AMBIENTE DE DESGRAÇA
TRAFICANTES, PARASITAS, VICIADOS PSICOPATAS
UM BASEADO PRA AFASTAR ESSA FADIGA
DESSA NOITE SEDENTÁRIA DE ORGIA E MAL DORMIDA
NÃO CHORO MAIS, SEI QUE ME PERDI
TÔ CONSCIENTE , O MEU DESTINO EU ESCOLHI
DAS PRAGAS SOCIAIS SOU A PIOR
COCOROCOCÓ EU SOU O EFEITO DOMINÓ
O LENOCÍNIO OFUSCA, INDUZ,COAGE , ATRAÍ
O MARINHEIRO AVENTUREIRO SORRATEIRO DESEMBARCA E CAI
SOU DE QUEM ME VIR PRIMEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

OS CRENTES DIZEM QUE VENDO A ALMA PRO CAPETA
SEI MUITO BEM QUE NÃO SOU MAIS MULHER DIREITA
NÃO SEI SE É CERTO, MAS FAÇO PARTE DO BORDEL
UM REDEVÚ , QUE MAIS PARECE A TORRE DE BABEL
SINTO OS SINTOMAS DA FADIGA NO MEU CORPO
MAIS SEDATIVOS ALIVIAM AS CONSEQÜÊNCIAS DESSE ABORTO
A PERVERSÃO DEIXA PROFUNDAS CICRATIZES
EM DESESPERO JÁ TENTEI VÁRIOS SUICÍDIOS
QUEM ME VÊ AQUI, SORRI ASSIM TÃO INOCENTE
NÃO PERCEBE A MALÍCIA DA SERPENTE
DOU MAIS UM DOIS E ALIVIO ESSA TENSÃO,OU NÃO?
NA MADRUGADA TODA PUTA É A IMAGEM DO CÃO,OU NÃO?
SEM CARTEIRA VOU GUIANDO , SENTIDO CONTRA MÃO
ARTIGO CINCO NOVE LEI DA CONTRAVENÇÃO
VOU DESPERTANDO A LIBIDO DE UM VELHO OU DE UM MENINO
CONSIDERADA AQUI NA ZONA A RAINHA DO EROTISMO
STO AGOSTINHO É MEU SANTO PROTETOR
CONTRADIÇÃO É MINHA MARCA NA REZA E NA DOR
SOU O RETRATO TRÊS POR QUATRO DESSE POVO BRASILEIRO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SER MERETRIZ TRISTE E FELIZ, CODINOME VAGABUNDA
ENTRE O MAL E O BEM VOU DEIXAR DE SER IMUNDA
VOCÊ ACHA QUE É FALTA DE MORAL. PROMISCUIDADE EXCESSIVA
SEJA PUTA DOIS MINUTOS E SOBREVIVA
TENHO SONHO , AMOR E VAIDADE
UM TÉCO AJUDA SUPORTAR A ENFERMIDADE
AS FAMÍLIAS ME ODEIAM POR CAUSA DA LUXÚRIA
MAS SÓ VENDO A MINHA CARNE , E MEU CARINHO AQUEM PROCURA
ENTRE LOGO, FECHE A PORTA MEU CLIENTE
TIRE A ROUPA LAVE O SEXO , TOME A PASTA ESCOVE O DENTE
NÃO PENSE NO PECADO, TENHA DECISÃO
SOU SEU VÍDEO GAME, LIGUE AQUI NESSE BOTÃO
GOZE LOGO O TEMPO É CURTO O PREÇO É JUSTO
OUTROS HOMENS ME ESPERAM VÁ SEM SUSTO
A POLICIA É APENAS NOSSO RISCO
A JUSTIÇA É APENAS NOSSO CISCO
A NECESSIDADE ME LEVA A SOBREVIVÊNCIA
A MISÉRIA ME LEVA A INDECÊNCIA
AS DUAS À LOUCURA, INTENSO DEVANEIO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

SOU PROSTITUTA NA BOCA DO POVO CONHECIDA COMO PUTA
OBRIGADA A CONHECER AS POSIÇÕES DO KAMA SUTRA
SE MEU FILHO CHORA SOU EU , A MÃE QUE ESCUTA
MEU DEUS DESCULPA, NÃO TENHO CULPA SÓ FUI A LUTA
NÃO SEI SE TENHO O VALOR QUE MEREÇO
MAS PRA DEITAR COMIGO TEM UM PREÇO
PELA MINHA MÃE PELO MEU FILHO TENHO MUITO APREÇO
FOI NUM PROSTÍBULO QUE ACHEI MEU ENDEREÇO
NÃO ME ORGULHO MAS ME ASSUMO, MENOS MAL
QUEM RODA BOLSA OU FAZ PROGRAMA, PRA MIM É TUDO IGUAL
DAS CINZAS AS CINZAS, DO PÓ AO PÓ
SEM DÓ, OS MEGANHAS CHEGAM O TEMPO FICA BEM PIOR
VEM DÍ MENOR, VEM COMIGO NO XILINDRÓ
ESTAR EM CASA COM MEU FILHO AGORA SERIA BEM MELHOR
NÃO ESTOU SÓ, TENHO DEUS COMIGO
MAS CORRO O RISCO DE DEITAR COM O INIMIGO
BATE O SINO, MEU FILHO DEVE TÁ DORMINDO
ENQUANTO EU INICIO A VIDA SEXUAL DE UM MENINO
AOS DEZESSEIS SÓ CURTIÇÃO, PENSAVA EM NADA
HOJE AOS 23 NEUROSE A MIL SÓ TRANSO ANGUSTIADA
AOS 33 QUEM SABE VELHA E ARREPENDIDA
AOS 43 SÓ NO ESQUELETO RECORDO A VIDA
MINHA PUTA VIDA
REFLETE O DESESPERO
SOU A AUSÊNCIA DO AMOR COM A PRESENÇA DO DINHEIRO

REFRÃO.
SOU PUTA SIM VOU VIVENDO MEU JEITO
PROSTITUTA ATACANTE VOU DRIBLANDO O PRECONCEITO

Nao e preciso dizer mais nd so posso falar q SOU PUTA SIM!!!

11:09 PM, March 03, 2005

6:54 AM, March 04, 2005  
Anonymous Anonymous said...

A PRIMEIRA VEZ QUE DEI O RABO

Minha primeira experiencia sendo enrabada foi a sensação mais gostosa, mais tesuda que já senti em toda a minha vida.
Nunca tinha dado o rabo e o meu parceiro vivia com aqueles olhos pidões e sempre quando estava fazendo sexo na minha bucetinha, vinha com aqueles dedos tentando alargar meu cuzinho.
Eu sentia muito prazer quando ele passava o dedo na portinha.
Quando era penetrada na xaninha e ele alisava meu cuzinho com o dedo eu ficava com muito tesão, mas tinha muito medo de dar o rabo.
Sempre que estavamos na rua e quando eu dava as costas e me voltava rapidamente para ve-lo, era no meu rabo que seus olhos estavam cravados, e isso não saía da minha cabeça.. pois meu cuzinho piscava de tanta vontade de dar..
Até que um dia.. ele estava se deliciando, enfiando na minha bucetinha toda umida por tras, quando começou a esfregar aquele grosso melado no meu anus.... ssssssssssssss...ahh... que sensação deliciosa... que vontade de ser enrabada.. de dar todos os buracos, de ser fudida que nem uma puta safada.
E ele com aquela voz do caralho de gostosa, perguntou no meu ouvido se eu queria experimentar.
É irrisestivel ver um macho gostoso, que me fodE gostoso na buceta, se rastejar por um rabo... sss...
Não pensei duas vezes e disse que estava preparada...
Ele era todo cuidadoso comigo e tiha muito medo de me machucar. me ensinou que eu devia me tocar enquanto estivesse sentindo muita dor.
Ele ficou forçando na portinha... e o que eu sentia era um puto tesão daquele caralho que parecia uma pedra me penetrando e me rasgando toda.
O que aconteceu a seguir é algo que jamais irei esquecer..logo após ter entrado a cabecinha.. aquela pica gigantesca deslizou pelo meu rabo a dentro... e ele inicialmente começou a me cavalgar devagar... e o que eu sentia era desconhecido e estupendamente gostoso.
Fiquei louca e percebi que dar o rabo é a coisa mais excitante, mais fudida de gostosa que tem na minha vida..
estou sempre depilando meu cuzinho...e quando não tenho o pau dele me penetrando, eu enfio o que tiver de duro pela frente..
Hoje em dia, acho que não viveria mais uma boa transa sem dar o meu rabo, não teria mais graça nenhuma.
Eu fico muito gostosa, muito vadia.. e fico com um tesão que não é desse mundo..
Hoje eu peço para ele me bater na bunda...sss... é delicioso...
Adoro que puxe meus cabelos e adoro procurar sua boca tendo que encaixar a minha bunda em todo o seu pau para virar prá tras..
Ele me come que nem um animal.. se lambuza todo... treme..
parece um cachorro de rua, grudado no rabo da sua cadela..
E eu.. adoro ser arrombada por aquele pau latejando... e adoro ser puta dando o cu.. adoro sentir um caralho dentro do meu rabo e adoro quando ele me bate e cospe no meu cu..
É tudo gostoso e sujo que eu nao tenho vontade de fazer outra coisa..
Agora o meu cuzinho deu pra piscar quando estou com vontade e sempre tenho vontade de dar o rabo, acordo pensando e vou dormir pensando.

Quem quiser experimentar a delícia do meu rabo, me escrevam e se quiserem inventar algo mais, se quiserem me enfiar objetos, me usar que nem uma vadia suja... fiquem a vontade, garanto que não se arrependerão.

6:54 AM, March 04, 2005  
Anonymous Anonymous said...

A PRIMEIRA VEZ QUE DEI O RABO

Minha primeira experiencia sendo enrabada foi a sensação mais gostosa, mais tesuda que já senti em toda a minha vida.
Nunca tinha dado o rabo e o meu parceiro vivia com aqueles olhos pidões e sempre quando estava fazendo sexo na minha bucetinha, vinha com aqueles dedos tentando alargar meu cuzinho.
Eu sentia muito prazer quando ele passava o dedo na portinha.
Quando era penetrada na xaninha e ele alisava meu cuzinho com o dedo eu ficava com muito tesão, mas tinha muito medo de dar o rabo.
Sempre que estavamos na rua e quando eu dava as costas e me voltava rapidamente para ve-lo, era no meu rabo que seus olhos estavam cravados, e isso não saía da minha cabeça.. pois meu cuzinho piscava de tanta vontade de dar..
Até que um dia.. ele estava se deliciando, enfiando na minha bucetinha toda umida por tras, quando começou a esfregar aquele grosso melado no meu anus.... ssssssssssssss...ahh... que sensação deliciosa... que vontade de ser enrabada.. de dar todos os buracos, de ser fudida que nem uma puta safada.
E ele com aquela voz do caralho de gostosa, perguntou no meu ouvido se eu queria experimentar.
É irrisestivel ver um macho gostoso, que me fodE gostoso na buceta, se rastejar por um rabo... sss...
Não pensei duas vezes e disse que estava preparada...
Ele era todo cuidadoso comigo e tiha muito medo de me machucar. me ensinou que eu devia me tocar enquanto estivesse sentindo muita dor.
Ele ficou forçando na portinha... e o que eu sentia era um puto tesão daquele caralho que parecia uma pedra me penetrando e me rasgando toda.
O que aconteceu a seguir é algo que jamais irei esquecer..logo após ter entrado a cabecinha.. aquela pica gigantesca deslizou pelo meu rabo a dentro... e ele inicialmente começou a me cavalgar devagar... e o que eu sentia era desconhecido e estupendamente gostoso.
Fiquei louca e percebi que dar o rabo é a coisa mais excitante, mais fudida de gostosa que tem na minha vida..
estou sempre depilando meu cuzinho...e quando não tenho o pau dele me penetrando, eu enfio o que tiver de duro pela frente..
Hoje em dia, acho que não viveria mais uma boa transa sem dar o meu rabo, não teria mais graça nenhuma.
Eu fico muito gostosa, muito vadia.. e fico com um tesão que não é desse mundo..
Hoje eu peço para ele me bater na bunda...sss... é delicioso...
Adoro que puxe meus cabelos e adoro procurar sua boca tendo que encaixar a minha bunda em todo o seu pau para virar prá tras..
Ele me come que nem um animal.. se lambuza todo... treme..
parece um cachorro de rua, grudado no rabo da sua cadela..
E eu.. adoro ser arrombada por aquele pau latejando... e adoro ser puta dando o cu.. adoro sentir um caralho dentro do meu rabo e adoro quando ele me bate e cospe no meu cu..
É tudo gostoso e sujo que eu nao tenho vontade de fazer outra coisa..
Agora o meu cuzinho deu pra piscar quando estou com vontade e sempre tenho vontade de dar o rabo, acordo pensando e vou dormir pensando.

Quem quiser experimentar a delícia do meu rabo, me escrevam e se quiserem inventar algo mais, se quiserem me enfiar objetos, me usar que nem uma vadia suja... fiquem a vontade, garanto que não se arrependerão.

6:54 AM, March 04, 2005  
Anonymous Anonymous said...

A PRIMEIRA VEZ QUE DEI O RABO

Minha primeira experiencia sendo enrabada foi a sensação mais gostosa, mais tesuda que já senti em toda a minha vida.
Nunca tinha dado o rabo e o meu parceiro vivia com aqueles olhos pidões e sempre quando estava fazendo sexo na minha bucetinha, vinha com aqueles dedos tentando alargar meu cuzinho.
Eu sentia muito prazer quando ele passava o dedo na portinha.
Quando era penetrada na xaninha e ele alisava meu cuzinho com o dedo eu ficava com muito tesão, mas tinha muito medo de dar o rabo.
Sempre que estavamos na rua e quando eu dava as costas e me voltava rapidamente para ve-lo, era no meu rabo que seus olhos estavam cravados, e isso não saía da minha cabeça.. pois meu cuzinho piscava de tanta vontade de dar..
Até que um dia.. ele estava se deliciando, enfiando na minha bucetinha toda umida por tras, quando começou a esfregar aquele grosso melado no meu anus.... ssssssssssssss...ahh... que sensação deliciosa... que vontade de ser enrabada.. de dar todos os buracos, de ser fudida que nem uma puta safada.
E ele com aquela voz do caralho de gostosa, perguntou no meu ouvido se eu queria experimentar.
É irrisestivel ver um macho gostoso, que me fodE gostoso na buceta, se rastejar por um rabo... sss...
Não pensei duas vezes e disse que estava preparada...
Ele era todo cuidadoso comigo e tiha muito medo de me machucar. me ensinou que eu devia me tocar enquanto estivesse sentindo muita dor.
Ele ficou forçando na portinha... e o que eu sentia era um puto tesão daquele caralho que parecia uma pedra me penetrando e me rasgando toda.
O que aconteceu a seguir é algo que jamais irei esquecer..logo após ter entrado a cabecinha.. aquela pica gigantesca deslizou pelo meu rabo a dentro... e ele inicialmente começou a me cavalgar devagar... e o que eu sentia era desconhecido e estupendamente gostoso.
Fiquei louca e percebi que dar o rabo é a coisa mais excitante, mais fudida de gostosa que tem na minha vida..
estou sempre depilando meu cuzinho...e quando não tenho o pau dele me penetrando, eu enfio o que tiver de duro pela frente..
Hoje em dia, acho que não viveria mais uma boa transa sem dar o meu rabo, não teria mais graça nenhuma.
Eu fico muito gostosa, muito vadia.. e fico com um tesão que não é desse mundo..
Hoje eu peço para ele me bater na bunda...sss... é delicioso...
Adoro que puxe meus cabelos e adoro procurar sua boca tendo que encaixar a minha bunda em todo o seu pau para virar prá tras..
Ele me come que nem um animal.. se lambuza todo... treme..
parece um cachorro de rua, grudado no rabo da sua cadela..
E eu.. adoro ser arrombada por aquele pau latejando... e adoro ser puta dando o cu.. adoro sentir um caralho dentro do meu rabo e adoro quando ele me bate e cospe no meu cu..
É tudo gostoso e sujo que eu nao tenho vontade de fazer outra coisa..
Agora o meu cuzinho deu pra piscar quando estou com vontade e sempre tenho vontade de dar o rabo, acordo pensando e vou dormir pensando.

Quem quiser experimentar a delícia do meu rabo, me escrevam e se quiserem inventar algo mais, se quiserem me enfiar objetos, me usar que nem uma vadia suja... fiquem a vontade, garanto que não se arrependerão.

6:54 AM, March 04, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Bom, esse fato ocorreu no São João de 2000 em Recife. E aconteceu comigo e um amiga minha chamada Mariana.
Vou começar o ocorrido descrevendo a mim e a Mariana: Eu hoje tenho 25 anos, 1.82m , 87 kg, olhos verdes, cabelos castanhos claros, branco e com o pau de 16cm. A Mariana tem 23 anos 1.70m, uns 59kg, olhos castanhos, seios grandes com bicos grande e uma bundinha de dar inveja a qualquer mulher, pois ela vive pra malhar e como ela frequenta muito a praia de Boa Viagem, tem uma marquinha linda de biquini.
Como todos sabem Recife não é um bom lugar para passar o São João, pois todos da Capital vão para Caruaru/PE ou Campina Grande/PB. Como não tinha onde ficar, resolvi ficar em Recife mesmo. Estava puto em casa quando o celular tocou, era quem ? sim, era a Marina que eu não sabia que tinha ficado em Recife também, me falando que toda a sua familia estava viajando e que ela estava só, e ainda me chamando para uma festa que iria ter aqui mesmo em Recife, e claro que aceitei. Marquei de passar na casa dela umas 22:00h. Na hora combinada estava eu la na frente da casa dela. Quando ela saiu, PUTZ!!!, tava linda com uma calça baixinha (aquelas que mostram de leve a maquinha do biquini) com um tope que mostrava o contorno dos seios dela e deixava a galera imaginado como deveria ser. Ela entrou no carro me deu dois beijinhos quase pegando na minha boca, (imaginei logo: hoje eu vou me dar bem!). Chegando na festa notamos que só tinha casais e claro que adorei. Bebemos, comemos e é claro, ME DEI BEM!! Agarrei a maravilhosa. Certa hora não aguentava mais de tesáo e cana, pois a Mariana curti beber e eu tb. Quando deu umas 4:30h decidimos ir embora pra casa dela, pois ela estava só. Mas no caminho tinha que ter um empata, avistei uma blitz, que tinha apenas dois guarda. Eles nos pararam e notaram que estavamos meio bebados, e mandaram a gente descer do carro e colocar as mãos para cima. Descemos nos revistaram e também revistaram o carro, não acharam nada, mas um dos guardas me disse que iria apreender o carro e minha carteira de motorista, e que tambem aplicaria uma multa. Chiei muito, putz!, na hora implorei e tentei compra-los, mas quando fui vê eu so tinha R$ 13,00 e Mariana 21,00. O guardas falaram que não tinha jeito, teria que rebocar. Implorei a eles e disse que faria tudo que eles quizessem, e a Mariana solidaria e amiga também disse. Nessa hora os olhos dos guardas brilharam, fiquei com medo, eles se entre olharam e disse para seguir as motos deles. Entramos no carro e seguimos atras, foi quando eles entraram em uma estrada de barro que so tinha mato nas laterais. Olhei para a Mariana e falei que iria tentar correr, mas a mesma falou que era melhor fazer o que eles queriam se não iria ser pior. Os guardas pararam em uma clareira no meio do mato e madaram a gente descer. Um deles olho para Mariana e disse, - vc vai ter que fazer o que a gente querer! E foi logo rasgando o top dela, ela tentou tampar os peitos, mas como são grandes não deu para cobri-los todo. Fiquei com medo e disse para eles não fazerem isso, que eu faria tudo que eles queria , foi quando o guarda falou: - tudo? – eu disse sim, mas não faz nada com ela!. Ele tirou o pau de + ou – uns 15cm pra fora e disse: chupa!! Olhei para cara de Mariana e fiquei com vergonha, a mesma ainda tava cobrindo os seios, foi quando o guarda falou vai ou não? Como não tinha jeito, me ajoelhei e comecei timidamente chupando o pau dele, e o sacana segurou meus cabelos e começou a socar com força, o outro guarda tava se aproximando da Mariana quando eu disse que faria tudo mas que não tocassem nela! Eles aceitaram e juraram , mas pedirem pra ver o seios dela, que ela não cobrisse, que não tocariam. Ela me olhou com um olhar de duvida, mas eu balancei a cabeça afirmativamente, para ela tirar. Ela tirou e os guardas foram ao delirio, foi quando ele comecou a gozar na minha boca, tentei tirar mas ele não deixou e disse para eu engolir. Foi quando pela primeira vez o outro guarda se aproximou e tambem tirou o pau e disse agora é minha vez, e tirou um pau de + ou – 20cm. Olhei para Mariana que não tampava mais o seios e olhava para minha cara. Relutei um pouco, mas o gurada falou se vc não chupar quem vai ter que fazer e ela. Mais uma vez comecei a chupar, mas agora olhando para cara de Mariana, que estranhamente acho que estava com tesão de me ver chupando um pau. Derepente o guarda que tinha chupado antes, já estava de pau duro outra vez e disse que agora eu teria que tirar a roupa. Chiei muito, mas ele disse que eu não tinha opcao. Tirei a roupa olhando pra cara de Mariana que pela primeira vez me viu nu, e para surpresa dela e dos guarda eu estva de pau duro. O guarda logo falou: - O cara e viadinho, ta de pau duro mesmo! Olhei pra cara de Mariana e notei que ela não tirava os olhos do meu pau. O guarda q eu chupava sentou no capo do meu carro e disse: continua oq vc tava fazendo! Agora nú, comecei a chupar o pau do cara. O outro guarda veio atras de mim e comecou a passar a mão na minha bunda, e enfiar o dedo no meu cú. Olhei mais uma vez pra Mariana que não tirava os olhos de mim! O guarda se abaixou um pouco e comecou a chupar o meu cu. Não aguente e gemi, foi quando mais uma vez olhei pra Mariana e notei que ela continuava olhando pro meu pau, que por causa do tesao continuava super duro. O guarda colocou uma camisinha e foi me comendo, não aguente e pedi pra ele me comer logo. Foi guando quando o guarda que eu estava chupando falou: A vadia ta com tesao! E eu olhei pra Mariana e notei que ela estava passando a mao nos seios,e que seios. Mas como o nosso tratado foi que ninguem tocava nela os guardas corcodaram e não fizeram nada. O Cara q eu tava chupando, olhando a Mariana passando a mao nos seios, comecou a gozar, so que dessa vez ele não teve que me segurar, pois eu que queria engolir a porra dele. O guarda saiu de cima do capo e oq tava me comendo pediu pra mudar de posicao. Subi no capo do carro e fiquei de frando assado, ele voltou a me comer, estranhamento o outro guarda veio me chupar. Entao ficou eu sendo comido e sendo chupado, o Tesao tava muito grande, não tava mais aguentando segurar o gozo. Foi quando eu que tava de frente, pois o guardas tavam de costa para Mariana. Olhei pra Mariana e vi que ela tava passando a mao na buceta. Não aguentei a anunciei que iria gozar. E gozei, nunca gozei tanto como naquele dia, o guarda que tava me chupando não engoliu e sim botou pra eu gozar no meu peito. O outro guarda gozou e comecaram a se vestir.. agradeceram e foram emboram. Foi quando aconteceu uma coisa que eu nunca esperei. A Mariana que tava com os seios de fora, pois aviam rasgado seus top, me viu ainda deitado no capo e todo arregacao, chegou perto de mim , me deu um beijo na boca, e foi descendo , chupou meu gozo que estava espalhado pelo meu peito e foi descendo e chupando meu pau, não acreditei que estava acontecendo aquilo, mas tava! E melhor ainda ela lambeu a cabeca, o resto do pau todo, deixou ele limpinho. E desceu para o meu cu, comecou a chupar, eu tava louco, tesao a 1000, pedi pra ela me comer outra vez, mas ela disse que agora nao. Foi quando ela levantou e tirou a calca, que coisa linda. Que BUCETA linda!! Tinha apenas um retangulo ao redor dos grandes labios. Me levantei , deitei ela no capo do carro e cai de boca naqueles peitos lindo, era muito gosto chupar um e aperta os outro, enquando ela falava coisas. Tipo: Me chupa meu viadinho! Sua bichinha! Desci pra buceta dela que tava toda molhadinha, chupei chupei, e comecei a colocoar o dedo no cu dela, e ela comecou a gritar pra eu come-la. E foi oq fiz, virei ela de costa pra mim apoiada no capo e meti o pau na buceta dela, ela gritava delirava , e gozava (gozou umas 3 vezes , so nessa posicao), foi quando comecei a passar o dedo no cuzinho dela, e ela comecou: - comeu o cu dessa puta, meu viadinho! Dava um tesao enorme escutar ela me chamando de viadinho. E não me fiz de rogado, meti o pau no cu dela, ela delirava e comecou a gozar, e gritar e me chingar. Paramos um pouco, foi quando ela notou que eu não havia gozado com ela ainda (pois demoro a gozar), e disse no meu ouvido: - fica de quatro pra mim meu viadinho , que notei q vc so goza com um pau no cu! Meu pau foi ao ceu quando ela falou isso. Apoiei minhas maos no capo do carro e ela se abaixou e abriu minha bunda e comecou a dizer: - que cuzinho lindo meu viadinho tem, quer que eu chupe ele? E eu: - claro, me chupa minha putinha, come seu viadinho, e foi isso que ela fez. Comecou a me chupar o cu e bater uma punheta, quando anunciei que iria gozar, ela parou de chupar meu cu e colocou o meu pau na boca. gozei como nunca e caimos deitados no chao.
Foi ai que resolvemos ir embora, o dia já tava claro, eram 7:45h. dei minha camisa pra ela . e fomos direto pra casa dela.
Procuro Garotas de Recife, que sejam fieis, mas que tenham uma cabeca mais aberta. Casais que queiram viver algo a 3. Meu e-mail é: marcelo_car@ ig.com.br

6:55 AM, March 04, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Bom, esse fato ocorreu no São João de 2000 em Recife. E aconteceu comigo e um amiga minha chamada Mariana.
Vou começar o ocorrido descrevendo a mim e a Mariana: Eu hoje tenho 25 anos, 1.82m , 87 kg, olhos verdes, cabelos castanhos claros, branco e com o pau de 16cm. A Mariana tem 23 anos 1.70m, uns 59kg, olhos castanhos, seios grandes com bicos grande e uma bundinha de dar inveja a qualquer mulher, pois ela vive pra malhar e como ela frequenta muito a praia de Boa Viagem, tem uma marquinha linda de biquini.
Como todos sabem Recife não é um bom lugar para passar o São João, pois todos da Capital vão para Caruaru/PE ou Campina Grande/PB. Como não tinha onde ficar, resolvi ficar em Recife mesmo. Estava puto em casa quando o celular tocou, era quem ? sim, era a Marina que eu não sabia que tinha ficado em Recife também, me falando que toda a sua familia estava viajando e que ela estava só, e ainda me chamando para uma festa que iria ter aqui mesmo em Recife, e claro que aceitei. Marquei de passar na casa dela umas 22:00h. Na hora combinada estava eu la na frente da casa dela. Quando ela saiu, PUTZ!!!, tava linda com uma calça baixinha (aquelas que mostram de leve a maquinha do biquini) com um tope que mostrava o contorno dos seios dela e deixava a galera imaginado como deveria ser. Ela entrou no carro me deu dois beijinhos quase pegando na minha boca, (imaginei logo: hoje eu vou me dar bem!). Chegando na festa notamos que só tinha casais e claro que adorei. Bebemos, comemos e é claro, ME DEI BEM!! Agarrei a maravilhosa. Certa hora não aguentava mais de tesáo e cana, pois a Mariana curti beber e eu tb. Quando deu umas 4:30h decidimos ir embora pra casa dela, pois ela estava só. Mas no caminho tinha que ter um empata, avistei uma blitz, que tinha apenas dois guarda. Eles nos pararam e notaram que estavamos meio bebados, e mandaram a gente descer do carro e colocar as mãos para cima. Descemos nos revistaram e também revistaram o carro, não acharam nada, mas um dos guardas me disse que iria apreender o carro e minha carteira de motorista, e que tambem aplicaria uma multa. Chiei muito, putz!, na hora implorei e tentei compra-los, mas quando fui vê eu so tinha R$ 13,00 e Mariana 21,00. O guardas falaram que não tinha jeito, teria que rebocar. Implorei a eles e disse que faria tudo que eles quizessem, e a Mariana solidaria e amiga também disse. Nessa hora os olhos dos guardas brilharam, fiquei com medo, eles se entre olharam e disse para seguir as motos deles. Entramos no carro e seguimos atras, foi quando eles entraram em uma estrada de barro que so tinha mato nas laterais. Olhei para a Mariana e falei que iria tentar correr, mas a mesma falou que era melhor fazer o que eles queriam se não iria ser pior. Os guardas pararam em uma clareira no meio do mato e madaram a gente descer. Um deles olho para Mariana e disse, - vc vai ter que fazer o que a gente querer! E foi logo rasgando o top dela, ela tentou tampar os peitos, mas como são grandes não deu para cobri-los todo. Fiquei com medo e disse para eles não fazerem isso, que eu faria tudo que eles queria , foi quando o guarda falou: - tudo? – eu disse sim, mas não faz nada com ela!. Ele tirou o pau de + ou – uns 15cm pra fora e disse: chupa!! Olhei para cara de Mariana e fiquei com vergonha, a mesma ainda tava cobrindo os seios, foi quando o guarda falou vai ou não? Como não tinha jeito, me ajoelhei e comecei timidamente chupando o pau dele, e o sacana segurou meus cabelos e começou a socar com força, o outro guarda tava se aproximando da Mariana quando eu disse que faria tudo mas que não tocassem nela! Eles aceitaram e juraram , mas pedirem pra ver o seios dela, que ela não cobrisse, que não tocariam. Ela me olhou com um olhar de duvida, mas eu balancei a cabeça afirmativamente, para ela tirar. Ela tirou e os guardas foram ao delirio, foi quando ele comecou a gozar na minha boca, tentei tirar mas ele não deixou e disse para eu engolir. Foi quando pela primeira vez o outro guarda se aproximou e tambem tirou o pau e disse agora é minha vez, e tirou um pau de + ou – 20cm. Olhei para Mariana que não tampava mais o seios e olhava para minha cara. Relutei um pouco, mas o gurada falou se vc não chupar quem vai ter que fazer e ela. Mais uma vez comecei a chupar, mas agora olhando para cara de Mariana, que estranhamente acho que estava com tesão de me ver chupando um pau. Derepente o guarda que tinha chupado antes, já estava de pau duro outra vez e disse que agora eu teria que tirar a roupa. Chiei muito, mas ele disse que eu não tinha opcao. Tirei a roupa olhando pra cara de Mariana que pela primeira vez me viu nu, e para surpresa dela e dos guarda eu estva de pau duro. O guarda logo falou: - O cara e viadinho, ta de pau duro mesmo! Olhei pra cara de Mariana e notei que ela não tirava os olhos do meu pau. O guarda q eu chupava sentou no capo do meu carro e disse: continua oq vc tava fazendo! Agora nú, comecei a chupar o pau do cara. O outro guarda veio atras de mim e comecou a passar a mão na minha bunda, e enfiar o dedo no meu cú. Olhei mais uma vez pra Mariana que não tirava os olhos de mim! O guarda se abaixou um pouco e comecou a chupar o meu cu. Não aguente e gemi, foi quando mais uma vez olhei pra Mariana e notei que ela continuava olhando pro meu pau, que por causa do tesao continuava super duro. O guarda colocou uma camisinha e foi me comendo, não aguente e pedi pra ele me comer logo. Foi guando quando o guarda que eu estava chupando falou: A vadia ta com tesao! E eu olhei pra Mariana e notei que ela estava passando a mao nos seios,e que seios. Mas como o nosso tratado foi que ninguem tocava nela os guardas corcodaram e não fizeram nada. O Cara q eu tava chupando, olhando a Mariana passando a mao nos seios, comecou a gozar, so que dessa vez ele não teve que me segurar, pois eu que queria engolir a porra dele. O guarda saiu de cima do capo e oq tava me comendo pediu pra mudar de posicao. Subi no capo do carro e fiquei de frando assado, ele voltou a me comer, estranhamento o outro guarda veio me chupar. Entao ficou eu sendo comido e sendo chupado, o Tesao tava muito grande, não tava mais aguentando segurar o gozo. Foi quando eu que tava de frente, pois o guardas tavam de costa para Mariana. Olhei pra Mariana e vi que ela tava passando a mao na buceta. Não aguentei a anunciei que iria gozar. E gozei, nunca gozei tanto como naquele dia, o guarda que tava me chupando não engoliu e sim botou pra eu gozar no meu peito. O outro guarda gozou e comecaram a se vestir.. agradeceram e foram emboram. Foi quando aconteceu uma coisa que eu nunca esperei. A Mariana que tava com os seios de fora, pois aviam rasgado seus top, me viu ainda deitado no capo e todo arregacao, chegou perto de mim , me deu um beijo na boca, e foi descendo , chupou meu gozo que estava espalhado pelo meu peito e foi descendo e chupando meu pau, não acreditei que estava acontecendo aquilo, mas tava! E melhor ainda ela lambeu a cabeca, o resto do pau todo, deixou ele limpinho. E desceu para o meu cu, comecou a chupar, eu tava louco, tesao a 1000, pedi pra ela me comer outra vez, mas ela disse que agora nao. Foi quando ela levantou e tirou a calca, que coisa linda. Que BUCETA linda!! Tinha apenas um retangulo ao redor dos grandes labios. Me levantei , deitei ela no capo do carro e cai de boca naqueles peitos lindo, era muito gosto chupar um e aperta os outro, enquando ela falava coisas. Tipo: Me chupa meu viadinho! Sua bichinha! Desci pra buceta dela que tava toda molhadinha, chupei chupei, e comecei a colocoar o dedo no cu dela, e ela comecou a gritar pra eu come-la. E foi oq fiz, virei ela de costa pra mim apoiada no capo e meti o pau na buceta dela, ela gritava delirava , e gozava (gozou umas 3 vezes , so nessa posicao), foi quando comecei a passar o dedo no cuzinho dela, e ela comecou: - comeu o cu dessa puta, meu viadinho! Dava um tesao enorme escutar ela me chamando de viadinho. E não me fiz de rogado, meti o pau no cu dela, ela delirava e comecou a gozar, e gritar e me chingar. Paramos um pouco, foi quando ela notou que eu não havia gozado com ela ainda (pois demoro a gozar), e disse no meu ouvido: - fica de quatro pra mim meu viadinho , que notei q vc so goza com um pau no cu! Meu pau foi ao ceu quando ela falou isso. Apoiei minhas maos no capo do carro e ela se abaixou e abriu minha bunda e comecou a dizer: - que cuzinho lindo meu viadinho tem, quer que eu chupe ele? E eu: - claro, me chupa minha putinha, come seu viadinho, e foi isso que ela fez. Comecou a me chupar o cu e bater uma punheta, quando anunciei que iria gozar, ela parou de chupar meu cu e colocou o meu pau na boca. gozei como nunca e caimos deitados no chao.
Foi ai que resolvemos ir embora, o dia já tava claro, eram 7:45h. dei minha camisa pra ela . e fomos direto pra casa dela.
Procuro Garotas de Recife, que sejam fieis, mas que tenham uma cabeca mais aberta. Casais que queiram viver algo a 3. Meu e-mail é: marcelo_car@ ig.com.br

6:56 AM, March 04, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Bom, esse fato ocorreu no São João de 2000 em Recife. E aconteceu comigo e um amiga minha chamada Mariana.
Vou começar o ocorrido descrevendo a mim e a Mariana: Eu hoje tenho 25 anos, 1.82m , 87 kg, olhos verdes, cabelos castanhos claros, branco e com o pau de 16cm. A Mariana tem 23 anos 1.70m, uns 59kg, olhos castanhos, seios grandes com bicos grande e uma bundinha de dar inveja a qualquer mulher, pois ela vive pra malhar e como ela frequenta muito a praia de Boa Viagem, tem uma marquinha linda de biquini.
Como todos sabem Recife não é um bom lugar para passar o São João, pois todos da Capital vão para Caruaru/PE ou Campina Grande/PB. Como não tinha onde ficar, resolvi ficar em Recife mesmo. Estava puto em casa quando o celular tocou, era quem ? sim, era a Marina que eu não sabia que tinha ficado em Recife também, me falando que toda a sua familia estava viajando e que ela estava só, e ainda me chamando para uma festa que iria ter aqui mesmo em Recife, e claro que aceitei. Marquei de passar na casa dela umas 22:00h. Na hora combinada estava eu la na frente da casa dela. Quando ela saiu, PUTZ!!!, tava linda com uma calça baixinha (aquelas que mostram de leve a maquinha do biquini) com um tope que mostrava o contorno dos seios dela e deixava a galera imaginado como deveria ser. Ela entrou no carro me deu dois beijinhos quase pegando na minha boca, (imaginei logo: hoje eu vou me dar bem!). Chegando na festa notamos que só tinha casais e claro que adorei. Bebemos, comemos e é claro, ME DEI BEM!! Agarrei a maravilhosa. Certa hora não aguentava mais de tesáo e cana, pois a Mariana curti beber e eu tb. Quando deu umas 4:30h decidimos ir embora pra casa dela, pois ela estava só. Mas no caminho tinha que ter um empata, avistei uma blitz, que tinha apenas dois guarda. Eles nos pararam e notaram que estavamos meio bebados, e mandaram a gente descer do carro e colocar as mãos para cima. Descemos nos revistaram e também revistaram o carro, não acharam nada, mas um dos guardas me disse que iria apreender o carro e minha carteira de motorista, e que tambem aplicaria uma multa. Chiei muito, putz!, na hora implorei e tentei compra-los, mas quando fui vê eu so tinha R$ 13,00 e Mariana 21,00. O guardas falaram que não tinha jeito, teria que rebocar. Implorei a eles e disse que faria tudo que eles quizessem, e a Mariana solidaria e amiga também disse. Nessa hora os olhos dos guardas brilharam, fiquei com medo, eles se entre olharam e disse para seguir as motos deles. Entramos no carro e seguimos atras, foi quando eles entraram em uma estrada de barro que so tinha mato nas laterais. Olhei para a Mariana e falei que iria tentar correr, mas a mesma falou que era melhor fazer o que eles queriam se não iria ser pior. Os guardas pararam em uma clareira no meio do mato e madaram a gente descer. Um deles olho para Mariana e disse, - vc vai ter que fazer o que a gente querer! E foi logo rasgando o top dela, ela tentou tampar os peitos, mas como são grandes não deu para cobri-los todo. Fiquei com medo e disse para eles não fazerem isso, que eu faria tudo que eles queria , foi quando o guarda falou: - tudo? – eu disse sim, mas não faz nada com ela!. Ele tirou o pau de + ou – uns 15cm pra fora e disse: chupa!! Olhei para cara de Mariana e fiquei com vergonha, a mesma ainda tava cobrindo os seios, foi quando o guarda falou vai ou não? Como não tinha jeito, me ajoelhei e comecei timidamente chupando o pau dele, e o sacana segurou meus cabelos e começou a socar com força, o outro guarda tava se aproximando da Mariana quando eu disse que faria tudo mas que não tocassem nela! Eles aceitaram e juraram , mas pedirem pra ver o seios dela, que ela não cobrisse, que não tocariam. Ela me olhou com um olhar de duvida, mas eu balancei a cabeça afirmativamente, para ela tirar. Ela tirou e os guardas foram ao delirio, foi quando ele comecou a gozar na minha boca, tentei tirar mas ele não deixou e disse para eu engolir. Foi quando pela primeira vez o outro guarda se aproximou e tambem tirou o pau e disse agora é minha vez, e tirou um pau de + ou – 20cm. Olhei para Mariana que não tampava mais o seios e olhava para minha cara. Relutei um pouco, mas o gurada falou se vc não chupar quem vai ter que fazer e ela. Mais uma vez comecei a chupar, mas agora olhando para cara de Mariana, que estranhamente acho que estava com tesão de me ver chupando um pau. Derepente o guarda que tinha chupado antes, já estava de pau duro outra vez e disse que agora eu teria que tirar a roupa. Chiei muito, mas ele disse que eu não tinha opcao. Tirei a roupa olhando pra cara de Mariana que pela primeira vez me viu nu, e para surpresa dela e dos guarda eu estva de pau duro. O guarda logo falou: - O cara e viadinho, ta de pau duro mesmo! Olhei pra cara de Mariana e notei que ela não tirava os olhos do meu pau. O guarda q eu chupava sentou no capo do meu carro e disse: continua oq vc tava fazendo! Agora nú, comecei a chupar o pau do cara. O outro guarda veio atras de mim e comecou a passar a mão na minha bunda, e enfiar o dedo no meu cú. Olhei mais uma vez pra Mariana que não tirava os olhos de mim! O guarda se abaixou um pouco e comecou a chupar o meu cu. Não aguente e gemi, foi quando mais uma vez olhei pra Mariana e notei que ela continuava olhando pro meu pau, que por causa do tesao continuava super duro. O guarda colocou uma camisinha e foi me comendo, não aguente e pedi pra ele me comer logo. Foi guando quando o guarda que eu estava chupando falou: A vadia ta com tesao! E eu olhei pra Mariana e notei que ela estava passando a mao nos seios,e que seios. Mas como o nosso tratado foi que ninguem tocava nela os guardas corcodaram e não fizeram nada. O Cara q eu tava chupando, olhando a Mariana passando a mao nos seios, comecou a gozar, so que dessa vez ele não teve que me segurar, pois eu que queria engolir a porra dele. O guarda saiu de cima do capo e oq tava me comendo pediu pra mudar de posicao. Subi no capo do carro e fiquei de frando assado, ele voltou a me comer, estranhamento o outro guarda veio me chupar. Entao ficou eu sendo comido e sendo chupado, o Tesao tava muito grande, não tava mais aguentando segurar o gozo. Foi quando eu que tava de frente, pois o guardas tavam de costa para Mariana. Olhei pra Mariana e vi que ela tava passando a mao na buceta. Não aguentei a anunciei que iria gozar. E gozei, nunca gozei tanto como naquele dia, o guarda que tava me chupando não engoliu e sim botou pra eu gozar no meu peito. O outro guarda gozou e comecaram a se vestir.. agradeceram e foram emboram. Foi quando aconteceu uma coisa que eu nunca esperei. A Mariana que tava com os seios de fora, pois aviam rasgado seus top, me viu ainda deitado no capo e todo arregacao, chegou perto de mim , me deu um beijo na boca, e foi descendo , chupou meu gozo que estava espalhado pelo meu peito e foi descendo e chupando meu pau, não acreditei que estava acontecendo aquilo, mas tava! E melhor ainda ela lambeu a cabeca, o resto do pau todo, deixou ele limpinho. E desceu para o meu cu, comecou a chupar, eu tava louco, tesao a 1000, pedi pra ela me comer outra vez, mas ela disse que agora nao. Foi quando ela levantou e tirou a calca, que coisa linda. Que BUCETA linda!! Tinha apenas um retangulo ao redor dos grandes labios. Me levantei , deitei ela no capo do carro e cai de boca naqueles peitos lindo, era muito gosto chupar um e aperta os outro, enquando ela falava coisas. Tipo: Me chupa meu viadinho! Sua bichinha! Desci pra buceta dela que tava toda molhadinha, chupei chupei, e comecei a colocoar o dedo no cu dela, e ela comecou a gritar pra eu come-la. E foi oq fiz, virei ela de costa pra mim apoiada no capo e meti o pau na buceta dela, ela gritava delirava , e gozava (gozou umas 3 vezes , so nessa posicao), foi quando comecei a passar o dedo no cuzinho dela, e ela comecou: - comeu o cu dessa puta, meu viadinho! Dava um tesao enorme escutar ela me chamando de viadinho. E não me fiz de rogado, meti o pau no cu dela, ela delirava e comecou a gozar, e gritar e me chingar. Paramos um pouco, foi quando ela notou que eu não havia gozado com ela ainda (pois demoro a gozar), e disse no meu ouvido: - fica de quatro pra mim meu viadinho , que notei q vc so goza com um pau no cu! Meu pau foi ao ceu quando ela falou isso. Apoiei minhas maos no capo do carro e ela se abaixou e abriu minha bunda e comecou a dizer: - que cuzinho lindo meu viadinho tem, quer que eu chupe ele? E eu: - claro, me chupa minha putinha, come seu viadinho, e foi isso que ela fez. Comecou a me chupar o cu e bater uma punheta, quando anunciei que iria gozar, ela parou de chupar meu cu e colocou o meu pau na boca. gozei como nunca e caimos deitados no chao.
Foi ai que resolvemos ir embora, o dia já tava claro, eram 7:45h. dei minha camisa pra ela . e fomos direto pra casa dela.
Procuro Garotas de Recife, que sejam fieis, mas que tenham uma cabeca mais aberta. Casais que queiram viver algo a 3. Meu e-mail é: marcelo_car@ ig.com.br

6:56 AM, March 04, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Bom, esse fato ocorreu no São João de 2000 em Recife. E aconteceu comigo e um amiga minha chamada Mariana.
Vou começar o ocorrido descrevendo a mim e a Mariana: Eu hoje tenho 25 anos, 1.82m , 87 kg, olhos verdes, cabelos castanhos claros, branco e com o pau de 16cm. A Mariana tem 23 anos 1.70m, uns 59kg, olhos castanhos, seios grandes com bicos grande e uma bundinha de dar inveja a qualquer mulher, pois ela vive pra malhar e como ela frequenta muito a praia de Boa Viagem, tem uma marquinha linda de biquini.
Como todos sabem Recife não é um bom lugar para passar o São João, pois todos da Capital vão para Caruaru/PE ou Campina Grande/PB. Como não tinha onde ficar, resolvi ficar em Recife mesmo. Estava puto em casa quando o celular tocou, era quem ? sim, era a Marina que eu não sabia que tinha ficado em Recife também, me falando que toda a sua familia estava viajando e que ela estava só, e ainda me chamando para uma festa que iria ter aqui mesmo em Recife, e claro que aceitei. Marquei de passar na casa dela umas 22:00h. Na hora combinada estava eu la na frente da casa dela. Quando ela saiu, PUTZ!!!, tava linda com uma calça baixinha (aquelas que mostram de leve a maquinha do biquini) com um tope que mostrava o contorno dos seios dela e deixava a galera imaginado como deveria ser. Ela entrou no carro me deu dois beijinhos quase pegando na minha boca, (imaginei logo: hoje eu vou me dar bem!). Chegando na festa notamos que só tinha casais e claro que adorei. Bebemos, comemos e é claro, ME DEI BEM!! Agarrei a maravilhosa. Certa hora não aguentava mais de tesáo e cana, pois a Mariana curti beber e eu tb. Quando deu umas 4:30h decidimos ir embora pra casa dela, pois ela estava só. Mas no caminho tinha que ter um empata, avistei uma blitz, que tinha apenas dois guarda. Eles nos pararam e notaram que estavamos meio bebados, e mandaram a gente descer do carro e colocar as mãos para cima. Descemos nos revistaram e também revistaram o carro, não acharam nada, mas um dos guardas me disse que iria apreender o carro e minha carteira de motorista, e que tambem aplicaria uma multa. Chiei muito, putz!, na hora implorei e tentei compra-los, mas quando fui vê eu so tinha R$ 13,00 e Mariana 21,00. O guardas falaram que não tinha jeito, teria que rebocar. Implorei a eles e disse que faria tudo que eles quizessem, e a Mariana solidaria e amiga também disse. Nessa hora os olhos dos guardas brilharam, fiquei com medo, eles se entre olharam e disse para seguir as motos deles. Entramos no carro e seguimos atras, foi quando eles entraram em uma estrada de barro que so tinha mato nas laterais. Olhei para a Mariana e falei que iria tentar correr, mas a mesma falou que era melhor fazer o que eles queriam se não iria ser pior. Os guardas pararam em uma clareira no meio do mato e madaram a gente descer. Um deles olho para Mariana e disse, - vc vai ter que fazer o que a gente querer! E foi logo rasgando o top dela, ela tentou tampar os peitos, mas como são grandes não deu para cobri-los todo. Fiquei com medo e disse para eles não fazerem isso, que eu faria tudo que eles queria , foi quando o guarda falou: - tudo? – eu disse sim, mas não faz nada com ela!. Ele tirou o pau de + ou – uns 15cm pra fora e disse: chupa!! Olhei para cara de Mariana e fiquei com vergonha, a mesma ainda tava cobrindo os seios, foi quando o guarda falou vai ou não? Como não tinha jeito, me ajoelhei e comecei timidamente chupando o pau dele, e o sacana segurou meus cabelos e começou a socar com força, o outro guarda tava se aproximando da Mariana quando eu disse que faria tudo mas que não tocassem nela! Eles aceitaram e juraram , mas pedirem pra ver o seios dela, que ela não cobrisse, que não tocariam. Ela me olhou com um olhar de duvida, mas eu balancei a cabeça afirmativamente, para ela tirar. Ela tirou e os guardas foram ao delirio, foi quando ele comecou a gozar na minha boca, tentei tirar mas ele não deixou e disse para eu engolir. Foi quando pela primeira vez o outro guarda se aproximou e tambem tirou o pau e disse agora é minha vez, e tirou um pau de + ou – 20cm. Olhei para Mariana que não tampava mais o seios e olhava para minha cara. Relutei um pouco, mas o gurada falou se vc não chupar quem vai ter que fazer e ela. Mais uma vez comecei a chupar, mas agora olhando para cara de Mariana, que estranhamente acho que estava com tesão de me ver chupando um pau. Derepente o guarda que tinha chupado antes, já estava de pau duro outra vez e disse que agora eu teria que tirar a roupa. Chiei muito, mas ele disse que eu não tinha opcao. Tirei a roupa olhando pra cara de Mariana que pela primeira vez me viu nu, e para surpresa dela e dos guarda eu estva de pau duro. O guarda logo falou: - O cara e viadinho, ta de pau duro mesmo! Olhei pra cara de Mariana e notei que ela não tirava os olhos do meu pau. O guarda q eu chupava sentou no capo do meu carro e disse: continua oq vc tava fazendo! Agora nú, comecei a chupar o pau do cara. O outro guarda veio atras de mim e comecou a passar a mão na minha bunda, e enfiar o dedo no meu cú. Olhei mais uma vez pra Mariana que não tirava os olhos de mim! O guarda se abaixou um pouco e comecou a chupar o meu cu. Não aguente e gemi, foi quando mais uma vez olhei pra Mariana e notei que ela continuava olhando pro meu pau, que por causa do tesao continuava super duro. O guarda colocou uma camisinha e foi me comendo, não aguente e pedi pra ele me comer logo. Foi guando quando o guarda que eu estava chupando falou: A vadia ta com tesao! E eu olhei pra Mariana e notei que ela estava passando a mao nos seios,e que seios. Mas como o nosso tratado foi que ninguem tocava nela os guardas corcodaram e não fizeram nada. O Cara q eu tava chupando, olhando a Mariana passando a mao nos seios, comecou a gozar, so que dessa vez ele não teve que me segurar, pois eu que queria engolir a porra dele. O guarda saiu de cima do capo e oq tava me comendo pediu pra mudar de posicao. Subi no capo do carro e fiquei de frando assado, ele voltou a me comer, estranhamento o outro guarda veio me chupar. Entao ficou eu sendo comido e sendo chupado, o Tesao tava muito grande, não tava mais aguentando segurar o gozo. Foi quando eu que tava de frente, pois o guardas tavam de costa para Mariana. Olhei pra Mariana e vi que ela tava passando a mao na buceta. Não aguentei a anunciei que iria gozar. E gozei, nunca gozei tanto como naquele dia, o guarda que tava me chupando não engoliu e sim botou pra eu gozar no meu peito. O outro guarda gozou e comecaram a se vestir.. agradeceram e foram emboram. Foi quando aconteceu uma coisa que eu nunca esperei. A Mariana que tava com os seios de fora, pois aviam rasgado seus top, me viu ainda deitado no capo e todo arregacao, chegou perto de mim , me deu um beijo na boca, e foi descendo , chupou meu gozo que estava espalhado pelo meu peito e foi descendo e chupando meu pau, não acreditei que estava acontecendo aquilo, mas tava! E melhor ainda ela lambeu a cabeca, o resto do pau todo, deixou ele limpinho. E desceu para o meu cu, comecou a chupar, eu tava louco, tesao a 1000, pedi pra ela me comer outra vez, mas ela disse que agora nao. Foi quando ela levantou e tirou a calca, que coisa linda. Que BUCETA linda!! Tinha apenas um retangulo ao redor dos grandes labios. Me levantei , deitei ela no capo do carro e cai de boca naqueles peitos lindo, era muito gosto chupar um e aperta os outro, enquando ela falava coisas. Tipo: Me chupa meu viadinho! Sua bichinha! Desci pra buceta dela que tava toda molhadinha, chupei chupei, e comecei a colocoar o dedo no cu dela, e ela comecou a gritar pra eu come-la. E foi oq fiz, virei ela de costa pra mim apoiada no capo e meti o pau na buceta dela, ela gritava delirava , e gozava (gozou umas 3 vezes , so nessa posicao), foi quando comecei a passar o dedo no cuzinho dela, e ela comecou: - comeu o cu dessa puta, meu viadinho! Dava um tesao enorme escutar ela me chamando de viadinho. E não me fiz de rogado, meti o pau no cu dela, ela delirava e comecou a gozar, e gritar e me chingar. Paramos um pouco, foi quando ela notou que eu não havia gozado com ela ainda (pois demoro a gozar), e disse no meu ouvido: - fica de quatro pra mim meu viadinho , que notei q vc so goza com um pau no cu! Meu pau foi ao ceu quando ela falou isso. Apoiei minhas maos no capo do carro e ela se abaixou e abriu minha bunda e comecou a dizer: - que cuzinho lindo meu viadinho tem, quer que eu chupe ele? E eu: - claro, me chupa minha putinha, come seu viadinho, e foi isso que ela fez. Comecou a me chupar o cu e bater uma punheta, quando anunciei que iria gozar, ela parou de chupar meu cu e colocou o meu pau na boca. gozei como nunca e caimos deitados no chao.
Foi ai que resolvemos ir embora, o dia já tava claro, eram 7:45h. dei minha camisa pra ela . e fomos direto pra casa dela.
Procuro Garotas de Recife, que sejam fieis, mas que tenham uma cabeca mais aberta. Casais que queiram viver algo a 3. Meu e-mail é: marcelo_car@ ig.com.br

6:56 AM, March 04, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Julia & Cintia - Uma historia diferente

\" O marido de Júlia a deixou quando ela tinha vinte e um, dois meses antes do nascimento da filha, Cíntia. Ele se converteu a uma religião e a abandonou para seguir o grupo. Na verdade não foi um impacto grande para Júlia, ela tinha sido auto-suficiente ao longo da sua recente adolescência, quando o pai morreu e deixou uma razoável soma de dinheiro para ela. Ela decidiu economizar e trabalhar para que sua a criança pudesse ir para faculdade, algo que ela quis fazer, mas não pôde. Criou a filha até muito bem para uma mãe solteira. Porém, ela nunca achou nenhuma companhia séria, e sua vida sexual foi deixada de lado. Ela se voltou principalmente para a fantasia e a masturbação, que ela praticava reservadamente quando possível. Quando Cíntia tinha onze anos, começou a mostrar um pouco de interesse no seu corpo, e Júlia sabia que logo ela teria que responder quaisquer perguntas que surgissem. Cíntia estava tomando um banho uma noite, quando Júlia entrou para a espiar. Ela a encontrou deitada na água quente, movendo a esponja em cima da sua vagina, dando risada. Quando ela viu a mãe entrar, se sentou, um pouco envergonhada, e tentou fazer parecer como se ela estivesse se lavando. Júlia sorriu e disse, \" Cíntia, você não tem que ficar envergonhada sobre o que você está fazendo. Todas as meninas fazem isto em algum momento, e é uma coisa maravilhosa, pessoal, bonita, que você pode fazer. Uma coisa privada, mas não algo para ficar envergonhada\". Cíntia, uma menina sincera como era, se endireitou e perguntou, \" Todas as meninas fazem isto, mãe? Fazem?\" A pergunta não era o que ela esperava, mas ela disse, \" Bem, sim, meu bem. Reservadamente \". \" Como você faz isto \"? perguntou Cíntia. Perdida, Júlia repetiu, \"Ah, ahn, isso é uma coisa muito íntima. Eu vou sair agora, e lhe dar alguma privacidade. Me avise quando você terminar, eu preciso tomar uma ducha\". Júlia deixou o banheiro, virando para ver a filha movendo a esponja com vigor em cima da vulva dela outra vez. Depois naquela noite, após deitar no sofá por um longo tempo, Júlia se recolheu ao seu quarto e começou a se despir. Os eventos da noite tinham causado um estímulo curioso, e ela esfregava as coxas uma contra a outra enquantou cruzava o quarto nua. Abriu o armário para pegar a camisola e viu Cíntia, que estava abaixada lá, nua, encarando o peitos e a vagina da mãe. \" Por que você está fora da cama \"? ela perguntou suavemente, sem vergonha. \"Eu quero te ver fazer\" ela disse simplesmente, e começou a se levantar em direção à mãe. Antes que tocasse as coxas de Júlia, ela a agarrou pelo braço e a levou para o quarto. \"Deixe de besteira, Cíntia. Vista uma camisola e vá dormir\". Assim que ela se deitou na cama, os dedos de Cíntia mergulharam no seu clitóris. Júlia partiu depressa e confusa. Ela ficou inquieta com o descaramento da filha, e se masturbou até dormir. Alguns anos depois, quando Cíntia tinha dezoito anos e tinha ido a um jogo de volleyball, Júlia, sozinha na casa, se sentido excitada, decidiu se masturbar. Ela guardara alguns livros e vídeos adultos e tinha um vibrador, mas a excitação dela era tal que ela apenas deitou no sofá com um pouco de música tocando e começou a se acariciar lentamente em cima da sua blusa fina de verão. Ela passava as mãos pelo rosto e as beijava, se estirando enquanto Steely Dan rolava no estéreo. As suas mãos acariciaram o pano em cima da sua barriga e a parte de baixo dos seus peitos. Os seus dedos circularam e beliscaram seus mamilos entumescidos pelo tecido do vestido. Ela começou a mover os quadris, fazendo a saia subir para os joelhos. Fechando os olhos, abaixou as calcinhas até os joelhos, então foi por baixo do vestido e acariciou suas coxas. Com a outra mão ela continuou acariciando os seios, lambendo as pontas dos dedos e esfregando os mamilos quentes pelo tecido da blusa. Antes que pudesse perceber, tocou seus lábios molhados e gemeu. Os dedos dela vagaram da extremidade da vagina ao redor, incitando a umidade nos lábios sensíveis, em chamas. Ela moveu o corpo mais pra baixo no sofá, arqueando suas costas enquanto o orgasmo se aproximava muito mais rápido que ela esperava. A outra mão deixou os seios e passou a esfregar o clitóris dela, suavemente no princípio, mas não por muito tempo, pois a excitação dela crescia rapidamente. Os dedos de Júlia esfregavam freneticamente para cima e para baixo contra seu clitóris, assim como os outros três dedos mergulhados, entrando e saindo da sua racha. O seu corpo se enrijeceu com o climax, escorrendo fluidos por ambas as mãos com ela gritando como se acometida por uma forte dor. Seus olhos se fecharam, ela elevou os dedos aos lábios e lambeu seus sucos, apreciando o gosto que ela tinha aprendido desfrutar nos últimos anos. Respirou um pouco e levantou a calcinha, quando notou algo no canto da visão. Virando a cabeça depressa, ela viu Cíntia, de pé, boquiaberta, ainda de uniforme. Depois de um momento de silêncio, Cíntia deu risada e disse, \" Nós perdemos. Tomamos um passeio de...\" Júlia recobrou os sentidos e disse, \" Há quanto tempo você estava de pé aí\"? \" Tempo o bastante, mãe. Eu vi você...\" ela interrompeu no meio a fala. Eles se encararam uma a outra. Júlia começou a levantar suas calcinhas lentamente. Ela estava obviamente confusa como controlar a situação. Cíntia continuou, \"com que freqüência faz você isso\"? Chocada, Júlia respondeu num rompante, \" isso não é da sua conta \". Cíntia se sentou próximo à mãe e disse, descaradamente, \"eu faço isto duas vezes por semana, às vezes mais. Mãe, não há nenhuma razão para estar envergonhada, você me ensinou isso. Além do mais, eu acho que você deveria fazer mais vezes. Eu estava preocupada com você.\" Júlia começou a desejar saber sobre a masturbação da filha. Ela estava estonteada e ainda excitada com o gozo de instantes atrás. Ela olhou para Cíntia e a viu se tocando por cima do short, esfregando de um lado para outro. Ela disse, \" eu sei que você não tem ninguém que a ama além de mim, mãe. Eu acredito que eu deveria te ajudar tanto quanto você me ajuda, Mãe \". \" O...o qu...que\" gaguejou a Júlia, e olhou novamente para a filha dela se tocando. Cíntia esticou a outra mão para a mãe, lentamente, titubeante. Antes que mão dela alcançasse o seu peito, Júlia saltou para cima e se afastou, ofegando, confusa, temerosa, e mais que tudo com uma pequena excitação. Ela não pôde mover sua boca para dizer \"Não\". Cíntia continuou olhando para ela e fez uma cara feia. \"Eu só queria.... eu sinto muito\". \" Não, não, é só ...você é minha filha. E, deus, uma menina, que\" ela começou a chorar ligeiramente, \" e faz...tanto...tempo...\" Cíntia continuou acariciando a frente do seu uniforme. \" É porque eu a vi? Eu a assisti fazendo? Você quer me ver?\" \"Te ver?\" \" É, me ver. Uma garota, se masturbando. Sua filha, mãe \". Ela não poderia ter dito isto, mas disse. Mas a Júlia ainda estava lá de pé, incrédula. Cíntia subiu, e disse, \"Eu vou para meu quarto. Você pode me seguir, se você quiser \". Ela roçou na Júlia ao passar e foi aos degraus. Depois de um momento de silencio, Júlia foi atrás. Ela estava ansiosa e ofegante. Subir degraus acima era quase impossível. Ela chegou ao quarto da filha; a porta estava aberta. Cíntia estava se despindo, tirando o top dela. Ela sorriu quando viu a mãe dela a assistindo. \"Vem cá, mãe. Senta na cama, \" ela acenou. Júlia sentou. Cíntia tirou o sutiã e os peitinhos pequenos e bicudos dela despontaram. Júlia pensou como eles estavam bonitos. Ela estava começando a relaxar, excitada com a visão das tetinhas da filha dela. Cíntia abaixou as calças e calcinhas de uma vez e revelou a bucetinha à mãe, com seus pentelhinhos claros de cabelo castanho. Os pelos estava molhados e brilhando com suas próprias carícias. Cíntia saiu do monte de roupa no chão e se sentou próximo à mãe. Não perdendo tempo, ela mergulhou os dedos diretamente na xaninha dela, esfregando com ambas as mãos, metendo seus dedos dentro. A mãe dela se envolveu no desejo dela, e se inclinou para lamber os peitos da filha. Cíntia gritou e se contorceu, então se deitou de costas. \" Por que... você gozou tão depressa?\" quis saber Júlia. \" Eu estava pensando em você se tocando, mãe. Eu não consegui segurar. Posso... \" ela enfiou a mão por debaixo do vestido da mãe e tocou os lábios debaixo do tecido encharcado das calcinhas dela. Júlia gemeu e segurou a bainha da blusa dela com duas mãos, confusa. Inclinada para trás contra o encosto de metal da cama, Júlia abriu as pernas e fechou os olhos. Sentia sua calcinha sendo tirada para longe do seu sexo, e olhou para baixo vendo a cabeça da sua filha desaparecer em baixo da saia azul. Quando a filha dela a lambeu, Júlia gemeu e tirou sua blusa fora, revelando seus seios.\"Querida, vem cá, me beija\" ela sussurrou. Cíntia subiu no corpo da mãe, colando seus lábios nos dela. Suas línguas se encontraram em suas bocas quantes. O ventre de Cíntia se fundiu ao da mãe, esmagando a pélvis das duas. Júlia apertou a coxa dela contra a vulva da filha, e a filha dela fez o mesmo. Os peitos delas se esfregaram um contra o outro. Júlia enfiou a mão por baixo e meteu sua mão entre a viscosidade ao redor das coxas que se roçavam. Se beijaram na boca, chuparam e morderam ambos pescoços e faces. Cíntia sentia a mãe dela movendo mais rapidamente contra suas partes mais baixas, e aumentou a pressão dela ao ritmo da mãe. Júlia gozou tremendamente, e usando a mão dela para estimular a filha a levou ao clímax também. Gozo. As duas permaneceram abraçadas durante algum tempo, em um sono leve. Júlia acordou sentindo Cíntia alisando seus quadris e pernas. Ela disse, \" Meu bem, vem cá. Vamos para meu quarto \". Júlia disse para Cíntia que se deitasse na cama dela, então foi para uma gaveta e tirou um vibrador longo, fálico. Era feito de silicone, que esquentou ao toque. Você alguma vez usou um destes\"? ela perguntou para Cíntia. A filha dela respondeu, \"Não, mas eu às vezes uso o massageador no chuveiro\". A Júlia sorriu furtivamente e se deitou próximo à filha. Ela ainda estava flutuando nos sentimentos tão deliciosos de ter o corpo tocado por outra pessoa que não ela mesma, e não questionou o incesto em que se envolvia. Tudo que ela queria era que a noite nunca terminasse, para nunca haver uma hora quando ela teria que parar e examinar o que estava fazendo. Viver sem conseqüências. Ela ligou o vibrador que zumbiu suavemente. Ela beijou a filha de forma sensual, acariciando o mamilo de Cíntia com o vibrador. Cíntia começou a gemer e esfregar as coxas. Júlia moveu o vibrador abaixo na barriga de Cíntia, passando para o umbigo dela. Então, abaixo, para o clitóris dela. Concentrando as vibrações lá, o clímax veio depressa e docemente, mas a Júlia deixou o vibrador no lugar. Ela se sentou e assistiu. Assistiu a filha dela se contorcendo, de olhos fechados, sob a massagem impiedosa no clitóris dela. Cíntia gozou três ou quatro vezes, curtindo o completo abandono às carícias da mãe. Cíntia pediu, \" Ai, mãe, me fode, me come\". Cíntia tentou ajustar seu corpo para permitir a penetração do vibrador. Júlia, com um desejo selvagem, se virou sobre a filha e manobrou o palpitante aparelho na racha de Cíntia, então passou a outra ponta nela própria. Júlia montou sobre a filha, esmagando o agora completamente devorado vibrador entre os dois corpos. Seus quadris iniciaram um movimento gentil, forçando as vibrações de um lado para outro. Elas deixavam seus quadris se moverem sem nem pensar, só apreciando as sensações que eles causavam. Júlia olhou fundo nos olhos de Cíntia; Cíntia parecia perdida no prazer que estava sentindo. Ocasionalmente, a língua de Cíntia serpenteou fora da boca e lambeu ao redor e dentro do lábios abertos da mãe. O tesão cresceu e explodiu novamente, de novo para as duas, e outra vez, cada vez os movimentos delas ficando menos frenéticos e mais desfalecido. Júlia colocou a mão entre elas e afastou o vibrador coberto de silicone, derrubando-o no chão ao lado delas. Estava muito tarde, e Cíntia e Júlia acariciaram uma a outra, com sono, ligeiramente até que desmaiaram, Cíntia ainda nua sobre a mãe. Júlia despertou cedo na manhã seguinte cedo ao som de Cíntia no chuveiro. Era um dia de semana, e Cíntia tinha que ir para a escola. Júlia tinha o dia livre, assim não estava com nenhuma pressa de se levantar. Era só colocar algum vestido velho e levar a Júlia para escola quando ela estivesse pronta. Tudo de uma vez, os eventos da noite anterior começaram a assombrá-la. O que diabos ela tinha feito? Certamente esta não poderia ter sido uma coisa saudável para uma filha e mãe fazerem. Incesto é destrutivo e alienante. Mas, ao mesmo tempo, Júlia não poderia negar a verdadeira e profunda atração pela filha que tinha sido revelada a ela. O que ia fazer? Como iria Cíntia, sempre o tipo independente, reagir a uma mãe que tinha se tornado uma amante de repente? Poderia esperar que reação? O barulho do chuveiro parou. Ela ouviu Cíntia caminhar do banheiro para o quarto dela. Júlia conhecia a rotina de Cíntia de todas as manhãs; ela a tinha ajudado desde que ela tinha começado na escola particular na oitava série. Primeiro, estendia uma blusa branca limpa e a saia azul plissada do uniforme escolar. Júlia ouviu a gaveta da cômoda sendo aberta e fechada quando Cíntia escolhia a roupa íntima. Júlia não pôde evitar imaginar a filha dela puxando as calcinhas sumárias de algodão ao longo de suas pernas compridas. O sutiã pequeno sendo afivelado nas costas. Júlia começou a esfregar as coxas, imaginando a filha dela se vestindo. O uniforme que Cíntia usava sempre a tinha envergonhado, mas a Júlia achava que era muito atraente. Ultimamente, Cíntia tinha começado a superar isto, pois não havia mais nada que ela pudesse usar na escola sem ser suspensa. Antes de perceber, Júlia já tinha levantado e caminhado, nua, corredor abaixo em direção ao quarto de Cíntia. Ela entrou. Cíntia estava só com a roupa íntima dela, segurando o vestido em uma mão. Júlia disse, \" Docinho, eu vim lhe ajudar a vestir \". Cíntia respondeu, \" ah, mãe, eu posso me vestir...\" ela parecia incomodada também. Mas ela ainda era a mais corajosa das duas. \"Se você quer ajudar, entretanto ...okay \". A Júlia deu um passo à frente e pegou o vestido. Caminhou ao redor, indo atrás de Cíntia, ficando de pé muito próximo a ela. Cíntia podia sentir a respiração da mãe na parte de trás do seu pescoço. Na orelha dela, a Júlia sussurrou \"Vem querida, vamos por o vestido\". Cíntia ergueu a perna esquerda dela. Júlia se ajoelhou, esbarrando seu corpo nas costas nuas de Cíntia. Ela moveu o vestido de forma que uma das pernas de Cíntia entrou até em cima. \"Agora a outra\". Cíntia desceu uma perna e levantou a outra. A Júlia segurou o joelho, passando pelo vestido. Quando Cíntia abaixou a perna, as mãos de Júlia permaneceram ali, acariciando enquanto o joelho e coxa passavam. Júlia moveu a roupa lentamente para cima do corpo da filha, movendo as mãos dela ao longo dos quadris dela. Uma vez que o vestido estava no lugar, Júlia alisou na frente e atrás o pano. Se levantando novamente, a Júlia pegou a blusa de Cíntia na cama. Ficando atrás dela, segurou o braço de Cíntia. Ela moveu a blusa abrindo a manga para o braço de Cíntia. Cíntia estava tendo dificuldade de se manter de pe. Quando o outro braço entrou na camisa, Cíntia começou a trocar o peso dela de uma perna para a outra, mas não ousou nenhum movimento. A Júlia se moveu para mais perto da filha para abotoar a blusa. Cíntia podia sentir os peitos da mãe dela tocando seus ombros, os mamilos deles esquentando, cutucando insistentemente. Júlia movia as mãos dela por cima da camisa, achando os botões e as casas de botão através de toque. Quando ela alcançou o segundo botão, Cíntia começou a respirar pesadamente. Júlia teve muita dificuldade em localizar o terceiro botão. Se abaixando, mas mantendo o corpo nu contra o da filha, ela fez seu caminho até o botão mais baixo. O fechou depressa. Então, para deleite de Cíntia, ela foi para a parte de trás e ajeitou a blusa no vestido de Cíntia. Da parte de trás, ao redor indo para a frente, as mãos de Júlia enfiaram a blusa debaixo do vestido, assegurando que ele estava desamarrotado. Cíntia gemeu e se excitou, até que ela terminou. Logo, Júlia apanhou a jaqueta esporte azul marinho. Passando à frente, vestiu Cíntia com ela, sendo cuidadosa para tocá-la o menos possível. Estava ficando difícil se manter de pé. Júlia pôs a mão dela no tórax de Cíntia e ligeiramente a empurrou para sentar na cama. Se ajoelhando, a Júlia pegou as meias brancas e as esticou. Colocou o pé esquerdo de Cíntia na meia, e lentamente a desenrolou canela acima, ligeiramente abaixo do joelho dela. Cíntia suspirou suavemente. A Júlia a ignorou e pegou a outra meia. Repetindo o processo, ela deixou sua mão continuar além do joelho direito da filha até a metade da coxa dela antes de parar. Ela observou. As pernas de Cíntia foram separadas ligeiramente, e ela pode ver um traço de algodão. Estava começando a ficar umedecido. A Júlia lambeu os lábios, esperando que Cíntia não se manchasse. Levantando, a Júlia disse para Cíntia que ficasse de pé. Ela olhou para sua bonita filha. A blusa era fina, e podia entrever o esboço dos mamilos entusiasmados de Cíntia. As meias até o joelho eram bastante infantis e curtas nas pernas longas, musculosas dela. O vestido ia pouco abaixo das nádegas dela apenas. Ela se levantou com as pernas dela separadas, a saia caindo ao redor de suas coxas. Cíntia não sabia o que fazer com as mãos dela; elas estavam esfregando sua barriga. \"Cíntia, você está muito linda. Venha, me dê um beijo\". Cíntia deu um passo adiante, e pôs os braços ao redor da mãe, nua. Ela olhou para a face dela por um longo instante, então mergulhou os lábios nos de Júlia. As mãos de Cíntia se moveram pelas costas nuas de Júlia, indo à nuca e ao cabelo dela. Júlia acariciou a espinha de Cíntia, e baixou o vestido dela. O beijo ficou mais intenso com Cíntia se aproximando mais pra perto da mãe. A mão de Júlia foi em baixo da saia de Cíntia e começou a acariciar a bundinha redonda por cima das calcinhas. A perna dela achou seu lugar entre as de Cíntia, e Cíntia se esfregou nelas. Lábios abrindo, línguas que circulavam se tocando, Cíntia começou a gemer do fundo de sua garganta. O algodão que segurava seus seios e vagina se tornou um obstáculo e um intensificador do prazer. A Júlia continuou acariciando ligeiramente o traseiro e as coxas da filha, sem tocá-la na frente. Os peitos de Cíntia se esmagavam na mãe dela, e seus quadris balançavam loucamente de um lado para outro em cima da coxa de Júlia. De repente, Cíntia deixou escapar um grito e apertou a mãe contra seu corpo. As pernas de Cíntia, fechadas apertando a coxa de Júlia, estremeceram e apertaram com mais força. O beijo terminou devagar, com Cíntia se afastando. Ela endireitou sua blusa e seu vestido. Ofegante, tirou a calcinha úmida e a deixou no chão. Ela não fez nenhum movimento para pegar outra limpa. Júlia olhou longamente para a filha e disse, \"Agora, pegue seus sapatos. Eu vou vesir algo e levarei você pra escola\". Acernando com a cabeça, ofegante, Cíntia passou pela mãe e seguiu escada abaixo. Júlia virou e foi para o quarto dela, acariciando os peitos ligeiramente. Vinte minutos depois, a Júlia e Cíntia chegaram à escola. A Júlia virou à filha dela e disse, \"Tenha um dia bom na escola, meu amor\". Cíntia simplesmente se inclinou e beijou a mãe dela, mais longo que normalmente, nos lábios. A mão dela serpenteou brevemente entre as pernas da mãe. Então ela pegou os livros e saiu do carro. A Júlia observou a filha dela correndo pro edifício, o pequeno ser de saia lançado pelos passos largos, revelando a parte de trás das coxas brancas. A Júlia se sentou lá durante um minuto, encarando as portas fechadas por quais Cíntia tinha desaparecido. Então ela pôs o carro em primeira e seguiu para casa, em silêncio...\"

6:57 AM, March 04, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Julia & Cintia - Uma historia diferente

\" O marido de Júlia a deixou quando ela tinha vinte e um, dois meses antes do nascimento da filha, Cíntia. Ele se converteu a uma religião e a abandonou para seguir o grupo. Na verdade não foi um impacto grande para Júlia, ela tinha sido auto-suficiente ao longo da sua recente adolescência, quando o pai morreu e deixou uma razoável soma de dinheiro para ela. Ela decidiu economizar e trabalhar para que sua a criança pudesse ir para faculdade, algo que ela quis fazer, mas não pôde. Criou a filha até muito bem para uma mãe solteira. Porém, ela nunca achou nenhuma companhia séria, e sua vida sexual foi deixada de lado. Ela se voltou principalmente para a fantasia e a masturbação, que ela praticava reservadamente quando possível. Quando Cíntia tinha onze anos, começou a mostrar um pouco de interesse no seu corpo, e Júlia sabia que logo ela teria que responder quaisquer perguntas que surgissem. Cíntia estava tomando um banho uma noite, quando Júlia entrou para a espiar. Ela a encontrou deitada na água quente, movendo a esponja em cima da sua vagina, dando risada. Quando ela viu a mãe entrar, se sentou, um pouco envergonhada, e tentou fazer parecer como se ela estivesse se lavando. Júlia sorriu e disse, \" Cíntia, você não tem que ficar envergonhada sobre o que você está fazendo. Todas as meninas fazem isto em algum momento, e é uma coisa maravilhosa, pessoal, bonita, que você pode fazer. Uma coisa privada, mas não algo para ficar envergonhada\". Cíntia, uma menina sincera como era, se endireitou e perguntou, \" Todas as meninas fazem isto, mãe? Fazem?\" A pergunta não era o que ela esperava, mas ela disse, \" Bem, sim, meu bem. Reservadamente \". \" Como você faz isto \"? perguntou Cíntia. Perdida, Júlia repetiu, \"Ah, ahn, isso é uma coisa muito íntima. Eu vou sair agora, e lhe dar alguma privacidade. Me avise quando você terminar, eu preciso tomar uma ducha\". Júlia deixou o banheiro, virando para ver a filha movendo a esponja com vigor em cima da vulva dela outra vez. Depois naquela noite, após deitar no sofá por um longo tempo, Júlia se recolheu ao seu quarto e começou a se despir. Os eventos da noite tinham causado um estímulo curioso, e ela esfregava as coxas uma contra a outra enquantou cruzava o quarto nua. Abriu o armário para pegar a camisola e viu Cíntia, que estava abaixada lá, nua, encarando o peitos e a vagina da mãe. \" Por que você está fora da cama \"? ela perguntou suavemente, sem vergonha. \"Eu quero te ver fazer\" ela disse simplesmente, e começou a se levantar em direção à mãe. Antes que tocasse as coxas de Júlia, ela a agarrou pelo braço e a levou para o quarto. \"Deixe de besteira, Cíntia. Vista uma camisola e vá dormir\". Assim que ela se deitou na cama, os dedos de Cíntia mergulharam no seu clitóris. Júlia partiu depressa e confusa. Ela ficou inquieta com o descaramento da filha, e se masturbou até dormir. Alguns anos depois, quando Cíntia tinha dezoito anos e tinha ido a um jogo de volleyball, Júlia, sozinha na casa, se sentido excitada, decidiu se masturbar. Ela guardara alguns livros e vídeos adultos e tinha um vibrador, mas a excitação dela era tal que ela apenas deitou no sofá com um pouco de música tocando e começou a se acariciar lentamente em cima da sua blusa fina de verão. Ela passava as mãos pelo rosto e as beijava, se estirando enquanto Steely Dan rolava no estéreo. As suas mãos acariciaram o pano em cima da sua barriga e a parte de baixo dos seus peitos. Os seus dedos circularam e beliscaram seus mamilos entumescidos pelo tecido do vestido. Ela começou a mover os quadris, fazendo a saia subir para os joelhos. Fechando os olhos, abaixou as calcinhas até os joelhos, então foi por baixo do vestido e acariciou suas coxas. Com a outra mão ela continuou acariciando os seios, lambendo as pontas dos dedos e esfregando os mamilos quentes pelo tecido da blusa. Antes que pudesse perceber, tocou seus lábios molhados e gemeu. Os dedos dela vagaram da extremidade da vagina ao redor, incitando a umidade nos lábios sensíveis, em chamas. Ela moveu o corpo mais pra baixo no sofá, arqueando suas costas enquanto o orgasmo se aproximava muito mais rápido que ela esperava. A outra mão deixou os seios e passou a esfregar o clitóris dela, suavemente no princípio, mas não por muito tempo, pois a excitação dela crescia rapidamente. Os dedos de Júlia esfregavam freneticamente para cima e para baixo contra seu clitóris, assim como os outros três dedos mergulhados, entrando e saindo da sua racha. O seu corpo se enrijeceu com o climax, escorrendo fluidos por ambas as mãos com ela gritando como se acometida por uma forte dor. Seus olhos se fecharam, ela elevou os dedos aos lábios e lambeu seus sucos, apreciando o gosto que ela tinha aprendido desfrutar nos últimos anos. Respirou um pouco e levantou a calcinha, quando notou algo no canto da visão. Virando a cabeça depressa, ela viu Cíntia, de pé, boquiaberta, ainda de uniforme. Depois de um momento de silêncio, Cíntia deu risada e disse, \" Nós perdemos. Tomamos um passeio de...\" Júlia recobrou os sentidos e disse, \" Há quanto tempo você estava de pé aí\"? \" Tempo o bastante, mãe. Eu vi você...\" ela interrompeu no meio a fala. Eles se encararam uma a outra. Júlia começou a levantar suas calcinhas lentamente. Ela estava obviamente confusa como controlar a situação. Cíntia continuou, \"com que freqüência faz você isso\"? Chocada, Júlia respondeu num rompante, \" isso não é da sua conta \". Cíntia se sentou próximo à mãe e disse, descaradamente, \"eu faço isto duas vezes por semana, às vezes mais. Mãe, não há nenhuma razão para estar envergonhada, você me ensinou isso. Além do mais, eu acho que você deveria fazer mais vezes. Eu estava preocupada com você.\" Júlia começou a desejar saber sobre a masturbação da filha. Ela estava estonteada e ainda excitada com o gozo de instantes atrás. Ela olhou para Cíntia e a viu se tocando por cima do short, esfregando de um lado para outro. Ela disse, \" eu sei que você não tem ninguém que a ama além de mim, mãe. Eu acredito que eu deveria te ajudar tanto quanto você me ajuda, Mãe \". \" O...o qu...que\" gaguejou a Júlia, e olhou novamente para a filha dela se tocando. Cíntia esticou a outra mão para a mãe, lentamente, titubeante. Antes que mão dela alcançasse o seu peito, Júlia saltou para cima e se afastou, ofegando, confusa, temerosa, e mais que tudo com uma pequena excitação. Ela não pôde mover sua boca para dizer \"Não\". Cíntia continuou olhando para ela e fez uma cara feia. \"Eu só queria.... eu sinto muito\". \" Não, não, é só ...você é minha filha. E, deus, uma menina, que\" ela começou a chorar ligeiramente, \" e faz...tanto...tempo...\" Cíntia continuou acariciando a frente do seu uniforme. \" É porque eu a vi? Eu a assisti fazendo? Você quer me ver?\" \"Te ver?\" \" É, me ver. Uma garota, se masturbando. Sua filha, mãe \". Ela não poderia ter dito isto, mas disse. Mas a Júlia ainda estava lá de pé, incrédula. Cíntia subiu, e disse, \"Eu vou para meu quarto. Você pode me seguir, se você quiser \". Ela roçou na Júlia ao passar e foi aos degraus. Depois de um momento de silencio, Júlia foi atrás. Ela estava ansiosa e ofegante. Subir degraus acima era quase impossível. Ela chegou ao quarto da filha; a porta estava aberta. Cíntia estava se despindo, tirando o top dela. Ela sorriu quando viu a mãe dela a assistindo. \"Vem cá, mãe. Senta na cama, \" ela acenou. Júlia sentou. Cíntia tirou o sutiã e os peitinhos pequenos e bicudos dela despontaram. Júlia pensou como eles estavam bonitos. Ela estava começando a relaxar, excitada com a visão das tetinhas da filha dela. Cíntia abaixou as calças e calcinhas de uma vez e revelou a bucetinha à mãe, com seus pentelhinhos claros de cabelo castanho. Os pelos estava molhados e brilhando com suas próprias carícias. Cíntia saiu do monte de roupa no chão e se sentou próximo à mãe. Não perdendo tempo, ela mergulhou os dedos diretamente na xaninha dela, esfregando com ambas as mãos, metendo seus dedos dentro. A mãe dela se envolveu no desejo dela, e se inclinou para lamber os peitos da filha. Cíntia gritou e se contorceu, então se deitou de costas. \" Por que... você gozou tão depressa?\" quis saber Júlia. \" Eu estava pensando em você se tocando, mãe. Eu não consegui segurar. Posso... \" ela enfiou a mão por debaixo do vestido da mãe e tocou os lábios debaixo do tecido encharcado das calcinhas dela. Júlia gemeu e segurou a bainha da blusa dela com duas mãos, confusa. Inclinada para trás contra o encosto de metal da cama, Júlia abriu as pernas e fechou os olhos. Sentia sua calcinha sendo tirada para longe do seu sexo, e olhou para baixo vendo a cabeça da sua filha desaparecer em baixo da saia azul. Quando a filha dela a lambeu, Júlia gemeu e tirou sua blusa fora, revelando seus seios.\"Querida, vem cá, me beija\" ela sussurrou. Cíntia subiu no corpo da mãe, colando seus lábios nos dela. Suas línguas se encontraram em suas bocas quantes. O ventre de Cíntia se fundiu ao da mãe, esmagando a pélvis das duas. Júlia apertou a coxa dela contra a vulva da filha, e a filha dela fez o mesmo. Os peitos delas se esfregaram um contra o outro. Júlia enfiou a mão por baixo e meteu sua mão entre a viscosidade ao redor das coxas que se roçavam. Se beijaram na boca, chuparam e morderam ambos pescoços e faces. Cíntia sentia a mãe dela movendo mais rapidamente contra suas partes mais baixas, e aumentou a pressão dela ao ritmo da mãe. Júlia gozou tremendamente, e usando a mão dela para estimular a filha a levou ao clímax também. Gozo. As duas permaneceram abraçadas durante algum tempo, em um sono leve. Júlia acordou sentindo Cíntia alisando seus quadris e pernas. Ela disse, \" Meu bem, vem cá. Vamos para meu quarto \". Júlia disse para Cíntia que se deitasse na cama dela, então foi para uma gaveta e tirou um vibrador longo, fálico. Era feito de silicone, que esquentou ao toque. Você alguma vez usou um destes\"? ela perguntou para Cíntia. A filha dela respondeu, \"Não, mas eu às vezes uso o massageador no chuveiro\". A Júlia sorriu furtivamente e se deitou próximo à filha. Ela ainda estava flutuando nos sentimentos tão deliciosos de ter o corpo tocado por outra pessoa que não ela mesma, e não questionou o incesto em que se envolvia. Tudo que ela queria era que a noite nunca terminasse, para nunca haver uma hora quando ela teria que parar e examinar o que estava fazendo. Viver sem conseqüências. Ela ligou o vibrador que zumbiu suavemente. Ela beijou a filha de forma sensual, acariciando o mamilo de Cíntia com o vibrador. Cíntia começou a gemer e esfregar as coxas. Júlia moveu o vibrador abaixo na barriga de Cíntia, passando para o umbigo dela. Então, abaixo, para o clitóris dela. Concentrando as vibrações lá, o clímax veio depressa e docemente, mas a Júlia deixou o vibrador no lugar. Ela se sentou e assistiu. Assistiu a filha dela se contorcendo, de olhos fechados, sob a massagem impiedosa no clitóris dela. Cíntia gozou três ou quatro vezes, curtindo o completo abandono às carícias da mãe. Cíntia pediu, \" Ai, mãe, me fode, me come\". Cíntia tentou ajustar seu corpo para permitir a penetração do vibrador. Júlia, com um desejo selvagem, se virou sobre a filha e manobrou o palpitante aparelho na racha de Cíntia, então passou a outra ponta nela própria. Júlia montou sobre a filha, esmagando o agora completamente devorado vibrador entre os dois corpos. Seus quadris iniciaram um movimento gentil, forçando as vibrações de um lado para outro. Elas deixavam seus quadris se moverem sem nem pensar, só apreciando as sensações que eles causavam. Júlia olhou fundo nos olhos de Cíntia; Cíntia parecia perdida no prazer que estava sentindo. Ocasionalmente, a língua de Cíntia serpenteou fora da boca e lambeu ao redor e dentro do lábios abertos da mãe. O tesão cresceu e explodiu novamente, de novo para as duas, e outra vez, cada vez os movimentos delas ficando menos frenéticos e mais desfalecido. Júlia colocou a mão entre elas e afastou o vibrador coberto de silicone, derrubando-o no chão ao lado delas. Estava muito tarde, e Cíntia e Júlia acariciaram uma a outra, com sono, ligeiramente até que desmaiaram, Cíntia ainda nua sobre a mãe. Júlia despertou cedo na manhã seguinte cedo ao som de Cíntia no chuveiro. Era um dia de semana, e Cíntia tinha que ir para a escola. Júlia tinha o dia livre, assim não estava com nenhuma pressa de se levantar. Era só colocar algum vestido velho e levar a Júlia para escola quando ela estivesse pronta. Tudo de uma vez, os eventos da noite anterior começaram a assombrá-la. O que diabos ela tinha feito? Certamente esta não poderia ter sido uma coisa saudável para uma filha e mãe fazerem. Incesto é destrutivo e alienante. Mas, ao mesmo tempo, Júlia não poderia negar a verdadeira e profunda atração pela filha que tinha sido revelada a ela. O que ia fazer? Como iria Cíntia, sempre o tipo independente, reagir a uma mãe que tinha se tornado uma amante de repente? Poderia esperar que reação? O barulho do chuveiro parou. Ela ouviu Cíntia caminhar do banheiro para o quarto dela. Júlia conhecia a rotina de Cíntia de todas as manhãs; ela a tinha ajudado desde que ela tinha começado na escola particular na oitava série. Primeiro, estendia uma blusa branca limpa e a saia azul plissada do uniforme escolar. Júlia ouviu a gaveta da cômoda sendo aberta e fechada quando Cíntia escolhia a roupa íntima. Júlia não pôde evitar imaginar a filha dela puxando as calcinhas sumárias de algodão ao longo de suas pernas compridas. O sutiã pequeno sendo afivelado nas costas. Júlia começou a esfregar as coxas, imaginando a filha dela se vestindo. O uniforme que Cíntia usava sempre a tinha envergonhado, mas a Júlia achava que era muito atraente. Ultimamente, Cíntia tinha começado a superar isto, pois não havia mais nada que ela pudesse usar na escola sem ser suspensa. Antes de perceber, Júlia já tinha levantado e caminhado, nua, corredor abaixo em direção ao quarto de Cíntia. Ela entrou. Cíntia estava só com a roupa íntima dela, segurando o vestido em uma mão. Júlia disse, \" Docinho, eu vim lhe ajudar a vestir \". Cíntia respondeu, \" ah, mãe, eu posso me vestir...\" ela parecia incomodada também. Mas ela ainda era a mais corajosa das duas. \"Se você quer ajudar, entretanto ...okay \". A Júlia deu um passo à frente e pegou o vestido. Caminhou ao redor, indo atrás de Cíntia, ficando de pé muito próximo a ela. Cíntia podia sentir a respiração da mãe na parte de trás do seu pescoço. Na orelha dela, a Júlia sussurrou \"Vem querida, vamos por o vestido\". Cíntia ergueu a perna esquerda dela. Júlia se ajoelhou, esbarrando seu corpo nas costas nuas de Cíntia. Ela moveu o vestido de forma que uma das pernas de Cíntia entrou até em cima. \"Agora a outra\". Cíntia desceu uma perna e levantou a outra. A Júlia segurou o joelho, passando pelo vestido. Quando Cíntia abaixou a perna, as mãos de Júlia permaneceram ali, acariciando enquanto o joelho e coxa passavam. Júlia moveu a roupa lentamente para cima do corpo da filha, movendo as mãos dela ao longo dos quadris dela. Uma vez que o vestido estava no lugar, Júlia alisou na frente e atrás o pano. Se levantando novamente, a Júlia pegou a blusa de Cíntia na cama. Ficando atrás dela, segurou o braço de Cíntia. Ela moveu a blusa abrindo a manga para o braço de Cíntia. Cíntia estava tendo dificuldade de se manter de pe. Quando o outro braço entrou na camisa, Cíntia começou a trocar o peso dela de uma perna para a outra, mas não ousou nenhum movimento. A Júlia se moveu para mais perto da filha para abotoar a blusa. Cíntia podia sentir os peitos da mãe dela tocando seus ombros, os mamilos deles esquentando, cutucando insistentemente. Júlia movia as mãos dela por cima da camisa, achando os botões e as casas de botão através de toque. Quando ela alcançou o segundo botão, Cíntia começou a respirar pesadamente. Júlia teve muita dificuldade em localizar o terceiro botão. Se abaixando, mas mantendo o corpo nu contra o da filha, ela fez seu caminho até o botão mais baixo. O fechou depressa. Então, para deleite de Cíntia, ela foi para a parte de trás e ajeitou a blusa no vestido de Cíntia. Da parte de trás, ao redor indo para a frente, as mãos de Júlia enfiaram a blusa debaixo do vestido, assegurando que ele estava desamarrotado. Cíntia gemeu e se excitou, até que ela terminou. Logo, Júlia apanhou a jaqueta esporte azul marinho. Passando à frente, vestiu Cíntia com ela, sendo cuidadosa para tocá-la o menos possível. Estava ficando difícil se manter de pé. Júlia pôs a mão dela no tórax de Cíntia e ligeiramente a empurrou para sentar na cama. Se ajoelhando, a Júlia pegou as meias brancas e as esticou. Colocou o pé esquerdo de Cíntia na meia, e lentamente a desenrolou canela acima, ligeiramente abaixo do joelho dela. Cíntia suspirou suavemente. A Júlia a ignorou e pegou a outra meia. Repetindo o processo, ela deixou sua mão continuar além do joelho direito da filha até a metade da coxa dela antes de parar. Ela observou. As pernas de Cíntia foram separadas ligeiramente, e ela pode ver um traço de algodão. Estava começando a ficar umedecido. A Júlia lambeu os lábios, esperando que Cíntia não se manchasse. Levantando, a Júlia disse para Cíntia que ficasse de pé. Ela olhou para sua bonita filha. A blusa era fina, e podia entrever o esboço dos mamilos entusiasmados de Cíntia. As meias até o joelho eram bastante infantis e curtas nas pernas longas, musculosas dela. O vestido ia pouco abaixo das nádegas dela apenas. Ela se levantou com as pernas dela separadas, a saia caindo ao redor de suas coxas. Cíntia não sabia o que fazer com as mãos dela; elas estavam esfregando sua barriga. \"Cíntia, você está muito linda. Venha, me dê um beijo\". Cíntia deu um passo adiante, e pôs os braços ao redor da mãe, nua. Ela olhou para a face dela por um longo instante, então mergulhou os lábios nos de Júlia. As mãos de Cíntia se moveram pelas costas nuas de Júlia, indo à nuca e ao cabelo dela. Júlia acariciou a espinha de Cíntia, e baixou o vestido dela. O beijo ficou mais intenso com Cíntia se aproximando mais pra perto da mãe. A mão de Júlia foi em baixo da saia de Cíntia e começou a acariciar a bundinha redonda por cima das calcinhas. A perna dela achou seu lugar entre as de Cíntia, e Cíntia se esfregou nelas. Lábios abrindo, línguas que circulavam se tocando, Cíntia começou a gemer do fundo de sua garganta. O algodão que segurava seus seios e vagina se tornou um obstáculo e um intensificador do prazer. A Júlia continuou acariciando ligeiramente o traseiro e as coxas da filha, sem tocá-la na frente. Os peitos de Cíntia se esmagavam na mãe dela, e seus quadris balançavam loucamente de um lado para outro em cima da coxa de Júlia. De repente, Cíntia deixou escapar um grito e apertou a mãe contra seu corpo. As pernas de Cíntia, fechadas apertando a coxa de Júlia, estremeceram e apertaram com mais força. O beijo terminou devagar, com Cíntia se afastando. Ela endireitou sua blusa e seu vestido. Ofegante, tirou a calcinha úmida e a deixou no chão. Ela não fez nenhum movimento para pegar outra limpa. Júlia olhou longamente para a filha e disse, \"Agora, pegue seus sapatos. Eu vou vesir algo e levarei você pra escola\". Acernando com a cabeça, ofegante, Cíntia passou pela mãe e seguiu escada abaixo. Júlia virou e foi para o quarto dela, acariciando os peitos ligeiramente. Vinte minutos depois, a Júlia e Cíntia chegaram à escola. A Júlia virou à filha dela e disse, \"Tenha um dia bom na escola, meu amor\". Cíntia simplesmente se inclinou e beijou a mãe dela, mais longo que normalmente, nos lábios. A mão dela serpenteou brevemente entre as pernas da mãe. Então ela pegou os livros e saiu do carro. A Júlia observou a filha dela correndo pro edifício, o pequeno ser de saia lançado pelos passos largos, revelando a parte de trás das coxas brancas. A Júlia se sentou lá durante um minuto, encarando as portas fechadas por quais Cíntia tinha desaparecido. Então ela pôs o carro em primeira e seguiu para casa, em silêncio...\"

6:57 AM, March 04, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Julia & Cintia - Uma historia diferente

\" O marido de Júlia a deixou quando ela tinha vinte e um, dois meses antes do nascimento da filha, Cíntia. Ele se converteu a uma religião e a abandonou para seguir o grupo. Na verdade não foi um impacto grande para Júlia, ela tinha sido auto-suficiente ao longo da sua recente adolescência, quando o pai morreu e deixou uma razoável soma de dinheiro para ela. Ela decidiu economizar e trabalhar para que sua a criança pudesse ir para faculdade, algo que ela quis fazer, mas não pôde. Criou a filha até muito bem para uma mãe solteira. Porém, ela nunca achou nenhuma companhia séria, e sua vida sexual foi deixada de lado. Ela se voltou principalmente para a fantasia e a masturbação, que ela praticava reservadamente quando possível. Quando Cíntia tinha onze anos, começou a mostrar um pouco de interesse no seu corpo, e Júlia sabia que logo ela teria que responder quaisquer perguntas que surgissem. Cíntia estava tomando um banho uma noite, quando Júlia entrou para a espiar. Ela a encontrou deitada na água quente, movendo a esponja em cima da sua vagina, dando risada. Quando ela viu a mãe entrar, se sentou, um pouco envergonhada, e tentou fazer parecer como se ela estivesse se lavando. Júlia sorriu e disse, \" Cíntia, você não tem que ficar envergonhada sobre o que você está fazendo. Todas as meninas fazem isto em algum momento, e é uma coisa maravilhosa, pessoal, bonita, que você pode fazer. Uma coisa privada, mas não algo para ficar envergonhada\". Cíntia, uma menina sincera como era, se endireitou e perguntou, \" Todas as meninas fazem isto, mãe? Fazem?\" A pergunta não era o que ela esperava, mas ela disse, \" Bem, sim, meu bem. Reservadamente \". \" Como você faz isto \"? perguntou Cíntia. Perdida, Júlia repetiu, \"Ah, ahn, isso é uma coisa muito íntima. Eu vou sair agora, e lhe dar alguma privacidade. Me avise quando você terminar, eu preciso tomar uma ducha\". Júlia deixou o banheiro, virando para ver a filha movendo a esponja com vigor em cima da vulva dela outra vez. Depois naquela noite, após deitar no sofá por um longo tempo, Júlia se recolheu ao seu quarto e começou a se despir. Os eventos da noite tinham causado um estímulo curioso, e ela esfregava as coxas uma contra a outra enquantou cruzava o quarto nua. Abriu o armário para pegar a camisola e viu Cíntia, que estava abaixada lá, nua, encarando o peitos e a vagina da mãe. \" Por que você está fora da cama \"? ela perguntou suavemente, sem vergonha. \"Eu quero te ver fazer\" ela disse simplesmente, e começou a se levantar em direção à mãe. Antes que tocasse as coxas de Júlia, ela a agarrou pelo braço e a levou para o quarto. \"Deixe de besteira, Cíntia. Vista uma camisola e vá dormir\". Assim que ela se deitou na cama, os dedos de Cíntia mergulharam no seu clitóris. Júlia partiu depressa e confusa. Ela ficou inquieta com o descaramento da filha, e se masturbou até dormir. Alguns anos depois, quando Cíntia tinha dezoito anos e tinha ido a um jogo de volleyball, Júlia, sozinha na casa, se sentido excitada, decidiu se masturbar. Ela guardara alguns livros e vídeos adultos e tinha um vibrador, mas a excitação dela era tal que ela apenas deitou no sofá com um pouco de música tocando e começou a se acariciar lentamente em cima da sua blusa fina de verão. Ela passava as mãos pelo rosto e as beijava, se estirando enquanto Steely Dan rolava no estéreo. As suas mãos acariciaram o pano em cima da sua barriga e a parte de baixo dos seus peitos. Os seus dedos circularam e beliscaram seus mamilos entumescidos pelo tecido do vestido. Ela começou a mover os quadris, fazendo a saia subir para os joelhos. Fechando os olhos, abaixou as calcinhas até os joelhos, então foi por baixo do vestido e acariciou suas coxas. Com a outra mão ela continuou acariciando os seios, lambendo as pontas dos dedos e esfregando os mamilos quentes pelo tecido da blusa. Antes que pudesse perceber, tocou seus lábios molhados e gemeu. Os dedos dela vagaram da extremidade da vagina ao redor, incitando a umidade nos lábios sensíveis, em chamas. Ela moveu o corpo mais pra baixo no sofá, arqueando suas costas enquanto o orgasmo se aproximava muito mais rápido que ela esperava. A outra mão deixou os seios e passou a esfregar o clitóris dela, suavemente no princípio, mas não por muito tempo, pois a excitação dela crescia rapidamente. Os dedos de Júlia esfregavam freneticamente para cima e para baixo contra seu clitóris, assim como os outros três dedos mergulhados, entrando e saindo da sua racha. O seu corpo se enrijeceu com o climax, escorrendo fluidos por ambas as mãos com ela gritando como se acometida por uma forte dor. Seus olhos se fecharam, ela elevou os dedos aos lábios e lambeu seus sucos, apreciando o gosto que ela tinha aprendido desfrutar nos últimos anos. Respirou um pouco e levantou a calcinha, quando notou algo no canto da visão. Virando a cabeça depressa, ela viu Cíntia, de pé, boquiaberta, ainda de uniforme. Depois de um momento de silêncio, Cíntia deu risada e disse, \" Nós perdemos. Tomamos um passeio de...\" Júlia recobrou os sentidos e disse, \" Há quanto tempo você estava de pé aí\"? \" Tempo o bastante, mãe. Eu vi você...\" ela interrompeu no meio a fala. Eles se encararam uma a outra. Júlia começou a levantar suas calcinhas lentamente. Ela estava obviamente confusa como controlar a situação. Cíntia continuou, \"com que freqüência faz você isso\"? Chocada, Júlia respondeu num rompante, \" isso não é da sua conta \". Cíntia se sentou próximo à mãe e disse, descaradamente, \"eu faço isto duas vezes por semana, às vezes mais. Mãe, não há nenhuma razão para estar envergonhada, você me ensinou isso. Além do mais, eu acho que você deveria fazer mais vezes. Eu estava preocupada com você.\" Júlia começou a desejar saber sobre a masturbação da filha. Ela estava estonteada e ainda excitada com o gozo de instantes atrás. Ela olhou para Cíntia e a viu se tocando por cima do short, esfregando de um lado para outro. Ela disse, \" eu sei que você não tem ninguém que a ama além de mim, mãe. Eu acredito que eu deveria te ajudar tanto quanto você me ajuda, Mãe \". \" O...o qu...que\" gaguejou a Júlia, e olhou novamente para a filha dela se tocando. Cíntia esticou a outra mão para a mãe, lentamente, titubeante. Antes que mão dela alcançasse o seu peito, Júlia saltou para cima e se afastou, ofegando, confusa, temerosa, e mais que tudo com uma pequena excitação. Ela não pôde mover sua boca para dizer \"Não\". Cíntia continuou olhando para ela e fez uma cara feia. \"Eu só queria.... eu sinto muito\". \" Não, não, é só ...você é minha filha. E, deus, uma menina, que\" ela começou a chorar ligeiramente, \" e faz...tanto...tempo...\" Cíntia continuou acariciando a frente do seu uniforme. \" É porque eu a vi? Eu a assisti fazendo? Você quer me ver?\" \"Te ver?\" \" É, me ver. Uma garota, se masturbando. Sua filha, mãe \". Ela não poderia ter dito isto, mas disse. Mas a Júlia ainda estava lá de pé, incrédula. Cíntia subiu, e disse, \"Eu vou para meu quarto. Você pode me seguir, se você quiser \". Ela roçou na Júlia ao passar e foi aos degraus. Depois de um momento de silencio, Júlia foi atrás. Ela estava ansiosa e ofegante. Subir degraus acima era quase impossível. Ela chegou ao quarto da filha; a porta estava aberta. Cíntia estava se despindo, tirando o top dela. Ela sorriu quando viu a mãe dela a assistindo. \"Vem cá, mãe. Senta na cama, \" ela acenou. Júlia sentou. Cíntia tirou o sutiã e os peitinhos pequenos e bicudos dela despontaram. Júlia pensou como eles estavam bonitos. Ela estava começando a relaxar, excitada com a visão das tetinhas da filha dela. Cíntia abaixou as calças e calcinhas de uma vez e revelou a bucetinha à mãe, com seus pentelhinhos claros de cabelo castanho. Os pelos estava molhados e brilhando com suas próprias carícias. Cíntia saiu do monte de roupa no chão e se sentou próximo à mãe. Não perdendo tempo, ela mergulhou os dedos diretamente na xaninha dela, esfregando com ambas as mãos, metendo seus dedos dentro. A mãe dela se envolveu no desejo dela, e se inclinou para lamber os peitos da filha. Cíntia gritou e se contorceu, então se deitou de costas. \" Por que... você gozou tão depressa?\" quis saber Júlia. \" Eu estava pensando em você se tocando, mãe. Eu não consegui segurar. Posso... \" ela enfiou a mão por debaixo do vestido da mãe e tocou os lábios debaixo do tecido encharcado das calcinhas dela. Júlia gemeu e segurou a bainha da blusa dela com duas mãos, confusa. Inclinada para trás contra o encosto de metal da cama, Júlia abriu as pernas e fechou os olhos. Sentia sua calcinha sendo tirada para longe do seu sexo, e olhou para baixo vendo a cabeça da sua filha desaparecer em baixo da saia azul. Quando a filha dela a lambeu, Júlia gemeu e tirou sua blusa fora, revelando seus seios.\"Querida, vem cá, me beija\" ela sussurrou. Cíntia subiu no corpo da mãe, colando seus lábios nos dela. Suas línguas se encontraram em suas bocas quantes. O ventre de Cíntia se fundiu ao da mãe, esmagando a pélvis das duas. Júlia apertou a coxa dela contra a vulva da filha, e a filha dela fez o mesmo. Os peitos delas se esfregaram um contra o outro. Júlia enfiou a mão por baixo e meteu sua mão entre a viscosidade ao redor das coxas que se roçavam. Se beijaram na boca, chuparam e morderam ambos pescoços e faces. Cíntia sentia a mãe dela movendo mais rapidamente contra suas partes mais baixas, e aumentou a pressão dela ao ritmo da mãe. Júlia gozou tremendamente, e usando a mão dela para estimular a filha a levou ao clímax também. Gozo. As duas permaneceram abraçadas durante algum tempo, em um sono leve. Júlia acordou sentindo Cíntia alisando seus quadris e pernas. Ela disse, \" Meu bem, vem cá. Vamos para meu quarto \". Júlia disse para Cíntia que se deitasse na cama dela, então foi para uma gaveta e tirou um vibrador longo, fálico. Era feito de silicone, que esquentou ao toque. Você alguma vez usou um destes\"? ela perguntou para Cíntia. A filha dela respondeu, \"Não, mas eu às vezes uso o massageador no chuveiro\". A Júlia sorriu furtivamente e se deitou próximo à filha. Ela ainda estava flutuando nos sentimentos tão deliciosos de ter o corpo tocado por outra pessoa que não ela mesma, e não questionou o incesto em que se envolvia. Tudo que ela queria era que a noite nunca terminasse, para nunca haver uma hora quando ela teria que parar e examinar o que estava fazendo. Viver sem conseqüências. Ela ligou o vibrador que zumbiu suavemente. Ela beijou a filha de forma sensual, acariciando o mamilo de Cíntia com o vibrador. Cíntia começou a gemer e esfregar as coxas. Júlia moveu o vibrador abaixo na barriga de Cíntia, passando para o umbigo dela. Então, abaixo, para o clitóris dela. Concentrando as vibrações lá, o clímax veio depressa e docemente, mas a Júlia deixou o vibrador no lugar. Ela se sentou e assistiu. Assistiu a filha dela se contorcendo, de olhos fechados, sob a massagem impiedosa no clitóris dela. Cíntia gozou três ou quatro vezes, curtindo o completo abandono às carícias da mãe. Cíntia pediu, \" Ai, mãe, me fode, me come\". Cíntia tentou ajustar seu corpo para permitir a penetração do vibrador. Júlia, com um desejo selvagem, se virou sobre a filha e manobrou o palpitante aparelho na racha de Cíntia, então passou a outra ponta nela própria. Júlia montou sobre a filha, esmagando o agora completamente devorado vibrador entre os dois corpos. Seus quadris iniciaram um movimento gentil, forçando as vibrações de um lado para outro. Elas deixavam seus quadris se moverem sem nem pensar, só apreciando as sensações que eles causavam. Júlia olhou fundo nos olhos de Cíntia; Cíntia parecia perdida no prazer que estava sentindo. Ocasionalmente, a língua de Cíntia serpenteou fora da boca e lambeu ao redor e dentro do lábios abertos da mãe. O tesão cresceu e explodiu novamente, de novo para as duas, e outra vez, cada vez os movimentos delas ficando menos frenéticos e mais desfalecido. Júlia colocou a mão entre elas e afastou o vibrador coberto de silicone, derrubando-o no chão ao lado delas. Estava muito tarde, e Cíntia e Júlia acariciaram uma a outra, com sono, ligeiramente até que desmaiaram, Cíntia ainda nua sobre a mãe. Júlia despertou cedo na manhã seguinte cedo ao som de Cíntia no chuveiro. Era um dia de semana, e Cíntia tinha que ir para a escola. Júlia tinha o dia livre, assim não estava com nenhuma pressa de se levantar. Era só colocar algum vestido velho e levar a Júlia para escola quando ela estivesse pronta. Tudo de uma vez, os eventos da noite anterior começaram a assombrá-la. O que diabos ela tinha feito? Certamente esta não poderia ter sido uma coisa saudável para uma filha e mãe fazerem. Incesto é destrutivo e alienante. Mas, ao mesmo tempo, Júlia não poderia negar a verdadeira e profunda atração pela filha que tinha sido revelada a ela. O que ia fazer? Como iria Cíntia, sempre o tipo independente, reagir a uma mãe que tinha se tornado uma amante de repente? Poderia esperar que reação? O barulho do chuveiro parou. Ela ouviu Cíntia caminhar do banheiro para o quarto dela. Júlia conhecia a rotina de Cíntia de todas as manhãs; ela a tinha ajudado desde que ela tinha começado na escola particular na oitava série. Primeiro, estendia uma blusa branca limpa e a saia azul plissada do uniforme escolar. Júlia ouviu a gaveta da cômoda sendo aberta e fechada quando Cíntia escolhia a roupa íntima. Júlia não pôde evitar imaginar a filha dela puxando as calcinhas sumárias de algodão ao longo de suas pernas compridas. O sutiã pequeno sendo afivelado nas costas. Júlia começou a esfregar as coxas, imaginando a filha dela se vestindo. O uniforme que Cíntia usava sempre a tinha envergonhado, mas a Júlia achava que era muito atraente. Ultimamente, Cíntia tinha começado a superar isto, pois não havia mais nada que ela pudesse usar na escola sem ser suspensa. Antes de perceber, Júlia já tinha levantado e caminhado, nua, corredor abaixo em direção ao quarto de Cíntia. Ela entrou. Cíntia estava só com a roupa íntima dela, segurando o vestido em uma mão. Júlia disse, \" Docinho, eu vim lhe ajudar a vestir \". Cíntia respondeu, \" ah, mãe, eu posso me vestir...\" ela parecia incomodada também. Mas ela ainda era a mais corajosa das duas. \"Se você quer ajudar, entretanto ...okay \". A Júlia deu um passo à frente e pegou o vestido. Caminhou ao redor, indo atrás de Cíntia, ficando de pé muito próximo a ela. Cíntia podia sentir a respiração da mãe na parte de trás do seu pescoço. Na orelha dela, a Júlia sussurrou \"Vem querida, vamos por o vestido\". Cíntia ergueu a perna esquerda dela. Júlia se ajoelhou, esbarrando seu corpo nas costas nuas de Cíntia. Ela moveu o vestido de forma que uma das pernas de Cíntia entrou até em cima. \"Agora a outra\". Cíntia desceu uma perna e levantou a outra. A Júlia segurou o joelho, passando pelo vestido. Quando Cíntia abaixou a perna, as mãos de Júlia permaneceram ali, acariciando enquanto o joelho e coxa passavam. Júlia moveu a roupa lentamente para cima do corpo da filha, movendo as mãos dela ao longo dos quadris dela. Uma vez que o vestido estava no lugar, Júlia alisou na frente e atrás o pano. Se levantando novamente, a Júlia pegou a blusa de Cíntia na cama. Ficando atrás dela, segurou o braço de Cíntia. Ela moveu a blusa abrindo a manga para o braço de Cíntia. Cíntia estava tendo dificuldade de se manter de pe. Quando o outro braço entrou na camisa, Cíntia começou a trocar o peso dela de uma perna para a outra, mas não ousou nenhum movimento. A Júlia se moveu para mais perto da filha para abotoar a blusa. Cíntia podia sentir os peitos da mãe dela tocando seus ombros, os mamilos deles esquentando, cutucando insistentemente. Júlia movia as mãos dela por cima da camisa, achando os botões e as casas de botão através de toque. Quando ela alcançou o segundo botão, Cíntia começou a respirar pesadamente. Júlia teve muita dificuldade em localizar o terceiro botão. Se abaixando, mas mantendo o corpo nu contra o da filha, ela fez seu caminho até o botão mais baixo. O fechou depressa. Então, para deleite de Cíntia, ela foi para a parte de trás e ajeitou a blusa no vestido de Cíntia. Da parte de trás, ao redor indo para a frente, as mãos de Júlia enfiaram a blusa debaixo do vestido, assegurando que ele estava desamarrotado. Cíntia gemeu e se excitou, até que ela terminou. Logo, Júlia apanhou a jaqueta esporte azul marinho. Passando à frente, vestiu Cíntia com ela, sendo cuidadosa para tocá-la o menos possível. Estava ficando difícil se manter de pé. Júlia pôs a mão dela no tórax de Cíntia e ligeiramente a empurrou para sentar na cama. Se ajoelhando, a Júlia pegou as meias brancas e as esticou. Colocou o pé esquerdo de Cíntia na meia, e lentamente a desenrolou canela acima, ligeiramente abaixo do joelho dela. Cíntia suspirou suavemente. A Júlia a ignorou e pegou a outra meia. Repetindo o processo, ela deixou sua mão continuar além do joelho direito da filha até a metade da coxa dela antes de parar. Ela observou. As pernas de Cíntia foram separadas ligeiramente, e ela pode ver um traço de algodão. Estava começando a ficar umedecido. A Júlia lambeu os lábios, esperando que Cíntia não se manchasse. Levantando, a Júlia disse para Cíntia que ficasse de pé. Ela olhou para sua bonita filha. A blusa era fina, e podia entrever o esboço dos mamilos entusiasmados de Cíntia. As meias até o joelho eram bastante infantis e curtas nas pernas longas, musculosas dela. O vestido ia pouco abaixo das nádegas dela apenas. Ela se levantou com as pernas dela separadas, a saia caindo ao redor de suas coxas. Cíntia não sabia o que fazer com as mãos dela; elas estavam esfregando sua barriga. \"Cíntia, você está muito linda. Venha, me dê um beijo\". Cíntia deu um passo adiante, e pôs os braços ao redor da mãe, nua. Ela olhou para a face dela por um longo instante, então mergulhou os lábios nos de Júlia. As mãos de Cíntia se moveram pelas costas nuas de Júlia, indo à nuca e ao cabelo dela. Júlia acariciou a espinha de Cíntia, e baixou o vestido dela. O beijo ficou mais intenso com Cíntia se aproximando mais pra perto da mãe. A mão de Júlia foi em baixo da saia de Cíntia e começou a acariciar a bundinha redonda por cima das calcinhas. A perna dela achou seu lugar entre as de Cíntia, e Cíntia se esfregou nelas. Lábios abrindo, línguas que circulavam se tocando, Cíntia começou a gemer do fundo de sua garganta. O algodão que segurava seus seios e vagina se tornou um obstáculo e um intensificador do prazer. A Júlia continuou acariciando ligeiramente o traseiro e as coxas da filha, sem tocá-la na frente. Os peitos de Cíntia se esmagavam na mãe dela, e seus quadris balançavam loucamente de um lado para outro em cima da coxa de Júlia. De repente, Cíntia deixou escapar um grito e apertou a mãe contra seu corpo. As pernas de Cíntia, fechadas apertando a coxa de Júlia, estremeceram e apertaram com mais força. O beijo terminou devagar, com Cíntia se afastando. Ela endireitou sua blusa e seu vestido. Ofegante, tirou a calcinha úmida e a deixou no chão. Ela não fez nenhum movimento para pegar outra limpa. Júlia olhou longamente para a filha e disse, \"Agora, pegue seus sapatos. Eu vou vesir algo e levarei você pra escola\". Acernando com a cabeça, ofegante, Cíntia passou pela mãe e seguiu escada abaixo. Júlia virou e foi para o quarto dela, acariciando os peitos ligeiramente. Vinte minutos depois, a Júlia e Cíntia chegaram à escola. A Júlia virou à filha dela e disse, \"Tenha um dia bom na escola, meu amor\". Cíntia simplesmente se inclinou e beijou a mãe dela, mais longo que normalmente, nos lábios. A mão dela serpenteou brevemente entre as pernas da mãe. Então ela pegou os livros e saiu do carro. A Júlia observou a filha dela correndo pro edifício, o pequeno ser de saia lançado pelos passos largos, revelando a parte de trás das coxas brancas. A Júlia se sentou lá durante um minuto, encarando as portas fechadas por quais Cíntia tinha desaparecido. Então ela pôs o carro em primeira e seguiu para casa, em silêncio...\"

6:57 AM, March 04, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Julia & Cintia - Uma historia diferente

\" O marido de Júlia a deixou quando ela tinha vinte e um, dois meses antes do nascimento da filha, Cíntia. Ele se converteu a uma religião e a abandonou para seguir o grupo. Na verdade não foi um impacto grande para Júlia, ela tinha sido auto-suficiente ao longo da sua recente adolescência, quando o pai morreu e deixou uma razoável soma de dinheiro para ela. Ela decidiu economizar e trabalhar para que sua a criança pudesse ir para faculdade, algo que ela quis fazer, mas não pôde. Criou a filha até muito bem para uma mãe solteira. Porém, ela nunca achou nenhuma companhia séria, e sua vida sexual foi deixada de lado. Ela se voltou principalmente para a fantasia e a masturbação, que ela praticava reservadamente quando possível. Quando Cíntia tinha onze anos, começou a mostrar um pouco de interesse no seu corpo, e Júlia sabia que logo ela teria que responder quaisquer perguntas que surgissem. Cíntia estava tomando um banho uma noite, quando Júlia entrou para a espiar. Ela a encontrou deitada na água quente, movendo a esponja em cima da sua vagina, dando risada. Quando ela viu a mãe entrar, se sentou, um pouco envergonhada, e tentou fazer parecer como se ela estivesse se lavando. Júlia sorriu e disse, \" Cíntia, você não tem que ficar envergonhada sobre o que você está fazendo. Todas as meninas fazem isto em algum momento, e é uma coisa maravilhosa, pessoal, bonita, que você pode fazer. Uma coisa privada, mas não algo para ficar envergonhada\". Cíntia, uma menina sincera como era, se endireitou e perguntou, \" Todas as meninas fazem isto, mãe? Fazem?\" A pergunta não era o que ela esperava, mas ela disse, \" Bem, sim, meu bem. Reservadamente \". \" Como você faz isto \"? perguntou Cíntia. Perdida, Júlia repetiu, \"Ah, ahn, isso é uma coisa muito íntima. Eu vou sair agora, e lhe dar alguma privacidade. Me avise quando você terminar, eu preciso tomar uma ducha\". Júlia deixou o banheiro, virando para ver a filha movendo a esponja com vigor em cima da vulva dela outra vez. Depois naquela noite, após deitar no sofá por um longo tempo, Júlia se recolheu ao seu quarto e começou a se despir. Os eventos da noite tinham causado um estímulo curioso, e ela esfregava as coxas uma contra a outra enquantou cruzava o quarto nua. Abriu o armário para pegar a camisola e viu Cíntia, que estava abaixada lá, nua, encarando o peitos e a vagina da mãe. \" Por que você está fora da cama \"? ela perguntou suavemente, sem vergonha. \"Eu quero te ver fazer\" ela disse simplesmente, e começou a se levantar em direção à mãe. Antes que tocasse as coxas de Júlia, ela a agarrou pelo braço e a levou para o quarto. \"Deixe de besteira, Cíntia. Vista uma camisola e vá dormir\". Assim que ela se deitou na cama, os dedos de Cíntia mergulharam no seu clitóris. Júlia partiu depressa e confusa. Ela ficou inquieta com o descaramento da filha, e se masturbou até dormir. Alguns anos depois, quando Cíntia tinha dezoito anos e tinha ido a um jogo de volleyball, Júlia, sozinha na casa, se sentido excitada, decidiu se masturbar. Ela guardara alguns livros e vídeos adultos e tinha um vibrador, mas a excitação dela era tal que ela apenas deitou no sofá com um pouco de música tocando e começou a se acariciar lentamente em cima da sua blusa fina de verão. Ela passava as mãos pelo rosto e as beijava, se estirando enquanto Steely Dan rolava no estéreo. As suas mãos acariciaram o pano em cima da sua barriga e a parte de baixo dos seus peitos. Os seus dedos circularam e beliscaram seus mamilos entumescidos pelo tecido do vestido. Ela começou a mover os quadris, fazendo a saia subir para os joelhos. Fechando os olhos, abaixou as calcinhas até os joelhos, então foi por baixo do vestido e acariciou suas coxas. Com a outra mão ela continuou acariciando os seios, lambendo as pontas dos dedos e esfregando os mamilos quentes pelo tecido da blusa. Antes que pudesse perceber, tocou seus lábios molhados e gemeu. Os dedos dela vagaram da extremidade da vagina ao redor, incitando a umidade nos lábios sensíveis, em chamas. Ela moveu o corpo mais pra baixo no sofá, arqueando suas costas enquanto o orgasmo se aproximava muito mais rápido que ela esperava. A outra mão deixou os seios e passou a esfregar o clitóris dela, suavemente no princípio, mas não por muito tempo, pois a excitação dela crescia rapidamente. Os dedos de Júlia esfregavam freneticamente para cima e para baixo contra seu clitóris, assim como os outros três dedos mergulhados, entrando e saindo da sua racha. O seu corpo se enrijeceu com o climax, escorrendo fluidos por ambas as mãos com ela gritando como se acometida por uma forte dor. Seus olhos se fecharam, ela elevou os dedos aos lábios e lambeu seus sucos, apreciando o gosto que ela tinha aprendido desfrutar nos últimos anos. Respirou um pouco e levantou a calcinha, quando notou algo no canto da visão. Virando a cabeça depressa, ela viu Cíntia, de pé, boquiaberta, ainda de uniforme. Depois de um momento de silêncio, Cíntia deu risada e disse, \" Nós perdemos. Tomamos um passeio de...\" Júlia recobrou os sentidos e disse, \" Há quanto tempo você estava de pé aí\"? \" Tempo o bastante, mãe. Eu vi você...\" ela interrompeu no meio a fala. Eles se encararam uma a outra. Júlia começou a levantar suas calcinhas lentamente. Ela estava obviamente confusa como controlar a situação. Cíntia continuou, \"com que freqüência faz você isso\"? Chocada, Júlia respondeu num rompante, \" isso não é da sua conta \". Cíntia se sentou próximo à mãe e disse, descaradamente, \"eu faço isto duas vezes por semana, às vezes mais. Mãe, não há nenhuma razão para estar envergonhada, você me ensinou isso. Além do mais, eu acho que você deveria fazer mais vezes. Eu estava preocupada com você.\" Júlia começou a desejar saber sobre a masturbação da filha. Ela estava estonteada e ainda excitada com o gozo de instantes atrás. Ela olhou para Cíntia e a viu se tocando por cima do short, esfregando de um lado para outro. Ela disse, \" eu sei que você não tem ninguém que a ama além de mim, mãe. Eu acredito que eu deveria te ajudar tanto quanto você me ajuda, Mãe \". \" O...o qu...que\" gaguejou a Júlia, e olhou novamente para a filha dela se tocando. Cíntia esticou a outra mão para a mãe, lentamente, titubeante. Antes que mão dela alcançasse o seu peito, Júlia saltou para cima e se afastou, ofegando, confusa, temerosa, e mais que tudo com uma pequena excitação. Ela não pôde mover sua boca para dizer \"Não\". Cíntia continuou olhando para ela e fez uma cara feia. \"Eu só queria.... eu sinto muito\". \" Não, não, é só ...você é minha filha. E, deus, uma menina, que\" ela começou a chorar ligeiramente, \" e faz...tanto...tempo...\" Cíntia continuou acariciando a frente do seu uniforme. \" É porque eu a vi? Eu a assisti fazendo? Você quer me ver?\" \"Te ver?\" \" É, me ver. Uma garota, se masturbando. Sua filha, mãe \". Ela não poderia ter dito isto, mas disse. Mas a Júlia ainda estava lá de pé, incrédula. Cíntia subiu, e disse, \"Eu vou para meu quarto. Você pode me seguir, se você quiser \". Ela roçou na Júlia ao passar e foi aos degraus. Depois de um momento de silencio, Júlia foi atrás. Ela estava ansiosa e ofegante. Subir degraus acima era quase impossível. Ela chegou ao quarto da filha; a porta estava aberta. Cíntia estava se despindo, tirando o top dela. Ela sorriu quando viu a mãe dela a assistindo. \"Vem cá, mãe. Senta na cama, \" ela acenou. Júlia sentou. Cíntia tirou o sutiã e os peitinhos pequenos e bicudos dela despontaram. Júlia pensou como eles estavam bonitos. Ela estava começando a relaxar, excitada com a visão das tetinhas da filha dela. Cíntia abaixou as calças e calcinhas de uma vez e revelou a bucetinha à mãe, com seus pentelhinhos claros de cabelo castanho. Os pelos estava molhados e brilhando com suas próprias carícias. Cíntia saiu do monte de roupa no chão e se sentou próximo à mãe. Não perdendo tempo, ela mergulhou os dedos diretamente na xaninha dela, esfregando com ambas as mãos, metendo seus dedos dentro. A mãe dela se envolveu no desejo dela, e se inclinou para lamber os peitos da filha. Cíntia gritou e se contorceu, então se deitou de costas. \" Por que... você gozou tão depressa?\" quis saber Júlia. \" Eu estava pensando em você se tocando, mãe. Eu não consegui segurar. Posso... \" ela enfiou a mão por debaixo do vestido da mãe e tocou os lábios debaixo do tecido encharcado das calcinhas dela. Júlia gemeu e segurou a bainha da blusa dela com duas mãos, confusa. Inclinada para trás contra o encosto de metal da cama, Júlia abriu as pernas e fechou os olhos. Sentia sua calcinha sendo tirada para longe do seu sexo, e olhou para baixo vendo a cabeça da sua filha desaparecer em baixo da saia azul. Quando a filha dela a lambeu, Júlia gemeu e tirou sua blusa fora, revelando seus seios.\"Querida, vem cá, me beija\" ela sussurrou. Cíntia subiu no corpo da mãe, colando seus lábios nos dela. Suas línguas se encontraram em suas bocas quantes. O ventre de Cíntia se fundiu ao da mãe, esmagando a pélvis das duas. Júlia apertou a coxa dela contra a vulva da filha, e a filha dela fez o mesmo. Os peitos delas se esfregaram um contra o outro. Júlia enfiou a mão por baixo e meteu sua mão entre a viscosidade ao redor das coxas que se roçavam. Se beijaram na boca, chuparam e morderam ambos pescoços e faces. Cíntia sentia a mãe dela movendo mais rapidamente contra suas partes mais baixas, e aumentou a pressão dela ao ritmo da mãe. Júlia gozou tremendamente, e usando a mão dela para estimular a filha a levou ao clímax também. Gozo. As duas permaneceram abraçadas durante algum tempo, em um sono leve. Júlia acordou sentindo Cíntia alisando seus quadris e pernas. Ela disse, \" Meu bem, vem cá. Vamos para meu quarto \". Júlia disse para Cíntia que se deitasse na cama dela, então foi para uma gaveta e tirou um vibrador longo, fálico. Era feito de silicone, que esquentou ao toque. Você alguma vez usou um destes\"? ela perguntou para Cíntia. A filha dela respondeu, \"Não, mas eu às vezes uso o massageador no chuveiro\". A Júlia sorriu furtivamente e se deitou próximo à filha. Ela ainda estava flutuando nos sentimentos tão deliciosos de ter o corpo tocado por outra pessoa que não ela mesma, e não questionou o incesto em que se envolvia. Tudo que ela queria era que a noite nunca terminasse, para nunca haver uma hora quando ela teria que parar e examinar o que estava fazendo. Viver sem conseqüências. Ela ligou o vibrador que zumbiu suavemente. Ela beijou a filha de forma sensual, acariciando o mamilo de Cíntia com o vibrador. Cíntia começou a gemer e esfregar as coxas. Júlia moveu o vibrador abaixo na barriga de Cíntia, passando para o umbigo dela. Então, abaixo, para o clitóris dela. Concentrando as vibrações lá, o clímax veio depressa e docemente, mas a Júlia deixou o vibrador no lugar. Ela se sentou e assistiu. Assistiu a filha dela se contorcendo, de olhos fechados, sob a massagem impiedosa no clitóris dela. Cíntia gozou três ou quatro vezes, curtindo o completo abandono às carícias da mãe. Cíntia pediu, \" Ai, mãe, me fode, me come\". Cíntia tentou ajustar seu corpo para permitir a penetração do vibrador. Júlia, com um desejo selvagem, se virou sobre a filha e manobrou o palpitante aparelho na racha de Cíntia, então passou a outra ponta nela própria. Júlia montou sobre a filha, esmagando o agora completamente devorado vibrador entre os dois corpos. Seus quadris iniciaram um movimento gentil, forçando as vibrações de um lado para outro. Elas deixavam seus quadris se moverem sem nem pensar, só apreciando as sensações que eles causavam. Júlia olhou fundo nos olhos de Cíntia; Cíntia parecia perdida no prazer que estava sentindo. Ocasionalmente, a língua de Cíntia serpenteou fora da boca e lambeu ao redor e dentro do lábios abertos da mãe. O tesão cresceu e explodiu novamente, de novo para as duas, e outra vez, cada vez os movimentos delas ficando menos frenéticos e mais desfalecido. Júlia colocou a mão entre elas e afastou o vibrador coberto de silicone, derrubando-o no chão ao lado delas. Estava muito tarde, e Cíntia e Júlia acariciaram uma a outra, com sono, ligeiramente até que desmaiaram, Cíntia ainda nua sobre a mãe. Júlia despertou cedo na manhã seguinte cedo ao som de Cíntia no chuveiro. Era um dia de semana, e Cíntia tinha que ir para a escola. Júlia tinha o dia livre, assim não estava com nenhuma pressa de se levantar. Era só colocar algum vestido velho e levar a Júlia para escola quando ela estivesse pronta. Tudo de uma vez, os eventos da noite anterior começaram a assombrá-la. O que diabos ela tinha feito? Certamente esta não poderia ter sido uma coisa saudável para uma filha e mãe fazerem. Incesto é destrutivo e alienante. Mas, ao mesmo tempo, Júlia não poderia negar a verdadeira e profunda atração pela filha que tinha sido revelada a ela. O que ia fazer? Como iria Cíntia, sempre o tipo independente, reagir a uma mãe que tinha se tornado uma amante de repente? Poderia esperar que reação? O barulho do chuveiro parou. Ela ouviu Cíntia caminhar do banheiro para o quarto dela. Júlia conhecia a rotina de Cíntia de todas as manhãs; ela a tinha ajudado desde que ela tinha começado na escola particular na oitava série. Primeiro, estendia uma blusa branca limpa e a saia azul plissada do uniforme escolar. Júlia ouviu a gaveta da cômoda sendo aberta e fechada quando Cíntia escolhia a roupa íntima. Júlia não pôde evitar imaginar a filha dela puxando as calcinhas sumárias de algodão ao longo de suas pernas compridas. O sutiã pequeno sendo afivelado nas costas. Júlia começou a esfregar as coxas, imaginando a filha dela se vestindo. O uniforme que Cíntia usava sempre a tinha envergonhado, mas a Júlia achava que era muito atraente. Ultimamente, Cíntia tinha começado a superar isto, pois não havia mais nada que ela pudesse usar na escola sem ser suspensa. Antes de perceber, Júlia já tinha levantado e caminhado, nua, corredor abaixo em direção ao quarto de Cíntia. Ela entrou. Cíntia estava só com a roupa íntima dela, segurando o vestido em uma mão. Júlia disse, \" Docinho, eu vim lhe ajudar a vestir \". Cíntia respondeu, \" ah, mãe, eu posso me vestir...\" ela parecia incomodada também. Mas ela ainda era a mais corajosa das duas. \"Se você quer ajudar, entretanto ...okay \". A Júlia deu um passo à frente e pegou o vestido. Caminhou ao redor, indo atrás de Cíntia, ficando de pé muito próximo a ela. Cíntia podia sentir a respiração da mãe na parte de trás do seu pescoço. Na orelha dela, a Júlia sussurrou \"Vem querida, vamos por o vestido\". Cíntia ergueu a perna esquerda dela. Júlia se ajoelhou, esbarrando seu corpo nas costas nuas de Cíntia. Ela moveu o vestido de forma que uma das pernas de Cíntia entrou até em cima. \"Agora a outra\". Cíntia desceu uma perna e levantou a outra. A Júlia segurou o joelho, passando pelo vestido. Quando Cíntia abaixou a perna, as mãos de Júlia permaneceram ali, acariciando enquanto o joelho e coxa passavam. Júlia moveu a roupa lentamente para cima do corpo da filha, movendo as mãos dela ao longo dos quadris dela. Uma vez que o vestido estava no lugar, Júlia alisou na frente e atrás o pano. Se levantando novamente, a Júlia pegou a blusa de Cíntia na cama. Ficando atrás dela, segurou o braço de Cíntia. Ela moveu a blusa abrindo a manga para o braço de Cíntia. Cíntia estava tendo dificuldade de se manter de pe. Quando o outro braço entrou na camisa, Cíntia começou a trocar o peso dela de uma perna para a outra, mas não ousou nenhum movimento. A Júlia se moveu para mais perto da filha para abotoar a blusa. Cíntia podia sentir os peitos da mãe dela tocando seus ombros, os mamilos deles esquentando, cutucando insistentemente. Júlia movia as mãos dela por cima da camisa, achando os botões e as casas de botão através de toque. Quando ela alcançou o segundo botão, Cíntia começou a respirar pesadamente. Júlia teve muita dificuldade em localizar o terceiro botão. Se abaixando, mas mantendo o corpo nu contra o da filha, ela fez seu caminho até o botão mais baixo. O fechou depressa. Então, para deleite de Cíntia, ela foi para a parte de trás e ajeitou a blusa no vestido de Cíntia. Da parte de trás, ao redor indo para a frente, as mãos de Júlia enfiaram a blusa debaixo do vestido, assegurando que ele estava desamarrotado. Cíntia gemeu e se excitou, até que ela terminou. Logo, Júlia apanhou a jaqueta esporte azul marinho. Passando à frente, vestiu Cíntia com ela, sendo cuidadosa para tocá-la o menos possível. Estava ficando difícil se manter de pé. Júlia pôs a mão dela no tórax de Cíntia e ligeiramente a empurrou para sentar na cama. Se ajoelhando, a Júlia pegou as meias brancas e as esticou. Colocou o pé esquerdo de Cíntia na meia, e lentamente a desenrolou canela acima, ligeiramente abaixo do joelho dela. Cíntia suspirou suavemente. A Júlia a ignorou e pegou a outra meia. Repetindo o processo, ela deixou sua mão continuar além do joelho direito da filha até a metade da coxa dela antes de parar. Ela observou. As pernas de Cíntia foram separadas ligeiramente, e ela pode ver um traço de algodão. Estava começando a ficar umedecido. A Júlia lambeu os lábios, esperando que Cíntia não se manchasse. Levantando, a Júlia disse para Cíntia que ficasse de pé. Ela olhou para sua bonita filha. A blusa era fina, e podia entrever o esboço dos mamilos entusiasmados de Cíntia. As meias até o joelho eram bastante infantis e curtas nas pernas longas, musculosas dela. O vestido ia pouco abaixo das nádegas dela apenas. Ela se levantou com as pernas dela separadas, a saia caindo ao redor de suas coxas. Cíntia não sabia o que fazer com as mãos dela; elas estavam esfregando sua barriga. \"Cíntia, você está muito linda. Venha, me dê um beijo\". Cíntia deu um passo adiante, e pôs os braços ao redor da mãe, nua. Ela olhou para a face dela por um longo instante, então mergulhou os lábios nos de Júlia. As mãos de Cíntia se moveram pelas costas nuas de Júlia, indo à nuca e ao cabelo dela. Júlia acariciou a espinha de Cíntia, e baixou o vestido dela. O beijo ficou mais intenso com Cíntia se aproximando mais pra perto da mãe. A mão de Júlia foi em baixo da saia de Cíntia e começou a acariciar a bundinha redonda por cima das calcinhas. A perna dela achou seu lugar entre as de Cíntia, e Cíntia se esfregou nelas. Lábios abrindo, línguas que circulavam se tocando, Cíntia começou a gemer do fundo de sua garganta. O algodão que segurava seus seios e vagina se tornou um obstáculo e um intensificador do prazer. A Júlia continuou acariciando ligeiramente o traseiro e as coxas da filha, sem tocá-la na frente. Os peitos de Cíntia se esmagavam na mãe dela, e seus quadris balançavam loucamente de um lado para outro em cima da coxa de Júlia. De repente, Cíntia deixou escapar um grito e apertou a mãe contra seu corpo. As pernas de Cíntia, fechadas apertando a coxa de Júlia, estremeceram e apertaram com mais força. O beijo terminou devagar, com Cíntia se afastando. Ela endireitou sua blusa e seu vestido. Ofegante, tirou a calcinha úmida e a deixou no chão. Ela não fez nenhum movimento para pegar outra limpa. Júlia olhou longamente para a filha e disse, \"Agora, pegue seus sapatos. Eu vou vesir algo e levarei você pra escola\". Acernando com a cabeça, ofegante, Cíntia passou pela mãe e seguiu escada abaixo. Júlia virou e foi para o quarto dela, acariciando os peitos ligeiramente. Vinte minutos depois, a Júlia e Cíntia chegaram à escola. A Júlia virou à filha dela e disse, \"Tenha um dia bom na escola, meu amor\". Cíntia simplesmente se inclinou e beijou a mãe dela, mais longo que normalmente, nos lábios. A mão dela serpenteou brevemente entre as pernas da mãe. Então ela pegou os livros e saiu do carro. A Júlia observou a filha dela correndo pro edifício, o pequeno ser de saia lançado pelos passos largos, revelando a parte de trás das coxas brancas. A Júlia se sentou lá durante um minuto, encarando as portas fechadas por quais Cíntia tinha desaparecido. Então ela pôs o carro em primeira e seguiu para casa, em silêncio...\"

6:58 AM, March 04, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Julia & Cintia - Uma historia diferente

\" O marido de Júlia a deixou quando ela tinha vinte e um, dois meses antes do nascimento da filha, Cíntia. Ele se converteu a uma religião e a abandonou para seguir o grupo. Na verdade não foi um impacto grande para Júlia, ela tinha sido auto-suficiente ao longo da sua recente adolescência, quando o pai morreu e deixou uma razoável soma de dinheiro para ela. Ela decidiu economizar e trabalhar para que sua a criança pudesse ir para faculdade, algo que ela quis fazer, mas não pôde. Criou a filha até muito bem para uma mãe solteira. Porém, ela nunca achou nenhuma companhia séria, e sua vida sexual foi deixada de lado. Ela se voltou principalmente para a fantasia e a masturbação, que ela praticava reservadamente quando possível. Quando Cíntia tinha onze anos, começou a mostrar um pouco de interesse no seu corpo, e Júlia sabia que logo ela teria que responder quaisquer perguntas que surgissem. Cíntia estava tomando um banho uma noite, quando Júlia entrou para a espiar. Ela a encontrou deitada na água quente, movendo a esponja em cima da sua vagina, dando risada. Quando ela viu a mãe entrar, se sentou, um pouco envergonhada, e tentou fazer parecer como se ela estivesse se lavando. Júlia sorriu e disse, \" Cíntia, você não tem que ficar envergonhada sobre o que você está fazendo. Todas as meninas fazem isto em algum momento, e é uma coisa maravilhosa, pessoal, bonita, que você pode fazer. Uma coisa privada, mas não algo para ficar envergonhada\". Cíntia, uma menina sincera como era, se endireitou e perguntou, \" Todas as meninas fazem isto, mãe? Fazem?\" A pergunta não era o que ela esperava, mas ela disse, \" Bem, sim, meu bem. Reservadamente \". \" Como você faz isto \"? perguntou Cíntia. Perdida, Júlia repetiu, \"Ah, ahn, isso é uma coisa muito íntima. Eu vou sair agora, e lhe dar alguma privacidade. Me avise quando você terminar, eu preciso tomar uma ducha\". Júlia deixou o banheiro, virando para ver a filha movendo a esponja com vigor em cima da vulva dela outra vez. Depois naquela noite, após deitar no sofá por um longo tempo, Júlia se recolheu ao seu quarto e começou a se despir. Os eventos da noite tinham causado um estímulo curioso, e ela esfregava as coxas uma contra a outra enquantou cruzava o quarto nua. Abriu o armário para pegar a camisola e viu Cíntia, que estava abaixada lá, nua, encarando o peitos e a vagina da mãe. \" Por que você está fora da cama \"? ela perguntou suavemente, sem vergonha. \"Eu quero te ver fazer\" ela disse simplesmente, e começou a se levantar em direção à mãe. Antes que tocasse as coxas de Júlia, ela a agarrou pelo braço e a levou para o quarto. \"Deixe de besteira, Cíntia. Vista uma camisola e vá dormir\". Assim que ela se deitou na cama, os dedos de Cíntia mergulharam no seu clitóris. Júlia partiu depressa e confusa. Ela ficou inquieta com o descaramento da filha, e se masturbou até dormir. Alguns anos depois, quando Cíntia tinha dezoito anos e tinha ido a um jogo de volleyball, Júlia, sozinha na casa, se sentido excitada, decidiu se masturbar. Ela guardara alguns livros e vídeos adultos e tinha um vibrador, mas a excitação dela era tal que ela apenas deitou no sofá com um pouco de música tocando e começou a se acariciar lentamente em cima da sua blusa fina de verão. Ela passava as mãos pelo rosto e as beijava, se estirando enquanto Steely Dan rolava no estéreo. As suas mãos acariciaram o pano em cima da sua barriga e a parte de baixo dos seus peitos. Os seus dedos circularam e beliscaram seus mamilos entumescidos pelo tecido do vestido. Ela começou a mover os quadris, fazendo a saia subir para os joelhos. Fechando os olhos, abaixou as calcinhas até os joelhos, então foi por baixo do vestido e acariciou suas coxas. Com a outra mão ela continuou acariciando os seios, lambendo as pontas dos dedos e esfregando os mamilos quentes pelo tecido da blusa. Antes que pudesse perceber, tocou seus lábios molhados e gemeu. Os dedos dela vagaram da extremidade da vagina ao redor, incitando a umidade nos lábios sensíveis, em chamas. Ela moveu o corpo mais pra baixo no sofá, arqueando suas costas enquanto o orgasmo se aproximava muito mais rápido que ela esperava. A outra mão deixou os seios e passou a esfregar o clitóris dela, suavemente no princípio, mas não por muito tempo, pois a excitação dela crescia rapidamente. Os dedos de Júlia esfregavam freneticamente para cima e para baixo contra seu clitóris, assim como os outros três dedos mergulhados, entrando e saindo da sua racha. O seu corpo se enrijeceu com o climax, escorrendo fluidos por ambas as mãos com ela gritando como se acometida por uma forte dor. Seus olhos se fecharam, ela elevou os dedos aos lábios e lambeu seus sucos, apreciando o gosto que ela tinha aprendido desfrutar nos últimos anos. Respirou um pouco e levantou a calcinha, quando notou algo no canto da visão. Virando a cabeça depressa, ela viu Cíntia, de pé, boquiaberta, ainda de uniforme. Depois de um momento de silêncio, Cíntia deu risada e disse, \" Nós perdemos. Tomamos um passeio de...\" Júlia recobrou os sentidos e disse, \" Há quanto tempo você estava de pé aí\"? \" Tempo o bastante, mãe. Eu vi você...\" ela interrompeu no meio a fala. Eles se encararam uma a outra. Júlia começou a levantar suas calcinhas lentamente. Ela estava obviamente confusa como controlar a situação. Cíntia continuou, \"com que freqüência faz você isso\"? Chocada, Júlia respondeu num rompante, \" isso não é da sua conta \". Cíntia se sentou próximo à mãe e disse, descaradamente, \"eu faço isto duas vezes por semana, às vezes mais. Mãe, não há nenhuma razão para estar envergonhada, você me ensinou isso. Além do mais, eu acho que você deveria fazer mais vezes. Eu estava preocupada com você.\" Júlia começou a desejar saber sobre a masturbação da filha. Ela estava estonteada e ainda excitada com o gozo de instantes atrás. Ela olhou para Cíntia e a viu se tocando por cima do short, esfregando de um lado para outro. Ela disse, \" eu sei que você não tem ninguém que a ama além de mim, mãe. Eu acredito que eu deveria te ajudar tanto quanto você me ajuda, Mãe \". \" O...o qu...que\" gaguejou a Júlia, e olhou novamente para a filha dela se tocando. Cíntia esticou a outra mão para a mãe, lentamente, titubeante. Antes que mão dela alcançasse o seu peito, Júlia saltou para cima e se afastou, ofegando, confusa, temerosa, e mais que tudo com uma pequena excitação. Ela não pôde mover sua boca para dizer \"Não\". Cíntia continuou olhando para ela e fez uma cara feia. \"Eu só queria.... eu sinto muito\". \" Não, não, é só ...você é minha filha. E, deus, uma menina, que\" ela começou a chorar ligeiramente, \" e faz...tanto...tempo...\" Cíntia continuou acariciando a frente do seu uniforme. \" É porque eu a vi? Eu a assisti fazendo? Você quer me ver?\" \"Te ver?\" \" É, me ver. Uma garota, se masturbando. Sua filha, mãe \". Ela não poderia ter dito isto, mas disse. Mas a Júlia ainda estava lá de pé, incrédula. Cíntia subiu, e disse, \"Eu vou para meu quarto. Você pode me seguir, se você quiser \". Ela roçou na Júlia ao passar e foi aos degraus. Depois de um momento de silencio, Júlia foi atrás. Ela estava ansiosa e ofegante. Subir degraus acima era quase impossível. Ela chegou ao quarto da filha; a porta estava aberta. Cíntia estava se despindo, tirando o top dela. Ela sorriu quando viu a mãe dela a assistindo. \"Vem cá, mãe. Senta na cama, \" ela acenou. Júlia sentou. Cíntia tirou o sutiã e os peitinhos pequenos e bicudos dela despontaram. Júlia pensou como eles estavam bonitos. Ela estava começando a relaxar, excitada com a visão das tetinhas da filha dela. Cíntia abaixou as calças e calcinhas de uma vez e revelou a bucetinha à mãe, com seus pentelhinhos claros de cabelo castanho. Os pelos estava molhados e brilhando com suas próprias carícias. Cíntia saiu do monte de roupa no chão e se sentou próximo à mãe. Não perdendo tempo, ela mergulhou os dedos diretamente na xaninha dela, esfregando com ambas as mãos, metendo seus dedos dentro. A mãe dela se envolveu no desejo dela, e se inclinou para lamber os peitos da filha. Cíntia gritou e se contorceu, então se deitou de costas. \" Por que... você gozou tão depressa?\" quis saber Júlia. \" Eu estava pensando em você se tocando, mãe. Eu não consegui segurar. Posso... \" ela enfiou a mão por debaixo do vestido da mãe e tocou os lábios debaixo do tecido encharcado das calcinhas dela. Júlia gemeu e segurou a bainha da blusa dela com duas mãos, confusa. Inclinada para trás contra o encosto de metal da cama, Júlia abriu as pernas e fechou os olhos. Sentia sua calcinha sendo tirada para longe do seu sexo, e olhou para baixo vendo a cabeça da sua filha desaparecer em baixo da saia azul. Quando a filha dela a lambeu, Júlia gemeu e tirou sua blusa fora, revelando seus seios.\"Querida, vem cá, me beija\" ela sussurrou. Cíntia subiu no corpo da mãe, colando seus lábios nos dela. Suas línguas se encontraram em suas bocas quantes. O ventre de Cíntia se fundiu ao da mãe, esmagando a pélvis das duas. Júlia apertou a coxa dela contra a vulva da filha, e a filha dela fez o mesmo. Os peitos delas se esfregaram um contra o outro. Júlia enfiou a mão por baixo e meteu sua mão entre a viscosidade ao redor das coxas que se roçavam. Se beijaram na boca, chuparam e morderam ambos pescoços e faces. Cíntia sentia a mãe dela movendo mais rapidamente contra suas partes mais baixas, e aumentou a pressão dela ao ritmo da mãe. Júlia gozou tremendamente, e usando a mão dela para estimular a filha a levou ao clímax também. Gozo. As duas permaneceram abraçadas durante algum tempo, em um sono leve. Júlia acordou sentindo Cíntia alisando seus quadris e pernas. Ela disse, \" Meu bem, vem cá. Vamos para meu quarto \". Júlia disse para Cíntia que se deitasse na cama dela, então foi para uma gaveta e tirou um vibrador longo, fálico. Era feito de silicone, que esquentou ao toque. Você alguma vez usou um destes\"? ela perguntou para Cíntia. A filha dela respondeu, \"Não, mas eu às vezes uso o massageador no chuveiro\". A Júlia sorriu furtivamente e se deitou próximo à filha. Ela ainda estava flutuando nos sentimentos tão deliciosos de ter o corpo tocado por outra pessoa que não ela mesma, e não questionou o incesto em que se envolvia. Tudo que ela queria era que a noite nunca terminasse, para nunca haver uma hora quando ela teria que parar e examinar o que estava fazendo. Viver sem conseqüências. Ela ligou o vibrador que zumbiu suavemente. Ela beijou a filha de forma sensual, acariciando o mamilo de Cíntia com o vibrador. Cíntia começou a gemer e esfregar as coxas. Júlia moveu o vibrador abaixo na barriga de Cíntia, passando para o umbigo dela. Então, abaixo, para o clitóris dela. Concentrando as vibrações lá, o clímax veio depressa e docemente, mas a Júlia deixou o vibrador no lugar. Ela se sentou e assistiu. Assistiu a filha dela se contorcendo, de olhos fechados, sob a massagem impiedosa no clitóris dela. Cíntia gozou três ou quatro vezes, curtindo o completo abandono às carícias da mãe. Cíntia pediu, \" Ai, mãe, me fode, me come\". Cíntia tentou ajustar seu corpo para permitir a penetração do vibrador. Júlia, com um desejo selvagem, se virou sobre a filha e manobrou o palpitante aparelho na racha de Cíntia, então passou a outra ponta nela própria. Júlia montou sobre a filha, esmagando o agora completamente devorado vibrador entre os dois corpos. Seus quadris iniciaram um movimento gentil, forçando as vibrações de um lado para outro. Elas deixavam seus quadris se moverem sem nem pensar, só apreciando as sensações que eles causavam. Júlia olhou fundo nos olhos de Cíntia; Cíntia parecia perdida no prazer que estava sentindo. Ocasionalmente, a língua de Cíntia serpenteou fora da boca e lambeu ao redor e dentro do lábios abertos da mãe. O tesão cresceu e explodiu novamente, de novo para as duas, e outra vez, cada vez os movimentos delas ficando menos frenéticos e mais desfalecido. Júlia colocou a mão entre elas e afastou o vibrador coberto de silicone, derrubando-o no chão ao lado delas. Estava muito tarde, e Cíntia e Júlia acariciaram uma a outra, com sono, ligeiramente até que desmaiaram, Cíntia ainda nua sobre a mãe. Júlia despertou cedo na manhã seguinte cedo ao som de Cíntia no chuveiro. Era um dia de semana, e Cíntia tinha que ir para a escola. Júlia tinha o dia livre, assim não estava com nenhuma pressa de se levantar. Era só colocar algum vestido velho e levar a Júlia para escola quando ela estivesse pronta. Tudo de uma vez, os eventos da noite anterior começaram a assombrá-la. O que diabos ela tinha feito? Certamente esta não poderia ter sido uma coisa saudável para uma filha e mãe fazerem. Incesto é destrutivo e alienante. Mas, ao mesmo tempo, Júlia não poderia negar a verdadeira e profunda atração pela filha que tinha sido revelada a ela. O que ia fazer? Como iria Cíntia, sempre o tipo independente, reagir a uma mãe que tinha se tornado uma amante de repente? Poderia esperar que reação? O barulho do chuveiro parou. Ela ouviu Cíntia caminhar do banheiro para o quarto dela. Júlia conhecia a rotina de Cíntia de todas as manhãs; ela a tinha ajudado desde que ela tinha começado na escola particular na oitava série. Primeiro, estendia uma blusa branca limpa e a saia azul plissada do uniforme escolar. Júlia ouviu a gaveta da cômoda sendo aberta e fechada quando Cíntia escolhia a roupa íntima. Júlia não pôde evitar imaginar a filha dela puxando as calcinhas sumárias de algodão ao longo de suas pernas compridas. O sutiã pequeno sendo afivelado nas costas. Júlia começou a esfregar as coxas, imaginando a filha dela se vestindo. O uniforme que Cíntia usava sempre a tinha envergonhado, mas a Júlia achava que era muito atraente. Ultimamente, Cíntia tinha começado a superar isto, pois não havia mais nada que ela pudesse usar na escola sem ser suspensa. Antes de perceber, Júlia já tinha levantado e caminhado, nua, corredor abaixo em direção ao quarto de Cíntia. Ela entrou. Cíntia estava só com a roupa íntima dela, segurando o vestido em uma mão. Júlia disse, \" Docinho, eu vim lhe ajudar a vestir \". Cíntia respondeu, \" ah, mãe, eu posso me vestir...\" ela parecia incomodada também. Mas ela ainda era a mais corajosa das duas. \"Se você quer ajudar, entretanto ...okay \". A Júlia deu um passo à frente e pegou o vestido. Caminhou ao redor, indo atrás de Cíntia, ficando de pé muito próximo a ela. Cíntia podia sentir a respiração da mãe na parte de trás do seu pescoço. Na orelha dela, a Júlia sussurrou \"Vem querida, vamos por o vestido\". Cíntia ergueu a perna esquerda dela. Júlia se ajoelhou, esbarrando seu corpo nas costas nuas de Cíntia. Ela moveu o vestido de forma que uma das pernas de Cíntia entrou até em cima. \"Agora a outra\". Cíntia desceu uma perna e levantou a outra. A Júlia segurou o joelho, passando pelo vestido. Quando Cíntia abaixou a perna, as mãos de Júlia permaneceram ali, acariciando enquanto o joelho e coxa passavam. Júlia moveu a roupa lentamente para cima do corpo da filha, movendo as mãos dela ao longo dos quadris dela. Uma vez que o vestido estava no lugar, Júlia alisou na frente e atrás o pano. Se levantando novamente, a Júlia pegou a blusa de Cíntia na cama. Ficando atrás dela, segurou o braço de Cíntia. Ela moveu a blusa abrindo a manga para o braço de Cíntia. Cíntia estava tendo dificuldade de se manter de pe. Quando o outro braço entrou na camisa, Cíntia começou a trocar o peso dela de uma perna para a outra, mas não ousou nenhum movimento. A Júlia se moveu para mais perto da filha para abotoar a blusa. Cíntia podia sentir os peitos da mãe dela tocando seus ombros, os mamilos deles esquentando, cutucando insistentemente. Júlia movia as mãos dela por cima da camisa, achando os botões e as casas de botão através de toque. Quando ela alcançou o segundo botão, Cíntia começou a respirar pesadamente. Júlia teve muita dificuldade em localizar o terceiro botão. Se abaixando, mas mantendo o corpo nu contra o da filha, ela fez seu caminho até o botão mais baixo. O fechou depressa. Então, para deleite de Cíntia, ela foi para a parte de trás e ajeitou a blusa no vestido de Cíntia. Da parte de trás, ao redor indo para a frente, as mãos de Júlia enfiaram a blusa debaixo do vestido, assegurando que ele estava desamarrotado. Cíntia gemeu e se excitou, até que ela terminou. Logo, Júlia apanhou a jaqueta esporte azul marinho. Passando à frente, vestiu Cíntia com ela, sendo cuidadosa para tocá-la o menos possível. Estava ficando difícil se manter de pé. Júlia pôs a mão dela no tórax de Cíntia e ligeiramente a empurrou para sentar na cama. Se ajoelhando, a Júlia pegou as meias brancas e as esticou. Colocou o pé esquerdo de Cíntia na meia, e lentamente a desenrolou canela acima, ligeiramente abaixo do joelho dela. Cíntia suspirou suavemente. A Júlia a ignorou e pegou a outra meia. Repetindo o processo, ela deixou sua mão continuar além do joelho direito da filha até a metade da coxa dela antes de parar. Ela observou. As pernas de Cíntia foram separadas ligeiramente, e ela pode ver um traço de algodão. Estava começando a ficar umedecido. A Júlia lambeu os lábios, esperando que Cíntia não se manchasse. Levantando, a Júlia disse para Cíntia que ficasse de pé. Ela olhou para sua bonita filha. A blusa era fina, e podia entrever o esboço dos mamilos entusiasmados de Cíntia. As meias até o joelho eram bastante infantis e curtas nas pernas longas, musculosas dela. O vestido ia pouco abaixo das nádegas dela apenas. Ela se levantou com as pernas dela separadas, a saia caindo ao redor de suas coxas. Cíntia não sabia o que fazer com as mãos dela; elas estavam esfregando sua barriga. \"Cíntia, você está muito linda. Venha, me dê um beijo\". Cíntia deu um passo adiante, e pôs os braços ao redor da mãe, nua. Ela olhou para a face dela por um longo instante, então mergulhou os lábios nos de Júlia. As mãos de Cíntia se moveram pelas costas nuas de Júlia, indo à nuca e ao cabelo dela. Júlia acariciou a espinha de Cíntia, e baixou o vestido dela. O beijo ficou mais intenso com Cíntia se aproximando mais pra perto da mãe. A mão de Júlia foi em baixo da saia de Cíntia e começou a acariciar a bundinha redonda por cima das calcinhas. A perna dela achou seu lugar entre as de Cíntia, e Cíntia se esfregou nelas. Lábios abrindo, línguas que circulavam se tocando, Cíntia começou a gemer do fundo de sua garganta. O algodão que segurava seus seios e vagina se tornou um obstáculo e um intensificador do prazer. A Júlia continuou acariciando ligeiramente o traseiro e as coxas da filha, sem tocá-la na frente. Os peitos de Cíntia se esmagavam na mãe dela, e seus quadris balançavam loucamente de um lado para outro em cima da coxa de Júlia. De repente, Cíntia deixou escapar um grito e apertou a mãe contra seu corpo. As pernas de Cíntia, fechadas apertando a coxa de Júlia, estremeceram e apertaram com mais força. O beijo terminou devagar, com Cíntia se afastando. Ela endireitou sua blusa e seu vestido. Ofegante, tirou a calcinha úmida e a deixou no chão. Ela não fez nenhum movimento para pegar outra limpa. Júlia olhou longamente para a filha e disse, \"Agora, pegue seus sapatos. Eu vou vesir algo e levarei você pra escola\". Acernando com a cabeça, ofegante, Cíntia passou pela mãe e seguiu escada abaixo. Júlia virou e foi para o quarto dela, acariciando os peitos ligeiramente. Vinte minutos depois, a Júlia e Cíntia chegaram à escola. A Júlia virou à filha dela e disse, \"Tenha um dia bom na escola, meu amor\". Cíntia simplesmente se inclinou e beijou a mãe dela, mais longo que normalmente, nos lábios. A mão dela serpenteou brevemente entre as pernas da mãe. Então ela pegou os livros e saiu do carro. A Júlia observou a filha dela correndo pro edifício, o pequeno ser de saia lançado pelos passos largos, revelando a parte de trás das coxas brancas. A Júlia se sentou lá durante um minuto, encarando as portas fechadas por quais Cíntia tinha desaparecido. Então ela pôs o carro em primeira e seguiu para casa, em silêncio...\"

6:58 AM, March 04, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Julia & Cintia - Uma historia diferente

\" O marido de Júlia a deixou quando ela tinha vinte e um, dois meses antes do nascimento da filha, Cíntia. Ele se converteu a uma religião e a abandonou para seguir o grupo. Na verdade não foi um impacto grande para Júlia, ela tinha sido auto-suficiente ao longo da sua recente adolescência, quando o pai morreu e deixou uma razoável soma de dinheiro para ela. Ela decidiu economizar e trabalhar para que sua a criança pudesse ir para faculdade, algo que ela quis fazer, mas não pôde. Criou a filha até muito bem para uma mãe solteira. Porém, ela nunca achou nenhuma companhia séria, e sua vida sexual foi deixada de lado. Ela se voltou principalmente para a fantasia e a masturbação, que ela praticava reservadamente quando possível. Quando Cíntia tinha onze anos, começou a mostrar um pouco de interesse no seu corpo, e Júlia sabia que logo ela teria que responder quaisquer perguntas que surgissem. Cíntia estava tomando um banho uma noite, quando Júlia entrou para a espiar. Ela a encontrou deitada na água quente, movendo a esponja em cima da sua vagina, dando risada. Quando ela viu a mãe entrar, se sentou, um pouco envergonhada, e tentou fazer parecer como se ela estivesse se lavando. Júlia sorriu e disse, \" Cíntia, você não tem que ficar envergonhada sobre o que você está fazendo. Todas as meninas fazem isto em algum momento, e é uma coisa maravilhosa, pessoal, bonita, que você pode fazer. Uma coisa privada, mas não algo para ficar envergonhada\". Cíntia, uma menina sincera como era, se endireitou e perguntou, \" Todas as meninas fazem isto, mãe? Fazem?\" A pergunta não era o que ela esperava, mas ela disse, \" Bem, sim, meu bem. Reservadamente \". \" Como você faz isto \"? perguntou Cíntia. Perdida, Júlia repetiu, \"Ah, ahn, isso é uma coisa muito íntima. Eu vou sair agora, e lhe dar alguma privacidade. Me avise quando você terminar, eu preciso tomar uma ducha\". Júlia deixou o banheiro, virando para ver a filha movendo a esponja com vigor em cima da vulva dela outra vez. Depois naquela noite, após deitar no sofá por um longo tempo, Júlia se recolheu ao seu quarto e começou a se despir. Os eventos da noite tinham causado um estímulo curioso, e ela esfregava as coxas uma contra a outra enquantou cruzava o quarto nua. Abriu o armário para pegar a camisola e viu Cíntia, que estava abaixada lá, nua, encarando o peitos e a vagina da mãe. \" Por que você está fora da cama \"? ela perguntou suavemente, sem vergonha. \"Eu quero te ver fazer\" ela disse simplesmente, e começou a se levantar em direção à mãe. Antes que tocasse as coxas de Júlia, ela a agarrou pelo braço e a levou para o quarto. \"Deixe de besteira, Cíntia. Vista uma camisola e vá dormir\". Assim que ela se deitou na cama, os dedos de Cíntia mergulharam no seu clitóris. Júlia partiu depressa e confusa. Ela ficou inquieta com o descaramento da filha, e se masturbou até dormir. Alguns anos depois, quando Cíntia tinha dezoito anos e tinha ido a um jogo de volleyball, Júlia, sozinha na casa, se sentido excitada, decidiu se masturbar. Ela guardara alguns livros e vídeos adultos e tinha um vibrador, mas a excitação dela era tal que ela apenas deitou no sofá com um pouco de música tocando e começou a se acariciar lentamente em cima da sua blusa fina de verão. Ela passava as mãos pelo rosto e as beijava, se estirando enquanto Steely Dan rolava no estéreo. As suas mãos acariciaram o pano em cima da sua barriga e a parte de baixo dos seus peitos. Os seus dedos circularam e beliscaram seus mamilos entumescidos pelo tecido do vestido. Ela começou a mover os quadris, fazendo a saia subir para os joelhos. Fechando os olhos, abaixou as calcinhas até os joelhos, então foi por baixo do vestido e acariciou suas coxas. Com a outra mão ela continuou acariciando os seios, lambendo as pontas dos dedos e esfregando os mamilos quentes pelo tecido da blusa. Antes que pudesse perceber, tocou seus lábios molhados e gemeu. Os dedos dela vagaram da extremidade da vagina ao redor, incitando a umidade nos lábios sensíveis, em chamas. Ela moveu o corpo mais pra baixo no sofá, arqueando suas costas enquanto o orgasmo se aproximava muito mais rápido que ela esperava. A outra mão deixou os seios e passou a esfregar o clitóris dela, suavemente no princípio, mas não por muito tempo, pois a excitação dela crescia rapidamente. Os dedos de Júlia esfregavam freneticamente para cima e para baixo contra seu clitóris, assim como os outros três dedos mergulhados, entrando e saindo da sua racha. O seu corpo se enrijeceu com o climax, escorrendo fluidos por ambas as mãos com ela gritando como se acometida por uma forte dor. Seus olhos se fecharam, ela elevou os dedos aos lábios e lambeu seus sucos, apreciando o gosto que ela tinha aprendido desfrutar nos últimos anos. Respirou um pouco e levantou a calcinha, quando notou algo no canto da visão. Virando a cabeça depressa, ela viu Cíntia, de pé, boquiaberta, ainda de uniforme. Depois de um momento de silêncio, Cíntia deu risada e disse, \" Nós perdemos. Tomamos um passeio de...\" Júlia recobrou os sentidos e disse, \" Há quanto tempo você estava de pé aí\"? \" Tempo o bastante, mãe. Eu vi você...\" ela interrompeu no meio a fala. Eles se encararam uma a outra. Júlia começou a levantar suas calcinhas lentamente. Ela estava obviamente confusa como controlar a situação. Cíntia continuou, \"com que freqüência faz você isso\"? Chocada, Júlia respondeu num rompante, \" isso não é da sua conta \". Cíntia se sentou próximo à mãe e disse, descaradamente, \"eu faço isto duas vezes por semana, às vezes mais. Mãe, não há nenhuma razão para estar envergonhada, você me ensinou isso. Além do mais, eu acho que você deveria fazer mais vezes. Eu estava preocupada com você.\" Júlia começou a desejar saber sobre a masturbação da filha. Ela estava estonteada e ainda excitada com o gozo de instantes atrás. Ela olhou para Cíntia e a viu se tocando por cima do short, esfregando de um lado para outro. Ela disse, \" eu sei que você não tem ninguém que a ama além de mim, mãe. Eu acredito que eu deveria te ajudar tanto quanto você me ajuda, Mãe \". \" O...o qu...que\" gaguejou a Júlia, e olhou novamente para a filha dela se tocando. Cíntia esticou a outra mão para a mãe, lentamente, titubeante. Antes que mão dela alcançasse o seu peito, Júlia saltou para cima e se afastou, ofegando, confusa, temerosa, e mais que tudo com uma pequena excitação. Ela não pôde mover sua boca para dizer \"Não\". Cíntia continuou olhando para ela e fez uma cara feia. \"Eu só queria.... eu sinto muito\". \" Não, não, é só ...você é minha filha. E, deus, uma menina, que\" ela começou a chorar ligeiramente, \" e faz...tanto...tempo...\" Cíntia continuou acariciando a frente do seu uniforme. \" É porque eu a vi? Eu a assisti fazendo? Você quer me ver?\" \"Te ver?\" \" É, me ver. Uma garota, se masturbando. Sua filha, mãe \". Ela não poderia ter dito isto, mas disse. Mas a Júlia ainda estava lá de pé, incrédula. Cíntia subiu, e disse, \"Eu vou para meu quarto. Você pode me seguir, se você quiser \". Ela roçou na Júlia ao passar e foi aos degraus. Depois de um momento de silencio, Júlia foi atrás. Ela estava ansiosa e ofegante. Subir degraus acima era quase impossível. Ela chegou ao quarto da filha; a porta estava aberta. Cíntia estava se despindo, tirando o top dela. Ela sorriu quando viu a mãe dela a assistindo. \"Vem cá, mãe. Senta na cama, \" ela acenou. Júlia sentou. Cíntia tirou o sutiã e os peitinhos pequenos e bicudos dela despontaram. Júlia pensou como eles estavam bonitos. Ela estava começando a relaxar, excitada com a visão das tetinhas da filha dela. Cíntia abaixou as calças e calcinhas de uma vez e revelou a bucetinha à mãe, com seus pentelhinhos claros de cabelo castanho. Os pelos estava molhados e brilhando com suas próprias carícias. Cíntia saiu do monte de roupa no chão e se sentou próximo à mãe. Não perdendo tempo, ela mergulhou os dedos diretamente na xaninha dela, esfregando com ambas as mãos, metendo seus dedos dentro. A mãe dela se envolveu no desejo dela, e se inclinou para lamber os peitos da filha. Cíntia gritou e se contorceu, então se deitou de costas. \" Por que... você gozou tão depressa?\" quis saber Júlia. \" Eu estava pensando em você se tocando, mãe. Eu não consegui segurar. Posso... \" ela enfiou a mão por debaixo do vestido da mãe e tocou os lábios debaixo do tecido encharcado das calcinhas dela. Júlia gemeu e segurou a bainha da blusa dela com duas mãos, confusa. Inclinada para trás contra o encosto de metal da cama, Júlia abriu as pernas e fechou os olhos. Sentia sua calcinha sendo tirada para longe do seu sexo, e olhou para baixo vendo a cabeça da sua filha desaparecer em baixo da saia azul. Quando a filha dela a lambeu, Júlia gemeu e tirou sua blusa fora, revelando seus seios.\"Querida, vem cá, me beija\" ela sussurrou. Cíntia subiu no corpo da mãe, colando seus lábios nos dela. Suas línguas se encontraram em suas bocas quantes. O ventre de Cíntia se fundiu ao da mãe, esmagando a pélvis das duas. Júlia apertou a coxa dela contra a vulva da filha, e a filha dela fez o mesmo. Os peitos delas se esfregaram um contra o outro. Júlia enfiou a mão por baixo e meteu sua mão entre a viscosidade ao redor das coxas que se roçavam. Se beijaram na boca, chuparam e morderam ambos pescoços e faces. Cíntia sentia a mãe dela movendo mais rapidamente contra suas partes mais baixas, e aumentou a pressão dela ao ritmo da mãe. Júlia gozou tremendamente, e usando a mão dela para estimular a filha a levou ao clímax também. Gozo. As duas permaneceram abraçadas durante algum tempo, em um sono leve. Júlia acordou sentindo Cíntia alisando seus quadris e pernas. Ela disse, \" Meu bem, vem cá. Vamos para meu quarto \". Júlia disse para Cíntia que se deitasse na cama dela, então foi para uma gaveta e tirou um vibrador longo, fálico. Era feito de silicone, que esquentou ao toque. Você alguma vez usou um destes\"? ela perguntou para Cíntia. A filha dela respondeu, \"Não, mas eu às vezes uso o massageador no chuveiro\". A Júlia sorriu furtivamente e se deitou próximo à filha. Ela ainda estava flutuando nos sentimentos tão deliciosos de ter o corpo tocado por outra pessoa que não ela mesma, e não questionou o incesto em que se envolvia. Tudo que ela queria era que a noite nunca terminasse, para nunca haver uma hora quando ela teria que parar e examinar o que estava fazendo. Viver sem conseqüências. Ela ligou o vibrador que zumbiu suavemente. Ela beijou a filha de forma sensual, acariciando o mamilo de Cíntia com o vibrador. Cíntia começou a gemer e esfregar as coxas. Júlia moveu o vibrador abaixo na barriga de Cíntia, passando para o umbigo dela. Então, abaixo, para o clitóris dela. Concentrando as vibrações lá, o clímax veio depressa e docemente, mas a Júlia deixou o vibrador no lugar. Ela se sentou e assistiu. Assistiu a filha dela se contorcendo, de olhos fechados, sob a massagem impiedosa no clitóris dela. Cíntia gozou três ou quatro vezes, curtindo o completo abandono às carícias da mãe. Cíntia pediu, \" Ai, mãe, me fode, me come\". Cíntia tentou ajustar seu corpo para permitir a penetração do vibrador. Júlia, com um desejo selvagem, se virou sobre a filha e manobrou o palpitante aparelho na racha de Cíntia, então passou a outra ponta nela própria. Júlia montou sobre a filha, esmagando o agora completamente devorado vibrador entre os dois corpos. Seus quadris iniciaram um movimento gentil, forçando as vibrações de um lado para outro. Elas deixavam seus quadris se moverem sem nem pensar, só apreciando as sensações que eles causavam. Júlia olhou fundo nos olhos de Cíntia; Cíntia parecia perdida no prazer que estava sentindo. Ocasionalmente, a língua de Cíntia serpenteou fora da boca e lambeu ao redor e dentro do lábios abertos da mãe. O tesão cresceu e explodiu novamente, de novo para as duas, e outra vez, cada vez os movimentos delas ficando menos frenéticos e mais desfalecido. Júlia colocou a mão entre elas e afastou o vibrador coberto de silicone, derrubando-o no chão ao lado delas. Estava muito tarde, e Cíntia e Júlia acariciaram uma a outra, com sono, ligeiramente até que desmaiaram, Cíntia ainda nua sobre a mãe. Júlia despertou cedo na manhã seguinte cedo ao som de Cíntia no chuveiro. Era um dia de semana, e Cíntia tinha que ir para a escola. Júlia tinha o dia livre, assim não estava com nenhuma pressa de se levantar. Era só colocar algum vestido velho e levar a Júlia para escola quando ela estivesse pronta. Tudo de uma vez, os eventos da noite anterior começaram a assombrá-la. O que diabos ela tinha feito? Certamente esta não poderia ter sido uma coisa saudável para uma filha e mãe fazerem. Incesto é destrutivo e alienante. Mas, ao mesmo tempo, Júlia não poderia negar a verdadeira e profunda atração pela filha que tinha sido revelada a ela. O que ia fazer? Como iria Cíntia, sempre o tipo independente, reagir a uma mãe que tinha se tornado uma amante de repente? Poderia esperar que reação? O barulho do chuveiro parou. Ela ouviu Cíntia caminhar do banheiro para o quarto dela. Júlia conhecia a rotina de Cíntia de todas as manhãs; ela a tinha ajudado desde que ela tinha começado na escola particular na oitava série. Primeiro, estendia uma blusa branca limpa e a saia azul plissada do uniforme escolar. Júlia ouviu a gaveta da cômoda sendo aberta e fechada quando Cíntia escolhia a roupa íntima. Júlia não pôde evitar imaginar a filha dela puxando as calcinhas sumárias de algodão ao longo de suas pernas compridas. O sutiã pequeno sendo afivelado nas costas. Júlia começou a esfregar as coxas, imaginando a filha dela se vestindo. O uniforme que Cíntia usava sempre a tinha envergonhado, mas a Júlia achava que era muito atraente. Ultimamente, Cíntia tinha começado a superar isto, pois não havia mais nada que ela pudesse usar na escola sem ser suspensa. Antes de perceber, Júlia já tinha levantado e caminhado, nua, corredor abaixo em direção ao quarto de Cíntia. Ela entrou. Cíntia estava só com a roupa íntima dela, segurando o vestido em uma mão. Júlia disse, \" Docinho, eu vim lhe ajudar a vestir \". Cíntia respondeu, \" ah, mãe, eu posso me vestir...\" ela parecia incomodada também. Mas ela ainda era a mais corajosa das duas. \"Se você quer ajudar, entretanto ...okay \". A Júlia deu um passo à frente e pegou o vestido. Caminhou ao redor, indo atrás de Cíntia, ficando de pé muito próximo a ela. Cíntia podia sentir a respiração da mãe na parte de trás do seu pescoço. Na orelha dela, a Júlia sussurrou \"Vem querida, vamos por o vestido\". Cíntia ergueu a perna esquerda dela. Júlia se ajoelhou, esbarrando seu corpo nas costas nuas de Cíntia. Ela moveu o vestido de forma que uma das pernas de Cíntia entrou até em cima. \"Agora a outra\". Cíntia desceu uma perna e levantou a outra. A Júlia segurou o joelho, passando pelo vestido. Quando Cíntia abaixou a perna, as mãos de Júlia permaneceram ali, acariciando enquanto o joelho e coxa passavam. Júlia moveu a roupa lentamente para cima do corpo da filha, movendo as mãos dela ao longo dos quadris dela. Uma vez que o vestido estava no lugar, Júlia alisou na frente e atrás o pano. Se levantando novamente, a Júlia pegou a blusa de Cíntia na cama. Ficando atrás dela, segurou o braço de Cíntia. Ela moveu a blusa abrindo a manga para o braço de Cíntia. Cíntia estava tendo dificuldade de se manter de pe. Quando o outro braço entrou na camisa, Cíntia começou a trocar o peso dela de uma perna para a outra, mas não ousou nenhum movimento. A Júlia se moveu para mais perto da filha para abotoar a blusa. Cíntia podia sentir os peitos da mãe dela tocando seus ombros, os mamilos deles esquentando, cutucando insistentemente. Júlia movia as mãos dela por cima da camisa, achando os botões e as casas de botão através de toque. Quando ela alcançou o segundo botão, Cíntia começou a respirar pesadamente. Júlia teve muita dificuldade em localizar o terceiro botão. Se abaixando, mas mantendo o corpo nu contra o da filha, ela fez seu caminho até o botão mais baixo. O fechou depressa. Então, para deleite de Cíntia, ela foi para a parte de trás e ajeitou a blusa no vestido de Cíntia. Da parte de trás, ao redor indo para a frente, as mãos de Júlia enfiaram a blusa debaixo do vestido, assegurando que ele estava desamarrotado. Cíntia gemeu e se excitou, até que ela terminou. Logo, Júlia apanhou a jaqueta esporte azul marinho. Passando à frente, vestiu Cíntia com ela, sendo cuidadosa para tocá-la o menos possível. Estava ficando difícil se manter de pé. Júlia pôs a mão dela no tórax de Cíntia e ligeiramente a empurrou para sentar na cama. Se ajoelhando, a Júlia pegou as meias brancas e as esticou. Colocou o pé esquerdo de Cíntia na meia, e lentamente a desenrolou canela acima, ligeiramente abaixo do joelho dela. Cíntia suspirou suavemente. A Júlia a ignorou e pegou a outra meia. Repetindo o processo, ela deixou sua mão continuar além do joelho direito da filha até a metade da coxa dela antes de parar. Ela observou. As pernas de Cíntia foram separadas ligeiramente, e ela pode ver um traço de algodão. Estava começando a ficar umedecido. A Júlia lambeu os lábios, esperando que Cíntia não se manchasse. Levantando, a Júlia disse para Cíntia que ficasse de pé. Ela olhou para sua bonita filha. A blusa era fina, e podia entrever o esboço dos mamilos entusiasmados de Cíntia. As meias até o joelho eram bastante infantis e curtas nas pernas longas, musculosas dela. O vestido ia pouco abaixo das nádegas dela apenas. Ela se levantou com as pernas dela separadas, a saia caindo ao redor de suas coxas. Cíntia não sabia o que fazer com as mãos dela; elas estavam esfregando sua barriga. \"Cíntia, você está muito linda. Venha, me dê um beijo\". Cíntia deu um passo adiante, e pôs os braços ao redor da mãe, nua. Ela olhou para a face dela por um longo instante, então mergulhou os lábios nos de Júlia. As mãos de Cíntia se moveram pelas costas nuas de Júlia, indo à nuca e ao cabelo dela. Júlia acariciou a espinha de Cíntia, e baixou o vestido dela. O beijo ficou mais intenso com Cíntia se aproximando mais pra perto da mãe. A mão de Júlia foi em baixo da saia de Cíntia e começou a acariciar a bundinha redonda por cima das calcinhas. A perna dela achou seu lugar entre as de Cíntia, e Cíntia se esfregou nelas. Lábios abrindo, línguas que circulavam se tocando, Cíntia começou a gemer do fundo de sua garganta. O algodão que segurava seus seios e vagina se tornou um obstáculo e um intensificador do prazer. A Júlia continuou acariciando ligeiramente o traseiro e as coxas da filha, sem tocá-la na frente. Os peitos de Cíntia se esmagavam na mãe dela, e seus quadris balançavam loucamente de um lado para outro em cima da coxa de Júlia. De repente, Cíntia deixou escapar um grito e apertou a mãe contra seu corpo. As pernas de Cíntia, fechadas apertando a coxa de Júlia, estremeceram e apertaram com mais força. O beijo terminou devagar, com Cíntia se afastando. Ela endireitou sua blusa e seu vestido. Ofegante, tirou a calcinha úmida e a deixou no chão. Ela não fez nenhum movimento para pegar outra limpa. Júlia olhou longamente para a filha e disse, \"Agora, pegue seus sapatos. Eu vou vesir algo e levarei você pra escola\". Acernando com a cabeça, ofegante, Cíntia passou pela mãe e seguiu escada abaixo. Júlia virou e foi para o quarto dela, acariciando os peitos ligeiramente. Vinte minutos depois, a Júlia e Cíntia chegaram à escola. A Júlia virou à filha dela e disse, \"Tenha um dia bom na escola, meu amor\". Cíntia simplesmente se inclinou e beijou a mãe dela, mais longo que normalmente, nos lábios. A mão dela serpenteou brevemente entre as pernas da mãe. Então ela pegou os livros e saiu do carro. A Júlia observou a filha dela correndo pro edifício, o pequeno ser de saia lançado pelos passos largos, revelando a parte de trás das coxas brancas. A Júlia se sentou lá durante um minuto, encarando as portas fechadas por quais Cíntia tinha desaparecido. Então ela pôs o carro em primeira e seguiu para casa, em silêncio...\"

6:58 AM, March 04, 2005  

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