Friday, February 18, 2005

Sexta exortação do sábio: fugir da mulher leviana

Meu filho, atende à minha sabedoria,
presta atenção à minha razão,
a fim de conservares o sentido das coisas
porque os lábios da mulher alheia destilam o mel;
seu paladar é mais oleoso que o azeite.
No fim porém é amarga como o absinto,
aguda como a espada de dois gumes.
Seus pés se encaminham para a morte,
seus passos atingem a região dos mortos.
Longe de andarem pela vereda da vida,
seus passos se extraviam, sem saber para onde.

Escutai-me, pois, meus filhos,
não vos aparteis das palavras de minha boca.
Afasta dela teu caminho,
não te aproximes da porta de sua casa,
para que não seja entregue a outros tua fortuna
e tua vida a um homem cruel;
para que estranhos não se fartem de teus haveres
e o fruto de teu trabalho não passe para a casa alheia;
para que não gemas no fim,
quando forem consumidas tuas carnes, e teu corpo
e tiveres que dizer: "Porque odiei a disciplina,
e meu coração desdenhou a correção?
Por que não ouvi a voz de meus mestres,
nem dei ouvido aos meus educadores?
Por pouco eu chegaria ao cúmulo de desgraça
no meio da assembléia do povo."

10 Comments:

Blogger Adriana said...

Como si comenta aqui...aiiiiiii dificil dimaissss

7:47 AM, February 18, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.

10:30 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.

10:31 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.

10:31 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.

10:31 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.

10:31 AM, March 01, 2005  
Anonymous Anonymous said...

Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada reagiu. Eu e os dois capangas tinhamos os rostos cobertos o tempo inteiro, mas que podíamos ver perfeitamente através do tecido. Quando fiquei a sós com Lena e mandei ela tirar a roupa, ela se urinou toda e entrou em panico. Foi preciso lhe dar dois tapas e berrar-lhe na face que limpasse imediatamente aquela mijada, se despindo antes de tudo! O medo a fez agir rapidamente, e eu lamentei por não tê-la obrigado a fazer um strip-tease sensual! Mas, até que foi quase igual, pois vê-la de quatro esfregando o chão era coisa do outro mundo!! Suas nádegas tremiam conforme ela se agachava e engatinhava, fazendo sua bucetinha parcialmente sumir e aparecer apertadamente entre suas coxas!! Em dado momento a fiz parar de frente aos meus pés e colocando um deles em seu ombro, pressionei prá baixo, deixando-a com os volumos seios servido de almofada contra o chão e sua estupenda bunda empinada, revelando agora o cuzinho como um pequeno sol!! Lágrimas escorriam belo rosto de Lena,enquanto soluçava convulsivamente!! Dei-lhe um tapa e mais outro e mais outro nas nádegas, ordenando-lhe que parasse de gemer!! Comecei a acariciar-lhe os imensos glúteos, enquanto via lágrimas escorrendo sem nenhum soluço. Então apliquei-lhe um tapa em umas das bandas carnudas, agora avermelhadas! Ela manteve-se calada. Voltei a lhe dar mais tapas cadenciados e com força! Suas carnes estavam quente e tremiam em cada espaço das palmadas!! Por fim ela não se conteve e chorou alto! E soluçava como uma cadelinha perdida da mãe! Que musica maravilhosa aquele choro convulsivo de adolescente mimada e malcriada!! As palmada continuavam e quando eu fazia uma pausa o choro se tornava menos forte, e então eu voltava a dar-lhe palmadas fortemente!!! De repente, Lena pedia, implorava por tudo, que eu parasse com aquilo! Eu perguntei por que deveria parar, enquanto suavemente acariciava-lhe as partes onde termina os glúteos e começa a parte de trás das coxas. Ela simplesmente não sabia o que responder, e era maravilhoso ver aqueles lindíssimos olhos verdes lacrimejando, enquanto seus lábios carnudos tremiam a cada soluço!Mais uma vez perguntei a Lena o que ela faria para eu parar de espancá-la, e levemente pressionei meu dedo anular entre os lábios de sua xotinha! Lena deu um impulso prá frente, fechou os olhos e crispando a bela face, voltou a soluçar alto. Meus dedos agora acariciavam com firmeza toda a polpuda xaninha, encontrando seu grelinho entumecido! Aos poucos a face crispada de Lena foi se anuviando, embora continuasse chorando. Continuei com a carícia em sua vulva, sentindo meus dedos ficarem oleosos e notar que Lena tinha parado de chorar. Permanecendo com os olhos fechados, ví seus polpudos lábios se entreabrirem e esporadicamente um leve sorriso se formar!! Parei a caricia por um segundo e sentí seu corpo se retezar e ela abrir os olhos, como que surpreendida!!Dei-lhe mais duas palmada, uma em cada bunda, sem que ela esperasse! O efeito foi ineperado prá mim. Lena, simplesmente me escondeu o rosto, mas não deu um pio!!Dei-lhe mais um tapa, e lhe ordenei que dissesse o que faria para que eu parasse de bater-lhe na bunda!! Lena, devagar ergueu seu torso, espalmando as mãos no chão, levantou a cabeça, olhando prá frente, orgulhosamente respondeu: "Foda-se!!" Surpreendido, fiquei na dúvida entre voltar a espancá-la ou simplesmente deixá-la alí sem tocá-la mais. Num ímpeto, descontrolado, sem bem saber o que estava fazendo, agarrei-lhe ambas as carnudas nádegas, expondo toda sua genitália, enfiando meu rosto entre elas, não me importando com nenhum odor, pelo contrário, doido de tesão pela aquela deusa de sexo! Minha boca se cola entre o anus e a xaninha de Lena!! Minha língua coça frenéticamente seu esfícenter!! Depois penetra entre seus lábios carnudas da xotinha, fazendo eu saborear seus fluídos, como se fossem sua alma escorrendo para dentro de minha boca!! O anelzinho rosado do anus de Lena me fascina, então me dedico um pouco mais a esse meu objeto de desejo que já brilha de suor e saliva!!Ponho minhas mãos ao seu redor expondo-o completamente! Ouço Lena soltar um longo gemido, então colo meus lábios em seu anus e solto alegremente minha ponta da língua para coçar-lhe a entradinha anal!! Lena suavemente balança os quadrís enquanto é linguada e pouco a pouco penetrada no cuzinho!! Meu pau atinge dimensões imensas dentro das calças, tornando a pressão e a dor insuportável! Com uma das mãos tento abrir a barguilha, sem querer desengatar minha boca do cu de Lena!! Nessa altura eu estou urrando feito doido! Lena nota meu desespero. Trazendo uma das mãos até meus cabelos, ela retira meu rosto de entre suas maravilhosa bunda e virando-se, sem largar meus cabelos, ela se deita com as pernas abertas, e toda a xaninha exposta!! Com a outra mão, abre com os dedos os gorduchos lábios e peritamente coloca o inchado clítoris a mostra e vai me trazendo de encontro a ele!! Eu apaixonadamente me deixo levar e dou-lhe um estupendo banho de língua que a faço urrar ruidosamente, enquanto teno inúltimente soltar meu enraivecido caralho!! Lena também se desespera e quer meu cacete!! Ela vem em meu auxilio e conseguimos dar-lhe liberdade, que ele agradecido me faz gozar! Meu gozo é como vários pequenos cometas lançados no ar que coicidentemente vão colidindo por todo rosto de Lena!! Levemente assutada, Lena logo se refaz, e sem nunca ter feito aquilo antes, conforme soube depois, abocanha todo o volume da minha enorme glande arroxeada, já demonstrando um enorme talento para felação!! Meu corpo treme todo enquanto solto mais jatos de cometas dentro da boquinha de Lena, que sem saber o que fazer, vai engolindo, engolindo, até eu ficar completamente extenuado! Lena de repente retira a boca de meu pau com semblante envergonhado. Me lança um olhar triste de humilhação. Minha rola brilhante de saliva e gozo, satisfeita e semi-rígida, balança e capta o olhar de Lena. Ela observa esse pedação de carne e muscúlos por alguns segundos e como se tornasse totalmente livres de todos os preconceitos, avança alguns centimetros em direção a minha torona! Como uma travessa criança curiosa, Lena acaricia meus bagos, palmeia suavemente o corpo da pica, eu lhe mando apertar com força, ela obdece e sem eu mandar, abocanha novamente a cabeçona, selando os carnudos lábios em volta, sugando todo o restante de esperma que porventura restasse na ureta! Lena se transforma repentinamente numa máquina sugadora, se ajeitando, ficando meio ajoelhada sentada na minha frente, indo aos poucos engolindo minha rola até a metade!! Ainda ela não sabe fazer isso e respirar ao mesmo tempo!! Então volta a começar tudo de novo, até um pouco mais prá perto de minha virilha! Assim, ela consegue quase a encostar o torneado queixinho no saco!! Eu lhe digo que estou quase gozando. Lena levanta os magnificos olhos esverdeados e balança a cabeça afirmativamente, sem retirar metade de minha rola dentre os lábios carnudos!! Eu digo a Lena que é hora dela gozar novamente!! Que eu vou mostrar-lhe uma das maneiras, antes de fazê-la gozar plenamente na bucetinha! Lena me olha interrogativamente, ainda com a cabeça escorrendo de saliva dentro da boca!! Carinhosamente a afasto da minha tora, ficando uma corda de saliva e pré-gozo entre a ponta de meu caralho e seus lábios, até se romper!!Então, passo para trás dela, pego uma almofada jogo a sua frente e digo prá ela ficar na mesma posição de quando estava sendo espancada! Noto um ar de excitação em seu rosto, e lentamente ela vai se curvando até seus globulosos seios achatem a almofada!! Lena volta um pouco a cabeça de lado e com um enigmático sorriso nos lábios, me olha como me convidando a surpreendê-la!!


ASSALTO À MÃO ARMADA

Sai tarde do escritório onde trabalhava, pelo menos não pegaria mais o transito pesado das 18 horas. Na garagem, despedi-me do Sr. Jones, o vigia do prédio e entrei no carro e sai pela avenida tranqüila, olhei rapidamente no relógio e os ponteiros marcavam vinte minutos para as oito horas da noite, e meu estomago reclamava de fome.
Parei num sinal perto de meu apartamento, e quando colocava um cd no meu som, não percebi alguém abrir a porta do passageiro e sentar ao meu lado.
- O que...?
- Apenas dirija, não quero te machucar. – ele era muito alto, pois quase sua cabeça encostava-se ao teto do carro. – Leve-me até sua casa.
- Mais...
- Nada de mais, aja normalmente, preciso de um lugar para ficar. Não se preocupe, não tenho intenção de machuca-la, mais quero que você coopere.
Sua voz era de timbre forte, ele era claro, cabelos loiros e olhos azuis, tinha um corpo forte e atlético, tentei entender o que ele estava fazendo, o que queria me assaltando se não pediu minha bolsa. Quando parei na garagem de meu apartamento, o porteiro veio abrir o portão e me cumprimentou, ele segurou firme meu braço, sorri para o sr. Valdo.
- Boa noite, Srita Samantha, chegando tarde hoje heim? Dia cheio?
- E como sr. Valdo. – parei na minha vaga e descemos do carro, ele não deu mais nenhuma palavra e eu também não quis complicar as coisas.
Quando nos dirigimos ao elevador, ele voltou a segurar no meu braço e não me soltou, entramos apertei o 13º andar e então, ele me puxou para si encostando-se à parte do fundo do elevador. Senti meu corpo colar ao dele e engraçado, a sensação não foi ruim. Chegamos ao andar indicado, sai e abri a porta do meu apartamento, entramos, ele foi logo olhando as janelas, fechando a porta. Fiquei meio apavorada no meio da sala, esperando alguma coisa.
- Você mora sozinha? – ele parou na minha frente.
- Sim. – senti um pouco de pavor.
- Excelente. Bem... Não tenha medo, não sou um assassino ou bandido, apenas estou vivendo uma situação extrema e tive que tomar uma medida mais extrema ainda. Por que não vai trocar de roupa e prepara algo para a gente comer? Estou morrendo de fome.
Apenas pensei em obedecer, tomei um banho rápido, vesti uma saia e uma blusa sem manga, amarrei os cabelos num rabo de cavalo e calcei umas sandálias confortáveis, voltei rápido e o encontrei sentado no sofá, parado, entrei na cozinha e tirei alguns pratos prontos do freezer e comecei a abri-los.
- O que está fazendo?
- Apenas esquentando um prato pronto. – escutei uma cadeira sendo arrastada e ele sentar.
- E o que são? – sua voz estava baixa, então virei um pouco para vê-lo, ele estava sentado bem atrás de mim, com as pernas abertas e me olhava de um jeito safado.
- Lasanha. – voltei a olhar para frente e desembrulhar os pratos.
- Adoro lasanha. – silencio. – Diga-me, doçura, você tem medo de mim? – sua voz continuava baixa e rouca.
- Devo ter? – minha voz falhou um pouco.
- Se for para eu conseguir o que quero... Sim. – ele respirou fundo. – Você tem lindas pernas.
- Oh! – meu corpo todo gelou.
- Separe-as um pouco... Isso. – obedeci, não tinha outra alternativa. – E que traseiro! Como eu gosto, empinado e carnudo... Levante essa saia para mim.
- Por favor! – murmurei.
- Por favor, o que? Não quer fazer isso para mim? – ele esperou pacientemente até eu fazer o que ele mandou, subi a saia até o meio das pernas. – Oh! Doçura, que tentação... Suba mais! Quero ver esses quadris que enlouquece os homens.
- O que você quer?
- Já disse, ver seus quadris... Vamos! Não seja uma menina teimosa, você não quer me deixar chateado com você não é? – sua voz era baixa e carinhosa, um contraste para o medo que estava passando, então subi toda até minha calcinha ficar a mostra. – Viu como não doeu?... Que traseiro! Empina-o para trás, encoste no balcão e empina-o para mim. – obedeci para não deixa-lo nervoso. – Mais que gostosa.
Agora ele estava atrás de mim e me acariciava sem pudor nenhum. Pernas e quadris. Pegou minha calcinha e a puxou colocando-a dentro de meu rego.
- Oh!... – foi uma mistura de medo e tesão.
- Como assim fica bem melhor, doçura. – então ele posicionou atrás de mim, e senti-o esfregar seu membro já ereto no meu bumbum. – Bem melhor... Rebola, doçura. – meu medo persistia, apenas não queria desobedece-lo. Era a primeira vez que estava sendo usada de uma forma sórdida e vil, um sujeito que eu nem conhecia invadiu meu carro e minha casa, e por direito que achava que tinha, agora estava invadindo a mim.
- Por favor!
- Não tenha medo... enquanto você fizer o que eu mandar, nada de mal irar te acontecer, isso eu prometo. – ele levantou minha blusa e abaixou meu sutian colocando meus seios para fora, senti-os tocar no balcão frio do mármore, e isso me excitou muito. – Isso doçura, seja obediente. – escutei o zíper da calca sendo abaixado e o membro quente e pulsante se encaixar entre minhas pernas. – Já te disse como seu traseiro é apetitoso? – um braço passou na minha cintura parando na barriga e o outro alisava minhas costas, bunda e pernas, segurava meus cabelos com força e nisso, não parava de se esfregar em mim. – Agora venha, levante-se, vamos deixar o jantar para depois... – Ele me tirou do balcão e me levou até a sala.
- Oh! – com apenas um puxão tirou minha calcinha. Que cena inusitada, estava com a blusa erguida, sutian a baixo de meus seios, sem calcinha e minha saia embolada na cintura.
- Agora vamos, gracinha. – ele sentou-se no sofá e me puxou para seu colo, fiquei sentada e ele apertava meus seios e acariciava minha xoxotinha, levando-me a loucura. – Estou sendo bonzinho com você?
- S...Sim! – o medo era uma sensação muito boa, pois podia te proteger em situações perigosas, e sempre ouvi falar que em caso de assalto ou seqüestro é sempre bom cooperar com o bandido para que você preserve sua vida.
- Ajoelhe entre minhas pernas boneca.
- Oh! Por favor, o que vai fazer?
- Eu nada, mais você vai. – então ele me empurrou e me vi ajoelhada entre aquelas pernas e vi que ele tinha aberto o zíper da calça e seu pênis estava apontado para fora. – Agora seja uma menininha boazinha, beije o amigo aqui.
- Mais...
- Nada de mais, apenas obedeça. – senti nojo, ele segurou com brutalidade meus cabelos e levou meu rosto até seu pênis. – Abra a boca que to te dando um delicioso pirulito boneca, agora chupe-o. – obedeci, então senti um cheiro agradável, ele era cheiroso e bonito, forçava seu falo dentro da minha boca com carinho, ele não queria me machucar. – Isso boneca... Passe a língua nele... Que delicia! Que boca gostosa... Huum... – fiquei assim até ele me afastar e gozar, sua expressão se suavizou. – Você me acalmou boneca. Agora estou com fome, traga nosso jantar.
- Sim. – levantei.
- Espere! Primeiro tire toda sua roupa, quero que você me sirva peladinha.
- Oh!
- Vamos! – tirei e senti meu rosto ficar vermelho. – Não tenha vergonha, seu corpo é maravilhoso. Agora pode ir, fico te esperando aqui, boneca. – engraçado, sentia medo, mais ao mesmo tempo estava excitada e gostando. Alem dele ser bonito, era cheiroso.
Tirei do microondas o jantar, coloquei numa bandeja junto com pratos e talheres, mais fiquei envergonhada de ir até a sala, demorei um pouco mais logo decidi levar, não queria que ele ficasse nervoso.
- Você quer comer onde?
- Traga até aqui e coloque em cima dessa mesinha de centro. – obedeci, ajoelhei e ajeitei a bandeja em cima do vidro. – Sirva-me! – obedeci, tirei uma generosa porção e coloquei no prato e estendi para ele. – Mais perto. – aproximei mais e então ele me puxou pelos cabelos, quase deixei o prato cair, então senti seus lábios se apossarem dos meus, em um beijo ávido, sua língua passeava dentro de minha boca. Que beijo!
- Huum... – gemi baixo quando o beijo acabou.
- Está gostando boneca? Gosta do meu beijo? Do meu toque?
- Na... Não! – gaguejei.
- É mesmo? Que decepção para mim... – ele acariciou meu rosto, tirou o prato de minha mão e o colocou em cima do tampo da mesa e aproximou de mim. – Mais estou doido para te tocar mais, intimamente... – ele sussurrava em meu ouvido e não tinha como esconder que me arrepiava. – Quero saborear seu corpo inteiro, sentir seu gosto, te lamber, beijar... Quero te chupar toda... – ele não mais do que me tocava no rosto e cabelos, mais sentia suas palavras e estava na expectativa, sentia-me quente e molhada. – Quero abrir suas pernas e sentir meu pênis te penetrar milímetro por milímetro, e vê-lo entrar e sair de dentro de você...
- Huum... – fechei os olhos.
- Está imaginando, boneca?
- Pare!
- Quero vê-la cavalgar em cima de mim, seus seios pulando na minha frente, suas curvas me atentando, te acariciarei toda, farei você gemer e gozar várias vezes, então?... – não consegui evitar, gozei com as palavras dele, senti uma vergonha imensa e então tentei me levantar e afastar dele, provavelmente ele ria. – Espere! – ele segurou-me pela nuca e me fez encara-lo. – Não sinta vergonha do que sente. Nunca! Agora vamos comer, realmente estou com fome. – então sentamos no chão e comemos em silencio, mais senti que ele não tirou os olhos de cima de mim nenhum instante. – Você é linda!
- O que você quer?
- Alem de fazer amor com você?
- Não faremos.
- Você quer apostar? – seu olhar demonstrava uma pessoa que sabia o que queria.
- Não vou apostar nada, mais você não pode me obrigar a fazer o que não quero.
- Isso eu prometo! Você não fará nada obrigada. – ele colocou os talheres dentro do prato e aproximou um pouco de mim. – Você vai suplicar para eu te possuir.
- Jamais!
- Vamos ver? – ele sorriu. – Termine de comer.
- Não estou com fome. – empurrei o prato e ia me levantar.
- Não se levante e você vai comer tudo.
- Eu não quero!
- Quer sim sua cachorra gostosa! – ele pegou meu prato, empurrou a mesa e colocou-o no chão. – Venha comer minha cadelinha.
- Não faça isso. – ele estava querendo me humilhar.
- Venha cadela, coma de quatro aqui no chão. Quero você comendo com a boca, e comendo tudo. Quero esse traseiro arrebitado e empinado para cima, vamos. – meus olhos encheram de lágrimas, mais obedeci, fiquei de quatro e comecei a lamber a comida e come-la devagar. – Tá gostosa a comida cadelinha? Agora venha até aqui, vou te dar a sobremesa. – ele estava com o pênis para fora e o estimulava com a mão, masturbando na minha frente. – Venha chupar seu pirulito cadela. – obedeci, aproximei e coloquei todo aquele caralho dentro da minha boca, já estava acostumada com o tamanho, então o chupei. – Isso mesmo!
- Huum!...
- Que língua dessa minha cadela... Como você chupa gostoso!
- Huum!
- Continua... Mais forte, gostosa... Mais forte! – ele não tirava os olhos da minha boca, daquele mastro apontado para cima e eu engolindo ele praticamente todo.
- Oouuh!...
- Cadela safada... Que gostoso... Chupa mais... Chupa mais... Oouuh! – então ele segurou meu cabelo e me puxou, tirando aquele mastro vermelho de dentro da minha boca, então o vi gozar forte. – Como você é boa nisso boneca. – ele tinha um rosto satisfeito. Então, levantou-se e sentou no sofá. – Venha até aqui.
- Por favor, o que mais você quer?
- Agora quero te chupar boneca. – fiquei parada sem acreditar, mais queria muito sentir aquela boca linda no meu corpo, aquela língua molhando minha pele. – Deite aqui no sofá que agora quero minha sobremesa. – obedeci, deitei no sofá e ele colocou uma perna minha apoiada no chão e a outra no encosto do sofá, fiquei arreganhada para ele, então se curvou e cheirou-me. – Cheirosa... E está molhadinha para mim.
- Por favor!
- O que você quer? – ele encostou os lábios na minha xeca passando a língua de leve no meu clitóris.
- Huum!
- Quer que eu pare? – então começou a me chupar forte, acariciando minhas coxas e barriga, parecia beber-me. – Quer que eu pare boneca?
- Não! – foi apenas um sussurro.
- Não escutei! – então ele afastou de mim e apenas me olhava. – Repita o que você falou.
- Não. – meu corpo gritava por ele. – Por favor!
- Fale claramente, continuo não te entendendo.
- Chupe-me! – ele me encarou, sorriu e voltou a me chupar, e não parou até que eu explodisse. O vi tirando a roupa rapidamente e aproximar de mim, apontou aquele mastro duro para a entrada da minha xeca e começou acariciando, pressionando de leve, ia até a entrava e depois tirava.
- Como eu queria te ver... Aberta para me receber!
- Então vem. – já tinha perdido todo o pudor.
- Quero que você fale com todas as letras o que você quer... Estou aqui para realizar seus desejos mais secretos.
- Então me possua agora.
- Possuir? Como eu queria possui-la de verdade... – então ele colocou seu pênis na entrada de minha xeca e começou a me penetra lentamente. Como ele era grande.
- Oouuh...
- Estou machucando você?
- Não! – então quando ele entrou todo, fez o que queria, observava seu pênis ser engolido por minha xeca, tantas e tantas vezes que quando percebi já tinha gozado duas vezes até senti-lo derramar dentro de mim. – Oouuh!
- Você é muito gostosa! – então ele colocou-me de quatro e novamente me penetrou.
Ficamos assim a noite toda, e pela manha, quando acordei, não mais o vi. Nenhum sinal da presença dele, nada. Até pensei que tivesse sonhado, mais as marcas em meu corpo não era ilusão.
Ylena adepta da Sodomia

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse que o seu cuzinho não era mais dela. Era só meu agora!! E ela respondia que sim. Que seria só meu, para sempre, para sempre!!Eu já sentia que mais uma vez naquela tarde iria explodir dentro do cuzinho de Lena!! Ela dava leves reboladas acompanhando o movimento da minha tora lambuzada deslizando apertadamente no seu tubinho de carne!! Lena sabia que eu estava prá gozar. Sua xaninha estava preenchida pela pica do namorado, um dinamarques enorme, ou seja, Lena estava sendo saduichizada!! O viking de Lena estava sentado numa cadeira, fortemente amarrado, com ela sentada em sua pica e comigo atrás enterrado em sua carnuda bundinha!! Uma semana atrás Lena disse aos pais que estava acabando o noivado e possivel casamento com Juarez, de 25 anos, um rico herdeiro de uma familia da região sul. Os pais de Juarez tinham uma filha chamada Cintia, de dezoito anos. Os pais de ambos desejavam que o casal de filhos se casassem ainda naquele ano, por isso sutilmente tinham arranjado com os pais de Lena o noivado com Juarez. Cintia já estava de casamento marcado com meu sócio, Tadeu. Prá todos nós foi uma surpreza quando soubemos que Lena e o dinamarquez tinham fugido. Eu imediatamente mandei investigadores fazer uma devassa da vida do namorado de Lena no Brasil. Fiquei sabendo que a mãe de Lena foi comida uma vez pelo dinamarquez. Foi fácil fazê-la me contar e prever para onde pretendiam ir. Me tranquei em um dos quartos da mansão com ela e a esbofetiei! Ainda com medo estampado no belo rosto maduro, segurei-lhe o pescoço e tasquei-lhe um violento beijo! Enfiei-lhe a língua em sua boca carnuda, e antes que ela voltasse a respirar, a empurrei prá um sofá. Isso tudo a excitou. Me aproximei para dar-lhe outro tapa já esperando que ela fosse se proteger. No entanto ela oferecu o rosto com os olhos languidamente semi-abertos e me pedindo por mais!! Aquilo foi demais! Eu já estava em ponto de bala! Lhe tapeie ambas as faces! Peguei seus cabelos pela nuca e abaixando-me, dei-lhe outro chupão até nossas salivas escorreram pelos lados de nossas bocas! Em outra ocasião contarei com detalhes como foi o "estupro" sofrido pela mãe de Lena. Posso adiantar que ela era uma maravilhosa veterana em qualquer relação sexual!! Logo mandei vir de avião dois seguranças chilenos de uma das nossas filias e arquitetei o sequestro de Lena e namorado! Aluguei uma magnifica casa de campo e levamos o casal para lá. O namorado estava assustadíssimo e nada rea